29.5.13

Ninhos de vêspas



Desde o jogo com o Estoril que a sucessão de acontecimentos nefastos para o Sport Lisboa e Benfica tem-me obrigado, como Benfiquista que sou e por respeito ao Emblema Glorioso, a manter um silêncio de ouro e a ter absoluta contenção em tudo o que concerne à evolução da situação, tendo como epicentro o seu futebol.

 

No timing adequado, o tema em causa será abordado neste espaço, sem a complexidade que muitos lhe querem atribuir com mil e uma teorias conspirativas, que fazem com que um imenso rol de blogs afectos ao Glorioso, mais concretamente os seus autores, sejam candidatos a sucessores de Agatha Christie ou convidados de um casting para encarnarem a figura do inspector Sherlock Holmes em filme a estrear na Benfica TV, sobre o futuro de Jorge Jesus.

 

Ao que realmente devemos estar atentos, é ao modo como os media tentam influenciar a opinião pública com o objectivo de criar um clima tumultuoso no seio do Benfica, na sua SAD e em todo o departamento de futebol, instigando também os adeptos de todas as maneiras possíveis, tentando lançar novamente o caos, como em tempos o fizeram e que nos custou uma enorme travessia do deserto.

E nisto, o record das petas on line e em papel, leva a camisola amarela, preenchendo a frente de ataque, logo seguido do correio da manhã e de uma a bola completamente pífia a atirar cartuchadas para o pinhal à espera de acertar num melro qualquer.

 

Desconhecia que o pasquim das petas e o correio de todas as manhas, duas das mais reles e ordinárias publicações instaladas neste pobre país, assentaram arraiais há já algum tempo, junto ao Estádio da Luz. E mais, são porta com porta um do outro. Assim, é vê-los a sair do mesmo edifício – local com uma densidade impressionante de belos biscatos por metro quadrado - de braço dado. Que o digam o Alexandre Pais e o Octávio Ribeiro, dois espécimes do piorio nas jogadas subterrâneas contra o Benfica, bem patentes na falta de qualidade das suas vergonhosas croniquetas, permutadas promìscuamente nas colunas dos seus pasquins.

É um fartar vilanagem!

 

O pasquim do careca da quintarola não perde tempo desde Amesterdão. Numa guerrilha surda que dura há anos, começou com a música subversiva e perturbadora das transferências, colocando jogadores do Benfica em tudo o que é clube de futebol, desde o pólo Norte até à Antártida e fazendo aquisições por conta própria para o Glorioso, só lhes faltando falar no melhor marcador do Campeonato do Afeganistão e na estrela que despontou na liga de futebol da Mongólia. A par disto, tem-se constituído como uma agência publicitária dos jogadores do lagartêdo, colocando-os ridìculamente e a todo o instante nos píncaros da Lua, num somatório, que segundo as minhas contas fará com que na próxima época, o ceportèn tenha na equipa principal qualquer coisa como trinta a quarenta ronaldos e vinte nanis, para serem exportados para o Real Madrid, Barcelona, Bayern, Chelsea, Arsenal, Manchester, Zenit e agora também para o Mónaco, aliviando assim as suas contas falidas, pois segundo o novo chefe da chafarica do fôsso, não haverá mais negócios com o Benfica?!? e com os corruptos do Freixo. E em relação aos corruptos nem piam! Só elogios e bem escrutinados antes de serem publicados, com historietas de meninos – os 31 anos da maior fraude futebolística deste país, é disso um triste exemplo - para enganar os incautos.

 

Com a derrocada de JJ, trataram de chamar a terreiro parasitas, papagaios e aves de arribação do Benfica.

O nível do pasquim é conhecido. Assobiaram à fauna e lá vieram os espécimes a correr, arfando, na ânsia mórbida de ferrar as alfinetadas do costume.

Rangel, por exemplo…, atira mais umas patacoadas à toa, um efeito secundário resultante da incapacidade de digerir uma valente “tosa” nas últimas eleições do Benfica.

Veiga, um boçal originário do antro corrupto, ressaibiado pelo chuto no traseiro que levou de LFV, continua a lançar o veneno em que se transformou o champanhe emborcado há anos na barraca de praia azul e bronca do Luxemburgo quando comemorava as derrotas do Benfica.

Figueiredo, um papagaio carregado com pilhas Duracell e figura alegórica da Linha, ainda envolto nas célebres fumaças dos charutos cubanos saídos de caixas importadas a 15 mil e tal euros dos “saudosos tempos” da novela pimba e prieta, “Damásio & Margarida”, pede castigo severo para Cardozo.

Berardo reaparece, borrando mais um quadro da sua colecção.

José Augusto não se contém e zás!, toca a malhar no Óscar a troco de algumas bejecas e de uns salgadinhos, enquanto vê finais europeias e outras, junto do inefável Pedro Gomes e quejandos.

Bruno César caga lentilhas directamente das Arábias.

 

Tudo isto e muito mais, num pasquim, ou melhor, em pasquins que há muito se transformaram em ninhos de vêspas.

 

Quanto a estes, as autoridades sanitárias, para reduzir o perigo que constituem, recorrem a maçaricos, numa queima rápida e eficaz.

 

Em relação aos outros é uma questão de experimentar…

 

 


GRÃO VASCO


24.5.13

A “Oprah” da Madalena



Deprimente e obscurantista.

Assim classifiquei um arremedo de entrevista que foi para o ar na RTP1 e RTP informação, pelas 21 horas de ontem, mas que só ouvi horas depois na internet, pois recuso-me a contribuir para audiências de uma estação de TV à mercê de uma corja do piorio que há muito vem infestando e destruindo este país.

 

Quem não tivesse visto as imagens como eu, admitiria estar a ouvir uma conversa de pé-de-orelha entre o presidente da filarmónica “Os Piçalhudos da Madalena” e a afamada jornalista Mijardina da Anunciação Mouquinho da estação televisiva da Merdaleja, tal foi a cumplicidade e a bondade das perguntas, acompanhadas por uma teatralização ridícula e enfadonha, de conveniência, protagonizada pela autora de tamanha encenação.

 

Tal como Mijardina Mouquinho, Fátima Campos Ferreira (FCF) passou os três quartos de hora que durou aquele mísero espectáculo, a branquear, a enaltecer a mediocridade, o primarismo, o malabarismo provinciano de um vendedor de banha-da-cobra de terceira categoria, tentando transformar uma figura sinistra num anjinho papudo.

 

Começou como sempre, com o Benfica na ponta-da-língua e citou-o uma dúzia de vezes durante a pseudoentrevista.

 

Por norma, pois não aprecio aquele estilo, não vejo os programas desta fulana. Um estilo parolo e exibicionista de alguém, séria candidata a uma Oprah de pacotilha.

 

No tempo da “outra senhora” tivémos muitos programas assim e o OMO ou o TIDE ficar-lhe-iam muito gratos se FCF tivesse mudado o nome do entrevistado para uma marca de lençol lavado com um desses produtos, pois a mulher mais parecia uma lavandeira da Ribeira de Palermo do que uma profissional de informação.

 

“A branquear desde 1893”, bem poderia ter sido o título da rubrica.

 

O labrego esteve também como sempre. Com uma inocente gravata azul-bébé a debitar piadas canalhas, mentiras, evasivas, estimulado por uma entrevistadora que se entreteve, em muitos momentos, a fazer o papel de uma ingénua e debutante investigadora, tal qual uma qualquer alcoviteira da Cedofeita, perguntando-lhe por exemplo:

- “Ó Jorge Nuno (Jorge Nuno?!? Como?!? Que promiscuidade e intimidade são essas?!?) como é que gosta de António Nobre (poeta), se ele é um “vencido da vida”?

- O senhor, apaixonado pelos seus próprios princípios…(quais princípios, mulher? Será que foram as bofetadas na Filomena, a sova na Carolina, ou a fruta do Calor da Noite, ou ainda a fuga de um cagarolas para Santiago de Compostela?).

 

Sob um manto diáfano fantasioso e ilusório, quase que por encomenda, FCF aludiu cândidamente à mãe do dito cujo, aos pitos caseiros, à poesia, à literatura, a António Nobre, rematando com um “graças a Deus que pôde escolher os médicos que o operaram!”

 

Fátima Campos Ferreira, como de outras vezes, com o mesmo personagem, prestou-se a um papel indecoroso. Vestiu a camisola do entrevistado e jogou ao lixo a sua função de profissional séria de informação.

No bolso do seu casaco ficaram questões como o penalty fantasma em Paços de Ferreira que abriu as portas do título à agremiação corrupta, as agressões a colegas seus de informação, alinhados e não-alinhados, as amantes e as alternadeiras que têm andado de braço dado com as contas na Suíça, os criminosos que eram visita de casa do dito cujo, as ligações promíscuas com empresários de deusas e prostitutas e um relambório de perguntas que não teria fim…

 

Enfim, FCF ontem, limitou-se como boa aluna que é, a limpar mais porcaria, fazendo a triste figura de uma “limpa-rabos” a prazo e durante 43 minutos.

 

No entanto, algo foi dito que importa reflectir:

- “Nada se faz sem dedicação e sem paixão…”

 

… Mesmo que para isso se tenha de imitar Al Capone, digo eu.

 

GRÃO VASCO


23.5.13

Condecorado




Jorge Sousa, malabarista do pífaro, conhecido nos meios da bola pelo superdragão do Lordêlo, foi o escolhido pela sociedade Bitó & Antonino para a final do Jamor.

 

Lá vai outra vez o Benfica ter de jogar contra 14!

 

Convém lembrar aos mais esquecidos que Sousa é um dos árbitros de estimação da AF Porto. A Alma Parda azul e bronca que preside àquela entidade nauseabunda – “oh filha, mas ele ainda ficou a falar…” (referência à sova em Ricardo Bexiga, ex-vereador da câmara de Gondomar, segundo Carolina Salgado) – já tratou de tudo há muito tempo com as respectivas homenagens e a mais recente condecoração (medalha de mérito classe de prata da AF Porto, conjuntamente com Bertino Miranda, fiscal-de-linha também nomeado para o jogo).

 

Assim, a probabilidade de o Benfica vencer a Taça de Portugal desce para metade do valor anterior.

O último jogo entre o Benfica e o V.Guimarães apitado por Sousa, foi na Luz em 14/03/2009 e teve como desfecho 0-1 para os minhotos…

 

Dirigentes, treinador e jogadores que se cuidem, porque por este andar nem o troféu de consolação trazem para a Luz…

 

 

GRÃO VASCO


22.5.13

O camelo do João Gobern



http://www.rtp.pt/play/p326/e117843/pano-para-mangas

 

Impante na atroz e desesperante infantilidade urbana da sua isenção de profissional da informação e tenrinho como as nutridas carnes do seu lombo piramidal, o camelo do João Gobern resolveu, vá lá saber-se porquê, convidar formalmente o camelo do Carlos Abreu Amorim para um passeio pelo Magreb.

 

O périplo foi tão amistoso e tão cordial, que o camelo do João Gobern presenteou o seu homólogo do Freixo com uma bela jantarada à luz da lua, onde não faltou sequer o couscous, a tagine e o brinde com chá de menta, especialidades gastronómicas locais que tão bem se enquadraram nessa idílica e inesquecível noite no deserto. Só faltaram umas fleumáticas fumaças pós-prandiais de tabaco mesclado em mel, a sair dos tão afamados cachimbos de água.

 

Grandes camelos, sim senhor!

 

O camelo do João Gobern nem sequer levou a mal as diatribes e os abusos de linguagem tresandando a ódio, que o camelo do Carlos Abreu Amorim bolçou a noite inteira. Porventura não o ouviu nem leu convenientemente – no deserto, o barulho é infernal e a noite escura como o (a)breu. Afinal, como camelo isento que é, esquecendo-se da sua condição gloriosa, preocupando-se mais com a defesa da sua avantajada imagem do que com a verdade, tudo aquilo não passou de mais um fait-divers de um camelo provinciano em busca de fama em paragens sub-magrebinas.

 

Mas, bem vistas as coisas e depois de tudo o que aconteceu, o camelo do João Gobern perdeu uma boa oportunidade para estar calado. Tal como muitos que se preparam para as longas travessias no deserto do Saahara, meteu água. Mas foi tal o exagero que até o camelo do Carlos Abreu Amorim se riu de tanto salamaleque e de tanta estupidez de um camelo engraçadinho.

 

Como sempre, um camelo fracote, irrecuperável, a dar uma no cravo e outra na ferradura. Os Benfiquistas, os Autênticos, dispensam a sua condição.

Não sei se os camelos dão banho aos cães, mas é uma boa altura de ir fazê-lo, de preferência para o deserto…

 

 

GRÃO VASCO


21.5.13

O ódio de um javardo



Falar do “Macaco” dos superdragões ou de Carlos Abreu Amorim é exactamente a mesma coisa.

 

O ódio, a linguagem ordinária e insultuosa e as atitudes rasteiras que ostentam, ao falarem do Sport Lisboa e Benfica e dos Benfiquistas, revelam um complexo provinciano do qual jamais se libertarão. Presos a essa cegueira doida que lhes tolhe o bom senso e o equilíbrio mental, destilam barbaridades, ofensas e mentiras.

E bem à imagem de um país de miseráveis e oportunistas continuam impunes.

 

Na realidade, a distância entre o Porto e Lisboa ainda é significativa, mas curiosamente, aquela que separa o deputado Amorim que representa esse círculo na capital e um marginal da Palermo portuguesa, que não o Porto bem portuense ou tripeiro, é em rigor nenhuma. Andam de braço dado.

Ambos cultivam as alarvidades, as chicanices e as bastardices.

 

As javardices de uma trupe que não sabe perder e muito menos, ganhar, teve agora mais exemplos. Amorim é mais um.

 

Ao ler o chorrilho de insultos nos escritos desse mentecapto que consecutivamente têm vindo a lume na blogosfera e em alguns dos seus artigos manhosos em diversas publicações, lembro-me sempre da portentosa “sêmea” com que um simples negro - que tranquilamente via a transmissão de um jogo de futebol num centro comercial – despachou mais um dos javardos dessa estirpe batoteira e arruaceira que ousou desafiá-lo e provocá-lo.

 

Amorim, descarado e divisionista, usa a demagogia e a mentira numa violência (verbal) escrita, inconcebível, insultando os portugueses do sul apelidando-os de “sulistas”, benfiquistas nortenhos que “no seu tempo do liceu nem saíam do armário”, aludindo a Franco e a Ceaucescu, colando-os ao Benfica, revelando uma filha-da-putice própria de um javardo complexado (aqui sim, de uma forma insidiosa e malévola) – seria caso para lhe perguntar o que é que ele pensa da coacção, da chantagem, das ameaças, da mordaça, da polícia que encobre criminosos e permite a fuga dos mesmos para Santiago de Compostela, de ministros que escondem processos na gaveta, de Ângelo César e de Urgel Horta antigos dirigentes do seu querido grémio conotados com o Salazarismo, fazendo a saudação fascista e ladeando o General Carmona, então presidente da República Portuguesa no regime da ditadura, e das escutas telefónicas do Apito Dourado, em suma de uma pouca-vergonha, de uma promiscuidade, de um lamaçal nojento e conhecido em todo o Portugal e em toda a Europa, que grassou e grassa na sua terra e no seu corrupto clube, quer neste regime, quer no anterior - eivado de um ódio feroz, falando em “insídia, insulto, clube de bairro e arrabaldes”, dirige-se agora aos magrebinos, numa nova atitude insultuosa raiando a xenofobia e a demência.

Amorim não merece consideração de ninguém. Amorim é mais um dejecto demencial que infelizmente vai poluindo o Douro e as praias da sua foz. Sabemos por quem é aplaudido. Por uma corja de desdentados, analfabetos, boçais, ignorantes, prevaricadores, emplastros, paineleiros e ex-paineleiros, oportunistas políticos, enfim, uma ralé que culmina na escumalha que circunda um canalha que um dia enganou o papa levando uma comitiva a condizer e uma amante disfarçada de afilhada ou sobrinha com a conivência de algum clero prostituído sito na freguesia das Antas e afins, circunscrita ao Freixo e que para mal de alguns, se intitula portista.

Felizmente, Portuense é que esta trupe de javardos não é!

 

Mas pode ser que um dia os magrebinos apareçam, tão tranquilos como aquele bendito negro que fez justiça pelas próprias mãos.

É que a impunidade não é para sempre e para uma avantesma deste calibre que faz do insulto e da instigação ao ódio e à violência, e ao divisionismo entre o Porto que ele quer (e que ele pensa que representa o Norte) e o resto do País, atacando sempre e de diversas maneiras a capital (não a regionalização, que é bem diferente) a sua arma de arremesso e a sua bandeira, nada melhor que o “chicote” da Sharia.

 

GRÃO VASCO


20.5.13

Parabéns, Caro Óscar!



Caro Óscar,

 

Hoje chegaste aos trinta!

 

Admiro-te como jogador e mereces que a vida te sorria sempre!

Ainda há pouco tempo fizeste-me reviver os tempos gloriosos de 60, quando após teres marcado o segundo golo do Benfica frente ao Fenerbahçe, num gesto de enorme querer e de uma vontade indómita de vencer, pediste a bola ao Lima que a foi recolher ao fundo da baliza turca, agarraste-a com determinação e conjuntamente com o teu companheiro de ataque vieste colocá-la no centro do círculo de jogo.

 

Não vou esquecer-me desse gesto, isso não!

Não vou esquecer-me de ti, prostrado no Amsterdam ArenA, chorando a sorte madrasta de uma derrota injusta e cruel, tu que tanto fizeste para que as nossas lágrimas tivessem sido de alegria.

 

Não te esquecerei, Óscar. Foste e és – e espero que o sejas por mais anos - depois de Eusébio, aquela referência que tenho como grande goleador do Benfica. E toma nota, tenho o dobro da tua idade e já vi muitos avançados e goleadores passarem pelo Benfica, sem desprimor para eles.

 

Obrigado Óscar!

Que tenhas tudo de bom o que a vida tem para te dar!

E saúde, muita saúde e muitos anos de vida e para tua família também!

PARABÉNS!

 

 

GRÃO VASCO


Que fazer com este gajo?




Simples!

 

Pedir à Alma Parda do Freixo, ex-guarda prisional e advogado dos criminosos da Palermo portuguesa que o condecore, tal como já fez com outros, pelos serviços prestados à Corja Corrupta do Freixo, vulgo fcp.

 

Nem Ronald Biggs, uma das “estrelas” da quadrilha que em Inglaterra, em 1963, assaltou o Comboio-Correio, teria feito melhor ontem, em Paços de Ferreira.

 

Calabote ao pé deste gajo seria beatificado!

 

 

 

GRÃO VASCO


19.5.13

O crime compensa



Trinta anos a roubar, trinta anos a trapacear, trinta anos a chantagear, trinta anos a corromper – isto é o fcp, o fruta, corrupção & putêdo.

 

E é assim que um bando de javardos às riscas azuis e brancas, fez do futebol português o que é hoje - um lamaçal.

Esses javardos têm nome. Nós e a Europa sabemos quem são. Sabemos que agem como criminosos impunes, em nome do ódio, usando o truque rasteiro, a ameaça, a agressão, a chantagem, a corrupção.

 

Ganham sujo, sem mérito algum.

 

Enfim, um bando de patifes e safardanas para os quais vale tudo.

 

Depois destes, os promíscuos. Coniventes na chafurdice que grassa impunemente num país onde o crime compensa – os árbitros. Essa casta reles e vassala da corja do Freixo, comprometida até à raiz dos cabelos e que faz gato-sapato de gente séria e da verdade desportiva.

Se há campeões da aldrabice, estes sim, merecem a Taça do Campeonato da Liga.

 

Duas notas finais. A primeira para dois lagartinóides anti-Benfiquistas primários – “Costinha & Inácio despromovidos”, num título que até daria um bom filme. Parabéns pela vossa competência. Conseguiram despachar mais duas equipas para a divisão secundária.

A segunda para a formidável prestação do lagartêdo – a sua classificação atingiu um record nunca igualado pelo seu ódio de estimação – 7º lugar.

 

Sigamos para a Taça de Portugal, de preferência sem execráveis como Hugo Miguel.

 

GRÃO VASCO


17.5.13

"A nossa hora vai chegar"




Mais de duas décadas depois, o Sport Lisboa e Benfica regressou aos grandes palcos do futebol europeu como finalista da Europa League.

O percurso íngreme - após um longo período de ostracismo, convulsões internas, inúmeras dificuldades financeiras e de uma grave crise de liderança que o colocou à beira do abismo - tem sido feito a pulso, por um trilho difícil, armadilhado e recheado de escolhos, mas sempre com aquela Chama Imensa personificada num Benfiquista simples, homem de negócios bem-sucedido, com uma vontade férrea e uma ampla visão dos novos tempos, que num trabalho ciclópico ao longo de dez anos, repôs o Benfica nos patamares de credibilidade e grandeza que foram sempre seus por direito próprio.
Esse grande e sério timoneiro é o presidente do SL Benfica, Luís Filipe Vieira.

As boas performances do clube nas provas da UEFA têm inequivocamente confirmado esse bom caminho, que num futuro próximo dará os seus frutos e por consequência os títulos europeus que todos os Benfiquistas há muito ambicionam voltar a comemorar.
Pois não é por acaso que nesta época de 2012-2013, os Benfiquistas têm vivido e comungado de emoções semelhantes àquelas que muitos viveram nos anos 60, em que o Glorioso se transformou no maior colosso da Europa do futebol.
E no dia 15 de Maio deste 2013, o Mundo e o Velho Continente renderam-se mais uma vez ao nosso futebol recheado de arte e talento, fechando-se assim mais uma nobre página no rico historial do Benfica.
Com uma ingrata passagem pela Champions League, onde jogou com o Barcelona de Messi, o Spartak de Moscovo e o Celtic de Glasgow, transitou para a Europa League.
E assim, esta época europeia ressurgiu num ápice nas neves de Leverkusen onde tudo melhorou com uma aspirina “made in” Bayer, passou pela auto-estrada e vinhêdos de Bordéus dizendo “au revoir” ao Girondins e degustando um bom “cabernet-sauvignon”, fez escala em Newcastle, apeando o United numa noite memorável e “hitchcockiana”, acabando por desembocar num inferno turco, que ficou conhecido pela Batalha de Istambul, a penúltima paragem antes de Amesterdão.
Só faltava carimbar o passaporte para terras holandesas. E uma semana após a derrota no ambiente fervilhante do Şükrü Saracoğlu, onde se deu esse feroz embate com os turcos, o Benfica, puxando dos seus galões, acabou por eliminar o Fernerbahçe com uma exibição de luxo em mais uma noite inesquecível na Luz.
Estava assim desbravado o caminho para mais uma final europeia. A 9ª em 52 anos.
O Benfica encheu as bancadas do Amsterdam ArenA de indefectíveis adeptos e do relvado surgiu o perfume do seu futebol, pleno de fantasia, técnica e classe, mas cruelmente, o Destino quis que fosse o outro finalista, o Chelsea, a sagrar-se campeão do torneio.

Quanto ao desfecho, dizem os místicos, que o fantasma de Guttmann e a sua maldição passaram por lá, aos 90´+2´ de uma final que o Benfica tanto fez por merecer e por ganhar. Para os cépticos, foi obra do acaso com muita azar à mistura.
Seja como fôr, foi um bom augúrio para o futuro.


GRÃO VASCO



14.5.13

Não Guttmann, desta vez não!



Meu Caro Guttmann,

 

É em Amesterdão. Amanhã. Não te esqueças!

 

É na tua Amesterdão, na Amesterdão onde atingiste com o Benfica, o zénite da tua carreira como treinador de excepção.

 

A tua passagem está marcada. Voarás do Areópago dos Deuses da Bola, até às bancadas do ArenA de Amesterdão, não sem que antes, num rasgo de revivalismo passes pelo Olímpico, onde te sagraste Bi-Campeão da Europa.

 

Aqueles de quem tu um dia disseste e bem – “ Chove? Faz Frio? Faz Calor? Que Importa, nem que o jogo seja no fim do mundo, entre as neves das serras ou no meio das chamas do inferno...

Por terra... Por mar... Ou pelo ar, eles ai vão OS ADEPTOS DO BENFICA atrás da equipa... Grande... Incomparável... Extraordinária... MASSA ASSOCIATIVA!” – estarão lá, logo ao pé de ti, quando chegares à cidade. Acompanhar-te-ão sempre, ao Olímpico, ao ArenA e quando abençoares aquela Taça, diferente das tuas, mas hoje, tão importante como elas…

Depois, no jogo, serás mais um. Especial, mas só mais um. Só. Sem a verrina e sem os remoques de outrora. Afinal, hoje já não precisas do dinheiro para nada – coisa de que tu gostavas mais do que um saboroso chocolate – e bem sabes os sacrifícios que os dirigentes do Benfica fizeram nessa altura para te conseguir pagar o prémio pela vitória do Bi-Campeonato Europeu.

 

Ah! E fica descansado quanto a esta matéria. O Vieira, em prémios, já pagou e prometeu coisa muito choruda pelo “caneco”. Portanto, já ficas a saber, em primeira mão que o JJ e os jogadores estão descansados quanto a recompensas…

 

Mais. Prometo-te que não aparecerá lá nenhuma das esposas dos teus antigos jogadores a “chagar-te a cabeça” e a dar-te mais um valente raspanete pelos “feitiços” e “mezinhas” que fazias e davas, em especial ao Costa Pereira.

 

Não pedi nada ao Bruxo de Fafe, nem à Santinha da Ladeira, nem drogas à Bárbara Emília de Coira, nem à Perpétua da Anunciação de Vila Cova à Colhoeira, mas rezei. Como rezo sempre, todos os dias. Pela crença no Benfica e pela Fé em Algo que mesmo que “as linhas estejam tortas, escreve sempre direito”.

 

Percebeste agora, Caro Béla Guttmann?

 

Amanhã serás um dos nossos. E tu, que seguraste com firmeza, mas com muita alegria e felicidade a “Taça das Orelhas” pela segunda vez em Amesterdão, ao lado de Eusébio e de Mário Coluna, vais erguer outra vez uma outra, igualmente cobiçada, junto de Luisão e Óscar Cardozo.

 

Os Benfiquistas, como sabes, honraram-te sempre! E hoje, passados 51 anos da tua derradeira vitória europeia continuam a homenagear-te e honram excepcionalmente a tua memória!

 

Chegou a hora de tu os honrares e de fazeres as pazes com aqueles que te proporcionaram a glória suprema e daqueles que como Camões citou, “te foram da lei da morte libertando”!

 

Jamais te perdoarei se o não fizeres!

 

Fica com Deus e com o Benfica!


GRÃO VASCO


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