20.3.13

A ferro e fogo





Desenganem-se aqueles que pensam que a mafia corrupta do Freixo está conformada ou já atirou a toalha ao chão.

A partir de agora vai começar uma luta sem quartel e de grandes envolvências em que o silêncio será ensurdecedor. Os bastidores irão fervilhar como um caldeirão borbulhando sob enorme pressão, pronto a rebentar. Dirigentes, ex-jogadores, ex-treinadores, árbitros, fiscais-de-linha, observadores, delegados, jornalistas, comentadores, moderadores, paineleiros, desembargadores, conselheiros, magistrados, jubilados e advogados, tudo vai ser envolvido à rotação máxima.

 

O sinal foi dado na noite de 2ª feira passada, na SIC Notícias, quando um porco que tresanda a anti-Benfica, numa postura obsessiva, mais parecendo um louco kamikaze e fazendo um chinfrim danado, começou a alvejar à toa tudo o que mexia, inclusive os seus próprios aliados, desde árbitros a observadores. Neste último caso esqueceu-se, pelo menos, dos seus amigos e correligionários, Manuel Armindo e Brites Lopes, que constituem a ponta visível do iceberg azul corrupto no que diz respeito à classificação dos árbitros. Ele sabe bem o que esta corja ligada à arbitragem, subjugada há muitos anos ao seu querido grémio da fruta, pode fazer ao Benfica e ele aí está a berrar que nem um capado “aqui d’el rei que o fcp está a ser gravemente prejudicado e há que combater o Satã da Mouraria”.

 

Os factos para essa histeria são bem conhecidos. Esta época, sem favores e com consistência, o Benfica já ultrapassou com distinção e contra muitas forças a soldo da fruta e dos chocolatinhos, alguns caldeirões, onde, nos anos mais recentes, as recepções têm sido do piorio – Braga e Guimarães, réplicas bem copiadas e com alguns infiltrados do modelo azul e bronco, acantonados um pouco mais abaixo na pocilga corrupta da Palermo portuguesa. No norte falta exactamente a deslocação a este perigoso antro, nas ilhas, o caldeirão dos Barreiros e no sul, a banheira de Olhão, onde o Benfica não poderá meter água.

 

São saídas difíceis e veremos na altura, quem serão os malabaristas do pífaro escolhidos pela società Bitó & Antonino. É que os “campeões nacionais” da época passada continuam de “prevenção”, para o que der e vier – Benquerença, Xistra, Hugo Miguel, Artur a Dias, Capela, Proença, Sousa, Cosme Machado, Rui Costa e mais um ou outro chico-esperto do apito – se o cenário fôr propício, não enjeitarão a oportunidade de “roubar” mais um título nacional ao Benfica.

 

A corja de Palermo sabe muito bem que têm sido estes “voluntários do apito” que têm contribuído para uma trapaça que já tem barbas e que sem eles, o seu grémio da fruta será reduzido à vulgaridade. Daí, a paranóia dos pontas-de-lança ao serviço da fruta, nos mídia, expressando uma genuína boçalidade a mando de um labrego que nunca soube jogar limpo. Na comunicação social alinhada com o Freixo, a bajulação é abjecta, com as lambidelas costumeiras na peida infecta e corrupta do decrépito monarca da Madalena.

 

Tudo a ferro e fogo e tudo assim continuará até que as hipóteses matemáticas sejam possíveis.

- “Isto é uma guerra!”- ouviu um dia estupefacto, Eriksson, da boca suja de Giorgio di Bufa.

Disso hoje, não tenhamos dúvidas, Caros Companheiros!

 

 


GRÃO VASCO

19.3.13

O bailado de Óscar, Águia-de-crista


A imagem está envolta no fumo ignóbil provocado pelos criminosos dos petardos


 

Todo o meu clã familiar é fã de Óscar Cardozo.

Todos os actuais Mantos Sagrados da família têm o nº 7 gravado, em homenagem e gratidão a um homem-golo, a um grande matador, cujo nome já faz parte do quadro de honra dos avançados goleadores do Sport Lisboa e Benfica.

 

Por isso, cortei de vez com alguns benfiquistos quando os vi desancarem, vaiarem, desconsiderarem, discutirem e denegrirem de uma forma torpe e soez o grande carácter, profissionalismo, empenho e dedicação de Óscar Cardozo.

Muitas das vezes essas atitudes raiaram o insulto. Acabou!

Óscar Cardozo não se discute.

É um goleador nato. Ponto final!

 

Muita gentalha, tal como as falsas virgens ofendidas - um putêdo de reles calibre - fica “incomodada” com aquele seu ar simples e parcimonioso, de falsa lentidão, aparentemente pachorrento, parecendo por vezes alheio ao calor da luta.

É um equívoco imperdoável.

Óscar está lá para fazer golo. Não está lá para fazer “rodriguinhos”, virtuosismos estéreis ou paneleirices artísticas.

Óscar é eficácia e os Benfiquistas devem-lhe gratidão, reconhecimento e respeito.

 

E porquê, hoje, o Óscar Cardozo?

 

Muito simples!

Porque receio que para além da Juventus e de outros importantes emblemas europeus, o Teatro Bolshoi, a mais renomada companhia de bailado do mundo, bata os 60 milhões de euros da cláusula de rescisão que tem no seu contrato com o Benfica e lhe faça uma proposta irrecusável para que passe, já esta época, a integrar o seu famoso elenco.

 

É que Óscar foi em Guimarães um portento na arte do ballet e com uma margem de progressão enorme.

Como é que, depois de uma cambada de cabeçudos do bota-abaixo o apelidarem de desajeitado, coxo, molengão, perna-de-pau e outros relevantes e generosos epítetos, o homem, num momento de grande inspiração, exibe todo o seu talento e técnica, ao efectuar um bailado com tanta graciosidade e beleza, mesmo ao som dum cântico insultuoso, gritado pelos adeptos do Guimarães em fúria - SLB, SLB, SLB, fdp’s, SLB, fdp’s, SLB – e após a chapelada monumental de Garay no 2º golo do Benfica e do rebentamento de mais um petardo pelos criminosos do costume?

 

Óscar, Águia-de-crista do Benfica, tem a minha aprovação para integrar a célebre companhia russa de bailado e ópera, mas só após “fazer mais miséria” nas próximas quatro épocas ao serviço do Benfica nos diversos relvados da Europa e deste país.

 

Em Guimarães, Óscar voou, voou, voou tanto, que até a habitual cambada de canalhas azuis-e-broncos e verdes-caca da comunicação social – rádios, pasquins e tv’s - muitos deles com ligações promíscuas à corja corrupta da Palermo portuguesa, furibundos, espumaram de raiva e inveja, ladrando que nem cães rafeiros exigindo a sua expulsão do espectáculo.

 

Óscar irritou os broncos, os capangas, os boçais, os canalhas, os bastardos anti-Benfica, pois estas bestas, com o ódio visceral que têm ao Glorioso, pouco ligam à estética e à beleza da arte. Foi como colocar macacos e outras criaturas selvagens sentados no Bolshoi, em Moscovo, a assistir a uma actuação de Rudolf Nureyev.

 

Óscar Cardozo mais não fez do que, de uma forma suave e harmoniosa, mostrar toda a sua indignação perante energúmenos e criminosos que com as mesmas tácticas de um outro gang, um pouco mais abaixo, no coio do Freixo, na Palermo portuguesa, tentam condicionar tudo e todos, o jogo e o adversário.

 

Para além de um belo passo de dança, que causou espanto em muitos dos teus detractores, fizeste um belíssimo e incrível passe de mágica – puseste os canídeos rafeiros da comunicação social, paineleiros da fruta e afins, a ganir e a ladrar que nem uns desalmados, como aquele verme asqueroso e execrável que ontem, na SIC, de tanto esticar o pescoço a olhar para cima, estrebuchou que nem um desvairado completamente possesso e louco, acabando por insinuar um “depois não se queixem!”

Um bastardo de memória curta.

 

Parabéns Óscar!


 


GRÃO VASCO
 


Espinhas na garganta do Aguiar




Guilherme Aguiar, uma cavalgadura errática contumiliana da advocacia, da política e do futebol, que sacudindo o ónus dos falhanços e insucessos em todas as áreas que percorre – só lhe deram um lugarejo de observador na UEFA porque se mantém fiel ao dono… - pincha de candidatura em candidatura, como uma borboleta ébria e vadia pousa de flôr em flôr, foi acometido de doença súbita após a notícia de que os jogos do Benfica em casa e os direitos de transmissão da primeira liga inglesa, vulgo Premier League, tinham sido adquiridos pela Benfica TV - uma apoplexia, resultante da sua habitual paranóia persecutória em relação a tudo quanto diz respeito ao Glorioso e cujos sintomas têm sido bem visíveis no Dia Seguinte, na SIC Notícias, com a exibição de uma linguagem truculenta a par de um espernear e estrebuchar loucos, e de alarvidades e insinuações sem fim.

A doença agravou-se esta semana com a barraca do grémio da fruta na Andaluzia e com mais uma escorregadela nas bananas da Madeira, fruta que há já algum tempo anda arredia – caso Kléber - das cercanias da pocilga do Freixo.

 

 

Depois de durante programas a fio tergiversar sobre a impotência do Benfica perante a sport tv, e de jurar a pés juntos que o destino do Glorioso estava há muito irremediàvelmente traçado – para seu gáudio e da turba de pulhas e paineleiros corruptos azuis e broncos e de alguns lagartinóides submissos do Fosso do Lagatêdo que infestam os media como uma praga de ratazanas portadoras de peste bubónica – o tiro saiu-lhe pela culatra.

 

Violinha no saco porque a ruminação já vem a caminho.

As patacoadas foram e continuam sendo a granel, bem à moda de Palermo, mas agora mais toscas, ressaibiadas e desmioladas, efeito directo de mais uma espinha cravada na garganta pelo seu ódio de estimação. Ódio esse, que já uma vez, em pleno programa, ao exibir-lhe provas documentais o desmascarou, chamando-o de mentiroso e aldrabão com todas as letras.

Esta noite, tal como o seu grémio de coração em Málaga, fez mais uma exibição ordinária, baixa. Voltou a referir-se a Luís Filipe Vieira, com um chorrilho de insinuações que mostram até aos seus próprios correligionários a miserabilidade e a sacanice da sua índole.

 

O azedume é patente e a grosseirice continua.

Como um alarve, agora, refuta a futura rentabilidade da estratégia adoptada pelo Benfica, especulando e lançando suspeitas à toa e todo o tipo de jogo rasteiro possível. Mas antes dos factos consumados, a conversa era outra – só dizia que o clube que ele tanto odeia, iria sempre ser obrigado a negociar com a sport tv (o que continua a dizer, mas agora dentro de outros moldes…) dentro dos moldes de subalternidade até aí estabelecidos, nunca admitindo que a ruptura nas negociações levasse o Benfica a tomar o caminho e as decisões que tomou.

Uma lengalenga costumeira, habitual nestes momentos, tais como os pinotes que sucessivamente vai dando ao ritmo das palavras de RGS.

 

Não vou, nem nunca irei entrar em discussões sobre vantagens e desvantagens desta situação, pois acredito que JE Moniz sabe bem o que anda a fazer e ninguém melhor do que ele e LFV para conduzirem esta medida essencialmente estratégica a lugar seguro e rentável.

 

O que eu tenho a certeza é que este caminho escolhido pelo Benfica, esta decisão tomada pelos seus dirigentes, tem claramente um objectivo e que tem sido partilhado, nalguns casos até exigido, pela esmagadora maioria dos sócios e adeptos Benfiquistas – acabar com um monopólio e com um despautério que em matéria futebolística prejudicava e ainda continua a prejudicar gravemente o Benfica, tendo como único beneficiário o grémio da fruta e das putas recrutadas, que “dormem” com árbitros antes dos seus jogos, sito ao Freixo, vulgo fcp.

O rancor e o coro dos mabecos ladrando à passagem da Benfica TV e dos seus negócios é tão grande e de tal ordem que até o animalejo escrevinhador que grunhe semanalmente no pasquim do pançudo dos croquetes e plagiou grandes partes da linha imaginária do Equador, vem ladrar sobre o assunto.

 

Como complemento a esta azia, esta noite entrou num delírio total ao disparar à toa, para tudo o que mexia em Guimarães. Quis transformar uma vitória soberba, categórica e uma exibição competente do Benfica, numa vitória aldrabada à moda de Palermo, ou melhor à moda do grémio da fruta corrupção & putêdo.

A realidade - e a TV mostrou essa dificuldade – foi ter que olhar bem para cima, a uma distância de quatro degraus e que só com as aldrabices e roubalheiras de trinta anos poderá ser anulada.

 

As espinhas estão lá. Bem cravadas na sua garganta infecta e só espero que elas o eliminem lentamente e por asfixia.

Que alguma paineleiragem já espuma, isso é bem visível na pantalha e nos jornais.

 

Por dez euros mês serei assinante “de caras”. Jogos do Benfica fora, irei vê-los a um café, de preferência à Casa do Benfica mais próxima.

 

Acto simples e eficaz que rebentará de vez com aguiares, tavares, queirozes, guedes, serrões e quejandos azuis e broncos desta vida…


 


 


GRÃO VASCO

15.3.13

Alerta máximo!



 


 


O nomeado para Guimarães é um dos campeões nacionais de futebol em 2011/2012.

Já este ano demonstrou como se faz e porque o faz.

Na Pocilga cumpre o “programa” à risca porque os telhados de vidro ficam para sempre…

Andou titubeante como arguido no Apito Dourado, tendo-se safo à última da hora como muitos dos que estavam implicados.

É caso para dizer, “caiu uma mosca varejeira na minha sopa”.

 

É a primeira vez, esta época nomeado para um jogo do campeonato onde o Benfica participa.

A última vez que encontramos este malabarista do pífaro foi em 19 de Dezembro do ano passado, em Olhão, para uma jornada da Taça da Liga. Ganhámos por 2-1.

 

Assistentes ( muito cuidadinho com estas peças da engrenagem…):

Valter Rufo, José Braga

4º Arbitro:

Pedro Vilaça

Observador:

Octávio Pereira

Delegados:

Baptista Rodrigues, Carlos Fonseca

 

Ora bem…


 


GRÃO VASCO

O “tinto” de Bordéus, a SIC e o ‘mongolismo’


Nem sei como começar, tamanha é a minha indignação perante o que ouvi ontem na SIC e na SIC Notícias aquando da transmissão do jogo de futebol entre o Girondinos de Bordéus e o Benfica e depois, sobre o seu rescaldo.

 

Será que o “tinto” de Bordéus, um néctar de excepcional qualidade e de fama mundial, provoca assim tanta a azia em alguns fulanos?

 

Ou será que a SIC, invocando o direito à diferença aquando das transmissões dos jogos do SL Benfica, disponibiliza os microfones a vários mongolóides que se entretêm a maldizer e escarnecer a equipa Gloriosa, os seus jogadores e a sua exibição e a desvalorizar os seus adversários?

Todos sabemos da importância que hoje em dia têm os apoios e a integração na sociedade, dos pacientes da trissomia do cromossoma 21, mas colocá-los a comentar, e neste caso em directo, um jogo de futebol, é uma opção editorial arriscada de qualquer estação de televisão, para mais a mais num programa cuja audiência envolve centenas de milhares de espectadores.

 

Ao ouvir Luís Marçal e João Rosado imagino o que poderá ter acontecido aos próprios antes de terem nascido. É que nestes casos, as alterações cromossómicas com o evoluir da idade são cada vez mais evidentes, verificando-se um atraso irremediável no seu desenvolvimento físico e mental, com a agravante de, na altura da concepção e gestação de cada um deles, ainda não haver os meios de rastreio que há hoje para a detecção dessas anomalias. Pressuponho que se assim fosse, esta dupla intragável, antes de ter nascido, teria ido parar à sarjeta ao abrigo da lei do aborto.

 

Por outro lado, é ridículo ver um canal onde um gordo indolente e pretensioso é pau para toda a colher, só lhe faltando fazer a faxina diária às retretes da estação para a desbunda ser completa – ele diz o notíciário, ele avança para comentários, ele faz entrevistas, ele relata jogos de futebol, ele é moderador, ele é pivot, ele é tudo na SIC, um verdadeiro desdobramento. Uma vergonha!

Ainda daria de barato tudo isto, se Marçal, para além da deficiência que aparenta ter, não manifestasse o seu anti-Benfiquismo doentio e básico nestas transmissões. Mas não é assim que sucede. Marçal bolça asneira, debita rancor e palermices, marra com o vermelho como um bezerro desenfreado bate com os cornos na barreira de uma arena.

 

Como exemplo, logo após o empate a dois do Bordéus, e já no período de compensação do jogo, este mentecapto ainda se atrevia a dizer “que para o Benfica ser eliminado, seria preciso sofrer mais dois golos da formação francesa”.

Mas o que é isto? Eliminado? Quem é que estaria interessado em ver o Benfica de fora da Europa League?

 

Quanto ao outro, o Rosado é um borra-botas que para ali anda. Um pateta que a troco de alguns euros lá vai ganhando a vida. Sem categoria, sem dicção, sem desenvoltura, sem vocação para a arte.

 

Lamentável e condenável é também quem seleciona este lixo!

 

Mas o melhor, na noite de ontem, ainda estava para vir. Na SIC Notícias apareceu uma carinha laroca para moderar o programa de rescaldo sobre o jogo de Bordéus. Até aí muito bem. A SIC iria compensar-nos após termos aturado dois camafeus durante os noventa minutos que o jogo durou. Qual não é o meu espanto quando focam mais outros dois da mesma laia. Dois lagartinóides dos quatro costados, preparados, como ratazanas famintas carregadas de azedume, para desancarem mais uma vez no Glorioso – Rui Santos e Ribeiro Cristóvão.

 

Pois a partir desse momento é que eu vi o que o “tinto” de Bordéus pode fazer a alguns fulanos. Uma azia incontrolável que nem uma arroba de bicarbonato de sódio seria suficiente para a debelar. As eructações ácidas foram-se sucedendo em catadupa. O Cristóvão, vá lá saber-se porquê, jogou para a lixeira a sua isenção dos seus tempos de relatadeiro de jogos de futebol, e trocou-a por uma parcialidade doentia anti-Benfica. Arrotava a alimária “que ninguém no seu perfeito juízo poderá dizer que o Bordéus é uma grande equipa ou uma equipa difícil, blá, blá, blá, blá blá,”, menosprezando e minimizando assim o seu valor e desvalorizando a vitória e o apuramento do Benfica. Ribeiro Cristóvão tem sido um nojo e um pateta que já por várias vezes, ao comentar o Benfica, se espalhou ao comprido, com lapsos visuais e orais que vão mostrando a sua índole e a sua intencionalidade mórbida, revelando sinais muito claros de alguma senilidade mental, neste caso e apesar da idade, com alguma precocidade muito própria dos anti-Benfiquistas camuflados. A melhor receita para este abencerragem do microfone seria a SIC ter um pouco de compaixão, oferecer-lhe um cobertor de papa para pôr pelos ombros, calçar-lhe umas pantufas de pele de ovelha da Serra da Estrela e colocá-lo em frente a uma lareira a descascar castanhas com o calor do lume a aquecer-lhe a próstata e as artroses, especialmente aquelas que lhe afectam a caixa craniana.

O outro, o ruizito Santos é como um puto incorrigível. Não faz juz ao apelido que tem. Seu tio, se fosse vivo, já o teria excomungado do jornalismo e da área da comunicação há muito tempo.

O fulaninho não presta e o “tinto” de Bordéus também lhe caiu mal. Neste caso como muitos outros “tintos”. Basta o Benfica ganhar sem nota artística para este velhaco começar a debitar as diatribes do costume.

 

Foi um fartar vilanagem! Mas por mais que esperneiem, estrebuchem ou ladrem, terão de continuar a levar naqueles lombos com o Glorioso. Pelo menos por mais uma eliminatória.

 

É degradante constatar como uma corja de fdp’s consegue adulterar de uma forma soez aquilo que todos vimos ou estamos a ver, abusando de uma audiência televisiva de centenas de milhares de pessoas, onde a esmagadora maioria são Benfiquistas interessados em ver o seu Glorioso de coração.

 

Para terminar, um adepto girondino amigo telefonou-me, e endereçando-me os parabéns pela vitória, perguntou-me estupefacto:

- “Os comentadores da SIC são franceses?”

Ao que lhe respondi:

- “Não amigo, uns vieram ontem de Málaga com uma mão atrás e outra à frente, e outros estão no décimo lugar da liga portuguesa de futebol. Vão a partir de agora, pois a época balnear aproxima-se a passos largos, concessionar as barracas da praia da Madalena, e limpar o estrume na ETAR de Contumil e no Fosso do Lagartêdo…”

Sim, porque a merda continua a ser muita…

 

Agora, meus Caros Companheiros, e antes do sorteio que se aproxima, vou acabar de provar o meu cabernet sauvignon de Bordeaux, 14º, acompanhado com um sincero brinde a todos Vós.

 

À votre santé e à do Benfica!

 

PS. Disseram-me há pouco que na mesma SIC, o deficiente Jorge Batista teve actuação idêntica àqueles mencionados neste post. Palpita-me que um dia destes irá aparecer um "américo" que envie directamente este execrável para o dentista mais próximo, ou pior...

 


GRÃO VASCO

14.3.13

Sem dignidade e sem proenças


 


Ouvi o estalido das castanholas e aquele cantar gitano. No hall do prédio onde vivo, Carmencita, a malaguenha, fazia a festa.

- Habemus Malaga! – exultava a andaluza.

- Como? Desculpem lá, temos mas é um novo papa e vem da Argentina. Deviam mas é estar a ensaiar um tango, isso sim! – retorqui.

- No, no! Es verdade lo que te decimos. El Malaga limpió el Oporto en La Rosaleda! – exclamou Paco Domecq, arrancando mais um sapateado e mais umas raviangas.

 

Ainda incrédulo com o desfecho de um desafio sem qualquer interesse, liguei para a famosa TBI para ver as últimas e o resumo desse jogo na Andaluzia.

Aquilo parecia mesmo um funeral. Tudo a velar o defunto, desde aquela toleirona que por lá anda a cirandar, passando pelo Sousa Martins, Baía, Dani, Sobral, e acabando no Pedro Henriques que fica “a matar” de casaco azul-bébé e com aquele ninho de cucos em cima da cabeça…

 

Então aquela equipazinha que tinha sido esmagada pelo Barça da Pocilga, na 1ª mão, acabou por chutar esse colosso do Freixo borda fora?

Mas a eliminatória não eram favas contadas?

 

Só quando vi o resumo completo é que me apercebi do falhanço estrondoso do grémio da fruta. É que na Europa, e neste caso em Espanha, a distribuição da mesma está cara e paga-se – os caceteiros são avisados e não ficam impunes.

Pois foi exactamente o que aconteceu, depois, ao belga mais rasca que já alguma vez passou pelo futebol luso. Contudo, no final da primeira parte, ainda se sentiu o odor da fruta a perpassar pelo La Rosaleda – um gaffe imperdoável de Nicola Rizzoli, um apitadeiro italiano, ao anular um golo limpo, cristalino a Saviola, que se não fosse Isco logo a seguir, traria muitos sarilhos para a parte complementar. Assim, ao fim do 1º tempo, e fazendo contas à eliminatória, os malaguenhos já deveriam ter uma vantagem confortável de dois golos e não a eliminatória empatada a 1-1 – golo em fora-de-jogo sofrido na 1ª mão + golo mal anulado a Saviola + golo de Isco, que daria na contabilidade futebolística o score de 2-0 a favor do Málaga.

Entretanto, Pellegrini não ficou a dormir à sombra do palmeiral e brindou os acabrunhados azuis e broncos com mais um show de flamenco por Roque Sta. Cruz.

 

Nesse momento invocou-se S. Proença, mas para desespero da cambada das barracas de praia não era esse o seu dia. Ele não estava lá. Nem ele, nem o S. Ricardo Santos. E lá ficou Maicon a ver navios quando lhe foi invalidado o golo por off side claro e inequívoco.

Ai proença, proença, onde andaste tu?

 

Por fim, e apesar de uma falha técnica grave do apitadeiro que ainda beneficiou por algum tempo o grémio das putas, lá veio aquele peregrino hipócrita e mal amanhado, perorar, arengando que foi esse mauzão do Rizzoli que lhe tinha condicionado a equipa e o jogo.

Teve o que mereceu. Só lamento que não tivesse acontecido há mais tempo.

Perdeu. Sem classe nem dignidade. É assim, aquela gentalha da fruta e dos chocolates.

 

Tal como fez quando o Benfica não ficou apurado na fase de grupos, saberá ele qual é o seu próximo adversário na Champions League?

 

- Que bueno, que bueno! – ironizava ainda o Paco Domecq batendo palmas ao som daquele inconfundível cantar gitano…

 

O  andaluz ainda me ofereceu um Xerez como aperitivo, mas preferi humedecer a goela com um Cabernet Sauvignon Bordeaux de 14º antes que ele se esgote no Chaban-Delmas…

Até mais logo e que os deuses estejam connosco.

 


GRÃO VASCO

12.3.13

A prioridade das prioridades


 

Esta é a prioridade das prioridades.

 

À excepção da Taça Latina vivi todas as jornadas gloriosas do Benfica na Europa e foram essas odisseias que o transformaram num clube mítico a nível mundial, com um prestígio, carisma e mística inigualáveis.

 

A projecção do Benfica na cena internacional toma uma grandeza única, quando no seu início se constata que o clube emerge de um país da cauda da Europa, atrasado em muitíssimas áreas, pobre, retrógrado, à beira de um conflito colonial, e se bate de igual para igual com todos os colossos futebolísticos dos grandes e desenvolvidos países europeus.

Nada que se possa comparar com títulos recentes, de outros, ganhos à martelada e eivados de batotas temperadas garridamente com camarões e lagostins de Matosinhos e com um bouquet de putas e prostitutos para árbitros e fiscais-de-linha .

 

Todos aqueles que como eu têm vivido todos esses tempos gloriosos até hoje – e diga-se, com justiça, que todas as campanhas mais recentes do Benfica têm demonstrado que esse gigante adormecido e maltratado durante alguns anos voltou a despertar, acendendo também uma luzinha de orgulho nos mais novos, como é o caso dos meus jovens filhos, o que me faz acreditar que o Glorioso tem òbivamente aquela capacidade de actualmente, atingir de novo o topo à escala europeia.

 

Por tudo isto será muito positivo o apuramento para os quartos-de-final da Europa League e façamos votos para que os jogadores que 5ª feira entrarem em campo, sejam bafejados pelos ventos da fortuna. Mas para que tal suceda será imperioso honrar solenemente o Manto Sagrado.

O jogo será muito, muito difícil, mas é possível.

 

No entanto, como já tive oportunidade de mencionar, esta semana é das mais difíceis que o Benfica tem esta época, porventura até agora, a mais difícil. E se o apuramento for uma realidade, muitas semanas estarão aí à porta tão difíceis e tão iguais como a que decorre.

 

Entretanto a prioridade das prioridades, por questões estratégicas e não só, é o campeonato nacional. E não valerá a pena entrarmos em considerandos de teor diverso, ou discussões meramente académicas para concluirmos isso mesmo. Todo o Benfiquista o sabe e deverá tê-lo sempre presente, pois o focus principal é esse e só esse.

Tudo o que vier depois disso serão sempre mais-valias que nos encherão de orgulho, mas o campeonato é fundamental.

 

Os franceses estarão à nossa espera de dente afiado. Mas Guimarães é a grande batalha desta semana.

 

Oxalá os deuses do futebol estejam connosco.



GRÃO VASCO

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