Esta é mais uma prova do
terror que a escória representativa do grémio
da fruta corrupção & putêdo espalha por onde passa, seja no país ou na
Europa. Um espelho de quem a lidera.
A vergonha de um país,
onde há uma agremiação, sita a norte, na foz do Douro, junto ao Freixo, na
Palermo portuguesa, bem conhecida na Europa, pela trapaça, pelos desacatos,
pelos roubos, pela violência dos seus adeptos e dos seus mentores.
Desejo que a RTP,
através do seu inefável Hugo Gilberto, tão expedito na ida a Madrid para mais
uma entrevista idolatrada a Mourinho – anunciada com pompa e circunstância a
toda a hora na RTP – tenha a coragem de enviar este marmanjo, acompanhado de uma
equipa de reportagem séria a Málaga (e que o escrutine devidamente), para relatar
esta desgraça e entrevistar as respectivas vítimas, denunciando assim e sem as
manipulações habituais, mais um acto ignóbil dos apoiantes do grémio da fruta, em vez de
propagandearem aos quatro ventos, como hoje aconteceu no Jornal da Tarde, como
notícia de destaque, a ida de três colombianos do grémio do Freixo à selecção
do seu país para a “ajudar” em dois jogos da qualificação para o Mundial do
Brasil.
A RTP está entregue a
uma bicharada medonha e no departamento de desporto, os morcões fanáticos azuis
e broncos constituem uma praga que manipula programas, directos, reportagens e
notícias a seu bel-prazer.
É um fartar vilanagem!
Quanto à SIC, tão
minuciosa e repetitiva sobre umas escaramuças entre os stewards da 2045 e adeptos do Benfica em Braga no estádio AXA e que
foi tema de relevo no último programa do Dia Seguinte, espero que na pessoa do pivot do programa, Paulo Garcia, com
aquela determinação que ele colocou no tema, o faça agora com a mesma projecção,
mediatismo e pelo menos o mesmo tempo que dedicou à situação ocorrida na
Pedreira.
Quero ver a coragem e o
à-vontade de Hugo Gilberto e Paulo Garcia na abordagem a este crime cometido no
Bar La Bahía de Huelín, em Málaga,
por elementos afectos ao grémio da fruta,
vulgo fcp.
Já agora poderão passar
em simultâneo a grande festa e o comportamento cívico, amigável e urbano dos mais de 10.000 adeptos Benfiquistas
em Bordéus, no estádio e nas ruas dessa cidade francesa, aquando da visita do
Benfica aos Girondins e do respectivo jogo entre ambos para a Europa League.
Aguardo.
GRÃO VASCO
Desenganem-se aqueles
que pensam que a mafia corrupta do Freixo está conformada ou já atirou a toalha
ao chão.
A partir de agora vai
começar uma luta sem quartel e de grandes envolvências em que o silêncio será
ensurdecedor. Os bastidores irão fervilhar como um caldeirão borbulhando sob
enorme pressão, pronto a rebentar. Dirigentes, ex-jogadores, ex-treinadores,
árbitros, fiscais-de-linha, observadores, delegados, jornalistas, comentadores,
moderadores, paineleiros, desembargadores,
conselheiros, magistrados, jubilados e advogados, tudo vai ser envolvido à rotação
máxima.
O sinal foi dado na noite
de 2ª feira passada, na SIC Notícias, quando um porco que tresanda a
anti-Benfica, numa postura obsessiva, mais parecendo um louco kamikaze e fazendo um chinfrim danado,
começou a alvejar à toa tudo o que
mexia, inclusive os seus próprios aliados, desde árbitros a observadores. Neste
último caso esqueceu-se, pelo menos, dos seus amigos e correligionários, Manuel
Armindo e Brites Lopes, que constituem a ponta visível do iceberg azul corrupto no que diz respeito à classificação dos árbitros.
Ele sabe bem o que esta corja ligada à arbitragem, subjugada há muitos anos ao
seu querido grémio da fruta, pode fazer ao Benfica e ele aí está a berrar que
nem um capado “aqui d’el rei que o fcp
está a ser gravemente prejudicado e há que combater o Satã da Mouraria”.
Os factos para essa
histeria são bem conhecidos. Esta época, sem favores e com consistência, o
Benfica já ultrapassou com distinção e contra muitas forças a soldo da fruta e dos chocolatinhos, alguns
caldeirões, onde, nos anos mais recentes, as recepções têm sido do piorio –
Braga e Guimarães, réplicas bem copiadas e com alguns infiltrados do modelo
azul e bronco, acantonados um pouco mais abaixo na pocilga corrupta da Palermo portuguesa. No norte falta exactamente
a deslocação a este perigoso antro, nas ilhas, o caldeirão dos Barreiros e no
sul, a banheira de Olhão, onde o Benfica não poderá meter água.
São saídas difíceis e
veremos na altura, quem serão os malabaristas do pífaro escolhidos pela società Bitó & Antonino. É que os “campeões
nacionais” da época passada continuam de “prevenção”, para o que der e vier – Benquerença, Xistra, Hugo Miguel, Artur a Dias,
Capela, Proença, Sousa, Cosme Machado, Rui Costa e mais um ou outro
chico-esperto do apito – se o cenário fôr propício, não enjeitarão a
oportunidade de “roubar” mais um título nacional ao Benfica.
A corja de Palermo sabe
muito bem que têm sido estes “voluntários do apito” que têm contribuído para uma
trapaça que já tem barbas e que sem eles, o seu grémio da fruta será reduzido à vulgaridade. Daí, a paranóia dos
pontas-de-lança ao serviço da fruta,
nos mídia, expressando uma genuína
boçalidade a mando de um labrego que nunca soube jogar limpo. Na comunicação
social alinhada com o Freixo, a bajulação é abjecta, com as lambidelas
costumeiras na peida infecta e corrupta do decrépito monarca da Madalena.
Tudo a ferro e fogo e
tudo assim continuará até que as hipóteses matemáticas sejam possíveis.
- “Isto é uma guerra!”-
ouviu um dia estupefacto, Eriksson, da boca suja de Giorgio di Bufa.
Disso hoje, não tenhamos
dúvidas, Caros Companheiros!
GRÃO VASCO
A
imagem está envolta no fumo ignóbil provocado pelos criminosos dos petardos
Todo o meu clã familiar
é fã de Óscar Cardozo.
Todos os actuais Mantos
Sagrados da família têm o nº 7 gravado, em homenagem e gratidão a um homem-golo,
a um grande matador, cujo nome já faz
parte do quadro de honra dos avançados goleadores do Sport Lisboa e Benfica.
Por isso, cortei de vez
com alguns benfiquistos quando os vi
desancarem, vaiarem, desconsiderarem, discutirem e denegrirem de uma forma torpe
e soez o grande carácter, profissionalismo, empenho e dedicação de Óscar
Cardozo.
Muitas das vezes essas
atitudes raiaram o insulto. Acabou!
Óscar Cardozo não se
discute.
É um goleador nato.
Ponto final!
Muita gentalha, tal como
as falsas virgens ofendidas - um putêdo
de reles calibre - fica “incomodada” com aquele seu ar simples e parcimonioso,
de falsa lentidão, aparentemente pachorrento, parecendo por vezes alheio ao
calor da luta.
É um equívoco
imperdoável.
Óscar está lá para fazer
golo. Não está lá para fazer “rodriguinhos”, virtuosismos estéreis ou paneleirices artísticas.
Óscar é eficácia e os
Benfiquistas devem-lhe gratidão, reconhecimento e respeito.
E porquê, hoje, o Óscar
Cardozo?
Muito simples!
Porque receio que para
além da Juventus e de outros importantes emblemas europeus, o Teatro Bolshoi, a
mais renomada companhia de bailado do mundo, bata os 60 milhões de euros da
cláusula de rescisão que tem no seu contrato com o Benfica e lhe faça uma
proposta irrecusável para que passe, já esta época, a integrar o seu famoso
elenco.
É que Óscar foi em
Guimarães um portento na arte do ballet
e com uma margem de progressão enorme.
Como é que, depois de
uma cambada de cabeçudos do bota-abaixo o apelidarem de desajeitado, coxo,
molengão, perna-de-pau e outros relevantes e generosos epítetos, o homem, num
momento de grande inspiração, exibe todo o seu talento e técnica, ao efectuar
um bailado com tanta graciosidade e beleza, mesmo ao som dum cântico insultuoso,
gritado pelos adeptos do Guimarães em fúria - SLB, SLB, SLB, fdp’s, SLB, fdp’s,
SLB – e após a chapelada monumental de Garay no 2º golo do Benfica e do
rebentamento de mais um petardo pelos criminosos do costume?
Óscar, Águia-de-crista
do Benfica, tem a minha aprovação para integrar a célebre companhia russa de
bailado e ópera, mas só após “fazer mais miséria” nas próximas quatro épocas ao
serviço do Benfica nos diversos relvados da Europa e deste país.
Em Guimarães, Óscar
voou, voou, voou tanto, que até a habitual cambada de canalhas azuis-e-broncos
e verdes-caca da comunicação social – rádios, pasquins e tv’s - muitos deles
com ligações promíscuas à corja corrupta da Palermo
portuguesa, furibundos, espumaram de raiva e inveja, ladrando que nem cães
rafeiros exigindo a sua expulsão do espectáculo.
Óscar irritou os
broncos, os capangas, os boçais, os canalhas, os bastardos anti-Benfica, pois
estas bestas, com o ódio visceral que têm ao Glorioso, pouco ligam à estética e
à beleza da arte. Foi como colocar macacos e outras criaturas selvagens
sentados no Bolshoi, em Moscovo, a assistir a uma actuação de Rudolf Nureyev.
Óscar Cardozo mais não
fez do que, de uma forma suave e harmoniosa, mostrar toda a sua indignação
perante energúmenos e criminosos que com as mesmas tácticas de um outro gang, um pouco mais abaixo, no coio do
Freixo, na Palermo portuguesa, tentam
condicionar tudo e todos, o jogo e o adversário.
Para além de um belo passo de dança, que causou espanto em
muitos dos teus detractores, fizeste um belíssimo e incrível passe de mágica –
puseste os canídeos rafeiros da comunicação social, paineleiros da fruta e
afins, a ganir e a ladrar que nem uns desalmados, como aquele verme asqueroso e
execrável que ontem, na SIC, de tanto esticar o pescoço a olhar para cima, estrebuchou
que nem um desvairado completamente possesso e louco, acabando por insinuar um
“depois não se queixem!”
Um bastardo de memória
curta.
Parabéns Óscar!
GRÃO VASCO
Guilherme Aguiar, uma
cavalgadura errática contumiliana da
advocacia, da política e do futebol, que sacudindo o ónus dos falhanços e
insucessos em todas as áreas que percorre – só lhe deram um lugarejo de
observador na UEFA porque se mantém fiel ao dono… - pincha de candidatura em
candidatura, como uma borboleta ébria e vadia pousa de flôr em flôr, foi
acometido de doença súbita após a notícia de que os jogos do Benfica em casa e
os direitos de transmissão da primeira liga inglesa, vulgo Premier League, tinham sido adquiridos pela Benfica TV - uma
apoplexia, resultante da sua habitual paranóia persecutória em relação a tudo
quanto diz respeito ao Glorioso e cujos sintomas têm sido bem visíveis no Dia
Seguinte, na SIC Notícias, com a exibição de uma linguagem truculenta a par de
um espernear e estrebuchar loucos, e de alarvidades e insinuações sem fim.
A doença agravou-se esta
semana com a barraca do grémio da fruta na Andaluzia e com mais uma
escorregadela nas bananas da Madeira, fruta que há já algum tempo anda arredia –
caso Kléber - das cercanias da pocilga do
Freixo.
Depois de durante
programas a fio tergiversar sobre a impotência do Benfica perante a sport tv, e de jurar a pés juntos que o
destino do Glorioso estava há muito irremediàvelmente traçado – para seu gáudio
e da turba de pulhas e paineleiros corruptos
azuis e broncos e de alguns lagartinóides submissos do Fosso do Lagatêdo que infestam os media como uma praga de ratazanas
portadoras de peste bubónica – o tiro saiu-lhe pela culatra.
Violinha no saco porque
a ruminação já vem a caminho.
As patacoadas foram e
continuam sendo a granel, bem à moda de Palermo,
mas agora mais toscas, ressaibiadas e desmioladas, efeito directo de mais uma
espinha cravada na garganta pelo seu ódio de estimação. Ódio esse, que já uma
vez, em pleno programa, ao exibir-lhe provas documentais o desmascarou,
chamando-o de mentiroso e aldrabão com todas as letras.
Esta noite, tal como o
seu grémio de coração em Málaga, fez mais uma exibição ordinária, baixa. Voltou
a referir-se a Luís Filipe Vieira, com um chorrilho de insinuações que mostram
até aos seus próprios correligionários a miserabilidade e a sacanice da sua
índole.
O azedume é patente e a grosseirice continua.
Como um alarve, agora,
refuta a futura rentabilidade da estratégia adoptada pelo Benfica, especulando
e lançando suspeitas à toa e todo o tipo de jogo rasteiro possível. Mas antes
dos factos consumados, a conversa era outra – só dizia que o clube que ele
tanto odeia, iria sempre ser obrigado a negociar com a sport tv (o que continua a dizer, mas agora dentro de outros
moldes…) dentro dos moldes de subalternidade até aí estabelecidos, nunca
admitindo que a ruptura nas negociações levasse o Benfica a tomar o caminho e
as decisões que tomou.
Uma lengalenga
costumeira, habitual nestes momentos, tais como os pinotes que sucessivamente
vai dando ao ritmo das palavras de RGS.
Não vou, nem nunca irei
entrar em discussões sobre vantagens e desvantagens desta situação, pois
acredito que JE Moniz sabe bem o que anda a fazer e ninguém melhor do que ele e
LFV para conduzirem esta medida essencialmente estratégica a lugar seguro e
rentável.
O que eu tenho a certeza
é que este caminho escolhido pelo Benfica, esta decisão tomada pelos seus
dirigentes, tem claramente um objectivo e que tem sido partilhado, nalguns
casos até exigido, pela esmagadora maioria dos sócios e adeptos Benfiquistas –
acabar com um monopólio e com um despautério que em matéria futebolística
prejudicava e ainda continua a prejudicar gravemente o Benfica, tendo como
único beneficiário o grémio da fruta e
das putas recrutadas, que “dormem” com árbitros antes dos seus jogos, sito
ao Freixo, vulgo fcp.
O rancor e o coro dos
mabecos ladrando à passagem da Benfica TV e dos seus negócios é tão grande e de
tal ordem que até o animalejo escrevinhador que grunhe semanalmente no pasquim
do pançudo dos croquetes e plagiou grandes partes da linha imaginária do Equador, vem ladrar sobre o assunto.
Como complemento a esta
azia, esta noite entrou num delírio total ao disparar à toa, para tudo o que
mexia em Guimarães. Quis transformar uma vitória soberba, categórica e uma
exibição competente do Benfica, numa vitória aldrabada à moda de Palermo, ou melhor à moda do grémio da fruta corrupção & putêdo.
A realidade - e a TV
mostrou essa dificuldade – foi ter que olhar bem para cima, a uma distância de
quatro degraus e que só com as aldrabices e roubalheiras de trinta anos poderá
ser anulada.
As espinhas estão lá.
Bem cravadas na sua garganta infecta e só espero que elas o eliminem lentamente
e por asfixia.
Que alguma paineleiragem já espuma, isso é bem
visível na pantalha e nos jornais.
Por dez euros mês serei
assinante “de caras”. Jogos do Benfica fora, irei vê-los a um café, de
preferência à Casa do Benfica mais próxima.
Acto simples e eficaz que
rebentará de vez com aguiares, tavares, queirozes, guedes, serrões e quejandos
azuis e broncos desta vida…
GRÃO VASCO
O nomeado para Guimarães
é um dos campeões nacionais de futebol em 2011/2012.
Já este ano demonstrou
como se faz e porque o faz.
Na Pocilga cumpre o “programa”
à risca porque os telhados de vidro ficam para sempre…
Andou titubeante como
arguido no Apito Dourado, tendo-se safo à última da hora como muitos dos que
estavam implicados.
É caso para dizer, “caiu uma mosca varejeira na minha sopa”.
É a primeira vez, esta
época nomeado para um jogo do campeonato onde o Benfica participa.
A última vez que
encontramos este malabarista do pífaro foi em 19 de Dezembro do ano passado, em
Olhão, para uma jornada da Taça da Liga. Ganhámos por 2-1.
Assistentes ( muito cuidadinho com estas peças da
engrenagem…):
Valter Rufo, José Braga
4º Arbitro:
Pedro Vilaça
Observador:
Octávio Pereira
Delegados:
Baptista Rodrigues, Carlos Fonseca
Ora bem…
GRÃO VASCO
Nem sei como começar,
tamanha é a minha indignação perante o que ouvi ontem na SIC e na SIC Notícias
aquando da transmissão do jogo de futebol entre o Girondinos de Bordéus e o
Benfica e depois, sobre o seu rescaldo.
Será que o “tinto” de Bordéus,
um néctar de excepcional qualidade e de fama mundial, provoca assim tanta a
azia em alguns fulanos?
Ou será que a SIC,
invocando o direito à diferença aquando das transmissões dos jogos do SL Benfica,
disponibiliza os microfones a vários mongolóides
que se entretêm a maldizer e escarnecer a equipa Gloriosa, os seus jogadores e a
sua exibição e a desvalorizar os seus adversários?
Todos sabemos da importância
que hoje em dia têm os apoios e a integração na sociedade, dos pacientes da trissomia do cromossoma 21, mas colocá-los
a comentar, e neste caso em directo, um jogo de futebol, é uma opção editorial
arriscada de qualquer estação de televisão, para mais a mais num programa cuja
audiência envolve centenas de milhares de espectadores.
Ao ouvir Luís Marçal
e João Rosado imagino o que poderá ter acontecido aos próprios antes de
terem nascido. É que nestes casos, as alterações cromossómicas com o evoluir da
idade são cada vez mais evidentes, verificando-se um atraso irremediável no seu
desenvolvimento físico e mental, com a agravante de, na altura da concepção e
gestação de cada um deles, ainda não haver os meios de rastreio que há hoje
para a detecção dessas anomalias. Pressuponho que se assim fosse, esta dupla
intragável, antes de ter nascido, teria ido parar à sarjeta ao abrigo da lei do
aborto.
Por outro lado, é
ridículo ver um canal onde um gordo indolente e pretensioso é pau para toda a colher,
só lhe faltando fazer a faxina diária às retretes da estação para a desbunda ser completa – ele diz o
notíciário, ele avança para comentários, ele faz entrevistas, ele relata jogos
de futebol, ele é moderador, ele é pivot,
ele é tudo na SIC, um verdadeiro desdobramento. Uma vergonha!
Ainda daria de barato tudo
isto, se Marçal, para além da deficiência que aparenta ter, não manifestasse o
seu anti-Benfiquismo doentio e básico nestas transmissões. Mas não é assim que
sucede. Marçal bolça asneira, debita rancor e palermices, marra com o vermelho
como um bezerro desenfreado bate com os cornos na barreira de uma arena.
Como exemplo, logo após
o empate a dois do Bordéus, e já no período de compensação do jogo, este
mentecapto ainda se atrevia a dizer “que
para o Benfica ser eliminado, seria preciso sofrer mais dois golos da formação
francesa”.
Mas o que é isto? Eliminado?
Quem é que estaria interessado em ver o Benfica de fora da Europa League?
Quanto ao outro, o
Rosado é um borra-botas que para ali anda. Um pateta que a troco de alguns
euros lá vai ganhando a vida. Sem categoria, sem dicção, sem desenvoltura, sem
vocação para a arte.
Lamentável e condenável é
também quem seleciona este lixo!
Mas o melhor, na noite
de ontem, ainda estava para vir. Na SIC Notícias apareceu uma carinha laroca para moderar o programa de
rescaldo sobre o jogo de Bordéus. Até aí muito bem. A SIC iria compensar-nos
após termos aturado dois camafeus durante os noventa minutos que o jogo durou.
Qual não é o meu espanto quando focam mais outros dois da mesma laia. Dois lagartinóides dos quatro costados, preparados,
como ratazanas famintas carregadas de azedume, para desancarem mais uma vez no
Glorioso – Rui Santos e Ribeiro Cristóvão.
Pois a partir desse
momento é que eu vi o que o “tinto” de Bordéus pode fazer a alguns fulanos. Uma
azia incontrolável que nem uma arroba de bicarbonato de sódio seria suficiente para
a debelar. As eructações ácidas foram-se sucedendo em catadupa. O Cristóvão, vá
lá saber-se porquê, jogou para a lixeira a sua isenção dos seus tempos de relatadeiro de jogos de futebol, e
trocou-a por uma parcialidade doentia anti-Benfica. Arrotava a alimária “que ninguém no seu perfeito juízo poderá dizer
que o Bordéus é uma grande equipa ou uma equipa difícil, blá, blá, blá, blá
blá,”, menosprezando e minimizando assim o seu valor e desvalorizando a
vitória e o apuramento do Benfica. Ribeiro Cristóvão tem sido um nojo e um
pateta que já por várias vezes, ao comentar o Benfica, se espalhou ao comprido,
com lapsos visuais e orais que vão mostrando a sua índole e a sua
intencionalidade mórbida, revelando sinais muito claros de alguma senilidade
mental, neste caso e apesar da idade, com alguma precocidade muito própria dos
anti-Benfiquistas camuflados. A melhor receita para este abencerragem do
microfone seria a SIC ter um pouco de compaixão, oferecer-lhe um cobertor de
papa para pôr pelos ombros, calçar-lhe umas pantufas de pele de ovelha da Serra
da Estrela e colocá-lo em frente a uma lareira a descascar castanhas com o calor
do lume a aquecer-lhe a próstata e as artroses, especialmente aquelas que lhe
afectam a caixa craniana.
O outro, o ruizito
Santos é como um puto incorrigível. Não faz juz ao apelido que tem. Seu tio, se
fosse vivo, já o teria excomungado do jornalismo e da área da comunicação há
muito tempo.
O fulaninho não presta e
o “tinto” de Bordéus também lhe caiu mal. Neste caso como muitos outros “tintos”.
Basta o Benfica ganhar sem nota artística para este velhaco começar a debitar
as diatribes do costume.
Foi um fartar vilanagem!
Mas por mais que esperneiem, estrebuchem ou ladrem, terão de continuar a levar
naqueles lombos com o Glorioso. Pelo menos por mais uma eliminatória.
É degradante constatar
como uma corja de fdp’s consegue adulterar de uma forma soez aquilo que todos vimos
ou estamos a ver, abusando de uma audiência televisiva de centenas de milhares
de pessoas, onde a esmagadora maioria são Benfiquistas interessados em ver o
seu Glorioso de coração.
Para terminar, um adepto
girondino amigo telefonou-me, e endereçando-me os parabéns pela vitória,
perguntou-me estupefacto:
- “Os comentadores da SIC são franceses?”
Ao que lhe respondi:
- “Não amigo, uns vieram ontem de Málaga com uma mão atrás
e outra à frente, e outros estão no décimo lugar da liga portuguesa de futebol.
Vão a partir de agora, pois a época balnear aproxima-se a passos largos,
concessionar as barracas da praia da Madalena, e limpar o estrume na ETAR de
Contumil e no Fosso do Lagartêdo…”
Sim, porque a merda continua a ser muita…
Agora, meus Caros
Companheiros, e antes do sorteio que se aproxima, vou acabar de provar o meu cabernet sauvignon de Bordeaux, 14º, acompanhado
com um sincero brinde a todos Vós.
À votre santé e à do Benfica!
PS. Disseram-me há pouco que na mesma SIC, o deficiente Jorge Batista teve actuação idêntica àqueles mencionados neste post. Palpita-me que um dia destes irá aparecer um "américo" que envie directamente este execrável para o dentista mais próximo, ou pior...
GRÃO VASCO
Ouvi o estalido das
castanholas e aquele cantar gitano. No hall
do prédio onde vivo, Carmencita, a malaguenha, fazia a festa.
- Habemus Malaga! –
exultava a andaluza.
- Como? Desculpem lá, temos mas é um novo papa e vem da Argentina.
Deviam mas é estar a ensaiar um tango, isso sim! – retorqui.
- No, no! Es verdade lo que te decimos. El Malaga limpió el
Oporto en La Rosaleda! – exclamou Paco
Domecq, arrancando mais um sapateado e mais umas raviangas.
Ainda incrédulo com o desfecho
de um desafio sem qualquer interesse, liguei para a famosa TBI para ver as últimas
e o resumo desse jogo na Andaluzia.
Aquilo parecia mesmo um
funeral. Tudo a velar o defunto, desde aquela toleirona que por lá anda a
cirandar, passando pelo Sousa Martins, Baía, Dani, Sobral, e acabando no Pedro
Henriques que fica “a matar” de casaco azul-bébé e com aquele ninho de cucos em
cima da cabeça…
Então aquela equipazinha
que tinha sido esmagada pelo Barça da
Pocilga, na 1ª mão, acabou por chutar esse colosso do Freixo borda fora?
Mas a eliminatória não
eram favas contadas?
Só quando vi o resumo
completo é que me apercebi do falhanço estrondoso do grémio da fruta. É que na Europa, e neste caso em Espanha, a distribuição da mesma está cara e
paga-se – os caceteiros são avisados e não ficam impunes.
Pois foi exactamente o
que aconteceu, depois, ao belga mais rasca que já alguma vez passou pelo
futebol luso. Contudo, no final da primeira parte, ainda se sentiu o odor da fruta a perpassar pelo La Rosaleda – um gaffe imperdoável de Nicola Rizzoli, um apitadeiro italiano, ao anular um golo
limpo, cristalino a Saviola, que se não fosse Isco logo a seguir, traria muitos
sarilhos para a parte complementar. Assim, ao fim do 1º tempo, e fazendo contas
à eliminatória, os malaguenhos já deveriam ter uma vantagem confortável de dois
golos e não a eliminatória empatada a 1-1 – golo em fora-de-jogo sofrido na 1ª
mão + golo mal anulado a Saviola + golo de Isco, que daria na contabilidade
futebolística o score de 2-0 a favor
do Málaga.
Entretanto, Pellegrini
não ficou a dormir à sombra do palmeiral e brindou os acabrunhados azuis e
broncos com mais um show de flamenco
por Roque Sta. Cruz.
Nesse momento invocou-se
S. Proença, mas para desespero da cambada das barracas de praia não era esse o
seu dia. Ele não estava lá. Nem ele, nem o S. Ricardo Santos. E lá ficou Maicon
a ver navios quando lhe foi
invalidado o golo por off side claro
e inequívoco.
Ai proença, proença, onde andaste tu?
Por fim, e apesar de uma
falha técnica grave do apitadeiro que
ainda beneficiou por algum tempo o grémio
das putas, lá veio aquele peregrino hipócrita e mal amanhado, perorar,
arengando que foi esse mauzão do Rizzoli que lhe tinha condicionado a equipa e
o jogo.
Teve o que mereceu. Só lamento
que não tivesse acontecido há mais tempo.
Perdeu. Sem classe nem
dignidade. É assim, aquela gentalha da fruta e dos chocolates.
Tal como fez quando o
Benfica não ficou apurado na fase de grupos, saberá ele qual é o seu próximo
adversário na Champions League?
- Que bueno, que bueno!
– ironizava ainda o Paco Domecq batendo palmas ao som daquele inconfundível
cantar gitano…
O andaluz ainda me ofereceu um Xerez como
aperitivo, mas preferi humedecer a goela com um Cabernet Sauvignon Bordeaux de
14º antes que ele se esgote no Chaban-Delmas…
Até mais logo e que os
deuses estejam connosco.
GRÃO VASCO