13.6.12

De volta à Idade da Pedra Lascada



Cristóvão resolveu abandonar o seu curso superior de trolha. Cansado de pintar mastros e de acartar sacos de cimento para o Fôsso do Lagartêdo, com níveis anormais de adrenalina, agarrou na trouxa e lá foi outra vez a caminho da pré-história. Consigo leva o fogo primitivo, novas ideias para as pinturas rupestres nos corredores das suas cavernas e uma diferente forma de escutar.

Cristóvão passou como um meteoro pela tribo do Lagartêdo, mas deixou marcas para sempre. Uma delas, a mais mediática, foi a de aprendiz de feiticeiro – proporcionou-lhe um apregoado investimento “cardinalício” através de um depósito mágico. Um feitiço que se transformou na sua própria desgraça.

Para Godinho foi um alívio. Já lhe bastaram os paquetes para meter água.

Mas segundo o “record das petas” on line, que demorou uma eternidade a dar tão triste notícia, Godinho, ao tomar conhecimento da decisão do seu ex-ajudante-de-campo deu imediatamente ordens à telefonista do fôsso para procurar nas páginas amarelas a agência de viagens dos Flintstones.


Consta que mais tarde ou mais cedo terá de fazer um périplo ao Paleolítico Inferior e para isso alugar um mamute ou um mastodonte, ou mesmo a viatura do Fred, retratada na imagem acima. É que a factura da reparação das bancadas incendiadas do Templo Sagrado pelo fogo primitivo está aí a chegar e é preciso encontrar depressa o trilho da tribo do homo incendiarius para entregar a ordem de pagamento a quem de direito.



GRÃO VASCO

12.6.12

Hóquei – a última batalha



Sábado às 18 horas, em Almeirim começará a decisão final.

O Benfica será campeão nacional de hóquei em patins se ganhar o jogo que ali vai disputar com os “Tigres” locais, pois não é previsível que o Candelária pontue no antro do terror, a norte.


Este jogo é também a última batalha de mais uma época, em que muito embora tenha o Benfica como líder há bastantes jornadas, tudo tem sido feito para que a mafia corrupta dos morcões azuis e broncos consiga relegar o Glorioso para um plano secundário, arredando-o assim nova e trapaceiramente do título, tal como o fizeram no ano passado, em que não se pode esquecer, entre muitas, a farsa corrupta no Pico, Açores, em jogo entre o Candelária e a morcanzoada que a perder sem apelo nem agravo a pouco mais de um minuto do final do encontro, obteve a ajuda “divina” dos apitos viciados que nesse curto espaço de tempo fizeram passar o resultado de 1-3 para 4-3, garantindo assim aos corruptos manterem-se na frente e ganharem o campeonato.


Almeirim é a chave para acabar com uma década vergonhosa no hóquei em patins nacional, em que os corruptos do Freixo jogaram sempre com duas equipas em ringue – a própria, equipada com o tecido igual ao do das barracas de praia e a equipa de arbitragem.


Os “Tigres” têm uma boa equipa, experiente, defendem bem e têm feito muito bons resultados. Em casa é forte e só tiveram 3 derrotas conforme se pode ver no quadro abaixo e todas pela diferença mínima.




Os árbitros sabem de todos estes factos e da classificação, claro está! Sabem bem que o Benfica tem um só ponto de avanço.
O Benfica irá jogar contra os “Tigres” e novamente contra os corruptos por via dos apitadeiros nomeados.


O jogo é dificílimo e muito, muito complicado.


A massa adepta Gloriosa decerto que estará em pêso em Almeirim, mas só por si não chegará.
Os jogadores do Benfica terão mesmo de jogar à grande para serem Campeões!

Portanto, mãos à obra!
GRÃO VASCO

11.6.12

Na senda de Viriato



Depois da excelente imagem deixada na Invicta, no Torneio dos Salesianos, os sub-12 do Gumirães Basket estiveram novamente em grande plano.

Desta vez, partiram no sábado bem cedinho, à conquista dos Montes Hermínios, mais concretamente de Tortosendo na encosta sul da Serra da Estrela, onde este fim-de-semana se realizou mais um encontro nacional de minibasquete – VI Convívio Nacional de Minibasquete Unidos FC do Tortosendo – tendo como anfitrião este clube local.

O torneio decorreu ao ar livre, no recinto desportivo do Seminário do Verbo Divino. O evento tinha e tem como objectivo, sobretudo, o incentivo à prática do basquetebol por parte das crianças e adolescentes, e também o convívio entre pais, treinadores e atletas, proporcionando assim um excelente ambiente na área desportiva e social.

O aspecto competitivo baseou-se na disputa de diversos jogos entre as equipas participantes, não havendo classificações finais.

Não obstante, registaram-se jogos muito interessantes e emotivos, em que os responsáveis das equipas deram prioridade ao fair-play, não descurando os aspectos técnicos e tácticos do jogo e a própria motivação nos jogadores, no sentido de procurarem rentabilizar ao máximo o jogo de equipa e aquilo que têm aprendido, e consequentemente obterem, se possível a vitória.
Para além do Gumirães Basket de Viseu, o torneio contou com a participação dos Galitos do Barreiro e clubes de Leiria, Covilhã, Tortosendo e Castelo Banco, decorrendo os jogos em bom ritmo com os nossos pequenos-grandes Viriatos a fazerem jus ao nome do lendário herói lusitano, arrancando uma boa prestação, contabilizando 7 vitórias e 1 derrota. Uma jornada profícua que reflectiu o empenho que os habituais atletas têm demonstrado nos treinos.


Uma palavra de agradecimento ao presidente dos Unidos do Tortozendo, sr. Paulo Bicho, seus colaboradores e ao coordenador da área do basket sr. Carlos Araújo, pela simpatia, cordialidade e disponibilidade manifestadas como anfitriões do evento.
Muito Obrigado!


Os sub-12 do Gumirães Basket e o seu treinador estão de parabéns!

Assim continuem!




GRÃO VASCO

8.6.12

A “cultura” do Chico Viegas



Chico Viegas é um nome igual a tantos outros. Um nome que poderia estar ligado a qualquer colega de Chico Chicão, um jagunço do sertão brasileiro, personagem da telenovela “Gabriela” que em vários episódios dessa produção se fartou de “morder” na Natália do Vale, a célebre Óróra (Aurora), à época uma boazona novinha em folha, a “estrear” e um dos melhores biscatos da TV brasileira.

Mas não.

Este Chico Viegas é uma produção artística rasca cá do burgo, um pirata do lado de cá do Atlântico, e ao que parece, entretém-se nas horas vagas (ou não) a “morder” o “outro” - o outro clube melhor dizendo – seu ódio de estimação que tantas comichões lhe traz.


O país está inundado de péssimos exemplos e piores exemplares. Este é mais um de uma colecção que não tem fim!

Mas o país é isto mesmo. Um país sustentado por um regime em que a democracia é transformada diàriamente numa corruptocracia e bandalheirocracia, em que um governante tem a capacidade mimética de se camuflar conforme o meio com folclóricos coloridos, que vão desde um cultural amarelado-azul-laranja político ao azul e branco, melhor, bronco, riscado das barracas de praia do seu sectarismo inadmissível no campo desportivo. Uma democracia onde se dá voz e espaço mediático àqueles que sabendo da imundície que grassa a norte num grémio onde a fruta, corrupção e putêdo são o prato do dia, a omitem e branqueiam com rabiscadas indecentes em que o “outro” é a origem de todos os seus males e complexos.


Chico Viegas provou que na sociedade portuguesa qualquer sectário ordinário pode ser secretário de estado.

Mas o Chico Viegas é isto. É o verdadeiro representante do clube e do regime que o suporta.


Tal como os Ângelos Césares e os Urgéis Hortas de outros tempos, cá estão os Chicos Viegas de hoje, a lembrarem-nos de que seja na ditadura ou num triste regime como o nosso, há uma agremiação em que os seus prosélitos não conseguem passar da cepa torta, sofrendo de miopia crónica e doentia.


GRÃO VASCO

7.6.12

"O outro"


4.6.12

O capacho do Al Capone do Freixo

(ou o artigo de opinião de um javardo derrotado pela Verdade Desportiva)


Em tempos foi um oposicionista pífio. Pelo seu atrevimento caiu em desgraça. O colégio mafioso dos ayatollahs do Freixo e respectiva corja corrupta decretou-lhe uma fatwa. Os talibãs da Ribeira fizeram o resto – atiçaram-lhe os cães. Segundo consta, o dele foi mesmo envenenado. “Serviço” limpinho e asseado…

Em função de avisos tão sérios arrepiou caminho, reabilitando-se perante o capo-mór.

A estória é sabida, mas vale sempre a pena relembrá-la.

Num fim de tarde “à facas-longas” resgata-se da maldição – sob a capa da infâmia e da mentira, mistura-se com os delinquentes da Ribeira e com um fervor calculista inicia a célebre “vigília dos alienados”, mais conhecida pela “vigília dos corruptos”. Está no seu habitat natural.

Mas há que fazer mais. Há, sobretudo, que mostrar à escória predominante, o zêlo de um esbirro, a fidelidade canina de um safardana – assim, abandona em directo e de uma forma teatral a sua condição de “paineleiro”, não aceitando as verdades, aproveitando para glorificar a canalhice e o lenocínio por omissão ou branqueamento, recusando pùblicamente que se fale em escutas comprometedoras que arrasam a “organização” e o seu “chefe”.

É a cereja no topo do bolo.

Os cretinos preparam-se hipòcritamente para o alcandorar ao posto de “arauto da fruta” – recebe das mãos do Al Capone do Freixo a aberração mitológica em ouro, um dos maiores símbolos da corrupção.

Está reabilitado. Agora, agora sim, é mais um títere de cerviz dobrada que a desfaçatez e a pouca vergonha “construíram”, pronto para chafurdar na lama pestilenta e mafiosa do Freixo, com o beneplácito de um director barrigudo mama-croquetes das festas centenárias de 28 de Fevereiro no casino Estoril.

Está de pazes feitas com o capo-mór, livre dos símios da Ribeira. Já pode ter um cão, nem que se pareça com uma vil ratazana.

Jogando com a parte pôdre, promíscua e cúmplice de um sistema judicial cada vez mais desacreditado, clama hoje, desvairado, por um processo à Voz da Verdade.

Só faltava mais esta!

Aqueles que como ele confundem mafia com democracia, que falam do antigo regime apagando os nomes de Ângelo César e Urgel Horta e as suas imagens fazendo a saudação fascista a Salazar em representação do seu clube, ladeando Óscar Carmona, apologistas do crime organizado, da trapaça, da canalhice, do revisionismo barato e provinciano, exemplos flagrantes e actuais de uma sociedade paralela e clandestina a norte, obscura, sem princípios nem valores, minada pela corrupção, virem clamar justiça contra aqueles que com coragem e alto e bom som disseram o que ninguém tinha tido ainda a ousadia de dizer até à semana passada, só merecem a valeta ou a sarjeta. Nada mais do que isso.

De “merceeiro das vigílias” ao já “foi…” vão um ódio cego, uma azia transbordando a fel, um fedor insuportável.

O melhor capacho que o Al Capone do Freixo alguma vez poderia ter tido.

O que faz um título de basquetebol ganho “sem espinhas” pelo Benfica no antro do terror…


GRÃO VASCO

3.6.12

Futsal aos soluços



A ausência de Ricardinho, castigado, por si só não pode justificar uma exibição do Benfica tão sofrida e apagada como a de hoje, em que o final “à Hitchcock” acompanhado de uma enorme tremideira, deixaram o pavilhão da Luz e os espectadores televisivos “à beira de um ataque de nervos”.

Ontem, Pedro Peixoto apitadeiro de Setúbal, quase que “matava” o Benfica, com tanta “fruta” nos primeiros cinco minutos. Foi por pouco, mas mesmo assim deixou marcas bem visíveis no jogo de hoje. Apesar disso, o 2-1 foi uma justa vitória dos nossos jogadores, proporcionando o apuramento para a final do play-off.

Espero que Ricardinho tenha sido punido com um só jogo, senão é mais um handicap para o primeiro jogo da final a realizar no sábado em nossa casa.

Mais uma vez a vitória do Benfica, neste caso por 2-1, foi muito valorizada pelos Leões de Porto Salvo. Jogaram com as armas que tinham. As boas e as más. Alguns bons jogadores, equipa muito bem estruturada na defesa e um guarda-redes ágil e atento. Por outro lado, usaram truques e mais truques, e o árbitro principal, Miguel Castilho de Lisboa foi complacente com o guarda-redes Pina, que em momentos chave “queimou” o tempo que quis para esfriar o jogo e permitir aos seus companheiros ganharem o fôlego necessário que lhes ia faltando e fez vista grossa a determinados lances que deveriam ter sido punidos, nomeadamente simulações, atitudes provocatórias e faltas grosseiras como aquele braço na bola de um “leão” já nos momentos finais do jogo.

Paulo Fernandes diz que foi um excelente espectáculo. Poderá ter sido emotivo e com um final arrasador. No resto foi fraco, sofrível e com alguns jogadores do Benfica desconcentrados, desastrados e aparentemente cansados.

Prestações como as de hoje são meio caminho andado para na final do play-off que se aproxima perdermos os três jogos seguidos.

À atenção de Paulo Fernandes, Joel Queirós, Gonçalo Alves e Diece, principalmente.

Melhorar é preciso, mas sempre, sempre com 100% de apoio de todos os Benfiquistas!

Até sábado.

GRÃO VASCO

Bacôcos & “Patrioteiros”



Impagável!

Desde que a TV pública foi tomada de assalto pela corja do Freixo, a norte, temos assistido a verdadeiras obras-primas da comicidade mediática.

Se Hugo Gilberto e Manuel Fernandes Silva, ou melhor “Selva”, & sus muchachos, manipulam os programas desportivos a seu bel-prazer, usando sistemàticamente uma verborreia hábil e pantanosa, não escondendo a cor azul corrupta com que se vestem todos os dias, outros há, que nos fazem sorrir pela imberbe bacoquice mesclada de patrioteirismo a pedir meças à Conceição “Peluda” de soutien verde com as mamas a transbordar e cuecas vermelhas com o escudo no meio representando a bandeira portuguesa a gritar pelo “Beluoso” e pelo “Nani”, ou ao Zé dos Figos com a sua proeminente barriga enfiada na t-shirt da selecção, com o dístico “eu amo Portugal”, besuntada de nódoas roxas do traçadinho a martelo da tasca de lá do bairro.


Hélder Conduto e mais uns quantos repórteres de campo fizeram do jogo de ontem transmitido pela TV pública, um programa cómico que deixou bem patente a ridicularia e a vulgaridade que hoje grassa na RTPalermo.

E o que eles lá em cima, a norte, gozam com isto!


O que ontem vi e ouvi, para além de onze lázaros e igual número de turcos, foi um espectáculo medíocre, que lamentàvelmente varreu todo o meu querido Templo Sagrado e chegou à TV pelas vozes, também medíocres de um bando de bacocos que me fez lembrar as reportagens fervorosamente doentias do santuário de Fátima no tempo da “outra senhora”.

Para a sessão ficar completa, só faltaram a benzedura das camisolas das “quinas” por um Torgal qualquer, ladeado do Al Capone do Freixo e da sua “inocente” netinha – produto de “exportação” do Brasil - e uma procissão de velinhas encabeçada pelos “macacos da Ribeira” em honra de Paulo Bento e de todos os santos da porta – Gomes, Brou, Herculano, Craveiro e quejandos.

“Cristiano Ronaldo prepara-se para marcar o livre. Olha para a baliza, dá uns passos atrás, abre as pernas…” – arrancava o Conduto.
“Mais precisamente cinco passos. Cinco passos atrás” – reforçava o seu comparsa lá em baixo junto ao relvado.

Um mimo!

Só lhes faltou referir para além do “abre as pernas”, o incontornável “cospe para a relva”, “aconchega as partes fodengas”, “tira uns macacos do nariz”, “alça o pernil e ferra a melhor série de peidos da noite” “estica o elástico das cuecas enfiadas no rêgo do cu”, “coça os tomates” e “arranca sete incómodos pintelhos do refego direito da sua púbis”!

Francamente!

Já não bastava ouvir a incrível parvoíce anunciada repetidamente ao longo de vários dias nas RTPalermo’s, sobre o jogo de ontem, desconsiderando inclusive o adversário com uma estúpida frase – “eles nem sabem o que os espera” – ainda apareceram estes “cromos” habituais do anedotário desportivo jornalístico.

Dizia um deles que só faltava “um golinho” para aquele público. Pois nem de propósito, a Turquia fez-lhe a vontade.

Sorri, desliguei o som ao televisor, fui beber um chá preto, genuíno, importado de Trabzon e mandar umas golfadas de fumaça no meu “narguilé” turco.

Já estava enojado com aquela estória toda.

GRÃO VASCO







PS - no final do desafio, vim a saber pelo inefável anti-Benfiquista Tadeia, que os turcos tinham dado três ao grupo de Jorge Mendes e que os piores em campo tinham sido o Coentrão que não substituiu nem o Miguel Lopes, nem o Pepe, nem o Carniceiro de S. Pertersburgo, nem o Rui Patrício como guarda-redes, no primeiro golo da Turquia e o Nélson Oliveira que esteve pouco mais de dez minutos em jogo. Ainda bem que não foi ele a falhar o penalty!

Enfim, um porco de luxo numa RTP que mais parece uma extensão pocilguenta do chafurdo do Freixo na capital.


2.6.12

Hóquei em patins – decisão na Luz




O Benfica obteve uma importante vitória na ilha do Pico, nos Açores.

Tuco marcou o golo solitário que mantém o Benfica como líder do campeonato.

Quando vi quem era um dos árbitros fiquei muito apreensivo, mas os nossos hoquistas estiveram muito bem.

No entanto, deveremos estar alerta porque poderá haver muita “fruta” do Freixo na Luz. A mascambilha continuará e irão fazer tudo para dar a vitória aos morcões corruptos.

Não poderemos baixar a guarda e os nossos jogadores terão de ter inteligência para saírem da Luz incólumes.

É só isso que lhes peço!

Boa sorte Benfica!


GRÃO VASCO

‘Fruta’ no futsal




Hoje houve ‘fruta’ no futsal.

Uma dupla de arbitragem habilidosa e anti-Glorioso, bem tentou afundar o Benfica no próprio pavilhão da Luz.

“Arrumaram” o Ricardinho aos 5 minutos – para o resto do jogo de hoje e para o jogo de amanhã - mas mudaram radicalmente de critério quando foram obrigados, por lei, a marcar dois penaltys a favor do Benfica perdoando a expulsão aos dois infractores, jogadores dos Leões de Porto Salvo.

E condicionaram o jogo do Benfica que aos 10 minutos já se via com cinco faltas.

Apesar de todo este camião de ‘fruta’ que o Benfica apanhou pela frente, a perder por 2-0 aos 5 minutos, sem Ricardinho para o resto da partida – dois árbitros que traziam a “lição” bem estudada e sabiam ao que vinham - e contra uma equipa que se limitou a defender e a usar truques anti-desportivos, os Gloriosos atletas cumpriram a sua missão e ganharam por 5-2. Mesmo com algumas dificuldades, mas com a serenidade e inteligência suficientes, conseguiram ultrapassar o maior obstáculo desta tarde que foi uma arbitragem deplorável.

Esperemos que amanhã não apareçam outras duas bestas iguais a estes primatas que com mais algumas habilidades de permeio, bem poderiam ter tirado o Benfica da final do play-off, já hoje.

No entanto o Benfica tem equipa mais do que suficiente para eliminar o adversário.


Só peço que não haja mais nenhum camião de ‘fruta’ mais logo no jogo de hóquei em patins com o Candelária.


GRÃO VASCO

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