9.8.11

A Lei XIV e Pedro Proença

 

A polémica está instalada. Rios e rios de tinta correrão sobre este episódio.

Foi? Não foi?

Efectivamente, Pedro Proença foi carregado dentro de uma grande área, “à margem das leis” com uma cabeçada.

Segundo a Lei XIV do Internacional Board, esta carga é punível com um livre directo da marca dos 11 metros.

Penalty!

Indiscutível. Tão indiscutível, como aqueles que PP se esquece de marcar a favor do que muitos dizem ser o seu “clube de coração”.

Não me interessa saber se foi golo, ou qual foi o resultado. Mas lá que foi penalty, lá isso foi!

GRÃO VASCO

Só o Benfica, de resto nada mudará!


Na próxima sexta-feira pelas 20h e 45m em Barcelos, vamos dar início a nova caminhada, longa, muito dura e difícil, juntamente com o Eterno Glorioso.

Desenganem-se aqueles que acalentam ainda as esperanças de que o Benfica irá encontrar uma competição limpa.

Perante o status quo instalado e liminarmente determinado pelo lobby da Fruta, com sede na Palermo portuguesa, a tarefa do Benfica é gigantesca.
Como é do conhecimento geral, há um alinhamento descarado de um conjunto de clubes da I Liga que prestam a respectiva vassalagem ao grémio da Fruta, Corrupção & Putêdo, vulgo fcp – SC Braga, Sporting CP, Académica??? de Coimbra, Nacional da Madeira. Estes serão os de maior visibilidade, a ponta de um iceberg medonho, com os seus presidentes a tomarem contínuas posições públicas que indiciam notòriamente uma vergonhosa subserviência. Mas há mais alguns na forja, especialmente a sul. Para além de um Setúbal sempre de calças baixadas, receba alvíssaras ou migalhas, o Algarve, pelas suas características actuais – são poucos os algarvios que lá mandam – é de há algum tempo a esta parte, um terreno propício para as actuações subterrâneas da corja corrupta de Palermo. A “globalização”, mesmo a pequena que se observa no país, trouxe aspectos muito positivos, mas também arrastou consigo, a troco de dinheiro e promessas, muitas das vezes esquecidas em paraísos fiscais, a chantagem e a disseminação dos truques e do jogo sujo do norte mafioso, através de morcões andrades corruptos criteriosamente escolhidos em função dos seus “impolutos” passados sempre ligados ao negócio da “fruta” e do putêdo.

Todo este cenário, em maior ou menor escala, proporcionou na época passada, a maior roubalheira, o maior escândalo de que há memória no futebol português, com os “pontas-de-lança” do apito ao serviço do clube condenado por corrupção a decretarem o campeão nacional à 4ª jornada.
Uma pilhagem nunca vista que transformou a época passada na maior trapaça do futebol jamais vista.

Estas ligações perigosas continuam e continuarão. Disso não tenhamos dúvidas.

As nomeações serão cirúrgicas, com o “bando dos quatro” da sinistra associação presidida pela eminência parda da Irmandade da Fruta, na primeira linha para o que der e vier – Artur Soares Dias, Jorge Sousa, Vasco Santos e Rui Costa estarão sempre atentos. Logo a seguir Olegário, Cosme, Xistra, Marco Ferreira e Paulo Baptista. Pedro Proença vem na terceira linha para dar a ilusão de actuações isentas, e para culminar lá estará a inefável trupe andrade dos Cardinais e outros surripiadores mais.
A incompetência também não será esquecida com João Ferreira, João Capela, Hugo Miguel, Bruno Paixão e quejandos. E as peitadas do vaidoso do Duarte Gomes também não.
Depois aparecem uns Gralhas e mais meia dúzia debutantes de muito pouca confiança. O quadro é mais que completo, com El Mano a desaparecer do mapa. Foi-se um, mas vêm aí mais…

Esta é a classe do futebol mais decadente e promíscua, em geral subserviente e enfeudada de mil e uma maneiras à Irmandade da Fruta, conforme comprova a homenagem feita no ano passado, ao vaidoso e presunçoso do Benquerença e seus acólitos, Cardinal incluído, feita com uma desfaçatez incrível a norte, pelos pardacentos azuis e broncos de Palermo, e que será sempre o segundo adversário, tão ou mais forte e influente, que o verdadeiro competidor que a equipa do Benfica enfrentará em cada um dos seus jogos nacionais.

Todos eles “nasceram”, “cresceram” e foram promovidos na mesma era em que o Fruta Corrupção & Putêdo, vulgo fcp, foi condenado por corrupção, em que Platini o apelidou de clube batoteiro, em que surgiu um conselheiro matrimonial que recebia os apitadeiros em casa na véspera dos seus jogos, em que o lusco-fusco da fumarada noctívaga em casas de alterne ou em quartos de hotéis transformou cafés com leite e chocolatinhos em prostitutas brasileiras ao serviço de presidentes corruptos, caçados em indesmentíveis escutas, ora com o “sempre em frente, sempre em frente” até à casa iluminada da Madalena, ora no “toca a andar, isso, toca a andar” por um trilho nacional, na ilha da Madeira.

Não esqueçamos o papel dos media. E não esqueçamos em particular três vertentes.
Primeiro o grupo Cofina, com o “record das pêtas” e o “correio da manha”, incansáveis nas suas filhas-das-putices, mentiras e especulações constantes sobre tudo o que seja Benfica.
Segundo, os centros de poder do futebol – a FPF e o seu conselho de Justiça, mancomunado com os interesses do senhor da guerra e seus oficiais de campo, a norte, a direcção da Liga e seus funcionários e também da sua “recomposta” – segundo os interesses do Gomes azul transparente, ex-director da SAD do clube corrupto - mas “esponjosa” e “capada” comissão de disciplina, livre de incómodos Ricardos.
Terceiro, a blogosfera Benfiquista e todos os media afectos ao Benfica, que pela sua grandeza albergam uma corja minoritária de bastardos, que em contínuo bota-abaixo e constante guerrilha suja, faz o jogo do inimigo. A essa miserável escumalha só resta fazer pelos Autênticos, o que a resistência francesa fez aos colaboracionistas na II Guerra Mundial…
E neste capítulo fico-me por aqui…

“Vamos ver…” - conforme dizia Sven Goran Eriksson na hora das antevisões.

O Benfica apetrechou-se bem e para ganhar sem quaisquer sombras ou dúvidas. Aos adversários e aos árbitros.
Resta saber se essa força imensa, essa Chama Imensa e Imortal, que perpassa por todo o Povo Benfiquista e responsabiliza cada vez mais os nossos dirigentes, técnicos e atletas, para que, mesmo em condições adversas façam sempre mais e melhor, será suficiente para vencermos uma máfia incomensurável que se propagou como uma peste pelo país inteiro nos últimos trinta anos.

É imperioso começar bem. E começar bem é ganhar categòricamente ao Gil Vicente.

GRÃO VASCO

6.8.11

A pés juntos e de chancas


Duas “vacas sagradas” estão a caminho do Luxemburgo.

Com a promoção que um Bento qualquer – nomeado por conveniência, numa altura em que já se via o fundo à garrafa de Johnny Walker do inefável Gilberto – lhes faz ou tenta fazer, ainda veremos o Quim transferido para o Zaragoza por 8,5 milhões e o Nuno Gomes por 25 milhões para o Chelsea.

A verdade é que hoje, qualquer bicho careta, para chegar à dita selecção, nem precisa de ser do Sport Cascalheira. Basta ter a provecta idade de 34 anos e não ser do Glorioso.

Cá estaremos, com toda a tranquilidade para responder na hora “H”, a esta entrada a pés juntos e de chancas, que é, sem surpresa, a imagem de marca de um pequeno soba da bola, sem o mínimo de categoria, ao serviço do miserável e promíscuo futebol que temos.

GRÃO VASCO

4.8.11

Olá mano...


…Ou a história secreta de um “pai” que deseja vender um “filho” por 80 milhões.

E com um espertalhão da RTPalermo, no final do noticiário desta noite a alimentar uma quimera, com uma entrevista deprimentemente bacoca!

Aquilo é mesmo uma cambada incorrigível!

Ah! Gandas morcões!

LOLK!

GRÃO VASCO

Quem quer tramar o Benfica?




Tal como a CMVM escrutina escrupulosamente e com extremoso zelo os negócios efectuados pela BENFICA S.A.D., facto bem patente no tratamento dado à recente transacção do guarda-redes Roberto, porque não o Benfica e os Benfiquistas escrutinarem devidamente os senhores da CMVM responsáveis por estas zelosas iniciativas, começando, por exemplo, por saber quais as suas simpatias ou filiações clubísticas, passando pelos seus percursos profissionais e afins?

Não haverá aqui gatos ou dragões escondidos com o rabo de fora, parecidos com aqueles que convidam um condenado por corrupção desportiva para jantares na Assembleia da República?

Vamos lá Benfiquistas, vamos lá escrutinar como deve ser essa rapaziada da CMVM, que sempre que surge alguma dúvida cartesiana logo coloca as acções do Glorioso em suspenso.

O que qualquer pessoa mìnimamente atenta repara, e pelos factos que têm ocorrido, é que existe um tratamento discriminatório e consequente instinto persecutório e faminto de alguns.

Quem quer tramar o Benfica?

Realmente o negócio Roberto é um negócio que dói, em especial ao lobby da fruta & chocolates e ao grupo media Cofina, que através do seu “record” das pêtas tentou pelos meios mais sujos e vergonhosos a sua desvalorização e consequentemente eliminação como guarda-redes de futebol profissional.
Mas é mesmo para doer.
Que o diga o cagão das tretas e das brasileiras que estrebuchou e espernenou que nem um ressaibiado…
Os espanhóis é que não são nenhuns camelos, e sabem de antemão que o seu concidadão tem futuro, entrando por isso na operação, investindo ainda mais do que o Benfica investiu.

Será que os zelosos funcionários da CMVM lêem todos os dias as patranhas deste pasquim?
Será o seu guia de orientação ao nível dos negócios do futebol?
Ou foi porque o presidente condenado por corrupção bolçou umas baboseiras? Será ele o mentor espiritual que orienta os procedimentos dos funcionários dessa fantástica comissão do mercado de valores mobiliários?

O que não nos poderemos esquecer nunca, é que o ESCRUTÍNIO terá necessàriamente que ser para todos, incluindo quem pensa que está acima de tudo e de todos, e que com procedimentos recorrentes, começa a ficar muito mal na fotografia.

GRÃO VASCO

Seguro e bem fechado




Benfica no “play-off”.
Bem, com segurança e serenidade.

O Benfica manteve o alçapão bem fechado. O Trabzonspor é uma equipa perigosa. Ainda bem que jogámos em Istambul. JJ preparou cuidadosamente a estratégia para o jogo e a chave passou por… Witsel!

Qual é a cláusula de rescisão deste “Jimi" Hendrix do futebol, qual é?
Nem quero saber!
AUMENTEM-NA PARA O DOBRO, JÁ!

GRÃO VASCO

2.8.11

O alçapão de Istambul


Este é o Estádio Olímpico Atatürk, com lotação para 80.000 espectadores, que amanhã será o palco da 2ª mão da eliminatória que apurará Benfica ou Trabzonspor para o play-off da Champions League.

Como diz o adágio popular “cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém”, e apesar de alguma euforia há uma semana, após a vitória do Benfica por 2-0 sobre os turcos no Estádio da Luz, o jogo de amanhã em Istambul, irá requerer muita firmeza e uma forte estrutura mental de todos aqueles que entrarem em campo, bem à medida da maior competição europeia.

O Benfica, a equipa e o seu técnico, terão de demonstrar acima de tudo, maturidade e capacidade para enfrentar e ultrapassar situações como é este caso, de um jogo que não sendo em Trabzon no Hüseyin Avni Aker - estádio de 25.000 lugares e que estaria a abarrotar, com o público pràticamente em cima dos jogadores - vai realizar-se na capital turca com a presença prevista de 50.000 adeptos, a maioria deles vinda expressamente da cidade natal a 1.000 km de distância.
Por isto mesmo, o ambiente não vai deixar de estar fervilhante, exactamente conforme os adeptos turcos vivem a paixão pelos seus clubes e pelo futebol em geral.

O árbitro é natural da Macedónia. Oxalá não se lembre de fazer alguma sobremesa de fruta e prejudicar o Benfica, como o medíocre suíço e seus colaboradores fizeram na 1ª mão na Luz, fazendo vista grossa a dois penaltys a favor do Glorioso.

Os nossos jogadores não poderão cometer erros. O Trabzonspor é uma equipa consistente, troca bem a bola entre os seus jogadores cuja maioria apresenta boa compleição física, com atacantes rápidos e oportunos. Portanto, todo o cuidado será pouco.

Muitos milhões estão em jogo, e todos, em especial os nossos jogadores deverão estar bem cientes disso mesmo.

Que a sorte a todos nós acompanhe, e que a equipa consiga manter bem fechado o alçapão de Istambul, porque se trata exactamente de um alçapão.

Cumprimentos à CMVM pelo extremoso ZELO com que pediu mais esclarecimentos ao SL Benfica sobre a transferência de Roberto para o Zaragoza.
Quantas vezes é que já alguém viu este comportamento em relação aos morcões corruptos, vulgo fcp ou ao submisso çeportèn?
FDP’s!  

GRÃO VASCO

Ainda?




Como é que o miserável pasquim “record”, depois de ter “queimado” Roberto à nascença, cobarde e selvàticamente, usando sempre a terminologia dos autênticos carroceiros, prejudicando notòriamente o jogador e o Benfica, se atreve AINDA a fazer mais esta capa sobre o guarda-redes espanhol?


Mas o que é que estes bandalhos, supostamente jornalistas, têm contra o Roberto?

O Benfica e os Benfiquistas não podem, nem nunca poderão ter respeito por esta nojenta publicação e pelos seus MENTORES.

Quando é que iremos pôr esta “gajada” nos eixos?
Quando é que esta folha da pasquinada REBENTA?

A desfaçatez é de tal ordem, que a manipulação e a bastardice atingem o mais baixo nível que se possa imaginar.
Ainda ontem na edição online, antes da edição de hoje em papel, a “gajada” surge com uma notícia (clicar) cujo título, manipulado vergonhosamente, não corresponde ao teor das declarações do Roberto.

Roberto diz:
- “Esta foi a minha primeira opção, dou graças ao clube pelo interesse. Se a força que o Saragoça fez por mim fosse feita por outro clube, não teria feito o esforço de sair do Benfica. Em Portugal, fui muito criticado por terem pago tanto por um guarda-redes desconhecido. A adaptação não foi boa e estive abaixo do nível normal. Não me deram margem de erro", afirmou o guarda-redes espanhol na sua apresentação, que apontou ainda o dedo à imprensa portuguesa”.

Agora o título e o subtítulo:
- “Roberto: «Benfica não me deu margem de erro»
REVELA QUE NÃO ATINGIU O SEU POTENCIAL EM PORTUGAL


Então o Roberto diz, “não me deram margem de erro” (uma frase impessoal, que não identifica o sujeito), e aqueles cabrões fazem um título colocando no sujeito da frase, o Benfica?

Que filha-da-putice é esta?
Será que querem enganar quem?

Quem não deu margem nenhuma de erro ao Roberto foi o mísero “record” e o grupo media onde está inserido e que é, como todos sabemos, o grupo Cofina, que fizeram uma campanha íniqua, desumana e cruel contra um profissional íntegro e um homem sério.

QUANDO É QUE TODOS OS BENFIQUISTAS DEIXARÃO DE COMPRAR DEFINITIVAMENTE ESTA MERDA?
A PIOR VERGONHA DO JORNALISMO QUE SE DIZ DE “DESPORTIVO” EM PORTUGAL?

GRÃO VASCO


1.8.11

Carajo Luiz, que grán capotazo!


Depois da gloriosa faena na monumental de Madrid, Las Ventas – uma coentrada inesquecível que andou nas bocas do mundo - Luiz, com o seu esplendoroso traje de luces oro et rojo volta novamente a brilhar em Zaragoza. No primeiro e único da tarde, começando com verónicas, passando a serpentinas, revoleras e chicuelinas, rematou o tercio de quites (suerte de capote) com este farol que ficará para sempre conhecido como Robertazo a 8,6º.

Ooooooooooooolé!

Aguentem cabrestos do lado de cá da fronteira!

GRÃO VASCO

Os balões de ensaio do "Pêtas"




Julho de 2011.
Em pleno defeso, a vida dos jornais desportivos complica-se.
E muito!
Pouco futebol, poucos jogos, pouca polémica, poucos acontecimentos, menos vendas, menos receitas.
Finanças em queda acelerada.

A vida está difícil.
É preciso buscar a notícia de uma forma séria, ética.
Muito poucos o conseguem.
A outra forma é inventá-la.
Para isto nada melhor que “ensaiar” casos com a marca que mais vende neste país – BENFICA.
Pode ser que pegue!
Pode ser que disparando em várias direcções, espalhando os fogachos, se acerte em alguma “águia”. Depois é engordá-la, depená-la, até rebentar a bernarda.

Pois bem. Mais uma vez, o “record das pêtas” continua na linha da frente desta forma torpe, insidiosa e trapaceira de fazer jornalismo, de (não) dar a notícia.

No mês findo, à cautela, não fosse algum partir-se durante as experiências (o que veio a acontecer), adquiriu dois balões de ensaio. Num, no dia 11, colocou Maxi Pereira, no outro, no dia 22, enfiou Luisão, à pressão, para o seu interior.
Duas experiências diferentes, mas com um denominador comum – o Benfica – e um objectivo bem claro – criar uma tremenda instabilidade no Glorioso, a todos os níveis, e com isso vender mais alguns exemplares diários a alguns incautos e ignorantes que ainda caiem neste tipo de esparrelas.
As capas com as respectivas parangonas estão aí para o provar.


Em ambos os casos a questão é o dinheiro, os contratos e a falaciosa insatisfação dos jogadores. O esterco jornalístico aumentou consideravelmente, enveredando a reles folha por mais chicanas. Mesmo um contrato a findar só em 2012 e outro em 2013, não demoveram esta corja de vampiros, de especular sobre as situações, acicatando os ânimos, instigando os empresários – uma trupe promíscua, sorvedouro de dinheiro frêsco, em off shores ou não, que hoje, por óbvias conveniências anda de braço dado com a pasquinada - e incendiando a opinião pública adepta ou afecta ao Glorioso Benfica.
Até o Gaitán surgiu na boca daquela gajada, lá vindo, mais uma vez, a costumeira lengalenga da pedinchice fomentada pelo “Pêtas”. O Cardozo e o Aimar já tinham andado na corda bamba em Junho. Voltar novamente a estes parecia mal…

O caso Maxi congelou com a atitude distante e cautelosa do jogador, concentrado na conquista da Copa América, o que para alegria e felicidade dele veio a acontecer. Sem qualquer alarde, a renovação do contrato fluiu serena, mas lamentàvelmente não foi noticiada na sexta-feira, 29, pelo “record das pêtas”, ao contrário de uma larga maioria de órgãos da CS. Esta folha vergonhosa só estava “preocupada” no dia 11, porque o “Maxi queria voltar a casa”.
Neste balão de ensaio a experiência fracassou.
Violinha no saco, caneta e bloco de apontamentos no bolso.
Já era!

No outro balão a “coisa” aqueceu. Com o empresário a dar gás ao bico, de borla e com o “record das pêtas” a esfregar as mãos e a dar-lhe o empurrãozinho necessário, a efervescência dentro do balão ameaçou transbordar e entornar o caldinho.
Armadilha no aeroporto, marabunta ao ataque, microfones atrás de microfones, com o Girafa quase a espalhar-se, a escorregar na traiçoeira casca da banana e o objectivo pretensamente consumado – equipa do Benfica sem voz de comando, Luisão às marradas à estátua do Eusébio, Vieira a cofiar nervosamente o bigode, turcos acima, defesa esfrangalhada, “champions” já era, JJ a deitar as mãos à cabeça, caos.

Com o terreno minado, passadeira verde submissa estendida para o çeportèn, clube pelo qual a maioria daquela cambada do pasquim do Pais & Cia. torce e rói as unhas, com a sociedade Domingos, Godinho & Freitas a emergir, tal como no ano passado e há dois anos fizeram com o Salvador e o Sp. Braga, levando-os literalmente ao colo.

Pois para desespero da turba, aconteceu exactamente o contrário.

Parafraseando uma célebre tirada do antigo presidente Manuel Vilarinho, o Benfica resolveu a situação de um modo subtil, a que estas bestas e outras da comunicação social e dos media em geral, não estavam habituadas.
ESTEVE A CAGAR-SE para a barulheira e para a chinfrineira externa, semeada pelos mesmos agitadores de sempre.

- Abrenúncio! Sacrilégio! Como é que o Benfica, no fio da navalha, não diz nada, não faz nada? Pelo menos tirava a braçadeira de capitão ao Luisão! – clamou o pasquim e a respectiva marabunta.

Resultado?
Luisão jogou e a capitão.
- Porra, que esta merda já está a desandar! – estrebuchou a pasquinada.

Mas foi mesmo assim.
Simples. 2-0 aos turcos e Luisão a dar-lhe a sério.
Contrato para cumprir e 2013 é o terminus.

[- Revisão salarial?
- Dá-lhe Luisão, dá-lhe! …Mas em campo, ok?
- Mas, ó Grão Vasco, eu quero ir-me embora!
- Já sei, Luisão, já sei. Mas agora só se fores a título definitivo para o Recreativo das Berlengas!]

Porra!
O “record das pêtas” de calças na mão!
Mas a folha pasquinada, cega, não desiste e lá vem com a cantilena da ordem, voltando à carga, com outra parangona:
- “Luisão fica a ganhar”.
Mais uma tentativa de fomentar a desavença entre o jogador, o presidente e a massa adepta Benfiquista.
Mas quem ganhou foi o Benfica. Antes de Luisão.
Incorrigíveis do c#%#&=o! F/&%$s da p%#a, não têm emenda!

Sòmente aquele monte de patranhas perdeu. E perdeu mais compradores.
O gozo está em lê-lo, filtrar bem aquele sectarismo e ódio cego ao Benfica, e “matar” à fome aquela pandilha de escrevinhadores.
Será que já estão em menos de 10.000 exemplares/dia, de vendas em banca, em relação ao ano passado?

Faço votos para que sim!

GRÃO VASCO

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