30.10.11

Do esplendor inicial à 'tremideira' final


O Benfica ganhou à tangente ao Olhanense, mas limpo e bem. Acabou por ser prejudicado, e de que maneira!

A vinte minutos do fim, Cardozo marcou um golo escandalosamente anulado pelo fiscal-de-linha. O Benfica tinha arrumado com o jogo e a frescura física para próxima quarta-feira seria outra. Assim, haverá que dispor a equipa de modo a que não haja nenhum sobressalto de maior com o Basel.

O Benfica, não obstante a vitória incontestável, tal e qual como a de Aveiro na jornada anterior, mesmo na Luz, continua a obrigar a maioria dos seus adeptos a sérias crises de taquicardia – incompreensível a descontracção de alguns jogadores, com alguma insegurança à mistura, quer na defesa, quer no ataque. E para final de festa, Maxi, numa atitude revivalista, lembrou-se dos seus “maus velhos tempos”, pensando ser o novo Messi, quis driblar, perdeu a bola, e na sequência da jogada foi o pé providencial do GIGANTE e CAPITÃO do Benfica, Luisão, a evitar um golpe de teatro que a partir de determinada altura da 2ª parte passou a ter altas probabilidades de vir a acontecer.

Quando o Olhanense reforçou o meio-campo, tirando inclusive um ponta-de-lança, e o nosso treinador subvalorizou esse pormenor, até um analfabeto em futebol viu que Matic e Witsel não chegariam para as encomendas. Ainda por cima retirou agressividade e velocidade ao sector direito do ataque do Benfica, tirando Gaitán, passando Bruno César para o seu lugar, preenchendo a esquerda com Nolito. O futebol trapalhão e pouco consistente continuou, desembocando na habitual aflição final, tirando muito discernimento a quase todos os jogadores.

Mesmo com a série brilhante de vitórias e apregoada invencibilidade, as minhas taquicardias continuam, acompanhadas às vezes de uma tremenda dor de cabeça, pois muito embora reconheça talento e capacidade à maioria dos jogadores, há que melhorar a estrutura mental de alguns deles que possa contribuir para que a equipa venha a ter a curto prazo a forte personalidade que distingue as equipas boas das grandes equipas. Bàsicamente, na minha opinião, é isto que está em causa. Talentos, capacidade técnica e visão de jogo, o Benfica tem para dar e vender. Só falta esse trabalho de fundo para podermos ombrear serenamente com os tubarões europeus.

Para isso, também é necessário que as “fanfarronadas” acabem de uma vez por todas – esta semana JJ excedeu-se em considerandos desnecessários, precipitados, e confesso que não apreciei a forma como abordou este jogo com o Olhanense e algumas comparações que fez com o jogo da Champions em termos de concentração dos jogadores, metendo pelo meio atributos dançarinos e farpas balofas. Fala demais, e faço votos para que o Departamento de Inteligência Competitiva e os conselhos teóricos do respeitável adepto do Belenenses, agora assalariado do Benfica, essa “eminência mundial” da filosofia desportiva e futebolística e grande amigo do corrupto condenado do norte, António Sérgio, não adormeçam e tentem banir ràpidamente essa tendência que JJ tem para fanfarronice, bem como fortalecer a estrutura mental da equipa, potenciando e aumentando esses níveis em alguns jogadores do Benfica que têm um talento inversamente proporcional à sua mediana capacidade mental.

Para quarta-feira só há um resultado que dará tranquilidade para o Novembro terrível que se avizinha – a vitória.

Para isso a concentração total é imperiosa, desde JJ a Maxi. A JJ que não estará no banco, pede-se que ganhe o jogo logo no balneário, mesmo antes que os nossos jogadores entrem no relvado da Luz. E que não invente, com as remexidas que em outras vezes têm dado tão mau resultado.

Dores de cabeça já chegam aquelas que têm sido provocadas por desassossegos desnecessários como foi a parte final do jogo de ontem!

Uma referência a um bardamerda que após o golo que marcou e demonstrando uma raiva cega ao Benfica – se calhar estaria a ver-se na pele verde-branca dos submissos que o emprestaram ao Olhanense – bolçou e praguejou contra todo o Benfica, não se coibindo a ranger os dentes e apelidar os adversários de filhos-da-puta, bem perceptível através das imagens televisivas – Wilson Eduardo perdeu à mesma e esta atitude revelou o rancor de um boçal que merece o mesmo desprezo que uma ratazana de esgoto.

Fez-me lembrar o Carvalhal, um outro bardamerda, que teve a mesma atitude aqui há umas épocas atrás num jogo em Setúbal.

É complicado para algumas mentes torpes, respeitarem a grandeza do Benfica. É por isso que o Benfica e os Benfiquistas, perante estas bestas e outras semelhantes, não podem ter em circunstância alguma qualquer tipo de contemplações!

Carrega Benfica!

GRÃO VASCO

26.10.11

Mais outro perigoso!


Marco Ferreira!
Continuam as nomeações “inteligentes”!

Esta peça importada da Madeira, quando apita os jogos do Benfica já vem com a lição na ponta da língua.
As suas prestações no Estádio da Luz e não só, mesmo quando o Benfica joga fora, levam-me a desconfiar totalmente da sua isenção – o Glorioso tem sido fortemente prejudicado pelo seu apito.

Não há dúvida de que as segundas linhas dos apitadeiros são uma excelente opção para a comissão de arbitragem – são eles os primeiros a avançar quando as coisas começam a desandar a norte, camuflados de farda verde ou azul e bronca e sempre com a tentação de travarem o caminho da vitória ao Glorioso. Este segue praticamente o trilho do grande El… Mano que já seguiu viagem definitiva para a ilha, podendo dedicar-se agora ao cultivo de bananas e maracujá, e fabrico de poncha e licores frutados.

Reconhecidamente, Marco Ferreira já é há algum tempo o herdeiro natural deste seu conterrâneo, o que o transforma num apitadeiro muito perigoso para o nosso jogo de sábado.

Desenganem-se aqueles que pensam que há “Capelas vermelhos” e a marcar penaltys como aquele que vimos na segunda-feira no batatal dos submissos.

Se há objectivos prioritários para este tipo de jogos, onde entra um apitadeiro duvidoso e um treinador adversário que se entretinha a fazer relatórios “secretos” a sul, para a comandita do Fruta Corrupção & Putedo,  a norte, arrumar com o jogo cedo será obrigatório para os jogadores do Benfica.

A equipa do Benfica não poderá adormecer como fez em Aveiro durante quase todo o jogo, muito embora a vitória tenha sido natural e mais que justa, pois quarta-feira espera-nos um Basel que mesmo em nossa casa venderá cara a derrota e tudo fará para inverter a situação de desvantagem que traz de St. Jacob-Park. E bem sabemos quanto vale este jogo para o resto da época e para o difícil calendário de jogos do Benfica de Novembro e Dezembro…

Ou alguém tem dúvidas?

GRÃO VASCO

23.10.11

Demorou mas apareceu!



Após uma longa permanência na sombra, Cosme Machado apareceu em grande! 

Quando no início da época passada deu luz verde, ou melhor, azul, à roubalheira de que foi alvo o Benfica, começando a arredá-lo do título logo à primeira jornada, fazendo vista grossa a quatro grandes penalidades descaradas a favor do Glorioso e que contribuíram para a sua derrota frente à Académica, os adeptos Benfiquistas mais incautos ficaram a conhecer um dos apitadeiros cuja estirpe é das mais surripiadoras de que há memória na arbitragem, beneficiando sempre, sempre, directa ou indirectamente o seu clube de coração – o grémio corrupto da fruta e do putêdo. 

Hoje, na corrupta Pocilga de Palermo mais uma actuação para a vergonhosa colecção de escândalos que este primata do apito tem amealhado ao longo da sua incrível carreira - dois off-sides escandalosos e artìsticamente branqueados, que estão na base do segundo e último golos, e pelo meio, uma falta fantasma que dá origem ao terceiro, culminando num sem número de faltas marcadas sempre em desfavor dos da Choupana, intimidando-os constantemente.

No entanto, para morcões corruptos e seus ilhéus comparsas, pouco importa, pois fica tudo em famiglia, tal como na verdadeira Palermo, ou não fosse o engenheiro do “toca a andar, isso mesmo toca a andar”, unha com carne com o recordista olímpico do peido, mundialmente conhecido por Giorgio, o distribuidor de fruta, chocolatinhos e marisco da célebre casa iluminada da Madalena…

Como é possível um Cosme deste calibre, bem como muitos outros, claro, manter-se na classe dita de elite, dos apitadeiros tugas?

São espécimes de segunda linha, como este, como Paulo Baptista, Rui Costa, Hugo Pacheco, Vasco Santos e quejandos, que constituem as primeiras alavancas quando o grémio da Fruta Corrupção & Putêdo está em curva descendente. Depois aparece a quadrilha dos tubarões do descaramento encabeçada por Olegário secundado por Proença, Xistra, Jorge Sousa, Artur Soares Dias, Bertinos, Cardinais e outros tantos que tais e já está – mais títulos batoteiros, mais farsas, mais escandaleiras, que todavia passam completamente impunes neste pobre país, mas que não passam despercebidos aos olhos da Europa e de vários experts do futebol que se têm mantido atentos à autêntica pilhagem que de há trinta anos a esta parte se verifica no nosso futebol e onde ex-guardas prisionais, políticos, gangsters, juízes, putas, azeiteiros, paineleiros, escribas plagiadores, queirozes contumilianos e todo um séquito à solta, têm imposto a sua lei. 

Hoje foi mais do mesmo. Não sei se chegará termos uma equipa superior como a prática o tem demonstrado para arrumarmos com a pandilha azul e bronca detentora do record de cartões amarelos e …vermelhos na Europa da Champions.

Quando é preciso o empurrão da ordem, lá está a corja do apito a dizer presente e a dar o respectivo passo em frente. Em função da desfaçatez que impera há anos, esse passo deveria ser em direcção a um abismo sem fundo. No entanto, o que esse acto cúmplice proporciona, é sim uma aprazível entrada em algum supermercado de fruta ou de marisco, ou numa cama barrada de chocolate brasileiro com aroma a café com leite, devidamente acompanhadas dos envelopes da cómoda mais conhecida deste país.

Hoje, Cosme Machado meteu nojo! Nem a copiosa chuva que caiu conseguiu limpar a face do artista e dos seus acólitos!

A porcaria inundou o relvado, o cheiro, esse, ficou concentrado mais acima, na tribuna presidencial…

GRÃO VASCO

Vai lá, vai! …Até a barraca (de praia) abana!



Paulo Batista não falhou!
Paulo Batista é, confirmadamente, um apitadeiro batido.
Paulo Batista tem a perfeita noção de que lado está o “poder” e mais uma vez demonstrou-o, inequìvocamente ontem, em Aveiro, no jogo Beira-Mar – Benfica.
 
De uma perigosidade e uma agressividade inauditas, de um anti-Benfiquismo que baste, foi o principal adversário do Benfica que por sua vez, num jogo muito sofrido e difícil, defrontou um Beira-Mar super defensivo, a jogar claramente no erro do seu opositor.
Entretanto, as contas saíram furadas aos cagaréus! O seu quase intransponível guarda-redes deitou tudo a perder…
 
Mas Paulo Batista, qual “fiel de armazém …da fruta” esteve sempre dentro da jogada.
Amarelos a granel, faltas cirúrgicas prejudicando ostensivamente o Glorioso, “vista grossa” a off-sides – um deles só não deu o tão ansiado golo do empate porque Artur Moraes foi imenso numa excepcional defesa de recurso – e uns cinco minutos finais “demolidores”, com a marcação de uma mão cheia de livres-fantasma na intermediária Benfiquista, descaídos sobre as laterais, empurrando assim Luisão, Garay e Cia. para dentro da sua grande área, para que num golpe fortuito de cabeça ou numa bola perdida que sobejasse, algum golo aparecesse para os aveirenses, evitando assim que a vitória Benfiquista se concretizasse.

Arbitragem deplorável, textualmente “à la Palermo”.
Mesmo assim, o ex-guarda prisional e Giorgio – o campeão olímpico do peido – devem ter gostado do que viram. Paulo Batista cumpriu na íntegra e sem mácula, a missão que lhe foi confiada. Só que, a equipa do Benfica foi bem mais forte do que este descarado ponta-de-lança de Palermo!

No final do desafio, na TSF e na Antena 1, baba, ranho e raiva, escorriam pelos microfones – arengava a habitual corja do norte de cumentadeiros e relatadeiros, que o Beira-Mar merecia mais contra um Benfica fraquinho. Tristes!
Na 1, Queiroz “O Contumiliano”, por exemplo, com aquela azia que o caracteriza e com aquela voz arrastada, parecendo mais um bêbado do que propriamente um profissional isento e competente e quando viu in loco o Benfica amealhar mais três pontos limpinhos, ao comentar a actuação de Batista deu-lhe “cartão verde”.

O que eu me ri!
Pudera! Só faltou ao dito apitadeiro inclinar totlamente o campo a pique para evitar a vitória, mais do que justa do Benfica!
Olhem o que teria acontecido se a cabeçada do Oscar Cardozo tivesse sido duvidosa por um motivo qualquer ou se algum beira-marense tivesse caído na grande área benfiquista com uma simples corrente de ar…
 
O Benfica vai ganhando, e a comichão, a norte, é geral e patológica.
Até Freitas Tonto se coça todo na sport tv.

A verdade é que isto tudo é mais um sinal de que os bichos carpinteiros da Luz estão a trabalhar bem! Não param, e ainda bem que é assim!

Mas atenção, Gloriosos Companheiros!
São gajos do apito como Paulo Batista, que terão de levar os “apertos” adequados nos devidos momentos. E é nestes momentos, nos momentos em que se ganha, que devemos denunciar as maroscas, apontando a dedo e sem receio algumas habilidades e manhosices tendenciosas desta malta subserviente do apito, em relação à Irmandade da Fruta e a Palermo.

Não duvidem que tal como aconteceu no passado, a Irmandade da Fruta, à qual se tem juntado recentemente, a Confraria do Marisco de Matosinhos, recorrerá a “tudo” para evitar a catástrofe em Palermo e na sua execrável pocilga. Eles já constataram há muito, que com as mesmas armas, perdem sempre!

Por isso, iremos ver mais nomeações como esta para os próximos jogos. Não nos esqueçamos que este ano, nos primeiros seis jogos do Benfica, quatro foram apitados pelos serviçais de Palermo, da associação do ex-carcereiro – Hugo Pacheco (contra o Feirense na Luz), Artur Soares Dias (contra o Nacional na Choupana), Vasco Santos (contra a Académica na Luz) e Jorge Sousa (contra os corruptos, na Pocilga de Palermo). De registar também, a miserável actuação de Bruno Esteves na Luz, no Benfica-Paços Ferreira.

Não fiquemos inebriados com a nossa liderança. As manobras da quadrilha de Palermo, suceder-se-ão, inclusivamente com a cumplicidade dos seus compagnons de route, os inefáveis submissos do sul - um pobre e promíscuo lagartêdo que estará sempre à espreita, agora com paciência redobrada, ou não equipasse o Bitó dos Apitos – um leão d’ouro amaldiçoado – de verde e branco às riscas… 

Alerta constante e olhinhos bem abertos é mandatório para JJ, jogadores, dirigentes e adeptos do SL Benfica!

Tanto a nível interno como na Champions, aproxima-se um ciclo de terrível desgaste, muito exigente e que requererá muita concentração e inteligência. É imperioso que todos tenhamos consciência disso.

É que não serão só os adversários que nós defrontaremos. Serão adversários e muitas vezes os árbitros!


GRÃO VASCO

22.10.11

O fiel de armazém ...da "fruta"


Logo, em Aveiro, este espécime é sem dúvida alguma o principal obstáculo a ultrapassar pelo Benfica.

Arguido no célebre processo do “Apito Dourado”, foi e ainda é um dos principais pontas-de-lança da Irmandade da Fruta e do seu grão-mestre Lourenço Pinto.

“Só” na época passada, através de duas escandalosas arbitragens, mostrou como se faz – primeiro na deplorável prestação na Figueira da Foz, na 1ª jornada, levando os morcões corruptos ao colo e culminando a sua actuação com um “penalty” fantasma, dando-lhes a vitória de bandeja contra a Naval 1º de Maio; e em segundo, na escandalosa expulsão de Fábio Coentrão, para a Taça de Portugal na “Pocilga de Palermo”.

O currículo deste apitadeiro nesta matéria é tão vasto, tão vasto, que nem que se disfarçasse de Madre Teresa de Calcutá passaria despercebido.

Portanto, “cautela e caldos de galinha” que nunca fizeram mal a ninguém, deverá ser a receita para ser tomada pelos jogadores e treinador do Benfica antes do jogo de hoje, e aplicá-la durante o seu decurso.

GRÃO VASCO




17.10.11

SL BENFICA - adiantar a "hora" em Basel



Não obstante o histórico dos confrontos para as competições europeias entre o Sport Lisboa e Benfica e equipas suíças, ser favorável ao Glorioso – nenhuma derrota em quatro jogos disputados, com dois empates na Suíça e duas vitórias expressivas na Luz e respectivas eliminatórias ganhas* - o jogo de amanhã com o FC  Basel 1893 da cidade com o mesmo nome, no estádio St. Jacob-Park irá ser duro e difícil.

No país dos “mestres do tempo”, o Benfica pode e deve adiantar a “hora” europeia do seu precioso relógio futebolístico, ganhando assim o avanço necessário para encarar sem sobressalto de maior a 2ª volta desta fase de grupos 2011/12 da Champions League.

O Benfica, seus jogadores, staff técnico e adeptos, terão obrigatòriamente de funcionar como uma máquina de precisão de elevada qualidade, tão boa ou melhor do que uma obra-prima de topo de qualquer prestigiada marca relojoeira suíça – o excelente e moderno estádio de St. Jacob-Park, a equipa do FC Basel e a sua falange de apoio, considerada uma das claques do top 20 mundial, serão mais um rigoroso teste às capacidades de uma “máquina” que tem procurado, e até agora bem, o certificado europeu de qualidade.

Basel poderá ser o início de mais um “salto no tempo” para o Glorioso, mas o recente percurso dos suíços, quer no plano interno, quer na Champions, deixa antever um adversário forte ou o empate a 3-3 em Manchester, no quase inexpugnável Old Trafford não tivesse sido prova disso mesmo.

Por tudo isto, perspectiva-se um jogo muito disputado e um espectáculo de muita emoção, onde o Sport Lisboa e Benfica terá de estar à altura dos seus pergaminhos.

Curiosamente, nas únicas duas épocas em que jogámos com equipas suíças, conseguimos atingir a final das competições europeias onde estávamos inseridos. Em 64/65, para TCCE eliminámos nos oitavos-de-final, o La Chaux-de-Fonds, campeão suíço nesse ano e defrontámos em S. Siro, o Inter de Milão numa final de má sorte para o Grande Benfica de Eusébio e Coluna. Em 82/83 na Taça UEFA, eliminámos o FC Zürich nos oitavos-de-final e perdemos a final a duas mãos com os belgas do Anderlecht. [De salientar que para o jogo da segunda mão desta final da Taça UEFA, disputada no Estádio da Luz, a equipa do Benfica viu-se privada do jogador Diamantino, gravemente lesionado – na altura o melhor jogador da equipa – que no sábado anterior tinha sido alvo de uma entrada selvática de um jogador do Vitória de Guimarães.]


Por lapso de memória cometi uma gaffe relativamente ao Diamantino. Este episódio último que está entre parêntesis rectos ocorreu aquando de outra final, mas para a TCCE contra o PSV. No entanto, havia um episódio relacionado como esse nosso grande jogador na final com o Anderlecht e que me confundiu com o que descrevi, e que foi uma perdida incrível do Diamantino, em Bruxelas que daria o golo do empate. Assim é que é.


Agradeço a especial atenção de alguns leitores do blog que tiveram a amabilidade de nos comentários me terem alertado para esse lapso. O meu muito obrigado a esses Companheiros - Guachos Vermelhos, Ravanelli e jzz

Porque não sonhar?

Boa sorte, e ...carrega Benfica!


*
Época de 1964/65, Taça Clubes Campeões Europeus
04/11-1964   La Chaux-de-Fonds,1 – SL Benfica,1
09/12-1964   SL Benfica,5 – La Chaux-de-Fonds,0

Época de 1982/83, Taça UEFA
24/11-1982  FC Zürich,1 – SL Benfica,1
08/12-1982  SL Benfica,4 – FC Zürich,0


GRÃO VASCO

15.10.11

Algar(a)viada


Quando a linguagem é confusa, é comum dizer-se que estamos perante uma algaraviada.

Etimològicamente, desconheço se esta palavra tão expressiva terá nascido na nossa província mais meridional - Algarve - e depois exportada para o resto do país.

O que é facto é que ontem, em Portimão, um pateta, de sua graça João Bastos, protagonizou textualmente o significado da dita palavra.



Bastou ao Benfica jogar a meio-gás (mas bem), marcar dois golos e desperdiçar outros tantos ou mais, para Bastos, uma luminária do pontapé-na-bola, bolçar esta transcendente algaraviada.

Este treinador de meia-tigela, que já orientou, como adjunto, os juniores do Benfica e foi novamente adjunto de Azenha, Lito & Litos em diversos clubes, para além de ter tido febre durante a semana, com declarações pouco comedidas e indiciadoras de doença,


acabou mesmo por contraí-la no fim do jogo de ontem com o Benfica.

Este pobre diabo (mais um) está mesmo doente, ou não estivesse ele em último lugar na Liga Orangina, continuando a cagar lentilhas, contagiando até alguns jogadores como o Fabrício.


Trata-te homem, trata-te!

GRÃO VASCO

12.10.11

Gaseados com metano


Encomendaram o champagne mas ao esquecerem-se de adquirir as máscaras anti-gás, foi o que se viu!
Um desastre anunciado!

Quando no início da semana, o seleccionador dinamarquês, Morten Olsen, soube que o maior bandido deste país, mais conhecido pelo Rei do Metano, viajaria com a comitiva tuga, esfregou as mãos de contente – assim, o apuramento directo da sua equipa para o Euro 2012 já estaria garantido mesmo antes de jogar.

Os próprios adversários confirmaram esses prenúncios na sexta-feira anterior, quando num surreal diálogo de surdos, protagonizado por dois incríveis Gilbertos – o morcão andrade corrupto da RTPalermo e o John “Madaíl” Walker da Ria de Aveiro – o cagaréu por empréstimo, manifestando uma dificuldade evidente de audição, disse que Bento foi das suas melhores decisões enquanto responsável pelo futebol indígena.

Com as facturas e as escutas no porão, peidos e nandinhas lá viajaram todos juntos e com todas as mordomias, de braço dado e no mesmo avião, cantando e rindo, convencidos de que a “coisa” já estava no papo.

Pura ilusão!

Completamente atordoados pelas altas concentrações de metano que desde o início da empreitada se fizeram sentir junto da comitiva – nem sei como não houve nenhuma explosão no avião - os jogadores tugas, aos quais só faltou que os seus amigos jornalistas de espinha torta, lhes lambessem antecipadamente os cús e mais alguma coisa, reflectiram nos noventa minutos do tão aguardado prélio, os efeitos nefastos de um gaseamento por conveniência.

Assim, um alegre grupo de rapazes, altos e louros, equipados de vermelho escuro e calção branco, de fino toque e processos simples, anularam por completo as vedetas preferidas de Bento, empurrando-as para um play-off imprevisível. Lá teve que vir novamente o champagne recambiado, com reserva para outras núpcias. Mas não sei não, se o destino for a Turquia, se calhar, nessa altura, já passou do prazo de validade!

Aguardemos.

Um destaque muito, muito especial para as excelentes exibições de Rúben Amorim. Jogou tão bem, tão bem, que não o consegui vislumbrar, nem contra a Islândia, nem no relvado dinamarquês.
Rúben está de parabéns pela sua participação. Pelo menos, não contribuiu para o descalabro e agora, depois das indirectas ao messias de pacotilha, ainda terá mais legitimidade para exigir um lugar privilegiado na primeira categoria do Benfica.

Eliseu, pela sua memorável exibição de ontem, recebeu telefonemas de parabéns do jornaleco record das mentiras, de Arsène Wenger, Alex Ferguson, Joachim Low, José Mourinho, de Pillas Tortas do Celse e de Deuladeu Lambretta do Sport Club Mija na Escada, e de Rui Santos, o “tolinho da aldeia”.

De salientar também, que foi com satisfação que não vi nenhuma águia sobrevoar ou mesmo pousar no relvado do Parken Stadium em Copenhaga.

Mas esta “barraca” em terras nórdicas, quer queiram quer não, estará para sempre ligada aos altos níveis de metano.

Com isto, Portugal poderá acabar como país?
Pode, sem dúvida!
Tal como o buraco de ozono no hemisfério sul do nosso planeta reduz a protecção contra os mortíferos raios ultra-violetas, bastará que a contaminação pelo metano se continue a fazer no nosso país com a impunidade do costume…

GRÃO VASCO

2.10.11

Calças arriadas & "bàselina"


Com "BÀSELINA" EMANUEL MONDEGO…

… é sempre, sempre a enfiar pelo rêgo!



É o melhor que há para tirar os três...e em casa!

 
GRÃO VASCO


Mais um na forja...

 
Bruno Esteves

Quando ontem após o jogo entre o Benfica e o Paços de Ferreira vi e ouvi o treinador forasteiro elogiar e dar os parabéns à arbitragem, tive vontade de vomitar.

Na realidade, se Bruno Esteves e seus fiscais-de-linha tivessem actuado com competência e rigor, o Paços ter-se-ia habilitado a sair da Luz com sete, oito ou nove golos sofridos. Assim, com a dualidade de julgamento destes apitadeiros, ficámo-nos pelos quatro. Mesmo assim e com a marcação de uma grande penalidade que ainda hoje me deixa dúvidas, pois Luisão já lá tinha o joelho quando o jogador do Paços bateu teatralmente nele, o Benfica teve novamente de acelerar para arrumar o jogo em definitivo. Exceptuando esses poucos minutos posteriores ao golo dos pacenses, o jogo só teve um sentido – o da baliza de Cassio.

E a propósito de Cassio, bem como da canzoada da CS, dá vontade de rir quando estes com um desplante gratuito, referiram a cabeçada de Melgarejo e a consequente defesa de Artur, como o momento chave do jogo!

Momento chave do jogo?

Não, Caros Companheiros, não!

Os momentos chave do jogo foram mais que muitos. Para além das oportunidades desperdiçadas pelos jogadores do Benfica, outros foram protagonizados pelos actores do apito – os fiscais-de-linha e o árbitro de Setúbal, Bruno Esteves, que se bem me apercebo, é mais um daqueles que está na forja para ter um bem conhecido papel na arbitragem - o de “herói” de Giorgio di Bufa num futuro próximo – não obstante ter expulso o puto inconsciente colombiano que desferiu aquela murraça no fígado do jogador do Feirense, há duas jornadas atrás. Vítor Pereira (o da arbitragem) viu bem o furo e toca a nomeá-lo para a Luz, após empate do clube da fruta com os de Vila da Feira.

Só com o Benfica a carburar muito bem, como se pôde ver ao longo de todo o jogo, é que não apareceram as complicações do costume. Senão vejamos:

1ª parte

1 – Golo anulado a Cardozo por pressuposto off side – indmissível incompetência do fiscal-de-linha.

2 – Dois off sides marcados a Cardozo que nunca existiram.

3 – Grande penalidade sobre Aimar.

Seriam pelo menos 4-0 e o jogo estaria arrumado de vez.

2ª parte

4 – Empurrão pelas costas a Aimar dentro da área – penalty.

5 – Penalty contra o Paços de Ferreira num desvio com a mão de um seu defesa, a remate de cabeça de Luisão. Bruno Esteves marcou canto.

6 – Pressuposta falta de Luisão que Bruno Esteves marcou e deu origem à grande penalidade do Paços. O jogador pacense “cavou” a falta e o árbitro foi lesto a marcá-la, ao invés da parcimónia com que apitava para as faltas sobre os jogadores do Benfica.

7 – O ridículo cartão amarelo a Gaitán revelando estranho zelo de Bruno Esteves.

Mas houve muitas mais habilidades. Só na primeira parte, os livres contra o Benfica, descaídos para as laterais e no enfiamento da sua linha de grande área – e bem sabemos da perigosidade desses livres - foram mais de meia-dúzia.

Foi uma arbitragem que prejudicou claramente o Benfica, mas que não teve expressão no marcador, porque o Benfica jogou que baste para ganhar o jogo. Noutras circunstâncias e noutras alturas as coisas poderiam ter-se complicado.

Portanto não se esqueçam de anotar o nome de Bruno Esteves, bem como o de Hugo Pacheco, o do jogo do Feirense na Luz.

GRÃO VASCO

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