28.8.12

8 M€?



Ontem, o TUTTOSPORT trazia na sua primeira página esta referência ao Cardozo.

A BOLA corroborando a notícia começou a fazer eco dela ainda no mesmo dia.

Já hoje, o mais curioso é que a LA GAZZETTA DELLO SPORT faz referência ao interesse da Juventus baseando-se em notícias dimanadas de Portugal.

Mais curioso ainda é que A BOLA se refere hoje, também à LA GAZZETTA DELLO SPORT.

Afinal estas notícias são como o jogo do vai e vem.

Ontem,

 



Hoje, 


Mas antes que vá o diabo tecê-las, a resposta terá de ser necessàriamente NÃO!
 
 

GRÃO VASCO

27.8.12

Mota, Sousa & Jesus


 

Não, não é nenhuma sociedade de peças e acessórios para automóveis e muito menos uma firma do Algarve especializada na venda de alfarroba a granel. É sim, um trio de protagonistas da “peça” estreada ontem no Bonfim e que teve um desfecho muito desnivelado como há muito tempo não se via.

Como é previsível, as incidências do jogo entre o Vitória de Setúbal e o Benfica vão ter uma particularidade especial durante a maior parte desta semana – os mabecos azuis corruptos e os seus aliados submissos do lagartêdo vão ladrar até à exaustão, começando já hoje, segunda-feira, com a corja de paineleiros televisivos a manifestarem ruidosamente o seu miserável anti-Benfiquismo propagandeando que o Glorioso já vai ao colo.

Jorge Sousa e seus auxiliares irão ser o alvo predilecto começando já a campanha para futuros condicionamentos. Mas já lá iremos.

Antes do mais, a referência, isso sim, a outro evento – a campanha publicitária que ontem decorreu no estádio do Bonfim, durante os primeiros oito minutos da partida, visando a promoção do wrestling em Portugal.

Desde o início do jogo que a equipa setubalense se exibia como se não houvesse mais nenhum jogo do campeonato para além daquele que efectuavam contra o Benfica.

Alguém, preocupado com aquele ímpeto, questionou se não havia “malas especiais” no Bonfim provenientes do Freixo e da Pedreira. Fica a dúvida.

Por outro lado, as equipas de José Mota têm uma particularidade – contra o Benfica vale tudo. Mota incute uma excessiva agressividade nos seus jogadores que fàcilmente descamba na violência. Mais, violência gratuita. Amoreirinha, que tal como Rúben Amorim, já jogou no Benfica, foi a vítima desse estado de alma do seu treinador e interpretando à letra esse sentimento, tratou de mostrar que nas equipas de menor dimensão, há um potencial enorme para o crescimento do werstling em detrimento do futebol.

Esse estado de alma do pobre Mota prolongou-se, ultrapassando mesmo os limites do razoável, quando na conferência de imprensa após jogo desatou a desferir golpes e mais golpes, bolçando baboseiras e as parvoíces costumeiras.

Há fulanos que fazem do futebol um jogo para pernas-de-pau e Mota para além desta característica é um labrego no futebol. Ontem, só lhe faltou aquele boné a publicitar o verdadeiro wrestling e uma tabuleta de fundo, em lousa, com os preços a giz da dose das sardinhas assadas e chocos fritos nos restaurantes da zona.

Uma lástima!

Mota não poupou Jorge Sousa e arriou-lhe forte e feio. Sousa não lhe fez a vontade, como noutras vezes com outros protagonistas. Aí, Mota teve parte da razão, pois só de nos lembrarmos de Bruno Alves e da sua excepcional actuação como mestre do kung-fu na célebre partida da final da Taça da Liga em que o grémio corrupto perdeu 3-0 com o Benfica e da complacência de Jorge Sousa fazendo vista grossa a essa violência, podemos concluir da destreza e da forma habilidosa como actua este artista do pífaro nos mais diversos cenários. Mas nestas situações, que não a de ontem, para Jorge Sousa e muitos outros, a fruta fala mais alto.

Tomara que nos jogos do Benfica, Sousa tivesse sempre esta seriedade, hombridade e rigor.

Basta relembrarmos o seu colega e compagnon de route Artur Soares Dias, com um histórico impressionantemente reprovável em relação ao Glorioso. Na época passada, para a Taça da Liga, na Luz, Artur expulsou um jogador do Braga e logo após o jogo, a orquestra amestrada da paineleiragem televisiva em sintonia com os brácaros, estrebuchou e esperneou desalmadamente, protestando para o excessivo rigor na decisão. O resultado foi simples e Artur não perdeu tempo a recompôr-se desta “falha”. Passado muito pouco tempo, para o campeonato, nomeado cirùrgicamente pelo Bitó dos Pífaros, para o jogo entre o lagartêdo e o Benfica, escamoteou escandalosamente um penalty sobre Gaitán, visto a olho nu da estratosfera e mais um agarrão descarado a Luisão nas suas “barbas”, que atiraram de vez o Sport Lisboa e Benfica para fora da discussão do título, oferecendo-o de bandeja à escumalha corrupta do Freixo. Mas não contente e para que a remissão fosse completa e devidamente reconhecida, já esta época cumpriu mais uma vez a sua missão, roubando um golo limpo ao Benfica, evitando a derrota dos brácaros na primeira jornada na Luz e que o Benfica perfizesse os três pontos em disputa.

Para Jorge Sousa a história não acabou ontem no Bonfim e outras oportunidades surgirão para mostrar a sua verdadeira face no que toca ao Benfica. Isso é limpinho.

O gesto de Amoreirinha foi por demais evidente para que Jorge Sousa fizesse vista grossa. Por outro lado, sabia bem que o escrutínio de ontem era apertado e rigoroso após a prestação miserável do seu amigo Artur na jornada anterior na Luz e que as habilidades habituais contra o Glorioso não o beneficiariam em nada, pois a contestação e o ruído, no que se refere à farsa que têm interpretado em prol do grémio da fruta continua frêsca e tem sido alvo de contestação legítima e contínua das Gentes Benfiquistas. Mas tudo isto não impedirá que a breve prazo e através da “lei das compensações”, quando o campeonato apertar para os lados do Freixo, estes e outros “agentes do pífaro” – aqui, o realce para o passado recente e não só, com as actuações magistrais, leia-se roubos escandalosos ao Benfica, que fizeram de Benquerença, Proença, Xistra, Sousa e Artur, internacionais (Capela e Hugo Miguel já estão na calha) e reles representantes deste regime pôdre que grassa no nosso futebol - reponham com a desfaçatez que lhes é tão peculiar, o seu estatuto de “carrascos do Benfica”.

Por último, Jesus.

“Porque no te callas?” (as conferências de imprensa são um autêntico descalabro).

Nesta área é que o homem merece ser ajudado, mas não com os “manuéis sérgios” deste pobre país…

O Benfica deu-lhe e continua a dar-lhe um enorme crédito. É desejável que não o desperdice da mesma forma como já esbanjou o correspondente às duas épocas anteriores que se transformaram em grandes desilusões para todos os adeptos Gloriosos. Para já corrigiu algumas situações deficitárias que contribuíram para a exibição frouxa da equipa na primeira jornada. No entanto, neste jogo do Bonfim, a vantagem de mais um elemento quase desde o início do jogo, contribuiu para que o que poderia ser difícil se tivesse tornado fácil demais. Mas foi uma prestação eficiente de todos e não merece contestação, especialmente com alas novos, que justificaram em pleno a chamada ao onze inicial, em detrimento de Gaitán e Bruno César.

 
Salvio?
Um mimo.
Witsel?
Outro mimo.
Rodrigo?
Outro mimo.
Javi García?
Outro mimo.

O resto se verá!

Avancemos para o hipócrita do “toca a andar, isso, toca a andar”…

E qual o artista do pífaro para esse jogo?
Aposto em três – Xistra, Benquerença ou Poença. Oxalá que não!

 


GRÃO VASCO

26.8.12

A bandalheira continua…


Bitó dos Pífaros & sus muchachos da comissão de arbitragem mostram bem, agora segundo dizem as más-línguas, com os mercedes do Murdoch de Penafiel que a promiscuidade é coisa que não falta lá para as bandas da federação.

As nomeações para estas duas jornadas iniciais do campeonato dão claros indícios de como se começa a “fazer” um campeão…

Para disfarçar, Duarte Gomes e Hugo Miguel de Lisboa para dirigir os jogos dos “corruptos” e Artur Soares Dias e Jorge Sousa do Porto para os do Glorioso.

Só com uma diferença. Soares Dias e Jorge Sousa têm um histórico miserável em relação ao Benfica – “roubam” como podem e quanto podem com a agravante de serem “roubalheiras” em flagrante delito com tudo bem visível nas imagens captadas pelas televisões, continuando sempre impunes, motivados assim para fazerem mais do mesmo ou pior para a próxima vez, sempre que apitam jogos do Benfica.

O rol das pilhagens já vai longo e a impunidade também. Não há ninguém que lhes deite a luva. Uma trupe que faz o que quer e à descarada.

Será que irá começar já o “calvário” de Jesus?
 

GRÃO VASCO

19.8.12

Mais ruga, menos ruga



Mais ruga, menos ruga, o tempo não perdoa. É excedentário, mas mais dez meses pagos a pêso de ouro, pelo menos, já ninguém lhos tira. Vida de príncipe dizem uns, vida danada dirá o homem e o seu séquito, especialmente quem o tenta rejuvenescer para o tempo que lhe resta de contrato.

A verdade é que com ou sem rugas e não obstante a consecução de pequenos êxitos, o homem continua fiel a si próprio e às suas convicções e teimosias, nem que elas estejam por demais obsoletas e indiciem um défice de comunicação e raciocínio. Mas falta-lhe aquele toque de classe e de categoria, faltam-lhe aqueles rasgos de talento e sabedoria dos grandes momentos, que distinguem um mediano de um eleito.

Ontem o Benfica demonstrou frouxidão e muitos desequilíbrios, com jogadores enervados, a acusarem notòriamente a responsabilidade de um jogo de alta voltagem. E para espanto geral, alguns deles, muito embora já com a experiência da época passada, dando a noção de não saberem o que é jogar no Benfica e no Estádio da Luz, perante mais de 50.000 adeptos.

E não venham os teóricos das técnicas e das tácticas – nem sequer é este o teor do post – acenar com a bandeira negra do Melgarejo, os mesmos que excomungaram o Emerson. O jovem paraguaio lutou com tudo o que tinha e a haver um ónus para essa escolha, uma estapafúrdia solução – um sonho em que proliferam Coentrões às pazadas – terá de ser pago por quem não quer ver o óbvio.

É como disfarçar as rugas – o equívoco pode não estar visível, mas ele está lá e por um imponderável qualquer surge o golpe de teatro.

E ontem aconteceu novamente.

- O Coentrão não está no Real Madrid à custa de uma invenção? Não há vitórias, não há títulos, mas vende-se bem e ganham-se milhões! – atira o “mestre”, justificando-se.

E os adeptos?
Assistem à venda.

E o Benfica?
Vende, mas não ganha nada.

E por fim, uma disparatada conferência de imprensa pós-jogo. A de pré-jogo tinha sido já outro desastre. Como é possível elogiar um ladrão que roubou escandalosamente a vitória ao Benfica, invalidando-lhe um golo limpo e que até foi marcado por jogadores adversários?

É que um Benfica como o de ontem, àquele nível, só poderia proporcionar aquela “bela” exibição de Artur Soares Dias, sem dúvida a figura do jogo.

O Benfica jogou pouco, os “brácaros” com a ronha de sempre, assim-assim e Artur Soares Dias fez o resto - um “jogão”!

Avancemos para Setúbal no Mercedes do Bitó dos pífaros, prenda do patrão da Sport TV, o famigerado “Murdoch de Penafiel”…sem esquecer o bafo do Cardozo que provocou a invalidação do golo da vitória ao Glorioso e a salvação do Beto na baliza dos “brácaros” – será que o Quim irá rosnar como rosnou quando deixou de ter lugar no Benfica? – os cartões amarelos ao avançado paraguaio e ao Maxi, e o perdão da expulsão mais do que óbvia ao farsante das tranças pretas, mesmo a acabar o primeiro tempo.

GRÃO VASCO

17.8.12

Manipulação bandida


A campanha nojenta continua.

De forma a induzir o público leitor, ou mesmo aquele que só olha para a sua capa nos escaparates, esta publicação ordinária que actua sistemática e subversivamente contra o Benfica e suas Gentes e que sem vergonha nenhuma se assume como o órgão oficial do fruta, corrupção & putêdo, vulgo fcp, coloca ardilosamente a palavra AGRESSÃO na sua capa de hoje. Chamo a atenção de que há duas capas diferentes uma para o sul e outra para o norte (até nisto!).

A fórmula é simples mas eficaz dando a imagem de que Luisão é um agressor. Em letras minúsculas refere que é o que consta no relatório do árbitro. Mas o que interessa é fazer passar para a opinião pública a palavra AGRESSÃO e colá-la a Luisão.


Um bando de cobardes que não fizeram o mesmo com Álvaro Pereira e outros casos ocorridos, pois neste caso convém ocultar a verdade e passar a habitual esponja azul e bronca.

O grémio da fruta, corrupção & putêdo não poderia ter melhor veículo de contra-informação e propaganda anti-Benfica, pois eles sabem melhor do que ninguém que a informação é uma arma fundamental nos tempos que correm, ao invés dos responsáveis do Benfica que não conseguem acertar as agulhas nesta área crucial da vida do clube.

Para quando a revolta dos Benfiquistas, perante mais esta bastardice de uma corja sem escrúpulos, espelho de um país sem rei nem roque?

GRÃO VASCO

16.8.12

B(r)oches à portuguesa



Desde a 2ª Grande Guerra Mundial que não assistia a um surto migratório tão rápido e tão eficiente. Centenas de “alemães” apareceram surpreendentemente na miserável Comunicação Social do nosso país e milhares de “espiões” camulflados e colaboracionistas envergando pijamas azuis e verdes das barracas de praia espalharam-se pelo país em demanda de Luisão. Para eles um “judeu”, alvo da procuradoria de Dusseldorf por se ter transformado numa parede de aço.

É preocupante a chusma de germanófilos, mas é obrigação dos Benfiquistas, como verdadeiros patriotas, arriarem-lhes nos cornos seja onde for.

É para isso que cá estamos e todo e qualquer Benfiquista tem a obrigação de desmascarar uma manobra suja de agitação e propaganda como esta – um fac simile do III Reich, digno de um Goebells – e que é a tentativa de culpar Luisão por algo que ele não cometeu, tal e qual como aconteceu com os judeus há quase setenta anos, na Alemanha.

Tenho-me indignado com alguns Companheiros que induzidos e intoxicados, começam com a ladaínha de que o “Luisão… coisa e tal…”

Não!

Categòricamente não!

E muitos deles ao caírem em si, constatam à posteriori como foram no engodo.

B(r)oches por metro quadrado proliferam como cogumelos venenosos. Os números ultrapassaram os de qualquer epidemia. Mas estes desaparecem como aparecem. O pior, são os que cá ficam. Esses, os verdadeiros b(r)oches vão continuar o seu trabalho de sapa…a começar pelo Hélder Conduto no flash interview de ontem – perguntando ao Nélson Oliveira e ao Hugo Viana o que pensavam sobre o Luisão – e a acabar naquela dupla de irracionais execráveis do Eduardo Barroso e no Mandril Serrão.

Toda esta corja tem jeito para a arte. Sempre “os” vão fazendo e muito bem feitos!

Crápulas & porcos, inefáveis em demanda de Luisão!


GRÃO VASCO

13.8.12

A 'síncope' do macaco de Dusseldorf




- O gajo foi macaco. Forjou uma macacôa. Luisão e o Benfica vão sofrer com isso!
Foi exactamente assim que o velho Gandalf, “The Red”, comentou o caricato episódio ocorrido no sábado, em Dusseldorf, e que teve como protagonista o árbitro do jogo entre o Fortuna local e o Sport Lisboa e Benfica.

Há um bom par de anos, corria na net um curto vídeo em que um pequeno chimpanzé, após ter inalado o “perfume” dos seus dedos que prèviamente tinha introduzido no próprio ânus, foi acometido de um desmaio que o fez tombar do ramo onde se pendurava.



A rábula de sábado à tarde teve algumas semelhanças e com uma boa dose de comicidade. O teatro do farsante alemão deu para a risota mas a apreensão, a real apreensão pendeu de imediato para o lado do gigante do Benfica.

Quando após o “bafo do Luisão” – bem poderia dar outro dos títulos deste post – vi aquele palerma de cartão amarelo na mão e com um tempo de reacção retardado, abrir os braços e cair espapaçado no relvado, fingindo ter sido atingido por um raio cósmico e levantando-se passado uns momentos, todo desempoeirado, enquanto as equipas médicas se aproximavam, abandonando cobardemente o recinto, disse para os meus botões:

- Esta simulação deste artista do pífaro, um farsante instruído vá lá saber-se por quem, e que estava até ao “fatídico” momento, a fazer uma arbitragem deplorável, complacente com o jogo faltoso e maldoso dos alemães, principalmente a meio-campo – o Benfica deveria estar atento a estas manobras e tem na Alemanha bons informadores para detectarem tudo o que possa ser suspeita em relação a este árbitro – vai custar caro ao Benfica e vai valer ao Luisão uma suspensão de pelo menos três jogos na Champions League.

A questão é que se a UEFA fosse um organismo sério, e na eventualidade do árbitro ou mesmo o clube alemão, apresentarem alguma queixa, realizaria um inquérito sumário, inclusive, baseado nas imagens televisivas e castigaria exemplarmente um aldrabão e simulador que quis enganar meio mundo, tal qual como aqueles jogadores quando simulam penaltys e são logo punidos.

Oxalá que a decisão passe por aí, mas o que irá acontecer não será isso, seguramente.

E depois, bem depois, o costume. O “Jójó de Touros”, mais conhecido aqui no burgo pelo “Vôvô Peidorrilhas do Freixo” a ser solicitado pelos microfones dos repórteres “lambe-falos” ao serviço do fruta corrupção & putêdo, dizendo que são estas coisas que prejudicam o futebol. Por senilidade e conveniência esqueceram-se de aludir às bofetadas que o Carlos Valente levou no balneário da antiga pocilga, vulgo “antas”, quando o Benfica foi lá campeão, e da “peitada” do Kostadinov, bons exemplos da cretinice e hipocrisia que vão nos cornos daquela gentalha toda, entre muitas outras situações bem conhecidas e do total conhecimento do interpelado.

Filhos-das-putas!*



*De acordo com o “Jójó de Touros”, o termo filho-da-puta é uma forma comum dos amigos se tratarem uns aos outros, no norte, lá para os lados da Palermo portuguesa.

Só mais um pequeníssimo pormenor.
Quando é que o Carraça se “amanda” do Benfica para fora?
É que Luís Filipe Vieira, para além da Fundação, do Museu e de outras realizações de carácter filantrópico, terá necessàriamente de abrir uma escola para analfabetos. Nessa altura até pode também convidar o Xistra.
Com que então “o árbitro amandou-se para o chão”, ó António Carraça?
“Amandou-se”?
Destas coisas, só nos relatórios do árbitro covilhanense.

Façam-lhe como fazem ao director do grémio da fruta para o futebol – ponham-no a falar calado.
Francamente!...

 
GRÃO VASCO

3.8.12

Os 'criativos' da pasquinada



2.8.12

Uma questão de nacionalidades...



Como vem acontecendo há alguns quadriénios, nos Jogos Olímpicos, entre polémicas, enganos e desenganos, sucessos e fracassos, a comitiva portuguesa tem sido um bombo de patrioteirice pelos escrevinhadores de bico grosso que infectam a tão maltratada classe jornalística deste país.

Se em Pequim, depois das “cambalhotas” do presidente do COP – um lagartinóide dos quatro costados que há uns anos atrás teve o desplante e o atrevimento de se imiscuir em assuntos do foro clubístico ferrando umas alfinetadas no Benfica no caso “Nuno Assis” – os atletas Benfiquistas, Nelson Évora e Vanessa Fernandes arrancaram respectivamente ouro e prata, com a CS portuguesa desportiva e não só, a apelidá-los afanosamente de portugueses ou atletas lusos escondendo as suas raízes clubísticas, agora em Londres e até à data de hoje, houve que diferenciar algumas nacionalidades dentro da respectiva comitiva.

Especialmente a “jornaleirada” desportiva ou generalista – uma cambada de crápulas sem escrúpulos -  em papel ou on line, afecta ao fruta, corrupção & putêdo ou ao grémio do lagartêdo conseguiu destrinçar uma nacionalidade dentro da nacionalidade portuguesa.

Assim, Telma Monteiro que já muito antes dos JO começarem, carregava injusta e estùpidamente, bem à moda “tuga”, o ónus de trazer uma medalha (a pressão dos media foi intensa e miserável) -  nem que para isso tivesse de fazer o Canal das Mancha debaixo de água e suster a respiração durante a respectiva travessia e que acabou por perder todas as suas legítimas ilusões e ambições no seu primeiro combate, foi logo referenciada pela pasquinada reinante como “a judoca Benfiquista” ou a “atleta do Benfica”, enquanto que João Pina e Joana Ramos, cujo clube é o grémio do lagartêdo, ao obterem idênticos resultados – eliminados no primeiro combate – já foram “os atletas lusos” ou “os judocas portugueses”.

Nada com que nós, Benfiquistas, não estejamos familiarizados.

Quando Telma Monteiro ganha - e já ganhou muitos combates notáveis que lhe deram várias vezes o título de campeã da europa e vice-campeã do mundo – é portuguesa retinta e ilustre, quando perde é uma vulgar atleta do Benfica.

Já João Pina e Joana Ramos quando perdem são portugueses e quando ganham são atletas lusos do sporting.

A Yahima quase que não conta para este “PIB” pois é do Rio Maior…

Mas aqui para nós, Caros Companheiros Gloriosos, prefiro que a Telma Monteiro, mesmo derrotada nos JO seja do Benfica.

A Telma é uma Campeã. O resto é a CANZOADA habitual a ladrar.



GRÃO VASCO

29.7.12

“A BOLA TV” começa bem…



Transmissão em directo da final do campeonato de juniores de hóquei-em-patins.
Apito final.
Benfica campeão. Vitória de 7 a 5 sobre “os mafiosos da fruta”.

O locutor de serviço de “A BOLA TV”, José Santos, que durante a segunda parte e que cada vez que o grémio da fruta se aproximava do Benfica, marcando mais um golo – esteve a perder por 6-2 – berrava e gritava a plenos pulmões o relato desses mesmos golos, no final teve este desabafo, entre muitas outras barbaridades:

 - “Temos de aceitar estas coisas”.

“Estas coisas” foi tão sòmente o título de campeão nacional de juniores de hóquei-em-patins conquistado brilhantemente pelo Benfica.

Como é possível, “A BOLA TV” meter um microfone na mão a um palerma deste calibre?
Como?

A este José Santos, só faltou entrar em ringue com a camisola da agremiação do Freixo (ou a do anti-Benfica).

Uma lástima e de uma parcialidade escandalosa!

VERGONHOSO!


GRÃO VASCO

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