18.1.13

“Coimbra é uma lição”…


 

“Só passa quem souber”

 

Ontem, em Coimbra, quando o Benfica, senhor do jogo, encerrou as festividades com aquele baile de gala dos “lentes” da bola e com os “estudantes” a mirarem a sua trajectória melodiosa, pareceu-me ouvir essa voz extraordinária de outros tempos, a voz de Alberto Ribeiro, que como ninguém, imortalizou este fado-canção. E então, os quinze minutos finais foram portentosos e de grande classe.

 

Coimbra, ontem à noite, foi realmente uma lição.

 

Numa breve alusão ao célebre filme português “A Canção de Lisboa” e relembrando o momento chave do exame final de curso do Vasquinho da Anatomia, até me apetece dizer que ontem, os jogadores do Benfica até sabiam o que era o “esternocleidomastoideo”!

 

A matéria ia sabida e o exame foi “canja” – muito respeito pelo adversário e uma grande, grande união.

 

Sim. Respeito e união.

 

Exemplar. Bastaram estas duas palavras para que o problemático “juiz” da partida ficasse eliminado em oito minutos. Jorge Sousa ainda teve um ou dois arrufos à “superdragão”, mas foi impotente perante a soberba exibição do Glorioso.

 

O Benfica começou bem, começou por eliminar o árbitro. Foi meio caminho andado para as meias-finais, se bem que a Académica, com todo o respeito que nos mereceu, só foi eliminada ao fim dos noventa minutos. Ainda deu para o quarto do Salvio e deveria ter dado para o quinto e para o sexto.

 

Ontem, todos aprendemos muito. Aprendemos a dominar e a saber eliminar factores sèriamente adversos, como por exemplo, é actualmente para o Benfica, toda a casta de árbitros internacionais – desta vez foi Jorge Sousa, amanhã estarão outros iguais na calha, porque depois do chinfrim dos dois bastardos do Freixo, na noite de domingo, é mais que previsível que o Vítor dos pífaros permaneça de cócoras e deixe de ter tomates para não nomear árbitros internacionais para os jogos do Benfica e seja “obrigado” a fazê-lo a partir de ontem – e darmo-nos ao respeito, pondo o adversário na linha.

 

Mas, convenhamos que nem sempre assim acontece por variadíssimos factores, mesmo por aqueles que acabei de mencionar. E, por isso, quando as coisas correm menos bem, como foi o caso do jogo de domingo, em que o resultado foi insatisfatório, há que soletrar e pôr em prática essa palavra, tão bem retratada na foto deste post pelos jogadores do Benfica – UNIÃO.

 

União, uma palavra vã, numa blogosfera rasca - e em muitos outros locais, como por exemplo, na comunicação social - que se diz Benfiquista, mas que não é mais do que um espaço inundado de egos e mais egos, onde a doença bipolar faz vítimas a toda a hora – nas vitórias, uma euforia desmedida em que só falta pendurar os jogadores e treinador nos píncaros da Lua, nos resultados menos bons, uma depressão quase suicidária com o grupo a ser atirado às feras ou jogado para a sarjeta mais próxima.

 

De facto ontem, os jogadores, ou melhor, toda a equipa do Benfica, com uma grande discrição e competência, deu a todos uma grande lição. Especialmente aos Benfiquistas.

 

Seria de bom tom, que uma marabunta autofágica que corrói o Benfica por dentro, “lesse” bem o que aconteceu em Coimbra e começasse uma nova era – o apoio incondicional e integral a quem lhe oferece a alegria e a felicidade de muitas e muitas vitórias cristalinas, sem fruta e chocolatinhos corruptos e estragados.

 

 E agora, Caros Companheiros, esperem um pouco, por favor, que eu volto já. Só vou saber se não é o Artur a Dias, o Benquerença ou outro javardo do género, o escolhido para dizer a missa de 2ª feira na terra dos Cónegos. É que se for algum destes espécimes, será mais um busilis complicadíssimo antes do “combate mortal” com os brácaros na Pedreira.

 

Aguardemos, convictos do nosso valor, e esperemos que no sábado, o surpreendente grémio da capital do móvel, não se apresente no antro do Freixo com “caruncho” acumulado do jogo que efectuou também nesta passada 4ª feira…

 

Saudações aos Autênticos e parabéns ao Águia de Santo Tirso que quase acertou no prognóstico. Não foi nota vinte, mas que esteve lá quase, lá isso é verdade.

 









GRÃO VASCO


 

17.1.13

As aldrabices do costume


 


Um dos gajos mais ordinários paridos na estrumeira do Freixo, depois de ter lançado um chorrilho de bacoradas rancorosas, vem agora com a habitual conversa da treta…

 

As ofensas têm sido constantes e essa tem sido sempre a forma de estar e proceder de uma escumalha, a norte, que continua impune!

 

PQP!


GRÃO VASCO
 

15.1.13

O 1º perigo vem de Lordêlo




Jogo do Benfica fora, a eliminar, e aí está ele a apitar!

E logo em Coimbra, delegação do grémio da fruta na zona centro.

 

Após uma quarentena que datava da 2ª jornada da liga, Jorge Sousa, o superdragão do Lordêlo, um malabarista perigosíssimo, que todos sabemos como subiu na carreira, apadrinhado por Lourenço Pinto, essa eminência tenebrosa e pardacenta da arbitragem da Palermo portuguesa e não só, vai atravessar-se novamente no caminho do Glorioso.

 

Jorge Sousa é exímio em “eliminar” o Benfica de competições. Um chorrilho de jogos escandalosos marca o seu historial na ascensão “bem trabalhada” a internacional. Mesmo assim, continuou a sua saga anti-Benfica, com prestações deploráveis, como aquela em Braga, célebre pela anulação de um golo limpo a Luisão e pela expulsão do Cardozo já no túnel, obrigando-nos a jogar com dez, durante toda a segunda parte. Final da Taça da Liga, entre Benfica e grémio corrupto, com o carniceiro de S. Petersburgo a fazer o que bem quis e lhe apeteceu, agredindo, insultando, perante a permissividade e cumplicidade de Sousa, só não atingindo os seus objectivos porque o Benfica foi aí, incomparàvelmente melhor.

 

Mas este despautério tem pecados velhos, muito antes destes que agora refiro. Hábil a inclinar o campo e a empurrar os jogadores do Benfica para trás.

 

Portanto o Benfica que se cuide!

 

A “garantia” de até ontem o Conselho de Arbitragem ter deixado os internacionais pràticamente na prateleira durante meses, caducou, e haverá já esta 4ª feira, uma factura para pagar, prolongando-se, muito possivelmente, no domingo em Moreira de Cónegos e depois em Braga.

 

A borrasca era previsível. Vítor Pereira, o chefe dos árbitros, não iria conseguir a linha de verticalidade e coerência relativamente às nomeações dos famigerados internacionais para os jogos do Benfica. Ele bem sabe o que se passa, pois tem sido pela ausência deles nos jogos mencionados – as arbitragens dos então nomeados, têm sido equilibradas e pouco anti-Benfica - que o Glorioso ainda se mantém nas três frentes nacionais. Mas as clivagens e as jogadas palacianas no interior do Conselho, fortemente pressionado pelo lobby dos antoninos, obrigaram-no a ceder.

Por isso saibamos ultrapassar a tempestade.

Os mabecos ladraram ontem como nunca tinham ladrado esta época. Falsos e trapaceiros, atiraram-se a Ferreira, clamando pelos “amigos” internacionais, esquecendo a escandaleira numa série seguida de jogos onde peregrinos, morcões e caceteiros azuis e broncos do futebol foram transformados em jogadores de andebol com a complacência de malabaristas do pífaro. Não fosse isso e estariam atrás dos brácaros da Falperra.

 

Acerca disto não tenho dúvidas.

 

Só um Benfica muito forte ultrapassará esta fase, num mês difícil e intenso. Pedir a LFV, a JJ e aos jogadores para serem fortes, é pouco. Terá de ser todo um Povo Glorioso, teremos de ser Nós a empurrá-los para cima, a ajudá-los nestes momentos chave, a dizer presente, mesmo que às vezes o destino possa ser ingrato, como o foi ontem, claramente, com um autocarro azul e bronco postado no meio-campo e com um badameco fanfarrão - que atira pedras e esconde a mão - tentando segurar o resultado metendo defesas, jogando à cacetada e queimando tempo.

 

Jorge Sousa, na actual conjuntura, com o Benfica até à data invencível nas competições internas, não resistirá às suas crenças e será o 1º perigo a enfrentar já em Coimbra na quarta-feira.

 

Que todos tenhamos consciência disso e que todos também saibamos actuar perante tais adversidades.

 

Tudo, menos o silêncio. É essa a nossa obrigação. O resto será com os jogadores!

 

GRÃO VASCO
 

14.1.13

Um burro e um canalha, ou dois canalhas?



 

A canalhice está-lhes no sangue. No sangue azul e bronco, pôdre, corrupto e acima da lei. É a corja de Palermo em todo o seu esplendor.

 


Se a lei fosse cumprida e aplicada sem a promiscuidade e cumplicidade de alguns juízes, o líder da “fruta”, essa luminária provinciana da ironia bacoca e das bufas fedorentas, das surras nas amásias que “fumam e tratam os homens por tu”, “conselheiro matrimonial” nas horas vagas no consultório da casa iluminada da Madalena, já há muitas luas que estaria em Custóias, a fazer companhia a muitos “pidás”.

 


Como se não bastasse esse apelo hipócrita à “lei”, lá veio o habitual rafeiro da pocilga do Freixo latir desalmadamente. 

Ladrou antes, durante e após, imitando na perfeição a voz do dono. 

Ordinário e canalha, desrespeitou sempre o seu adversário, invectivando-o, usando o habitual jogo sujo e rasteiro de Palermo.

É verdade também, pelo que se tem visto não seria de esperar outra coisa, para mais a mais vindo de quem vem. É a hipocrisia de um falso beato, um falso peregrino que tapa a cara, como esconde a mão quando atira a pedra – um incorrigível filho-da-puta.

 


Querem sempre jogar com 12, 13, 14 ou 15, quando o número máximo é onze. Querem ainda que os outros joguem com menos do que onze. Desta vez queriam só nove, parecendo cães famintos, babando-se de raiva e de ódio, apelando às proençadas, aos xistralhanços, a ovigários e demais pifaradas aldrabonas, com sabor a “fruta do araújo”, a “chocolatinhos brasileiros” e a notas da gaveta da cómoda ou a viagens ao Brasil. 



Queriam o gatuno dos beijinhos e abraços, proençadas de carinhos, de golos em off side, de penaltys forjados, de expulsões a granel.


Só assim ganham, só assim são campeões, pela trapaça, pela chicana, pela ordinarice, pelo sistemático clima de conflito e de guerra.


Não o conseguiram. E a sorte, tal qual uma taluda improvável, tocou-lhes ontem, – dois brindes caseiros e um S. Poste salvaram a corja de um perigoso acidente na estrada da Luz. Mesmo assim terão de continuar a olhar para cima, remordendo-se, torcendo e abanando o focinho, vomitando rancor. Isso corrói-lhes as entranhas, destrói-lhes os raros neurónios, mesmo assim infectos e corruptos.

 



É que irão ser precisos muitos Capelas, Proenças, Xistras, Benquerenças, Hugos Miguéis, Artures a Dias, Sousas de Lordelo, Cosmes, Costas e Vascos para apearem o Glorioso do topo. 



Qualquer destes espécimes pode muito bem ser nomeado já para 4ª feira em Coimbra e para a próxima jornada do campeonato da liga em Moreira de Cónegos.

 


Isto é que me preocupa!


E deverá ser a preocupação dos Autênticos onde quer que estejam, mesmo numa blogosfera de merda – olhando para as suas audiências, fomentado a polémica estéril em meia dúzia de boçais – que se intitula “benfiquista”, mas que vai dizendo que faltou “estofo” e mais um sem número de alarvidades, fazendo o jogo dos burros e dos canalhas.

 


Ah! E vivó Rita, essa alimária verde alargatada que “deu vermelho” ao Ferreira do apito. Seria um acto piedoso por parte da administração e um grande favor à audiência da Antena 1, se em vez de indigitarem este animal para cumentadeiro dos jogos do Benfica, o mandassem lamber sabão macaco evitando assim que ele esteja sempre a cuspir asneiras ao microfone.

 


E para terminar…


…Pois, pois, o Sheik da Moirama esteve muito bem outra vez.


Parabéns pelo burro…que desta vez substituiu “sua majestade”, a rainha isabel

 

GRÃO VASCO
 

12.1.13

Atestado de incompetência






A nomeação do árbitro João Ferreira para o jogo deste domingo na Luz, veio confirmar as incongruências titubeantes de um Conselho de Arbitragem sèriamente comprometido com o lobby mafioso e corrupto azul e bronco, a força motriz do grémio da fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp.


 


João Gabriel, ex-director de comunicação do Sport Lisboa e Benfica, colocou o dedo na ferida, ao afirmar categòricamente em entrevista a A BOLA, em 07 de Maio de 2012 que “o título do fcp é um tributo dos árbitros”, referindo-se às sucessivas escandaleiras na época transacta, protagonizadas pelos árbitros, especialmente os internacionais, que a céu aberto e à descarada, escamotearam o Benfica, surripiando-lhe pontos atrás de pontos e beneficiando contìnuamente o grémio da fruta e dos chocolatinhos, e o seu mentor – hoje transformado em rainha isabel do Freixo – do “sempre em frente, sempre em frente” até à gaveta da cómoda da casa iluminada da Madalena, garantindo assim a Palermo um dos títulos mais sujos e aldrabados da sua ascorosa história.


 




 


O início da presente época já estava a tomar o mesmo rumo da anterior, com Artur Soares Dias a roubar o Benfica na Luz, anulando um golo limpo a Óscar Cardozo – o golo que seria o da vitória sobre o Sp. Braga – e com Xistra a fazer o mesmo em Coimbra, à 3ª jornada,evitando que o Benfica vencesse a partida com a Académica, marcando dois penaltys surreais contra o Glorioso, numa actuação que parecia a história de mais um roubo de igreja.


 


No entanto, o Benfica em boa hora se insurgiu contra mais este despautério e Rui Gomes da Silva, à data vice-presidente da SAD do Clube, dando o peito às balas – e aqui, honra lhe seja feita – denunciou com todas as letras, mais uma tramóia que estava a acontecer, apontando um a um, os seus mentores.


A partir daí, sentindo-se acossados, bem como a própria entidade que os nomeia e supervisiona – o Conselho de Arbitragem – deixaram de ser nomeados para os jogos do Benfica. Paradoxalmente, e não deixando de encerrar alguma ironia, só Duarte Gomes – que já tarde e a más horas, e depois de ter prejudicado muitas vezes o Glorioso ao longo de outras épocas, se assumiu como “benfiquista”?!? - foi o único internacional, desde a 3ª jornada, que dirigiu jogos do Benfica, bisando recentemente na Amoreira, na pretérita jornada.


 


Assim sendo, e depois das constantes “pilhagens” de Pedro Proença, Olegário Benquerença, João Capela, Hugo Miguel, Soares Dias, Carlos Xistra, e recuando no tempo, de Jorge Sousa, outro habilidoso que tem estado a “repousar” no “frigorífico” do Antonino e do Bitó dos pífaros, o Conselho de Arbitragem, usando de umas “pinças” pouco fiáveis, acabou por passar, hoje, um ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA a esta “camarilha”, pois numa atitude muito pouco coerente, dispensou os internacionais, nomeando João Ferreira - que já o foi, mas que sempre pautou a sua carreira com prestações tècnicamernte medíocres – para o jogo de domingo na Luz.


 


De antemão, temos uma garantia – no campo disciplinar, a corja corrupta azul e bronca não deitará as unhas de fora, pois abusando terá João Ferreira à perna. Este é o único capítulo em que este árbitro é razoável.


 


Por outro lado, haverá a partir deste momento, razões mais do que suficientes para o Benfica e os Benfiquistas rejeitarem pura e simplesmente aqueles internacionais, que são os mesmos que subiram à custa de muitos favores como aqueles que se viram na época passada, em que não tiveram vergonha nenhuma de terem levado ao colo o grémio do Freixo, de palhaçada em palhaçada, de aldrabice em aldrabice, até à vitória final no campeonato, como muito bem disse João Gabriel.


 


E o que é certo, é que até agora, o Benfica, sem estes habilidosos a apitar, ainda não perdeu para as competições nacionais.


Esperemos pois, não obstante as “insuficiências” de Ferreira, que o Benfica, seguro no campo disciplinar, faça o que tem a fazer – DERROTAR A MAFIA DO FREIXO!


GRÃO VASCO
 

11.1.13

Para os incendiários, a receita...


Depois disto e de mais isto, e ainda mais isto não se queixem!

GRÃO VASCO

Lei do Aborto e retroactividade

 

 

Há animais que nascem porque o parto é um fenómeno da natureza. Há os naturais e de há umas décadas para cá, há também os de cesariana. De uma maneira ou de outra são seres jogados ao mundo porque não têm mais nenhum lugar para onde ir.

Depois há aqueles que morrem à nascença, outros que nem isso, mas, “quem nasce torto – lá diz o velho ditado – tarde ou nunca se endireita”.

É o caso desta infeliz criatura da foto acima a quem foi dada autorização para rabiscar este tipo de barbaridades (clicar). É oportuno aqui relembrar que a Lei do Aborto vigora no nosso país há alguns anos e ter-se-ia prestado um grande serviço à sociedade se se tivesse aplicado a este espécime, nem que para isso, nela fosse incluída uma alínea respeitante à sua retroactividade.

 

Esta criatura, que hoje é um rapazola feito, mas mesmo assim vesgo, desmemoriado e imbecil, a espumar de raiva e inundado de um ódio profundo e doentio, usou de uma escrita truncada e sustentada em afirmações viciadas e falsas, usando o habitual jogo sujo de quem o coloca nestas tristes figuras.

 

Com que então há ódio ao Benfica?

É o ódio dos pequenos, dos vencidos.

Mas este ódio, que tu referes, é em primeiro lugar teu e as mentiras que o sustentam também são tuas.

As tuas garatujas são sujas e começaste mal a tua raivosa rabiscada.

 

Queres ver?

Com que então off side escandaloso do Lima no primeiro golo do Benfica, hã?

Vai lá rapaz, vai, vai lá rever as imagens.

O vermelho tolda-te o bom senso e o equilíbrio, se é que já alguma vez os tiveste.

 

Como pode um imbecil e um mentiroso deste calibre ser editor da revista sábado?

 

Estará o rapazola acometido de Benficofobia ou garatujou na ressaca de alguma bebedeira?

 

Olha se a lei do Aborto fosse retroactiva…

 

 

GRÃO VASCO
 

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