23.2.13

Capelas a mais…


 


Ainda não totalmente refeito do grande, mas previsível sobressalto que foi o embate entre o Benfica e aqueles grandalhões alemães (mas que jogam futebol…) de Lerverkusen, eis que, logo no dia a seguir tenho mais um calafrio arrepiante – a nomeação de João Capela para domingo, na Luz, no jogo entre o Benfica e o Paços de Ferreira.

 

Curiosamente, no prazo de aproximadamente um mês, dois malabaristas do pífaro, anti-Benfiquistas primários ao serviço da causa azul e bronca do Freixo – Capela e Cosme – são nomeados para quatro jogos onde o Benfica intervém.

Cosme Machado em 30/12-12 e 30/01-13 respectivamente, em Moreira de Cónegos para a Taça da Liga e em Paços de Ferreira para a Taça de Portugal.

João Capela em 21/01- 13 e agora em 24-02/13, respectivamente em Moreira de Cónegos e agora na Luz, com o Paços de Ferreira, ambos para o campeonato da liga.

 

Outra curiosidade é a “coincidência” de Artur Soares Dias, malabarista do pífaro da AFPorto ter sido nomeado este sábado para o jogo na pocilga do Freixo, entre corruptos e vila-condenses e ao jeito de uma “compensação” saloia, a società pifareira Bitó & Antonino escolher um apitadeiro da AFLisboa para o jogo do Benfica com o Paços no dia a seguir, na Luz.

 

No entanto, sabemos bem o que estes dois ditos internacionais do pífaro têm em comum – uma alergia atroz ao Benfica, beneficiando sempre, sempre, os corruptos do Freixo, directa ou indirectamente.

 

Que iremos ter outra grande dôr de cabeça na Luz, no domingo, ai disso não tenham a menor dúvida, Caros Companheiros.

 

E ontem no Estoril, o inefável Hugo Miguel, aquele que nos roubou um penalty escandaloso sobre Aimar, em Coimbra na época passada e que contribuiu para nos afastar do título,  a perdoar trapaceiramente o cartão vermelho ao guarda-redes do çeportèn?

Um escândalo! E é este animal internacional!

Vão brincar com o c%&%?#o!

 

Numa terra onde se faz tábua rasa da lei e onde no futebol, os “conselhos” a la Palermo infestam despudoradamente a Justiça, despachando-a para as calendas, a despenalização por prescrição dos processos e a não penalização por cumplicidade e promiscuidade são o dia-a-dia deste miserável país, onde uma comunicação social bastarda, inqualificável, chafurdando numa lama imunda, branqueia tudo o que se pinta de azul e branco corrupto e bolça ódio e azia após as vitórias, neste caso após o brilhante apuramento do Glorioso na 5ª feira – veja-se a vergonha, esta semana, da jogada irregular no antro corrupto que derrotou os malaguenhos, do incrível caso do Boavista e das declarações nojentas da “rainha de Inglaterra” – o Benfica e os Benfiquistas terão de estar sempre muito atentos.

 

Para quando o “grito do Ipiranga”?

Para quando uma sublevação geral, em todo o país, de todos os Benfiquistas contra este despautério de uma corja imunda que quer amordaçar tudo e todos, ameaçando até clubes com a descida de divisão, por recorrerem legìtimamente à lei?

Quando?



GRÃO VASCO

21.2.13

Muito cuidadinho!



Hoje, o Benfica tem um jogo muito difícil e traiçoeiro.

JJ sabe isso muito bem. O sentido das suas palavras na conferência de imprensa de ontem à tarde é muito claro.

Que os jogadores tenham bem a consciência disso e tenham também a noção de que os alemães irão ser um osso bem duro de roer.

 

Não obstante as devidas cautelas, o Benfica, se quiser dar continuidade à sua grandeza, tem de ser cada vez maior na Europa.

JJ também sabe muito bem que assim é, e por isso acredito que jogará os seus trunfos no momento certo.

 

Quanto às bestas que nestes jogos europeus se têm destacado no lançamento de petardos, a solução é só uma – identificá-los, bani-los do Templo Sagrado e metê-los na “solitária” durante um mês a ouvir de hora a hora o estampido dos petardos.

 

TUDO PELO BENFICA!!!


 


GRÃO VASCO

20.2.13

Bib’á fruta, carago!






Apanhada das árvores, importada do Brasil ou vinda do mar de Matosinhos, o que importa é que ela chegue fresquinha à mesa dos malabaristas do pífaro.

 

Por outro lado, a CS cobarde e mafiosa branqueia, sem decoro, mais um resultado “comprado” no supermercado contrafeito do Freixo.

 

Os números apalhaçados são mais que muitos, e o sketch, ontem protagonizado pelo abencerragem Ribeiro Cristóvão, um ressaibiado com os neurónios já muito afectados pela idade e pela doença do anti-Glorioso, foi a cereja no cimo do bolo da trapaça.

 

Alguns repórteres, autênticos caniches que se entretêm a lamber o falo de Giorgio Di Bufa, correm para ele ao primeiro assobio, ávidos, abanando o rabo e erguendo o focinho, à espera de uma bufa redentora como de um biscoito se tratasse, espezinhando até os fiéis bobbys e tarecos.

 

Ontem, na pocilga do Freixo, o golo, precioso, chega num off side descarado, montado num bouquet de lagostins e numa santola recheada à moda de Matosinhos, que obstruiram, e de que maneira, a visão “impoluta” do fiscal-de-linha do lado dos malaguenhos.

 

Já em Manchester, com a equipa de arbitragem do russo Ivanov, assim aconteceu há uns anos atrás. A CS pôdre e corrupta desculpa o ocorrido com a justificação do domínio absoluto do grémio da fruta e do putêdo.

 

É assim no Freixo e por ele – tudo a “remar” na mesma direcção!

 

Bib’á fruta, carago!

 

Paradoxalmente, na Gloriosasfera?!?, um bando de mentecaptos arreia desvairadamente na equipa do Benfica, criticando a sua exibição no domingo, pouco importando o domínio avassalador exercido e as oportunidades de golo, em número muito superior às que ontem aconteceram no antro da corrupção.

 

E para incrementar ainda mais esse sado-masoquismo – uma auto-flagelação inadmissível e incompreensível – de muitos benfiquistas da blogosfera e não só, lá veio a orquestra dos mabecos da CS, falar da quebra física e do penalty “polémico”, em que a gola da camisola do Gaitán foi esticada mais de meio metro pela mão marota do João Dias da Académica.

 

Depois queixem-se, que o Benfica assim e assado…

 

 

GRÃO VASCO




19.2.13

As figuras do ‘urso’



 

Caricaturando um dos momentos altos do “Dia Seguinte” de ontem…

 

Moderador – Nesta parte do programa, vamos começar pelo Benfica-Académica e pelo penalty que deu a vitória ao Benfica…

 

GA – Eh!...eh!... …a Tatiana já vai pôr o vídeo…

 

(vídeo do monumental agarrão ao Gaitán a correr e o urso com as palas do Freixo devidamente colocadas, a fazer a habitual e respectiva “desmultiplicação” da cena)

 

RGS – Então, Zé Guilherme, diga lá, é penalty ou não é penalty?

 

GA – Sim, é penalty, mas… ó Tatiana ponha lá o filme mais para trás (possivelmente quando o Gaitán e o João Dias foram cagar ao WC) …”Tá” a ver, “tá” a ver, olha, olha, ora olhem, o Gaitán a agarrar o pintelho retorcido e encravado que o João Dias tem implantado na parte superior do colhão direito. “Tão” a ver? “Tão” a ver? …Ó, óóó Tatiana ponha lá mais uma vez para trás, um bocado mais para trás…

 

O filme deste animal nas noites de segunda-feira é sempre o mesmo e este breve diálogo é uma caricatura sobre as idiotices e alucinações de um trambiqueiro compulsivo.

 

Parafraseando declarações da semana passada do ex-secretário de estado da cultura e seu correligionário de partido e de clube, um faccioso da sua igualha, mais conhecido pelo “Viegas das barracas de praia da Madalena” ai vai o recado:

- “Ó Aguiar, vai tomar na peida!”

 

Mas não haverá ninguém neste  mundo que “acerte o passo” a este alienado azul e bronco do “Dia Seguinte”?




GRÃO VASCO

18.2.13

As orações à Santa




Como crente, aos 94’ de ontem na Luz, ajoelhei-me em frente a uma pequenina imagem da Santa. Por um instante recolhi-me em meditação e rezei aos Céus para que Lima convertesse o penalty .

O meu rádio portátil e os meus auriculares voavam como águias, parecendo suspensos no ar. Sustive a respiração!

 

Gooooooooooooooolo do Benfica!

 

Rebenta uma explosão de alegria. A casa quase que vem abaixo! Janelas, portas, chão, estremecem com o impacto daquele meteoro furando um autocarro carregado de vícios, vindo das bandas do Mondego.

Pai, filhos, cão, gato e periquito, em uníssono, gritaram prolongadamente, Benfica! Benfica! Benfica!

 

Mais calmo, liguei o televisor. Sintonizei a SIC Notícias. Lá estava o pequeno velhaco a bolçar um azedume incontrolável. Indignado com aquele bastardo vesgo e alienado voltei a ajoelhar-me perante a imagem da Santa.

Roguei-lhe, numa oração breve, para que Rui Santos fosse internado, já esta segunda-feira no hospital Júlio de Matos na ala dos inimputáveis.

 

Assim seja!


 


GRÃO VASCO

15.2.13

O observador para domingo na Luz



«O Benfica está indignado com a nota positiva (3,9 em 5) atribuída pelo observador Brites Lopes ao árbitro Carlos Xistra no embate das águias com a Académica (2-2).» (in CM)

Sim, não há mesmo vergonha nenhuma. O observador nomeado para o jogo Benfica-Académica, a realizar na Luz, no próximo domingo, é nem mais nem menos Brites Lopes, a alimária que com toda a lata deste mundo deu nota positiva a Carlos Xistra depois da pilhagem a céu aberto que se verificou na 1ª volta do campeonato em Coimbra, marcando dois penaltys-fantasma contra o Benfica.

O malabarista do pífaro é Nuno Almeida do Algarve, um serviçal da fruta, muito, muito perigoso. E os fiscais-de-linha são Paulo Ramos de Setúbal?!? e Nuno Vicente de Santarém?, dois ilustres desconhecidos, tal como eram os dois da Choupana que resolveram ajudar Pedro Proença nas incríveis expulsões de Cardozo e Matic.

Por agora estamos em alerta geral com este malabarista. Será bom que jogadores e JJ estejam de atalaia e não baixem a guarda.



Na próxima 5ª feira, 21 de Fevereiro, na Luz, as dificuldades serão as mesmas de Leverkusen, apesar da preciosa vantagem, conseguida por um virtuosismo de Óscar Cardozo e salva in extremis por Melgarejo, num prodigioso golpe de cabeça, negando o golo do empate aos alemães.

Satisfação pela vitória, mas a vida continua, pois este domingo há novo jogo, neste caso para a competição prioritária - o campeonato da Liga. Ganhar à Académica é absolutamente mandatório. Não podemos ceder um palmo de terreno sequer e conforme disse JJ após a vitória sobre o Bayer Leverkusen, há que ter a noção de que nada "tá" ganho.

Cardozo e Matic, castigados pela ignóbil acção de Proença na Choupana, e André Gomes por lesão, estarão ausentes. No entanto, o Benfica tem equipa e jogadores suficientes para resolver o desafio atempadamente.
A nomeação de Nuno Almeida, com a "brilhante" companhia de Brites Lopes de Santarém, como observador, conforme foi referido no início do post, é mais do mesmo com o retorno aos não internacionais, com a particularidade deste apitadeiro ter normalmente prestações insuficientes, ou mesmo medíocres.

E como após os jogos europeus, e neste caso depois de uma vitória com significativa repercursão, como foi a do Benfica na Alemanha, a par do desgaste físico dos jogadores surge o vício da descompressão e da desconcentração, sempre preocupantes e que por norma traz os seus custos, todo o cuidado será pouco na abordagem ao jogo pelos jogadores Benfiquistas e pelo próprio JJ.

Que se cuidem, pois nada está ganho!




GRÃO VASCO
 





14.2.13

O tentáculo e a lei das compensações


 

 


E zás!

De uma cajadada, dois coelhos abaixo!

Num passe de mágica salomónica, bem à moda do Freixo, o “douto” conselho de disciplina da FPF, presidido pelo grande Herculano – um juiz cuja toga, nestes casos, é feita do mesmo tecido e com o mesmo padrão do das barracas de praia da Madalena - descartou-se e despachou habilidosamente dois imbróglios.

O primeiro, com origem na “infalível” estrutura do grémio da fruta, corrupção & putêdo, vulgo fcp, e o outro protagonizado na Choupana por esse pseudobenfiquista dos quatro costados, o intocável Pedro Proença.

Tudo reles farinha do mesmo saco.

 

Se a estória das 72 horas já se arrasta há semanas, dando tempo aos infractores para as habituais mascambilhas jurídicas e para os mais diversos subterfúgios, como aquela reportagem parola da TV, efectuada na Rua dos Bragas na Palermo portuguesa, sobre uma provável tese de doutoramento de um mentecapto da FEUP, em que através de uma subtracção “genial” de 15 minutos pediu meças à Teoria de Relatividade de Einstein, já a rábula “aproençada” de Cardozo & Matic não ultrapassou esse limite, e assim, por conveniência, lá veio incluída num pacote que mais parece uma promoção tosca de um supermercado de província, um “dois em um”, que iliba, por enquanto, o grémio corrupto do Freixo de sezões e para compensar, oferece rebuçaditos de dois tostões ao Benfica.

Por enquanto, pois no “caso” da Taça da Liga, seria quase “criminoso” perante uma decisão adversa ao pedido de punição do infractor, que o chefe da Liga, o paradoxal “superMário” dos escritórios de Gil Moreira dos Santos e Adelino Caldeira, não interpusesse recurso para o Conselho de Justiça da FPF, a par do Vitória de Setúbal, parte directamente interessada na questão, e do Sp. Braga, por, no seu caso, ter sido alvo de castigo numa situação semelhante.

 

Por tudo isto, com pena de não continuar a ver mais marionetas acéfalas azuis e broncas, a justificar o injustificável com teorias transcendentais, em tudo iguais à do “prof. Pardal” da faculdade de engenharia da universidade da Palermo portuguesa, e na certeza de que não sou jurista, nem pretendo sê-lo, vou aguardar serenamente pelo desenrolar dos acontecimentos, ao contrário de uma cáfila de energúmenos da blogosfera Benfiquista, canalhas da pior espécie, que não perdeu mais esta oportunidade, num total despropósito e baixeza, para “malhar” à tripa forra no presidente do Benfica e nos seus dirigentes.

Para estes, que constantemente atiram para os seus próprios pés, uma sugestão. Apontem às suas cabeças, pois o Benfica dispensa esta escória de ressaibiados incorrigíveis e ordinários.

 

Hoje jogamos em Leverkusen. A missão não será fácil, mas temos pelo menos equipa para nos batermos de igual para igual, na certeza de não haver nenhum “xistra” como aquele que foi nomeado à medida para Aveiro, amanhã, sexta-feira, no jogo entre o Beira-Mar e os corruptos do Freixo.


 


GRÃO VASCO

12.2.13

Uma “brincadeira” de carnaval

 

 

Encontro-me numa cama do hospital.

Ontem, 2ª de Carnaval, fui convidado para um baile de máscaras. Pelo sim, pelo não, disfarcei-me de árbitro, mascarando-me de Proença. O meu objectivo era ganhar o primeiro prémio no concurso que iria decorrer. Durante as várias horas de folia, dei azo à minha fértil imaginação – marquei penaltys fantasma, distribuí beijinhos e abraços pelos morcões e pelas morconas presentes e acabei por expulsar da festança dois Benfiquistas, alegadamente por taxa de alcoolémia elevada e agressões.

A festa foi de arromba! E ainda consegui ganhar o troféu. Um apito doirado!

À saída, já a madrugada ia alta, ouvi um disparo. Senti um forte dôr no joelho esquerdo. Tinha acabado de levar uma “chumbada” com uma pistola de carnaval.

Agarrei-me à perna. Nem queria acreditar!

Imediatamente operado, acordei no recôbro dando de caras com o médico especialista, chefe da cirurgia. Ainda meio atordoado da anestesia, perguntei-lhe:

- Dr., poderei voltar a andar normalmente?

- Sim, com cuidado, devagarinho, mas a tua carreira como árbitro acabou – disse o médico, realista.

- Ainda bem! – suspirei eu.

- Mas, mas, ainda bem, porquê? - perguntava o clínico estupefacto.

- Já estava farto de fazer maldades ao Benfica. Agora, olha, os outros “que se amanhem”! – exclamei eu aliviado.

Nesse momento, o médico rindo-se, agarrou na máscara do Lourenço Pinto, ajoelhou-se à minha cabeceira e prestou-me a derradeira homenagem como árbitro!

Entrávamos em 4ª feira de Cinzas. O Entrudo tinha acabado!


 

GRÃO VASCO






 

A tragédia espreita…


 

Não faço a mínima ideia se haverá ou não 40 virgens (ou deusas, segundo o léxico do Araújo do Apito Dourado, grande amigo de Rui Alves e do padre da freguesia das Antas) no paraíso, esperando ardentemente por Pedro Proença.

 

O que começa a ser demasiado evidente, é que por este andar e um dia destes, ainda haverá uma tragédia numa choupana qualquer!

 

Hoje (ontem) vi o “Dia Seguinte” na SIC Notícias.

O Aguiar só de chicote! O carroceiro do palito é um verbo de encher, não conta para absolutamente nada.

RGS esteve bem. À tentativa repetitiva, soez e acanalhada de Aguiar crucificar Maxi e Matic, RGS contrapôs com excelente fundamentação, com Mangala e João Moutinho (faltou-lhe a alusão a Fernando). Demorou, mas aprendeu! À argumentação falaciosa, reagiu sempre no momento exacto, abafando bem o espécime das barracas de praia.

À invectiva do suíno do Freixo, em relação aos “discos pedidos” (árbitros) em que só faltaria dizer a frase (numa alusão a um desses programas que passam nas rádios), RGS contrapôs com categoria:

- “Olhe, ó GA, pode muito bem ser, por exemplo, uma das frases das escutas do Apito Dourado!”

O chico-esperto embatucou imediatamente.

 

Esta edição do programa foi muito útil.

A partir de agora, muita, muita atenção não só às nomeações dos árbitros como às dos fiscais-de-linha. Foram eles que deram um forte contributo para as expulsões de Cardozo e Matic.


 


GRÃO VASCO

11.2.13

Do carnaval na Choupana ao entrudo do Freixo


 

Ouvi, através da Antena 1, os minutos derradeiros do jogo na Choupana. Com alguma ansiedade, ainda na esperança de que o locutor que efectuava o relato, gritasse o terceiro golo do Benfica. Não aconteceu. E, paradoxalmente, a esperança deu lugar a um mar de desilusão, não pelo resultado, mas sim pelas expulsões de Óscar Cardozo e Matic, culminando mais uma farsa canalha de Pedro Proença.

 

O “assalto” tinha sido consumado, mesmo, mesmo, nos instantes finais do desafio, deixando sequelas muito sérias para os próximos jogos do campeonato. E para gáudio de um Rita, doido por malhar no Benfica, o empate entre as duas equipas, foi quase transformado numa vitória do Nacional, pois a previsibilidade para o fim desta jornada era quase como um facto consumado – grémio da fruta na liderança isolada e a hecatombe prevista do Benfica a descer irremediavelmente na tabela classificativa.

 

E mais daqui a um bocado, mais uma “degola” dos inocentes.

Olhanense? Que é isso?

 

No entanto, nestas coisas da bola, por vezes o que parece, não é.

E não é que não foi mesmo?

Passadas duas horas e meia do empate do Benfica na Madeira, com a dose de “caril da Póvoa” mal calculada, a barraca tinha assentado arraiais no antro pocilguento do Freixo e abanou – a morcanzoada das outras, das de praia, mesmo com o penalty da praxe “à la Cosme Machado”, não ia além de um empate, com cheirinho a partida de carnaval.

 

Sintonizei novamente a Antena 1. O contumiliano queirós, aquele pastelão que todos conhecemos de ginjeira, perorava. Arrastava a voz, balbuciava uns monossílabos, quase imperceptíveis, dando por vezes a ideia de grunhidos repletos de uma azia bem carnavalêsca.

O falhanço da liderança isolada do seu querido grémio deixou-lhes os seus parcos neurónios ainda mais de rastos.

 

Depois, vi o resumo do jogo na Choupana. Cardozo foi impetuoso, mas nunca um acto daqueles pode ser considerado agressão. Vermelho a Matic um atentado ao futebol.

 

Agora vou dormir. Estou cansado de tanta emoção. Depois falarei sobre as aldrabices do “melhor árbitro do mundo”.

Até lá.


 


GRÃO VASCO

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