20.7.11

O Benfica e o Quarto Poder


Quando um fedelho arrogante de lábia ribeirinha, cirùrgicamente nomeado paineleiro para um programa desportivo, e representante dos corruptos contumilianos, qual grilo bem falante, afirmou numa estação televisiva, que aceitou o convite para substituir um par da mesma escumalha por causa do “N” que essa mesma estação contém na sua nomenclatura, é caso para constatarmos, que, mesmo indivíduos com alguma formação, não conseguem libertar-se de um complexo de provincianismo atroz que pela sua bacoquice já começa a enfastiar e que com uma verborreia pegajosa e arrogante, sempre apontada ao Glorioso, não deixa de criar enorme apreensão.
É do conhecimento geral que esse “N” é de NOTÍCIAS e não de um falso e corrupto “n” de norte que ele e restantes comparsas querem impor.

A esmagadora maioria dos nortenhos, portugueses de um Portugal uno do Minho ao Algarve, da Madeira aos Açores e das mais diversas comunidades espalhadas pelo Mundo, não se revê, felizmente, neste submundo impune, azul e branco, práticamente circunscrito a uma cidade que desportivamente, e não só, chafurda num cenário promíscuo e pestilento, qual pântano infecto e contagiante. Basta constatarmos os últimos resultados eleitorais nessa “Palermo” portuguesa para chegarmos a essa conclusão. Nem o apelo torpe e oportunista de uma candidata clubística e “elisamente” escolhida pela oposição, evitou a clareza de um resultado indiscutível e categórico, que demonstrou acima de tudo, que os Nortenhos, mesmo aqueles que sendo maioritários e cidadãos impolutos, trabalhadores, nados e criados nessa urbe, conseguem separar o trigo do joio, não dando minimamente o aval a quem, desde há muitos anos é o cabecilha de uma organização local – um cornúpeto peidorreiro que empunhando essa falsa bandeira agitadora de falsos regionalismos, valores e princípios, se quer transformar no beato da Irmandade da Fruta e em ponta-de-lança de um regionalismo pífio e bacoco que só serviria os seus interesses e os do seu actual sócio da Falperra, um pouco mais acima, já que a Pocilga de Palermo é para ele, desde há muito, uma catedral de corrupção e perversões – e apesar dessa mesma urbe ser alvo de um controle insidioso de um bando canino e mafioso que tenta transformá-la na sua bandeira. E isto, com o amén vergonhoso de bispos, intelectuais, políticos e deputados dos mais diversos quadrantes, juízes e outros que tais. Aqui não se trata de defender uma cidade, trata-se sim de encobrir todas as leviandades e ilegalidades de um grémio condenado por corrupção, conhecido já mesmo a nível europeu e mundial pela sua ilimitada capacidade trapaceira e mafiosa, obcecado pela sua menoridade mental em relação ao esplendor e glória dos ditos mouros, a sul - tão ou mais portugueses como os nortenhos, ou os cristão-novos e judeus do interior beirão - e que mesmo por vezes derrotados e insultados, continuam a fazer com que elementos dessa colectividade, nesses momentos de infâmia, em cânticos xénofobos e racistas, bem conhecidos e superiormente avalizados e branqueados, continuem a clamar pelas suas próprias mães, apelidando-as animalêscamente de “excelsas meretrizes”.

Voltando ao tema deste post, o “N” de notícias tem sido alvo de um assalto ensaiado e premeditado ao longo de anos por gentalha dita “nortenha” que afinal não é mais do que um dos ramos do clube condenado por corrupção e que recentemente tem sido bem sucedida, transformando o “N”, não num “n” minúsculo supostamente nortenho, mas sim num “P” maiúsculo, onde a letra inicial da palavra “promiscuidade” se funde com a inicial de “putêdo” “palermo”, “perversão” e “PODER”.

A promiscuidade é de tal forma evidente que o clube da fruta, dos chocolatinhos e do putêdo não teve pejo em ir buscar para seu director de comunicação aquele que conhecia e conhece como ninguém todos os meandros da estação pública de televisão e a catalogação clubística dos seus mais diversos colaboradores, a maioria deles, oriunda desse norte obscuro e nebuloso, tendo deixado lá, òbviamente, muitos dos seus peões-de-brega, que por muito que nos custe, serão sempre, em termos comunicacionais e informativos, a guarda avançada que um director daquele jaez necessita fora do grémio onde agora actua e que são pontos nevrálgicos de “poder”, como é o caso da televisão do estado.
A presença daquele sotaque carregado, por vezes macarrónico, em alguns dos colaboradores é evidente, apesar de uma clara tentativa de disfarçá-lo com outros e outras onde a acentuação é menos pronunciada. Ele também já prolifera em mais estações radiofónicas e televisivas tão igual ao fedor das bufas que o principal mentor do poder corrupto e manipulador deixa por onde passa, e que sustenta esta rede tentacular que se propaga como um veneno letal em todas as direcções.

Quem está mìnimamente atento a este fenómeno perturbador das últimas três décadas, conclui que a verdade irá continuar a andar arredia dos acontecimentos desportivos.

O assalto aos órgãos de informação tem sido imparável. Enquanto uns, têm à custa do seu trabalho e proventos, órgãos de informação próprios e bem identificados para o fim a que se destinam, o facto é que esta camarilha dita nortenha não se tem poupado a esforços e artimanhas, e a estratégia está bem à vista – o Porto Canal, insidiosamente, tem vindo a ser transformado na estação televisiva do clube condenado por corrupção e o jornal “O JOGO” é assumidamente na imprensa, o seu órgão oficial. A nível radiofónico a TSF faz o jogo da Irmandade da Fruta e oficiosamente temos o compadrio vergonhoso e indecente da RTP, RTP N e TVI e TVI 24. Para cúmulo, um site adstrito à TVI, o maisfutebol, assume-se irracionalmente como mais um braço armado do clube da Fruta, Corrupção & Putêdo. Mesmo o “Record” e o “Correio da Manhã” afectos à Cofina, pela cruzada anti-gloriosa que há muito personificam, têm beneficiado e de que maneira esta comandita azul e bronca que se alia estratègicamente ao grupo prevalente nesses jornais – uma corja de escrevinhadores çeportènguistas – que cobardemente e mesmo assim, se tem submetido aos ditames dessa horda de símios primitivos imigrados das colinas do Freixo. A própria “A BOLA”, outrora uma referência de isenção e independência, passou a ser uma reles folha de conveniência e onde o grémio condenado por corrupção dita leis, “obrigando” o seu director a baixar as calças, censurando autores de artigos que escrutinam e escrutinavam as manhas e as manipulações dos ditos e escritos, de prosélitos imunes e impunes da Irmandade da Fruta nesse mesmo jornal. Do JN e do DN nem vale a pena falar – a indecência e a desfaçatez com que lançam a mentira e a especulação, faz deles mais uns daqueles que continuam em queda livre nas vendas. Só por aqui se vê o estado deplorável a que a comunicação social desportiva chegou. O SOL, um desastre!

O Quarto Poder continua na sua marcha implacável, não olhando a meios para atingir os seus fins. Esta é, como sabemos, a melhor forma de qualificar o poder dos media quanto à sua capacidade de manipular a opinião pública, ao ponto de ditar regras de comportamento, influenciando escolhas. Quando se entrevista em pleno estádio o cabecilha dos superdragões, oferecendo-lhe de bandeja determinada visibilidade e audiência, é como que dar-lhe o aval para as suas actividades subterrâneas. Quando se lança um livro relatando a marginalidade e a crimininalidade, com violações e outras aberrações à mistura e o seu autor fica impune, isso é manipular autênticamente as massas. É validar o crime, o ilícito, a ilegalidade. A manipulação é das mais insidiosas forma de domínio e o que é facto é que nós Caros Companheiros Gloriosos não temos conseguido controlá-la e desmascará-la. Há que ter em conta que a televisão, a rádio, os jornais e a net constituem-se como instrumentos poderosos e que hoje estão grandemente controlados pelo inimigo, ao ponto da manipulação conseguir transmitir a ideia para a opinião pública que o Benfica é o eterno derrotado - com muito do Povo Benfiquista e muitos patetas da Gloriosasfera a entrarem numa espiral de paranóia difícil de reverter acusando tudo e todos, desde o presidente ao treinador e jogadores - de tentarem queimar à nascença e à falsa fé, por exemplo, Robertos e Witsels em praça pública, ou de colocarem numa histeria colectiva um sem número de inocentes e loucos fervorosos que não conseguem digerir uma reles cebolada com beiçolas à uruguaia. Esta manipulação tem condicionado e alterado comportamentos, hábitos e atitudes que têm sido muito nefastos para o nosso Clube e seus próprios adeptos, que somos Nós. Há que estarmos atentos e sermos muito mais selectivos, ao esclarecer os analfabetos, ao eliminar a sua boçalidade e ignorância, e ajudar os básicos no sentido de todos, termos inteligência suficiente, sermos capazes de ter uma opinião própria sempre em defesa e protecção daquilo em que acreditamos e dos nossos, e não deformada por toda uma intoxicação diária e sufocante, sem estarmos condicionados a essa comunicação social afecta aos media controlados pelos poderes instalados e que têm transformado tudo num Quarto Poder medonho e assustador perante o qual temos sido impotentes e frequentemente derrotados.
É nossa obrigação desmistificar e combater esse poder medonho e assustador, esse sim, sinónimo da mordaça e de ditadura, tal qual aquelas que sem “mas” nem “meio mas” são impostas pelo senhor da guerra de Palermo, a norte, e que para alguns iluminados da nossa praça, benfiquistas ou não, fazem parte integrante daquilo que apelidam de liderança.
Hitler, Bokassa e Pol Pot também o foram, e não há dúvidas nenhumas que o cabecilha da quadrilha dos assaltos às caixas multibanco também o é. Mas tudo tem um fim, até essas “lideranças” que fazem muitos chicos-espertos, desfazerem-se em louvores e hossanas. Até aquilo que se presume serem aparelhos sólidos, apelidadas agora de organizações – a Ndangretha, a Camorra e a Cosa Nostra também o são. Bem mais depressa do que aquilo que se prevê. Basta os Benfiquistas usarem as suas cabecinhas e acabarem com as feiras de vaidades, que infelizmente ainda se vêem por muitos sítios e não darem tiros nos próprios pés, nem uns aos outros.
Para quando, por exemplo, a Rádio Benfica, com entrevistas e esclarecimentos sobre os factos desportivos e clubísticos que vão acontecendo e que suscitam dúvidas aos adeptos, bem como de um serviço noticioso geral e também específico sobre as actividades do clube?

GRÃO VASCO

19.7.11

Execrável


Clicar no título



A Comunicação Social afecta a determinados grupos dos media e a mais alguns satélites, continua a usar as tácticas mais rasteiras para denegrir o Benfica.

Esta notícia publicada pelo SOL on line, subscrita por um tal Luís Rosa e colocada por algum tempo na página principal do SAPO, é bem o paradigma deste comportamento execrável.

O título da notícia do SOL e que o SAPO – que é outro ninho de vespas e víboras anti-benfiquistas – tão zelosamente copiou e colocou na sua página principal das notícias e com link para o SOL on line, pormenoriza que os bilhetes eram oferecidos aos médicos para jogos do Benfica.

O texto refere inicialmente “bilhetes para jogos de futebol”, para depois, no meio, especificar “bilhetes para jogos internacionais do Benfica”. É especificado também o termo “playstation”.

Mas, e o resto?
Quais os nomes dos três médicos que foram acusados?
Qual o laboratório farmacêutico?
Qual o nome do delegado de informação médica que fez a denúncia?
Qual o nome do seu chefe?

O autor da notícia menciona que “o denunciante é MF”. O que é isso de MF?
“O médico JR…”. O que é isso de JR?
Porque não falam no nome dos hotéis, aquando das estadias em Lisboa para ver o jogos, ou dos fins-de-semana mencionados?
“A médica CF…”. O que é isso de CF?
“Laboratório de MF…”. O que é isso de MF?
“A clínica geral CR…”. O que é isso de CR?
"MR". O que é isso de MR?

Só o BENFICA é que foi contemplado e nomeado com pormenorização e pela identificação através dos bilhetes?

O resto é pura e simplesmente OMITIDO ou referenciado por INICIAIS?
Que sabujice é esta?
Que filha-da-putice é esta?

A sensação que fica para os incautos, ignorantes, gente de má-fé ou anti-benfiquista, é que afinal de contas a notícia é o Benfica, e a notícia só é notícia por causa disso.

Esta é a cambada de manipuladores que pulula nos media. Mas actos desta ralé são bem o reflexo dos exemplos que vêm de cima, ou não fossem os directores deste mísero semanário, anti-benfiquistas dos mais ordinários e dos mais reles à face da terra.

Esta “notícia” é um exemplo de cobardia, de baixeza. Menciona-se o nome Benfica e omitem-se liminarmente os nomes que são a essência da “notícia”.

Vergonhoso!

Segue artigo do SOL,

Médicos receitavam medicamentos em troca de bilhetes para o Benfica

19 de Julho, 2011por Luís Rosa

Três médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foram acusados do crime de corrupção passiva por receberem de um laboratório farmacêutico envelopes com dinheiro, bilhetes para jogos de futebol e até uma playstation e, em troca, receitarem determinados medicamentos.
O caso começou com uma denúncia, feita em 2010, por um delegado de informação médica de um laboratório de Lisboa, tendo o seu testemunho sido essencial para a acusação do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra, deduzida a 20 de Maio.
O denunciante, chamado MF, o seu chefe e o próprio laboratório acabaram por não ser acusados de corrupção activa por os factos que a eles diziam respeito já terem prescrito. Isto porque, a pena aplicável àquele crime, à data dos factos imputados a este três arguidos (entre 2005 e 2007), era inferior a seis meses. Hoje, a pena para o mesmo crime vai de um a cinco anos, mas como a lei obriga à aplicação do regime mais favorável aos arguidos, o procedimento criminal foi declarado prescrito.
Estratégia comercial do laboratório
Segundo o depoimento de MF, o laboratório suspeito encarava a entrega de contrapartidas a clínicos que prescrevessem os seus medicamentos como uma mera estratégia comercial. Assim, quanto mais embalagens fossem receitadas, maior seria o valor da contrapartida.
As ‘prendas’ do laboratório consistiam em viagens, fins-de-semana em estâncias turísticas, bilhetes para jogos de futebol e espectáculos, cheques-prenda, consolas ou até mesmo dinheiro ‘vivo’ entregue em envelopes.
JR, médico de clínica geral num centro de saúde do distrito de Viseu, aceitou prescrever doses significativas de diversos genéricos de combate ao reumatismo, diabetes e doenças cardiovasculares, em troca de uma playstation 2 (que se encontra apreendida nos autos), de bilhetes para jogos internacionais do Benfica e das respectivas estadas em Lisboa.
No caso da médica CF, que trabalha noutro centro de saúde, está mesmo em causa a entrega de cinco envelopes que continham 500 a 600 euros em notas em troca da prescrição de cinco genéricos comercializados pelo laboratório de MF. Segundo a acusação, foi a própria médica quem escolheu receber ‘dinheiro vivo’ como contrapartida.
Já a clínica geral CR recebeu, com o mesmo objectivo, dois envelopes que continham entre os 200 e os 500 euros.
Congressos em estâncias balneares
O DIAP de Coimbra investigou igualmente mais quatro médicos denunciados por MR por aceitarem estadas em estâncias balneares, com o pretexto de assistir a congressos científicos ou a acções de formação. Contudo, ao contrário dos médicos acusados, estes arguidos não se encontram a trabalhar no SNS em regime de exclusividade. Logo, subsistiu a dúvida sobre se o laboratório suspeito teria tido a intenção de propor aos clínicos a prescrição na sua actividade pública ou privada – o que motivou o arquivamento dos autos.
Todos os médicos envolvidos neste caso, acusados ou não, já estão a ser investigados disciplinarmente pela Ordem dos Médicos, segundo confirmou ao SOL o bastonário, José Manuel Silva.
 

 
GRÃO VASCO

18.7.11

As "Calheiradas" e o 18 de Julho de 1995

“Amorim, José Amorim. My name is Carlos Calheiros”



Já lá vão dezasseis anos!
Hoje é segunda-feira, 18 de Julho de 2011, data comemorativa de uma efeméride que tem tanto de incontornável como de tão actual.
Por tudo o que ela representou e ainda representa para a vergonhosa história do futebol português dos últimos trinta anos.

O episódio é conhecido, mas os ditos jornais independentes, como são o caso de “records”, “os jogos” e outros, atiraram este e outros escândalos para as calendas gregas. Por nós, nunca serão esquecidos. Uma história rocambolesca que a rede tentacular ao serviço do Fruta Corrupção & Putêdo, vulgo fcp, e o próprio protagonista, tentaram abafar e branquear com procedimentos ridículos à posteriori.

Carlos Calheiros, José Silvano, José Guímaro, Rosa Santos, Donato Ramos, Isidoro Rodrigues e muitos, muitos outros, foram algumas das primeiras sementes de uma fornada que proporcionou um palmarés vergonhoso, infame e trapaceiro, de vitórias e títulos cozinhados e adulterados, ao clube condenado por corrupção, vulgo fcp.

Depois vieram mais. Martins dos Santos, Jacinto Paixão, Augusto Duarte, e todo o nojo do Apito Dourado.

As coisas agora estão mais refinadas, mas a badalhoquice é a mesma.
Vejamos só, a homenagem cirúrgica do ex-gollum das prisões, a eminência parda do clube condenado por corrupção, no início da época passada – o primeiro sinal de que a teia estava viva e um sério aviso da Irmandade da Fruta a apitadeiros e auxiliares - a cardinais, ovigários e outros mais.
No que deu?
Deu-nos no mínimo, aquele roubo de igreja em Guimarães, à quarta jornada, que nos pôs a nove pontos da liderança, e o afastamento total em Braga, com a escandaleira que foi a expulsão seguida de livre e golo do adversário, tudo assinalado por um fiscal-de-linha que só falta ir com a foto do padrinho da Irmandade na camisola interior e enfarpelado com cachecol azul anti-Benfica para dentro dos relvados.

Mas Cosme Machado, Pedro Proença e Olegário Benquerença e mais tarde Carlos Xistra, cumpriram bem. As primeiras quatro jornadas da época passada ficarão para sempre como uma mancha vergonhosa na carreira destes descarados apitadeiros. Depois, Marco Ferreira e o grande El Mano, dois madeirenses com o seu nojento bailarico, seguidos de Bruno Paixão, João Capela, Nuno Miguel e acabando no intragável Paulo Batista. O elenco do farwest do apito tuga não ficaria completo sem o incompetente João Ferreira e o bando dos quatro de Palermo.
No entanto, tenhamos em atenção que das fornadas novas, a norte, Artur Soares Dias – este para mim é o mais habilidoso e manhoso do bando dos quatro da associação de Lourenço Pinto - Vasco Santos, Rui Costa e Jorge de Sousa garantirão pelo menos, por mais uma década a continuidade desta espécie nefasta. Juntem-se-lhe Cosme Machado e mais uns que por lá andam e lá vai ser o mesmo fadário este ano.

Queria pois, nesta data, deixar ficar também a minha contribuição através de um cartaz de cinema para futuro filme baseado em factos reais e inesquecíveis, passada que é mais de uma década e meia da célebre ocorrência e cujo título poderá bem ser,

“Amorim, José Amorim, My name is Carlos Calheiros”



Segue artigo de Leonor Pinhão no Jornal A Bola em Julho/2005




Neste mês de Julho passam 10 anos sobre a viagem de Carlos Calheiros ao Brasil , um rocambolesco episódio justificado por «lapsos» no debitar de facturas.

Para os amnésicos compulsivos.

No próximo dia 18 de Julho faz dez anos que o árbitro Carlos Calheiros, da Associação de Viana do Castelo, embarcou para o Brasil na companhia de familiares, para um justo período de férias repartidas entre o Othon Palace do Rio de Janeiro e o Hotel Sheraton do Recife. A factura da viagem e da estada da família Calheiros foi debitada pela Agência Cosmos ao FC Porto. Por lapso, como mais tarde viriam a explicar o próprio árbitro, o clube e o operador turístico. A efeméride merece ser celebrada por todos os que se preocupam com a causa da arbitragem nacional neste momento em, que passada uma década, se volta a discutir se os juízes de campo devem ser sorteados ou nomeados para dirigir os jogos da Super Liga. A data deve ser lembrada com insistência na face de todos os amnésicos compulsivos para quem, subitamente, os árbitros se transformaram na escória do futebol português. Só porque o Benfica conseguiu, ao cabo de onze anos, conquistar o título de campeão nacional? O episódio é, por ventura, o mais rocambolesco e o mais exemplificativo de uma época dourada em que os árbitros eram o máximo e só se queixavam dos árbitros os maus perdedores, os invejosos e os passarinhos. Celebremos, então, entusiasticamente o décimo aniversário da viagem de Carlos Calheiros ao Brasil. Foi a SIC quem trouxe o caso para a praça pública, a 1 de Novembro de 1996, e no dia seguinte os jornais desportivos e generalistas não tiveram outro remédio senão dar seguimento ao assunto. «Calheiros, engenheiro de profissão, viajou ao Brasil em Julho de 1995, na companhia da sua mulher e filha, e a factura da deslocação, da agência Cosmos e no valor de 761 contos, apresenta o FC Porto como a entidade a quem deveriam ser debitados os custos das férias. Estranha é também a forma como o ex-árbitro é identificado na factura. O seu nome completo é José Carlos Amorim Calheiros, e no documento aparece como José Amorim», lia-se no «Público». Calheiros reagiu ameaçando com a Justiça. O árbitro, em declarações ao «Independente», clamou e reclamou pela sua inocência: «Vou pôr a Cosmos e o FC Porto em tribunal, por difamação e abuso da minha boa fé. Limitei-me a aceitar uma viagem da Cosmos e agora aparece isto.» Mas a história da viagem de Carlos Calheiros ao Brasil não se ficou por aqui. De acordo com declarações de «um vice-presidente do FC Porto» ao «Público» o imbróglio terá tido início quando o ex-árbitro contactou o clube das Antas para que «o FC Porto, atendendo ao facto de ser um cliente habitual da Cosmos lhe conseguisse um preço especial». «O próprio Carlos Calheiros foi depois à Cosmos tratar das formalidades e, mais tarde, pagou ao FC Porto», acrescentou o anónimo dirigente portista. Esta versão foi confirmada pelo administrador da agência de viagens, António Laranjeiro: «Carlos Calheiros falou com o FC Porto para usufruir das condições especiais que a agência concede ao clube e acertou as contas posteriormente com o clube.» Calheiros apresentou uma perspectiva diferente do assunto: «Informei a Cosmos de que lamentava que, abusivamente, tenha feito seguir para o FC Porto as facturas e os recibos de uma viagem que eu pensava que me tinha sido oferecida e exigi que seja feita a emissão do recibo, que eu sempre pedi e que nunca me foi dado, para que possa liquidar a dívida.» O «Independente» revelaria que na sequência da investigação da SIC, o ex-árbitro terá recebido uma carta do FC Porto, assinada por Diogo Paiva Brandão, director-geral do clube, confirmando que a factura estava contabilizada nas contas do FCP com o número 4144, com a data de 18 de Julho de 1995 e que foi liquidada pelo FC Porto à Cosmos. O semanário teve acesso a esse documento e transcreveu-o: «[a deslocação ao Brasil] foi indevidamente debitada ao nosso clube. Na realidade, devido ao facto de a factura ter sido enviada num conjunto de diversas outras, passou despercebida aos nossos serviços e não foi detectada a irregularidade da sua emissão. Por isso, e dado que o clube já liquidou, por lapso, o respectivo montante à agência de viagens, convidamos Vossa Exª a liquidar de imediato o valor, em escudos, de 761.713, nos nossos serviços para podermos considerar o assunto encerrado.» A verdade é que o assunto ficou mesmo encerrado. Foi esmorecendo nas páginas dos jornais, das ameaças de tribunal nunca mais ninguém ouviu falar, da presumível investigação da Polícia Judiciária também nunca mais ninguém ouviu falar e tudo leva a crer que Carlos Calheiros tenha, finalmente, pago a viagem que julgou ser uma benfeitoria desinteressada e tenha ainda hoje, em sua casa, emoldurados o recibo e a factura desses dez dias no Brasil. Tudo não passou de um lapso. Ou de vários lapsos, se quiserem. Nenhuma organização é perfeita. Era tudo boa gente. Ai que saudades, ai, ai.

Artigo de Leonor Pinhão no Jornal A Bola em Julho/2005


GRÃO VASCO

13.7.11

A moda do "apontado"


Paco Bilirrubina do “Coca Urubamba Sport” apontado à Luz.
Jagodes Percevejo do “Deportivo de Coca de Medellín” apontado ao Benfica.
Orellana Bóia Fria do “Sniff Club de Bogotá” apontado ao Glorioso.
Tony Flôres do ”Gay Club S. Francisco” apontado ao Benfica.
Quim da Chiba do “Atlético Clube de Poio das Mulas” apontado à Luz.
Fifi dos Penicos do “Recreativo do Peido Descido à Corda” apontado ao Glorioso.
Pipocas Cagaréu do “Real Standard da Bicha Fresca” apontado ao Benfica.

Todos os dias a mesma MERDA!
Todos os dias a mesma música.

Cardozo apontado ao Zénite, ao Marselha, a este, àquele e aqueloutro.
César Peixoto apontado ao Servette, força saída.
Roberto apontado ao Saragoça.
Javí Garcia apontado a Espanha.
Etc., etc., etc., etc., etc., etc.

A moda agora é a do “apontado”.
Apontado ontem, hoje e amanhã.
Apontado para cima, para baixo e para os lados.

Os pasquins desportivos estão de rastos. Para evitarem o descalabro nas vendas, vale tudo!
Hoje em dia, as “fontes” são outras. Ao terem “secado”, por gula, a mama das fidedignas voltam-se a todo o gás para as especulativas.

A propósito, nunca conheci o nome de tantos empresários de jogadores de futebol como agora. Surgem na CS como formigas. Então os que negoceiam jogadores do e para o Benfica são a granel e para todos os gostos.

O mundo do futebol está cada vez mais sujo. Está podre. Uma imundície que começa a tornar o ar irrespirável.
Um dos principais contributos provém de uma corja de sanguessugas que é perita em manipular a opinião pública. Uma opinião pública cada vez mais ignorante e analfabeta, muito pior, mas mesmo muito pior do que aquela que viveu antes deste regime livre e democrático. Este é o preço a pagar pela liberdade. A proliferação da libertinagem impune e do obscurantismo de sempre.
A CS desportiva e mesmo a generalista que dedica algum espaço ao desporto são cada vez mais um poder desacreditado e frequentemente corrupto, mamando daqui e de acolá, sustentando pançudos e carecas ao serviço de interesses bem identificados – um caso flagrante é hoje o dito “norte”, norte falso, que não é mais que o lamaçal corrupto e mafioso de uma significativa maioria de portistas e acólitos bracarenses, de parte das cidades e arredores onde vivem – e que pelas suas posturas expressas nos mais variados pasquins, estimulam ainda mais essa corrupção a todos os níveis, evitando a todo o custo pôr os dedos nas feridas ou encobrindo-as de acordo com conveniências conjunturais.

“Apontados” aí, não há!

E se esta corja se sente no direito de “escrutinar” e mal, tudo e todos, omitindo o que lhe convém e divulgando mentiras atrás de mentiras, porque não, serem também alvo desse escrutínio?

GRÃO VASCO

12.7.11

Cá como lá, lá como cá

 
Enquanto que na Suíça se trabalha a bom ritmo com muito para fazer, algumas incógnitas para resolver e grandes decisões para tomar, agradem elas a gregos ou a troianos – nunca fui fã de JJ e agora muito menos, mas as suas decisões, as suas escolhas deverão ser respeitadas, concordando-se ou não, e como é conveniente, sem muito alarido – em Lisboa, os Sapadores de Benfica foram chamados ao Estádio da Luz, na sexta-feira, para acudir a uma inundação que alagou completamente o relvado, numa situação imprevista à qual o sistema de rega foi alheio.

Na realidade, após uma série de semanas em que se chorou baba e ranho, mesmo com cheirinho a vendetta, por quem quis optar pelos ares fétidos e conspurcados da Falperra, eis que na sexta-feira passada se juntaram às carpideiras e marias amélias benfiquistas, uma cambada de chorões submissos oriundos de Alvalade e mesmo de Palermo que por pouco não afogaram os tratadores de relva do Estádio da Luz.

- Ai, o Moreira, coitadinho! Ai, aquele pobre diabo com doze anos de Benfica a ser também escorraçado e despachado! Ai, que isso não se faz! Ingratos! Mais um símbolo que se foi! Ai, que descaracterização! – ladrava aquela canzoada em redor do relvado.

Uma bastardice rasteira e nojenta que define bem quem e quais são os inimigos do Benfica. Dentro e fora.

E quando vejo, aquele anafado monte de sebo no “correio da manhã”, no suplemento desportivo de fim-de-semana a ferrar as habituais alfinetadas, criticar a gestão do Glorioso lacrimejando crocodilamente pela "malfeitoria" de Vieira a Nuno Gomes, com uma moral que só a tem no apelido, só me resta abanar-lhes aquelas cabeçorras podres e doentes, chocalhá-las e rebobinar-lhes o triste filme sobre Iordanov e a sua questão judicial com o Çeportèn. Uma película de longa-metragem, esta sim, bem desumana e insensível, que se arrastou anos e anos e que o grémio submisso perdeu vergonhosamente. Nos affaires da Pocilga de Palermo nem vale a pena falar, pois para esses, a mira é para apontar para os joelhos dos que tentam esboçar qualquer arrufo.

E o fartote vai decorrendo com tudo a ajudar. Desde a guerrilha suja dos records e correios das manhas, passando pelas fanfarronadas de vices vaidosos e acabando nos latidos contínuos dos mabecos do bota-abaixo da Gloriosasfera como contra-resposta, esta seria a melhor altura para haver um mínimo de contenção. Mas não.

Algum do Povo Benfiquista começa a adquirir maus hábitos – a assobiadela de anteontem, no jogo contra o Servette, aquando da entrada do Roberto para substituir o seu colega Artur Moraes é disso um flagrante exemplo.
Lá como cá.

Como a Nação Benfiquista mudou ao longo das últimas três décadas e sempre para pior…
E a essa cambada do bota-abaixo, só digo que arranjem outro clube ou arrepiem caminho quanto antes!

Fundamental, será que nestes próximos tempos, o Benfica e todos os adeptos estejam concentrados no alvo importante que é a 3ª pré-eliminatória da Champions League.
Palpites, análises, críticas e previsões são fait divers perfeitamente dispensáveis.

GRÃO VASCO

5.7.11

Oooooooooolé!


Fábio Coentrão, em lenta e sentida genuflexão, acabava de beijar a pedra real, branca e roxa, do anel do vetusto Don Alfredo Di Stéfano. Simultâneamente, este mítico e lendário símbolo do clube merengue, abençoava aquele que há pouco mais de duas décadas, orbitando ainda na bolsa testicular de seu pai, já gritava em plenas Caxinas:
-“Eu amo o Real Madrid!”

- Bienvenido, Cilantrón (cilantro é coentro, em castelhano)! – exclamou Don Alfredo, não sem que antes tenha picado a palma da sua mão naquele enorme silvado capilar à Rod Stewart que envolve a cabecinha doida e ventosa do caxineiro.
E continuou, intercalando o seu breve discurso de boas-vindas com uma intensa tosse catarral:
- Si juegas tan peludo e puntiagudo, furas la pelota y los ojos de los opositores. Viene a jugar, Cilantrón! Treinta millones son siempre treinta millones!

Sorridente, e fazendo mais uma vénia a Di Stéfano e Florentino, Coentrão voltou-se para o seu empresário e perguntou-lhe:
- Jorge, o meu carcanhol já está na conta?
Este respondeu-lhe afirmativamente com um ligeiro aceno.
Então, Fábio, explodindo de alegria e batendo umas castanholas, gritou num castelhano acaxinado:
- Me encanta el Real y Las Ventas (praça de touros de Madrid) también!
- Las Ventas? – perguntaram atónitos os madridistas.
- Sí, Las Ventas, claro! Mi transferencia ha sido una gran corrida (tourada) durante dos meses! – respondeu determinado, a nova coqueluche madrilena.

Nesse momento, sentiu-se uma brisa fresca e agradável perpassando por toda aquela tertúlia luso-madridista.
Ora nem mais! A ligeira corrente de ar era provocada pelo capote de LFV, com este solenemente vestido com o seu traje de luces vermelho e dourado, a ensaiar mais umas chicuelinas e revoleras para a assistência…
Para desespero da pasquinada cornúpeta dos “records” e “correios das manhas” e dos cabrestos pseudobenfiquistas da Gloriosasfera, o irredutível diestro Benfiquista acabava de efectuar uma portentosa e inesquecível faena em Madrid e preparava-se novamente, para enfiar mais uns capotazos nesta incorrigível manada, no Campo Pequeno, já na próxima quinta-feira…

Foi realmente uma saída em ombros.
Ó maestro, mais um pasodoble, faxabôr.

Ooooooooooooolé!

GRÃO VASCO

3.7.11

Luisão no Recreativo das Berlengas



No Verão de há três anos, na romaria de Vila Cova à Colhoeira – uma aldeia recôndita nos confins da serra, atrás de penedos e silvas, onde não há bufadelas ao balão nem trabalhos comunitários - encontrei Luisão, acompanhado pelo mordomo da festa, a beber um valente tintol e a comer uma bela bifana, correndo à boca cheia pela pasquinada disfarçada de banda musical que tocava no coreto, que o capitão do Benfica já tinha assinado pela União Desportiva da terra.

Há dois anos apanhei-o em viagem pelo interior da Beira Alta, no Sud-Express. Segundo os galgas dos pasquins sensacionalistas que se acotovelavam na carruagem de segunda classe, imediatamente a seguir àquela em que viajávamos e que iam no encalço do futebolista ligado ao Benfica, Luisão preparava-se para assinar um contrato à revelia do clube e ao abrigo da lei Bosman com o Internacional de Vilar das Mulas.

Em Julho do ano passado, cruzei-me novamente com Luisão no aeródromo Gonçalves Lobato que serve a minha cidade. Cumprimentámo-nos, aludindo à curiosa coincidência de nos vermos casualmente nas férias. O capitão do Benfica estava em trânsito para Lobelhe do Mato. Aguardava pelo helicóptero que o levaria ao seu destino. Segundo os petas habituais do “record da manha” e do “correio do record” que se encontravam no hall da aerogare camuflados de funcionários alfandegários, o Girafa ia assinar pelo Atlético de Lobelhe por três épocas com mais uma de opção, e com uma cláusula de rescisão na ordem dos quinquiliões de euros.

Qual não foi o meu espanto este fim-de-semana, quando vejo no cais de Peniche uma grande agitação em torno do Cabo Avelar Pessoa, a embarcação que liga a cidade à Ilha Berlenga.
Com escafandros do tempo das primeiras explorações marítimas de Jacques Cousteau, blocos e canetas em riste e à prova de água salgada, lá estavam novamente os petas e os galgas dos pasquins habituais, agachados e semisubmersos, junto à ré da embarcação, prontos para o que desse e viesse.
Esperavam a todo o momento pela chegada de Luisão, vindo expressamente da Copa América. Corria o boato que Luisão iria mais uma vez roer a corda ao Benfica e assinar por uma época, pelo Recreativo das Berlengas. Outros, armados em especialistas da pesca ao robalo, iam entrando de galochas, com canas de pesca e baldes para o interior do convés, na esperança de uma entrevista em cima do acontecimento, mesmo antes da chegada à ilha.
Mas o melhor estava para vir. Conforme mostra a foto, afinal Luisão apareceu mesmo. Equipado a rigor e ladeado por muitas das gaivotas que povoam a ilha, pousou suavemente à beira-mar, perto da embarcação, para surpresa de quem imaginava que viria acompanhado pelo seu empresário para as derradeiras negociações. E mais, regressava já da Berlenga, após ter participado num spot publicitário de promoção ao turismo da natureza desta belíssima e única reserva natural…

Depois dos pèzinhos de coentrada à madrilena e do sarrabulho da Falperra à moda da Maria Amélia, só faltava mesmo uma moqueca de Girafa paulista à brasileira.

A pasquinada que se vá mas é catar!

GRÃO VASCO

1.7.11

"As amélias da Luz"



Ontem Nuno Gomes assinou pelo grémio da Falperra.
Logo que souberam da notícia, as “amélias da Luz” irromperam num pranto lancinante e inconsolável.
Os pseudobenfiquistas que miseràvelmente chafurdam todos os dias na Gloriosasfera berraram aos quatro ventos, “aqui d’el rei”!

Sentimo-nos envergonhados – dizem eles e elas.

Umas putas finórias e uns hipócritas ordinários sem vergonha na cara, é o que são – digo eu.

Para esta gajada tudo serve como arma de arremesso contra a gestão do clube na pessoa do presidente.

LFV dá um peido e lá vem esta corja abominável dizer – “abrenúncio! O presidente conspurcou o estádio da Luz!”.
LFV tosse, e pronto, lá vão os jogadores apanhar tuberculose!
LFV vai a Madrid, e lá volta a quadrilha dos mabecos a questionar porque é que não ficou cá!
LFV não vai ao conselho dos presidentes e ao sorteio da Liga e a quadrilha contra ataca, insurgindo-se, clamando que ele deveria estar presente.

“Preso por ter cão e preso por não ter”.

Mas uma coisa eu estou a ver. As “amélias”, quais virgens ofendidas, que nem umas loucas, a meterem-se na cama com o Salvador e o Couto.

Miséria!

GRÃO VASCO


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