31.12.12

Um “bandeirinha” intrépido

Nos tempos que correm, encontrar alguém com estes atributos no lamaçal da arbitragem é como encontrar uma agulha num palheiro.

 

Se na jogada que origina o golo do Moreirense, por Ghilas, lhe concedi o benefício da dúvida, pois esteve sempre bem na sinalética aos constantes foras-de-jogo protagonizados pelos avançados da equipa da casa, já ao assinalar o agarrão a Cardozo dentro da área e que motivou o respectivo penalty - visível da estratosfera - e o consequente empate do Benfica, enalteço-lhe a coragem com que o fez.

 

Até que enfim, que alguém com destemor, repôs a justiça de uma verdade factual insofismável e que seria pura e simplesmente ignorada por Cosme Machado.

 

Foi penalty, sim senhor! Aos 90’, com o Benfica a perder, mas para os “aguiares” deste mundo, irá haver sempre margem para discussão e acabarem por inventar que primeiro foi o Cardozo que agarrou o jogador do Moreirense por um pentelho terrorista descaído, que lhe crescia ao fundo das costas…

 

Não sei quem é este destemido que corajosa e sèriamente ousou fazer o que muito cobarde não tem feito.

Temo pelo seu futuro na arbitragem ou já não esteja ele, a esta hora, “marcado” pelos esbirros corruptos do Freixo e dos respectivos antoninos.

 

Desejo que durante a época em curso, Cosme Machado não arbitre mais nenhum jogo do Benfica.

Porquê?

Eu explico.

Cosme Machado é uma peça discreta mas fulcral da engrenagem azul e bronca no domínio da arbitragem. A teoria das compensações será aplicada tal como foi com Artur Soares Dias na época passada, quando após o Benfica ter ganho na Luz ao Marítimo por 3-0 para a Taça da Liga e em que acabou, num exagero premeditado, por expulsar um jogador ilhéu, o mesmo árbitro, nomeado logo a seguir para o Fôsso do Lagartêdo, para o campeonato, acabou por pilhar escandalosamente o Benfica, fazendo vista grossa ao derrube de Polga sobre o Gaitán logo no primeiro minuto de jogo, ignorando um agarrão ao Luisão na grande área do lagartêdo e desferindo a facada final no Glorioso, marcando penalty, num sopro de Luisão sobre o Wolskwagen?!? arredando-o das derradeiras hipóteses de alcançar o título, dando-o de bandeja ao seu grémio de coração, o fruta, corrupção & putêdo, vulgo fcp.

Cosme Machado se tiver mais alguma ocasião fará o mesmo. Isso é limpinho!

 

O lance do penalty sobre Cardozo em Moreira de Cónegos, poderá ter custos e alguns deles poderão ser os seguintes:

- os fiscais-de-linha afectos ao grémio da fruta e que porventura sejam nomeados para os jogos do Benfica estarem predispostos a assinalar tudo o que virem e não virem dentro da área da nossa equipa.

- Cosme Machado, numa próxima oportunidade querer “vingar” esta ousadia de um seu fiscal-de-linha.
- o clube da fruta beneficiar ainda mais, lateralmente, com estes arrojos.

 

Pirómanos do lagartêdo abespinharam-se. Morcões do Freixo espernearam que nem bezerros. Os pirómanos até em blogues zurraram…

 

Para terminar dizer-vos, Caros Companheiros, que ontem, naquele momento do penalty sobre Cardozo, muito me lembrei de Pedro Henriques quando escamoteou a vitória do Benfica, anulando um golo limpo na derradeira jogada do desafio com o Nacional, há umas épocas atrás na Luz.

 

Aquilo que fez a diferença de ontem, em Moreira de Cónegos, para esse dia no Estádio da Luz, foi simplesmente a CORAGEM e SERIEDADE de um juiz auxiliar que agiu em nome da verdade desportiva!

 

COMPANHEIROS GLORIOSOS,

UM ANO MUITO FELIZ E PLENO DE SAÚDE PARA TODOS VÓS!


 

GRÃO VASCO

30.12.12

A pequenez do andré


 
 

O pequeno andré, o cenoura da foz, é assim, não cresceu e continua “às cavalitas” do tio – o seu mentor clubístico. A sua fobia anti-Benfica é incurável e nem em Inglaterra, no Tottenham e depois de ter sido literalmente empandeirado do Chelsea, se coíbe de enviar os recados agarotados e impregnados de ódio que foram e são a sua imagem de marca e a do seu grémio de estimação – o tal grémio da famigerada “estrutura”, que alberga os pidás, os guardas-abéis, os macacos, os traficantes, os emplastros, os corruptos, os chulos das arcas, os conselheiros matrimoniais da “fruta, cafés com leite & chocolatinhos”, as calheiradas no Brasil, as facturas da D. Manuela no 8º andar, os recibos da agência Cosmos, as bolas-de-golfe, os quinhentinhos, os guímaros, os silvanos, as gavetas da cómoda da casa iluminada da Madalena, os duartes, paixões, chilritos e quadrados, os isidoros, os donatos, os rosas santos, os alderes dantes, os proenças, os benquerenças, os arturinhos, os sousas, os vasquinhos, os mortáguas, os pintos, os aguiares, os moreiras, os tavares, os torgais, os bernardinos, os araújos, as cláudias cristianos, as celinas fonsecas, as hannahs danielles, os afonsos dos atropelos, as carolinas, enfim, uma corja infindável de “andrés” machos e fêmeas, labregóides provincianos “geniais”, todos sem excepção, babando-se de raiva e complexos, beijando as gelhas íntimas do Madaleno, com o uniforme feito do tecido das barracas de praia do Freixo, gritando na sua irracionalidade e na sua demência, SLB fdp’s, SLB.


 

Uma criatura menor, complexada pela grandeza de uma Instituição  maior e que se sustenta e sustentou na tal “estrutura”.


 
Chutá-lo para a sarjeta é pouco.
 
“Sempre em frente, andré, toc’ándar, andré, sempre em frente!”
“A fruta?”
“Não, não é essa. Essa já foi mandada!”
GRÃO VASCO

Um “perigoso” à solta…

 

Atenção Companheiros!

 

Não, não é nenhum daqueles ucranianos, russos, moldavos ou chechenos psicopatas que às vezes vemos no canal do National Geographic, superalgemados, com correntes nos pés e nas mãos, num daqueles presídios inimagináveis dos países de leste. Este é mesmo português, funcionário público, tem 37 anos e é de Vila Nova de Famalicão. É o inefável Cosme Machado!

 

Mais logo, a partir da 16 horam teremos em Moreira de Cónegos, no relvado do estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, Cosme Machado, um malabarista do pífaro muito perigoso, simpatizante do grémio das barracas de praia do Freixo e que não enjeitará a ocasião para actuar em conformidade – isto é, PILHAR O BENFICA!

 

Estejamos bem atentos e actuantes!


GRÃO VASCO

29.12.12

Canalhices…

 


O director de A BOLA terá a oportunidade, entre a deglutição de dois croquetes e a ingestão de um tintol, de mirar esta página do seu pasquim on line e observar a sacanice e a leviandade com que se coloca um título manipulado que altera por completo o sentido real da frase que Jorge Jesus proferiu na conferência de imprensa.

 

A notícia está subscrita por um tal Gonçalo Guimarães. Desconheço o espécime que lhe deu o título. Tenha sido Gonçalo Guimarães ou outro dos seus pares, o facto é que a sacanice está lá.

 

Estas “brincadeiras” de meninos rabinos espertalhufos contribui cada vez mais para o descrédito, mas atenção, esta semana ou nestes últimos dias a “ala azul e bronca”, vulgo seita dos morcões das barracas de praia, têm tido as rédeas orientadoras da edição do pasquim, quer on line quer em papel…

 

Mas para pasquins nem um cêntimo!



GRÃO VASCO

Mas alguém desistiu de jogar contra o Benfica?

 

O título deste artigo no “record das pêtas” on line e na edição em papel, assinado por um Vítor Ventura qualquer, “obrigou-me” a rebobinar o filme da época transacta para confirmar se o Benfica, que se sagrou brilhantemente campeão nacional, teria tido algum adversário que tivesse desistido em confrontos directos e consequentemente ter retirado desse possível facto os respectivos benefícios.


Afinal tinha sido o grémio das barracas de praia do intragável Moncho López a beneficiar de uma desistência, sendo automàticamente apurado para a final do play-off por abandono do CAB Madeira nas meias-finais.


Fiquei mais “descansado”. Mas por outro lado, não descansarei em denunciar a manipulação manhosa de uma certa gentalha que chafurda neste tipo de pasquins e que tenta através de títulos rasteiros, retirar ao Benfica o mérito de uma grande vitória, que a determinada altura da época chegou a ser considerada pelos experts do basket, uma miragem, tal era a “superioridade” da equipa do grémio da fruta & dos chocolatinhos, tão apregoada em toda a comunicação social pelos arautos de Palermo .


 


A consagração do Benfica como campeão, mesmo nas barbas da mafia de Palermo e restante escumalha de vândalos que fazem do pavilhão do Freixo um autêntico coio de selvagens, bandidos e marginais, custou a engolir a muita gente.


A quadrilha cantou de galo antes do tempo, dando certa uma vitória que acabou por não acontecer, conduzindo-a ao desespero – pois a certeza era tanta que até já tinham os contratos efectuados com os atletas para a época a seguir - ao ponto dos morcões azuis e broncos responsáveis pelo pelouro do basket, culparem a federação da modalidade pela sua posterior desistência e pelos seus insucessos.


Mas note-se, só desistiram após a barraca da inapelável derrota junto do seu público e no seu pavilhão, quando foram obrigados a ajoelhar perante Carlos Lisboa e seus pupilos. A vitória foi tão “limpinha” que nem dos árbitros se puderam queixar.


Ainda tentaram desviar as atenções para o gesto do treinador do Benfica, ressaibiados pela humilhação que este senhor do basquetebol português e os heróicos jogadores benfiquistas lhes infligiram.


Mas o que é que eles queriam depois do homem ter sido constantemente provocado e achincalhado com cartazes (até impressos os alienados fizeram, exibindo-os nas bancadas atrás do banco do Benfica, para se lerem melhor…) e impropérios?


Afinal também há “salões de festas” no Freixo, e neste caso com direito a baile comemorativo na vitória do campeonato pelo Benfica…


 


Mas para confirmar a pobreza confrangedora do artigo, saí propositadamente de minha casa, dirigindo-me ao quiosque, só para desfolhar o pasquim e ler o triste arrazoado do escrevinhador venturoso.


O artigo reflecte bem o quão custoso é para os Vítores Venturas deste país e desta vida, reconhecer a superioridade e o mérito do Benfica nesta histórica e retumbante vitória.


O artigo “fala” nas tais desistências e lamenta-as. Diz que a modalidade está em crise. Só agora? Então no ano anterior em que o grémio do Freixo foi campeão já não estava? Porquê a referência a este ano?


Importava a estes corajosos de cá-rá-cá-cá justificar a desistência da corja corrupta azul e bronca e o porquê desta acrobacias, mas “tá queto”, que isso vindo de onde vem não é para esmiuçar. Se fosse para os lados da Luz, aí sim, rios e rios de tinta correriam em artigos de muitos Venturas…


 


O artigo que se deveria ter centrado na façanha Benfiquista em terras mafiosas contumilianas, “esquece” essa relevância que foi vencer em condições deploráveis, debaixo de uma enorme coacção e alonga-se em considerandos banais sem condenar o vandalismo e a selvajaria que se apoderaram dos alienados azuis e broncos que assistiram à desgraça da equipa das suas cores e que depois, numa révanche animalêsca e inadmissível, impediram a equipa do Benfica e os seus técnicos de receber em público, o troféu tão brilhantemente conquistado.


A vergonha habitual num antro fétido e corrupto.


A quadrilha, como é habitual, ainda esperneou, estrebuchou, e por fim, os “culpados” ainda foram os pobres polícias que foram apontados a dedo pela “rainha isabel” do Freixo por tentarem repor a ordem pública.


 


Para finalizar e para esse escrevinhador Ventura não se esquecer, a certeza de que o Benfica foi campeão com mérito absoluto!


 


Mas todos nós sabemos que na realidade é muito difícil engolir uma bola de basket deste tamanho quando o Benfica é campeão nestas condições…


 


A propósito de desistências, ó Ventura desiste lá destas coisas e dedica-te mas é à “pesca”…


 

GRÃO VASCO

28.12.12

Perdigoto turco

 
 

Ontem, pelas notícias expedidas de Istambul enriqueci o meu vocabulário e fiquei a conhecer uma nova descoberta científica.


 

A primeira, relaciona-se com questões linguísticas e para já, ficámos a saber que o verdadeiro significado de “cuspidela” em turco, é “perdigoto”, e a segunda é que o cuspo, na Turquia, é tão volátil como o éter.


 

Factos recentes, levaram uma grosseira caricatura de um índio Cherokee que manda uns pontapés na chincha, a recorrer da pesada bordoada que levou por abusos e ofensas à “autoridade”. As imagens não mentem, mas depois das últimas deliberações da “comissão de disciplina e de arbitragem” de lá do sítio – lá como cá - teremos que concluir que nem todas as imagens visionadas foram aquelas que nós no YouTube tivemos oportunidade de ver.


Assim, e depois de ter escarafunchado literalmente o site da federação turca de futebol, lá fui encontrar um relambório justificativo de uma redução da pena aplicada ao dito índio. Bem tentei uma tradução cabal, mas o que concluí é que foi tudo uma questão de “líquido”. O “líquido” não é visível, logo não se pode provar a existência de uma verdadeira cuspidela. E ao que parece, na Turquia, o cuspo volatiliza-se tão ràpidamente que quando se observa, por duas vezes, o árbitro a limpar a face, foi mais, porque um perdigoto turco lhe estaria a causar uma comichão tremenda e nada teve a ver com o impulso labial do infractor que projectou pressupostamente uma chuva de excreções salivares na direcção do juiz de campo, vulgo cuspidela.


 


A “comissão” analisou a cena de cinco ângulos diferentes, correspondentes a cinco câmaras. Esqueceram-se de ir ver ao YouTube, com certeza…


 


Esta história faz-me lembrar o ocorrido há alguns anos atrás com Deco do grémio da fruta & dos chocolatinhos.

Num diálogo entre dois morcões azuis e broncos dizia um:

- É pá, mas afinal o Deco atirou ou não a bota ao fiscal-de-linha?

Rápido, respondeu-lhe o outro:

- Nãããããããão! E deixa-te disso, aquilo não era uma bota, era uma peúga turca!


 


PS.


Quantos jogos de suspensão é que o árbitro turco vai apanhar?

É que quer se queira, quer não, os doutos juízes acabaram por dizer que ele no relatório, mentiu com os dentes todos!



GRÃO VASCO

26.12.12

As camareiras da “rainha isabel” do Freixo

 

“Sua alteza” larga uma bufa fedorenta e lá saltam logo a terreiro as suas camareiras como pulgas contumilianas desbragadas, fervilhando numa louca sexy party na alcova da “rainha”.

 

E que camareiras!

 

Basta um ditame da “rainha”, em sussurro, e logo a insinuação pérfida, a provocação barata e o boato pocilguento, dançam nas pontas das línguas venenosas desse bando de alcoviteiras. Mas é para isso que elas servem – para mandar e trazer recados, para fomentar o intriguismo, para semear o ódio, protegendo a “rainha” com o recurso à chicanice, mesmo que para tal seja preciso dar o corpinho ao manifesto, com atitudes, intervenções e entrevistas raiando a imbecilidade, o revanchismo, o lambe-botismo e o insulto.

 

“O Benfica está sob um grande nervosismo” – diz “guilhermina” a camareira-mór.

 

Vê-se! Está em primeiro, não cede e por isso esta visionária chega à conclusão que o seu ódio de estimação treme como varas verdes de tanto nervosismo…

 

Isso é o que as camareiras tentam fazer passar. Mas os tempos são outros. O tempo do mêdo e da coacçâo já lá vai. O tempo dos túneis da Madalena e dos guardas-abéis, das calheiradas ao Brasil via agência Cosmos, dos Quinhentinhos e dos Silvanos corruptos, já passaram, muito embora ainda haja estas saudosistas que não se cansam de cantar “ó tempo volta para trás”.

 

Mas já não voltam e desenganem-se, porque sem “fruta & Chocolatinhos” e as habituais manigâncias de Proenças, Benquerenças, Xistras, Artures, Sousas, Miguéis e Capelas, cada vez mais escrutinados, a coisa logo fica feia e muito, muito difícil.

 

Sabemos que os jornais vivem disto – da polémica e do sensacionalismo – mas nesta altura, e refiro-me à antevéspera do dia de Natal, era desnecessário ao “record das petas” ir espreitar debaixo das saias da “guilhermina”. É que aquela entrevista pateta fedeu mesmo a chi-chi da pocilga.

 

Num dos seus ataques de sectarismo anti-Benfica, lá veio ela guinchar histérica contra o Glorioso. Estrebuchou como uma vitela fazendo lembrar a cena em que Mestre Orelhas lhe pregou um bom par de bandarilhas na TV quando a chamou de mentirosa e a desmascarou provando com documentação irrefutável.

 

Destas e doutras “guilherminas”, tenham elas o nome de “miguelas” ou “serronas”, a história nunca rezará, mesmo “dormindo com a “rainha”.

 
E quando não servirem, jogá-las-ão no esgoto de Contumil, como ratazanas promíscuas.


GRÃO VASCO

Mentirosos, coniventes e branqueadores

AS PROVAS
 
 
 
 


Querem ver que a pandilha de dirigentes, jogadores, paineleiros e afins, que chafurda no futebol português ainda vai descobrir uma lei para que as imagens televisivas não sejam meio de prova tal como as escutas telefónicas?

 

Ávidos e solícitos vieram, quais carpideiras do Freixo, em socorro de uma falsa virgem ofendida.

 

Limpem-se ao vídeo, sabujos!

 

E a federação que tenha o bom senso de retirar aquela pouca vergonha dos "capitães" sobre a campanha abonatória em favor do Meireles.

É que a orquestra do Freixo não tem cotação nos outros países, apesar que ter um lobby na UEFA...

 

A “escola” do grémio da fruta, corrupção & putêdo – Meireles em todo o seu esplendor!

 

GRÃO VASCO

23.12.12

Fart jingle bells to "rainha isabel" do Freixo

 
 
 

Postal de Natal, com música apropriada, a enviar para a "rainha isabel" do Freixo (sem cheiro).




GRÃO VASCO


22.12.12

Buffarini?




Buffarini?


Para quê, se já lá está o “especialista” Giorgio?


Arranjem mas é outra Carol que fume e trate os homens por tu para disfarçar o cheiro das bufas porque senão o metano da “rainha Isabel” ainda vai dar cabo daquela murcanzoada azul e bronca toda…


GRÃO VASCO

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