8.5.11

Necrófagos de 2ª feira


Desde 5ª feira passada que alguns blogues que gravitam na Gloriosasfera, pela mão dos seus responsáveis, têm vindo a apelar para a participação em uma manifestação, esta segunda-feira, dia 9, às 20 horas, na Praça Centenário, no Estádio da Luz, tendo como palavra de ordem “o Benfica aos Benfiquistas”.

Quem acompanha a Gloriosasfera há algum tempo, tem tido a oportunidade de constatar que alguns blogues têm contínua e sistemàticamente feito fogo cerrado ao presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira. Uma guerrilha infindável, torpe e mentirosa cujos trilhos viciados em estreitas e reles chicanas armadilhadas me têm causado as maiores reservas e mesmo bastante desagrado.

Sabemos quais as ligações que muitos dos elementos destes blogues tiveram à oposição a LFV nas últimas eleições, uns afectos a um “movimento” que ao abortar por falta de líder acabou por desistir, outros, apoiantes de um candidato que teve uma votação inferior aos votos nulos verificados.

Estes indivíduos, pelo que têm dito e da forma como têm procedido, não são mais do que agitadores ou aventureiros, uns, ressaibiados pelo ostracismo a que com muita razão, os nossos dirigentes e os Benfiquistas em geral os têm votado, outros, com obscuros desígnios, escondendo uma sede insaciável pelo poder no Benfica.
A propósito destes comportamentos, recordo-me de algumas destas personalidades que por diversas vezes enviaram para a minha caixa de correio na net, alguns e-mails com apelos e missivas para aderir a grupos e acções no sentido de apear LFV.

A alguns nem lhes respondi, a outros enviei-lhes um rotundo NÃO, sem mais satisfações.

Há um mandato legitimado pelo voto livre e democrático e todos aqueles que amanhã, dia 9, estiverem na Praça Centenário, não serão mais do que meras marionetas e títeres enviados por “gentalha” que se serve dos blogues com oportunismo, mas que está muito para além deles.
O que é um facto, é que a maioria esmagadora dos Benfiquistas não tem a memória curta e sabe bem quem são este tipo de aventureiros bem identificados na Gloriosasfera.
Todos têm direito à crítica e a tomar as posições que entendem ser as melhores para o clube.
O que ninguém tem é o direito de provocar no Benfica cenários de agitação, tumultos e contestações ilegítimas, acentuadamente visíveis nos momentos de amargas derrotas como as que aconteceram nestes últimos tempos.

LFV não é infalível e todos cometemos erros. Òbviamente que responderá pelos seus actos e pela sua gestão desportiva e financeira, e o veredicto será dos sócios, através do voto, no local devido e no tempo certo.
O balanço do seu consulado será feito pelos Benfiquistas e não por grupelhos que não têm feito outra coisa senão denegri-lo e tentá-lo derrubar.

Não contem comigo para este tipo de acções. E comigo, o poder jamais cairá na rua. E mais, não serão meia-dúzia de arruaceiros sedentos pelo poder, que com este tipo de comportamentos provocarão a desestabilização e o caos.

É notória uma estratégia a médio prazo visando fragilizar a direcção e o presidente do Benfica.
Fazendo o jogo dos media, especialmente do pasquim record, de alguns jornais generalistas e de mais algumas entidades, não tardará que os verdadeiros coelhos infectados comecem a sair das tocas.
Os Benfiquistas, os autênticos, estarão atentos. LFV e a sua direcção poderão não vencer o próximo acto eleitoral, mas aqueles que hoje pensam que serão eles a ocupar os seus lugares podem tirar já o cavalinho da chuva.
Nessa altura, se isso acontecer, lá virá o homem certo para o lugar certo!

No Benfica há demasiada democracia, especialmente para as minorias de agitadores e guerrilheiros que nunca souberam quais os valores que ela encerra e que nunca souberam vivê-la.

GRÃO VASCO




Nota: Lamento profundamente que alguns analfabetos que leram o meu post “Presidente, 10 anos é muito tempo”, tenham lido e interpretado pèssimamente tudo aquilo que eu escrevi.
Alguns comentários pouco abonatórios sobre este post – dois – enviei-os directamente para a sarjeta e quanto à sanidade mental dessas pessoas, entristece-me bastante constatar noutros blogues, nomeadamente no Bimbolagartada do Sr. Joseph Lemos a alusão abusiva a esse meu post , num comentário execrável de um seu leitor (que fez a mesma coisa no meu blogue) especulando e insinuando sobre coisas que eu não disse nesse meu post acima mencionado e que depois foi corroborado pelo autor e dono desse blogue.
É bem conhecida a minha posição sobre a legitimidade da Direcção e do Presidente Luís Filipe Vieira. É bem conhecida a gratidão que tenho por aquilo que fez. No entanto e como nunca fui nenhum carneiro, nem nenhum seguidista e como respeito a sua pessoa, tenho o direito como Benfiquista, de o alertar para o futuro, transmitindo-lhe o que sinto e o que prevejo, não só para bem dele como dos adeptos e do Benfica.
Aos analfabetos e boçais que enxameiam este blogue quando lhes convém, vai o meu desprezo, mas como não poderia deixar de ser, aqui fica a minha posição devidamente clarificada, especialmente para quem encobre e partilha da estupidez e da insanidade dos analfabetos e demais indigentes e que após esclarecimentos privados continuou a não dar a mão à palmatória.

PARABÉNS, HOQUISTAS DO BENFICA!



Os hoquistas do Benfica venceram brilhantemente a Taça CERS derrotando o Vilanova da Catalunha, Espanha por 6-4.


Força mental, capacidade técnica e, muita, muita classe!

O jogo, na Catalunha, Espanha, foi do princípio ao fim uma verdadeira lição de hóquei em patins para o público espanhol, para os poucos adeptos e adeptas do Benfica presentes e para todos aqueles que tiveram oportunidade de ver este espectáculo pela televisão.

Diogo Rafael marcou 4 golos

Nos momentos finais, ainda pairou o “fantasma” de Ilídio Pinto, dirigente do Fruta Corrupção & Putêdo, vulgo fcp, que tem tido ao longo dos últimos anos quase todos os árbitros principais portugueses “na mão” e que tem conseguido que as competições a nível nacional sejam uma autêntica farsa a favor do seu clube, o clube da corrupção e da fruta. Os últimos três minutos pareciam estar a ser jogados em Fânzeres, naquele ringue pocilguento e corrupto. Neste caso, os árbitros eram italianos, mas o cenário era semelhante àquele a que nós cá já estamos fartos e habituados.
Pois mesmo assim, apesar da dupla de arbitragem italiana ter tido uma deplorável e escandalosa dualidade de critérios sempre em favor do Vilanova, e apesar de nos últimos cinco minutos terem inclinado tanto o ringue que quase vi os jogadores de campo do Benfica mais o seu excelente guarda-redes todos enfiados na sua pequena baliza, o Benfica arrancou um triunfo inapelável!

Foi vergonhoso, mas não bastou para evitar a categórica e merecida vitória do Sport Lisboa e Benfica.


Será que é preciso o Benfica e os seus jogadores jogarem tanto, lutarem tanto, para ganharem títulos?
Está-se mesmo a ver que é realmente preciso tudo isto e muito mais. Para todos e especialmente para o nosso futebol, este é um exemplo concreto e brilhante de que as conquistas no Benfica são sempre tiradas a “ferros”, porque não basta termos capacidade técnica e sermos melhores, é preciso ter também  muita FORÇA MENTAL, CAPACIDADE DE LUTA, GARRA E VONTADE DE VENCER E DE ULTRAPASSAR OS INCONTORNÁVEIS ÁRBITROS! Cá como lá, a porcaria é a mesma!

Mesmo escandalosamente roubados, ganhámos e na casa do outro finalista. O final foi de tal ordem, que após o apito final houve um elemento da “organização” que queria pôr o Paulo Almeida, treinador adjunto do Benfica, fora do ringue e do pavilhão!
Onde é que eu já vi isto em Portugal?

PARABÉNS AOS JOGADORES, TREINADOR E STAFF TÉCNICO, DIRIGENTES E FUNCIONÁRIOS DA SECÇÃO, VICE-PRESIDENTE PARA AS MODALIDADES, DIRECÇÃO E PRESIDENTE!

GRÃO VASCO

6.5.11

Presidente, 10 anos é muito tempo!


Caríssimo Presidente,

Quando ontem à noite o meu filho mais velho com treze anos, me telefonou e me disse – “ó pai, francamente pai…” - e balbuciou uma pequena grosseria, compreendi-o e fiz de conta que nem ouvi o seu último desabafo.

Acredite que me doeu mais a sua tristeza e frustração do que a derrota e consequente eliminação do Benfica.

Depois disso, enviou-me um e-mail, para eu rever e imprimir, com as cinco regras para a admissão dos seus e das suas colegas no seu quarto – nada de abordagens corruptas azuis e broncas, lavagem e desinfecção dos convidados afectos ao clube da fruta e dos chocolatinhos e proibição de literatura e acessórios alusivos a dragões e dragonas corruptos.

A talhe de foice, saliento que o equilíbrio emocional e a moderação Benfiquista que é apanágio deste meu filho, contrasta e de que maneira com a minha “desequilibrada” e louca paixão pelo Glorioso. No entanto, ontem, vi-o e senti-o revoltado, triste e irritado com o que aconteceu na Pedreira. Vi nele um pequeno Coentrão, de lágrima ao canto do olho, impotente perante um descalabro que já se anunciava há meses.
Vi o meu filho sentir o que sentiu o Fábio no final do jogo.

Podemos dar de beber à dor, dizendo que a sorte nos foi madrasta. É verdade. Mas a sorte também se procura. Ela protege os audazes e audácia é coisa que anda muito arredia dos jogadores do Benfica, do treinador e seu staff técnico, dos dirigentes e de si, Sr. Presidente.
À excepção de Luisão, Fábio Coentrão e Javí García, pouco mais se aproveita no que concerne à determinação, à força mental, à garra, à luta, a uma personalidade vincada dentro do campo, que patenteiem um espírito verdadeiramente ganhador.

Hoje, já mais calmos e infelizmente conformados com o triste desfecho de ontem, dizia-me o mais novo – “ó pai, fomos eliminados, mas também não tivemos sorte, e aquela do Saviola, se tivesse rematado logo…”. Só lhe disse que isso foi um facto, mas que a sorte também se procura.

Ambos já rejubilaram com a conquista de dois campeonatos, mas também têm passado com o Benfica mais vergonhas e tristezas do que glórias e alegrias.

É POUCO, MUITO POUCO, e 10 anos é muito tempo!

O seu pedido de desculpas, só agora, depois de todas as coisas terem acontecido é pouco, muito pouco!

Como todos sabemos, o futebol profissional, tal como está e já há muitos e muitos anos é assim, não é uma escola de virtudes e o meu caro Luís Filipe Vieira não pode, na sua aparência, querer dar uma imagem pública semelhante à da Madre Teresa de Calcutá.

O futebol é para se jogar e GANHAR. Para mais a mais num clube como o Sport Lisboa e Benfica.

Caríssimo Presidente,

Para além de adeptos, somos os três, pai e dois filhos, sócios do Glorioso. Tenho mais de trinta anos de sócio e a primeira coisa que fiz quando ganhei o meu primeiro parco vencimento, foi fazer-me sócio do Benfica.


Esta foto que V. Exa. vê anexada a este post, foi tirada em Setembro do ano passado, em Viseu, no pavilhão do INATEL, quando a equipa de andebol do Benfica jogou o Torneio de S. Mateus, derrotando primeiro o çeportèn, depois o fcp e perdendo a final para uma equipa estrangeira por um golo.
No fim do jogo com o fcp, que foi o jogo que eles quiseram ver - está a ver bem porquê - Carlos Carneiro e todos os jogadores de andebol do Benfica, tiveram a amabilidade de apadrinhar duas crianças orgulhosas desses mesmos atletas e das suas duas excelentes vitórias, e do Clube que amam.

ESSAS CRIANÇAS SÃO OS MEUS QUERIDOS FILHOS e digo-lhe isto de lágrimas nos olhos, meu Caro Presidente.

OS MEUS FILHOS QUE ONTEM CHORARAM com uma amargura e tristeza sem limites!

Exmo. Presidente,
QUER QUE AS GERAÇÕES VINDOURAS continuem a orgulhar-se do nosso BENFICA?

Se sim, reveja o SEU ESTILO DE LIDERANÇA, A SUA ESTRATÉGIA especialmente em relação ao futebol - se V. Exa. e os seus conselheiros conseguirem e se sentirem capazes - e não fique preocupado e agarrado ao poder, pois a acontecer mais do mesmo e por mais que se esforce em entrevistas e em outros fait-divers, a História do Benfica apagá-lo-á num ápice e não haverá edificação do novo estádio, construção do centro de treinos, museu ou credibilidade dada novamente por si ao Benfica que lhe possa valer, com muita pena minha, pois até ao presente considero-o como um Homem que muito fez pelo Benfica e que merece essa minha gratidão!

À sua consideração, Exmo. Presidente!

TUDO PELO BENFICA !!!

GRÃO VASCO

PS. Solicito a qualquer dos meus estimados leitores que tenha uma relação de proximidade como Exmo. Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Sr. Luís Filipe Vieira, o favor de lhe fazerem chegar esta missiva.
Antecipadamente grato a quem tiver a amabilidade de o fazer.
Obrigado!

A derrota de uma estratégia e do seu líder


O Benfica, no seu todo, tinha esta noite uma oportunidade de ouro para mudar os ventos da história.
Era à partida uma tarefa muito difícil e não o conseguiu. E a curto ou mesmo a médio prazo não o conseguirá fazer. Só se algumas coisas importantes forem alteradas, e ràpidamente.

No jogo de hoje, os nossos jogadores deram tudo o que tinham para dar. Não se pode pedir mais a quem não tem mais para dar.

O histórico destes últimos dois meses e meio não deixava antever muitas dúvidas quanto aos desfechos que aconteceram em catadupa – muito embora o Povo Benfiquista, na sua maioria, fosse acalentando algumas ilusões, incluindo eu próprio – e que constituem uma série única e negra de insucessos e derrotas humilhantes que irão ficar para sempre ligados a esta direcção, incluindo LFV e o staff técnico responsável pela equipa de futebol.

“Quando as coisas nascem tortas, tarde ou nunca se endireitam” – este é um velho adágio popular que se ajusta na perfeição ao descalabro desta época.

O defeso atribulado foi o início de um longo calvário que só parou na eliminação do Benfica, esta noite, da Europa League. Começou com Jesus num balancé, à espera do empurrão de LFV, acabando por tombar para o lado do Benfica, esquecendo o clube da fruta por uns tempos, mas recheando a sua conta bancária com o dobro do que ganhava e consequentemente a preparar a época de uma forma atabalhoada. As suas constantes fanfarronadas sobre a Champions League e mais algumas para consumo interno vieram a revelar-se perniciosas para o Clube, e mais uma vez e de forma chocante, foram patentes suas limitações a diversos níveis.
O deslumbramento quanto à época anterior foi total e reflectiu-se imediatamente na derrota na supertaça.

A par deste estilo, declarações dele e dos responsáveis directivos, incluindo o presidente, de que “somos os maiores”, “o Benfica é muito grande”, “somos o melhor clube do mundo”, “lutamos pela transparência”, “não vamos falar sobre árbitros”, fizeram e infelizmente continuam a fazer parte de uma estratégia, que está visto, não ajuda nada a concretizar as metas a que o Benfica se propõe. E essas metas são os títulos. E o que se verificou este ano, mais uma vez, é que houve um falhanço em toda a linha dessa mesma estratégia.

Tomo como exemplo Jorge Jesus, que há muito abandonou a atitude guerrilheira que era a sua imagem de marca em Braga, antes de ingressar no Benfica.

Será que esta postura tem a ver com as linhas estratégicas mestras delineadas pelo nosso presidente e pela sua direcção?

O que poderemos dizer é que este ano o nosso futebol, e não só, perdeu sem apelo nem agravo para o futebol do norte e para ambos os competidores directos – fcp e brácaros.

Podemos acrescentar que também foi por demais evidente que Jorge Jesus e o seu staff técnico perderam categòricamente o duelo que mantiveram com os dois treinadores e respectivos staffs dos competidores directos a norte – dentro e fora das quatro linhas.

E a nossa direcção? E LFV?
A nossa direcção foi claramente derrotada. Copiosamente, incluindo o director técnico e o director de comunicação e as próprias estratégias pessoais.

Quanto a Luís Filipe Vieira, e numa alegoria ao jogo de sueca que ele gosta tanto de jogar, é óbvio que levou três ou quatro chitos – rapadas – dos seus homólogos da Palermo portuguesa e de Braga.
Nem uma vasa fez…entreteve-se a distribuir, isso sim, casas na ilha da Madeira, mostrou as suas qualidades de filantropo, fez périplos pelo país e pelo Atlântico Sul, com condecorações e parcerias à mistura. Passeou a sua imagem como bem quis e melhor entendeu.
Mas, e a do Benfica?

A estratégia global e não só a do futebol falhou. Em toda a linha.
O estilo de liderança que se tem identificado com o presidente, tem, quer queiramos quer não, uma influência decisiva nas estratégias delineadas, na sua implementação e consequentemente nos resultados que todo o mundo Benfiquista anseia e pretende.

Quando os resultados não aparecem, tudo começa a ser questionado. É que no Benfica os resultados não podem ser indefinidamente obtidos a longo prazo e os Benfiquistas já deram muito crédito e tempo que baste para se verificarem sucessos consistentes e não pontuais como têm sido as vitórias esporádicas nos campeonatos.

O fascínio pelo poder é algo que transcende as próprias pessoas, mesmo aquelas que dizem que não estão agarradas a ele.
Mas no Benfica, a escolha faz-se livre e democràticamente, e quem pensa que pode perpetuar-se no poder conforme lhe convém, fazendo muitas vezes orelhas moucas de diversos alertas e críticas construtivas, está redondamente enganado.
A mudança quando ocorre, tem habitualmente a ver com as pessoas e se há alguém que hoje pensa que está de pedra e cal no Benfica, não pode nem deve esquecer-se disso.

E na realidade há que MUDAR alguma coisa – ou a liderança, ou o seu estilo, ou as estratégias e quem as implementa. Ou mesmo tudo. E convenhamos que o crédito será só de mais uma época.
Para mim é o timing limite.

GRÃO VASCO
 

4.5.11

AOS "BRAVOS DO PELOTÃO"

AOS "BRAVOS DO PELOTÃO"

Gloriosos:



Amanhã é o dia de uma grande “batalha”. Ganhá-la, será UM ENORME passo para ganhar a “guerra”!

Será um combate terrível, sem tréguas, contra uma execrável horda de guerreiros cegos e loucamente obstinados, para os quais tem valido tudo, sem quaisquer escrúpulos.

Será um combate em que todos estaremos incondicionalmente ao vosso lado.
MILHÕES de BENFIQUISTAS estarão em Braga, na Pedreira, alguns fìsicamente e a maioria em espírito, mas todos, todos com uma alma do tamanho do mundo!

O espírito do Glorioso, as almas de Cavém, José Águas, Santana, Germano, Costa Pereira e a Chama Imensa dos vivos – Ângelo, Mário João, Cruz, Neto, Artur, Coluna, Eusébio, José Augusto e Simões, estarão também lá, bem dentro do campo, como uma FORÇA ÚNICA, INVISÍVEL, que vos ajudará e protegerá.

Saibam honrar estes gigantes inesquecíveis e gloriosos.

Saibam honrar o belo Manto Sagrado, esse manto vermelho resplandescente e sem mácula, envolto numa aura gloriosa e eterna!

Que Deus vos abençoe!

GRÃO VASCO


2.5.11

Ensaio geral em Braga

Ontem, na Pedreira da Bracalândia aconteceu o esperado. A realização de um "ensaio geral" para o jogo da Europa League entre o grémio dos brácaros e o SL Benfica agendado para a próxima 5ª feira.

Se para os Benfiquistas não é novidade nenhuma o facto de naquele local existir um extenso e perigoso túnel com ligações directas a um outro, mais abaixo, na Palermo portuguesa, o corrupto túnel da Madalena, herdeiro legítimo de um outro, ainda mais antigo, o terrível túnel das Antas, já para os restantes adeptos e curiosos do fenómeno desportivo terá sido uma surpresa aquilo que aconteceu este domingo, naquelas catacumbas lúgubres e armadilhadas da Pedreira.

A aprendizagem e a estreita colaboração com alguns pontas-de-lança contratados e destacados pelo Coio do Freixo têm dado os seus frutos, com os brácaros a transformarem a sua agremiação num entreposto mafioso de toda a espécie, que alberga um núcleo de activistas corruptos azuis e broncos, sempre prontos a semear o medo, a coacção, a violência e o terror sobre quem não se ajoelha e não presta a devida vassalagem. Por mais incrível que pareça, e no sentido figurado, confirmando esta tendência, até parece que os Benfiquistas de Braga foram alvo de um genocídio desportivo.

Aconteceu ontem, tem acontecido sempre que o Benfica lá joga e irá acontecer sempre que esta corja brácara, ligada umbilicalmente a Palermo e à sua corja corrupta, se sinta contrariada ou contestada nos seus obscuros intentos.


Para esta seita tudo vale. Sem escrúpulos e sempre, sempre com ameaças. Desta vez nem o árbitro escapou, alvo de coacção inadmissível num recinto desportivo de topo, na sua cabine, com avisos sérios ao intervalo através de fotos estratègicamente lá colocadas e tiradas momentos antes.

Os velhos métodos continuam, transferidos das Antas, da Madalena e de Palermo na Trypalândia, para a Pedreira na Bracalândia.

Mesquita, um cacique igual a tantos que medraram como cogumelos no tempo da outra senhora, disse recentemente em relação ao Benfica e ao seu presidente que os brácaros e a “sua” cidade não prestam vassalagem a ninguém e sabem receber bem.
Creio que a mentira lhe escapa, toda, todinha, por entre as falhas dos seus dentes. Ontem aconteceu precisamente o contrário, quando alguém lhes bateu o pé.

António Salvador e Couto mostraram as suas verdadeiras faces. Domingos olha para o chão quando lhe convém e desata numa falsa choradeira quando o resultado lhe é adverso.
Para além dos mediáticos, outros dignitários fazem o trabalho sujo, o trabalho que instiga à hostilidade e à violência e a uma guerra absurda contra os clubes da capital. Foi e é exactamente esta a forma que os seus mentores do Freixo lhes ensinaram para ganharem, mas sem os requintes e a camuflagem para branquearem situações e preservando a sua ligação através de uma subserviência escandalosa que vão desde o intercâmbio cúmplice de jogadores a estratégias associativas e políticas.

Depois ainda surgem as pequenas células “guerreiras”, tal e qual as da Al-Qaeda que actuam de uma forma “autónoma”, mas em que está sempre presente a mãozinha do mentor.

E quinta-feira, como será?

Espero que seja assim!

GRÃO VASCO

1.5.11

O enxovalho continua...


Será que este gajo quando hoje fez aquelas "judiarias" todas ao Jardel, acabando por expulsá-lo, estaria a pensar que o afastaria do jogo de Braga na próxima quinta-feira?


Não foi por acaso que Vítor Pereira e seu bando nomearam este lacaio da camarilha do Freixo, para o jogo do Benfica esta tarde, no Algarve.

O Benfica foi mais uma vez enxovalhado. Hoje foi em Olhão e assim continuará a ser, enquanto os altos responsáveis do clube, com Luís Filipe Vieira no topo, não tomarem uma posição de força perante estes contínuos abusos. Tenho a certeza absoluta de que todo o Povo Benfiquista ao primeiro sinal revoltar-se-á tão a sério que esta trupe do apito ficará em maus lençóis.

Mas não foi só o “Benfica-Instituição” que foi alvo deste torpe enxovalho. O primeiro alvo foi Jardel, vá lá saber-se porquê…
O ar de incredulidade do nosso defesa quando viu o segundo cartão amarelo e a consequente expulsão, diz bem da forma premeditada e velhaca como Vasco Santos actuou. Sem que nada o fizesse prever, pois o jogo decorria numa toada morna, sem qualquer tipo de incidências agressivas ou violentas, Vasco Santos tratou bem cedo e após o 1-0 do Benfica, de fazer o “trabalhinho” que se impunha.

É aqui, nestes jogos e nestes pormenores que este tipo de apitadeiros mostra a sua devoção e vassalagem à “Cosa Azul Corrupta” e a todos os Lourenços Pintos da nojenta arbitragem que temos.

Jardel, jogador que até agora tem pautado a sua conduta pela lealdade, impondo a sua envergadura física, mas sem qualquer tipo de agressividade grosseira ou maldosa, foi alvo de uma perseguição premeditada e miserável. O primeiro cartão amarelo é qualquer coisa de incrível e fazendo uma retrospectiva sobre este tipo de lances e sobre outros jogadores, pergunto, por exemplo, quantas vezes este habilidoso apitadeiro expulsou Bruno Alves, o Tigre da Malásia, hoje a jogar na Rússia.

Vasco Santos é mais um. Dos muitos que sabem que o apito tem de ter a cor azul corrupta e som anti-Benfica.
Na parte final do jogo, inclinou o campo a pique na direcção da baliza de Roberto. Aí viu-se claramente que o Benfica não aguentaria a vantagem de um golo.
Devia estar preso! Tal como El Mano e toda a seita de gatunos que nos relvados espalha incompetência e parcialidade.

Este ano, Vasco Santos actuou “em grande” no Benfica,3- V.Setúbal,0 em que foi lesto a marcar o penalty que Roberto defendeu após expulsão de Júlio César.
Depois, no Benfica,4-Naval,0 teve um prestação miserável. A seguir no Benfica,2-Marítimo,1 foi intragável e fechou o ciclo fora do estádio da Luz, em Olhão, onde mais à vontade fez impunemente, aquilo que bem quis e bem lhe apeteceu. Uma autêntica chafurdice, mostrando à quadrilha do Coio do Freixo que estará cá para o que der e vier em favor da morcanzoada azul e bronca.
Mas a referência principal deste manhoso do apito, foi o incrível golo anulado a Suazo há duas ou três épocas atrás, em que quando viu a bola dentro da baliza do V. de Setúbal, voltou com o filme atrás, mandando marcar um livre a favor do Benfica numa jogada que tinha mandado seguir e que consequentemente originou o golo mencionado.

Um fulano como muitos outros que faz o serviço limpo.
Quando é que irá para à sarjeta de Contumil, ou outra qualquer?
Tem a palavra quem de direito.

E se pensou que com esta filha-da-putice da expulsão de Jardel desmoralizou o rapaz para quinta-feira, em Braga, bem pode tirar o cavalinho da chuva pois aí a história será outra. A nomeação é feita pela UEFA e a probabilidade de acontecerem mascambilhas como a de hoje, é infíma ou mesmo nenhuma, a não ser que os amigos de Palermo consigam, pelas escadas de serviço, meter fruta frêsca e chocolatinhos nos quartos de hotel onde dormirão os cinco árbitros que dirigirão a contenda na Pedreira…

Obs.
Isto não invalida algumas referências negativas à actuação displicente de alguns jogadores do Benfica, nomeadamente Felipe Menezes e Sidnei. E quanto a Roberto, ou programa devidamente as saídas da sua baliza na pequena área quer nos cantos quer nos livres, ou então vai decerto hipotecar o seu futuro como guarda-redes de topo. Tem mais alguns jogos para inverter esta pecha que se está a tornar um problema sistemático e o Benfica, como ele bem sabe, não pode ter deste tipo de problemas, para mais a mais na baliza. É grande e tem a obrigação de fazer valer essa sua envergadura.

GRÃO VASCO

Pornografias "domingueiras"


Hoje, por coincidência é domingo. Domingos destes são mais às quintas-feiras da Europa League. Mas há domingos assim, pornográficos, futebolìsticamente falando, claro!
Não falham. Quando o Benfica os desalenta, ripam da cartilha azul e bronca e lá vem a “cumbersa” com sabor a fruta, aprendida no coio do Freixo – ou foi o off side que o árbitro marcou erradamente por indicação do seu fiscal-de-linha ao Sílvio por este ter exibido a suas partes fodengas à assistência, ou foi o Maxi Pereira que num golpe de capoeira torceu o colhão esquerdo ao Alan e o direito ao Salino, ou foi o Jardel que aproveitando um momento de relax e de distracção do fiscal-de-baliza com uma stripper das claques enfiou o dedo no cu do Mossoró, ou foi o Luisão que numa cambalhota aparatosa acertou com o seu pinguelim na testa do Meyong. Ah, e ainda faltaram as cinco virgens da Falperra para oferecer ao Wandi(di)nho pelas cinco faltas grosseiras que fez nos primeiros trinta minutos! E o festival continuou ao longo da segunda metade do encontro, com a tentativa constante de amarelar o Maxi, com a pornografia habitual do Alan, que da outra vez, em Braga conseguiu os seus intentos com o Javí García.

Porra! Quando o adversário é o Benfica, não há jogo em que não venham estes chorões fazer estas habituais queixinhas e manigâncias nojentas! Litros e litros de baba e ranho!

Só faltou dizerem que ao intervalo olharam com desdém para a braguilha do Craig Thompson!

Se tivesse sido o Xistra, o Sousa, o Benquerença, o Elmano ou o Soares Dias e sus muchachos Cardinais, Josés LuisesTavares e outros mais, então sim, a coisa estaria “controlada”. Assim, só se para a próxima quinta-feira acontecer uma nomeação influenciada pelos corruptos da Palermo portuguesa sediados na UEFA - e há lá alguns, causídicos e magistrados, suficientemente descarados para sugerirem um apito bem caseiro para a Pedreira – é que a coisa correrá de feição aos brácaros. De outro modo, sem os aliados do coio do Freixo, não os vejo com futebol suficientemente pornográfico para baterem o pé ao jogo limpo do adversário.
Mas atenção, que no norte corrupto ainda há bons stocks de fruta e chocolatinhos, suficientemente apetitosos para pôr a cabeça à roda a alguns apitadeiros que venham da estranja…

A verdade é que domingos, coutos, mesquitas, salvadores e quejandos, quando jogam com o Fruta Corrupção & Putêdo, vulgo fcp, seu grémio do coração, seja o prejuízo muito ou pouco, metem o rabinho por entre as pernas e nem piam. Uns falsos puritanos que contra o Benfica exibem em todo o seu esplendor a sua pornografia labrega e costumeira!

GRÃO VASCO

O "OUTSIDER"


   
Antes de abordar o tema deste post, queria agradecer ao Jardel o facto de, na convocatória para o jogo da última quinta-feira, me ter ultrapassado na recta final, chegando mesmo a concretizar aquilo a que eu me propus no post anterior – marcar um golo, mantendo segurança que baste na defesa e apoiando o meio-campo sempre que necessário. Portanto, os meus sinceros parabéns pela sua atitude e vontade de vencer e também agradecer ao enorme Óscar, o seu excepcional pontapé-livre que nos deu uma vantagem que se me afigura preciosíssima!

Pois na quinta-feira à noite, quando saía do Templo Sagrado, após ter vibrado com mais uma vitória indiscutível do nosso Glorioso, ouvi de muitos adeptos Benfiquistas de diferentes escalões etários, variadíssimos comentários que no mínimo me causaram estranheza e alguma apreensão.

Não posso entender que depois de uma vitória destas, ainda haja alguns que se sintam incomodados com o rendimento da equipa e em relação às escolhas técnicas. Ninguém pode prever o futuro e por isso lesionados como Salvio, Rúben ou mesmo Nuno Gomes seriam sempre hipóteses a ter em conta. Por isso não há nada a contrapor às opções disponíveis.

Por outro lado, a cambada de palermas que vagueia nos media, desde os jornais desportivos às TV’s, particularmente à SIC, ainda não se convenceu que em relação ao Moreira podem roncar, ladrar, chiar, ganir, tossir, arrotar, vomitar ou irem a raspar com o traseiro nas pedras até ao fim-do-mundo e voltarem, que o Moreira, por agora, está ao serviço do Benfica e sob as directivas de Jorge Jesus.

Continuo a dizer que imbecis como o Nuno Pereira, o Nuno Luz, o João Rosado e o José Augusto Marques são do piorio, e as referências que fizeram no directo do jogo – benfiquistas houve que tiveram a gentileza de me oferecer os respectivos cd’s com a gravação do jogo transmitido pela SIC, pelo que já tive oportunidade de o rever na totalidade - em relação ao tema guarda-redes do Benfica e às visões de determinados lances, nomeadamente o da jogada em que o Marques, num ataque histérico de parcialidade e demência anti-Benfiquista, gritou lesto que o Maxi tinha pontapeado o Alan na cabeça, mostram bem do que esta corja de alarves é capaz.
Realmente o Estádio da Luz, é infelizmente, um espaço de brandos costumes para esta cambada. Fizessem estas bestas comentários deste teor na Pocilga do Freixo e outras habilidades, e os inefáveis morcões azuis e broncos já lhes tinham acertado o passo. A todos!

Quanto aos nossos jogadores, demonstraram atitude, vontade, inteligência e garra que baste para vencerem a partida por mais de um golo de diferença. Faltou-lhes sòmente, mais um pouquinho de frescura física na parte final do jogo. De resto, não houve, por mais que os exigentes protestem, nada que se lhes possa apontar de negativo.
E já agora, só mais um pequeníssimo “pormenor” – ganharam um jogo difícil contra uma equipa também difícil, matreira, evoluída técnica e tàcticamente, sabendo nós que os brácaros jogam e esforçam-se contra o Benfica de uma forma única, vinte ou trinta vezes mais do que quando enfrentam o clube da fruta e dos chocolates.

Mas para alguns dos nossos adeptos, isto de ganhar na Europa não chega. Para estes iluminados, a fasquia a ultrapassar será talvez a de um Barça ou de um M. United, daí as exigentes notas artísticas que pedem aos jogadores. Pois para mim, sempre que vejo o meu querido Benfica, na TV ou ao vivo, estou pouco preocupado se os jogadores dão ou não espectáculo artístico. Eles estão lá para ganhar, para garantir as vitórias. É essa a função deles e já agora, quanto a esses teóricos de cácárácá e militantes do bota-abaixo, como vi alguns no estádio que me enojaram com as invectivas habituais do “vai-te embora ó Peixoto, ó Roberto ou ó Cardozo”, e me tiraram de vez do sério, fui obrigado a mandá-los para a Pedreira, acudirem pelos brácaros e assinarem a proposta de sócio para ficarem em Espanha ou Inglaterra. Uma vergonha que eu não percebo.

Sinceramente, foi a única coisa que me aborreceu durante e no final de um bom desafio, repleto de emoções fortes. No entanto há sempre estes “senões” do costume.

Que me lembre, nunca o Benfica ganhou uma competição europeia quando lhe atribuíram o estatuto de favorito. E assim, face às circunstâncias, com o espavento dos media em relação a “outros”, e principalmente às suas segundas-partes com o dobro do fôlego das primeiras, não me importarei absolutamente nada que o Glorioso chegue à final em Dublin como o “outsider” da Europa League. Jogue contra quem jogar, irá continuar a correr por fora, cheio de defeitos, com críticas dos próprios benfiquistas. Alguns, demonstrando uma ausência total da Mística que fez voar o Benfica por toda a Europa e por todo o Mundo, e que permitiu gravar a letras de ouro o seu nome no areópago do futebol.
Alguns daqueles que eu ouvi, e contra os quais me insurgi, até desabafaram que para fazer aquela figura, mais valia sermos eliminados na Pedreira do que sofrermos uma humilhação pelos terrores do grémio da fruta e dos chocolates.
Chocou-me profundamente este tipo de mentalidade derrotista. Chocou-me ver Benfiquistas, após um desafio duro, timoratos e pouco crentes na equipa, aparentando um semblante de derrota, conformismo e resignação, quando partimos para o segundo “round”, na próxima quinta-feira, em vantagem.
Nada mais falso e desolador!


O lema, o grito da coragem é “ou eles ou Nós!”, sabendo que “eles” são dois num só – um nas meias, e outro na final, se o submarino amarelo avariado não conseguir emergir…o que desde já se me afigura como uma possibilidade muito remota.
Mas futebol é futebol... e para mim, quero, como sempre quis, no caso de o Benfica ser finalista, ter os morcões corruptos azuis e broncos como adversários.

Por isso apoiarei incondicionalmente, até à exaustão, aqueles que, malèvolamente, alguns ingratos apelidam de “pernetas”, começando no Jimenez aranha, no Maxi bombeiro e pianista, no capitão Girafa, no ajudante de pedreiro Jardel, no Coentrão aos molhos, no El Mago, no César Pixote, no tolão do Carlos Martins, no Javí em qualquer lado, no Tacuara do pé cego, no El Conejo saltitão, no Gaiteiro, no Jara da brigada, no Sidnei morcego, no esotérico Kardec, no imperador Júlio César ou no Airton porta-bandeira da escola de samba da barra da Tijuca e outros mais.
São eles os meus Bravos do Pelotão, doa a quem doer. É por eles que canto, que exulto, que puxo, que vou ao fim do mundo!
Descansem bem estes próximos dias Bravos do Pelotão. Na próxima semana, quero-vos bem frescos no Minho. Há uns ditos guerreiros, mesquitas e mais alguns caciques para deitar abaixo!

GRÃO VASCO

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