12.1.12

Nas têtas de Djaniny e do Benfica


Após Rui Gomes da Silva, numa corrida já lançada no ano passado, ter dado o tiro de partida na 2ª feira à noite na SIC Notícias, no programa “O Dia Seguinte”, assistiu-se a uma louca prova de velocidade pura que só terminou quando a comandita habitual instalada nos media constatou que a efectivação do contrato de trabalho entre o Benfica e o jogador estava concretizada.
Aí, a música dos habituais mabecos anti-Benfiquistas terminou.

Tudo e todos queriam mamar à tripa forra nas têtas do Benfica e do Djaniny. Alguns, por outro lado e mais uma vez, queriam desviar mais outro jogador para outras paragens…

Parece surreal, mas desde as piruetas do “empresário” do jogador, Pedro Cordeiro, passando pelas ameaças do representante do Velense dos Açores, o advogado Nuno Chaves e culminando com os completos disparates do pai do jogador, Jorge Tavares Semedo, o que resta desta curta-metragem de um dia e meio, é sabermos que as têtas em que esta malta se queria pendurar e chupar são bem apetitosas…

Se os prezados Companheiros efectuarem uma pesquisa sobre as notícias de Djaniny e o Benfica desde as vésperas de Natal até ontem, terão a oportunidade de rever uma excelente comédia. Com toda a bicharada a mexer-se por tudo quanto é sítio no desejo mórbido e alarve de apanharem as grossas migalhas do negócio que se perspectivava já há algum tempo.

As declarações do empresário do jogador, só por si, somam um chorrilho de piruetas que nos dizem muita coisa nas entrelinhas e nos “entretantos”.

Com o pai, o filme foi pior e sua entrada em cena, a destempo, revelou muito descuido, precipitação e desrespeito pelo Benfica. Já ontem à noite, virando o bico ao prego e após a confirmação da transferência, deu uma monumental cambalhota fazendo aos microfones de uma estação radiofónica, declarações apaziguadoras, só lhe faltando prometer dar duas voltas de joelhos em redor da estátua do Eusébio e dar dois beijinhos na tola do LFV…

Cada vez mais me convenço que estes títeres estavam a ser telecomandados e influenciados pelas secretas de Palermo e do Lagartêdo.

Parece-me, e digo só e por enquanto, parece-me, que os homens do Presidente têm aprendido bem com os próprios erros e estão a trabalhar cada vez melhor.

Já não era sem tempo!

Por outro lado, os media, especialmente aqueles afectos à corja acantonada a norte, e neste caso algumas publicações on line, já se preparavam para o habitual foguetório quando o Benfica não obtém sucesso com as suas iniciativas.

O SAPO, na terça-feira, deu logo o mote, alimentando o boato. Com um título, no mínimo tendencioso e manifestando subtilmente o gozo pelo insucesso já apregoado, trazia como título a uma notícia sobre Djaniny, em que tudo e todos se abespinhavam com o Benfica, o seguinte – “Olá Benfica! Adeus Benfica!”. Era o “lindo” título da notícia.

Ontem ao fim da tarde engoliram tudo e limitaram-se a transcrever o comunicado do Benfica dando conta do compromisso entre o Glorioso e o jovem jogador.

Atenção, Companheiros que esta folha é uma extensão dissimulada de um tentáculo do polvo de Palermo.

Quanto às notícias dos pressupostos desportivos on line, aqui vos deixo as fotos, que são bem expressivas (pelos sorrisos ou não) dos gostos e nas preferências que abundam naqueles pasquins e que vieram publicadas após o desiderato final no Estádio da Luz. Tudo o que respeitou ao NOJO - órgão oficial diário do grémio da fruta corrupção e putêdo, pois constitui-se como uma folha rasca que nem para limpar o cu serve – sobre este assunto nem sei o que ladraram…

Eis as fotos,



No mínimo sugestivo e indiciador!

Ontem, pelo fim da tarde, foram vendidas umas boas toneladas de "melões"...



GRÃO VASCO

11.1.12

O terramoto Djaniny


Gomes da Silva, inadvertidamente, ou não, deu o alerta – vinha a caminho forte borrasca!
O acontecimento deixou Palermo e o país que temos, à beira de um ataque de nervos!

As trombetas amariscadas de Matosinhos ressoaram.
Os tambores da fruta e do putêdo do Freixo rufaram.
As sirenes dos sapadores da Areosa apitaram.
Os sinos da igreja da freguesia das Antas tocaram a rebate.

Os rumores eram muitos.

Um forte sismo, com epicentro a sul, seguido de um grande tsunami iria alagar a Ribeira e engolir o farol da Foz. Temia-se um rombo na torre da corrupção e da fraude, mas seria da maneira que todas as facturas, documentos e cheques suspeitos iriam na enxurrada.

A corja corrupta esperneava.
A paineleiragem azul e bronca das TV’s berrava e barafustava.
O venerável mestre da loja maçónica das Fontaínhas atirava com o avental ao ar. O outro, o da loja de Massarelos espetava o compasso na cabeça.
O cardeal Policarpo e o seu bispo azul Clemente suplicavam por intervenção divina.
A IURD e o Porto Canal suspendiam os seus canais de televisão.
Miguel Macedo, ministro da Administração Interna, um dos integrantes de uma célebre comitiva a uma audiência papal em que a amante do presidente ia disfarçada de sobrinha (ou afilhada), ligava a Passos Coelho a pedir a demissão.
Por sua vez, Passos Coelho comprava umas velinhas de cerimónia na Feira da Vandoma e ligava para Paris e para a Berlim, perguntando a Sarkozy e a Merkel se alinhavam numa ménage à trois.
O ministro das Finanças pirava-se para o Bornéu.
O da Economia, o Álvaro, pedia ao pároco de Trabosa de Bodianca para ser rebaptizado com outro nome.
Cavaco Silva cancelava um périplo oficial pelo Burkina Faso, Berlengas, Formigas e Malvinas.
Arnaut e Relvas, aflitos, entornavam tinteiros sobre os projectos-lei da protecção aos jogadores portugueses e restrições à vinda de estrangeiros.

Filipa Vacondeus deixava agarrar o estrugido.
Castelo Branco fazia o pino no rabo de Betty Grafstein.
Teresa Guilherrme mandava encerrar a Casa dos Segrêdos.

O polícia de ronda à praça da Boavista mijava-se pelas pernas abaixo, atrás de uma esquina; o marginal que ele procurava desfazia-se numa diarreia medonha no meio dos canteiros do jardim.
O padeiro da Cedofeita semeava pão pela rua, mesmo à porta da imobiliária que serviu de entreposto de prostitutas e branqueamento de capitais.
O S. João exigia o fim das cascatas.

Vítor Pereira, com um torcicolo, queimava o diploma de treinador de futebol.
Giorgio descia vinte peidos à corda, blasfemava contra a Santa e dava mais um ralhete à neta.
A Torre das Antas abanava.

Chakall, à falta de melhor, fazia farófias com túbaros de passaralhos.

Os superdragões convertiam-se ao budismo, destituíam o símio e elegiam o Dalai Lama como líder espiritual da claque.
Mestre Albes do Celse, conhecido em Barcelos pelo “Tonalta”, indignado, rasgava as suas vestes de bruxo de pacotilha e inscrevia-se num curso de astronauta.
Os esgotos do mercado do Bulhão rebentavam.
A ponte da Arrábida estremecia.

Carolina Salgado, martirizada, participava como actriz principal no filme biográfico de João Botelho sobre Madre Teresa de Calcutá.
Filomena, em África, abraçava a causa missionária das Beneditinas.
O que restava do putêdo do Araújo, tomou votos no Mosteiro de Alcobaça, dedicando-se à oração e à doçaria conventual à base de chocolatinhos.
A netinha brasileira preparava-se para tirar o mestrado de não sei bem de quê, na Sorbonne, como colega de carteira de José Sócrates.

Caldeira & Angelino compravam drones americanos para bombardear off shores inimigas.
Lourenço Pinto arrepelava pela enésima vez as suas guedelhas desgrenhadas e escrevia uma carta de despedida a Benquerença.
Pidás e Macacos, com a Pocilga desfeita e porcos desaparecidos, preparavam-se para envenenar a nova Águia Vitória.
Herculano Lima sentava-se, sózinho, no camarote presidencial.
Fernando Gomes substituía o porteiro da sede da FPF.

O chef Silva esturricava o escabeche.

Vítor Pereira, o dos árbitros, comprava pífaros para a sua rapaziada.
Luís Guilherme ficava a tocar ferrinhos.
Evangelista inscrevia-se no curso de limpador de retretes.

Os submarinos do Portas encalhavam no areal do Cabedêlo.
A soldadêsca abandonava as trincheiras no Castelo do Queijo.
A populaça pilhava as lojas da Radio Popular na Trypalândia.

Mas porquê tanto alarido, tanto alvoroço, tanto desespero?

Simplesmente porque Djaniny tinha sido contratado pelo SL Benfica!

Vagões e vagões de Djaninys com atrelados repletos de empresários de toda a espécie e feitios chegaram durante anos e anos às portas da Torre das Antas – a época esplendorosa da corrupção, onde valia tudo.
Nessa altura ninguém dava por isso!
Não se passava absolutamente nada!
Pois esta semana, com os cofres esgotados pelas off shores, pela falta de liquidez, pela torneira fechada das instituições bancárias, com os primeiros ratos a abandonarem a barca corrupta, “aqui d’el rei que lá vem mais um terramoto”!

O último dos Djaninys tinha sido apanhado pelo Benfica na estrada que liga a Marinha Grande a Leiria!

 
GRÃO VASCO



10.1.12

Il Fuggitivo



Na continuação dos filmes exibidos no festival de “cinema” do Dubai, e denunciando uma farsa com que a teia internacional ligada à corrupção no futebol quer branquear dirigentes de diversos países e outros agentes desta indústria, eis o cartaz do filme com a III parte de uma saga – baseada em factos verídicos - que nada nem ninguém poderá jamais apagar ou branquear, apesar dos “bons serviços” e “trabalhinhos” que ao longo dos últimos tempos têm sido executados por uma corja corrupta de contornos bem mafiosos e que fez do futebol de há trinta anos para cá, um dos maiores nojos da nação.

Eles tentam apagar e logo nós lhes avivamos a memória!





Ai, se eu fosse o Javi García!


Ontem, já com o Benfica em primeiro lugar no campeonato da liga de futebol, arrisquei uma espreitadela ao programa nocturno da SIC Notícias, “O Dia Seguinte”.

Em função do cenário verificado após os jogos mais importantes do fim-de-semana, admitia um ambiente ameno no estúdio, entre os diversos intervenientes no programa. Mas não foi assim.

O programa, mais pròpriamente os seus protagonistas, incluindo o moderador, continua medíocre, incendiário, indo muito para além da polémica – é acima de tudo um exercício de péssima educação e formação, com trauliteiros truculentos malhando ferozmente uns nos outros – muito mais uns que outros – com o moderador a lançar sucessivamente achas para a fogueira através de perguntas ou exibindo as imagens mais pobres de pormenores do jogo – as faltas e as jogadas rasteiras – para posteriores comentários.

É um espectáculo deprimente, com todos em pé-de-guerra, ganhando sempre o mesmo - aquele que mais interrompe os outros, que grita, que berra, que barafusta espalhafatosamente, que aparentemente se indigna por tudo e por nada, que insinua, que incendeia.

Essa criatura execrável é um fulaninho que tem vagabundeado com um oportunismo barato por tudo o que cheira a política rasca e futebol. Muito batido nestas andanças, e acompanhado a espaços pelo pateta do palito na boca que só se abespinha quando se fala no Benfica, ganha como ganham os idiotas – arrasta os outros para o seu nível e depois ganha-lhes!

Com Guilherme Aguiar, aquelas duas horas de programa continuam a ser um fartar vilanagem e ontem as referências finais ao Javi García, ultrapassaram totalmente os limites da razoabilidade.

Com palavras impróprias, descarregando a irracionalidade subjacente à dificuldade de ter estado durante todo o programa a olhar sempre de baixo para cima para os seus ódios de estimação – o Benfica, e neste caso o seu representante no programa – usando e abusando de uma canalhice desbocada e desmedida, recorrendo a uma linguagem sacanóide, mencionou várias vezes o termo “inimputável” ao referir-se a Javi García em diversas jogadas em Leiria em que este foi interveniente.

O vocabulário foi ordinário, provocador e as insinuações diversas, bem à medida da sua reles escola e do grémio que representa. O seu constante comportamento arruaceiro e insensato, bem como o modo como se referiu a Javi esteve a um nível de um “Pidá”, “Macaco” ou outro qualquer marginal do gangue da ribeira.

Inimputável?

Inimputável é a última trintena de anos onde Guilherme Aguiar e a execrável corja a que pertence têm vivido impunemente quer a nível político, social e desportivo!

Ai, se eu fosse o Javi García…
Desconfio que nem colocava a mão na boca…

Uma nota final, mas muito importante.

Tenho Rui Gomes da Silva como um cidadão educado e bem formado. Por isso não vou criticá-lo aqui por se calar quando o seu opositor, adepto do grémio corrupto vocifera bestialmente e o agride e o engole verbalmente de uma forma inadmissível.

Aí, só Rui G. Silva entenderá melhor qual deve ser a sua postura e a sua resposta adequada.

No entanto, QUERO AQUI FAZER-LHE UM SÉRIO AVISO:

Caro Companheiro Rui Gomes da Silva, quer continuar a representar e a defender superiormente os interesses do Benfica, da sua massa adepta e daqueles Gloriosos que corajosamente ainda vão assistindo ao programa onde intervém?

ENTÃO ANTES DE QUALQUER PROGRAMA FAÇA O SEU TRABALHO DE CASA E COMO DEVE SER!

ONTEM, FOI PREGUIÇOSO. NÃO O FEZ!

E logo ontem, dia em que eu, após meses de interregno, fui dar uma vista de olhos àquela estação de TV...




GRÃO VASCO

9.1.12

Caleidoscópio da semana (III)




“JOGOS DE VIDA OU MORTE”

Garay foi bem explícito no final do jogo na Marinha Grande, onde o Benfica bateu concludentemente a União de Leiria por 4-0.

“Para quem nos defronta, os jogos são de vida ou morte” – disse Garay referindo-se aos adversários.

Lapidar!

Quando ontem, no início do jogo, vi a atitude dos jogadores do U. Leiria, apercebi-me de que contra o Benfica iriam jogar onze furacõezinhos, muito parecidos com aqueles redemoinhos que juntam em espiral as folhas do Outono ou as poeiras de Verão. Fenómenos passageiros, leves arrufos da natureza.

E a verdade é que bastaram a atenção de Maxi Pereira livrando a equipa de um susto e a concentração de Bruno César para que o Benfica arrumasse bem cedo aquela fúria leiriense. Com alguma impetuosidade, às vezes perigosa, os pupilos de Cajuda lá se foram aguentando como podiam até final do primeiro tempo.

O segundo tempo foi arrasador, com toda a equipa concentradíssima e a jogar a um nível muito elevado.

Tal como Garay, a esmagadora maioria dos seus companheiros tem a clara noção do grau de competitividade que lhes é exigido actualmente. Só um Benfica de elevado quilate técnico e físico, lutador e com forte espírito competitivo é que pode ser candidato ao sucesso. E os jogadores sabem-no.

Sabem que contra o Benfica todos se esfarrapam, todos se esganam, todos lutam até à exaustão na tentativa de empatar ou vencer.

Ontem, mais uma vez lá se cumpriu o ditado – “as equipas de futebol só jogam bem e dão o litro contra o Benfica”.

Uma realidade bem visível todas as semanas, mas que quem hoje enverga o Manto Sagrado também sabe disso.

Não tenho dúvidas que é sintomático, quando ouvimos essas palavras de um jogador de grande categoria como é Garay e que nem há um ano está no Benfica mas já o sabe bem.

Bom sinal, pois é esta mentalidade que tem de prevalecer no Benfica de alto a baixo e em toda a massa adepta.


O GRANDE BENFICA

Cajuda ontem não teve hipóteses. O Benfica não lhe concedeu nenhuma margem de manobra. Não fez uma única vasa. Não é um treinador que goze da minha simpatia, apesar de toda a sua família ser Benfiquista, mas ontem, nas suas declarações finais teve razão, quando falou no Grande Benfica e que a sua equipa até jogou bem. Já nem precisava de se justificar mais com o que quer que fosse, pois não é fácil ouvir da boca de qualquer treinador a palavra “grande”, prefixa ao Benfica.

Para tê-lo dito, e consequentemente dar mérito a ambos os conjuntos, é porque na realidade o Benfica jogou bem, mesmo muito bem. E sem Aimar e Gaitán, o que me deixa mais crente no futuro que se avizinha e nas potencialidades que a equipa apresenta.

O Benfica já tinha dado fortes indicadores de consistência do seu jogo na deslocaçao a Guimarães, na semana passada, onde Rui Vitória, através de um jogo de palavras pouco limpas, quis iludir a copiosa derrota que sofreu, com insinuações e questões completamente falsas laterais ao jogo. Porém, ontem na Marinha Grande, o Benfica partiu outra vez essa vidraça fôsca que Rui Vitória e o primata José Pereira tanto tentaram embaciar...




COSME MACHADO

Não se iludam, Companheiro(a)s!

Esta “peça do apito”, que na época passada, na 1ª jornada do campeonato, “roubou” escandalosamente o Benfica na Luz contra a Académica e que começou a abrir as portas do título aos seu clube de coração – o grémio corrupto da fruta e do putêdo – sabia que estava a ser escrutinado à lupa e com a desvantagem de se saber que o Benfica, ganhando, iria ser líder isolado.

Ocorreram-me de início – desde a sua nomeação na passada quinta-feira – as habilidades de outrora de Pedro Henriques, agora um reles e sectário comentador anti-Benfiquista da arbitragem nos media – jornal e TV - quando em pleno Templo Sagrado cometeu a proeza de executar uma das maiores”pilhagens do apito” de que há memória naquele local, ao invalidar nos segundos finais, um golo limpo que daria a vitória ao Benfica sobre o Nacional e a consequente liderança no campeonato.

No entanto, Cosme Machado conteve-se, e perante a alta rotação da equipa do Benfica, limitou-se a deixar jogar. Mas nem sempre é assim e haverá dias menos bons em que a isenção do apito é fundamental para que o Benfica consiga também aí, o seu objectivo de sempre que é ganhar.

Ao nível da arbitragem e respectivas nomeações, nunca, mas mesmo nunca poderemos baixar a guarda e se não, estejamos atentos às nomeações desta semana, especialmente para o Benfica-Setúbal e para Braga.

AS GUERRAS FRATRICIDAS DO OLIVEIRÊSCO

Se há reacções que não entendo muito bem e que me causaram bastante estranheza, foram aquelas que cirandaram na Gloriosasfera, sobre a entrevista do Oliveira, o Toninho, sobre o seu mano mais velho Joaquim - mais conhecido pelo Murdoch de Penafiel e não pelo S. Martinho, como o mais novo tentou ridìculamente apoucá-lo na TV - o seu lobby e as suas influências no futebol e que até foram alvo dos mais variados encómios e salamaleques por parte de alguns Benfiquistas na blogosfera, que em vez de clarificarem estas jogadas e tentarem saber porque é que o Hugo Gilberto o foi convidar agora, se entretiveram a esfregar as mãos de contentes por essa triste e despeitada prestação televisiva. “Zangam-se as comadres e sabem-se as verdades”, poderão dizer alguns. Neste caso, a zanga é entre irmãos, o que a torna muito mais intensa, figadal, sanguinária, por vezes mortal – e a nossa História está cheia destes episódios - e esta verdade, como outras relacionadas, já nós as sabíamos há muito tempo. Enquanto alguns dos nossos rejubilaram com esta exibição apeixeirada de alguém que está bem descoroçoado pela projecção e sucesso que o outro teve e ainda tem, garanto-vos que essa entrevista não me impressionou absolutamente em nada. Os Oliveiras são “farinha da mesma saca” e mesmo com aquele chegadinho do “Toninho”, de que o Benfica vale mais no mundo que os seus dois rivais, para mim entrou-me por um ouvido e saiu-me imediatamente pelo outro. Aquelas guerras fratricidas e outras, são entre gentes afectas ao grémio corrupto e assim, que se mordam e se “matem” uns aos outros.

Portanto nada de novo, a não ser alguns momentos de mediatismo e visibilidade provinciana a quem há já muito tempo vive numa semi-obscuridade, e que tirou um curso de direito - alvo de referências bacocas por parte de alguns patetas de águia ao peito - como eu tiraria dois MBA's na Independente, quatro de Biologia Molecular e dois de Física Quântica e Nuclear nas Novas Oportunidades, e não esqueçamos, com a carteira recheada de notas largas de euros de côr carmim. A abordagem deste tema em muitos blogues foi para mim uma autêntica saloiada, bem ao estilo da murcanzoada do grémio corrupto de Palermo.
E mais não digo!











GRÃO VASCO

6.1.12

O que é isto?


Esta notícia no SAPO e no PÚBLICO on line, a ser verdade leva-me a questionar se o governo terá a breve prazo de canalizar uma verba excepcional para o ministério da saúde com vista ao internamento imediato de meia-dúzia de alucinados que quer transformar o futebol num autêntico apelo à violência.

Será que só não vale arrancar olhos?

Querem uma forma de intimidação mais primária que esta?

De facto, há alguém no futebol que vive na pré-História, ou melhor no tempo do Homem de Neanderthal!

No "primado" da aristocracia e dos bons costumes, são muito mais as nódoas vergonhosas do que procedimentos civilizados. Mas é assim, o grémio dos viscondes falidos de alvalade city!



http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1527853
http://desporto.sapo.pt/futebol/primeira_liga/artigo/2012/01/06/sporting_coloca_imagens_no_balne.html




GRÃO VASCO

5.1.12

Alerta máximo!




Não será preciso dizer mais nada.

Este é o perigoso apitadeiro nomeado para a Marinha Grande, para o jogo de domingo entre o Glorioso e a União de Leiria.

Cuidado, muito cuidado Benfica!


GRÃO VASCO

"La Famiglia"


Premiado com mais um “award” no “Festival do Dubai”, eis que chega ao nosso país a 2ª parte da saga “The Oporto’s Godfather” -  “La Famiglia”, com um elenco digno de figurar nas melhores longas metragens gangsterianas de Hollywood. Tendo como actor principal “Giorgio” Little-Chicken Coast, conta com alguns “artistas” já desaparecidos e ainda outros que os substituíram com igual desempenho.

Perante estes factos, como é que alguém poderia querer que o Sapunaru dissesse a verdade na altura em que arranjou – ele e mais alguns – aquela mascambilha vergonhosa no túnel do Estádio da Luz?

Mas lá diz o velho ditado, “a verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima”!

Portanto para palhaços como o Rui Moreira e restante corja do grémio corrupto, é recomendável que se limpem a este guardanapo made in Sapunaru!


PS - No estádio do D. Afonso Henriques já não é necessário adquirirem fertilizante para que a relva nasça. A nova mascote do clube, um cavalo branco montado por um escudeiro disfarçado de rei – segundo as más línguas, o verdadeiro estava ainda a curar a ressaca do réveillon em Viseu - tratou de arriar uma monumental cagada no relvado do jogo.

Há com cada uma!...


GRÃO VASCO

4.1.12

Estes gajos estão doentes!



Director desportivo do Vitória de Guimarães critica arbitragem:

“O campo estava inclinado”.


Este gajo entrou em completo delírio!

Com certeza está no estado que vêem, à procura da arbitragem assassina do Benquerença no campeonato passado, em Guimarães, contra o Benfica, que arrumou, pura e simplesmente o Glorioso, da luta pelo título!

Já sabemos que há anti-Benfiquistas primários e ordinários que tentam fazer o jogo do clube corrupto, como por exemplo foi o caso de ontem de dois palhaços que se exibiram degradantemente na SIC. Neste caso é um fulanito que enquanto esteve como presidente da associação de treinadores foi um dos impulsionadores, juntamente com o clube do putêdo e do marisco, de uma homenagem ao célebre “cartola” – pedroto - um dos maiores venenos do futebol português.

Mas demência desta dimensão - falando de campo inclinado - é obra!

Ó “josé pereira”, ou lá como te chamas:
- “Trata-te!”



Como se já não bastassem estas declarações doentias, ainda surgiu João Paulo – o tal que quando jogava no União de Leiria e já tinha compromisso com o clube corrupto da fruta e do putêdo, disse alto e bom som que nunca quereria jogar pelo Benfica – com mais estas:

Pois é, ele que se dê mas é por feliz, pois o Bruno Paixão se tivesse tomates tinha enviado este “armário” para o olho da rua quando atropelou o Aimar, por ser um tacanho de bola!

Mas eu compreendo estes “desabafos”…

Quando vejo um gajo a marcar um golo e a festejá-lo daquela forma, como se fosse o golo da sua vida, posso presumir muita coisa…

E entre muitas outras coisas quero lembrar aqui ao pateta do Rui Vitória que os seus jogadores não podem estar só preparados para 60 minutos de jogo.

O jogo tem uma hora e meia de duração e apesar da expulsão do gajo que mais “lenha” distribuiu enquanto esteve em campo, apesar de alguns jogadores vimaranenses parecerem alucinados, berrando e protestando de uma forma estapafúrdia por tudo e por nada, e de correrem anormalmente durante a primeira parte parecendo terem sido reabastecidos com “gasolina de muitas octanas”, apesar de um penalty perdoado ao Vitória – uma rasteira sobre Nolito - o que é certo, é que isso não bastou para que o Cardozo, em duas penadas, os arrumasse de vez!

Os dirigentes do Benfica terão necessàriamente de rever a sua relação com a SIC e com mais alguns que já se alimentaram e bem, na nossa Gloriosa Casa, e continuam a cuspir no prato onde comeram, como são os casos de Rui Vitória e de Nuno Assis.

Assim o Vitória de Guimarães jogasse sempre, e não estaria a passar o mau bocado que tem passado. Mas atenção, todos sabemos que a "gasolina de muitas octanas" está a um preço muito superior ao combustível vulgar e se queima muito ràpidamente - as doses normais não chegam para hora e meia - e em Guimarães não há "maçaroca" para fazer muitos caldinhos... ou então terão de aprender receitas novas...





GRÃO VASCO

Um jogo, dois cabeçudos!



Esta noite vi um jogo de futebol na SIC a ser continua e premeditadamente adulterado e viciado por dois cabeçudos.
Estes cabeçudos têm nome.
Marçal & Rita, constituíram uma dupla de palhaços a pedir meças aos bobos mais ordinários e sectários da RTPalermo informação.

Marçal, um autêntico aborto jornalístico esteve toda a primeira metade do jogo a embirrar com o belga do Benfica, Witsel, possìvelmente por ter sido o marcador do primeiro golo do Benfica e fartou-se de “marrar” com uma alegada cabeçada de Javi García.
Rita, um paspalhãozito de tonalidades alargatadas, servia de câmara de ressonância.

Ridículo.
Foi uma fartar vilanagem!

Após mais uns arrufos no início do 2º tempo, estimulados pela “chouriçada” dos vimaranenses que deu o empate, Marçal & Rita embatucaram definitivamente com o golão de Cardozo.
Ainda zonzo com a fulminante “patada” do paraguaio, Marçal lá mandava mais um ronco, dizendo logo a seguir que Cardozo tinha falhado outro bem mais fácil. Pimba! O cabeçudo da SIC nem teve tempo para respirar. Toma lá mais um do Óscar, e de cabeça, que é onde dizem que ele é fraco.

O que eu me ri!

A dupla de locutores da SIC, especializada em comentar jogos dos distritais de futebol, estava à beira de um ataque de loucura, pois contra a sua evidente vontade, só via o Benfica a jogar!
Rita, um cabeçudo revelando uma estupidez inaudita, tentando apoucar a vitória do Benfica insistia desalmadamente na expulsão de Javi García e na prestação negativa do árbitro.

Enfim, dois tristes cabeçudos, lembrando bacorinhos a bolçarem azia a rodos!

Depois de ter visto a brandura com que estes dois manhosos trataram o Çeportèn e o Rio Ave na transmissão do dia anterior, só me dá vontade de atolá-los num tanque cheio de merda!

Para finalizar o meu comentário às incidências do jogo entre o Benfica e os vimaraneneses, mais algumas referências:
- Quero ver Pedro Mendes distribuir a mesma “lenha” quando defrontar o grémio corrupto e o seu submisso do sul.
- Lamento a hostilidade dos adeptos do Vitória de Guimarães sempre que o Benfica joga no estádio D. Afonso Henriques.
- Lamento o zelo de Rui Vitória, que quando defronta o Benfica exibe sempre demasiado profissionalismo e agressividade, enviando sempre indirectas ao Glorioso. Já na final da Taça da Liga, na época passada usou e abusou deste discurso martelado.
- Por fim, o meu arrote de desprezo para um Assis que continua horrivelmente despeitado e obcecado, tentando morder a mão que o defendeu e lhe deu de comer.



Quanto à SIC e depois deste degradante espectáculo proporcionado por dois verdadeiros cabeçudos televisivos, é uma excelente altura para rifar estes e outros palhaços que se divertem à custa de quem dá àquela estação televisiva, as maiores audiências e consequentemente as maiores receitas – o Sport Lisboa e Benfica.




GRÃO VASCO

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