25.1.12

Longa vida, Eusébio!




PARABÉNS E MUITA, MUITA SAÚDE!


GRÃO VASCO

24.1.12

Ó Marta, toma lá mais "morangos"!



... Este foi com cabecinha e tudo!


GRÃO VASCO

23.1.12

"Cabidela" de galo



A receita é ancestral. E o sangue dá resistência e vigor. Tem muitas vitaminas, proteínas e outras coisas mais…

O Templo Sagrado confirmou que em Barcelos também se fazem boas “cabidelas”.
Oh, se fazem!...
A de ontem estava um “mimo”…

E a “gorjeta”? Havia ou não gorjeta?
Se havia, foi-se, quando o Rodrigo e o Aimar "partiram a loiça"!

Será que no próximo domingo a “cabidela” irá fazer parte da “ementa”?

E a brigada, cadê a brigada?

Uma palavra final para os Fiúzas e Paulos Alves deste país – um bando de TRASTES, iguaizinhos à mesquinhez de um país pequenino!


PS – Ontem, ao princípio da noite fui atormentado por fortes dores de garganta e febre. Fui ver. A amigdalite já cá estava. De imediato recorri à mezinha de antanho, dos meus avós. Aquela beberagem amarelada só fez efeito durante noventa minutos. Depois disso, tive mesmo de ir à farmácia de serviço e no café logo ao lado tomei o primeiro antibiótico de um tratamento para uma semana.

Aqui, nem a "cabidela" me valeria!...



GRÃO VASCO



19.1.12

Olha que melro!



Este apitadeiro vem na senda do grande El Mano.

Desejo que não comece a inventar, mas a sua tendência para as asneirolas no Templo Sagrado, já nos custaram alguns amargos de boca!

Marco Ferreira está nomeado para domingo para o jogo SL Benfica-Gil Vicente.

Nota:
Desconhecia que esta mesma peça do apito iria apitar o jogo desta noite entre o Çeportèn e o Moreirense. Nem o empurrão que deu ao lagartêdo, aos 90'+3', assinalando um penalty altamente polémico a seu favor (e que foi defendido pelo guarda-redes do Moreirense) foi suficiente para se safarem.
Mas depois disto, estejamos ainda mais atentos à actuação do artista no próximo domingo na Luz.



GRÃO VASCO

Os "carniceiros" de "Palermo"



http://www.marca.com/2012/01/19/futbol/equipos/real_madrid/1326956531.html

O historial é extenso e a lista também.

Com o advento da livre circulação no espaço europeu, o futebol não foi excepção e o país começou a assistir à “exportação” maciça de jogadores de diversas equipas nacionais para o estrangeiro.

Com as ligações promíscuas e cúmplices mantidas com o meio empresarial do ramo, onde pontificavam figuras de passado duvidoso, “bruxos” e toda uma reles casta de aldrabões e trapaceiros, a “Palermo” portuguesa foi pródiga nas alegadas vendas de “gato por lebre”.

A maior destas evidências foi a célebre manobra que colocou Secretário no Real Madrid.

A saga continuou.

Uns, cêpos de nascença, pegaram de estaca no grémio da fruta e do putêdo, mantendo viva a bem conhecida “escola” de antanho, uma tradição trauliteira que se tem prolongado até aos dias de hoje. Os outros, que se safaram através de mirabolantes transferências, começaram a espalhar o seu “perfume” fedorento e intragável lá fora, bem à imagem do seu líder corrupto.

João Pinto, André, Fernando Couto, o “grande carniceiro” Paulinho Santos, Secretário, Pedro Emanuel, Pepe, Bruno Alves e muitos, muitos outros, fizeram parte deste exército de trogloditas, imagem de marca de um grémio que complementava esta carnicería com viagens ao Brasil pagas a árbitros, ofertas de fruta em bandejas “douradas”, metamorfoseadas em putêdo, quinhentinhos e mais recentemente em lautas e garridianas mariscadas em Matosinhos.

Na senda deste histórico de cacetadas e trapaças, surgem as mais recentes “exportações”, das quais se destaca a ida para o Real Madrid, de Pepe, um “carniceiro alucinado” que já levou dez jogos de suspensão por agressão (e logo no Real Madrid!), mas que durante o tempo de impunidade no grémio da fruta corrupção & putêdo distribuiu “fruta” à tripa forra sem que os zelosos apitadeiros da nossa praça, mancomunados com a corja corrupta, o colocassem na linha.

Ontem, como fiel seguidor e aluno dessa “escola” caceteira do seu antigo grémio fez mais das suas.

As fotos e o artigo que foi extraído do jornal desportivo espanhol MARCA, reflectem à saciedade como através deste tipo de jogadores se ganharam e ganham campeonatos em Portugal de há trinta anos para cá.

É caso para dizer, no sentido negativo do adágio:
"Quem sabe, nunca esquece!"


Este artigo, deste blogger, também vem publicado na MARCA e não fala sòmente de Pepe.
Também o especial de corrida é visado, pois é evidente que também tem responsabilidades no "cartório".


E depois ainda vem aquele imbecil do Guilherme Aguiar falar sobre o Javi García...
Comparado com esta corja de trogloditas, o murciano do Benfica é um autêntico menino do coro...

GRÃO VASCO

18.1.12

A factura (II)


Vamos lá ver se serão “só”  € 500.000 euros…


GRÃO VASCO

17.1.12

"Passione Fatale"



Na sequência das películas já aqui anunciadas e premiadas com os famosos awards do Dubai, apresento o cartaz de um filme extra-festival que pela sua importância histórica foi também premiado. Esse award, traduzido em português como o prémio “Alternadeira-Calor da Noite no Dubai” foi ganho por uma película de longa-metragem que mudou para sempre as “fitas” em Palermo, na Trypalândia.

Para memória futura eis o cartaz.

Aos que já viram e se documentaram bem sobre esta obra cinematográfica, e mesmo para aqueles que vão tendo conhecimento desta estória passional, sugiro-lhe que leiam o livro no qual se baseou o “filme”.

Muito embora seja uma peça literária pouco recomendável, é importante perceber até que ponto os tentáculos de um polvo incomensurável a norte, exerciam e ainda exercem tanta influência e promiscuidade nos diversos sectores da sociedade em Palermo, na Trypalândia.



GRÃO VASCO


Uma névoa de vícios e corrupção


Nos jogos do passado fim-de-semana, nas diversas modalidades seniores em que o Benfica interveio, houve uma situação inédita comum a todos eles, à excepção do voleibol – o Glorioso esteve em desvantagem por diversas vezes e delas recuperou brilhantemente.

No entanto, no futuro não será assim e consequentemente temos de ter a consciência de nos acautelarmos devidamente contra surpresas desagradáveis e por vezes irreparáveis.

Todo o mundo sabe o significado daquela situação comum – as equipas dos clubes adversários chegam a estes jogos imbuídas de uma vontade férrea, por vezes tresloucada de vencerem o MAIOR.
Antes de tudo, é por isto mesmo que o Benfica é ímpar na sua grandiosidade.

No sábado, pela tarde, foi o hóquei em patins e o basquete, depois o futsal, e ao início da noite o futebol. Já o voleibol, no domingo, no pavilhão da Luz, teve uma jornada sem sobressaltos.

Vem tudo isto a propósito do hóquei em patins, e do esforço colossal do Benfica para travar uma farsa velha e relha, a norte, que já ultrapassa uma década. Lutando contra um monstro tentacular pior do que o do futebol, toda esta secção Benfiquista merece ser aplaudida e apoiada pelo enorme esforço que tem feito na modalidade.

Recordo aqui a manobra na época transacta do clube da fruta contra o Candelária, na ilha do Pico, nos Açores - o Benfica era segundo classificado na perspectiva de passar para líder – quando a perder claramente por 3-1 a um minuto e meio do fim os árbitros inclinaram tanto o ringue que nesse espaço de tempo, o resultado virou para 3-4, e foi assim que o clube condenado por corrupção garantiu mais um campeonato trapaceiro e viciado. Foi vergonhoso, mas foi aí que se decidiu mais um campeonato adulterado de hóquei em patins.

Este ano tem sido mais do mesmo, com o Benfica a enfrentar sérias dificuldades em vários encontros como foi o caso do de sábado contra a Oliveirense em Oliveira de Azeméis.

A atitude dos hoquistas da Oliveirense frente ao Benfica é sempre incomparàvelmente diferente daquela que exibem quando defrontam o grémio da fruta corrupção & putêdo. A primeira parte do jogo foi um escândalo. Não obstante a equipa do Benfica ter sido pouco eficaz na concretização, uma arbitragem deplorável e caseira, permitiu mesmo em cima do intervalo que a Oliveirense fizesse o terceiro golo (o Benfica jogava nessa altura com três jogadores de campo, mais o guarda-redes), com o seu autor, bem ao estilo do conhecido treinador Carvalhal  - o mandarete dos pastéis de nata de Belém para o presidente Giorgio - quando treinava o Vitória de Setúbal e defrontava o Benfica, a expelir furiosamente pela sua bocarra, um “tomem filhos da puta”, numa clara alusão aos seus adversários de momento – o Benfica e os seus jogadores. Esta besta, em tudo igual à outra que agora treina turcos, chama-se Tó Silva. A dupla dos apitadeiros permitiu tudo. Até uma agressão, mesmo, mesmo a acabar o primeiro tempo – uma cotovelada no queixo – a um jogador do Benfica em plenas barbas de um deles, que fez vista grossa, não se passando assim nada, indo tudo para o intervalo, com o treinador do Benfica a ser cirùrgicamente avisado de expulsão definitiva, com o cartão azul. Não sem que minutos antes ainda tivessem conseguido vislumbrar um penalty surreal contra o Benfica (que o nosso guarda-redes defendeu), por pressuposta falta de Sérgio Silva sobre um adversário. Um despautério total!

Fui ver quem eram os árbitros de campo. Muito bem! Pinto & Pinto do Porto! Ora nem mais!

Senti uma enorme revolta e enojado com aquela descarada roubalheira e com a tentativa final de intimidação ao nosso treinador Luís Sénica.

Indignado, desliguei a TV e fui tomar ar para não me aborrecer mais. Ainda bem que o fiz. Com aquela segunda-parte do outro mundo, pela fantástica recuperação encetada em que de 1-4, o Benfica passou para 8-6, tinha-me dado, com toda certeza uma coisinha má. A sequência foi 1-0, 1-1, 1-2, 1-3, 1-4, 2-4, 3-4, 4-4, 4-5, 5-5, 5-6, 6-6, 7-6, 8-6!

Perante estes constantes cenários, a tarefa do hóquei do Benfica é gigantesca e por tudo isto merecem bem o apoio de toda a nossa massa adepta.

Na realidade, é caso para reconhecermos que o Benfica tem uma grande equipa de hóquei em patins, desde os seus dirigentes, passando pela equipa técnica e em especial o seu treinador, até aos seus jogadores de altíssima qualidade.


GRÃO VASCO

16.1.12

O que tu queres, sei eu...


Esta “ó… pinadora” de pacotilha tem sido useira e vezeira nestes àpartes em relação a muitos temas sobre o Benfica.
Dizem que é Benfiquista e pelos vistos não é loira. Pois como podemos ver pela foto no “record das pêtas” e para gáudio do careca da quinta, tem cabelo escuro e não gosta do Cardozo.

“O Cardozo” que segundo esta expert em futebol, é “teimoso, pesado, cabeçudo, preguiçoso, lento e, mais recentemente, caprichoso, tem vindo a perder humildade e, mesmo marcando, qualidade”.

Ora vejam lá com quem ela se foi meter!
Logo com esse sex symbol?!? do Paraguay que pede meças à Larissa Riquelme.

Diz ela, nesta garatuja de opinião que o Cardozo lhe mexe com os nervos, e que no último jogo, esta patologia “acalorada” que tem pelo homem se agudizou pela expulsão de que foi alvo.

Mexer-lhe-á só com os nervos?
Sabemos que o Inverno é assim. A geada aperta e o grêlo encolhe.

Diz a “rata sábia dos direitos e outras ciências” que ele “parece” isto, “parece” aquilo.
Ele não parece. É!
É o melhor marcador estrangeiro na história do Sport Lisboa e Benfica, tem um pé esquerdo-bala e tem resolvido muitos e muitos jogos ao Benfica.

Mas Marta, faz-nos um grande favor – quando estiveres com os nervos em franja e sentires fortemente esses eflúvios ejaculatórios, para acalmar a “pássara”, vai encher uns chouriços e umas morcelinhas para o talho, lá da tua rua…
Far-te-á bem a esses afrontamentos.

O que tu queres, sei eu!

Bem, aqui para nós, ela até sabe que ele é o nº 7...


GRÃO VASCO

15.1.12

O 1º óscar para Hélder Malheiro



Nestes momentos de euforia Benfiquista é normal que haja uma tendência descuidada para aligeirarmos ou esquecermos determinados pormenores.

Ontem, o Benfica deu 4, podia ter dado o dobro, e pronto, passa-se uma esponja no nojo do apito e o rapazola passa incólume no “exame” da Luz.

Não!

Por mim, e na sequência do meu post sobre esta “peça”, este malabarista do apito já ficou marcado com a chancela habitual – irá preencher mais um lugar na galeria dos mais procurados do “far west” dos apitadeiros

Pelo que se viu ontem, quem quer singrar na carreira de “apitadeiro” necessita de o demonstrar exuberantemente ao “patrão” Vítor Pereira e aos seus influenciadores, melhor, observadores.

E nada melhor do que 56.155 espectadores e umas centenas de milhar pela TV para o fazer. Hélder Malheiro não desperdiçou essa excelente oportunidade mediática.

O desplante foi vergonhoso. Malheiro usou e abusou dessa desfaçatez. Com os jogadores do Vitória de Setúbal a distribuir “lenha” da grossa e à tripa forra – só como exemplos mais flagrantes e escandalosos, Igor aos 29’ sobre Bruno César e Anderson do Ó aos 32’ sobre Óscar Cardozo – estreou-se só a os 39’ com o primeiro amarelo da noite, mas exibindo-o a um jogador do Benfica, mais concretamente ao “Tacuara”, por desentendimento com Ricardo Silva – um violento caceteiro desde os seus tempos impunes em que jogava pelo fruta corrupção & putêdo.

Hélder Malheiro foi complacente, habilidoso e subreptício. Uma arbitragem cujo objectivo foi o de agradar claramente ao “sistema” teleguiado por “Palermo”.

Por fim, arrancou o óscar de que precisava, um “troféu” de caça para mais tarde recordar – Óscar Cardozo expulso.

Esta expulsão tem a exacta dimensão mediática para o projectar na carreira do apito. Foi um procedimento manhoso, mostrando as “imparcialidades” do costume, mas sempre em desfavor do Benfica.

Se Óscar Cardozo tivesse tentado, e só tentado a simulação, é mais do que óbvio que não teria saltado por cima do guarda-redes setubalense – tê-lo-ia feito, arrastando os pés sobre o corpo do guardião. Desportiva e lealmente saltou e caiu do outro lado.

A análise do apitadeiro foi exagerada, tendenciosa, numa tentativa, esta sim, clara, de simular a sua “isenção” em campo.

Como nota final, refiro que é lamentável que esta atitude do rapazola do apito tenha sido corroborada por um EXECRÁVEL BARDAMERDA num programa televisivo após o jogo - um procedimento abastardado e recorrente dessa "besta alagartada" que já tinha tido início no jogo que o Benfica fez em Guimarães, onde esse aborto de cumentadeiro acolitado por um cerdo com cara de bébé chorão se espalhou anti-Benfiquísticamente a todo o comprimento.

  
GRÃO VASCO

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