12.2.13

Uma “brincadeira” de carnaval

 

 

Encontro-me numa cama do hospital.

Ontem, 2ª de Carnaval, fui convidado para um baile de máscaras. Pelo sim, pelo não, disfarcei-me de árbitro, mascarando-me de Proença. O meu objectivo era ganhar o primeiro prémio no concurso que iria decorrer. Durante as várias horas de folia, dei azo à minha fértil imaginação – marquei penaltys fantasma, distribuí beijinhos e abraços pelos morcões e pelas morconas presentes e acabei por expulsar da festança dois Benfiquistas, alegadamente por taxa de alcoolémia elevada e agressões.

A festa foi de arromba! E ainda consegui ganhar o troféu. Um apito doirado!

À saída, já a madrugada ia alta, ouvi um disparo. Senti um forte dôr no joelho esquerdo. Tinha acabado de levar uma “chumbada” com uma pistola de carnaval.

Agarrei-me à perna. Nem queria acreditar!

Imediatamente operado, acordei no recôbro dando de caras com o médico especialista, chefe da cirurgia. Ainda meio atordoado da anestesia, perguntei-lhe:

- Dr., poderei voltar a andar normalmente?

- Sim, com cuidado, devagarinho, mas a tua carreira como árbitro acabou – disse o médico, realista.

- Ainda bem! – suspirei eu.

- Mas, mas, ainda bem, porquê? - perguntava o clínico estupefacto.

- Já estava farto de fazer maldades ao Benfica. Agora, olha, os outros “que se amanhem”! – exclamei eu aliviado.

Nesse momento, o médico rindo-se, agarrou na máscara do Lourenço Pinto, ajoelhou-se à minha cabeceira e prestou-me a derradeira homenagem como árbitro!

Entrávamos em 4ª feira de Cinzas. O Entrudo tinha acabado!


 

GRÃO VASCO






 

A tragédia espreita…


 

Não faço a mínima ideia se haverá ou não 40 virgens (ou deusas, segundo o léxico do Araújo do Apito Dourado, grande amigo de Rui Alves e do padre da freguesia das Antas) no paraíso, esperando ardentemente por Pedro Proença.

 

O que começa a ser demasiado evidente, é que por este andar e um dia destes, ainda haverá uma tragédia numa choupana qualquer!

 

Hoje (ontem) vi o “Dia Seguinte” na SIC Notícias.

O Aguiar só de chicote! O carroceiro do palito é um verbo de encher, não conta para absolutamente nada.

RGS esteve bem. À tentativa repetitiva, soez e acanalhada de Aguiar crucificar Maxi e Matic, RGS contrapôs com excelente fundamentação, com Mangala e João Moutinho (faltou-lhe a alusão a Fernando). Demorou, mas aprendeu! À argumentação falaciosa, reagiu sempre no momento exacto, abafando bem o espécime das barracas de praia.

À invectiva do suíno do Freixo, em relação aos “discos pedidos” (árbitros) em que só faltaria dizer a frase (numa alusão a um desses programas que passam nas rádios), RGS contrapôs com categoria:

- “Olhe, ó GA, pode muito bem ser, por exemplo, uma das frases das escutas do Apito Dourado!”

O chico-esperto embatucou imediatamente.

 

Esta edição do programa foi muito útil.

A partir de agora, muita, muita atenção não só às nomeações dos árbitros como às dos fiscais-de-linha. Foram eles que deram um forte contributo para as expulsões de Cardozo e Matic.


 


GRÃO VASCO

11.2.13

Do carnaval na Choupana ao entrudo do Freixo


 

Ouvi, através da Antena 1, os minutos derradeiros do jogo na Choupana. Com alguma ansiedade, ainda na esperança de que o locutor que efectuava o relato, gritasse o terceiro golo do Benfica. Não aconteceu. E, paradoxalmente, a esperança deu lugar a um mar de desilusão, não pelo resultado, mas sim pelas expulsões de Óscar Cardozo e Matic, culminando mais uma farsa canalha de Pedro Proença.

 

O “assalto” tinha sido consumado, mesmo, mesmo, nos instantes finais do desafio, deixando sequelas muito sérias para os próximos jogos do campeonato. E para gáudio de um Rita, doido por malhar no Benfica, o empate entre as duas equipas, foi quase transformado numa vitória do Nacional, pois a previsibilidade para o fim desta jornada era quase como um facto consumado – grémio da fruta na liderança isolada e a hecatombe prevista do Benfica a descer irremediavelmente na tabela classificativa.

 

E mais daqui a um bocado, mais uma “degola” dos inocentes.

Olhanense? Que é isso?

 

No entanto, nestas coisas da bola, por vezes o que parece, não é.

E não é que não foi mesmo?

Passadas duas horas e meia do empate do Benfica na Madeira, com a dose de “caril da Póvoa” mal calculada, a barraca tinha assentado arraiais no antro pocilguento do Freixo e abanou – a morcanzoada das outras, das de praia, mesmo com o penalty da praxe “à la Cosme Machado”, não ia além de um empate, com cheirinho a partida de carnaval.

 

Sintonizei novamente a Antena 1. O contumiliano queirós, aquele pastelão que todos conhecemos de ginjeira, perorava. Arrastava a voz, balbuciava uns monossílabos, quase imperceptíveis, dando por vezes a ideia de grunhidos repletos de uma azia bem carnavalêsca.

O falhanço da liderança isolada do seu querido grémio deixou-lhes os seus parcos neurónios ainda mais de rastos.

 

Depois, vi o resumo do jogo na Choupana. Cardozo foi impetuoso, mas nunca um acto daqueles pode ser considerado agressão. Vermelho a Matic um atentado ao futebol.

 

Agora vou dormir. Estou cansado de tanta emoção. Depois falarei sobre as aldrabices do “melhor árbitro do mundo”.

Até lá.


 


GRÃO VASCO

9.2.13

Igual ao dono!


É! Toc’andar, isso, toc’andar! – dizia, numa das escutas telefónicas da investigação “Apito Dourado”, o engenheiro da Choupana para o Araújo, empresário das “deusas da fruta”.

 

Palavras e conversas de um futebol promíscuo de há poucos anos atrás.

 

Já que os subordinados não se podem meter nestas “coisas”, lá vem o Machado tocar rabecão.

Falar de árbitros?

Mas, quantas vezes é que este badameco falou de árbitros antes dos jogos das equipas que orienta, com o grémio da fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp?

Quantas?

Nojo!


 


GRÃO VASCO
 


8.2.13

Começou o assalto!




Com a nomeação de Proença para o jogo de domingo, entre o Nacional e o Benfica dá-se início ao assalto final.

 

Bitó da pifarada, antoninos & Cª., escolheram o momento ideal e lá vai o abominável Proença para um jogo de alto risco do Benfica.

 

Uma sexta-feira que mais parece dia de bruxas – o conselho de disciplina da federação, liderado pelo inefável Herculano adiou para a semana que vem a decisão de penalizar… ou não o seu querido grémio e o conselho de arbitragem lançou o melhor ponta-de-lança do grémio da fruta corrupção & putêdo para o jogo na Choupana.

 

Só um Grande Benfica poderá resolver o desafio e manter-se na liderança do campeonato.

 

Pedro Proença, pelo seu histórico miserável em relação ao Glorioso não tem nenhumas condições para dirigir jogos onde intervenha o Benfica.

 

Esta nomeação é um atentado à verdade desportiva!

 

GRÃO VASCO
 

7.2.13

“Octopus”



 

Nos últimos anos tem sido sempre assim – o grémio da fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp, comete ilícitos, faz batota praticando dislates em série, e no imediato lá aparecem os habituais “anónimos” em acções concertadas, lançando cortinas de fumo, na tentativa de branquear uma organização mafiosa, sem escrúpulos, arrastando tudo e todos para um lamaçal que não tem fim.


 


Com elementos instalados estratègicamente em todos os pontos de um circuito viciado e vicioso, desde o submundo da marginalidade e do crime até ao um labiríntico e promíscuo sector da magistratura, e tendo a sul, como aliada, uma trupe verde-submissa, sua verdadeira criadagem, a organização mafiosa, a norte, continua a actuar impunemente. Impunidade que vai grassando em todos os sectores como uma maleita pestilenta incontrolável – basta constatarmos as movimentações políticas para as câmaras ribeirinhas da foz do Douro.


 


A renovada ascensão do Benfica e o seu cada vez mais notório e progressivo poder desportivo, vai obrigando essa escumalha mafiosa sediada na Palermo portuguesa e toda a sua rede tentacular espalhada um pouco por todo o país, a errar muito mais vezes na vã tentativa de ganhar a qualquer preço.


 


Demorou o seu tempo, mas o Benfica já atingiu novamente patamares que começam a incomodar toda essa mafia instalada no desporto nacional. Em sectores onde não podem vencer, nem que seja com recurso à chicana, pura e simplesmente desistem e concentram forças noutras áreas.


 


A “organização”, tudo tem feito para evitar esta situação, pois desde o início do consulado de Luís Filipe Vieira que a corja, a norte, nunca viu com bons olhos a escolha do novo projecto para o Benfica e do homem que o iria implementar.


 


Assim, Luís Filipe Vieira foi desde cedo confrontado com ameaças e ainda mais notórias quando rebentou o escândalo do “Apito Dourado”.


A sua casa foi “visitada” anònimamente pela mafia, e ele próprio avisado de que o seu atrevimento em afrontar o “poder paralelo” liderado pelo padrinho dos padrinhos, a norte, iria ter custos severos, não só para a sua pessoa, como também para os seus familiares.


 


Com o crescimento do escândalo, sobrevieram mais “anónimos”. Impotentes para abafar as escutas e colocarem as mordaças da infâmia nalguns juízes incorruptíveis e em agentes policiais e judiciais impolutos, “sacaram” de uma pseudoescuta para chantagearem o presidente do Benfica.


Luís Filipe Vieira não cedeu, e mais uma vez, a escória do Freixo defecou na ventoínha, com o objectivo de sujar e ciscar o bom nome de um homem cuja voz se tornou verdadeiramente incómoda e que se assumiu como o principal líder no combate ao lodaçal que a organização “perfeita”, composta pela pior escória jamais vista no desporto e nosso futebol, escourada numa comunicação social prostituída, com opinion makers, paineleiros, jornalistas, repórteres e comentadores mais parecidos com nojentas ratazanas de esgoto.


 


Nesse momento, o desespero tomou conta da bandidagem.


A fuga, de variadas e múltiplas formas foi a solução.


Como soe dizer-se, “quem não deve, não teme”. Não foi o que aconteceu e a debandada para terras de Santiago só veio mostrar que os indícios tinham mais que fundamento.


Assim sendo, e nesse intervalo, as figuras abomináveis da corja de Palermo - alguns com o mesmo traquejo de guardas prisionais e habituados a lidar com uma clientela da qual fazia parte escumalha criminosa e perigosa – tentaram mais um acto rasteiro. Foi entregue, mais uma vez, “anònimamente”, por pressupostos “agentes” da Polícia Judiciária, um dossier com o título “Apito Vermelho”, forjado à pressa e de um modo tão grosseiro e infundado - visava inculpar o Benfica e o seu presidente de actos semelhantes aos ocorridos no “Apito Dourado” (esses sim, provados e confirmados pelas escutas) - que foi logo descartado pelos investigadores.


A corja corrupta da Palermo portuguesa estava indiciada e este dossier forjado foi mais uma manipulação criminosa cuja investigação foi direitinha para as calendas.


 


A realidade, é que o ANONIMATO é algo que sempre aparece quando a “superestrutura” do Freixo erra ou pratica clamorosos ilícitos.


 


Assim, lá apareceu agora mais um “anónimo” a fazer mais uma denúncia junto do Conselho de Disciplina da FPF. Um conselho já há muito descredibilizado, tendencioso, incompetente e com a função de travar o Benfica.


 


O caso Luisão, decidido pelo sector não-profissional do conselho, é disso bem evidente.


A morosidade e a leviandade com que o processo do crime de fogo-posto ao Estádio da Luz pela escumalha do lagartêdo foi conduzido, instigada por um ex-polícia, mentecapto do Paleolítico Inferior, é um caso flagrante de excesso de zêlo da parte desses conselheiros, relegando para os tribunais civis a decisão, só para depois se pronunciar se fôr caso disso. Uma vergonha deplorável!


Bem como a conclusão do processo de indemnização. Ora se houve direito a indemnização é porque há culpados no cartório. Mais um processo para rumar às calendas.


O castigo a Aimar é uma escandaleira inadmissível.


Por fim e agora, a rábula das 72 horas adaptada ao Benfica e a tentativa de sujá-lo com a porcaria importada do chafurdo do Freixo, a norte.


O Benfica respondeu bem e de uma forma lapidar, denunciando o despautério que vai nesse desacreditado conselho.


 


Convenhamos que a realização não é de Francis Ford Coppola, mas lá que tudo isto é um verdadeiro filme “à siciliana”, com sopranos e tudo, não há a menor dúvida!

 

GRÃO VASCO
 

2.2.13

Para a Luz, mais um dragõun…eee de 2ª linha!



O Conselho de Arbitragem nomeou mais uma vez Vasco Santos para o jogo de domingo na Luz, entre o Benfica e os setubalenses do Vitória. A coadjuvá-lo estarão Alexandre Freitas da AFPorto?!? (43 anos) e Paulo Vieira da AFViana do Castelo (38 anos) – relembro aqui, que Carlos Calheiros, o da célebre “viagem ao Brasil”, pela Cosmos e paga pelo clube condenado por corrupção” também andava nestas lides por Viana do Castelo, juntamente com os seus manos gémeos barbudos – muito “batidos” nestas andanças o que não augura nada de bom.

 

O Vasquinho do Freixo esteve já esta época no Gil Vicente- Benfica, para a Liga, não tendo tido oportunidade de exibir os seus “dotes”, pois o Glorioso ao acabar a primeira parte já vencia por 3 a 0, resultado que se manteve até final. Pelo meio, uma expulsão a Enzo Pérez aos 69’, num primeiro amarelo forçadíssimo aos 32’ e amarelo também a Matic (quem é que havia de ser?) e a Bruno César, já no final do jogo.

 

Confirma-se a continuação dos internacionais “amigos” do grémio da fruta no congelador das nomeações para jogos do Glorioso. A pergunta que se impõe, é até quando o Bitó dos pífaros terá os ditos cujos no sítio para aguentar a pressão do lobby dos antoninos.

 

No entanto, e não obstante a nomeação ter incidido num “dragôun…eee” de 2ª linha, sabemos que Vasco é um malabarista  da “escola” de Lourenço Pinto. A partir daqui está tudo dito!

 

Cuidado Benfica!

 

GRÃO VASCO
 

1.2.13

Amanhã, pela verdade desportiva!




Depois do morcão peregrino deitar mão a “TUDO”, com invectivas semanas após semanas, pressionando os árbitros, apelando aos “amigos” internacionais, atiçando os cães-de-fila de Palermo contra o Glorioso, tentando por todos os meios derrubá-lo do topo, ajudado pela “Orquestra Bastarda dos Paineleiros do Freixo” e pela escumalha de cUmentadeiros e relatadeiros a soldo de cerqueiras e giorgios, é chegado o momento dos Benfiquistas lutarem ainda mais pela verdade desportiva.

 

E lutar por ela, é exigir de Marco Ferreira, coragem, muita coragem, para amanhã, no D. Afonso Henriques.

 

Se Marco Ferreira fôr sério, honesto e isento, a corja do fruta corrupção & putêdo não passará em Guimarães!

 

GRÃO VASCO
 

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