24.6.12
19.6.12
“Os cristóvãos de Loures”
A meio da semana passada,
o Cristóvão das Cavernas, um trolha do Fôsso do Lagartêdo, finda a pintura dos
mastros e a desmontagem dos andaimes cardinalícios, agarrou nos papéis de
parede, nas tintas, nas trinchas, nos sacos de cimento e restante tralha,
carregou a caixa aberta do atrelado do seu velho tractor e abalou a caminho do
Paleolítico com escala no tribunal e com a conta do contencioso a sobrar para o
visconde dos paquetes, que estranhamente lhe tem aparado todas as jogadas.
Durante três dias a
extinção desta espécie de homo
incendiarius pareceu ser uma realidade.
Pareceu…
Pois sabe-se agora
que este último abencerragem da Idade da Pedra Lascada deixou cá descendentes.
E não são tão poucos como isso.
No último
fim-de-semana, em Loures, o Pavilhão Paz e Amizade foi palco de um evento
mediático destes hominídeos semi-selvagens.
Na sequência da
exposição itinerante no Pavilhão Atlântico sobre os dinossauros e da mostra
pré-histórica inaugurada recentemente pelo basket
do Benfica no Caixote do Ladrão, no Freixo, o certame de Loures deu a conhecer
na íntegra os “cristóvãos” no seu habitat natural – transformaram dois simples
jogos de futsal em rituais tribais perigosos e assustadores.
Nem os vigilantes do
recinto conseguiram travar os ímpetos animalescos deste bando de trogloditas
que ululantes e em fúria, amontoados, juntos às linhas laterais do recinto,
agarraram, ameaçaram e insultaram os jogadores do Benfica, só faltando dar cabo
deles à dentada e à cacetada…
Os juízes de campo,
por sua vez, complacentes com estas selvajarias, denotaram surdez e visão parciais
doentias, pois deixaram impunemente prosseguir o certame até ao fim, talvez com
a ideia de que esse sábado e esse domingo seriam suficientes para que o “filme”
ficasse já completo. No primeiro dia aconteceram as barbaridades acima
descritas e no segundo, o arremesso e rebentamento de um petardo, pertíssimo de
um dos juízes e de jogadores do Benfica criou uma tensão enorme para além da
insegurança que já se verificava desde o dia anterior.
Foi um fartar
vilanagem!
Os representantes dos
“cristóvãos” em campo, o seu intragável “orientador” Orlando e o dirigente do
futsal do Lagartêdo, Miguel Albuquerque, sabendo deste ambiente “caseiro” de
“paz e amizade” propício à intimidação e ao terror sobre os adversários, em
muito contribuíram para um clima inacreditável, com as suas declarações
sistemáticas, como por exemplo “vamos ter
de lutar até à morte” e quejandas.
Mas não chegou, pois
terão de regressar em breve à civilização, no outro lado de lá da segunda
circular.
O meu desejo é que no
próximo sábado, aconteça o que acontecer – a vitória do Benfica ou não - a
resposta dos adeptos e sócios Benfiquistas seja entusiasmante e civilizada.
Valerá a pena mostrar essa diferença a
“Orlandos”, “Godinhos”, “Albuquerques” e “cristóvãos” e lembrar-lhes que o Pavilhão
Paz e Amizade em Loures, quando usado pelo Lagartêdo não faz jus ao nome que
tem, nem faz parte da rota turística dos Benfiquistas e amantes do desporto em
geral, transformando-se num antro incontrolável, violento e ameaçador mais
parecendo uma caverna pré-histórica grotesca e aterradora, estimulada e
instigada pelos seus próprios dirigentes.
Uma referência final
para duas criaturas abomináveis da RTPalermo – dois “catitas” de leão ao peito,
péssimos profissionais que não conseguem conter o seu reles facciosismo contra
o Benfica em favor dos “cristóvãos de Loures”. Agora já nem disfarçam, é sempre
a aviar como os Hugos Gilbertos, Louras, Leites e Manuéis da Silva, do Freixo. Para
eles, nos dois dias do fim-de-semana não se passou nada. Com o Lagartêdo em
vantagem e na eminência de vencer o campeonato, tudo corria sobre rodas, tudo era
uma festa, mesmo a assistirem àquele vandalismo absurdo e a ouvirem os cânticos
insultuosos habituais – SLB, fdp’s SLB
- aos Benfiquistas… até que veio o Vítor Hugo, defendeu dois penaltys e pronto, a Águia comeu-os!
GRÃO VASCO

PS – Um parvalhão, vogal do Lagartêdo, de nome Ricardo Tomás, veio insurgir-se hoje, contra o treinador Paulo Fernandes depois de este ter pedido um “inferno” para o Pavilhão da Luz no próximo sábado, considerando as suas declarações “incendiárias”.
Porventura, este estúpido enxergou o que aconteceu em Loures?
E saberá ele o significado de “inferno” quando se fala na Luz?
Estes cabrões do Lagartêdo não têm decência nenhuma. Nem depois do triste espectáculo que deram na Luz quando atearam fogo às bancadas – aí é que foi mesmo um incêndio – conseguem diferenciar esta palavra da palavra “inferno”.
Mas afinal como é que estas bestas da pré-história, desprovidas de massa cinzenta, conseguiriam compreender estes significados?
18.6.12
O Manto do Nuno
Conheci-te em Valongo
numa tertúlia de amigos Benfiquistas.
Simples e sereno.
Sabia do teu talento.
Num dia de inspiração
vestiste Cristo Redentor com o Manto Glorioso numa clara e intuitiva alusão a
Jesus, do Clube que tanto amaste.
Onde quer que estejas
este Manto Sagrado será também sempre teu!
Até sempre querido
Companheiro!
GRÃO VASCO
17.6.12
Chamar os ‘porcos’ pelo nome…
Ontem, depois do
maior bandido deste país ter ajoelhado mais uma vez perante o Glorioso –
Almeirim pô-lo louco - e ter espumado de
azia, ódio e raiva pela conquista do campeonato de hóquei em patins pelo Benfica,
bolçando as provocações costumeiras, o pasquim da Pocilga e os seus animais
espernearam…
A carapuça
assenta-lhes bem!
José Trindade só
disse a verdade, que muito poucos têm a ousadia de dizer neste país de cócoras
perante os mafiosos e corruptos do Freixo, em Palermo.
Obrigado José
Trindade!
GRÃO VASCO
16.6.12
15.6.12
JAGUNÇADA NO PARLAMENTO
Esta madrugada tive
um pesadelo acompanhado de uma visão apocalíptica – a república das Bananas, em
degradação acelerada, estava à beira do colapso. O regime, dito democrático,
também.
O cabecilha dos
jagunços com coio a norte, tinha sido recebido pela presidente do parlamento, a
sul, com os deputados e deputadas da fruta, da corrupção & de…putêdo
exultantes, entregando-se desbragadamente a uma orgia promíscua e indecente.
Depois do Orelhas
Gloriosas, líder dos “bermelhuscos da Mouraria”, o ter desmascarado corajosamente
há duas semanas, num discurso onde o apelidou de ladrão, foragido à justiça e
mandante de putas, sem que ninguém negasse essas verdades, surgiu o desagravo,
com a pandilha situacionista dos políticos enfiados nas suas fatiotas feitas do
tecido das barracas de praia, levando “em ombros” e mais uma vez ao seu
parlamento, um dos maiores bandidos e mafiosos de que há memória.
Esta foi e é a imagem
de um regime jogado à lama por gente sem escrúpulos, sem valores e sem
princípios.
Um situacionismo
intolerável e vergonhoso que validou e continua a validar os actos condenáveis
de um jagunço, fabricante compulsivo de flatos, especialista em sovas nas suas
mulheres e amantes e em fugas para o estrangeiro, comprador de juízes, pagante
de viagens acalheiradas ao Brasil, embusteiro de presidentes da república,
papas e ministros.
A degradação da
república das Bananas agrava-se num bananal e num bacanal imundo onde vale
tudo.
Num estado que
deveria ser de direito, até o chefe dos jagunços é recebido como um “herói”,
com todas as mordomias no parlamento e com mais uma jantarada à conta do Zé
Pagode!
Neste momento
acordei. De facto a república das Bananas é hoje uma triste realidade.
Para quando o fim
desta bandalheira?
GRÃO VASCO
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