26.4.13

O "filha-da-turca"



A realidade é só uma e não podemos escamoteá-la. Perdemos a Batalha de Istambul, com um resultado que muito embora tendo o seu quê de ingrato e de muito traiçoeiro, foi acompanhado de alguma sorte que por isto e ao fim dos noventa minutos se transformou numa esperança para daqui a uma semana no Estádio da Luz.

 

Não será fácil. Serão sempre dois golos do Benfica que terão de marcar a diferença e a passagem do Glorioso à final.

É possível? É, mas muito, muito cuidadinho.

 

Já não me recordo de ver um jogo de futebol transformado numa verdadeira batalha, onde turcos agressivos e ambiciosos, que mais pareciam guerreiros do antigo Império Otomano deram tudo por tudo, com a equipa do Benfica, perante uma avalanche infernal, por vezes confusa e trapalhona, a bater-se como podia, evitando males maiores na companhia de uma estrelinha que bem poderá brilhar e ser de primeira grandeza se a motivação, o talento a capacidade física e a Clamor do Povo Benfiquista no Estádio da Luz estiverem bem presentes nos jogadores e adeptos, na próxima 5ª feira.

 

O jogo foi leal, mas muito intenso, muito duro, numa noite de muito sofrimento também. Mas sem isso não há campeões.

Regressamos da Turquia com alguma tristeza, geral e bem visível no fácies do timoneiro da equipa. Sabíamos que a encruzilhada se aproximava a passos largos e haveria, mais cedo ou mais tarde de se optar prioritàriamente por um caminho. Ontem, JJ deu claramente essa indicação – para além de Luisão, Enzo e André Almeida que estavam impedidos de jogar (o capitão por lesão e os centro-campistas por castigo), Lima nem sequer jogou e Gaitán só jogou meia parte - embora isso a todos possa custar, muito especialmente àqueles que já viram o Glorioso sete vezes nos palcos das finais europeias ao longo de seis décadas. Há que descobrir, na 2ª feira, o caminho “marítimo” para o título nacional, prioridade das prioridades, e só depois pensar na perigosa armada turca que “atraca” em Lisboa na próxima semana.

 

No entanto, não vou esquecer o que ouvi durante a transmissão do jogo através da SIC. Mais uma vez e despudoradamente, para indignação dos Benfiquistas que presenciaram através dessa estação, o jogo entre o Benfica e o Fenerbahçe, lá apareceu um filha-da-turca habitual nestas andanças, de seu nome Luís Marçal, que por mais que tente, não consegue disfarçar e não resiste ao seu animalesco anti-Benfiquismo, tendo-nos brindado com mais uma descrição canalha do jogo, em constante afronta ao Glorioso, aos seus jogadores e às suas gentes.

Mas, mesmo assim, esperemos por 5ª feira. Bem poderá acontecer que este reles filha-da-turca e mais alguns que por aí cirandam, venham a ser “empalados” pelo bico da Águia Vitória em pleno Templo Sagrado.

Até lá!

 

GRÃO VASCO


24.4.13

Badalhoco do Freixo bufa-se em capela




Um esgar furtivo, um ligeiro alçar de pernil esquerdo e zás, já está!

Capela alvo de contaminação pela malina fétida e pestilenta largada do traseiro corrupto de Giorgio Di Bufa. Tal qual como na Abadia de Westminster, pedindo meças ao real da monarca de Inglaterra.

 

Logo chegaram os prostitutos habituais, jornaleiros e repórteres da Palermo portuguesa, acotovelando-se, uns em cima dos outros, em bicos de pés, numa promiscuidade imunda, de microfones e gravadores em punho, ávidos, para ainda absorverem e chafurdarem nos resquícios daquela monumental bufa em capela.

Curioso. Esta corja de lambe-falos é alérgica a casagrande. Para eles, pornografia, só em capela. Filhos-da-puta!

 

Irònicamente, tal como uma putéfia de rua tresandando pelos sovacos, com aquela voz monocórdica e já arrastada pela idade e pela senilidade que as venéreas, alternadeiras e brasileiras lhe provocam, Giorgio “O Madaleno”, num momento de raiva e ódio ao Glorioso cagou-se em capela, descarregando a tripa que liga o seu cérebro pérfido à incontrolável cloaca corrupta, lembrando-se decerto das Calheiradas ao Brasil, dos Quinhentinhos de Guímaro, das putas e das deusas do Araújo, dos relógios e convites a Martins dos Santos, das gavetas da cómoda da casa iluminada da Madalena, dos conselhos a Duarte, filho do amante clandestino de Braga, dos bilhetes de camarote a juízes, das homenagens nojentas a proenças, benquerenças e sei lá que mais, enfim, da porcaria que vai naquela pocilga em Palermo, no Freixo, e da qual ele é capataz há trinta anos.

 

Desta vez, nem as doses maciças de incenso de Gomes da Silva e as duas obras de arte de domingo, na Luz, foram suficientes para desinfectar a capela, e purificar o ar conspurcado pelo badalhoco que nela se cagou.

 

Arrium porrium!

 

PS. Ah! Já me estava a esquecer. Hoje, no record das petas, o júlio do Palermo Canal largou cagalhões corruptos azuis e broncos pela boca. O javardo está mal, mas o Conde de Ferreira e o Magalhães de Lemos ainda têm vagas. Internem este gajo, porque por este andar o Giorgio ainda o transforma em bufa, também…

 

Grato ao Manuel, de O Blog do Manuel, pela publicação das alarvidades deste mentecapto, alertando-nos para estas e outras canalhices, num pasquim onde vale tudo contra o Glorioso, pois muito raramente leio a edição em papel do record das petas.


GRÃO VASCO

23.4.13

Milorad Mažić no Fenerbahçe-Benfica



Milorad Mažić, de 40 anos, é um árbitro internacional sérvio, tendo nascido em Vrbas, na Sérvia a 23 de março de 1973.

Árbitro FIFA desde 2009, está actualmente no segundo patamar (o primeiro e de topo, é o Grupo de Elite) de árbitros da UEFA - Elite Development Group 2013 – e integra a lista de 52 árbitros para a Copa do Mundo de 2014.

 

Milorad Mažić conhece bem o estádio turco do Fenerbahçe - Şükrü Saracoğlu – tendo aí dirigido duas partidas da selecção turca.

 

Turquia,1 – Hungria,1  26/03/2013 Istanbul - Şükrü Saracoğlu

(Qualificação Campeonato do Mundo 2014)

2 amarelos – 3 amarelos

 

Turquia,2 – Roménia,0 11/08/2010 - Şükrü Saracoğlu

(Amigável)

1 penalty a favor da Turquia – 1º golo

Zero cartões

 

Quanto a jogos das competições internacionais da UEFA onde intervieram clubes portugueses ou turcos, a lista é a seguinte:

 

Man. United,3 – Sp. Braga,2 23/10/2012 – Old Trafford

(Champions League 12/13, Fase de grupos)

0 amarelos – 2 amarelos

 

Nacional Madeira,0 – Birmingham,0 18/08/2011 – Estádio da Choupana

(Europa League 11/12, Play-offs)

2 amarelos – 3 amarelos

 

Dinamo Kiev,1 – Besiktas,0  20/10/2011 - Estádio Olímpico de Kiev

(Europa League 11/12, Fase de grupos)

2 amarelos – 5 amarelos

 

OUTROS JOGOS

 

Sub19

Georgia,0 – Portugal,3 13/10/2010

Sub 17

Alemanha,3 – Turquia,1 06/05/2009

 

Esta época dirigiu os seguintes jogos de clubes das competições da UEFA:

 

Champions League

Play-offs           AEL – Anderlecht, 2 - 1

group stage      Barcelona - Spartak Moskva, 3 - 2

group stage      Manchester United – Braga, 3 - 2

group stage      Dortmund – Manchester City, 1 - 0

1/8 finals         PSG – Valencia, 1 – 1

 

Europa League

1/4 finals           Tottenham Hotspur – Basel, 2 - 2

 

Statistics

Totals:

Home

Away

Total

Penalties

7

6

13

Red

4

9

13

Yellow

91

122

213

 

Averages:

Home

Away

Total

Penalties

0.15

0.13

0.28

Red

0.09

0.19

0.28

Yellow

1.94

2.60

4.53

based on 47 international matches

 

Com base nesta estatística o árbitro nomeado oferece algums garantias naquele ambiente infernal. Resta-nos saber como se comportarão os restantes elementos da equipa de arbitragem e especialmente a nossa defesa, visto que André Almeida e Luisão não foram convocados. Enzo tal como André cumprem castigos e o capitão está impedido por incapacidade física.

 

- “Vamos ver”… -  como dizia o sueco Sven-Göran Eriksson


GRÃO VASCO

22.4.13

Ignácios, pascácios, cornudos e cabeçudos



 

Desde as eleições que colocaram o Ignácio de Cónegos como director desportivo do lagartêdo, que nas suas cercanias se dizia à boca cheia que a batalha na Luz, contra o Glorioso, seria, este ano e mais uma vez, a Mãe de todas elas.

 

Com o ruído a aumentar desmedidamente esta semana – muitos media, com o record das petas à cabeça, secundado por uma RTPalermo 1 e informação, pelo nojo da Madalena e pela bosta do pançudo dos croquetes, não fizeram outra coisa senão motivar ao máximo jogadores, dirigentes e adeptos do lagartêdo, tentando apagar 34 pontos de distância (agora 37) e uma diferença abissal entre o futebol e as equipas do Benfica e do seu rival?!?, empurrando virtualmente e por simpatia, o grémio corrupto mais para cima, a um ponto da liderança – era previsível que a seita, agora comandada por um Je-suíno pepsodent a prazo, mas sempre com aquele ódio profundo ao Glorioso, se apresentasse no Templo Sagrado com gás e xarope suficientes para causar alguns engulhos ao Benfica.

 

Era vê-los e ouvi-los em cantatas – bacelares, dias à cunha, venâncios, ignácios, patrícios, pascácios - parecendo grilos falantes, com destaque também para alguns muares verdes com costelas azuis e broncas, anunciando que o çeportèn iria ganhar o jogo à Luz, blá, blá, blá,blá.

 

Do lado do Benfica, contenção, bom senso e respeito, ouvindo-se o porta-voz de serviço a este jogo – Lima – a tecer considerações equilibradas, manifestando o desejo de vencer, mas sobretudo respeitando o adversário, sem fanfarronadas ou bazófias.

Assim é que é!

 

Por tudo isto e pela cretinice de mais alguns verdes submissos, hoje, domingo ao final do dia e com duas bojardas de real categoria no bucho, a azia desta pandilha incorrigível tornou-se incontrolável. Que o digam, um borracholas e um canalha de um guedelhudo que apareceram na RTP informação, após o jogo, cuspindo raios e coriscos pela vitória do Benfica, atirando-se famintos e raivosos a um Capela, que noutras vezes, tanto jeito lhes tem feito.

Que o diga o inefável Rita da Antena 1, que destilou bílis que se fartou, chegando ao cúmulo de dizer que o Bitó dos pífaros não deveria nomear Capela para mais nenhum jogo, esta época.

Todos sabemos a “côr” desta espécie de cumentadeiro, um badameco sem cotação nem autoridade moral para ditar “leis” e arriar patacoadas deste teor. A sua coerência está na sarjeta. Numa sarjeta imunda afluente do Fôsso do lagartêdo onde ele nem consegue chafurdar porque há muito tempo está seco. A raiva, pela grandeza do Benfica, cega-o, ao ponto desta grandessíssima besta se enxofrar com as entradas do Aimar a cinco minutos dos finais das partidas. Como não há por onde pegar contra JJ e contra o Benfica, pega-se pelo Aimar. Hoje, teve outro tema – o Capela. Ainda bem, pois dá gosto ver este ruminante e outros da mesma laia a regurgitar fel por todo o lado. Só desejo que este animal não seja destacado, nem para o jogo do Benfica na Turquia, em Istambul contra o Fenerbahçe, nem para o jogo da 2ª mão na Luz.

Este fulano é execrável e deveria ter vergonha na forma como “cumenta” o Benfica nos jogos que intervém.

 

Por fim, o fenómeno que os Cónegos de Moreira dos mesmos não conseguem explicar – há um ubíquo na sua santa terrinha e já é apelidado de Ignácio “O Ubíquo”. É que o homem está em toda a parte ao mesmo tempo, num desdobramento que mais parece a segunda camionete de carreira para a Queiriga, com escala em Coito de Baixo. Ele tanto está em Lisboa como director desportivo, como em Moreira de Cónegos como treinador, como ainda recentemente se deu ao luxo de profetizar que o seu amado lagartêdo não perderia no Templo Sagrado, beneficiando assim, com esse tão ansiado desiderato, os seus segundos clubes – o anti-Benfica e o grémio da fruta e dos Chocolatinhos sito ao Freixo, vulgo fcp. Os cónegos que se ponham à tabela, pois por este andar ainda irão dizer missa para a divisão de honra, não tarda nada.

 

Mas a orquestra desta noite não se ficou por aqui. Na pandeireta e na sanfona também estiveram mais dois músicos que pedem meças aos melhores talentos da filarmónica de Curral das Moinas – Gingko Ribeiro biloba Cristóvão e Fernando Sargenor Correia.

 

Enfim, hoje, na derrota do lagartêdo, lá tivemos um desfile impagável de carpideiras, cornudos e cabeçudos para todos os gostos!

 

Avancemos para Istambul, que se faz tarde…

 

 

GRÃO VASCO

19.4.13

O instinto persecutório está lá!


…E o descaramento também!

 

Basta lembrarmo-nos da expulsão de Cardozo na Luz, no derby da época transacta, ou da expulsão de Aimar em Olhão para sabermos que o instinto persecutório está lá.

 

João Capela não resiste à anti-Benfiquite de que sofre e ao préstimo de vassalagem a quem de direito pela sua promoção a internacional. Disto, os Benfiquistas nunca se podem esquecer, em circunstância alguma. Os nossos jogadores já deverão sabê-lo, e irão ter mais um obstáculo adicional, pois já não basta a obsessão dos Ignácios do lagartêdo – dirigentes, curiosos, jogadores, ex-jogadores, treinadores que treinam equipas e são ao mesmo tempo, já directores de outras e demais cáfila verde submissa.

João Capela contribuiu em muito, para afastar o Benfica do título na época anterior. Se na Luz, o Benfica ainda aguentou a roubalheira, com Cardozo expulso depois de bater com a mão no chão, em Olhão, este malabarista surripiou-nos mais dois pontos ao expulsar Aimar numa falta de muito menor gravidade do que aquela que um jogador do Olhanense, tinha feito em jogada anterior e que Capela fez de conta…

 

E a sociedade Bitó & Antonino não se ficou por aqui. Destacou em missão suicida um dos responsáveis do “Escândalo da Luz” do ano passado. Ricardo Santos, o bandeirinha que fechou os olhos a dois foras-de-jogo de dois jogadores do grémio corrupto, vulgo fcp, que originou um dos maiores roubos da história recente do campeonato, com um deles a marcar um golo falsíssimo, irregular, validado e confirmado por Pedro Proença, o malabarista número um deste país.

 

Para já, e para gáudio de um Bacelar qualquer, do Fôsso, que esta semana roncou umas bacoradas no pasquim do careca, o lagartêdo vai entrar em campo com pelo menos, mais dois elementos – Capela e Ricardo Santos. Resta-nos saber como o Tiago Rocha se irá comportar.

Até o mija-nas-calças do Dias da Cunha veio bolçar mais baba anti-Benfiquista, afirmando à TSF que o Benfica tem sido beneficiado pelas arbitragens!

 

O Benfica, os seus jogadores e adeptos, terão de ser grandes, muito, muito grandes!

 

 

Nota - João Capela, Ricardo Santos, Tiago Rocha e Manuel Mota como 4º árbitro, foram os intervenientes da final da Taça da Liga.

 

Agora o trio será o mesmo e o observador será Luís Ferreira.. Resta saber quem será o 4º árbitro.

 

 

GRÃO VASCO

17.4.13

O gingko biloba e o Ribeiro Cristóvão


O de baixo também não cumpre com a medicação

 

O gingko biloba é uma espécie botânica ancestral, um autêntico fóssil vivo do extremo oriente que resistiu às terríveis radiações das bombas atómicas de Hiroshima e Nagasaki, no Japão da 2ª Grande Guerra Mundial, renascendo na terra contaminada e cujas folhas, segundo a naturopatia e fitoterapia, têm propriedades farmacológicas e medicinais muito importantes.

Hoje, o seu extracto é comercializado em cápsulas, comprimidos, pó, xarope, tintura e sobretudo em gotas. Serve para combater a senilidade mental, especialmente a afectação da memória e a perda cognitiva nos idosos.

 

Pelos vistos, não faz efeito na azia (acidez) e na anti-Benfiquite crónica de alguns marmanjos da nossa praça.

 

Na realidade, quando hoje vejo e ouço Ribeiro Cristóvão na SIC e na RR, tento vislumbrar na sua retórica de cumentadeiro de pacotilha ou no seu fácies enxofrado, sinais que indiciem se o dito cujo tem ou não cumprido com a toma das gotas, pressupostamente de gingko biloba (prescrição habitual nestes casos), no horário correcto, nas vezes necessárias e nas doses terapêuticas recomendadas.

 

Ora, o que me é dado ver, é que o homem continua a disparatar à toa, e então quando se trata de assuntos do Benfica, até parece que ingeriu uma zurrapa qualquer, tal a descarga verbal e biliar, rancorosa, precipitada, truculenta, tresandando um hálito anti-Benfica pôdre e desconchavado.

 

Primeiro foi a Taça da Liga. Que assim, que assado, frito e cozido, dizendo cobras e lagartos, desvalorizando a competição e o seu desenho, mas nunca apresentando alternativas. Logo que o Benfica foi eliminado, virou as agulhas, mudando o discurso, cantando loas ao Braga, não beliscando o torneio.

Depois disso tem marrado com as exibições do Glorioso, menosprezando a importância da Taça de Portugal, ou agoirando e arengando como uma coruja velha e decrépita sobre o primeiro lugar do campeonato e sobre a condição física dos atletas Benfiquistas, ou ainda tentando amesquinhar a prestação do Benfica na Europa League, tratando esta competição europeia cada vez mais prestigiada, como se ela fosse a Taça da Malha dos Corticeiros de Alguidares de Baixo, desvalorizando os adversários, desde a Champions (Celtic, Spartak) até ao presente (Bordéus e Newcastle e assim por diante).

 

Ribeiro Cristóvão tem-se prestado a um triste papel. Protagoniza um velho pateta, ressaibiado, bolçando uma baba nojenta, exalando um cheiro fétido a merdunça verde e ressequida, arengando patacoadas sem sentido.

 

A última foi o cumprimento entre Jorge Jesus e Paulo Fonseca no final do jogo de ontem, entre o Benfica e o Paços.

Esperei pelas imagens do fim do desafio para tirar dúvidas e elas foram elucidativas. Jorge Jesus estava muito atento a algo que se passava dentro do relvado e nem se apercebeu, no imediato, da proximidade do Paulo. Logo que isso aconteceu, estendeu-lhe a mão, correspondendo à iniciativa do seu colega, cumprimentando-o, como foi óbvio nas imagens. Foi uma saudação rápida, fugaz, devido a circunstancialismos diversos, mas que nada teve de incorrecto ou de grosseiro, até porque o Paulo e o Jesus se conhecem bem e dão-se normalmente, tendo até o treinador do Paços em outras ocasiões tecido elogios a JJ.

 

Cristóvão descobriu aí algo de transcendental, para preencher os seus comentários com mais umas baboseiras, mas não houve nada. Só houve sim, o delírio e as manifestações de senilidade degenerativa e galopante de quem já há muito deveria ter calçado as pantufas, fazer o devido repouso e os tratamentos adequados em casa, saindo por exemplo, nestes dias, para apanhar um bocadinho de sol e ver passar os comboios e as mulas da ordem, aproveitando também para ir à mercearia da esquina comprar um chá de barba de milho para o ressaibo, uma nova escova de dentes e uma elixir eficaz para lavar bem a boca.

 

Mas ao que parece, nem o gingko biloba nem outra porcaria qualquer lhe fazem efeito nenhum. É um caso perdido. Incorrigível, sem cura!

 

Que pena eu tenho do gingko biloba!

 

GRÃO VASCO

 

13.4.13

A noite de Newcastle



Ontem, aos 71 minutos do Newcastle-Benfica, lembrei-me da maldita profecia de Guttman. Alan Pardew treinador dos Magpies, num mind game muito subtil, tinha acertado no seu prognóstico – o Newcastle United acabava de fazer o temível 1-0 a 20 minutos do fim do jogo e seguindo o seu vaticínio anunciado na véspera, se isso acontecesse, o Benfica acabaria por ser eliminado.

 

Ajoelhei e rezei!

 

Temendo uma hecatombe e um desastre irreparável, não quis ver e ouvir mais nada a partir dos 10 minutos de jogo. Estava a ser demais para o meu coração – duas oportunidades perdidas, logo de início e lá vieram logo as más recordações de outros tempos à minha memória. O Glorioso a jogar, a ser melhor e a desperdiçar, com os adversários no imediato, a “matarem” o jogo, e mais uma vez, inglòriamente, a dizermos adeus à Europa.

 

Pois nesse preciso minuto 71 do tempo de Newcastle, a angústia passou a terror, com os meus Diamantes Gloriosos a chegarem à porta de casa, a verem-me deambulando, perdido, estrada acima, estrada abaixo e um pouco acabrunhados e receosos a terem de me dizer:

- “Pai, estamos a perder 1-0!”

 

Fiquei completamente estarrecido!

 

Subimos e cada um foi para o seu quarto. Mergulhei numa escuridão, por momentos transformada numa grande incógnita. Guardei com força a pequena imagem da Santa entre as minhas mãos e roguei por aqueles bravos rapazes que envergando o Manto Sagrado, dignificando-o, lutavam juntamente com um pequeno exército contra 50.000 + 11.

 

De minuto a minuto, ouvia algumas exclamações de ansiedade e de temor dos meus Diamantes.

- “Já fomos?!?” – perguntava eu, completamente atordoado.

- “Não pai, foi por cima!” – dizia o mais velho.

E logo continuava:

- Ó pai, nem te digo! É agora, oh, pá…! O livre é perigosíssimo!

- “Então? Já marcaram?” – lá estava eu numa aflição medonha.

- “Ena pai, o Artur defendeu! Difícil, mas defendeu! – continuava ele já um pouco perturbado.

- “Quanto falta?” – perguntava eu mais uma vez.

- “Seis minutos pai, seis minutos! – dizia ele.

 

Oh meu Deus, que eternidade!

 

Seis minutos de suspense à Hitchcock.

Seis minutos que nos podem levar aos derradeiros degraus de uma nova glória, reeditada, há muito vivida.

 

- “Quanto falta, filho?” .

- “ Estamos no 2º minuto dos descontos, hum… hum…, pai, é …é gooooooooooooooooooooooooolo! Goooooooooooooooooooolo do Benfica! - respondeu o rapaz, soltando um grito como eu nunca tinha ouvido.

 

Corro para o seu quarto e no pequeno televisor portátil, vejo, já em repetição, o Salvio a marcar.

Abraço o meu filho mais velho, aquele que supostamente é o menos entusiasta e levanto-o no ar. Sessenta e tal quilos ao primeiro arranque! É obra!

- “Como é possível, pai? Nem estou a acreditar! – exclamava ele.

- “Não estás a acreditar em quê? No golo do Salvio ou em estares suspenso no ar?” – perguntei, soltando uma boa gargalhada.

Surge o mais novo, esfusiante. Juntamo-nos os três num abraço sentido, profundo, gritando, cantando, alimentando a Chama Imensa!

- “Pai, posso levar o meu Manto Sagrado, amanhã para a escola? – perguntou o mais pequeno.

- “Veste-o já! Honra-o, porque os nossos jogadores merecem-no!”

 

A Chama está bem acesa e a esperança continua.

Depois bem, depois adormeci.

Quero voltar a sonhar! Deixem-me sonhar!

 

GRÃO VASCO

 

 

 




PS. Até 2ª feira, ninguém me fale de futebol. Estou em gestão de esforço a fazer recuperação física e mental.

9.4.13

Newcastle? Dificílimo!*



Quem conhece a cidade - Newcastle upon Tyne - sabe bem a intensidade e o fervor que a maioria dos seus habitantes dedica a um dos seus ex-libris actuais - o Newcastle United Football Club.


Em cada lugar, ao virar da esquina de muitos dos edifícios de estilo neoclássico do seu centro citadino, em qualquer pub, nas montras das lojas de venda a retalho e em muitas outras, lá está o ícone do futebol listado a preto e branco, com os dois cavalos-marinhos ladeando o castelo, símbolo do clube e da cidade, ligando a terra ao ambiente marítimo da foz do Tyne.

Na altura o seu ídolo era Alan Shearer, hoje, porventura, estarão lá os Cissés, os Sissokos ou os Tim Kruls.
Lugares que, embora com outro emblema e com outras cores, me fizeram lembrar, nessa época, no curto tempo da minha estada em Newcastle, muito da paixão dos indefectíveis adeptos gloriosos pelo Benfica.

E ainda falta falar do lugar "sagrado" desses adeptos ingleses, St. James' Park, o centro de peregrinação de fervorosos e ruidosos fãs que transformam uma "caixa futebolística" com mais de cem anos, num inferno temível.

Quem sabe o que foi Highbury Park, o estádio-lenda do Arsenal e o que são ainda estádios como Anfield Road, Old Trafford, Stamford Bridge ou White Hart Lane poderá imaginar o que é St. James' Park.

A lotação já está esgotada desde ontem - 50.000 espectadores, pouco mais ou menos. É o "preço" a pagar pelo Benfica, pelo seu glorioso nome e pelo "perfume" do seu futebol espalhado ao longo de décadas, vezes sem conta, por essa Europa fora, nomeadamente em Inglaterra. O estádio não terá a mesma moldura humana de imigrantes Benfiquistas, essa mole imensa e extraordinária, visível em Leverkusen e em Bordéus, um handicap bem british para o Benfica. Só lá estará um pequeno grupo de apoiantes. Poucos mas bons é o que se pede. E cerrar fileiras é o que se exige de JJ e dos jogadores.

O desafio será dificílimo. Intenso e duro, bem à imagem de um Newcastle-Sunderland, o derby máximo daquelas paragens do nordeste de Inglaterra.

Para 5ª feira não bastará dizer que só com o nosso jogo e com o nosso poderio técnico-táctico será alcançada a meia-final da Europa League. Não. Haverá outros condicionalismos - o tempo que fará, a atitude, a garra, a força mental na adversidade e a integridade física de todos os jogadores do Benfica, um bafo de fortuna e uma equipa de arbitragem isenta, a começar pelo juiz da partida.

E a pandilha de fanfarrões que pela blogosfera Benfiquista fora, se farta de falar no "marquês", no "rolo compressor", "cilindros" e demais parvoíces e basófias, mas que quando surge um resultado ou uma exibição menos bons, logo vêm despudorada e estùpidamente malhar na equipa, técnicos e dirigentes, como se estivessem a fazê-lo nas suas mulheres ou nos seus filhos, que tirem o cavalinho da chuva, pois este desafio será imprevisível!
A talhe de foice, direi que esta é uma corja perigosa que pulula no Benfica, um bando de inconscientes, ervas daninhas e sanguessugas, que publica posts absurdos e demenciais, inclusivé, ganhando dinheiro com publicidade no blogue, que quer queiramos quer não é à custa do Glorioso, e aos quais não reconheço autoridade moral, nem princípios e qualidades para se constituirem como Autênticos Adeptos Benfiquistas, ou falarem em nome do Benfica.

Mas não obstante as reais dificuldades que descrevi acima, esta é das épocas mais recentes, aquela em que o Glorioso Benfica tem fortes possibilidades de alcançar um ceptro europeu, mesmo com as presenças de equipas como o Chelsea, o Tottenham, o Fenerbahçe ou a Lazio.
Será fantástico para todos Nós, Benfiquistas, em especial para os mais jovens, que o Benfica, nos tempos que correm e num contexto futebolístico europeu e não só, cada vez mais complexo, não desperdice esta rara oportunidade que se lhe depara.




É mais uma ponte que teremos de atravessar. Data de 1928 e é a célebre Tyne Bridge que a par de uma conhecida marca de cerveja local e do clube de futebol são hoje os principais ícones da cidade de Newcastle.
Em frente Benfica, em frente Campeões!

* ao contrário do que o "especialista" Joaquim Rita disse "categòricamente", há semanas atrás, de que o Benfica era o indiscutível favorito perante esta equipa inglesa, eu não sou da mesma opinião. Sabemos todos porque Rita o faz. Desta maneira será sempre mais fácil, no caso de eventual eliminação do Benfica, malhar forte e feio e dar azo às lúgrubes e agoirentas patacoadas de achincalho anti-Benfica tão características destes lagartinóides que chafurdam na nossa CS. Eles estão à espera de um desfecho negativo do Glorioso como selvagens mabecos famintos. Não se esqueçam!


GRÃO VASCO

8.4.13

ECOS DA SEMANA (I)


O Nuno Luz é o que está com a bomba da asma na mão, o Marçal o mais gordo, o Baptista é o do “contra” e o Rosado o que olha fixamente as pedras da parede…

 

MURO DE LAMENTAÇÕES

A tecnologia avançada e o progresso científico têm permitido que quase todas as semanas se visualizem fenómenos que até ao ser humano mais céptico ou desatento causam estupefacção.

Pois na noite da passada 5ª feira, no Estádio da Luz, assistiu-se em directo, via TV-SIC, a uma ilusão de óptica, que nem David Copperfield, o mágico, se atreveria a exibir no seu melhor espectáculo – os postes esquerdos das balizas transformaram-se numa réplica, ainda que muito tosca, do Muro das Lamentações de Jerusalém.

Durante os noventa e tal minutos do jogo entre o Benfica e o Newcastle, para lá das bolas rematadas por Cissé, ali bateram com as suas boçais e respeitáveis cornaduras, o Luís Marçal, o Nuno Luz, o Jorge Baptista e o João Rosado, enquanto o Calado, já na fase de rescaldo, se entretinha a descascar, a trincar e a sacudir pevides de melão, justificando assim a retribuição de mais uns “euritos” pelas patacoadas de circunstância.

“Já está o segundo!” – exclamava, quase em delírio, o alarve do Marçal, enquanto a bola, não lhe fazendo a vontade, era caprichosamente desviada pelo guarda-redes do Glorioso para o poste esquerdo da baliza do topo sul, seguindo depois para as suas mãos.

Pimba! Lá começaram as marradas nos postes daquele bando de cretinos. É que já estava mesmo a ver aquela corja toda de chapéu de rabino na cabeça e de tranças no cabelo a dizer mal das suas vidas…

 

Mas para além deste episódio, como é que foi possível à Antena 1, deslocar o “pastelão de Contumil”, o inefável Queirós, da Palermo portuguesa para a Luz em Lisboa, para comentar os jogos do Glorioso, não só o do Newcastle como o do Rio Ave, que também teve a sua assinatura?

Será que o Rita, essa brilhante luminária, doutorado em futebol teórico-filosófico pela Universidade Rompe & Rasga, sita em Coito das Mulas, terá sido destacado pela estação radiofónica para Pyongyang, com o objectivo de analisar a “velocidade genética” de Labyad (foi das melhores bacoradas que já ouvi a este gajo…) à luz da tecnologia ultra-rápida dos mísseis norte-coreanos, ou estará em convalescença das constantes diarreias mentais que vai debitando aos microfones da Antena 1, jornada após jornada?

 

E assim se vai construindo um muro de lamentações que fazem desta trupe, complementada com Rui Santos e os últimos abencerragens Fernando Correia e Ribeiro Cristóvão, o bando dos maiores trastes que até à data passaram pelo futebol das TV´s em Portugal (o Hugo Gilberto, o Conduto e mais algumas avis raras pertencem a outra estirpe, bem mais perigosa…)

 


O PATRIOTEIRO DE CÁCÁRÁCÁ

Nesta semana que passou, a ridicularia ultrapassou os limites da razoabilidade e do bom senso. Foi doentia.

É no mínimo abusivo que Fernando Correia como comentador da TVI ao jogo Real Madrid-Galatasaray sublime as suas frustrações lagartinóides com odes patéticas ao clube espanhol e a C. Ronaldo, tomando-o como o “nosso C. Ronaldo”! – Como?!? O “nosso”?!? Seguramente, dos Benfiquistas é que não é, para mais a mais, depois de ter levantado o dedo do meio ao sócios e adeptos Benfiquistas que se encontravam na bancada do Estádio da Luz, num célebre jogo entre o Benfica e o Man. United – numa representação balofa e apalhaçada, exemplo típico de um patrioteiro saloio, alagartado e por conveniência, que ao mesmo tempo que se dedicava a mais um encómio ao presunçoso madeirense, ignorava pura e simplesmente Fábio Coentrão, relegando-o e postergando-o para as caxinas “estrangeiras” de Vila do Conde.

 


UMA CLOACA ON LINE

O record das pêtas on line, na galeria de fotos referente ao jogo entre o Benfica e o Newcastle, teve o desplante de das 13 (treze) exibidas, colocar 5 (cinco) sobre o golo dos ingleses.

Já não é a primeira vez que este tipo de coisas acontece. Sabemos que a azia é muita, mas falta-lhe honestidade intelectual.

Esse espaço on line ou em papel é um lugar de merda. Os Benfiquistas devem ter cuidado quanto aos sítios que pisam. É que esta trampa é mesmo verde, e agora, depois de eleito o novo xerife do fosso é sempre a aviar, com promoções da academia a granel…

 


OLHÃO JÁ ESTÁ…

Os receios eram fundados, pois Hugo Miguel é um malabarista perigoso e as algaraviadas nesta semana tinham sido muitas, começando no “amigo” dos 288 mil euros e acabando nas nomeações. O Benfica ultrapassou mais um obstáculo, mas o terreno até ao fim do campeonato está todo armadilhado. Veremos quem estará na Luz no Paços e depois contra o lagartêdo. Se tudo correr bem, isto é, se nos apurarmos para a final da Taça de Portugal e vencermos no domingo a seguir, é certo e sabido que teremos um “presente envenenado” no Funchal (um Sousa ou um Soares Dias no jogo contra o Marítimo).

  




O SONHO DA EUROPA E O GARÇON DE SECLIN

Para já, teremos a “operação Newcastle”, numa cidade e num estádio que respiram futebol por todos os poros, ou não o tivesse eu constatado aqui há alguns anos atrás numa curta estada num fim-de-semana de trabalho.

Avancemos para 5ª feira, com as devidas precauções, mas também com a firme convicção de que poderemos confiar nos nossos brilhantes jogadores e seguirmos em frente na Europa League.

No entanto deixo um alerta - da UEFA e de Collina e Cª, que não enviem uma encomenda igual àquela que apareceu na Luz - Antony Gautier, o garçon de Seclin, cidade do norte de França, que mesmo assim, ainda se prestou a um “servicinho” esmerado em favor dos ingleses do Newcastle, prejudicando notòriamente o Benfica. Este malabarista do pífaro começou na 3ª categoria em 2010, subiu para a 1ª em 2011, e de repente foi-lhe atribuído um jogo da fase de grupos da Champions League, bastando assim um ano e meio para alcançar o grupo de elite dos árbitros da FIFA e da UEFA.

Para que conste…



GRÃO VASCO

5.4.13

Algaraviada, isidoros e quejandos



Um dos carrascos do Sport Lisboa e Benfica da época passada - Hugo Miguel, da AF Lisboa - vai estar em Olhão no próximo domingo, no "José Arcanjo", onde decorrerá o jogo entre a filial mais meridional do fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp e o Glorioso de Portugal.

Duvido que vá arbitrar o jogo. Hugo é mais um cumpridor de promessas e um vassalo do sistema implementado pela Irmandade da Fruta a norte.  Terá sido pela não marcação do penalty escandaloso sobre o Aimar em Coimbra na época passada e que nos tirou a vitória, favorecendo os corruptos na corrida para o título, que a sua internacionalização ocorreu este ano?

Começa novamente a pairar no ar o cheiro à bandalheira e às mascambilhas do costume.
Pior do que o "amigo" dos 288 mil euros e da novela do Estádio do Algarve, onde ao contrário do Glorioso, o grémio da fruta foi convidado a jogar com os isidoros azuis e broncos sediados no Algarve, em mais um promíscuo folclore de futebol, apadrinhado pelo inefável Sérgio Conceição - agora o treinador é outro e é Benfiquista, Cajuda de sua graça... - será este malabarista do pífaro, notòriamente enfeudado e comprometido com a pandilha dos cafèzinhos e dos chocolates da Madalena...

No início da semana ainda admiti esta hipótese, mas quando o vi nomeado para a pocilga do Freixo, afastei-a. Tal não aconteceu e aí está ele para travar o Benfica de todas as maneiras que puder.

Esta nomeação é asquerosa.

Mais uma algaraviada que nos pode custar muito caro!

Árbitro?!?
Hugo Miguel

Assistentes:
Pedro Garcia, Hernâni Fernandes

4º árbitro
José Quitério Almeida (perigosíssimo!!!)

Observadores:
Albertino Galvão, João Rosado

PS - Ah! Já me esquecia. 2ª feira, há proençada de escabeche na Pocilga...

GRÃO VASCO

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