13.11.11

À EUSÉBIO!



Eusébio diz que Sporting era “clube dos racistas”


12 Novembro 2011-Correio da Manhã


“Não gosto do Sporting. No meu bairro, era um clube de elite, da polícia, que não gostava das pessoas de cor, era racista”. É desta forma taxativa que Eusébio descreve a visão que tem do clube de Alvalade.


A antiga glória do Benfica revela que o Sporting não quis pagar a mesma verba que o clube encarnado e que não respeitou a sua família. “Assinei contrato com o Benfica, não assinei nada com o Sporting. É tudo mentira”, afirmou a antiga glória do futebol internacional, numa entrevista à revista ‘Única’, publicada este sábado. Eusébio conta que o clube encarnado pagou 250 contos à sua mãe e ao irmão mais velho, um valor que o presidente do Sporting da altura, Braz Medeiros, não pensou em cobrir.


Eusébio explica que apenas jogou no Sporting de Lourenço Marques, quando vivia em Moçambique, porque o treinador do Desportivo nunca o “deixou treinar” e porque a “mãe não percebia nada de futebol”.


Sobre o alegado rapto, Eusébio é peremptório: “Então se o Benfica me tivesse raptado, eu iria gostar de uma equipa que me tinha feito isso? Não gosto é do Sporting”. Para o ex-jogador, a história foi inventada porque, após três meses da sua chegada a Portugal, o clube de Alvalade percebeu o seu valor. E reforça: “Eu nem do Sporting de lá gosto, quanto mais do de cá. Tudo o que hoje sou é graças a mim, aos meus colegas e ao Benfica”.


Na mesma entrevista, o ex-internacional português diz ainda que só não jogou em Itália porque o António Oliveira Salazar, o “padrinho” como lhe chama e com quem se encontrou oito vezes na Assembleia da República, nunca o deixou sair de Portugal.



Eusébio não esteve com meias-medidas. Tirou as pantufas, calçou as “chuteiras” por um momento e zás! Aí vai disto!
Já está!
E está muito bem!
Certeiro, violentíssimo, colocadíssimo!

Godinho Lopes mereceu estas declarações de Eusébio. Estava a pedi-las a partir do momento em que se imiscuiu na alegada “estória racista” atribuída a Javi García, contada por um energúmeno da Falperra, sem crédito, e que através de constantes farsas, desprestigia a profissão que tem.
Godinho Lopes ficou a saber que “brincar” com respostas manhosas a perguntas mal-intencionadas é um abuso torpe e provoca um efeito “boomerang”.
Godinho Lopes, que nada tinha a ver com o caso, instado pelos jornalistas presentes na Gala da Confederação do Desporto de Portugal, começou por salientar que “nada tinha a dizer”, para logo a seguir “envenenar” a situação, apregoando que no seu grémio não há racismo, dando claramente a subentender que essa questão é com outros…
Ninguém lhe perguntou se o seu clube teve ou não práticas desse tipo, por isso, cortava o tema à nascença, metia a “violinha” no saco, e respeitava acima de tudo o Benfica e os seus jogadores.
Não resistiu ao complexo “Benfica” e entrou pelos caminhos tortuosos do costume…

Haverá certamente alguns çeportènguistas abespinhados com estas observações de Eusébio, mas Godinho e os “lagartos” ressaibiados do costume bem as mereceram.

Desportivamente, Eusébio foi o meu ídolo de infância e da minha juventude. E hoje, tal como no passado, continua a sê-lo, com mais uma enorme achega – é o maior símbolo vivo do “meu Benfica” e do “meu Portugal multirracial”!
Eusébio é preto!
Como se diz na gíria, “preto retinto”!
Leram bem?
E depois?
Eu sou branco.
E depois?

Por mais que o lagartêdo se esgadanhe e esganice, para as gerações vindouras, sejam elas de pretos, de brancos, de castanhos ou de amarelos, Eusébio ficará para sempre como uma lenda imortal do Benfica e de Portugal!

Eusébio “despejou” um pouco o seu “saco”. Colocou a História no seu devido lugar e não deu abébias.
Acima de tudo, corrigiu aquela cambada de mentirosos e anti-Benfiquistas que se entretêm a adulterar a História, distorcendo os factos, atropelando insidiosamente os protagonistas!
Para que fique registado, e acredito que só pela boa-vontade do “Pantera Negra”, cuja paciência tem sido mesmo “de preto”, é que alguma corja jornalística da nossa “praça” continua a desvirtuar os factos, num abuso inqualificável!

Como exemplo, tenho em mãos, um exemplar, ou melhor uma “obra-prima” do “record das petas”, alusiva aos 66 anos de Eusébio, uma edição datada de 2008. O seu autor, Rui Dias, e a camarilha responsável pela edição da publicação, e que chafurda e de que maneira todos os dias naquele execrável pasquim – Alexandre Pais, António Magalhães, Nuno Farinha, Bernardo Ribeiro e quejandos (TUDO BONS RAPAZES) – fizeram nessa data, um “trabalhinho” à altura.

O prefácio é de Artur Agostinho, um conhecido “lagartão” pelo qual tive algum apreço. No 1º capítulo, o título é “D. Elisa”, mãe de Eusébio, para logo a seguir no 2º ser “Sporting”, omitindo ser o de Lourenço Marques, hoje Maputo e com a particularidade de exibir a foto da equipa com o Eusébio, muito jovem, equipado com o respectivo pijama. Se calhar foram-no buscar à cama para tirar essa fotografia. No 3º é “Lisboa”, e só o 4º é que se titula “Benfica”. E é só aqui, na 11ª página que aparece Eusébio envergando o “Manto Sagrado”, ao lado de Costa Pereira e Mário Coluna!
Mais à frente, há capítulos para todos os gostos da lagartagem – sobre Damas, João Rocha, Carlos Lopes, Figo e Ronaldo. Só faltou Joaquim Agostinho. Talvez porque a sua bicicleta já estava enferrujada há algum tempo ou tinha os pneus furados!
Neste desfile de vedetas da côr do “record das pêtas”, tenho muita admiração por algumas, mas foram propositadamente ali postas para ofuscar Eusébio, o que demonstra a necessidade mórbida e complexada daquela corja de “recordistas” de dar mais lustro às estrelas de segunda grandeza comparadas com o esplendor de Eusébio.

Toda a publicação foi uma merda!

Na altura, insurgi-me contra esta peça “martelada”. Não tinha um “blogue”, ou outro meio de divulgação para expressar o meu descontentamento.
Mas para cúmulo deste abusos em que o lagartêdo é farto, na página 63, mais uma grande foto de Eusébio. Um grande plano com Eusébio vestido com uma camisola do Çeportèn, beijando uma Taça de Portugal, distorcendo-se premeditadamente a realidade, para depois na respectiva legenda a maliciosa corja dizer “não é para levar a sério”!
O facto é que o Benfica venceu essa Taça de Portugal e Eusébio, ao trocar de camisola com um jogador adversário, muito naturalmente vestiu-a. Ao tempo, insurgi-me contra esta publicação, inclusive telefonando para o jornal “O Benfica”. Não a esqueço e tenho-a bem “guardadinha”, para um dia, se puder, esfregá-la bem esfregada nas fuças de alguém.

Isto tudo porque há revisionistas complexados que querem torpedear a História e porque Eusébio, em consequência, resolveu “abrir o livro”.

E também só gostava de perguntar se o lucro dessa publicação foi dividido equitativamente pelo Eusébio…

A par do Benfica, este blogue é uma homenagem a quem, nos meus tempos de menino e moço me deu extraordinárias alegrias, com as suas formidáveis exibições, com os seus formidáveis golos, os golos do Benfica, os golos de Portugal!
Eusébio merece-a. E é por tudo isso que a sua imagem, retirada da estátua em sua honra, do Estádio da Luz, penta-replicada, encabeça o “Pinceladas Gloriosas”, tendo mais abaixo, noutra foto do grande fotógrafo e Benfiquista Nuno Ferrari (que morreu de emoção no velhinho Estádio da Luz), a evocação de um momento fantástico do célebre jogo Portugal-Coreia do Norte, quando o “Rei”, num momento dramático de uma derrota que estava a ser humilhante, carregava às costas, sózinho, a Selecção Nacional para uma recuperação extraordinária – de 0-3 para 5-3 com quatro golos seguidos.

VIVA EUSÉBIO! VIVA O BENFICA!

GRÃO VASCO

12.11.11

Godinho também caiu ao fosso...


Pelos vistos, não foram só os dois adeptos mencionados pela zelosa comunicação social afecta aos submissos que caíram ao fosso. Godinho, na ânsia de enfiar o pijama verde e branco ao Mantorras – não sei bem se é por este ser çeportènguista ou se é para homenageá-lo pelo hat-trick naquele célebre jogo em Alverca e em que o Çeportèn comeu 4-1 – voou literalmente para a cova funda de Alvalixo em busca da tão apregoada camisola.

Mais uma parolada provocatória do lagartêdo complexado.

Agora, só falta saber se com a invasão da cidade de Luanda por aquele bando de leões famintos de petrodólares e prestígio, Pedro Mantorras, apavorado, não terá feito o caminho inverso da bicharada leonina, escondendo-se no capim, algures na densa mata angolana.

Por estas coisas e ainda outras que vêm a seguir, a semana que está prestes a findar, foi um fartote!

O jornaleco da paróquia de Alvalixo, vulgo “record das pêtas”, lá continuou a tecer loas a tudo o que é Çeportèn, ultrapassando os limites da decência jornalística e entrando numa verdadeira espiral de demência pacóvia e provinciana.

É que trazer para uma das suas capas desta semana a beatificação de um tal Capel, só reforça a ridicularia em que o jornaleco e o seu director já há muito tempo caíram. Pais, “o careca da quinta”, nestas coisas mais um malandro de urinol anti-Benfica do que pròpriamente um jornalista, decerto que se abalançará ao lugar do cardeal D. José Saraiva Martins, Prefeito da “Congregação para as Causas dos Santos”, tamanha foram as carpiduras e as parangonas no pasquim, no sentido de santificarem o dito Capel. Até o nome do rapaz se insere neste beato contexto e no melodrama do mergulhanço atabalhoado dos dois fãs no fosso fatídico.

Se por acaso estes factos tivessem ocorrido com o Glorioso, a esta hora os pasquineiros das pêtas já teriam colocado na capa do jornaleco, fotos do fosso em vários ângulos e alertado para o facto do Estádio da Luz ser um dos locais mais perigosos do mundo…

Tudo tem servido ao jornaleco para manter o Çeportèn em cima do andor. Então a última foi confrangedora.

Referindo-se ao jogo em Luanda, entre a selecção Angolana e o grémio submisso, surge on line, o anúncio de que o estádio estaria com a lotação esgotada. Porventura, os iluminados do costume esqueceram-se de que a televisão iria estar lá. A decepção foi o desfecho óbvio – um estádio vazio, com menos de metade dos lugares ocupados.

Este “record das petas” continua uma lástima!

Quanto a Godinho, depois de vê-lo naquele afã para justificar a deslocação a terras africanas, presumi que não tivesse caído de cabeça ao fosso. Mas pelos espalhanços desta semana cheguei mesmo a duvidar…

Primeiro a questão dos bilhetes para o derby continuou na sua agenda. Tanto insistiu nos 10.000 que com alguma boa vontade o Benfica enviou-lhe os 3425 da praxe.

Depois, em vez de evitar comentar situações alheias – caso Alan e demais bandalhos versus Javí García (que sózinho, de início, chegou para eles todos) – não se coibiu de “debicar” algumas indirectas, armado em guardião de virtudes, falando em racismo como que os outros é que o praticassem. Bem levou nas trombas para trás na própria Gala onde tudo isto ocorreu, com as palavras inequívocas e categóricas de LFV no seu discurso de agradecimento.

Não satisfeito, lá veio a seguir com o complexo “Mantorras” – uma parvoíce bem à medida dos recentes presidentes do Çeportèn. Só faltaram as maracas, com o Cotonete a cantar o kuduro e o Dias Palito a dar ao rabo com o dito cujo ao canto da boca…

Para finalizar esta brilhante “exibição”, não poderia faltar um bom momento de humor, e assim, Godinho, ao referir-se à digressão?!? do seu grémio a Angola, declarou que “os objectivos são institucionais” (record) e como “um símbolo nacional” (rádio cinco).

Só que a “institucionalidade” do acto, correspondeu nem mais nem menos a um cachet de 800.000 dólares, ou melhor, petrodólares, um tipo de dinheiro a que em tempos, o seu inefável colega, agora presidente da AG do grémio çeportènguista, um tal Carlos Barbosa dos automóveis, tanto criticou na sua recente campanha eleitoral, numa clara alusão a presumíveis investimentos angolanos feitos no Glorioso.

Na selva, são os leões e os babuínos. Aqui, “neste país à beira mar plantado” este tipo de fauna incorrigível!

Com tudo isto, trouxeram por fim, de Luanda, quatro secos e deixaram ficar um rasto do (des)prestígio da tal representação nacional?!? com que se autointitularam. Para a história, fica o resultado “brilhante” e o malote bem recheado com os tais petrodólares, outrora vilipendiados pelo bacoco do automobilismo…

Isto é o Çeportèn!

A fobia do dia 26 na Luz, é tanta, que até se esqueceram que tinham um jogo com a selecção Angolana e terão em breve, um jogo decisivo com os “brácaros” para a Taça de Portugal.

Se tudo isto tivesse acontecido com o Glorioso, imaginem o alarido!

Lá viria a alusão ao desrespeito pelo Povo Angolano pela presença de vários juniores no onze inicial. O que vale é que quando o Benfica lá foi na época passada, apresentou-se com todas estrelas e com a equipa principal, com a particularidade de ter jogado todo o plantel, ter ganho e feito a exibição adequada a um jogo comemorativo da independência do país, presenteando os angolanos com um espectáculo digno do cachet que foi cobrado, sem necessidade de recorrer a “nacionalismos” institucionais e bacocos.

A talhe de foice, para o “record das pêtas” on line, foi uma goleada banal de um “leão jovem”…

É por estas e por outras que para aquela gajada pasquineira, nem um cêntimo!

E para os submissos que mandem lá tapar o fosso, pois senão lá continuaremos a ver estes tristes espectáculos, com aquela malta a atirar-se de cabeça!


GRÃO VASCO

9.11.11

Conspirando...


(Clicar na imagem)

Ontem, na Pedreira um aprendiz do Cerqueira de Palermo disse:

- Agora é todo o grupo! Depois os capitães assinam, ok?

Como era insuficiente a farsa de domingo e a infâmia de segunda-feira, em mais uma tentativa torpe e soez de branqueamento da violência e selvajaria que impera numa arena circense de nome Pedreira e que é a antítese do Minho fidalgo de bem receber, tal como os ratos da história da flauta mágica, obedecendo a um ordenança do mestre azul e bronco de Palermo, numa hipnose doentia anti-Gloriosa, lá foram eles – brancos, pretos, louros, amarelos, ruivos, hispânicos, com tranças, encaracolados, calvos ou de carapinha, mas todos MACACOS espertalhufos! - arengar outra vez contra o “murciano racista” e tirar desforço da frontalidade de quem bem conheceu os cantos à casa na época passada.

Ao contrário de muitos, que como virgens ofendidas se esganifaram exasperadamente na Gloriosasfera pela postura serena e cuidada do Glorioso, querendo que se fizesse imediatamente “sangue”, o tão criticado “Orelhas”, no local exacto e na hora certa, enviou a melhor mensagem contra este tipo de guerrilha suja.

A vingança serve-se fria…

“Atrás de tempos, tempos vêm” e nessa altura os golpes de misericórdia serão sem piedade e sem perdão!

É que os Benfiquistas não têm a memória curta.


GRÃO VASCO

A piada mais mentirosa da semana!

  
GRÃO VASCO

7.11.11

Um Proença acobardado e a impunidade de dois sacanas!




Afinal Pedro Proença só é valentão no Centro Comercial Colombo e perante “Américos” candidatos a especialistas em estomatologia, vulgo médicos dentistas.
Esse atrevimento de ir tirar satisfações a alguém que lhe dirigiu justificados impropérios, valeram-lhe duas sérias avarias na cremalheira dentária.

No Minho hostil e incendiário, retratado numa Pedreira cada vez mais mafiosa e selvagem, bem ao estilo da Pocilga de “la Palermo portoghese”, Proença acagaçou-se, ou melhor acobardou-se.
Ontem, mais uma vez demonstrou na prática as premeditadas acções do seu pesado e complexo subconsciente e que já vêm de longe – permitiu que da parte do adversário [inimigo] do Benfica, fossem cometidas as mais diversas ilegalidades e atropelos, pactuando com tudo isso, exibindo uma leviana parcialidade e uma cobardia atroz.

O que aconteceu ontem na Pedreira foi uma arbitragem cobarde ao serviço do que de mais há de sujo e rasteiro no futebol indígena.

1ª Parte.

Luisão foi ostensivamente agarrado por Douglão na grande área bracarense. De facto, Luisão e Douglão são demasiadamente pequenos para que a vista grossa de Proença alcance tamanho agarrão.
Apito e penalty para o bolso!
Gaitán é agredido de uma forma animalesca por Djamal.
Pedro Proença encolhe os ombros e o cartão vermelho. Cobardemente mostra o amarelo ao jogador do Sp. Braga.
A luz vai abaixo, bola na posse dos jogadores do Sp. Braga, com estes tentando uma transição rápida para o ataque. Pedro Proença deixa andar…Emerson corta a jogada, avançando com a bola dando início a um contra-ataque do Benfica. Pedro Proença interrompe o jogo!
Benfica por cima. Iluminação do estádio três vezes abaixo!
Muita conversa e continuação da ‘palhaçada’, melhor ‘proençada’!
Emerson de costas para a bola, com a dita cuja, a bater no braço do azarento jogador do Benfica.
Penalty de imediato!

[Golo do Braga e uma putéfia verde submissa na mesa do lado a guinchar histèricamente como se estivesse a ser triplamente violada!
Benfiquistas serenos!]

2ªParte.

Benfica empata.
Golo do Benfica!

[A putéfia, de cornadura enfiada no jornal  ‘correio da manha’, a fazer uma busca aos anúncios de vida fácil e a tentar decifrar na ‘sopa’ de letras a palavra ‘broche’.
Benfiquistas serenos!]

‘Charutada’ de Alan em Javí García. Amarelo tímido para o infractor. Curioso. Na época passada, Xistra com a zelosa ajuda de Cardinal (o tal do cachecol azul e bronco) despachou Javí para os balneários por muito menos.

A vaidade de Pedro Proença cega-o. Tal e qual como Benquerença. Sensato seria pedir escusa aos jogos do Benfica e melhor seria arrumar o apito e fazer um bom seguro à sua cremalheira dentária. ‘Américos’ é o que mais há neste mundo! E a seguradora da Pedreira pode bem ser a eleita. Até está mais à mão.

Depois disto apetece-me vomitar. Estou enojado, mas tinha que denunciar esta despudorada cobardia camuflada e subconsciente que começa a ser mais do que doentia!

E vou vomitar mais após o que li há poucos minutos nas declarações de dois safardanas – um que agrediu bàrbaramente Gaitán (Djamal), outro, um energúmeno que usa a filha-da-putice e a ronha da bandidagem do coio da Falperra para justificar uma entrada assassina a Javi García (Alan). Esta gajada, incivilizada, autênticos selvagens à solta nos relvados do Minho, de um ódio profundo e injustificável ao Benfica e às suas Gentes merecem ser “esmagados” como se esmagam as baratas – com a sola do sapato e depois jogá-los para a sarjeta mais próxima!
Alan não consegue ser preto! Nem branco, nem amarelo, nem mulato!
Alan tem realmente uma cor. A cor da merda azulada, a cor da patifaria! E fica-lhe tão bem com aquelas tranças de analfabeto com muito dinheiro no bolso...

Cães!


GRÃO VASCO

O coio da Falperra, truques & canalhices

["Infelizmente aqui, quando vem o Benfica, acontecem coisas do outro mundo", começou por afirmar o brasileiro, antigo jogador do Sp. Braga.
Também na conta oficial do seu Twitter (@arturmoraes1), o guarda-redes escreveu: "Em Braga temos sempre que jogar contra 11 e mais os truques fora de campo! Valeu a luta".
"Todo o momento que queríamos acelerar o jogo, acontecia o apagão. É difícil assim. E depois de o Sp. Braga fazer o golo, acabaram os apagões", prosseguiu na zona mista.] – Artur Moraes, guarda-redes do Benfica

Ontem, o coio da Falperra mudou de poiso para o estádio da Pedreira em Braga que por sua vez e por artes mafiosas, já passou há algum tempo a ser um esconderijo ideal para albergar uma corja conhecida de refinados malfeitores.

Desde que a estrutura dos ‘brácaros’ passou a ser dominada por elementos afectos e importados do grémio da Fruta Corrupção & Putêdo sitiado na Palermo portuguesa, o coio, instalado na Falperra, sempre que o Benfica joga em Braga transfere-se estratègicamente para a Pedreira.

O que todo o país viu na noite fria de ontem e numa terra que sempre respeitou e admirou o Benfica, mas onde hoje os Benfiquistas são perseguidos e vilipendiados por uma corja que transformou o Sporting de Braga num antro de incendiários e numa agremiação satélite do clube da fruta, a começar pelos seus dirigentes e a acabar numa cegueira doentia, anti-Benfiquista, dos seus jogadores e pseudoadeptos, foi MAIS UMA VEZ VERGONHOSO!

Contra o Benfica vale tudo!

Sp. Braga às aranhas, Benfica por cima, e antes que venha a borrasca deixa cá prevenir – estádio às escuras!
‘Brácaros’ a ganhar e a iluminação a nunca mais falhar!

A ‘brincadeira’ quase que resultava, com Pedro Proença a colaborar em grande, em mais uma prestação canalha, fazendo vista grossa ao escandaloso agarrão a Luisão na área minhota e célere a marcar o penalty a Emerson, confirmado por um habilidoso fiscal-de-linha que em diversas situações agitou sempre a sua bastarda bandeirola contra o Glorioso.

É lamentável a histeria que vagueia pelas bancadas desse coio nojento, inundado de andrades corruptos e anti-Benfiquistas disfarçados de adeptos do Sp. Braga.
Mas paradoxalmente quando jogam com o grémio ‘patrão’ de Palermo levam nos cornos a torto e a direito e não se passa nada.
É a farsa deste país futebolístico – Giorgio e Salvatore de mãos dadas, jurando fidelidade até que a morte os separe, com Casaca, Coito & Cia. a levarem cândidamente as alianças.
Não ganham um título que seja, mas beijam fielmente cus fedorentos nas peregrinações à Pocilga de Palermo aproveitando ao mesmo tempo para cuspirem no Glorioso e nas suas Gentes. De todas as maneiras!

Não vou comentar o jogo, porque desde que Salvatore & sus muchachos estão no poder, o Benfica não consegue jogar em Braga. Consegue só combater e com armas desiguais!
E de há três anos para cá, esse combate consegue ter essa particularidade – é viciado por ‘brácaros’ sem escrúpulos!

Jorge Sousa, Carlos Xistra e Pedro Proença mostram à saciedade como se comporta a escumalha dos árbitros em Portugal – vassalagem ao grémio corrupto e seus satélites, prejudicando ostensiva e descaradamente o Benfica.
Já nem me reporto à época em que o Benfica ganhou por 3-1 e em que outro ‘artista’ do apito conseguiu fazer uma arbitragem deplorável, mas que foi insuficiente. Mesmo assim, essa besta do apito expulsou Yebda que esteve 10 minutos em campo, marcou um penalty fantasma contra o Benfica e ainda conseguiu expulsar Quique Flores. Esse ‘artista’ foi Artur Soares Dias. Este foi o prenúncio de um calvário sem fim para o Benfica em todos estes anos e que se traduz numa das maiores roubalheiras de que há memória.

No fim de tudo isto, tem a palavra o Artur Moraes que com as suas declarações no final do encontro levantou a ponta do véu…
Espero que tenha a coragem de contar para todos, aquilo que sabe e viveu nesse coio, do qual inteligentemente tratou de sair logo que pôde.
Alguma razão de vulto o levou a trocar o antro viciado da Pedreira pela gloriosa Luz.

É que na realidade o Benfica não é, nem nunca será um clube canalha, submisso e trapaceiro como é actualmente o Sporting de Braga – as fotos enviadas por debaixo da porta do balneário dos árbitros, na Pedreira, por elementos 'brácaros' nunca identificados, no intervalo de um jogo, na época passada contra a União de Leiria, são disso a melhor prova.


GRÃO VASCO

5.11.11

A 'PATADA'


{"Se tiver que dar patada no Nico Gaitán no clássico, darei mesmo" - Rinaudo


Apesar de faltarem ainda quase dois meses para o dérbi de Lisboa, Rinaudo reconheceu que a rivalidade - ainda a brincar - se estende à selecção da Argentina, onde actuam também jogadores do Benfica, além do Sporting. "Falei com Emiliano [Insúa] e com Nico [Gaitán] do clássico que vamos disputar [agendado para 27 de Novembro]. Falámos, mas em brincadeira, durante as refeições. Fizemos piadas, mas lá vai ser a sério. Esse jogo teremos de ganhar ou... de ganhar e se tiver que dar uma patada ao Nico, darei mesmo", assumiu o combativo leão. "Ele anda por todo o campo, por isso de certeza que nos vamos cruzar. Se não o agarrar eu, vai agarrá-lo o Emiliano", prometeu, em jeito de brincadeira.}


http://www.ojogo.pt/27-282/artigo950288.asp


http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/sport/sporting/domingos-gere-para-a-europa

A ‘patada’, por enquanto, ‘morreu’ longe e sòzinha, lá na Roménia, em Vaslui, num fim de tarde triste, num campo relvado, deserto, tendo como testemunhas uma equipa de casados, outra de solteiros e outra ainda da terra dos esquimós.

Algures num batatal na Roménia, peroraram que nem ‘madalenas’ os bipolares submissos de Alvalixo, agora enfarpelados com traje domingueiro – da exaltação contínua de há dez jogos atrás até à profunda e imediata depressão de uma derrota natural perante esse colosso europeu vizinho do conde da Transilvânia.

De uma euforia patética e absurda até à pungente paranóia potenciada pela racha no maléolo direito do felídio importado da Argentina, foi um ápice!

Que tamanha crueldade!

O melhor trinco a jogar em Portugal (onde é que eu já li isto?) atraiçoado pelo destino!

Destino?

Sim destino, acaso, deus, gravidade planetária, força centrífuga da Terra, atracção entre os astros, influência da Lua, aparecimento de algum cometa, manigâncias da Maya, do Bruxo de Fafe ou mesmo de mestre Albes do Celse, ‘o tonalta de Barcelos’.

Chamem à fatídica ocorrência o que quiserem, mas desenganem-se aqueles “lampiões de uma figa”, pois a missão será levada até às últimas consequências. Não será Rinaudo, vítima do seu próprio veneno, mas poderá ser Ínsua, João Pereira, Evaldo ou até Rui Patrício…

Assim, se até ao dia do jogo já estava nomeado o putativo autor da potencial ‘patada’, a partir de agora o Gaitán terá mesmo de ter “sete olhos” – é que pode ser alguém de quem menos se espera.

Mas o servicinho já está encomendado à mesma!

No entanto, e até ao próximo dia 26, não será a primeira nem a última vez que se “escreveu direito por linhas tortas”.

Ironias do destino…



PS. – Nunca vi nenhum elemento do Benfica utilizar aquela terminologia. Como Benfiquista congratulo-me com isso. Mas se tal acontecesse, isto é, se a ameaça de uma 'patada' viesse do Gaitán ou de outro nosso jogador, imaginem os rios de tinta que já teriam corrido!

GRÃO VASCO

4.11.11

Américo 'dentista'


Não tenho conhecimento se Américo, o “dentista” que costuma exercer as suas competências numa das alas do Centro Comercial Colombo, irá este fim-de-semana a Braga, mais concretamente à clínica da Pedreira para consultas extra.

O que sei, é que o Sousa do Lordêlo e o Xistra da Covilhã, nunca receberam tratamento adequado em nenhum consultório ambulante do Américo, e por isso, arreganharam sempre a dentuça nos seus passeios ao Coio da Falperra, nas passadas duas épocas, exalando uma insuportável halitose anti-Glorioso.

Por isso, aguardo com alguma curiosidade os efeitos a médio prazo da terapêutica, a que num passado recente foi sujeito Pedro Proença.

Será que foi eficaz ou será necessária nova revisão à sua cavidade bucal?

Pelo sim pelo não, e antes que o mal se agrave, o renomado ‘dentista’ pode começar a tratar deles todos, e já!

E cá por coisas, bem pode começar com o Vasquinho e o Arturinho a dias…

Dois em um, sempre fica mais barato.

Acredito até, que o pressuposto e “secreto” adjunto do Collina, irá levar para a Pedreira uma protecção dentária, evitando assim qualquer contratempo relacionado com eventuais consultas do famigerado Américo.


CARRREGA Luisão & Cia!

Tratem também vós, lá, daquelas bocarras sabujas dos Mossorós, Vianas, Quinzes, Nunos, Paulos Césares, Salvadores e quejandos.
Mas como deve ser, ok?

GRÃO VASCO

3.11.11

Sem pernas e com pouca cabecinha



Muito insatisfeito. Verdadeiramente incomodado com tudo o que hoje vi no Estádio da Luz.

Começo pela presença em campo, no jogo Benfica-Basel, de um cabrón de apelido Carballo, retorcido como los cuernos de un carnero e de dois ajudantes seus, um de baliza e um fiscal-de-linha, que parecendo completamente embriagados durante todo o jogo, prejudicaram ostensivamente o Glorioso.

Uma equipa apitadeira deplorável, a estragar um desafio que desde o seu início estava a dar muito Benfica e muito pouco Basel, e que com a vista grossa a um penalty, a várias jogadas para cantos que deram pontapés de baliza e a faltas marcadas ao contrário, beneficiando um artistazito suíço que já tinha mostrado os seus dotes de espertalhufo em St. Jacob Park, fazendo com que Emerson não desse hoje o seu contributo à nossa equipa – Shaqiri – perturbou claramente alguns jogadores do Benfica, que se excederam nos protestos e que por isso passaram a estar condicionados para toda a segunda parte pelos cartões amarelos que lhes foram exibidos pelo tal Carballo.

É caso para dizer que Carballos, Mallencos e cães de caça são tudo a mesma raça!

Continuo a manter que alguns jogadores do Benfica necessitam de rever urgentemente o seu perfil emocional e a sua estrutura mental.

É inadmissível que Aimar – que nem tem feito grandes exibições – que eu considero um jogador fabuloso, não controle o seu intelecto tal qual domina a bola com os seus pés. Muito menos Garay que desnecessàriamente refilou e tornou a refilar e que não tinha nada que meter o bedelho onde não era chamado. Ambos os jogadores sabem melhor do que qualquer um de nós, que este tipo de atritos lhes retira concentração, não livrando a equipa ou a maioria dos seus elementos, de um contágio que por vezes pode raiar a desorientação, o que foi o caso.

Simplesmente inadmissível!

Por último e por que me causou alguns arrepios e muita, muita apreensão, foram os índices físicos da equipa, em geral.

Maxi foi o espelho mais fiel do que se passou no relvado. Sem pernas e sem noção dessa fraqueza física, aliou a este progressivo défice, um destrambelhamento mental que se reflectiu em jogadas e passes completamente atabalhoados. Não escapam aqui, um Bruno César trapalhão, pouco esclarecido, um Gaitán autênticamente à deriva, um Witsel perdido em campo e um Aimar desfigurado. Valha-nos o Artur, o Luisão e o Garay (com o senão daquele amarelo escusadíssimo) e o Matic, com Rodrigo também em muito bom plano. Para mim, Luís Martins não convenceu - vi-o jogar diversas vezes nos juniores, tem um bom pontapé, mas é curto de pernas, tal qual como o Maxi. Não vi a exibição de Cardozo, Nolito e Miguel Vítor, pois após o golo do empate do Basel, que coincidiu quase com a entrada deste, abandonei o “relvado cafèzeiro”, sob pena de que a minha continuidade em “campo” me pudesse levar a um colapso emocional e cardíaco com respectivo transporte em padiola para o hospital mais próximo.

Para tudo isto, é certo, terá contribuído o esquema táctico adoptado, as opções no onze e a ausência de Jesus no banco, após aquela infantilidade em Basel. Pagou bem caro a escusada ousadia do seu desvario e excesso – perdeu quatrocentos mil euros e a oportunidade de ir a Manchester jogar o jogo pelo jogo, arriscando-se até, a ter a obrigatoriedade imperiosa de ganhar o jogo da última jornada da fase de grupos contra o Otelul Galati sob pena de não se qualificar para os oitavos-de-final da Champions League.

Como habitualmente, lá vão surgindo as nuvens negras no horizonte. Infelizmente assim tem sido com a gestão, a casmurrice e por vezes as fanfarronadas do mestre da táctica. O uso e abuso de algumas teimosias e invenções, a par de uma gestão de esforços muito contestável, têm-nos trazido muitos amargos de boca - que não são de agora - pese embora todos os feitos e records que têm sido batidos até à data e apregoados aos quatro ventos por alguns dos seus prosélitos.

É bom que se note que quero que JJ tenha êxito, bem como LFV. Disso não duvidem, Caros leitores e Companheiros, mesmo aqueles anormais que não entendem as mensagens e os avisos que por dever, respeito e paixão ao Benfica aqui deixo de quando em vez e só de quando em vez, que estrebuchando, vomitam alarvidades de cariz pessoal em posts abimbalhados.

Pois hoje, neste post, aconteceram este tipo de momentos para fazer os devidos alertas à navegação. Tal como tenho também o direito e a obrigação de alertar o responsável máximo para erros estratégicos que considero negativos ou muito negativos para o Benfica, fi-lo hoje em relação a JJ, do qual nunca fui fã, mas que como treinador do Benfica respeito e considero.

Que retome ràpidamente o caminho da serenidade e das decisões mais acertadas e que esse momento seja já em Braga, no próximo domingo.

Estarei cem por cento ao lado de JJ na Pedreira, e nem por um momento vacilarei no meu apoio incondicional a todo o staff e jogadores do meu Eterno Glorioso Benfica.

CARREGA BENFICA!

GRÃO VASCO

2.11.11

Na lama, coçando a 'n(m)icósia´...


Ontem à noite, após metade da jornada da Champions ter sido concluída, perguntaram-me se estava contente com o desfecho.
Respondi inequìvocamente – a palavra está na moda – que NÃO! 

Mas porquê essa insatisfação? – questionou o meu interlocutor.
Por variadíssimas razões! – respondi eu, com preocupação.

E assim, lá fui obrigado a enumerar as mais importantes…

1 – O jogo do Benfica é hoje e em função do cenário geral, há que ganhá-lo e isso é que interessa!

2 – Deixo de ficar insatisfeito se o Glorioso ficar apurado para a fase seguinte, logo à noite, na Luz. Isso é que interessa!

E o que é acessório…

3 – O grémio do putêdo não é o lanterna-vermelha do seu grupo.

4 – A corja corrupta ainda não está eliminada da competição, nem da Europa League.

5 – Durante esta madrugada não houve “mártires” (também está na moda…) a bordo do charter que aterrou em Pedras Rubras, vindo de Chipre.

6 – Na chegada a Pedras Rubras não foi desencadeada nenhuma guerra civil entre a comitiva recém-chegada e os gangs ribeirinhos.

7 – Os exaustores da aeronave avariaram e não obstante ter havido uma sensacional sessão de peidos no interior da cabine, especialmente na fila central, não se detectou nenhum “mestre” tóxico e definitivo.

8 – A loira-burra, feita barata-tonta, depois de andar a coçar a ‘n(m)icósia’ durante todo o jogo, acabou no final por ficar impune, não sendo expulsa por insultar o árbitro.

9 – O árbitro, Gianluca Rossi, adulterou o resultado ao escamotear um penalty aos cipriotas e punindo-os com outro, neste caso ‘fantasma’. Evitou assim uma “malha” nos corruptos azuis e broncos, por parte do Todo-Poderoso Apoel de Nicósia. Agora sim, é mesmo ‘nicósia’…

10 – Foi a primeira vez que uma equipa cipriota derrotou uma equipa portuguesa (ou de Palermo?). Faria questão que tivesse sido já a centésima…

11 – O “bitó” azul e bronco vai ser despedido…

12 – O grémio da Fruta Corrupção & Putêdo foi jogado à lama, mas continuará a haver um Benquerença, um Proença, um Xistra, um Sousa, um Soares Dias ou outro animal qualquer, internamente, a “limpar” a porcaria que esta corja defeca…

13 – Os três reforços do clube da fruta que se apresentaram em Chipre, cedidos gratuitamente pela RTP1 ao clube das mariscadas, para o desafio em Nicósia - Manuel Fernandes da Silva, ou melhor da Selva, Cristiano Miguel e Bruno Prata - não foram presos pelos turcos e postos a pão e água no outro lado da ilha.

14 – Os que cá ficaram, o Hugo Gilberto da RTPN e o seu “compagnon de route”, o inefável Guedes, mais conhecido pelo Paineleiro de Pacotilha de Contumil, de tão acabrunhados que estavam – uma “cornadura” que dava a volta à ilha de Chipre, passando mesmo pelo lado turco - não conseguiram bolçar a azia anti-Gloriosa com que habitualmente nos brindam naquele execrável programa desportivo.

… E os belgas lá continuam a “berrar” pelas tranches que se escaparam para as off shores

Não há razões mais que suficientes para essa insatisfação?

GRÃO VASCO

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...