Pedro Proença tinha
acabado de receber das mãos de Antonino Silva as insígnias da FIFA.
Num momento de ternura e
após o aperto de mão da praxe nada melhor que aquele beijo, qual jura de amor
eterno.
Amor ao pífaro,
òbviamente!
Isto “tá” lindo, “tá”!
Uns pedem
internacionais, outros, dos mesmos, entregam as insígnias e os outros, sim
aqueles outros, os “heróis”, mostram o seu reconhecimento com beijocas e
abraços.
Dizia ainda há poucos dias que nunca falava dos árbitros antes dos jogos.
Fá-lo com o descaramento de um garoto!
Eles são os miseráveis cerqueiras
com comunicados e vídeos em tudo semelhantes às cenas ao vivo de uma Pérola
Negra ou de um Calor da Noite – doentias e bem piores que a pornografia pura e
dura.
Eles são os bitós deste mundo,
peregrinos e crentes a deitar mão a tudo o que é filha-da-putice.
Eles são os trapaceiros do Papa
a mostrar cenas rídiculas nos telemóveis.
Eles são paineleiros e opinadores/plagiadores, agitadores,
batoteiros e mentirosos, rosnando à caravana!
Eles são os jornalistas domesticados, amestrados, pagos e ensaiados para
fazerem a pergunta cuja resposta já sabem – a respeitante ao Matic, é mesmo de
labregos e de cerqueiras…
É isto o grémio da fruta. Um
grémio de burros e de energúmenos.
Vale tudo!
Um grémio que cada vez mais envergonha o Norte e o país!
MATIC?
Para que este garoto saiba, o Matic no jogo
contra o Moreirense teve um comportamento exemplar e de uma lisura, que ele,
durante toda a sua vida nunca terá, mesmo vivendo um milhão de vezes!
Já não estou com muita disposição para ironias, pois estas canalhices made in Freixo cheiram à bandalheira do
costume!
Se fosse o caso, perguntar-lhe-ia se o Matic é ou não jogador do Benfica
e se por acaso ele tem conhecimento se está também de partida para o Dubai ou
Arábia Saudita.
Um ontem e outro amanhã. Ambos não deixaram de receber as faixas de
campeões nacionais na época transacta.
Se Capela seria
previsível para Moreira de Cónegos, já a renomeação de Proença para o jogo de
amanhã, no Bonfim, parece fazer parte de um programa de discos pedidos.
A corja corrupta do
Freixo pede e o Conselho de Arbitragem lá põe Proença a rodar…
- “Tá lá”? É o Antonino? Olha, pode ser outra vez o Proença…e
daqui para a frente, para a Mouraria são sempre os internacionais da ordem, ok?
Lá em cima, na Palermo portuguesa, já anda tudo doido.
A espiral de paranóia sobre vertiginosamente. Há mêdo. Muito mêdo que o
Glorioso ganhe em Braga aos aliados da corja corrupta e que fuja na
classificação, pois a desilusão de uma escorregadela em Moreira de Cónegos esfumou-se
em pouco tempo.
Aproxima-se uma grande batalha,
mas não o fim da guerra - este, ainda vem longe. Mas vão-se contando as
espingardas. Salvador, Mesquita, Casaca e restante pandilha da Falperra,
aliados subservientes do grémio da fruta
de Palemo, preparam o terreno,
minando-o com alusões a calabotes e
outras tantas mentiras.
Todos sabemos que por
influência directa das bufas do Freixo, alguma Braga foi subvertida e
conspurcada. A Braga fictícia dos brácaros azuis e broncos e anti-Benfica – “os virtuais gayrreiros minhotos” - misturou-se
com bracarenses genuínos e transformou-se num coio de selvagens exalando ódio
ao Glorioso. Usando os mesmos métodos dos símios vizinhos da Palermo portuguesa – o mêdo, a intimidação,
a coacção e a violência – têm amordaçado os Benfiquistas que lá vivem. Mesquita
e Salvador através de uma linguagem viperina e de ostensiva animosidade para
com o Glorioso, também têm sido dos principais instigadores desta hostilidade,
símbolo de uma aliança espúria entre brácaros e morcões corruptos azuis e
broncos.
O que é estranho, é o
facto de esta aliança que constitui o eixo Porto/Braga, durar há alguns anos e
o Sp. Braga ainda não ter ganho qualquer título.
Por tudo isto a maior
espectativa para sábado está em saber quem tocará o pífaro na Pedreira.
Artur aos Dias? Ovigário?
Superdragão do Lordêlo? Xistralhada? Verdugo Miguel? Marco?
Capela, Proença e Gomes
parecem improváveis.
Estes são os
internacionais. Depois ainda há, o Vasquinho e o Rui Costa, ambos do Freixo, o
Gosmas de Famalicão, os Brunos, o “cadastrado” Rui Silva de Vila Real, o João
Ferreira…
Exceptuando Marco Ferreira,
que até agora e durante esta época, tem tido prestações equlibradas, a nomeação
de qualquer outro será um verdadeiro DESASTRE!
Quanto aos restantes
programas, o destaque vai para a transmissão do jogo de ontem, em Moreira de
Cónegos e para aquele “horríbel sotaque
do puorto” na sport tv e na Antena1.
A parcialidade é de tal
ordem, que o morcôun…eee azul e bronco da estação de tv dizia à boca cheia e no
final do 1º tempo que o Benfica arriscava-se a ter um dissabor naquele jogo.
Mas com que fundamento?
O Salvio é que não
esteve pelos ajustes e calou logo o espécime aos três minutos do tempo
complementar. O pascácio bem perorou pelo empate, mas o Lima fez o favor de
arrumar para outra ocasião com os desejos desta cambada.
Na Antena1, lá teria de
aparecer aquele cromo do Queirós, “o contumiliano”. É lamentável que a
principal estação nacional consiga aguentar uma aberração destas, que com a sua
voz arrastada e as suas mastigadas “análises” deixa no final de cada
transmissão, o microfone completamente arranhado! Mas enfim, a Antena1 (e não
só…) lá para cima, mais parece o “O Asilo do Freixo”. Uma lástima!
Ah! E o Capela…
Ai Capela, Capela, se
aquela mão dentro da área do Moreirense, de um seu jogador e que alterou a
trajectória da bola, evitando que o avançado do Benfica fizesse golo, ai, ai,
se fosse o Jardel, o Melgarejo, o Maxi ou o Luisão, ou outro bermelhusco, na grande área do Benfica,
não sei não…
Penalty que ficou por
marcar!
Mas este pifareiro já é
um malabarista que não engana ninguém.
O que vale é que ontem,
nem o Matic lhe deu hipótese para o amarelo da ordem.
Quanto à programação de
amanhã e segundo as previsões meteorológicas, a chuva vai continuar a cair em
Setúbal e não será pouca. Vamos lá ver se a bola saltará ou não nas poças
escolhidas a dedo pelo Proença…
É que agora já não há
Meyong, mas o “ramés” faz muita falta…
Há “organizações”, em que
a troco de algumas migalhas, por subserviência e múltiplas cumplicidades,
pequenos caciques estão incumbidos do trabalho sujo que há para fazer.
Ainda hoje assim é nas províncias
italianas da Sicília, da Calábria, e em famosas cidades do mundo, como foi a
Chicago de Al Capone.
Por norma, o tratamento que
é dado a esses colaboradores menores, autênticos mandaretes instruídos para
qualquer “trabalhinho”, quer pelos seus patrões quer pelos adversários é o que
se designa por “abaixo de cão”. E quando
já não servirem atiram-se para uma valeta cheia de lama e por lá ficarão…
Ocorreu-me este
irrefutável dado histórico, quando ontem, o presidente dos brácaros, Salvador,
em mais um arremedo de cobardia começou a atiçar a fogueira para sábado.
Bolçou ódio e vomitou a
porcaria habitual, porque a outra, a porcaria que ele conhece bem e é do seu
tempo – fruta para dormir, chocolatinhos e
café com leite “à araújo”, viagens ao Brasil, quinhentinhos, bufas de camarote e
muito mais – fica bem guardadinha, naquele “código do silêncio” que todos tão
bem conhecemos e faz parte dos segredos do patrão.
Salvador, nascido em
1970, tem uma memória prodigiosa. Lembra-se de Calabote na década de 50, mas
sofre de amnésia profunda, não se lembrando do seu presente e das façanhas em
prol da sua pandilha, protagonizadas por Artur Soares Dias, Carlos Xistra,
Pedro Proença, Jorge Sousa ou Olegário Benquerença.
Fosse eu Calabote, ou
mesmo um familiar dele e a garantia que um lacaio desta estirpe teria por falar
gratuita e levianamente sobre o que não sabe e nem conhece, era sempre a de que
o seu pêlo um dia, mais cedo ou mais tarde seria tratado de forma adequada.
Calabote morreu
estigmatizado por algo que foi forjado e que não corresponde à verdade. E esta
corja que invoca malèvolamente o nome dele, sempre que convém atacar o Benfica,
há-de saber que um dos mentores desta mentira da história, foi um filho-da-puta
de um canalha fanático do fruta, corrupção & putêdo, que usava boné, mas cuja
alcunha era “cartola”…
A nomeação
de João Capela para o jogo Moreirense-Benfica, na 2ª feira, é um atentado à
seriedade e à verdade desportiva!
Os sinais foram claros e
desde há três semanas que venho alertando para as mascambilhas que estão
subjacentes às nomeações para os jogos do Glorioso. Para a Liga, e não só, é
flagrante a trapalhada que inunda o Conselho de Arbitragem.
Desde a incrível
roubalheira protagonizada por Carlos Xistra em Coimbra, em 23 de Setembro do
ano passado, a contar para a 3ª jornada do campeonato da Liga desta época, até
hoje, 18 de Janeiro, que mais nenhum árbitro internacional tinha sido nomeado
para jogos do Benfica nessa competição.
Convém lembrar, que Xistra
escamoteou a vitória ao Benfica de uma forma bárbara, permitindo ao seu
adversário – a Académica – beneficiar de dois penaltys-fantasma e consequentemente empatar a partida, surripiando
dois pontos ao Glorioso.
Xistra reincide e prevarica
sistemàticamente, com a cumplicidade vergonhosa de quem o nomeia para estes
jogos.
A escandaleira foi tal, que
Rui Gomes da Silva denunciou o novo “caldinho” que estava a ser forjado, com os
respectivos nomes, e com os visados do
pífaro a virem a terreiro, como falsas virgens ofendidas, ameaçando processar o
vice-presidente do Benfica.
Mas foi remédio santo.
Durante quatro meses, sim quatro meses, estes aves raras do pífaro não
dirigiram mais nenhum jogo do Benfica para o campeonato. Poderão invocar que Marco
Ferreira é internacional e arbitrou o jogo no Fôsso do Lagartêdo onde ganhámos por 3 a 1.
Mas atenção, não obstante Marco Ferreira estar indigitado para internacional
ainda não estava no grupo dos tubarões de
élite.
Vítor Pereira sabe que é
este lixo do apito – que ficou de quarentena durante quatro longos meses - que
na época passada apeou o Benfica do 1º lugar, levando simultâneamente ao colo o
clube condenado por corrupção oferecendo-lhe o título em bandeja dourada, tal
como os lendários apitos…culminando com a escandaleira inenarrável de Proença
na Luz.
Esta semana, antes de Jorge
Sousa ser nomeado para o jogo de ontem em Coimbra e logo após a partida da Luz
ter acabado, a corja bastarda do Freixo, vulgo corja do fcp, emuníssono, roncou ódio, vociferou, insultou,
clamando pelos internacionais. Apelou àqueles que verdadeiramente lhe têm
oferecido títulos.
Vítor Pereira tremeu,
balbuciou, inclusivé sendo desmentido pelo expoente da corja na arbitragem, a
fada-madrinha dos jogos e dos campeonatos ganhos pela outra corja, a de Palermo – Pedro Proença!
Pois, aí está!
Aí estão eles, fresquinhos
e prontos para o “trabalhinho” necessário, não vá o Benfica continuar na frente, provocando aquela espiral de paranóia e de demência que já acomete de uma forma destrambelhada a
morcanzoada corrupta do Freixo.
Sousa ontem em Coimbra e
novamente no sábado, na pocilga de Palermo. E para Moreira de Cónegos, nada
mais nada menos do que João Capela!
Capela??????????????
Mas Capela, porquê?
Para roubar o Benfica e
para expulsar novamente o Cardozo ou o Aimar – este já não conseguirá, mas pelo
andar da carruagem poderá muito bem ser mais um dos onze que jogar – fechando os
olhos a todas as maroscas do adversário?
Na época passada foi assim
na Luz contra o lagartêdo, mesmo assim ganhando com o golo de cabeça de Javi García e em Olhão!
Capela é um
anti-Benfiquista primário!
Está-lhe no sangue e o seu
instinto persecutório tem sido bem evidente no seu historial de jogos onde o
Benfica, em todos os escalões, intervém, e foi bem patente nas suas duas últimas
miseráveis prestações – Benfica/Sporting e depois Olhanense/Benfica.
Este fulano é uma
verdadeira “encomenda”. Uma armadilha em potência!
Estou indignado e é dever
dos Benfiquistas, de todos os Benfiquistas, mostrar a Capela a partir de hoje
que é persona non grata nos jogos
onde o Benfica intervém e que deverá ter muito cuidado no jogo em Moreira de
Cónegos…
Vítor Pereira está de
cócoras e seria corajoso se se demitisse e denunciasse este nojo de nomeações do
Conselho de Arbitragem dos antoninos,
manuéis armindos e brites lopes deste país.
A equipa precisa cada vez
mais da nossa ajuda e nós podemos dar-lha de muitas formas.
Ontem, em Coimbra, quando o
Benfica, senhor do jogo, encerrou as festividades com aquele baile de gala dos
“lentes” da bola e com os “estudantes” a mirarem a sua trajectória melodiosa,
pareceu-me ouvir essa voz extraordinária de outros tempos, a voz de Alberto
Ribeiro, que como ninguém, imortalizou este fado-canção. E então, os quinze
minutos finais foram portentosos e de grande classe.
Coimbra, ontem à noite, foi
realmente uma lição.
Numa breve alusão ao
célebre filme português “A Canção de Lisboa” e relembrando o momento chave do
exame final de curso do Vasquinho da Anatomia, até me apetece dizer que ontem,
os jogadores do Benfica até sabiam o que era o “esternocleidomastoideo”!
A matéria ia sabida e o
exame foi “canja” – muito respeito pelo adversário e uma grande, grande união.
Sim. Respeito e união.
Exemplar. Bastaram estas
duas palavras para que o problemático “juiz” da partida ficasse eliminado em
oito minutos. Jorge Sousa ainda teve um ou dois arrufos à “superdragão”, mas
foi impotente perante a soberba exibição do Glorioso.
O Benfica começou bem, começou
por eliminar o árbitro. Foi meio caminho andado para as meias-finais, se bem
que a Académica, com todo o respeito que nos mereceu, só foi eliminada ao fim
dos noventa minutos. Ainda deu para o quarto do Salvio e deveria ter dado
para o quinto e para o sexto.
Ontem, todos aprendemos
muito. Aprendemos a dominar e a saber eliminar factores sèriamente adversos,
como por exemplo, é actualmente para o Benfica, toda a casta de árbitros
internacionais – desta vez foi Jorge Sousa, amanhã estarão outros iguais na
calha, porque depois do chinfrim dos dois bastardos do Freixo, na noite de
domingo, é mais que previsível que o Vítor dos pífaros permaneça de cócoras e
deixe de ter tomates para não nomear árbitros internacionais para os jogos do
Benfica e seja “obrigado” a fazê-lo a partir de ontem – e darmo-nos ao
respeito, pondo o adversário na linha.
Mas, convenhamos que nem
sempre assim acontece por variadíssimos factores, mesmo por aqueles que acabei de
mencionar. E, por isso, quando as coisas correm menos bem, como foi o caso do
jogo de domingo, em que o resultado foi insatisfatório, há que soletrar e pôr
em prática essa palavra, tão bem retratada na foto deste post pelos jogadores do Benfica – UNIÃO.
União, uma palavra vã, numa
blogosfera rasca - e em muitos outros locais, como por exemplo, na comunicação
social - que se diz Benfiquista, mas que não é mais do que um espaço inundado
de egos e mais egos, onde a doença bipolar faz vítimas a toda a hora – nas
vitórias, uma euforia desmedida em que só falta pendurar os jogadores e
treinador nos píncaros da Lua, nos resultados menos bons, uma depressão quase
suicidária com o grupo a ser atirado às feras ou jogado para a sarjeta mais
próxima.
De facto ontem, os
jogadores, ou melhor, toda a equipa do Benfica, com uma grande discrição e
competência, deu a todos uma grande lição. Especialmente aos Benfiquistas.
Seria de bom tom, que uma marabunta autofágica que corrói o
Benfica por dentro, “lesse” bem o que aconteceu em Coimbra e começasse uma nova
era – o apoio incondicional e integral a quem lhe oferece a alegria e a
felicidade de muitas e muitas vitórias cristalinas, sem fruta e chocolatinhos
corruptos e estragados.
E agora, Caros
Companheiros, esperem um pouco, por favor, que eu volto já. Só vou saber se não
é o Artur a Dias, o Benquerença ou outro javardo do género, o escolhido para
dizer a missa de 2ª feira na terra dos Cónegos. É que se for algum destes
espécimes, será mais um busilis complicadíssimo antes do “combate mortal” com
os brácaros na Pedreira.
Aguardemos, convictos do
nosso valor, e esperemos que no sábado, o surpreendente grémio da capital do
móvel, não se apresente no antro do Freixo com “caruncho” acumulado do jogo que
efectuou também nesta passada 4ª feira…
Saudações aos Autênticos e
parabéns ao Águia de Santo Tirso que quase acertou no prognóstico. Não foi nota
vinte, mas que esteve lá quase, lá isso é verdade.
Um dos gajos mais
ordinários paridos na estrumeira do Freixo, depois de ter lançado um chorrilho
de bacoradas rancorosas, vem agora com a habitual conversa da treta…
As ofensas têm sido constantes e essa tem sido sempre a forma de estar e proceder de uma escumalha, a norte, que continua impune!
Jogo do Benfica fora, a
eliminar, e aí está ele a apitar!
E logo em Coimbra,
delegação do grémio da fruta na zona
centro.
Após uma quarentena que
datava da 2ª jornada da liga, Jorge Sousa, o superdragão do Lordêlo, um
malabarista perigosíssimo, que todos sabemos como subiu na carreira,
apadrinhado por Lourenço Pinto, essa eminência tenebrosa e pardacenta da
arbitragem da Palermo portuguesa e
não só, vai atravessar-se novamente no caminho do Glorioso.
Jorge Sousa é exímio em
“eliminar” o Benfica de competições. Um chorrilho de jogos escandalosos marca o
seu historial na ascensão “bem trabalhada” a internacional. Mesmo assim,
continuou a sua saga anti-Benfica, com prestações deploráveis, como aquela em
Braga, célebre pela anulação de um golo limpo a Luisão e pela expulsão do
Cardozo já no túnel, obrigando-nos a jogar com dez, durante toda a segunda
parte. Final da Taça da Liga, entre Benfica e grémio corrupto, com o carniceiro
de S. Petersburgo a fazer o que bem quis e lhe apeteceu, agredindo, insultando,
perante a permissividade e cumplicidade de Sousa, só não atingindo os seus
objectivos porque o Benfica foi aí, incomparàvelmente melhor.
Mas este despautério tem
pecados velhos, muito antes destes que agora refiro. Hábil a inclinar o campo e
a empurrar os jogadores do Benfica para trás.
Portanto o Benfica que se
cuide!
A “garantia” de até ontem o
Conselho de Arbitragem ter deixado os internacionais pràticamente na prateleira
durante meses, caducou, e haverá já esta 4ª feira, uma factura para pagar,
prolongando-se, muito possivelmente, no domingo em Moreira de Cónegos e depois
em Braga.
A borrasca era previsível.
Vítor Pereira, o chefe dos árbitros, não iria conseguir a linha de
verticalidade e coerência relativamente às nomeações dos famigerados
internacionais para os jogos do Benfica. Ele bem sabe o que se passa, pois tem
sido pela ausência deles nos jogos mencionados – as arbitragens dos então
nomeados, têm sido equilibradas e pouco anti-Benfica - que o Glorioso ainda se
mantém nas três frentes nacionais. Mas as clivagens e as jogadas palacianas no
interior do Conselho, fortemente pressionado pelo lobby dos antoninos, obrigaram-no a ceder.
Por isso saibamos
ultrapassar a tempestade.
Os mabecos ladraram ontem
como nunca tinham ladrado esta época. Falsos e trapaceiros, atiraram-se a
Ferreira, clamando pelos “amigos” internacionais, esquecendo a escandaleira
numa série seguida de jogos onde peregrinos, morcões e caceteiros azuis e
broncos do futebol foram transformados em jogadores de andebol com a
complacência de malabaristas do pífaro. Não fosse isso e estariam atrás dos
brácaros da Falperra.
Acerca disto não tenho
dúvidas.
Só um Benfica muito forte
ultrapassará esta fase, num mês difícil e intenso. Pedir a LFV, a JJ e aos
jogadores para serem fortes, é pouco. Terá de ser todo um Povo Glorioso,
teremos de ser Nós a empurrá-los para cima, a ajudá-los nestes momentos chave,
a dizer presente, mesmo que às vezes o destino possa ser ingrato, como o foi
ontem, claramente, com um autocarro azul e bronco postado no meio-campo e com
um badameco fanfarrão - que atira pedras
e esconde a mão - tentando segurar o resultado metendo defesas, jogando à
cacetada e queimando tempo.
Jorge Sousa, na actual
conjuntura, com o Benfica até à data invencível nas competições internas, não
resistirá às suas crenças e será o 1º perigo a enfrentar já em Coimbra na
quarta-feira.
Que todos tenhamos
consciência disso e que todos também saibamos actuar perante tais adversidades.
Tudo, menos o silêncio. É
essa a nossa obrigação. O resto será com os jogadores!