6.8.11

A pés juntos e de chancas


Duas “vacas sagradas” estão a caminho do Luxemburgo.

Com a promoção que um Bento qualquer – nomeado por conveniência, numa altura em que já se via o fundo à garrafa de Johnny Walker do inefável Gilberto – lhes faz ou tenta fazer, ainda veremos o Quim transferido para o Zaragoza por 8,5 milhões e o Nuno Gomes por 25 milhões para o Chelsea.

A verdade é que hoje, qualquer bicho careta, para chegar à dita selecção, nem precisa de ser do Sport Cascalheira. Basta ter a provecta idade de 34 anos e não ser do Glorioso.

Cá estaremos, com toda a tranquilidade para responder na hora “H”, a esta entrada a pés juntos e de chancas, que é, sem surpresa, a imagem de marca de um pequeno soba da bola, sem o mínimo de categoria, ao serviço do miserável e promíscuo futebol que temos.

GRÃO VASCO

4.8.11

Olá mano...


…Ou a história secreta de um “pai” que deseja vender um “filho” por 80 milhões.

E com um espertalhão da RTPalermo, no final do noticiário desta noite a alimentar uma quimera, com uma entrevista deprimentemente bacoca!

Aquilo é mesmo uma cambada incorrigível!

Ah! Gandas morcões!

LOLK!

GRÃO VASCO

Quem quer tramar o Benfica?




Tal como a CMVM escrutina escrupulosamente e com extremoso zelo os negócios efectuados pela BENFICA S.A.D., facto bem patente no tratamento dado à recente transacção do guarda-redes Roberto, porque não o Benfica e os Benfiquistas escrutinarem devidamente os senhores da CMVM responsáveis por estas zelosas iniciativas, começando, por exemplo, por saber quais as suas simpatias ou filiações clubísticas, passando pelos seus percursos profissionais e afins?

Não haverá aqui gatos ou dragões escondidos com o rabo de fora, parecidos com aqueles que convidam um condenado por corrupção desportiva para jantares na Assembleia da República?

Vamos lá Benfiquistas, vamos lá escrutinar como deve ser essa rapaziada da CMVM, que sempre que surge alguma dúvida cartesiana logo coloca as acções do Glorioso em suspenso.

O que qualquer pessoa mìnimamente atenta repara, e pelos factos que têm ocorrido, é que existe um tratamento discriminatório e consequente instinto persecutório e faminto de alguns.

Quem quer tramar o Benfica?

Realmente o negócio Roberto é um negócio que dói, em especial ao lobby da fruta & chocolates e ao grupo media Cofina, que através do seu “record” das pêtas tentou pelos meios mais sujos e vergonhosos a sua desvalorização e consequentemente eliminação como guarda-redes de futebol profissional.
Mas é mesmo para doer.
Que o diga o cagão das tretas e das brasileiras que estrebuchou e espernenou que nem um ressaibiado…
Os espanhóis é que não são nenhuns camelos, e sabem de antemão que o seu concidadão tem futuro, entrando por isso na operação, investindo ainda mais do que o Benfica investiu.

Será que os zelosos funcionários da CMVM lêem todos os dias as patranhas deste pasquim?
Será o seu guia de orientação ao nível dos negócios do futebol?
Ou foi porque o presidente condenado por corrupção bolçou umas baboseiras? Será ele o mentor espiritual que orienta os procedimentos dos funcionários dessa fantástica comissão do mercado de valores mobiliários?

O que não nos poderemos esquecer nunca, é que o ESCRUTÍNIO terá necessàriamente que ser para todos, incluindo quem pensa que está acima de tudo e de todos, e que com procedimentos recorrentes, começa a ficar muito mal na fotografia.

GRÃO VASCO

Seguro e bem fechado




Benfica no “play-off”.
Bem, com segurança e serenidade.

O Benfica manteve o alçapão bem fechado. O Trabzonspor é uma equipa perigosa. Ainda bem que jogámos em Istambul. JJ preparou cuidadosamente a estratégia para o jogo e a chave passou por… Witsel!

Qual é a cláusula de rescisão deste “Jimi" Hendrix do futebol, qual é?
Nem quero saber!
AUMENTEM-NA PARA O DOBRO, JÁ!

GRÃO VASCO

2.8.11

O alçapão de Istambul


Este é o Estádio Olímpico Atatürk, com lotação para 80.000 espectadores, que amanhã será o palco da 2ª mão da eliminatória que apurará Benfica ou Trabzonspor para o play-off da Champions League.

Como diz o adágio popular “cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém”, e apesar de alguma euforia há uma semana, após a vitória do Benfica por 2-0 sobre os turcos no Estádio da Luz, o jogo de amanhã em Istambul, irá requerer muita firmeza e uma forte estrutura mental de todos aqueles que entrarem em campo, bem à medida da maior competição europeia.

O Benfica, a equipa e o seu técnico, terão de demonstrar acima de tudo, maturidade e capacidade para enfrentar e ultrapassar situações como é este caso, de um jogo que não sendo em Trabzon no Hüseyin Avni Aker - estádio de 25.000 lugares e que estaria a abarrotar, com o público pràticamente em cima dos jogadores - vai realizar-se na capital turca com a presença prevista de 50.000 adeptos, a maioria deles vinda expressamente da cidade natal a 1.000 km de distância.
Por isto mesmo, o ambiente não vai deixar de estar fervilhante, exactamente conforme os adeptos turcos vivem a paixão pelos seus clubes e pelo futebol em geral.

O árbitro é natural da Macedónia. Oxalá não se lembre de fazer alguma sobremesa de fruta e prejudicar o Benfica, como o medíocre suíço e seus colaboradores fizeram na 1ª mão na Luz, fazendo vista grossa a dois penaltys a favor do Glorioso.

Os nossos jogadores não poderão cometer erros. O Trabzonspor é uma equipa consistente, troca bem a bola entre os seus jogadores cuja maioria apresenta boa compleição física, com atacantes rápidos e oportunos. Portanto, todo o cuidado será pouco.

Muitos milhões estão em jogo, e todos, em especial os nossos jogadores deverão estar bem cientes disso mesmo.

Que a sorte a todos nós acompanhe, e que a equipa consiga manter bem fechado o alçapão de Istambul, porque se trata exactamente de um alçapão.

Cumprimentos à CMVM pelo extremoso ZELO com que pediu mais esclarecimentos ao SL Benfica sobre a transferência de Roberto para o Zaragoza.
Quantas vezes é que já alguém viu este comportamento em relação aos morcões corruptos, vulgo fcp ou ao submisso çeportèn?
FDP’s!  

GRÃO VASCO

Ainda?




Como é que o miserável pasquim “record”, depois de ter “queimado” Roberto à nascença, cobarde e selvàticamente, usando sempre a terminologia dos autênticos carroceiros, prejudicando notòriamente o jogador e o Benfica, se atreve AINDA a fazer mais esta capa sobre o guarda-redes espanhol?


Mas o que é que estes bandalhos, supostamente jornalistas, têm contra o Roberto?

O Benfica e os Benfiquistas não podem, nem nunca poderão ter respeito por esta nojenta publicação e pelos seus MENTORES.

Quando é que iremos pôr esta “gajada” nos eixos?
Quando é que esta folha da pasquinada REBENTA?

A desfaçatez é de tal ordem, que a manipulação e a bastardice atingem o mais baixo nível que se possa imaginar.
Ainda ontem na edição online, antes da edição de hoje em papel, a “gajada” surge com uma notícia (clicar) cujo título, manipulado vergonhosamente, não corresponde ao teor das declarações do Roberto.

Roberto diz:
- “Esta foi a minha primeira opção, dou graças ao clube pelo interesse. Se a força que o Saragoça fez por mim fosse feita por outro clube, não teria feito o esforço de sair do Benfica. Em Portugal, fui muito criticado por terem pago tanto por um guarda-redes desconhecido. A adaptação não foi boa e estive abaixo do nível normal. Não me deram margem de erro", afirmou o guarda-redes espanhol na sua apresentação, que apontou ainda o dedo à imprensa portuguesa”.

Agora o título e o subtítulo:
- “Roberto: «Benfica não me deu margem de erro»
REVELA QUE NÃO ATINGIU O SEU POTENCIAL EM PORTUGAL


Então o Roberto diz, “não me deram margem de erro” (uma frase impessoal, que não identifica o sujeito), e aqueles cabrões fazem um título colocando no sujeito da frase, o Benfica?

Que filha-da-putice é esta?
Será que querem enganar quem?

Quem não deu margem nenhuma de erro ao Roberto foi o mísero “record” e o grupo media onde está inserido e que é, como todos sabemos, o grupo Cofina, que fizeram uma campanha íniqua, desumana e cruel contra um profissional íntegro e um homem sério.

QUANDO É QUE TODOS OS BENFIQUISTAS DEIXARÃO DE COMPRAR DEFINITIVAMENTE ESTA MERDA?
A PIOR VERGONHA DO JORNALISMO QUE SE DIZ DE “DESPORTIVO” EM PORTUGAL?

GRÃO VASCO


1.8.11

Carajo Luiz, que grán capotazo!


Depois da gloriosa faena na monumental de Madrid, Las Ventas – uma coentrada inesquecível que andou nas bocas do mundo - Luiz, com o seu esplendoroso traje de luces oro et rojo volta novamente a brilhar em Zaragoza. No primeiro e único da tarde, começando com verónicas, passando a serpentinas, revoleras e chicuelinas, rematou o tercio de quites (suerte de capote) com este farol que ficará para sempre conhecido como Robertazo a 8,6º.

Ooooooooooooolé!

Aguentem cabrestos do lado de cá da fronteira!

GRÃO VASCO

Os balões de ensaio do "Pêtas"




Julho de 2011.
Em pleno defeso, a vida dos jornais desportivos complica-se.
E muito!
Pouco futebol, poucos jogos, pouca polémica, poucos acontecimentos, menos vendas, menos receitas.
Finanças em queda acelerada.

A vida está difícil.
É preciso buscar a notícia de uma forma séria, ética.
Muito poucos o conseguem.
A outra forma é inventá-la.
Para isto nada melhor que “ensaiar” casos com a marca que mais vende neste país – BENFICA.
Pode ser que pegue!
Pode ser que disparando em várias direcções, espalhando os fogachos, se acerte em alguma “águia”. Depois é engordá-la, depená-la, até rebentar a bernarda.

Pois bem. Mais uma vez, o “record das pêtas” continua na linha da frente desta forma torpe, insidiosa e trapaceira de fazer jornalismo, de (não) dar a notícia.

No mês findo, à cautela, não fosse algum partir-se durante as experiências (o que veio a acontecer), adquiriu dois balões de ensaio. Num, no dia 11, colocou Maxi Pereira, no outro, no dia 22, enfiou Luisão, à pressão, para o seu interior.
Duas experiências diferentes, mas com um denominador comum – o Benfica – e um objectivo bem claro – criar uma tremenda instabilidade no Glorioso, a todos os níveis, e com isso vender mais alguns exemplares diários a alguns incautos e ignorantes que ainda caiem neste tipo de esparrelas.
As capas com as respectivas parangonas estão aí para o provar.


Em ambos os casos a questão é o dinheiro, os contratos e a falaciosa insatisfação dos jogadores. O esterco jornalístico aumentou consideravelmente, enveredando a reles folha por mais chicanas. Mesmo um contrato a findar só em 2012 e outro em 2013, não demoveram esta corja de vampiros, de especular sobre as situações, acicatando os ânimos, instigando os empresários – uma trupe promíscua, sorvedouro de dinheiro frêsco, em off shores ou não, que hoje, por óbvias conveniências anda de braço dado com a pasquinada - e incendiando a opinião pública adepta ou afecta ao Glorioso Benfica.
Até o Gaitán surgiu na boca daquela gajada, lá vindo, mais uma vez, a costumeira lengalenga da pedinchice fomentada pelo “Pêtas”. O Cardozo e o Aimar já tinham andado na corda bamba em Junho. Voltar novamente a estes parecia mal…

O caso Maxi congelou com a atitude distante e cautelosa do jogador, concentrado na conquista da Copa América, o que para alegria e felicidade dele veio a acontecer. Sem qualquer alarde, a renovação do contrato fluiu serena, mas lamentàvelmente não foi noticiada na sexta-feira, 29, pelo “record das pêtas”, ao contrário de uma larga maioria de órgãos da CS. Esta folha vergonhosa só estava “preocupada” no dia 11, porque o “Maxi queria voltar a casa”.
Neste balão de ensaio a experiência fracassou.
Violinha no saco, caneta e bloco de apontamentos no bolso.
Já era!

No outro balão a “coisa” aqueceu. Com o empresário a dar gás ao bico, de borla e com o “record das pêtas” a esfregar as mãos e a dar-lhe o empurrãozinho necessário, a efervescência dentro do balão ameaçou transbordar e entornar o caldinho.
Armadilha no aeroporto, marabunta ao ataque, microfones atrás de microfones, com o Girafa quase a espalhar-se, a escorregar na traiçoeira casca da banana e o objectivo pretensamente consumado – equipa do Benfica sem voz de comando, Luisão às marradas à estátua do Eusébio, Vieira a cofiar nervosamente o bigode, turcos acima, defesa esfrangalhada, “champions” já era, JJ a deitar as mãos à cabeça, caos.

Com o terreno minado, passadeira verde submissa estendida para o çeportèn, clube pelo qual a maioria daquela cambada do pasquim do Pais & Cia. torce e rói as unhas, com a sociedade Domingos, Godinho & Freitas a emergir, tal como no ano passado e há dois anos fizeram com o Salvador e o Sp. Braga, levando-os literalmente ao colo.

Pois para desespero da turba, aconteceu exactamente o contrário.

Parafraseando uma célebre tirada do antigo presidente Manuel Vilarinho, o Benfica resolveu a situação de um modo subtil, a que estas bestas e outras da comunicação social e dos media em geral, não estavam habituadas.
ESTEVE A CAGAR-SE para a barulheira e para a chinfrineira externa, semeada pelos mesmos agitadores de sempre.

- Abrenúncio! Sacrilégio! Como é que o Benfica, no fio da navalha, não diz nada, não faz nada? Pelo menos tirava a braçadeira de capitão ao Luisão! – clamou o pasquim e a respectiva marabunta.

Resultado?
Luisão jogou e a capitão.
- Porra, que esta merda já está a desandar! – estrebuchou a pasquinada.

Mas foi mesmo assim.
Simples. 2-0 aos turcos e Luisão a dar-lhe a sério.
Contrato para cumprir e 2013 é o terminus.

[- Revisão salarial?
- Dá-lhe Luisão, dá-lhe! …Mas em campo, ok?
- Mas, ó Grão Vasco, eu quero ir-me embora!
- Já sei, Luisão, já sei. Mas agora só se fores a título definitivo para o Recreativo das Berlengas!]

Porra!
O “record das pêtas” de calças na mão!
Mas a folha pasquinada, cega, não desiste e lá vem com a cantilena da ordem, voltando à carga, com outra parangona:
- “Luisão fica a ganhar”.
Mais uma tentativa de fomentar a desavença entre o jogador, o presidente e a massa adepta Benfiquista.
Mas quem ganhou foi o Benfica. Antes de Luisão.
Incorrigíveis do c#%#&=o! F/&%$s da p%#a, não têm emenda!

Sòmente aquele monte de patranhas perdeu. E perdeu mais compradores.
O gozo está em lê-lo, filtrar bem aquele sectarismo e ódio cego ao Benfica, e “matar” à fome aquela pandilha de escrevinhadores.
Será que já estão em menos de 10.000 exemplares/dia, de vendas em banca, em relação ao ano passado?

Faço votos para que sim!

GRÃO VASCO

29.7.11

Os cães ladram e o Benfica vai passando...



Após duas semanas de chinfrim sectário e desestabilizador em relação ao Luisão e à sua situação no Benfica, mas face à vitória por 2-0, na 4ª feira, frente aos turcos do Trabzonspor, a canzoada não teve outro remédio, durante estes dois dias, senão ladrar baixinho.

E assim, o “record das pêtas”, das várias notícias sobre os acontecimentos do Estádio da Luz, trazia uma, da qual recortei esta brilhante tirada:
- “Ontem Luisão foi um verdadeiro capitão em campo. No final, não falou. Talvez para não alimentar a fogueira que ateou e ameaçava queimá-lo…”

Num desabafo à portuguesa, perante este vergonhoso considerando, apetecer-me-ia dizer qualquer coisa como:
- “F*%&#s da p*/a, descarados do c*#*%&o! Quem é que ateou a fogueira?”

[Luisão, que nessa altura estava ao serviço da sua selecção – o Brasil – nunca falou para esta miserável folha quando ela começou a semear a desestabilização com parangonas de capa, especulando sobre as intenções do jogador, dizendo ao mesmo tempo que ele estava incontactável, o que foi desmentido categòricamente pelo jornal concorrente.
Já na época passada, o “record das pêtas”, numa campanha inqualificável, da qual foi o maestro principal da orquestra, “queimou” Roberto à nascença, lançando parangonas de capa miseráveis e soezes, contribuindo decisivamente para o insucesso do jovem guarda-redes. Sempre que surge terreno propício ou vulnerável na Luz, esta corja não se coíbe de escolher novos alvos no Benfica, de preferência pedras basilares, alimentando a desestabilização, com especulações e insinuações sobre os mais diversos jogadores ou elementos directivos. LFV, Rui Costa, Maxi, Gaitán e outros, não são poupados nesta voracidade louca ao serviço do anti-Benfica, dando por outro lado destaques a episódios como o de Nuno Gomes, manipulando a opinião pública através de uma entrevista prontamente dada por este jogador, destacando subliminarmente pela negativa o Benfica como o mau da fita, e que neste caso, durante anos e anos, lhe pagou princepêscamente os seus serviços mínimos. E assim sucessivamente!]

Pois assim aconteceu. Luisão jogou, capitaneou a equipa, fez uma exibição de alto nível, e mostrou-se um profissional à altura do Benfica e do jogo.
E como disse o “record das pêtas”, na realidade, o Luisão no final do jogo não falou. Mas o que é certo é que este esterco jornalístico falou pelo jogador durante duas semanas ou mais – num falatório incendiário, especulativo, manhoso, degradante e indigno.
Só não conseguiu queimá-lo ou sacrificá-lo em praça pública, porque o Benfica e os seus dirigentes, ao contrário do que a marabunta da comunicação social estava à espera, não alimentaram polémicas e usaram uma estratégia de comunicação que fizeram gorar os planos do miserável pasquim.
Às vezes, o silêncio é de ouro, e até agora o resultado dessa postura foi positivo para o Clube e para o jogador, muito embora, num assomo precipitado, o Girafa, na selva dos media, se tivesse por momentos transformado em macaco de imitação, alinhando na farsa da canzoada. Certo é que arrepiou caminho (não tinha outra coisa a fazer), evitando cair em mais algumas ratoeiras que a comunicação social lhe preparou, como aquela em que ele caiu à chegada ao aeroporto, talvez um pouco desgastado da viagem e agastado com o chorrilho de insinuações que lhe fizeram chegar.
Veremos o que irá acontecer daqui para a frente.

Uma coisa é certa – os anti-benfiquistas do “record das pêtas”, a começar pelo seu intragável e incompetente director – que com o seu AVAL deixa que toda esta porcaria inunde a sua publicação quase diàriamente - passando pelos editores-chefes (que lindo nome!) sectários e acabando na rafeiragem dos repórteres de pacotilha e das habituais fontes, não irão deixar de marrar com todos os Luisões do Benfica. Mas se os Benfiquistas, em consciência, NUNCA comprarem um exemplar que seja, desse autêntico lixo jornalístico ao serviço do anti-Benfica, e que faz todos os jeitos possíveis e imaginários ao çeportèn e ao clube condenado por corrupção, vulgo fcp, mais tarde ou mais cedo, esta cambada de habilidosos e manipuladores não terá nada para comer.

E nessa altura, sim. Nesses momentos, será malhar neles sem dó nem piedade!
Sem perdão!

E para terminar este post que já vai longo, retirei de “A BOLA” um extracto de uma mini-entrevista a Mário Wilson, um Benfiquista ímpar e um sábio do futebol, que em três penadas arrumou com uma questão, na qual muitos teóricos e desesperados da Gloriosasfera e da comunicação social, não só se espalharam ao comprido como proferiram os disparates habituais.


Lapidar!
Obrigado, “velho” Capitão!



GRÃO VASCO

23.7.11

A medalha de lata do “record” das pêtas



Como nota introdutória a este post, diria que a haver uma ou várias agências de rating jornalístico para a área desportiva, a comunicação social nacional, nesta área, incluindo a dos ditos generalistas, seria imediatamente relegada para o “lixo” de que tanto se fala, com o “record das pêtas” a boiar nas sarjetas mais imundas deste país como um aborto qualquer.






Só de 11 a 23 de Julho, esta mísera folha de patranhas que entre outras coisas e para além duma agressividade doentia contra o Benfica, fala de futebol segundo as conveniências çeportènguistas e azuis corruptas, publicou maioritàriamente diversas capas, dando especial destaque aos assuntos relacionados com o Benfica, das quais sublinho as quatro que aqui são exibidas. Só deste modo tão especulativo, sensacionalista e mentiroso, aquela gentalha consegue atenuar o impacto negativo da significativa quebra de vendas dos seus exemplares em banca e òbviamente das suas receitas, que se forem pelo caminho dos primeiros dois meses deste ano, chegarão aos finais de Dezembro com menos dois milhões e quatrocentos mil euros em relação ao ano passado, segundo os dados publicados num jornal generalista do mesmo grupo media (Cofina) – é só fazer contas de multiplicar.

Se em relação a um tal Mangala, poderiam ter especificado e inventado mais alguma coisinha, dizendo por exemplo que Mangala chegaria a Lisboa numa canoa oferecida pelos Nakulaméné de Vanuatu, via rio Trancão, e mesmo a Danilo, inventar que teria partido do Brasil em asa delta e sido trazido para Portugal pelo vento corrupto do norte, enganando-se momentâneamente no verdadeiro destino – já não foram a tempo de o alterar - já com Maxi e com Luisão a música é outra, bem diferente. Este é um problema que o Benfica tem de resolver com uma pandilha de alucinados que mama do Benfica e que paradoxalmente está sempre contra ele. A mensagem é subreptícia, ao ponto de deixar na cabeça dos leitores que os dois jogadores manifestam o claro desejo de uma ou de outra forma “abandonarem” o Benfica.
A ideia vai ficando, ficando, um dia com um, outro dia com outro, e assim sucessivamente, e às duas por três temos as habituais clivagens na massa adepta benfiquista, com a “quinta coluna” a dizer cobras e lagartos de ambos, ao mesmo tempo que desanca na direcção e no presidente, papados em negócios de contratações ou nas jogadas manhosas dos empresários, esquecendo-se todo o mundo que os ditos jogadores têm contratos para cumprir com o Benfica. Como se não bastasse isto, ainda surgiu nesta mesma semana, mais um pateta de nome Jorge Barbosa que do alto da sua cátedra de opinador de pacotilha, arengou na dita folha, de uma forma avulsa e leviana que “Vieira não aprende”.
Assim se manipula a opinião pública, alterando atitudes e comportamentos, beneficiado terceiros.
A pasquinada, com estes truques rasteiros, induz uma percepção nos leitores que passa pela insatisfação (falso) com que muitos profissionais estão no Benfica e pela má gestão que o Benfica faz disso. Isto é manipulação pura. Já quanto a Mangala e Danilo falharam o alvo, com duas monumentais pêtas.

De barrete em barrete, lá vai o pasquim em queda livre até ao descalabro total. E assim se manterá, se o seu habilidoso director e os obedientes adjuntos e seus editores-chefe (que lindo nome!) – Bernardos Ribeiros, Magalhães, Varelas & quejandos - não arrepiarem caminho e acabarem com um sectarismo anti, doentio e vergonhoso em relação ao Benfica.

Ainda na mesma data de 22 de Julho (ontem), o teor das notícias sobre Luisão foi absolutamente distinto entre as várias folhas ditas desportivas. Como exemplo, segue a capa deste pasquim comparada com a do órgão oficial do clube condenado por corrupção.




Já hoje, o filme foi mais explícito, com “A BOLA”, ao arrancar uma entrevista-flash ao Luisão, - afinal não estava tão incontactável como noticiava ontem o bastião leonino das pêtas - ter ferrado umas alfinetadas indirectas e irónicas ao seu homólogo dito desportivo, descredibilizando-o ainda mais. É uma guerra que não nos diz respeito, mas mesmo assim dá-me um certo gozo, vê-los às cornadas um ao outro. Ora vejamos então as capas.

QUEM MENTE?




Pois em relação à credibilidade deste amontoado de folhas ditas desportivas – o dito “record das pêtas” - mais uma vez, em Março/Abril os factos falaram por si. Se em Jan/Fev deste ano, as vendas de exemplares em banca já tinham sofrido uma quebra diária de mais de 6.000 exemplares, em relação aos mesmos dois meses do ano passado, em Mar/Abr o tombo ainda foi mais acentuado. E continua.

Pena é, que na medalha de lata que tantas vezes acompanha a última página deste intragável pasquim que se diz desportivo, os seus autores se esqueçam desta brilhante performance, para a qual contribui toda aquela cambada de vesgos, sectários e anti-benfiquistas, a começar pelo seu primeiro responsável – o tal que se diz do belenenses. Mas pelo sim pelo não, tenho o máximo prazer de referenciar aqui essa performance, com um exemplar de medalhística em que é incluso, exactamente, o perfil do director da publicação, o tal da “quinta do careca”, simbolizando a incompetência, a falta de classe e acima de tudo o péssimo jornalismo que só por si, já constitui um record.
Se calhar, aquilo é mesmo uma quinta…
Segue medalha de lata.


Quanto ao Giuliano Bertolixo, perdão Bertolucci, o apoderado do Luisão, deverá segundo a lei da reciprocidade levar no Estádio da Luz com o mesmo tratamento com que tem mimoseado todo o Benfica, desde o presidente aos adeptos. Depois que peça a cobrança da factura ao “record das petas”.

GRÃO VASCO

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