21.11.11

Old Trafford, caminho das estrelas


Incontornável.

Tal como aconteceu no Estádio da Luz, “Stadium of Light” para os indefectíveis ingleses em 14 de Setembro, na próxima terça-feira 22 de Novembro, no “Theatre of Dreams”, em Manchester, na velha Albion, o Benfica e os Benfiquistas poderão muito bem, fazer história. Old Trafford, o Teatro dos Sonhos, constituirá para muitos jogadores do Glorioso uma oportunidade única para escreverem uma página de ouro na sua vida de futebolistas e na extraordinária odisseia de um dos maiores clubes do mundo.

O Benfica de hoje pode ombrear com qualquer dos grandes colossos do futebol europeu. Com humildade, querer e garra e interiorizando o lema glorioso “E Pluribus Unum”, estaremos todos em Manchester de corpo e alma, sem medo, sem complexos!

Esta época em Old Trafford e em jogos oficiais, o United consentiu apenas uma derrota (Manchester City, 6-1) e um empate (Basileia, 3-3). Na anterior, três empates (Rangers, 0-0), (West Bromich, 2-2), (Valencia, 1-1) e nenhuma derrota.
Com a equipa inglesa recheada de excelentes jogadores, a missão do Benfica será difícil, mas não impossível. Lá estaremos na máxima força, e o ambiente do estádio bem como o entusiasmo do público inglês, poderão ser muito bem um estímulo adicional, catapultando Artur, Luisão, Aimar, Cardozo & Cia. para exibições seguras, atingindo o objectivo a que todos Nós, Benfiquistas nos propomos – ganhar em Old Trafford.

É isto que eu desejo e em que acredito!

O árbitro é o turco Cüneyt Çakir, um profissional de seguros – “cruzes canhoto que Olegário também o é!” - que vive em Istambul e já com algum traquejo nas competições da UEFA. A sua isenção será crucial, evitando caseirismos e avaliações tendenciosas, garantindo assim uma luta de igual para igual.


Que seja um grande jogo, um grande espectáculo e que ganhe o Benfica!

CARREGA BENFICA!!!



GRÃO VASCO

20.11.11

A Enxurrada



Há coisas do arco-da-velha!

Se o dilúvio foi no sábado, na Figueira da Foz, como é que a enxurrada só apareceu ontem à noite, quando o Mondego passou por Coimbra?
No mínimo, um fenómeno inexplicável à luz de todos os compêndios cientifico-futebolísticos – o rio inverteu a sua marcha, deslocando-se da foz para a sua nascente, originando uma enxurrada impiedosa e catastrófica.
Uma noite em que o Mondego ajudou as lampreias na sua viagem para a desova…

A enxurrada levou tudo à sua frente!
Desta vez, levou grande parte da “famiglia” oriunda da Palermo portuguesa. Paradoxalmente, a outra parte, a que assenta arraiais em Coimbra – a camarilha do testa-de-ferro Dudu Simões - salvou-se…pelo menos por enquanto!
Por vezes as desavenças "à italiana" dão nisto – enteado “mata” padrinho, compadre “mata” compadre. Mas de uma à outra, venha o diabo e escolha…
O facto é que parte da “famiglia” desapareceu. As buscas para encontrarem o Bitó começaram logo, com os supermorcões numa azáfama endiabrada espreitando com tochas por debaixo da camioneta azul corrupta, vociferando impropérios, dizendo mal de tudo e de todos, mesmo da sua própria vidinha. Mas o rapaz merece e Giorgio di Bufa, o seu mentor, também. Desta vez, não foi qualquer “paixão” o bode expiatório da desgraça que desabou no relvado do Calhabé.

O velório logo começou.
Emanuel, com uma cara de enterro, incrédulo com o que tinha acontecido, algo comprometido e ainda puxando as suas calças para cima, ao contrário dos seus jogadores que desde o início do prélio arregaçaram as mangas das camisolas, mais parecia um eliminado do que um apurado. Depois, na conferência de imprensa azul e bronca, um controleiro azedo, destacado pelo grémio da fruta e das putas, cortou de tal modo o pio ao Bitó, que nem o deixou acabar de dizer a missa dos fiéis defuntos. E por fim, lá vieram os vândalos das bolas-de-golfe, dos isqueiros, das calhoadas e do terror, acender as velinhas (tochas) junto à camioneta da fruta.

Depois veio a Antena 1.
Tudo com um incrível “monco”, um “trombil” que ia do Freixo à Campanhã – relatadeiro, cumentadeiro e repórter – imaginando-se a ouvirem “Coimbra tem mais encanto na hora da despedida…” como música de fundo!
Um cenário patético mas saborosíssimo! Um mimo!
Mas o mais deprimente nesta estação radiofónica estatal é o desplante com que se dá guarida a um PASTELÃO, de nome Manuel Queiroz.
Pergunto, como é possível, os responsáveis pelos relatos de futebol nesta antena, manterem um fulano daquela estirpe, comentando os jogos?
O que me parece, é que o leitão da Mealhada e o espumante bruto das caves bairradinas emborcados antes dos jogos fazem mal a muita gente…

E por fim, a RTP Informação.
É raro ver os seus programas sobre futebol, mas ontem, era absolutamente imperdível, o programa de final de noite - Zona Mista.
Hugo Gilberto e Bruno Prata no seu “melhor”!
Convém aqui não esquecer, o serviço inestimável que Prata prestou ao grémio corrupto, quando escrevinhava alarvidades em série no jornal “Público”. Foram anos e anos de artigos recheados de um sectarismo e fanatismo atrozes, acompanhados de um cego, irracional e execrável anti-Benfiquismo. Hoje “actua” na RTP Informação, perante outro enviesado, ponta-de-lança do grémio corrupto na estação televisiva, mas também um autêntico descarado – Hugo Gilberto – a quem só falta entrar equipado no estúdio com a camisola azul e bronca, feita do tecido das barracas de praia.
Entretanto, para gáudio da audiência, foi visível a “satisfação” de João Gobern – o terceiro interveniente no programa. Não obstante a sua badalada conotação benfiquista, o seu raciocínio é escorreito e mostra a diferença entre um crítico sério e os ataques disparatados de clubite aguda dos outros dois.
Ontem, Gobern “secou” Pratas passando-lhe por diversas vezes atestados de imbecilidade, estupidez e burrice, ao mesmo tempo que ao triste do Hugo lhe ia demonstrando que a sua linguagem truncada e viciada era resultante do seu raciocínio adulterado, primário, maldoso e tendencioso – uma desonestidade intelectual, que numa estação séria seria imediatamente chutada com um valente pontapé no traseiro, recambiando-o para um Porto Canal ou mesmo para o departamento de comunicação do dito cujo.
Mais uma vez, este paupérrimo programa futebolístico veio mostrar que muitos órgãos de informação, como é o caso flagrante da RTP na sua vertente desportiva, não são mais do que veículos de propaganda pouco séria do grémio da Fruta, Corrupção & Putêdo. Nesta estação de TV, esse trabalhinho começou há muito e deve-se a quem por isso e já há algum tempo, foi princepêscamente premiado por esse feito e que hoje, como sabemos tem grandes responsabilidades na comunicação do referido grémio. Durante anos, seleccionou o que quis, como quis e quem quis, e hoje vemos uma infestação total por metro quadrado, de andrades morcões e morconas em todos os sectores da referida estação.
A administração da RTP tem de acabar com estas porcarias. Já não bastavam as “cantorias” de Manuel Fernandes Silva, ou melhor “Selva”, do António José Leite, do Pedro M. Martins, daquela carinha laroca importada do Bulhoun…eeee, Inês Gonçalves e quejandos, ainda temos de gramar com aquele vesgo do Gilberto, nestes e noutros programas como é o caso do Trio d’Ataque, que também já deixei de ver.

O que vale, é que pelo menos para a Taça de Portugal deste ano, já se acabou o despautério. Assim desejo que o mesmo aconteça para as restantes competições.

Ah!...E já me esquecia!
Congratulações aos andrades corruptos!

GRÃO VASCO

18.11.11

3 em 1

O costume!

Não há uma semana em que não apareça esta bicharada. A vulgaridade destes ataques, desejos e escárnios, já não chega para que os mais novos não saibam distinguir a grandeza e a nobreza de grandes instituições como é o caso do Benfica e a menoridade estúpida e básica de lagartunços e morcões contumilianos que sempre que podem e que os deixam, revelam a toda a hora um complexo de inferioridade deprimente e uma mesquinhez anti-Gloriosa absurda.


Tudo da mesma “raça”, tudo “cães de caça”, sejam Abéis, Ronaldos ou Heltons.
A “raça” do ódio cego e de um instinto persecutório e animalesco em relação ao Benfica e às suas Gentes.

Nestes casos, a nossa resposta deverá ser sempre e obrigatòriamente duríssima e implacável.

Começando por aqui,

http://www.ojogo.pt/27-322/artigo956981.asp


Abel, um lagartinóide arraçado, “treinado” e importado do Coio da Falperra para a submissão vergonhosa de Alvalixo, vomita fel contra quem teve a coragem de denunciar o clima de terror e intimidação que se vive no seu ex-grémio.

Passando por Madrid…

http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/Sporting/interior.aspx?content_id=727317


É por estas e por estas,


… Que o mais “bonito”, o mais “rico” e o mais “famoso” de Câmara de Lobos e arredores, está abaixo do nível normal da água do buraco da sanita da casa de banho de cá de casa.

Este rapazola nunca ultrapassou a menoridade mental e a postura agarotada que sempre teve. Resumindo – uns pés fabulosos a sustentarem uma “cabeça de alfinete”.

E acabando na inevitável Pocilga.

http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/Porto/interior.aspx?content_id=727018


Dispensa apresentações, este ridículo violeiro de pacotilha, que tal como a restante pandilha morcona azul e bronca, só “marra” no vermelho. Um complexo de inferioridade em relação ao Benfica que atinge a paranóia doentia só vista num hospício como o do Conde de Ferreira…

Enfim, o costume…

3 em 1 que é para ficarem logo despachados!

GRÃO VASCO

Mais logo, cuidado com o bicharôco!




Logo à noite, na Figueira da Foz, com a presença desta peça do apito, o Benfica terá de ter muito cuidadinho.

Se bem que este “artista” seja useiro e vezeiro em “complicar” a vida ao Benfica em jogos do campeonato e “descurar” as outras competições como é o caso da Taça de Portugal, cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém.

Portanto, as segundas-linhas que se cuidem, e arrumem o jogo cedo. Há que poupar a equipa para terça-feira, 22, em Manchester e para o derby de sábado, 26, com o lagartêdo - especialmente evitar lesões nos nossos defesas-centrais, cartões e expulsões.

Ah! ...E o JJ que não invente!



GRÃO VASCO

14.11.11

Ah! Gand’Eusébio!



«Alan não devia ficar ofendido» – Eusébio

Por Gonçalo Guimarães, em “A BOLA” online,

Eusébio abordou a polémica entre Alan e Javi Garcia, onde o jogador do SC Braga alegou insultos racistas do atleta do Benfica, e defendeu que este assunto não deveria ter tomado as proporções que atingiu.

«O Alan, do Braga, veio queixar-se que Javi chamou-o de preto. Ele é preto e devia de ficar ofendido se o chamassem de branco. Quantas e quantas vezes chamaram-me preto, mas nunca fiquei ofendido, porque sou realmente preto. Alan é um estúpido», defendeu Eusébio à margem da apresentação do novo livro de João Malheiro.

A referência do Benfica também colocou em causa a veracidade das declarações do jogador do SC Braga: «Além disso, ele até pode estar a inventar. Só estavam os dois. Como vamos saber. Agora, também já apareceu mais um a confirmar a história... mas conheço bem Javi Garcia».

Por outro lado, Eusébio também realçou que em nenhum momento ficou afectado com este tipo declarações: «Mesmo que fosse verdade, fui chamado tantas vezes, para ficar mais nervoso, e nunca me queixei. Tudo isto é muito triste, porque são colegas de profissão».

Afinal o Eusébio equipou-se novamente para jogar a 2ª mão.
Não satisfeito com o resultado obtido na primeira, resolveu enviar mais alguns balázios indefensáveis. Desta vez, o destinatário foi um palhaço circense que actua na pista da Pedreira – o tal Alan, a quem só faltou mencionar que tinha sido violado pelo Javi García nas escadas para os balneários…

Disse Eusébio, entre outras directas lapidares:

- Alan é um estúpido!

Ora nem mais!

Caríssimo “King”,

O meu obrigadinho por esta achega.


VIVA EUSÉBIO! VIVA O BENFICA!

GRÃO VASCO

13.11.11

À EUSÉBIO!



Eusébio diz que Sporting era “clube dos racistas”


12 Novembro 2011-Correio da Manhã


“Não gosto do Sporting. No meu bairro, era um clube de elite, da polícia, que não gostava das pessoas de cor, era racista”. É desta forma taxativa que Eusébio descreve a visão que tem do clube de Alvalade.


A antiga glória do Benfica revela que o Sporting não quis pagar a mesma verba que o clube encarnado e que não respeitou a sua família. “Assinei contrato com o Benfica, não assinei nada com o Sporting. É tudo mentira”, afirmou a antiga glória do futebol internacional, numa entrevista à revista ‘Única’, publicada este sábado. Eusébio conta que o clube encarnado pagou 250 contos à sua mãe e ao irmão mais velho, um valor que o presidente do Sporting da altura, Braz Medeiros, não pensou em cobrir.


Eusébio explica que apenas jogou no Sporting de Lourenço Marques, quando vivia em Moçambique, porque o treinador do Desportivo nunca o “deixou treinar” e porque a “mãe não percebia nada de futebol”.


Sobre o alegado rapto, Eusébio é peremptório: “Então se o Benfica me tivesse raptado, eu iria gostar de uma equipa que me tinha feito isso? Não gosto é do Sporting”. Para o ex-jogador, a história foi inventada porque, após três meses da sua chegada a Portugal, o clube de Alvalade percebeu o seu valor. E reforça: “Eu nem do Sporting de lá gosto, quanto mais do de cá. Tudo o que hoje sou é graças a mim, aos meus colegas e ao Benfica”.


Na mesma entrevista, o ex-internacional português diz ainda que só não jogou em Itália porque o António Oliveira Salazar, o “padrinho” como lhe chama e com quem se encontrou oito vezes na Assembleia da República, nunca o deixou sair de Portugal.



Eusébio não esteve com meias-medidas. Tirou as pantufas, calçou as “chuteiras” por um momento e zás! Aí vai disto!
Já está!
E está muito bem!
Certeiro, violentíssimo, colocadíssimo!

Godinho Lopes mereceu estas declarações de Eusébio. Estava a pedi-las a partir do momento em que se imiscuiu na alegada “estória racista” atribuída a Javi García, contada por um energúmeno da Falperra, sem crédito, e que através de constantes farsas, desprestigia a profissão que tem.
Godinho Lopes ficou a saber que “brincar” com respostas manhosas a perguntas mal-intencionadas é um abuso torpe e provoca um efeito “boomerang”.
Godinho Lopes, que nada tinha a ver com o caso, instado pelos jornalistas presentes na Gala da Confederação do Desporto de Portugal, começou por salientar que “nada tinha a dizer”, para logo a seguir “envenenar” a situação, apregoando que no seu grémio não há racismo, dando claramente a subentender que essa questão é com outros…
Ninguém lhe perguntou se o seu clube teve ou não práticas desse tipo, por isso, cortava o tema à nascença, metia a “violinha” no saco, e respeitava acima de tudo o Benfica e os seus jogadores.
Não resistiu ao complexo “Benfica” e entrou pelos caminhos tortuosos do costume…

Haverá certamente alguns çeportènguistas abespinhados com estas observações de Eusébio, mas Godinho e os “lagartos” ressaibiados do costume bem as mereceram.

Desportivamente, Eusébio foi o meu ídolo de infância e da minha juventude. E hoje, tal como no passado, continua a sê-lo, com mais uma enorme achega – é o maior símbolo vivo do “meu Benfica” e do “meu Portugal multirracial”!
Eusébio é preto!
Como se diz na gíria, “preto retinto”!
Leram bem?
E depois?
Eu sou branco.
E depois?

Por mais que o lagartêdo se esgadanhe e esganice, para as gerações vindouras, sejam elas de pretos, de brancos, de castanhos ou de amarelos, Eusébio ficará para sempre como uma lenda imortal do Benfica e de Portugal!

Eusébio “despejou” um pouco o seu “saco”. Colocou a História no seu devido lugar e não deu abébias.
Acima de tudo, corrigiu aquela cambada de mentirosos e anti-Benfiquistas que se entretêm a adulterar a História, distorcendo os factos, atropelando insidiosamente os protagonistas!
Para que fique registado, e acredito que só pela boa-vontade do “Pantera Negra”, cuja paciência tem sido mesmo “de preto”, é que alguma corja jornalística da nossa “praça” continua a desvirtuar os factos, num abuso inqualificável!

Como exemplo, tenho em mãos, um exemplar, ou melhor uma “obra-prima” do “record das petas”, alusiva aos 66 anos de Eusébio, uma edição datada de 2008. O seu autor, Rui Dias, e a camarilha responsável pela edição da publicação, e que chafurda e de que maneira todos os dias naquele execrável pasquim – Alexandre Pais, António Magalhães, Nuno Farinha, Bernardo Ribeiro e quejandos (TUDO BONS RAPAZES) – fizeram nessa data, um “trabalhinho” à altura.

O prefácio é de Artur Agostinho, um conhecido “lagartão” pelo qual tive algum apreço. No 1º capítulo, o título é “D. Elisa”, mãe de Eusébio, para logo a seguir no 2º ser “Sporting”, omitindo ser o de Lourenço Marques, hoje Maputo e com a particularidade de exibir a foto da equipa com o Eusébio, muito jovem, equipado com o respectivo pijama. Se calhar foram-no buscar à cama para tirar essa fotografia. No 3º é “Lisboa”, e só o 4º é que se titula “Benfica”. E é só aqui, na 11ª página que aparece Eusébio envergando o “Manto Sagrado”, ao lado de Costa Pereira e Mário Coluna!
Mais à frente, há capítulos para todos os gostos da lagartagem – sobre Damas, João Rocha, Carlos Lopes, Figo e Ronaldo. Só faltou Joaquim Agostinho. Talvez porque a sua bicicleta já estava enferrujada há algum tempo ou tinha os pneus furados!
Neste desfile de vedetas da côr do “record das pêtas”, tenho muita admiração por algumas, mas foram propositadamente ali postas para ofuscar Eusébio, o que demonstra a necessidade mórbida e complexada daquela corja de “recordistas” de dar mais lustro às estrelas de segunda grandeza comparadas com o esplendor de Eusébio.

Toda a publicação foi uma merda!

Na altura, insurgi-me contra esta peça “martelada”. Não tinha um “blogue”, ou outro meio de divulgação para expressar o meu descontentamento.
Mas para cúmulo deste abusos em que o lagartêdo é farto, na página 63, mais uma grande foto de Eusébio. Um grande plano com Eusébio vestido com uma camisola do Çeportèn, beijando uma Taça de Portugal, distorcendo-se premeditadamente a realidade, para depois na respectiva legenda a maliciosa corja dizer “não é para levar a sério”!
O facto é que o Benfica venceu essa Taça de Portugal e Eusébio, ao trocar de camisola com um jogador adversário, muito naturalmente vestiu-a. Ao tempo, insurgi-me contra esta publicação, inclusive telefonando para o jornal “O Benfica”. Não a esqueço e tenho-a bem “guardadinha”, para um dia, se puder, esfregá-la bem esfregada nas fuças de alguém.

Isto tudo porque há revisionistas complexados que querem torpedear a História e porque Eusébio, em consequência, resolveu “abrir o livro”.

E também só gostava de perguntar se o lucro dessa publicação foi dividido equitativamente pelo Eusébio…

A par do Benfica, este blogue é uma homenagem a quem, nos meus tempos de menino e moço me deu extraordinárias alegrias, com as suas formidáveis exibições, com os seus formidáveis golos, os golos do Benfica, os golos de Portugal!
Eusébio merece-a. E é por tudo isso que a sua imagem, retirada da estátua em sua honra, do Estádio da Luz, penta-replicada, encabeça o “Pinceladas Gloriosas”, tendo mais abaixo, noutra foto do grande fotógrafo e Benfiquista Nuno Ferrari (que morreu de emoção no velhinho Estádio da Luz), a evocação de um momento fantástico do célebre jogo Portugal-Coreia do Norte, quando o “Rei”, num momento dramático de uma derrota que estava a ser humilhante, carregava às costas, sózinho, a Selecção Nacional para uma recuperação extraordinária – de 0-3 para 5-3 com quatro golos seguidos.

VIVA EUSÉBIO! VIVA O BENFICA!

GRÃO VASCO

12.11.11

Godinho também caiu ao fosso...


Pelos vistos, não foram só os dois adeptos mencionados pela zelosa comunicação social afecta aos submissos que caíram ao fosso. Godinho, na ânsia de enfiar o pijama verde e branco ao Mantorras – não sei bem se é por este ser çeportènguista ou se é para homenageá-lo pelo hat-trick naquele célebre jogo em Alverca e em que o Çeportèn comeu 4-1 – voou literalmente para a cova funda de Alvalixo em busca da tão apregoada camisola.

Mais uma parolada provocatória do lagartêdo complexado.

Agora, só falta saber se com a invasão da cidade de Luanda por aquele bando de leões famintos de petrodólares e prestígio, Pedro Mantorras, apavorado, não terá feito o caminho inverso da bicharada leonina, escondendo-se no capim, algures na densa mata angolana.

Por estas coisas e ainda outras que vêm a seguir, a semana que está prestes a findar, foi um fartote!

O jornaleco da paróquia de Alvalixo, vulgo “record das pêtas”, lá continuou a tecer loas a tudo o que é Çeportèn, ultrapassando os limites da decência jornalística e entrando numa verdadeira espiral de demência pacóvia e provinciana.

É que trazer para uma das suas capas desta semana a beatificação de um tal Capel, só reforça a ridicularia em que o jornaleco e o seu director já há muito tempo caíram. Pais, “o careca da quinta”, nestas coisas mais um malandro de urinol anti-Benfica do que pròpriamente um jornalista, decerto que se abalançará ao lugar do cardeal D. José Saraiva Martins, Prefeito da “Congregação para as Causas dos Santos”, tamanha foram as carpiduras e as parangonas no pasquim, no sentido de santificarem o dito Capel. Até o nome do rapaz se insere neste beato contexto e no melodrama do mergulhanço atabalhoado dos dois fãs no fosso fatídico.

Se por acaso estes factos tivessem ocorrido com o Glorioso, a esta hora os pasquineiros das pêtas já teriam colocado na capa do jornaleco, fotos do fosso em vários ângulos e alertado para o facto do Estádio da Luz ser um dos locais mais perigosos do mundo…

Tudo tem servido ao jornaleco para manter o Çeportèn em cima do andor. Então a última foi confrangedora.

Referindo-se ao jogo em Luanda, entre a selecção Angolana e o grémio submisso, surge on line, o anúncio de que o estádio estaria com a lotação esgotada. Porventura, os iluminados do costume esqueceram-se de que a televisão iria estar lá. A decepção foi o desfecho óbvio – um estádio vazio, com menos de metade dos lugares ocupados.

Este “record das petas” continua uma lástima!

Quanto a Godinho, depois de vê-lo naquele afã para justificar a deslocação a terras africanas, presumi que não tivesse caído de cabeça ao fosso. Mas pelos espalhanços desta semana cheguei mesmo a duvidar…

Primeiro a questão dos bilhetes para o derby continuou na sua agenda. Tanto insistiu nos 10.000 que com alguma boa vontade o Benfica enviou-lhe os 3425 da praxe.

Depois, em vez de evitar comentar situações alheias – caso Alan e demais bandalhos versus Javí García (que sózinho, de início, chegou para eles todos) – não se coibiu de “debicar” algumas indirectas, armado em guardião de virtudes, falando em racismo como que os outros é que o praticassem. Bem levou nas trombas para trás na própria Gala onde tudo isto ocorreu, com as palavras inequívocas e categóricas de LFV no seu discurso de agradecimento.

Não satisfeito, lá veio a seguir com o complexo “Mantorras” – uma parvoíce bem à medida dos recentes presidentes do Çeportèn. Só faltaram as maracas, com o Cotonete a cantar o kuduro e o Dias Palito a dar ao rabo com o dito cujo ao canto da boca…

Para finalizar esta brilhante “exibição”, não poderia faltar um bom momento de humor, e assim, Godinho, ao referir-se à digressão?!? do seu grémio a Angola, declarou que “os objectivos são institucionais” (record) e como “um símbolo nacional” (rádio cinco).

Só que a “institucionalidade” do acto, correspondeu nem mais nem menos a um cachet de 800.000 dólares, ou melhor, petrodólares, um tipo de dinheiro a que em tempos, o seu inefável colega, agora presidente da AG do grémio çeportènguista, um tal Carlos Barbosa dos automóveis, tanto criticou na sua recente campanha eleitoral, numa clara alusão a presumíveis investimentos angolanos feitos no Glorioso.

Na selva, são os leões e os babuínos. Aqui, “neste país à beira mar plantado” este tipo de fauna incorrigível!

Com tudo isto, trouxeram por fim, de Luanda, quatro secos e deixaram ficar um rasto do (des)prestígio da tal representação nacional?!? com que se autointitularam. Para a história, fica o resultado “brilhante” e o malote bem recheado com os tais petrodólares, outrora vilipendiados pelo bacoco do automobilismo…

Isto é o Çeportèn!

A fobia do dia 26 na Luz, é tanta, que até se esqueceram que tinham um jogo com a selecção Angolana e terão em breve, um jogo decisivo com os “brácaros” para a Taça de Portugal.

Se tudo isto tivesse acontecido com o Glorioso, imaginem o alarido!

Lá viria a alusão ao desrespeito pelo Povo Angolano pela presença de vários juniores no onze inicial. O que vale é que quando o Benfica lá foi na época passada, apresentou-se com todas estrelas e com a equipa principal, com a particularidade de ter jogado todo o plantel, ter ganho e feito a exibição adequada a um jogo comemorativo da independência do país, presenteando os angolanos com um espectáculo digno do cachet que foi cobrado, sem necessidade de recorrer a “nacionalismos” institucionais e bacocos.

A talhe de foice, para o “record das pêtas” on line, foi uma goleada banal de um “leão jovem”…

É por estas e por outras que para aquela gajada pasquineira, nem um cêntimo!

E para os submissos que mandem lá tapar o fosso, pois senão lá continuaremos a ver estes tristes espectáculos, com aquela malta a atirar-se de cabeça!


GRÃO VASCO

9.11.11

Conspirando...


(Clicar na imagem)

Ontem, na Pedreira um aprendiz do Cerqueira de Palermo disse:

- Agora é todo o grupo! Depois os capitães assinam, ok?

Como era insuficiente a farsa de domingo e a infâmia de segunda-feira, em mais uma tentativa torpe e soez de branqueamento da violência e selvajaria que impera numa arena circense de nome Pedreira e que é a antítese do Minho fidalgo de bem receber, tal como os ratos da história da flauta mágica, obedecendo a um ordenança do mestre azul e bronco de Palermo, numa hipnose doentia anti-Gloriosa, lá foram eles – brancos, pretos, louros, amarelos, ruivos, hispânicos, com tranças, encaracolados, calvos ou de carapinha, mas todos MACACOS espertalhufos! - arengar outra vez contra o “murciano racista” e tirar desforço da frontalidade de quem bem conheceu os cantos à casa na época passada.

Ao contrário de muitos, que como virgens ofendidas se esganifaram exasperadamente na Gloriosasfera pela postura serena e cuidada do Glorioso, querendo que se fizesse imediatamente “sangue”, o tão criticado “Orelhas”, no local exacto e na hora certa, enviou a melhor mensagem contra este tipo de guerrilha suja.

A vingança serve-se fria…

“Atrás de tempos, tempos vêm” e nessa altura os golpes de misericórdia serão sem piedade e sem perdão!

É que os Benfiquistas não têm a memória curta.


GRÃO VASCO

A piada mais mentirosa da semana!

  
GRÃO VASCO

7.11.11

Um Proença acobardado e a impunidade de dois sacanas!




Afinal Pedro Proença só é valentão no Centro Comercial Colombo e perante “Américos” candidatos a especialistas em estomatologia, vulgo médicos dentistas.
Esse atrevimento de ir tirar satisfações a alguém que lhe dirigiu justificados impropérios, valeram-lhe duas sérias avarias na cremalheira dentária.

No Minho hostil e incendiário, retratado numa Pedreira cada vez mais mafiosa e selvagem, bem ao estilo da Pocilga de “la Palermo portoghese”, Proença acagaçou-se, ou melhor acobardou-se.
Ontem, mais uma vez demonstrou na prática as premeditadas acções do seu pesado e complexo subconsciente e que já vêm de longe – permitiu que da parte do adversário [inimigo] do Benfica, fossem cometidas as mais diversas ilegalidades e atropelos, pactuando com tudo isso, exibindo uma leviana parcialidade e uma cobardia atroz.

O que aconteceu ontem na Pedreira foi uma arbitragem cobarde ao serviço do que de mais há de sujo e rasteiro no futebol indígena.

1ª Parte.

Luisão foi ostensivamente agarrado por Douglão na grande área bracarense. De facto, Luisão e Douglão são demasiadamente pequenos para que a vista grossa de Proença alcance tamanho agarrão.
Apito e penalty para o bolso!
Gaitán é agredido de uma forma animalesca por Djamal.
Pedro Proença encolhe os ombros e o cartão vermelho. Cobardemente mostra o amarelo ao jogador do Sp. Braga.
A luz vai abaixo, bola na posse dos jogadores do Sp. Braga, com estes tentando uma transição rápida para o ataque. Pedro Proença deixa andar…Emerson corta a jogada, avançando com a bola dando início a um contra-ataque do Benfica. Pedro Proença interrompe o jogo!
Benfica por cima. Iluminação do estádio três vezes abaixo!
Muita conversa e continuação da ‘palhaçada’, melhor ‘proençada’!
Emerson de costas para a bola, com a dita cuja, a bater no braço do azarento jogador do Benfica.
Penalty de imediato!

[Golo do Braga e uma putéfia verde submissa na mesa do lado a guinchar histèricamente como se estivesse a ser triplamente violada!
Benfiquistas serenos!]

2ªParte.

Benfica empata.
Golo do Benfica!

[A putéfia, de cornadura enfiada no jornal  ‘correio da manha’, a fazer uma busca aos anúncios de vida fácil e a tentar decifrar na ‘sopa’ de letras a palavra ‘broche’.
Benfiquistas serenos!]

‘Charutada’ de Alan em Javí García. Amarelo tímido para o infractor. Curioso. Na época passada, Xistra com a zelosa ajuda de Cardinal (o tal do cachecol azul e bronco) despachou Javí para os balneários por muito menos.

A vaidade de Pedro Proença cega-o. Tal e qual como Benquerença. Sensato seria pedir escusa aos jogos do Benfica e melhor seria arrumar o apito e fazer um bom seguro à sua cremalheira dentária. ‘Américos’ é o que mais há neste mundo! E a seguradora da Pedreira pode bem ser a eleita. Até está mais à mão.

Depois disto apetece-me vomitar. Estou enojado, mas tinha que denunciar esta despudorada cobardia camuflada e subconsciente que começa a ser mais do que doentia!

E vou vomitar mais após o que li há poucos minutos nas declarações de dois safardanas – um que agrediu bàrbaramente Gaitán (Djamal), outro, um energúmeno que usa a filha-da-putice e a ronha da bandidagem do coio da Falperra para justificar uma entrada assassina a Javi García (Alan). Esta gajada, incivilizada, autênticos selvagens à solta nos relvados do Minho, de um ódio profundo e injustificável ao Benfica e às suas Gentes merecem ser “esmagados” como se esmagam as baratas – com a sola do sapato e depois jogá-los para a sarjeta mais próxima!
Alan não consegue ser preto! Nem branco, nem amarelo, nem mulato!
Alan tem realmente uma cor. A cor da merda azulada, a cor da patifaria! E fica-lhe tão bem com aquelas tranças de analfabeto com muito dinheiro no bolso...

Cães!


GRÃO VASCO

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