29.7.12

“A BOLA TV” começa bem…



Transmissão em directo da final do campeonato de juniores de hóquei-em-patins.
Apito final.
Benfica campeão. Vitória de 7 a 5 sobre “os mafiosos da fruta”.

O locutor de serviço de “A BOLA TV”, José Santos, que durante a segunda parte e que cada vez que o grémio da fruta se aproximava do Benfica, marcando mais um golo – esteve a perder por 6-2 – berrava e gritava a plenos pulmões o relato desses mesmos golos, no final teve este desabafo, entre muitas outras barbaridades:

 - “Temos de aceitar estas coisas”.

“Estas coisas” foi tão sòmente o título de campeão nacional de juniores de hóquei-em-patins conquistado brilhantemente pelo Benfica.

Como é possível, “A BOLA TV” meter um microfone na mão a um palerma deste calibre?
Como?

A este José Santos, só faltou entrar em ringue com a camisola da agremiação do Freixo (ou a do anti-Benfica).

Uma lástima e de uma parcialidade escandalosa!

VERGONHOSO!


GRÃO VASCO

28.7.12

The Only Special and the special one







Sinceramente, e parafraseando Manuel Vilarinho, estou-me cagando para os 5-2 ao Real Madrid, ao contrário do intragável e carroceiro treinador dos merengues, que enxofrado pela manita com que o Benfica desinteressadamente o brindou, acabou por estrebuchar, bolçando a habitual verrina pouco desportiva em que é pródigo, tendo sido no mínimo deselegante para o clube e jogadores anfitriões, revelador, aliás, do seu carácter truculento de mau perdedor.

Ontem, na Luz, o que mais me emocionou e preocupou foi o estado físico, aparentemente degradado (oxalá esteja equivocado) de Eusébio. O Pantera Negra está gasto, cansado e muito envelhecido. Causou-me alguma tristeza vê-lo assim, trémulo, porque Eusébio é o meu grande ídolo de sempre e nota-se alguma debilidade na sua saúde.

Eusébio é um símbolo da portugalidade e de Portugal.

Para quando a mais alta condecoração do estado Português a esta figura ímpar e contemporânea que fez vibrar de alegria, felicidade e orgulho milhões de portugueses elevando bem alto o nome de Portugal?

Sim, Caros Companheiros. Ontem foi o que de mais importante vi (e o que mais me preocupou) na Eusébio Cup.

É que Mourinho, ganhe o que ganhar ao serviço de quem quiser ou de quem se predispõe a encher-lhe os bolsos de dinheiro, nunca, com o seu cinismo e a sua imbecilidade – mind games como lhe chamam os ”lambe-falos” da comunicação social desportiva portuguesa (a maioria deles com poiso a norte, no lugar do Freixo) – e com o seu estúpido instinto de mau perdedor, entrará no areópago dos deuses do futebol.

E ainda bem que não trouxe consigo o vice-parvalhão da merengada, o “analfabeto dos piretes”…



GRÃO VASCO

25.7.12

Também tu, Malícias?







O triste lagartêdo não pára.

Não perdem uma oportunidade para alfinetar o seu ódio de estimação.

Agora até os representantes da igreja se imiscuem no futebol.

Depois do Torgal morcão ter branqueado, a norte, os arremessos assassinos das bolas-de-golfe e outras selvajarias na Pocilga, em Palermo, e feito questão de assumir pùblicamente a sua coloração azul corrupta ao acompanhar e ser fotografado junto do concessionário das barracas de praia da Madalena e sua amante à entrada de um casino qualquer, vem este “franciscano de pacotilha” cantar uma porca ladaínha, numa alusão indirecta ao Glorioso.

Onde é que estava este religioso de cá-cá-rá-cá quando os criminosos do seu clube lançaram fogo às bancadas do Estádio da Luz?

Porque que é que estes cabrestos não condenam os actos execráveis de elementos da sua trupe clubística que quiseram comprar fiscais-de-linha?

Franciscano?

Va de retro satanás

A bandalheira continua…



GRÃO VASCO

21.7.12

Bandalheira nos paços do concelho




Esta madrugada tive uma visão.

Vale e Azevedo, um actual foragido à justiça portuguesa, ex-presidente do Glorioso e Jorge Gonçalves, ex-presidente do Sporting, outro condenado de antanho que para escapar ao cumprimento da pena, esteve fugido 20 anos em Angola até ela prescrever, iriam ser recebidos, este sábado nos paços do concelho de Viseu pelo edil camarário Fernando Ruas.

Afinal quem apareceu foi o concessionário das barracas da praia da Madalena e o seu séquito de azeiteiros.

Para mim foi o mesmo.




Hoje, a minha terra foi conspurcada. A terra de Viriato, chefe dos Lusitanos, de el-rei D. Afonso Henriques, fundador de Portugal, de el-rei D. Duarte, “O Eloquente”, do Infante D. Henrique, Duque de Viseu e mentor dos descobrimentos, de Grão Vasco, grande entre os Grandes Mestres da pintura portuguesa, foi conspurcada. Os paços do meu concelho também.

O que vale é que a corja só está de passagem. Ao fim da noite abala. Só espero que os serviços de higiene e limpeza da câmara tenham estado de prevenção para desinfectar imediatamente o rasto de imundície que essa comitiva azul e bronca sempre deixa quando sai da sua pocilga na Palermo portuguesa.

Será que o presidente da câmara de Viseu nunca leu ou ouviu a indecência que são as escutas do “gerente do caixa” ou do “padre da freguesia das Antas”, do “café com leite”, dos “chocolatinhos” e da “fruta que já foi mandada”?

A bandalheira chegou à câmara com um convite/recepção do edil viseense à comitiva da “fruta & putêdo” oriunda do lamaçal do Freixo.

Sinto-me enojado com estes “convites”. Promíscuos e reveladores de que a política é uma porca, uma grandessíssima porca!

Ainda bem que Rui Rio, parceiro de partido do edil viseense, obriga o gajo que aldrabou o Papa, a perorar por tudo quanto é lado. Animais de quatro patas é para viverem no chafurdo de uma pocilga, não para se pavonearem como autênticos labregos por câmaras e afins.

Viseu, a verdadeira Viseu, “antiqua e nobilíssima” repudia e rejeita esta pandilha que envergonha o país.

Mas os tristes adeptos do “lagartêdo” como é o caso de Fernando Ruas não têm emenda.

O que vale para este autarca, é que já não pode candidatar-se mais, senão ainda gostaria de ver qual seria a votação que teria nas próximas eleições para o município…

Haverá muito voto que hoje ardeu…



GRÃO VASCO

20.7.12

Mário Saldanha sacode os ciscos




Realmente aquela escumalha da fruta e do putêdo não tem lugar no desporto. Depois de terem levado um banho de basquete no caixote da pocilga, ainda têm a desfaçatez de alijar responsabilidades, lançando as culpas do seu próprio desastre para terceiros.

Há que ter consideração alguma para com esses bandalhos?

Não. NENHUMA!





18.7.12

18 de Julho, o “Dia Carlos Calheiros”



Os revisionistas da murcanzoada sediada no lugar do Freixo, na Palermo portuguesa, que “descobriram” há uns anos atrás, uma nova data para a fundação do grémio da fruta corrupção & putêdo bem dariam fortunas para que se apagasse da história do futebol português este episódio que é o paradigma da batota e da corrupção que durante estes últimos trinta anos tem andado de mão dada com a corja corrupta afecta ao fcp.

Para aqueles que hoje têm idades entre os vinte e os trinta anos e que ainda pouco sabem porque é que Sir Alex Ferguson, entre muitos outros, incluindo Platini e Santiago Segurola do jornal espanhol MARCA, disse que o grémio das barracas de praia ganha campeonatos comprados nos supermercados, aí está a explicação.

Esta e outras práticas eram comuns na estratégia subterrânea que essa agremiação adoptou, para ganhar sem escrúpulos.

Carlos Calheiros acolitado pelos seus irmãos gémeos barbudos, seus fiscais-de-linha, foi nesses tempos, um dos principais vectores da promiscuidade, bandalheira, compadrio e mascambilhas incrementados pelo grémio da fruta e que resultou no ganho de muitos campeonatos e outros troféus, em que a trapaça e a vigarice estiveram sempre presentes.


Hoje passam 17 anos sobre a partida de Carlos Calheiros para o Brasil “à conta” do fcp. Nessa altura, tudo corria sobre esferas, até que, algum tempo depois, ao descobrir-se esta “oferta” tão generosa dos mafiosos do Freixo, o “artista” do apito, correu num afã ridículo para a agência de viagens para pagar o que já estava pago há muito tempo, só se lembrando desse pagamento em falta quando alguém de dentro da Cosmos deu com a língua nos dentes e o assunto saltou para a comunicação social.

Num país a sério, esta gentalha teria passado as suas verdadeiras férias atrás das grades. Aqui, a escumalha da fruta e do putêdo continua à solta e impune, tentando por todos os meios branquear com lixívia forte todo este nojo e muitos outros.

Por mim, nunca deixarei passar esta efeméride em falso.


 
Segue artigo de Leonor Pinhão no Jornal A Bola em Julho/2005


Neste mês de Julho passam 10 anos sobre a viagem de Carlos Calheiros ao Brasil, um rocambolesco episódio justificado por «lapsos» no debitar de facturas.

Para os amnésicos compulsivos.

No próximo dia 18 de Julho faz dez anos que o árbitro Carlos Calheiros, da Associação de Viana do Castelo, embarcou para o Brasil na companhia de familiares, para um justo período de férias repartidas entre o Othon Palace do Rio de Janeiro e o Hotel Sheraton do Recife. A factura da viagem e da estada da família Calheiros foi debitada pela Agência Cosmos ao FC Porto. Por lapso, como mais tarde viriam a explicar o próprio árbitro, o clube e o operador turístico. A efeméride merece ser celebrada por todos os que se preocupam com a causa da arbitragem nacional neste momento em, que passada uma década, se volta a discutir se os juízes de campo devem ser sorteados ou nomeados para dirigir os jogos da Super Liga. A data deve ser lembrada com insistência na face de todos os amnésicos compulsivos para quem, subitamente, os árbitros se transformaram na escória do futebol português. Só porque o Benfica conseguiu, ao cabo de onze anos, conquistar o título de campeão nacional? O episódio é, por ventura, o mais rocambolesco e o mais exemplificativo de uma época dourada em que os árbitros eram o máximo e só se queixavam dos árbitros os maus perdedores, os invejosos e os passarinhos. Celebremos, então, entusiasticamente o décimo aniversário da viagem de Carlos Calheiros ao Brasil. Foi a SIC quem trouxe o caso para a praça pública, a 1 de Novembro de 1996, e no dia seguinte os jornais desportivos e generalistas não tiveram outro remédio senão dar seguimento ao assunto. «Calheiros, engenheiro de profissão, viajou ao Brasil em Julho de 1995, na companhia da sua mulher e filha, e a factura da deslocação, da agência Cosmos e no valor de 761 contos, apresenta o FC Porto como a entidade a quem deveriam ser debitados os custos das férias. Estranha é também a forma como o ex-árbitro é identificado na factura. O seu nome completo é José Carlos Amorim Calheiros, e no documento aparece como José Amorim», lia-se no «Público». Calheiros reagiu ameaçando com a Justiça. O árbitro, em declarações ao «Independente», clamou e reclamou pela sua inocência: «Vou pôr a Cosmos e o FC Porto em tribunal, por difamação e abuso da minha boa fé. Limitei-me a aceitar uma viagem da Cosmos e agora aparece isto.» Mas a história da viagem de Carlos Calheiros ao Brasil não se ficou por aqui. De acordo com declarações de «um vice-presidente do FC Porto» ao «Público» o imbróglio terá tido início quando o ex-árbitro contactou o clube das Antas para que «o FC Porto, atendendo ao facto de ser um cliente habitual da Cosmos lhe conseguisse um preço especial». «O próprio Carlos Calheiros foi depois à Cosmos tratar das formalidades e, mais tarde, pagou ao FC Porto», acrescentou o anónimo dirigente portista. Esta versão foi confirmada pelo administrador da agência de viagens, António Laranjeiro: «Carlos Calheiros falou com o FC Porto para usufruir das condições especiais que a agência concede ao clube e acertou as contas posteriormente com o clube.» Calheiros apresentou uma perspectiva diferente do assunto: «Informei a Cosmos de que lamentava que, abusivamente, tenha feito seguir para o FC Porto as facturas e os recibos de uma viagem que eu pensava que me tinha sido oferecida e exigi que seja feita a emissão do recibo, que eu sempre pedi e que nunca me foi dado, para que possa liquidar a dívida.» O «Independente» revelaria que na sequência da investigação da SIC, o ex-árbitro terá recebido uma carta do FC Porto, assinada por Diogo Paiva Brandão, director-geral do clube, confirmando que a factura estava contabilizada nas contas do FCP com o número 4144, com a data de 18 de Julho de 1995 e que foi liquidada pelo FC Porto à Cosmos. O semanário teve acesso a esse documento e transcreveu-o: «[a deslocação ao Brasil] foi indevidamente debitada ao nosso clube. Na realidade, devido ao facto de a factura ter sido enviada num conjunto de diversas outras, passou despercebida aos nossos serviços e não foi detectada a irregularidade da sua emissão. Por isso, e dado que o clube já liquidou, por lapso, o respectivo montante à agência de viagens, convidamos Vossa Exª a liquidar de imediato o valor, em escudos, de 761.713, nos nossos serviços para podermos considerar o assunto encerrado.» A verdade é que o assunto ficou mesmo encerrado. Foi esmorecendo nas páginas dos jornais, das ameaças de tribunal nunca mais ninguém ouviu falar, da presumível investigação da Polícia Judiciária também nunca mais ninguém ouviu falar e tudo leva a crer que Carlos Calheiros tenha, finalmente, pago a viagem que julgou ser uma benfeitoria desinteressada e tenha ainda hoje, em sua casa, emoldurados o recibo e a factura desses dez dias no Brasil. Tudo não passou de um lapso. Ou de vários lapsos, se quiserem. Nenhuma organização é perfeita. Era tudo boa gente. Ai que saudades, ai, ai.


Artigo de Leonor Pinhão no Jornal A Bola em Julho/2005

GRÃO VASCO

17.7.12

O protegido do regime





O regime podre e corrupto que vigora no futebol há décadas, bem à imagem do que se passa também em todo o país, obteve recentemente uma saborosa vitória que lhe garantirá, pelo menos nos tempos mais próximos, total impunidade para continuar a oferecer títulos ao clube da fruta e dos chocolatinhos, sediado nos campos movediços do Freixo, a norte.

A quadrilha jornalística assumidamente afecta e submissa ao querido líder da Madalena encarregou-se do resto. Numa bajulação viscosa e peçonhenta, alcandoraram o actual ícone da pobre pandilha do apito, Pedro Proença, aos píncaros da fama, glorificando-o com louvaminhas pelas suas recentes nomeações para as finais da Champions e do Euro 2012.

As sucessivas aldrabices de Proença em jogos do campeonato, beneficiando escandalosamente o grémio condenado por corrupção e prejudicando sistematicamente o Benfica, transformaram-no numa falsa referência da miserável arbitragem portuguesa e que é gerida de uma forma lamentável por um fulano que continua de cócoras perante o poder vigente. A realidade é esta, e foram esses roubos, ao longo de várias épocas e que ele subtilmente transforma em prejuízos quando a eles se refere, que levaram a corja corrupta do Freixo a elegê-lo incondicionalmente como um dos principais suportes na conquista dos seus títulos trapaceiros.

A conclusão é a de que, para Pedro Proença foi necessário subir à custa do regime, favorecendo-o, e o regime por sua vez premiou-o. O fortíssimo lobby do grémio da fruta e do putêdo na UEFA, bem como a teia de delegados e observadores – mais conhecidos pelos Manuéis Armindos -  conduziu Pedro Proença ao corredor da fama, validando a sua carreira e conferindo-lhe o beneplácito necessário para que ele continue impoluto e livre das mais que justificadas punições às suas habilidosas actuações internas e que foram acima de tudo o tributo proporcional ao êxito internacional da sua carreira como árbitro.

Cego pelas luzes da ribalta, e bem escorado em Aguiares, Searas, Serpas, Tadeias e demais pançudos do regime, completamente inebriado pela sua vaidade e presunção, que valha a verdade nunca escondeu, não se remeteu a saborear os louros do seu sucesso, e tratou de, indirectamente, ferrar uns coices e espetar umas alfinetadas ao Benfica.

Descarado, e continuando hipòcritamente a escudar-se atrás do seu “benfiquismo mentiroso”, quando curiosamente, só o vemos em fotos com a camisola do sporting e aos beijos e abraços aos morcões da Pocilga de Palermo, desdobrou-se em entrevistas atrás de entrevistas, tentando lavar as imundícies das suas actuações intramuros, com as prestações nas competições além-fronteiras e imiscuindo-se grosseiramente em considerandos de ordem financeira, aludindo indirectamente a orçamentos e dirigentes de clubes que segundo ele não têm tido a respectiva correspondência de sucesso, numa clara tentativa de révanche, tendo como alvo o Benfica.

Mas terá sido melhor assim. Ficámos a saber o que ele pensa e que os seus erros não têm sido involuntários, bem pelo contrário.

Após as suas mais recentes declarações, Pedro Proença, se se assumisse como um verdadeiro árbitro e homem, pautando a sua conduta pela honestidade e coragem, pediria a recusa em arbitrar os jogos onde intervém o Benfica e o clube que em todos os momentos lhe tem dado a mão – o grémio da fruta, corrupção & putêdo, vulgo fcp – e que disso tem tirado dividendos, com títulos oferecidos por ele em bandeja dourada.

Diz ele, que é incorruptível. Não é preciso tanto!

Nestas coisas de promoções e nomeações, um “favor” paga-se com outro “favor”. Neste caso é mais uma questão de compadrio.

É o “favor” de marcar penalty por sopro de Yebda a Lizandro, com consequente “mergulho”, é o “favor” de marcar penalty a favor do Braga por “infracção” de Emerson que até está virado de costas para a bola, é o “favor” de validar um golo ao grémio concessionário das barracas de praia, em pleno território do adversário, quando dois dos seus funcionários, um deles autor do golo, se encontram em escandaloso off-side.

E fiquemos por aqui…

E também convém não esquecer que é o próprio Proença que diz fazer parte da escória geracional do Apito Dourado.

É dever do Benfica e dos Benfiquistas denunciá-lo, escrutiná-lo, envergonhá-lo publicamente. Não merece mais do que isto.

Só resta vaiá-lo, e mostrar-lhe, cada vez que tiver a desfaçatez de arbitrar o Benfica, e muito em especial na Luz, que um aldrabão, mesmo apitando a final de um Euro qualquer, não deixa de ser um aldrabão.

E já agora, quando é que a Comissão Venatória abre a caça aos pavões?


GRÃO VASCO

3.7.12

A retrete do jornalismo

 

Acabou o euro 2012.

Não houve campeões por cá.

Nada melhor que a habitual filha-da-putice desta retrete do jornalismo em denegrir o Benfica, colando-o a um personagem qualquer.

Vender a qualquer preço é o que está a dar!

Vale e Azevedo, o recente violador de Telheiras, o cabo da GNR de Sta. C. Dão, etc., etc., etc.

Um dia destes, este bando de canalhas que chafurda nesta imundície que é o “correio da manha”, até vai arranjar um cartão de sócio da Casa do Benfica em Londres ao Jack “O Estripador”.


PQP estes FDP’s!

Mas os Benfiquistas que continuem a comprar  estas “retretes”…







2.7.12

Onde está o anão?



28.6.12

"CERRADO"



O "circo" meteu-me nojo.

A espiral de paranóia dos títeres dos media, muito bem teleguiados pela irmandade da Fruta sediada no sítio do Freixo, em Palermo e tendo como olho do furacão uma idolatria absurda a Ronaldo, desintegrou-se nos pontapés falhados do anão e do carniceiro, morrendo depois no pé direito de Fabregas.

Essa paranóia patrioteira da maioria dos jornalistas da tv´s, rádios e jornais atingiu tal degradação, que se esqueceram do lamaçal em que deixaram o futebol cá dentro, autovitimizando-se e vitimizando a equipa nacional com histórias surreais sobre o turco que apitou a derradeira partida, com o próprio seleccionador a usar e a abusar da sua boçalidade habitual relativamente ao assunto – só faltou dizerem que a música no hall do hotel era o “Viva a España” da Monserrat Caballet e do Plácido Domingo, que o papel higiénico nos wc’s era vermelho e amarelo e que só serviram paella e bocadillos às refeições…

Agora bem, agora, o "circo" muda-se novamente para cá - fernandos gomes, proenças, vítores pereiras e restante séquito irão chegar para tudo continuar cantando e rindo…

O euro por aqui encerrou. “Cerrado” como dizem os espanhóis. Resta à comandita jornalística continuar a lamber os tomates ao Ronaldo.

Que lhes faça bom proveito!

E já agora… parabéns ao turco…



GRÃO VASCO

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