31.5.12

Do anedotário nacional…



Os Benfiquistas não têm a memória curta!

A curiosidade é que esta frase é proferida pela segunda vez num espaço curto de tempo pelo famoso “carniceiro de S. Petersburgo”.

A consciência pesa. E a “patada assassina” sobre Rodrigo também!


GRÃO VASCO

A “sodomia” provoca amnésia



A “sodomização” de há oito dias no antro da corrupção, mais concretamente no caixote do Freixo, ainda dá que falar.
Agora foi outra virgem?!? ofendida a queixar-se, qual puta do Canidêlo.

Ó Moncho, não te esqueças que para além da humilhante “sodomia”, perdeste o campeonato para o Benfica em tua casa!
Não te esqueças disso.
Ou a “sodomia” afectou-te a memória?

Mas descansa que os Benfiquistas vão-te lembrando o facto e assim vais esquecendo os delírios, as paranóias e as “dores” habituais da morcanzoada de lá de casa, e vais também melhorar da azia, ok?

Diz lá connosco outra vez:
- “SPORT LISBOA E BENFICA, CAMPEÃO NACIONAL DE BASQUETEBOL 2011-2012”.
Repete, se fizeres o favor:
- “SPORT LISBOA E BENFICA, CAMPEÃO NACIONAL DE BASQUETEBOL 2011-2012”.

Vês como já te sentes melhor?

Vá, agora dá lá os parabéns públicos ao Benfica e ao Carlos Lisboa, em vez de estares a exigir desculpas parvas, vá!

Para a próxima, o Carlos Lisboa leva-te umas ampolas e uns comprimidos para fazeres um tratamento de choque a essa arreliadora amnésia…

O que sobrar dá ao Nuno Marçal, mas este ao que me parece, já nem com tratamentos lá vai...


GRÃO VASCO

30.5.12

O TRASTE



Os clubes e o desporto em geral estão infestados de trastes. É o reflexo da sociedade em que vivemos com tudo a ir de mal a pior. Qualificados ou analfabetos, em artigos de opinião, entrevistas ou meras declarações, exibem ostensivamente um sectarismo absurdo e uma clubite aguda que os cega completamente, incendiando ainda mais os ânimos na opinião pública.

O instinto persecutório, a cegueira e a falta de seriedade faz com que Eduardo Barroso seja um dos exemplares mais obtusos desta corja intragável.

O artigo de hoje n’A BOLA é mais um a juntar a tantos outros que têm por base os habituais ataques rasteiros ao Benfica e às suas Gentes e que demonstra mais uma vez o alinhamento e a cumplicidade latente com os maiores trapaceiros do desporto neste país, a norte. Barroso larga uma baba peçonhenta em mais uma garatuja que se assemelha às imundícies promíscuas de muitos dos seus compagnons de route do Fôsso do Lagartêdo.

Um alarve, que em função do seu estatuto socio-profissional e à mistura com uns whiskys bem bebidos e de umas charutadas “à La Havana” pensa que pode bolçar as diatribes que quer, sem levar o respectivo troco.


Barroso já sabe há muito como funciona o mediatismo ao seu nível, e com a táctica que os seus mentores do Freixo usaram sempre, tenta emitá-los grosseiramente, elegendo sempre o mesmo alvo – o Benfica. Vive atormentado pela supremacia do Benfica em relação ao seu grémio e por isso vomita tudo o que lhe vem à cabeça e aquilo que não vê. Não viu o jogo de basquetebol no antro do terror, mas predispôs-se a comentar o que lá se passou e inconsciente e levianamente incriminou Carlos Lisboa como o detonador de mais uma noite de desacatos em que é pródiga aquela gentalha do Freixo, esquecendo-se de que o Benfica ganhou o jogo limpinho e com classe e sem a ajuda dos árbitros.

No entanto, quando tenta falar ou escrever, como é este o caso, sobre o Benfica ou sobre as suas Gentes, é tosco e não é sério.

Quando fala ou escreve sobre o grémio condenado por corrupção ou sobre as individualidades tenebrosas que por lá pululam como verdadeiros gangsters, agacha-se, encolhe-se, perde o pio, arriando cobardemente as calças nos seus escritos e não só.

E quando respinga algo sobre o seu clube, é omisso, intelectualmente desonesto e conivente com alguns patifes que como acontece lá em cima, tentam branquear a todo o custo as suas façanhas mal plagiadas.


Eduardo Barroso incomoda-me. Incomoda abusivamente o Benfica e os Benfiquistas. Incomoda gente de bem não lhe tendo o mínimo respeito, raiando a imbecilidade de um fala barato e escrevinhador de pacotilha.


Onde é que já alguma vez o vimos – no jornal ou na tv - verberar as contínuas afrontas do Al Capone do Freixo ao Benfica e ao seu Presidente?

Onde é que este infeliz lagartinóide criticou a atitude provocatória do treinador do clube da fruta, este ano, quando ganhou escandalosamente na Luz e se virou para o público a dizer “mamem, filhos da puta!”, pedindo por exemplo a sua irradiação?

Onde é que estava este arauto dos “bons costumes”, quando o seu vice-presidente Cristóvão insultou os Benfiquistas no próprio estádio da Luz e fez as declarações incendiárias que desencadearam os desacatos que puseram fogo às bancadas do estádio?
Que criticou ele? Pediu castigos? Chamou a polícia? Apelou à justiça?

Onde é que este surdo-cego-selectivo se encontra, sempre que surgem os constantes insultos dos seus consócios e de outros, e que têm como alvo o Benfica e os Benfiquistas, em todos os jogos e mesmo naqueles em que são outros a disputá-los e que se traduzem por “SLB, SLB, filhos da puta, SLB”?
O que é que ele já escreveu sobre isso no jornal ou disse na tv?

Onde é que este sectário estava, quando Cristiano Ronaldo em plena Luz, no jogo entre o Benfica e o Manchester United, quando foi substituído, fez o gesto universal de mandar os adeptos Benfiquistas para “o caralho”?

Nessa altura não lhe ouvi um ai, nem o vi subscrever nenhuma petição para banir o rapazinho do desporto!


Então ainda tem o desplante de dizer que o Carlos Lisboa deveria ser banido do desporto português?

Eduardo Barroso, nesse execrável arrazoado de hoje, no pasquim do Serpa dos croquetes, pactuou com a escumalha e deu-lhe o beneplácito da dúvida quando o clima de terror e violência é o dia-a-dia daquela gentalha e dos incendiários que a manipulam. Barroso, n'A BOLA de hoje foi mais um deles. Nem sequer soube dignificar o seu estatuto de sportinguista, mais parecendo um aprendiz de um “guarda abel” ou um assessor do “macaco da Ribeira”, de leão rasca ao peito.

A verdade é que Carlos Lisboa “sodomizou” aquela bando de alienados morcões corruptos. Ganhou-lhes! E foi essa “sodomia” que aquela turba sentiu e sente quando perde contra o Benfica e da maneira que foi! No seu antro do terror onde vale tudo!

No final, esse exemplo extraordinário do desporto português exemplificou o ocorrido com a sinalética adequada a um público canalha, que o cuspiu, que lhe escarrou, que o insultou, que o vilipendiou, que o achincalhou. Que fez o mesmo ao Benfica, aos Benfiquistas e aos seus heróicos e bravos jogadores!

Mas estas coisas são de infíma importância para Eduardo Barroso, perante tamanho “crime” de Carlos Lisboa. Como também são de meter no mesmo saco vergonhoso que ele carrega penosamente às costas, as cenas surreais de qualquer Al Capone do Freixo ou de Chicago versus a denúncia dos seus actos criminosos por quem tem a coragem e a ousadia de dizer isso alto e bom som. Eduardo Barroso por conveniência, anti-Benfiquismo e cobardia ignora ou confunde todos estes comportamentos!

Porventura, poderei um dia que seja, estar perto deste iluminado. Escarrar-lhe-ei, cuspi-lo-ei, insultá-lo-ei, vilipendiá-lo-ei, achincalhá-lo-ei. Só espero que me diga que não me fará o gesto que Carlos Lisboa fez porque não quer ser banido de lado nenhum.

Banidos do desporto deverão ser todos aqueles que pertencem a uma corja que passa impune a tudo e a todos e à qual, pelos vistos, bem se poderá juntar Eduardo Barroso, um elemento precioso no grupo coral das “vozes de burro” tão publicitado pelo “chefe do caixa” ou “padre da freguesia das Antas”.

Disse Eduardo Barroso?

Desculpem, é eduardo baboso!

Só!

GRÃO VASCO

29.5.12

FORMAR OS VINDOUROS


A citação seguinte é um lugar comum, mas é nos dias de hoje uma verdade incontornável – “a prática desportiva é sem dúvida alguma, uma componente fundamental da formação humana.”

Para além dos grandes clubes desportivos geridos por sociedades anónimas, com estruturas altamente profissionalizados nas modalidades ditas amadoras e orientados essencialmente para a competição, outros há, que longe do mediatismo doentio e com uma dedicação notável por parte dos seus dirigentes, contribuem para que os nossos filhos, homens e mulheres do amanhã, venham a ser o orgulho de todos nós e da sociedade em geral.

Essas instituições constituem uma base extraordinária a que muitas das vezes não é dada nem a relevância nem os apoios devidos, mas que são pilares essenciais para o desenvolvimento e formação de milhares de crianças e jovens.

Dentro desta perspectiva tão importante para a vida, o Pinceladas Gloriosas congratula-se pelo facto de poder referenciar o evento que se viveu este fim-de-semana na cidade do Porto e que acompanhou de perto – o XIX Torneio Vítor Barreto de minibasquete, escalões sub-10 e sub-12, envolvendo mais de centena e meia de jovens de diversos clubes do país e de duas agremiações da Galiza, Espanha, realizado pelo clube Centro dos Antigos Alunos Salesianos, CAAS, nas instalações do Colégio Salesianos.

Apesar dos parcos recursos financeiros e de limitados apoios, mas com uma organização absolutamente impecável, ao nível dos melhores profissionais, a direcção do CAAS, nas pessoas do seu presidente Francisco Miranda, seu irmão José Miranda e todos os restantes colaboradores estão de parabéns.

O inegável êxito com que todos os anos “erguem e levam a cabo” este torneio, e mais uma vez a forma como o fizeram neste fim-de-semana, sempre à custa de um esforço e dedicação ímpares, terá necessàriamente de merecer de todos aqueles que nele participaram, de uma forma ou de outra – jovens atletas, clubes envolvidos, treinadores, pais e irmãos – palavras de apreço e estímulo, mas acima de tudo um voto enormíssimo de louvor.

O torneio é “desenhado” de modo a que a participação, o divertimento, a camaradagem, o convívio e o intercâmbio de conhecimentos sejam os aspectos prioritários, relegando a competição para um plano secundário, mas não deixando de a estimular através de um significativo número de jogos onde as equipas participantes disputam efectivamente jogo a jogo (dois no sábado e dois no domingo) o resultado – este ano foram 15 os clubes envolvidos – mas sem classificações finais nem relevâncias individuais, incrementando de uma forma saudável e diferente a prática do basquetebol.

“Mente sã, em corpo são”.


Cartaz alusivo ao Torneio




Quis o destino que este ano, um dos convites do CAAS para a participação no XIX Torneio Vítor Barreto coubesse ao clube de Viseu que mais se tem dedicado ao basquetebol – A Associação de Solidariedade Social Cultural e Recreativa de Gumirães, mais conhecido pelo Gumirães Basket.

A participação foi um privilégio bem aproveitado pelo clube e uma surpresa extraordinàriamente agradável. Tal como o Barreirense, do sul do país, os Salesianos de Vigo e o Porriño, ambos da Galiza, a equipa de sub-12 do Gumirães Basket ficou instalada no Colégio dos Salesianos que cederam à organização o espaço para o efeito. O “mini-estágio” da equipa, liderada pelo seu treinador, envolveu total gratuitidade, pois o CAAS, para além das dormidas, ofereceu todas as refeições, incluindo lanches e pequenos-almoços, com a particularidade de no domingo, ter sido disponibilizado a todas as equipas, mesmo as locais ou as das proximidades os respectivos almoços e lanches.



A jornada desportiva colocou a equipa de sub-12 do Gumirães Basket a competir com alguns “históricos” da modalidade e com o clube anfitrião. E para satisfação dos familiares presentes que vieram apoiá-la, representantes de outras equipas e elementos do staff organizativo, os gloriosos rapazes que compõem o plantel, bem como o seu competente treinador deram muito bem conta do recado, deixando uma excelente imagem a todos os níveis.

Não estranhando estes “palcos”, de outra dimensão, bateram-se com garra e classe nas partidas disputadas, perdendo no sábado com a Ovarense por um ponto - a melhor exibição nos quatro jogos realizados - e com os Salesianos do Porto por dez. Ainda assim, neste derradeiro encontro de sábado, o Gumirães Basket entrou para o quarto período empatado a 32-32, optando o seu treinador neste período por jogar com os elementos da equipa que constituem a média mais baixa em altura, causando surpresa geral, inclusive na equipa adversária e no seu técnico, vincando assim o carácter desportivo e lúdico do torneio, abdicando claramente do resultado, qualquer que ele fosse. Um gesto nobre e que motivou o seu homólogo dos sub-12 dos Salesianos a cumprimentá-lo efusivamente e por diversas vezes ao longo do torneio. Já no domingo pela manhã, com muito público presente nas bancadas, e fazendo jus aos seus pergaminhos competitivos, assistiu-se a uma vitória de grande categoria do Gumirães Basket sobre o Futebol Clube do Porto, conseguindo uma reviravolta já no período final, e que se revelou irrecuperável para o adversário, conseguindo um 47-44 que a rapaziada não esquecerá tão cedo. O último jogo com o Bolacesto de Vila Nova de Gaia, a melhor equipa deste torneio, com os jogadores viseenses já muito cansados e pràticamente esgotados, terminou com uma derrota que em nada afectou o ânimo do grupo.

No entanto, e apesar do desgaste físico das partidas, muitíssimo bem disputadas, e da viagem madrugadora de sábado, o grupo, sob a batuta do seu coordenador-treinador ainda teve oportunidade de na “soirée” deste primeiro dia que decorreu também no pavilhão de jogos, mostrar os seus dotes de cantoria, participando numa sessão de karaoke, onde o desempenho foi brilhante e muito aplaudido pelos espectadores presentes.

Foi realmente uma jornada inesquecível e gratificante para todos os jovens e treinador e para os pais que os acompanharam. Em suma, um evento marcante para mais tarde recordar e com um encerramento grandioso e digno, acompanhado de um show de um malabarista do basquete que entusiasmou a assistência. No final, a entrega das medalhas de participação e de várias recordações e a respectiva despedida com os sinceros agradecimentos de todo o Gumirães Basket ao dedicado e incansável presidente do CAAS, Francisco Miranda.

Um muito grande OBRIGADO ao CAAS, à sua direcção, presidente e restantes membros.

PARABÉNS também aos representantes do Gumirães Basket – atletas e treinador – pela sua elevada atitude a todos os níveis e que mereceu os maiores elogios do presidente do clube dos Salesianos.


GRÃO VASCO

25.5.12

CONVOCATÓRIA

 

"O Departamento de Comunicação do Grémio Corrupto, vulgo fcp, o andrade morcôun…eee Hugo Marçal, a ABP – Associação de Basquetebol do Porto, a Associação das Putas do Canidêlo, o Grupo Filarmónico dos Carteiristas de Campanhã, o Sindicato dos Paneleiros da Trindade, o Recreativo das Cornudas do Bolhão, a União dos Eunucos de S. Bento, o Grande Oriente das Rameiras da Madalena, a Confederação dos Conselheiros Matrimoniais do Freixo, a Frente Popular dos Símios da Ribeira, o Movimento dos Fruteiros e Leiteiros do Campo Alegre, a Academia das Fufas da Foz, a Comissão de Chulos da Cedofeita, o Secretariado dos Pedófilos do Castelo do Queijo, o Comité de Vândalos de Massarelos, a Sociedade “Torgais dos Clérigos”, o Grupo Coral dos Declamadores da Feira da Vandôma e o surdo do Rui Moreira*, vêm por este meio convidar todos aqueles que assistiram à derrocada de 4ª feira passada no Caixote da Pocilga, a integrarem uma manifestação de protesto, seguida de comício, em frente à igreja do Padre da Freguesia das Antas, contra a sodomização levada a cabo por Carlos Lisboa e sua equipa de basquetebol e que teve consequências nefastas para o nosso querido grémio.

Giorgio Di Bufa encerrará o comício, cantará mais uma vez da janela papal e em especial para os papalvos e labregos dos seus prosélitos, o tema “Nós somos os filhos do dragão” e declamará o célebre poema “Vozes de burro”, seguidos de um efe-erre-á à zelosa polícia que o ajudou a expulsar os milhares e milhares de mouros “bermelhuscos” que nesse dia se encontravam em acção de sodomização no Caixote da Pocilga e que foram já indiciados como os protagonistas responsáveis pelos tumultos aí ocorridos".



Para quem não sabe, *Rui Moreira integra um grupo de personalidades afecto ao grémio condenado por corrupção, é um dos seus principais pontas-de-lança nos media, é hipócrita e surdo. Não sabe ganhar nem perder. E é mais um, só mais um, perdido no meio daquela escumalha que aceita tàcitamente que os Benfiquistas sejam vergonhosa e constantemente insultados com um cântico soez e deplorável que poderia muito bem ser endereçado à sua mãe…

Mas do “alto da sua cátedra” leviana e imunda, ainda tem a lata de dizer hoje no pasquim do Serpa dos croquetes que Carlos Lisboa não sabe ganhar.

Como?

Ó pá, vai mas é gamar para a tua terra!

E se precisares de ajuda chama o Pidá e o Guarda Abel!


GRÃO VASCO

BILHETE-POSTAL de Satã da Mouraria para Giorgio Di Bufa





GRÃO VASCO

24.5.12

As sementes do ódio e do terror



‘La Famiglia’, sem Pedro Proença, humilhada em pleno antro do terror. O segundo fotograma mostra bem o desvario, a paranóia e a impunidade que grassa no covil do Freixo.

Desta vez as “vozes de burro” não chegaram para roubar o título de basquetebol ao Benfica.


UM BANDO DE ALIENADOS

Ressaibiados pela inapelável derrota imposta pelos jogadores do Benfica e pelo seu treinador Carlos Lisboa, o inefável departamento de comunicação do grémio corrupto do Freixo, vulgo fcp, teria de encontrar - como é um hábito incurável para aquelas bandas - bodes expiatórios para a onda de terror que varreu o pavilhão?!?, provocada pelo habitual bando de alienados, herdeiros legítimos do guarda Abel. Assim, para a corja corrupta, Carlos Lisboa foi o detonador da “intempérie” – pudera! Foi ele um dos obreiros da vitória do Benfica… - e a polícia, a segunda culpada por ter malhado sem contemplações…

Só foi pena as caíram no chão… e já não era sem tempo!




GRÃO VASCO

Consagração e terror



Sinceramente, desejo que estas cenas se repitam muito mais vezes.

É bom sinal…

GRÃO VASCO

A estocada mortal



Este é o momento em que a heróica equipa de basket do Sport Lisboa e Benfica, transformou um antro canalha, repleto de selvagens corruptos e desvairados a pedir meças aos símios mais ferozes das florestas da África Central, num “salão de festas” (e como ele estava engalanado…) comemorativo do 23º título nacional.

Após ter liderado todo o jogo, nos segundos finais e com o resultado favorável de 54-53, este cesto Benfiquista de Betinho foi a estocada mortal no maior bandalho deste país e na corja que o idolatra.

Mas aquela enxúndia é tão mal frequentada que os jogadores do Benfica foram obrigados a receber a Taça de Campeões no balneário. Perante esta vergonha, o título ainda ficou mais saboroso.




Mais duas notas.

A primeira é para os media. É obrigatório, em nome da Verdade que aquele bando de filhos da puta que andou durante semanas a fio a falar do “apagão” e da “rega” da Luz, no ano passado, venha mostrar a todo o País que o estádio e o pavilhão do grémio corrupto é muito pior do que isso. É acima de tudo um antro de selvajaria e violência ao nível de um coliseu do império romano .

A segunda é para outros filhos da puta. E chamo-os filhos da puta pois não são dignos do Benfica. Refiro-me a alguns bloggers da Gloriosasfera e outros pulhas que de Benfiquistas não têm nada e que no domingo passado, após a derrota do Benfica no 4º jogo de basket do play-off vomitaram as maiores alarvidades em relação ao Benfica em basket, à sua equipa e ao seu treinador, equipa técnica, dirigentes e presidente. Essa corja, que também é uma corja igual à de lá de cima, não é digna sequer de pronunciar o nome do Glorioso.

Puta que os pariu!


GRÃO VASCO

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