24.12.11

Um Feliz Natal!


Agora é que é!

Hoje é dia 24, dia da Consoada.

Por isso, desejo a todos os Gloriosos Companheiros, umas Festas muito, muito FELIZES!


GRÃO VASCO

23.12.11

O novo homem de Neanderthal



No fosso de Alvalade “floresce” uma nova “civilização”.

Esta foi a sua segunda aparição, pois a primeira ocorreu no lugar sagrado do Glorioso que ele pisou e “profanou”. O homem de Neanderthal volta a proliferar como nunca se viu, agora sob a capa de um ex-polícia grosseiro e incendiário – autêntico paradigma do até agora pressuposto extinto hominídeo – deambulando e vociferando ferozmente pelas “cavernas” submissas do visconde falido.

GRÃO VASCO


Números de circo, velhos e gastos



 Nesta quadra natalícia, o circo da Pocilga desceu à cidade.

Como em antigas promoções circenses, é vê-los lambuzados nas verborreias de um Guedes paineleiro, nas andas manhosas de um Aguiar ou nas sebosas macacadas de um Mandril Serrote, cheirando o rabo corrupto de um Giorgio descarregando metralha fedorenta em todas as direcções.

É assim a vida, antes do espectáculo no circo da Pocilga.

E depois lá vêm os números.

Como sempre, os palhaços são os reis da festa.

“São os que se saírem, ficam felizes à mesma”.
“São os que assinam em cinco segundos e vão à vida”.
“São os que esperam pelo Xeque das Arábias”.
“São os que esperam pelos cheques do oitavo andar da Torre das Antas”
“São aqueles que não se importam de ficar cinco anos no Freixo, a servir de faxinas”.
“São os que se sentem seduzidos pelo grémio corrupto e optam por ficar recebendo menos”.
“São os que se voltam para o público nas bancadas a gesticular que precisam de pão para a boca”.

Depois lá vêm as feras amansadas.

“Todos os Luíses Guilhermes e a sua corte de APAF´s deste país com o rabo metido entre as pernas, quando “O Madaleno” – superiormente caracterizado por Afonso de Melo no jornal “O Benfica” – lança os seus execráveis eflúvios.

“Papagaios Gilbertos e Manéis da Selva amestrados, de uma CS suja e manipulada de calças arriadas e pernas abertas”.

Por fim, aparecem os defraudados.

“São os que ficam a berrar em Liège, na Bélgica”.
“São os que ficam de mãos a abanar no Funchal, na Madeira”.

Enfim, o circo continua…

Até quando?

Pois, infelizmente continuará durante muito, muito tempo.

Tal como o país, tudo isto fede tanto que até tresanda!


GRÃO VASCO

22.12.11

Dois pesos e duas medidas

Em 13/Nov-11, o pasquim desportivo do censor on line, a propósito da derrota do Benfica com o çeportèn em andebol, trazia este título, realçado com foto de três rapazes envergando o pijama habitual:

- “CONTRA-ATAQUE MORTÍFERO DO SPORTING DÁ GOLEADA NO DERBY (26-17)”.


Portanto, a diferença foi de 9 golos e foi considerada “goleada”.

Em 21/Dez-11, que foi ontem, o mesmo pasquim, sobre a 17ª jornada do campeonato nacional de andebol, dizia “simplesmente” isto:

 - “FC PORTO NA LIDERANÇA, SPORTING ATRASA-SE”.



Em letra miúda, pode ler-se ainda:

- “O MADEIRA SAD, QUE NO FIM-DE-SEMANA VENCEU O BENFICA NO FUNCHAL, FOI A LISBOA VENCER O SPORTING POR 33-25".

Como podemos constatar, para este nojo de redactores deste jornal desportivo promíscuo e conspurcado, a diferença de 9 golos é uma goleada. Já a de 8 golos é uma derrota normalíssima, justificada ou ressalvada, à cautela, com a derrota do Benfica com o mesmo Madeira SAD na jornada anterior…

ISTO É INFORMAÇÃO SUJA, SECTÁRIA E MANIPULADA.

Em 13/Nov-11, por sua vez, o “record das pêtas” on line – que está transformado num concorrente rasca da Penthouse ou da Playboy – com direito a foto da malta do pijama, atira:

 - “SPORTING CILINDRA BENFICA 26-17)”.



Hoje, à 01h e 45m passadas umas boas horas sobre o fim da jornada de andebol e quando a maior parte das pessoas estão no seu primeiro sono da noite – provàvelmente é por estarem a dormir, pois assim não lêem as notícias… - é que lá veio a consternada "nova" sobre a vitória por oito golos de diferença com que o Madeira SAD brindou o çeportèn em sua própria casa, titulada penosamente desta forma:

- “TOMBA-GIGANTES CAÇA UM LEÃO SEM GARRAS”.



Depois, em letra mais pequena, vai dizendo:

- “MADEIRA SAD SUPERA SPORTING”.

E para finalizar, em letra ainda mais pequenina, a muito custo, escreveram que o çeportèn foi goleado!

“Os petas”, tal como os seus primos da Travessa da Queimada, lá fizeram mais uma notícia, exactamente como as caras deles!

 Do “CILINDRO” da outra vez, é que nem vê-lo!

Como agora a derrota foi de sinal contrário, mas por menos um golo – a diferença, para eles, entre perder por nove e perder por oito é realmente significativa… - o “cilindro” fugiu pela rua abaixo…

Bandalhos!

ISTO É INFORMAÇÃO SUJA, SECTÁRIA E MANIPULADA.


Por isso, para aqueles Caros Companheiros que continuam “inocentemente” a comprar este lixo jornalístico em papel, seria bom acabarem com a “mama” a esta cambada de biltres.


GRÃO VASCO

19.12.11

"O limpa-rabos"


Pergunto se este apitadeiro de nome Duarte Gomes, que ontem fez o papel de “limpa-rabos”, enfeudado a interesses de outrora, veio de corda ao pescoço ao átrio do Templo Sagrado implorar clemência depois de se ter “enganado” no penalty que marcou contra o Benfica num jogo com o çeportèn, quando Jardel fez aquele mergulho monumental, uma simulação grosseira que todo o mundo viu e as câmaras gravaram para a eternidade.

A realidade ontem foi bem diferente.

À época, passou pelo assunto como “cão por vinha vindimada”, mas agora “borrou-se” todo perante as declarações do cacique do grémio assumidamente corrupto.

Cardinali, já tens substitutos para os teus palhaços no circo!

GRÃO VASCO

As façanhas de Godinho I, rei dos Minimeus


 Godinho I, rei dos Minimeus

“É um candidato que não tem categoria para ser a terceira categoria do Vale e Azevedo – Godinho Lopes dixit em relação a Bruno Carvalho, seu concorrente directo à liderança do grémio submisso.

Esta foi uma das primeiras bojardas de um discurso sujo, doentio e obsessivo que o Lopes-dos-navios-hotéis-da-Expo98 – arguido num processo com o mesmo nome e ilibado por insuficiência de provas…- usou para o assalto ao poder no reino dos Minimeus no Fosso do Lagartêdo e que se tem prolongado até hoje.

Como o nome indica, minimeu é um ser pequenino, mínimo, que faz lembrar os lilliputianos das viagens de Gulliver. God…inho é disso um flagrante exemplo.

Quando se estreou nos ataques rasteiros ao seu opositor mais ameaçador, Bruno Carvalho – um candidato de ruptura apoiado e financiado por uma duvidosa e suspeita sociedade de investimento russa – durante a corrida à liderança do seu grémio, logo se serviu acintosa e estùpidamente de alguém ligado ao Benfica e às suas Gentes, usando a célebre frase que serve de introdução a este post.

Em vez de olhar para dentro do seu reino desbaratado, falido e submisso e citar como exemplos as sagas vergonhosas de alguns dos seus homólogos leoninos de outrora, como foi o miserável percurso de Jorge Gonçalves que fugiu para Angola onde esteve vinte anos, esperando que os seus crimes prescrevessem, escapando assim à justiça portuguesa e ficando definitivamente impune, ou ainda o obscuro processo de enriquecimento de Sousa Cintra, um boçal que disse à boca cheia que “queria pôr o Benfica de joelhos”, tipificado nos seus mandatos no Fosso do Lagartêdo como o protótipo mais fiel do bronco-analfabeto lusitano, lançou as habituais manobras de diversão, atirando as primeiras farpas ao “pai” de todos os seus complexos e temores – o Glorioso da Águia da Luz – na pessoa de Vale e Azevedo.

Poder-se-ia considerar um momento infeliz, mas com o andar dos tempos, lamentàvelmente, veio a verificar-se que essa seria uma norma de conduta recorrente de conflitualidade latente.

Se a sua eleição foi mais uma farsa da decadente aristocracia do reino do Lagartêdo - com a lista do seu opositor principal a ter significativamente mais votantes do qualquer das outras, perdendo à mesma, para após o escrutínio, os boletins de voto se terem esfumado por entre dedos hábeis dentro de um saco de plástico preto - contestada violentamente pelos seus opositores, motivando desacatos e cenas dignas de um far-west de faca na liga à portuguesa ou mesmo de um filme da antiga guerra-fria com o título, “O perigo vem de Leste”, o seu consulado, tem-se pautado por uma estratégia bem ao estilo do seu homólogo da “Palermo portuguesa”, mas numa versão muito mais tosca, de constantes provocações baixas ao Benfica, misturadas com fanfarronadas e bazófias, mais apropriadas a um chefe de ianomanis de uma qualquer tribo da Amazónia ou de pigmeus das selvas do Katanga.


Com a ajuda de uma corja de sabujos anti-Benfiquistas primários da comunicação social afecta ao seu reino submisso, tem tentado desvirtuar factos, criando um clima efervescente, “incendiando” de uma forma torpe diversas situações sempre que o Benfica está presente.

A sua postura de “rei dos minimeus” teve até agora vários episódios que definem bem a sua menoridade complexada em relação ao Benfica e às suas Gentes.

Para as eleições da federação de futebol, quis demarcar-se da posição do Glorioso, começando a cagar e a tossir, mas a inevitabilidade do apoio maioritário dos clubes da I e da II ligas ao candidato que era apoiado também pelo Benfica, fê-lo amansar e alinhar por essa posição comum. Uma indefinição que levou um dos seus vices, neste caso o anafado Duque, a alinhar à descarada pelo outro candidato.

Tal como o velho leão da savana lambendo as suas feridas, lá foi a corte dos minimeus, liderada por Godinho I, para terras africanas dar de beber à dor provocada por anos e anos de um jejum infindável e procurar os petrodólares tão criticados pelo minimeu de quatro rodas, Carlos Barbosa, presidente do ACP e integrante da lista de Godinho nas memoráveis eleições para líder do reino do Lagartêdo. A quimera de uma nova evocação de fervor clubístico de outros tempos, traduziu-se num estrondoso fiasco – o grupo excursionista de futeboleiros deixou uma péssima imagem a nível desportivo no relvado do Estádio 11 de Novembro, quase às moscas, acabando por defraudar os últimos abencerragens dos minimeus em Angola, sendo copiosamente batidos pelos “Palancas Negras” por uns rotundos quatro a zero.

Esta folclórica digressão?!? a Angola não podia passar sem mais um episódio caricato e que acrescentou o toque anedótico que faltava a mais esta aventura fracassada dos minimeus do Lagartêdo. Godinho, que dias antes e perante o presidente do Benfica não se tinha coibido de fazer mais uma provocaçãozinha reles, dizendo que era seu desejo em Luanda, vestir a camisola do seu grémio a Pedro Mantorras, ex-jogador do Benfica, viu as suas “boas” intenções completamente goradas. Segundo rezam as crónicas, o rapaz, apavorado, mal sabendo que Godinho tinha aterrado no aeroporto de Luanda e informado já daquela azáfama cosmopolita de lhe enfiarem à fina força um artefacto indesejável, escondeu-se de imediato no capim, enquanto o inefável minimeu, perdido e acabrunhado, o procurava pelos muceques de cubata em cubata, ao som de batucadas e com passadas de kuduro. Por fim, e para alívio do Mantorras, lá acabaram por equipar com o pijama verde branco da aristocracia falida, meia-dúzia de macacos gibões e dois chimpanzés, propositadamente apanhados e despachados do interior da selva angolana para esse fim…

Mais uma vez Godinho no seu melhor…

Após um choro lancinante e calimerêsco, apoiado pelo baronato bipolar do reino, por stromps catatónicos e por um coro de carpideiras profissionais da CS – as “putas rascas leoninas” disfarçadas de “virgens ofendidas”, traumatizadas há mais de meio século pelo sucesso do Glorioso e que chafurdam nos esgotos lúgubres das rádios e tv´s e nos bidonvilles dos pasquins desportivos – conseguiu inverter o papel do seu grémio, que de pressuposta e enganadora “vítima” passou a “carrasco” num curto espaço de três jornadas, vindo a “segurar-se” e a segurar Domingos – um treinador que desde que exerce, já gastou resmas e resmas de lenços de papel devido ao seu pranto crónico e convulsivo - ao longo de sete jornadas com a ajuda de penaltys e consecutivas expulsões de jogadores das equipas adversárias, pensando também que usando esse estratagema de contínua chicana calimérica, poderia derrotar o Benfica na Luz, embalando para a liderança da Liga.

Para atingir este objectivo, vários incêndios foram sendo ateados com antecedência, sempre com o silêncio cúmplice ou com a participação da côrte dos aristocratas dos minimeus e do seu monarca. Durante dois meses, minimeu Barroso-maus-fígados, no programa semanal da TBI, tentou “martelar” a vitória do seu grémio contra o Benfica. Não contente com as suas habituais fanfarronices, incendiou ainda mais o derby, apelidando de “jaula”, a zona de segurança e conforto que os seus correligionários iriam ocupar no jogo da Luz. O bobo-do-palito e o maninelo-das-estatísticas “estrelas” mediáticas dos minimeus em outras estações televisivas – considerados lixo pelas agências de rating de paineleiros - também iam ajudando à festa.

Logo a seguir e lançando mais rastilhos, o monarca dos minimeus do Lagartêdo tergiversou sobre racismo e com um discurso manhoso foi lançando mais areias movediças para o pseudocaso Javí/Alan. Nesta situação, quem não esteve com meias tintas foi Eusébio, e preto no branco, escachou forte e feio no bracarense e no grémio do visconde. Com o caldeirão a borbulhar e prestes a transbordar, o foguetório continuou com a recusa da “fina flor do entulho dos minimeus” em aceitar os lugares e os camarotes que por inerência lhes estavam atribuídos. Associando esta atitude canalha, à falsa e provocatória questão dos bilhetes e à ida voluntária dos chefes-de-fila dos minimeus para a tão afamada “jaula”, estava criado um ambiente explosivo que serviria de justificativo para uma eventual derrota.

Foi exactamente o que veio a acontecer com o indigesto golo de Javí García. Nem de propósito!



Assim, a menoridade desportiva do “rei dos minimeus” continuou a propagar-se contagiando a populaça. A sua ausência do derby, com a desculpa esfarrapada de uma “oportuna” doença – segundo fontes fidedignas, terá sido um acesso febril motivado por um pêlo encravado na pele dos colhões - e a atitude irresponsável de um ex-polícia, um incorrigível pirómano verborreico, vice do monarca e descendente de uma linhagem de ferozes trogloditas, parentes afastados dos Flintstones da Idade da Pedra – contribuíram para o ponto de não retorno, culminando com alguns minimeus a incendiarem selvàticamente as bancadas do Templo Sagrado.

Uma profanação imperdoável.


Azêdo pela derrota inapelável e não contente pelos actos incendiários de toda uma corte de minimeus completamente loucos e desvairados, continuou a sua fuga para a frente, optando por manobras de diversão, emprenhando pelos ouvidos, recorrendo a insinuações, aludindo a factos “graves” passados no corredor de acesso aos balneários, tendo como protagonista o presidente do Glorioso e esquecendo-se de condenar com clareza e firmeza o procedimento criminoso dos adeptos do seu grémio, optando por dizer tìmidamente que “não se revia naqueles actos”, tentando passar uma esponja infame num crime de fogo-posto, e assim, de uma forma torpe e canalha, lançar o odioso para as autoridades policiais e bombeiros e para as hostes do Benfica na pessoa do seu Presidente.
Se calhar, e por este andar, aquele bando de minimeus ainda vai forjar um sósia do Vieira com uma tanga de pele de leopardo a tapar-lhe as partes fodengas e pô-lo a cagar de cacete na mão à porta do balneário dos minimeus… gravando assim mais uma ridícula bambochata.
Todo o mundo espera ansiosamente a divulgação das gravações. Até à data, nada!

Godinho, minimeu entre minimeus

Enganou-se, e como consequência disso arrotou uma fedorenta azia, atiçando todos estes focos de incêndio acompanhados de estertores que quase o atiraram para o fosso de todos os trambolhões, o célebre Fosso do Lagartêdo.

Mas a fobia anti-Gloriosa não pára. É como uma doença crónica, irreversível, que se arrasta e se agrava cada vez mais.

E assim, surge “como que por encanto” o apoio declarado do monarca minimeu a uma possível candidatura de Couto dos Santos a presidente da Liga de Futebol numa jogada de antecipação saloia. Se para a FPF foi por arrasto, agora veio debruçar-se à varanda. O que parece é que a ida ao circo lhe fez muito mal. Para já confundiu palhaços com domadores e contorcionistas com acrobatas. Com o “Capo do peido” sèriamente preocupado com a liquidez do seu grémio corrupto, pois para as bandas de Palermo parece que só começa a haver, e não é para todos, “pão com marmelada”, quando dantes havia “caviar e lagosta” à tripa forra, nem que viessem importados das tão badaladas off shores ligadas aos mafiosos do Freixo, é possível que Godinho consiga mas é “um coito feito num oito”.

Logo a seguir, a novela “Ricardinho”, estimulada pelo “record das pêtas” e que colocou em alvoroço a trupe de minimeus do Lagartêdo. Por sua vez, nos blogues da Lagartêdosfera a masturbação mental era total. Espumavam e rejubilavam com o reforço vindo do CSKA de Moscovo.
Azar!
Desvaneceu-se o sonho, quando em pleno Benfica-lagartêdo em futsal, Ricardinho apareceu nas bancadas a apoiar o Glorioso de cachecol vermelho ao pescoço e dizendo que a jogar em Portugal só jogaria pelo Benfica. Passadas uma horas, a confirmação de que o melhor jogador de futsal do mundo iria mais meia época para a Luz.

Baba e ranho a granel e mais um número de circo imperdível!

Entretanto lá veio mais uma notícia extraordinária do reino do Lagartêdo. Os minimeus, em parceria com uma empresa local, iriam abrir uma academia a trinta quilómetros do Huambo, em Angola.
Apoio em recursos humanos e logísticos, blá, blá, blá, blá…
E o dinheiro, onde está?
Parece-me outro número de circo.

Por fim, não quero deixar em branco a página das efemérides. Não tendo grandes datas para comemorar, resolveram mais uma vez dar uma ênfase especial a um resultado contra o Benfica ocorrido há vinte e cinco anos. Em conluio com a matilha de minimeus frustrados que deambula na lama dos media, elegeram o 14 de Dezembro como uma data histórica na vida do reino do Lagartêdo só faltando mandar rezar umas missas e fazer as romagens habituais.

As tentativas de achincalho ao Glorioso são mais que muitas, mas os minimeus batem à porta errada.

É que quando evocam os números de há vinte e cinco anos estarão sempre a lembrar-se da humilhação de Março de 2009, quando passaram a ser o grémio português com o acumulado mais pesado e vergonhoso numa única eliminatória em competições europeias.
12-1 no total, com 7-1 e 5-0 nos parciais é um score inédito. Portanto marquem já no calendário os dias 25 de Fevereiro e 10 de Março. É que estes dias de 2009, tempos do consulado de Jameson Distillery, foram dias de minimeus…e do Bayern de Munique, com muito amor e carinho…




E assim vai o triste reino dos minimeus e a vida atribulada do seu monarca, Godinho I.



GRÃO VASCO

17.12.11

A Toooodos um Bom Nataaaaal!


5-1 a fechar o ano!
Uma vitória que deixa qualquer adepto satisfeito.
Uma guloseima natalícia bem degustada e acompanhada até com uma surpresa inicial que por alguns minutos deixou a Luz numa interessante expectativa.

Indubitàvelmente, e mesmo com imponderáveis como foi o de ontem, naquele golo do Rio Ave, a equipa do Benfica tem mostrado atributos que estimulam até o adepto mais pessimista e descrente, a confiar numa supremacia técnico-táctica evidente que resulta em vitórias claras e sem mácula. Se associarmos a esta supremacia, índices motivacionais elevados, podemos e devemos acreditar que a segunda metade desta época poderá proporcionar a todos os Benfiquistas muitas e grandes alegrias.

No entanto, a alta competição não se compadece de lapsos grosseiros ou de “facilitanços”. Se há mérito, e muito, de Jorge Jesus em toda a performance do Benfica no campeonato da liga, e num percurso europeu – pré-eliminatória, play-off e fase de grupos da Champions League – consistente, de grande nível e até agora invicto, e que são dignos dos maiores encómios, da mesma maneira não se pode esquecer o recorrente e imperdoável “descuido” do treinador numa ida à Madeira que custou imediatamente a eliminação prematura numa competição cujo título há muito foge ao Benfica.

Se os votos de um feliz e merecido Natal são recíprocos entre adeptos e clube – neste caso todo o grupo do futebol profissional do Benfica – os votos de um Ano Novo pleno de sucessos, estará sempre relacionado com a forma como Jorge Jesus e o seu staff irão gerir os grandes acontecimentos em que o Benfica estará envolvido nos meses de Fevereiro, Março e Abril.

E Jorge Jesus sabe bem que nesse trimestre estará a chave da sua carreira e do seu futuro a médio prazo. Ser campeão nacional e ir muito longe na Champions League serão trunfos imprescindíveis para manter o seu trajecto de treinador conceituado na UEFA. O inverso relegá-lo-á para os inevitáveis clubes turcos, árabes, cipriotas e afins.

Até ao início de Janeiro haverá tempo suficiente para ajustar estratégias, redefinir o plantel, retemperar forças e consolidar todo o grupo.

A vontade é enorme e comum, ou não fosse mais que evidente, de há seis meses para cá, a simbiose que existe entre a direcção, jogadores, staff técnico e massa associativa e adepta, como ficou bem patente naquela soberba manifestação de Benfiquismo dos extraordinários “Bravos do Pelotão” - os que "lutavam" estòicamente no relvado e os que frenética e incansàvelmente os apoiavam nas bancadas - que com uma Alma Imensa, numa noite épica na Velha Albion, silenciaram por completo Old Trafford, o “Teatro dos Sonhos”.

“Humildade e Esperança” – ouvi ontem da boca de Jorge Jesus.
Esteve bem!

É assim que os Benfiquistas querem!
Simples, à Campeão!

Assim seja!



GRÃO VASCO

15.12.11

Amanhã em Nyon anda a roda


Amanhã em Nyon, pelas 11 horas, vai andar a roda.

A expectativa é grande e cada um de nós terá a sua preferência quanto ao adversário que irá tocar em sorte ao Benfica.

A minha escolha recai no AC Milan.
O historial com o Benfica é longo, embora com pendor favorável para os italianos.
A primeira mão da eliminatória seria jogada em S. Siro e depois o AC Milan viria jogar à Luz. Uma segunda mão com o Templo Sagrado repleto, se o resultado em Itália fosse equilibrado seria óptimo, muito embora se nos calhar em sorteio qualquer outra equipa acredito que a lotação também esteja esgotada.

Mas adivinho, adivinho só o mestre Albes do Celse e os seus anões amestrados.

Quem não quero são os Olympiques de França.

Os oitavos-de-final decorrerão entre meados de Fevereiro e meados de Março do próximo ano, e até lá muita água correrá debaixo das pontes, pelo que haverá muito tempo para preparar os desafios e colmatar possíveis lacunas na nossa equipa.

O sonho comanda a vida, e não obstante as probabilidades, à medida que se avança na prova serem cada vez mais reduzidas, pois os colossos europeus aparecem em maior número e cada vez mais ameaçadores, o que é certo é que cada vez mais também estamos mais próximos da meta. Teremos de ter sempre a noção clara da nossa dimensão e que a partir de certa altura do percurso, cada passo conquistado é uma enorme proeza.

A secreta esperança de viver as emoções supremas de um passado já longínquo de meio século mantém-se intacta. Assim TODOS nós acreditemos, como eu acredito, de que somos e seremos capazes de levar novamente o nome do Benfica ao topo do areópago do futebol europeu e mundial.

Até lá, Companheiros!


GRÃO VASCO

14.12.11

Antes que caia no esquecimento...



...Mais um na forja...




Este é o apitadeiro para o Benfica-Rio Ave, 6ª feira na Luz.

Muita, muita atenção e cuidados redobrados!


GRÃO VASCO

12.12.11

Caleidoscópio da semana (II)


O paspalhão da jornada 

JUSTÍSSIMO

Assim considero o resultado do Benfica sobre o Marítimo na Madeira. Uma vitória limpinha, sempre com o contra-vapor do Sousa do Lordêlo.

No entanto, os jogadores do Benfica, sob influência clara de JJ, continuam a patentear um calculismo exagerado contra este tipo de equipas, tendo como consequência um patamar exibicional longe do demonstrado no início de época.
Não quero individualizar, mas optando pelo pragmatismo habitual, há que acentuar um facto simples que nas últimas épocas tem sido uma das essências do Benfica – tanta crítica, tanto assobio, mas o “homem alto e tosco” que joga na frente de ataque do Benfica, cepo para alguns, trapalhão para outros e pastelão para os demais, continua a dar vitórias sobre vitórias ao Benfica.
E, òbviamente, o meu óscar vai para o Óscar… Cardozo! Um avançado injustamente vilipendiado por uma trupe vergonhosa que existe no Glorioso e que é, nem mais nem menos do que o melhor marcador estrangeiro de todos os tempos no Benfica. Mais golos do que o segundo – Mats Magnusson – e em metade do tempo jogado pelo sueco.
Hoje incomodei-me no local onde via o desafio. Tive de mandar calar um reles dessa trupe que já saturava com a referência ao falhanço do paraguaio na primeira parte. Pedi-lhe que na minha presença nunca mais criticasse Óscar Cardozo, pois pela ordinarice que demonstrou nem sequer deveria mencionar mais nenhuma vez o seu nome, nem ter exultado com o golo que deu a vitória ao Benfica.


ARTIMANHAS, ANTI-JOGO e JORGE SOUSA

Pedro Martins é mais um. Só mais um!
Este tipo de bestas que abundam no futebol, por mais que lhes tentem ensinar mais alguma coisinha, não aprendem. Em condições normais e com um árbitro sério e a sério no desafio de ontem, para além do Olberdam teriam ido mais alguns dos seus jogadores tomar banho mais cedo. Alguns outros, pelas artimanhas saloias e com a complacência de Jorge Sousa, queimando tempo à tripa-forra estariam melhor, a esta hora, a fazer algumas momices em teatro de rua na baixa funchalense.
Só para termos uma ideia da táctica deste bronco anti-vermelho, nas seis primeiras transições defesa-ataque que o Benfica tentou fazer, cinco foram “cortadas” com faltas grosseiras de centro-campistas do Marítimo. E Jorge Sousa no deixa andar…
A segunda-parte foi a consequência da primeira. Olberdam, que quando joga contra o Benfica é o caceteiro oficial da equipa madeirense, teve o destino mais que merecido. No entanto, Jorge Sousa não deixou de condicionar os jogadores do Benfica mimoseando-os também com um chorrilho de cartões amarelos, a maioria deles injustos.
O grande “superdragão do Lordêlo” foi complacente com tudo!
Mas não deixou de ser “cirúrgico”. Arrasou com o meio-campo do Marítimo para o próximo jogo que os ilhéus virão fazer ao continente.
E adivinhem lá, onde é que eles virão jogar?
Na Pocilga do Freixo de “Palermo”!

Ora nem mais!

Jorge Sousa fez o trabalho de casa quase completo. Não o foi na totalidade, porque Bertino Miranda validou e bem a posição de Cardozo no golo. Vá lá, vá lá, que mesmo depois de homenageado aqui há uns tempos atrás pela tenebrosa figura do grémio da fruta, Lourenço Pinto, conteve-se numa jogada absolutamente limpa.
Realmente o “superdragão do Lordêlo” não esteve à altura do jogo, segundo palavras do boçal que treina os ilhéus.
Mas esta postura do apitadeiro não foi pelas razões invocadas por este trombalazanas de mau-perder. É que se esta besta tivesse um grama de inteligência, já teria visto que Sousa lhe “armou” bem o terreno para a próxima jornada na Pocilga. Foi tão, tão estúpido, que até bolçou um cartão vermelho para o Cardozo quando o seu jogador é que arriscou uma lesão séria, lesionando-se e tentando lesionar o adversário.
Pedro Martins mostrou o seu lado mais azedo e baixo. Um fulanozeco sem categoria e que pensaria que lhe iria calhar outra vez a “sorte grande” que lhe calhou na semana passada!
Enfim, mais um triste ruminante, na linha daquela corja que passa a vida a “marrar” no vermelho…

Então os vinte minutos finais do desafio foram um “verdadeiro bailinho mandado da Madeira” - mais pareciam um concurso de caça aos tordos, com os jogadores do Marítimo a tombarem por tudo e por nada. Um anti-jogo grosseiro e saloio, bem à imagem da boçalidade do seu treinador. É por estas e por outras que quando estas equipas jogam a sério em jogos internacionais nunca vão longe.
O Marítimo, neste jogo contra o Benfica, espreitou sempre os caminhos tortuosos para tentar ganhar à sorrelfa e por isso bem mereceu a derrota. Inapelável!
Mas terão a oportunidade de confirmar esta “vontade” e este ímpeto que demonstram em jogos contra o Benfica, quando forem na próxima semana à Pocilga e depois a Alvalixo para a Taça de Portugal.
Aí, como sempre, tiraremos as habituais conclusões – muita perna aberta, empenho e luta bem diferentes para pior.

Como nota curiosa, a crónica do jogo na RTP i à meia-noite, feita pelo ressaibiado azul e bronco, Cristiano Miguel, que foi um autêntico nojo como sempre!


O TRABALHO DE CASA

Na segunda e na terça-feira  lá virão os programas desportivos de análise aos jogos da jornada. Recomendo vivamente à “paineleiragem” afecta ou dita afecta ao Benfica – Rui Gomes da Silva, Fernando Seara e Júlio Machado Vaz, que se preparem devidamente no sentido de analisarem com subtileza e habilidade as ocorrências de Aveiro, Alvalixo e Madeira.
Que não sejam os “toinos” que habitualmente costumam ser.
Só lhes peço isto.


BASQUETEBOL, ANDEBOL, FUTSAL, HÓQUEI, VOLEIBOL

Uma palavra - PARABÉNS!

E em particular ao Carlos Lisboa e sua equipa que lá encavaram outra vez o Moncho.

Quanto ao futsal, combatendo a roubalheira de um golo limpo e que daria a liderança no marcador, os futsalistas Gloriosos ainda conseguiram o empate, quando a vitória sobre o çeportèn seria mais do que justa.

No andebol, para a Taça em Braga contra o ABC, a meio do segundo tempo comecei a ver outra roubalheira que nos poderia ter custado muito caro. A equipa do Benfica soube manter a cabeça-fria e dar o melhor sentido ao jogo – uma postura que é fundamental manterem ao longo dos outros jogos para o campeonato.

No Voleibol a supremacia é clara mas cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém, pois no ano passado tínhamos também uma excelente equipa e claudicámos na final do play-off.

Previsìvelmente, passaremos um Natal com algum sossego e muita alegria, com a liderança em quase todas as modalidades, o que é um belíssimo sinal de que as mentalidades estão a mudar e que a palavra GANHAR é uma prioridade absoluta no Benfica, desde o seu Presidente ao simples ADEPTO.

Uma boa semana e… VIVA O BENFICA!



GRÃO VASCO


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