Encontro-me numa cama do
hospital.
Ontem, 2ª de Carnaval,
fui convidado para um baile de máscaras. Pelo sim, pelo não, disfarcei-me de
árbitro, mascarando-me de Proença. O meu objectivo era ganhar o primeiro prémio
no concurso que iria decorrer. Durante as várias horas de folia, dei azo à
minha fértil imaginação – marquei penaltys
fantasma, distribuí beijinhos e abraços pelos morcões e pelas morconas
presentes e acabei por expulsar da festança dois Benfiquistas, alegadamente por
taxa de alcoolémia elevada e agressões.
A festa foi de arromba!
E ainda consegui ganhar o troféu. Um apito doirado!
À saída, já a madrugada
ia alta, ouvi um disparo. Senti um forte dôr no joelho esquerdo. Tinha acabado
de levar uma “chumbada” com uma pistola de carnaval.
Agarrei-me à perna. Nem
queria acreditar!
Imediatamente operado,
acordei no recôbro dando de caras com o médico especialista, chefe da cirurgia.
Ainda meio atordoado da anestesia, perguntei-lhe:
- Dr., poderei voltar a andar normalmente?
- Sim, com cuidado, devagarinho, mas a tua carreira como
árbitro acabou – disse o médico, realista.
- Ainda bem! –
suspirei eu.
- Mas, mas, ainda bem, porquê? - perguntava o clínico estupefacto.
- Já estava farto de fazer maldades ao Benfica. Agora,
olha, os outros “que se amanhem”! –
exclamei eu aliviado.
Nesse momento, o médico
rindo-se, agarrou na máscara do Lourenço Pinto, ajoelhou-se à minha cabeceira e
prestou-me a derradeira homenagem como árbitro!
Entrávamos em 4ª feira
de Cinzas. O Entrudo tinha acabado!
GRÃO VASCO
Não faço a mínima ideia
se haverá ou não 40 virgens (ou deusas, segundo o léxico do Araújo do Apito
Dourado, grande amigo de Rui Alves e do padre da freguesia das Antas) no
paraíso, esperando ardentemente por Pedro Proença.
O que começa a ser
demasiado evidente, é que por este andar e um dia destes, ainda haverá uma
tragédia numa choupana qualquer!
Hoje (ontem) vi o “Dia Seguinte”
na SIC Notícias.
O Aguiar só de chicote!
O carroceiro do palito é um verbo de encher, não conta para absolutamente nada.
RGS esteve bem. À tentativa
repetitiva, soez e acanalhada de Aguiar crucificar Maxi e Matic, RGS contrapôs
com excelente fundamentação, com Mangala e João Moutinho (faltou-lhe a alusão a
Fernando). Demorou, mas aprendeu! À argumentação falaciosa, reagiu sempre no
momento exacto, abafando bem o espécime das barracas de praia.
À invectiva do suíno do
Freixo, em relação aos “discos pedidos” (árbitros) em que só faltaria dizer a
frase (numa alusão a um desses programas que passam nas rádios), RGS contrapôs
com categoria:
- “Olhe, ó GA, pode muito bem ser, por exemplo, uma das frases das escutas
do Apito Dourado!”
O chico-esperto embatucou
imediatamente.
Esta edição do programa
foi muito útil.
A partir de agora,
muita, muita atenção não só às nomeações dos árbitros como às dos
fiscais-de-linha. Foram eles que deram um forte contributo para as expulsões de
Cardozo e Matic.
GRÃO VASCO
Ouvi, através da Antena
1, os minutos derradeiros do jogo na Choupana. Com alguma ansiedade, ainda na
esperança de que o locutor que efectuava o relato, gritasse o terceiro golo do
Benfica. Não aconteceu. E, paradoxalmente, a esperança deu lugar a um mar de
desilusão, não pelo resultado, mas sim pelas expulsões de Óscar Cardozo e
Matic, culminando mais uma farsa canalha de Pedro Proença.
O “assalto” tinha sido
consumado, mesmo, mesmo, nos instantes finais do desafio, deixando sequelas
muito sérias para os próximos jogos do campeonato. E para gáudio de um Rita,
doido por malhar no Benfica, o empate entre as duas equipas, foi quase transformado
numa vitória do Nacional, pois a previsibilidade para o fim desta jornada era
quase como um facto consumado – grémio da fruta na liderança isolada e a
hecatombe prevista do Benfica a descer irremediavelmente na tabela
classificativa.
E mais daqui a um
bocado, mais uma “degola” dos inocentes.
Olhanense? Que é isso?
No entanto, nestas
coisas da bola, por vezes o que parece, não é.
E não é que não foi
mesmo?
Passadas duas horas e
meia do empate do Benfica na Madeira, com a dose de “caril da Póvoa” mal
calculada, a barraca tinha assentado arraiais no antro pocilguento do Freixo e abanou – a morcanzoada das outras, das de
praia, mesmo com o penalty da praxe “à la Cosme Machado”, não ia além de um
empate, com cheirinho a partida de carnaval.
Sintonizei novamente a
Antena 1. O contumiliano queirós,
aquele pastelão que todos conhecemos de ginjeira, perorava. Arrastava a voz,
balbuciava uns monossílabos, quase imperceptíveis, dando por vezes a ideia de
grunhidos repletos de uma azia bem carnavalêsca.
O falhanço da liderança
isolada do seu querido grémio deixou-lhes os seus parcos neurónios ainda mais
de rastos.
Depois, vi o resumo do
jogo na Choupana. Cardozo foi impetuoso, mas nunca um acto daqueles pode ser
considerado agressão. Vermelho a Matic um atentado ao futebol.
Agora vou dormir. Estou
cansado de tanta emoção. Depois falarei sobre as aldrabices do “melhor árbitro
do mundo”.
Até lá.
GRÃO VASCO
É! Toc’andar, isso, toc’andar!
– dizia, numa das escutas telefónicas da investigação “Apito Dourado”, o
engenheiro da Choupana para o Araújo, empresário das “deusas da fruta”.
Palavras e conversas de
um futebol promíscuo de há poucos anos atrás.
Já que os subordinados não
se podem meter nestas “coisas”, lá vem o Machado tocar rabecão.
Falar de árbitros?
Mas, quantas vezes é que
este badameco falou de árbitros antes dos jogos das equipas que orienta, com o
grémio da fruta corrupção & putêdo,
vulgo fcp?
Quantas?
Nojo!
GRÃO VASCO
Com a nomeação de
Proença para o jogo de domingo, entre o Nacional e o Benfica dá-se início ao
assalto final.
Bitó da pifarada, antoninos
& Cª., escolheram o momento ideal e lá vai o abominável Proença para um
jogo de alto risco do Benfica.
Uma sexta-feira que mais parece dia de bruxas – o conselho
de disciplina da federação, liderado pelo inefável Herculano adiou para a
semana que vem a decisão de penalizar… ou não o seu querido grémio e o conselho
de arbitragem lançou o melhor ponta-de-lança do grémio da fruta corrupção &
putêdo para o jogo na Choupana.
Só um Grande Benfica poderá resolver o desafio e
manter-se na liderança do campeonato.
Pedro Proença, pelo seu histórico miserável em
relação ao Glorioso não tem nenhumas condições para dirigir jogos onde
intervenha o Benfica.
Esta nomeação é um atentado à verdade desportiva!
GRÃO VASCO
Nos últimos anos tem
sido sempre assim – o grémio da fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp, comete
ilícitos, faz batota praticando dislates em série, e no imediato lá aparecem os
habituais “anónimos” em acções concertadas, lançando cortinas de fumo, na
tentativa de branquear uma organização mafiosa, sem escrúpulos, arrastando tudo
e todos para um lamaçal que não tem fim.
Com elementos instalados
estratègicamente em todos os pontos de um circuito viciado e vicioso, desde o
submundo da marginalidade e do crime até ao um labiríntico e promíscuo sector
da magistratura, e tendo a sul, como aliada, uma trupe verde-submissa, sua verdadeira
criadagem, a organização mafiosa, a norte, continua a actuar impunemente. Impunidade
que vai grassando em todos os sectores como uma maleita pestilenta
incontrolável – basta constatarmos as movimentações políticas para as câmaras
ribeirinhas da foz do Douro.
A renovada ascensão do
Benfica e o seu cada vez mais notório e progressivo poder desportivo, vai
obrigando essa escumalha mafiosa sediada na Palermo
portuguesa e toda a sua rede tentacular espalhada um pouco por todo o país, a
errar muito mais vezes na vã tentativa de ganhar a qualquer preço.
Demorou o seu tempo, mas
o Benfica já atingiu novamente patamares que começam a incomodar toda essa
mafia instalada no desporto nacional. Em sectores onde não podem vencer, nem
que seja com recurso à chicana, pura e simplesmente desistem e concentram
forças noutras áreas.
A “organização”, tudo
tem feito para evitar esta situação, pois desde o início do consulado de Luís
Filipe Vieira que a corja, a norte, nunca viu com bons olhos a escolha do novo
projecto para o Benfica e do homem que o iria implementar.
Assim, Luís Filipe
Vieira foi desde cedo confrontado com ameaças e ainda mais notórias quando
rebentou o escândalo do “Apito Dourado”.
A sua casa foi
“visitada” anònimamente pela mafia, e ele próprio avisado de que o seu
atrevimento em afrontar o “poder paralelo” liderado pelo padrinho dos padrinhos,
a norte, iria ter custos severos, não só para a sua pessoa, como também para os
seus familiares.
Com o crescimento do
escândalo, sobrevieram mais “anónimos”. Impotentes para abafar as escutas e
colocarem as mordaças da infâmia nalguns juízes incorruptíveis e em agentes
policiais e judiciais impolutos, “sacaram” de uma pseudoescuta para
chantagearem o presidente do Benfica.
Luís Filipe Vieira não
cedeu, e mais uma vez, a escória do Freixo defecou na ventoínha, com o
objectivo de sujar e ciscar o bom nome de um homem cuja voz se tornou
verdadeiramente incómoda e que se assumiu como o principal líder no combate ao
lodaçal que a organização “perfeita”, composta pela pior escória jamais vista
no desporto e nosso futebol, escourada numa comunicação social prostituída, com
opinion makers, paineleiros,
jornalistas, repórteres e comentadores mais parecidos com nojentas ratazanas de
esgoto.
Nesse momento, o
desespero tomou conta da bandidagem.
A fuga, de variadas e
múltiplas formas foi a solução.
Como soe dizer-se, “quem
não deve, não teme”. Não foi o que aconteceu e a debandada para terras de
Santiago só veio mostrar que os indícios tinham mais que fundamento.
Assim sendo, e nesse
intervalo, as figuras abomináveis da corja de Palermo - alguns com o mesmo traquejo
de guardas prisionais e habituados a lidar com uma clientela da qual fazia
parte escumalha criminosa e perigosa – tentaram mais um acto rasteiro. Foi
entregue, mais uma vez, “anònimamente”, por pressupostos “agentes” da Polícia
Judiciária, um dossier com o título
“Apito Vermelho”, forjado à pressa e de um modo tão grosseiro e infundado -
visava inculpar o Benfica e o seu presidente de actos semelhantes aos ocorridos
no “Apito Dourado” (esses sim, provados e confirmados pelas escutas) - que foi
logo descartado pelos investigadores.
A corja corrupta da Palermo portuguesa estava indiciada e
este dossier forjado foi mais uma
manipulação criminosa cuja investigação foi direitinha para as calendas.
A realidade, é que o
ANONIMATO é algo que sempre aparece quando a “superestrutura” do Freixo erra ou
pratica clamorosos ilícitos.
Assim, lá apareceu agora
mais um “anónimo” a fazer mais uma denúncia junto do Conselho de Disciplina da
FPF. Um conselho já há muito descredibilizado, tendencioso, incompetente e com
a função de travar o Benfica.
O caso Luisão, decidido
pelo sector não-profissional do conselho, é disso bem evidente.
A morosidade e a
leviandade com que o processo do crime de fogo-posto ao Estádio da Luz pela
escumalha do lagartêdo foi conduzido,
instigada por um ex-polícia, mentecapto do Paleolítico Inferior, é um caso
flagrante de excesso de zêlo da parte desses conselheiros, relegando para os
tribunais civis a decisão, só para depois se pronunciar se fôr caso disso. Uma
vergonha deplorável!
Bem como a conclusão do
processo de indemnização. Ora se houve direito a indemnização é porque há
culpados no cartório. Mais um processo para rumar às calendas.
O castigo a Aimar é uma
escandaleira inadmissível.
Por fim e agora, a
rábula das 72 horas adaptada ao Benfica e a tentativa de sujá-lo com a porcaria
importada do chafurdo do Freixo, a norte.
O Benfica respondeu bem
e de uma forma lapidar, denunciando o despautério que vai nesse desacreditado
conselho.
Convenhamos que a realização
não é de Francis Ford Coppola, mas lá que tudo isto é um verdadeiro filme “à
siciliana”, com sopranos e tudo, não há a menor dúvida!
GRÃO VASCO
O Conselho de Arbitragem
nomeou mais uma vez Vasco Santos para o jogo de domingo na Luz, entre o Benfica
e os setubalenses do Vitória. A coadjuvá-lo estarão Alexandre Freitas da
AFPorto?!? (43 anos) e Paulo Vieira da AFViana do Castelo (38 anos) – relembro aqui,
que Carlos Calheiros, o da célebre “viagem ao Brasil”, pela Cosmos e paga pelo
clube condenado por corrupção” também andava nestas lides por Viana do Castelo,
juntamente com os seus manos gémeos barbudos – muito “batidos” nestas andanças o
que não augura nada de bom.
O Vasquinho do Freixo
esteve já esta época no Gil Vicente- Benfica, para a Liga, não tendo tido
oportunidade de exibir os seus “dotes”, pois o Glorioso ao acabar a primeira
parte já vencia por 3 a 0, resultado que se manteve até final. Pelo meio, uma
expulsão a Enzo Pérez aos 69’, num primeiro amarelo forçadíssimo aos 32’ e
amarelo também a Matic (quem é que havia de ser?) e a Bruno César, já no final
do jogo.
Confirma-se a continuação
dos internacionais “amigos” do grémio da
fruta no congelador das nomeações para jogos do Glorioso. A pergunta que se
impõe, é até quando o Bitó dos pífaros terá os ditos cujos no sítio para
aguentar a pressão do lobby dos antoninos.
No entanto, e não
obstante a nomeação ter incidido num “dragôun…eee” de 2ª linha, sabemos que
Vasco é um malabarista da “escola” de
Lourenço Pinto. A partir daqui está tudo dito!
Cuidado Benfica!
GRÃO VASCO
Depois do morcão peregrino
deitar mão a “TUDO”, com invectivas semanas após semanas, pressionando os
árbitros, apelando aos “amigos” internacionais, atiçando os cães-de-fila de
Palermo contra o Glorioso, tentando por todos os meios derrubá-lo do topo,
ajudado pela “Orquestra Bastarda dos Paineleiros
do Freixo” e pela escumalha de cUmentadeiros
e relatadeiros a soldo de cerqueiras e giorgios, é chegado o momento dos Benfiquistas lutarem ainda mais
pela verdade desportiva.
E lutar por ela, é
exigir de Marco Ferreira, coragem, muita coragem, para amanhã, no D. Afonso
Henriques.
Se Marco Ferreira fôr
sério, honesto e isento, a corja do fruta
corrupção & putêdo não passará em Guimarães!
GRÃO VASCO