Duas edições de duas 2ªs
feiras, 03 e 24 de Junho de 2013 respectivamente.
Na véspera de 3 de
Junho, domingo, dia 2, o Sport Lisboa e Benfica sagra-se Campeão Europeu de
hóquei-em-patins num ambiente agressivo e hostil, o já célebre antro do terror
da Palermo portuguesa, o famigerado ‘dragôum…eeee caixa’, conhecido também
pela pocilga corrupta.
Uma vitória formidável,
fantástica, depois da quadrilha do Freixo
ter feito tudo o que de mais ignóbil existe à face da Terra para condicionar
tudo e todos, inclusive a dupla de arbitragem que dirigiu a partida.
RETUMBANTE O ÊXITO DO
BENFICA, para mais a mais nas barbas do maior bandido deste país.
O que é que o pasquim
canalha do ‘record’ fez na edição do dia seguinte?
Na capa desse dia, uma
pequena notícia, minúscula.
Ontem, a reles seita de
futsal do fôsso do lagartêdo, com uma
ajuda escandalosa da arbitragem – em todos jogos do play-off assim foi, mesmo com o Benfica batendo-se de igual para
igual e já descontando a impunidade da entrada assassina de um fulano, guarda-redes,
que acabou por partir a perna ao jogador Benfiquista, Vítor Hugo, e que já tinha
provocado uma lesão grave ao Arnaldo, ex-jogador e capitão da nossa equipa de
futsal, com uma entrada semelhante - lá ganharam um título nacional igual a
tantos outros, mas, não esqueçamos, marcado por uma roubalheira infame por
parte de uma corja escabrosa que mesmo na Luz tem actuado sempre com um incrível
descaramento, sem que ninguém ponha cobro a este despautério.
Pois o que é que
observamos hoje na capa do ‘record das petas’?
Simplesmente isto! Um
destaque vergonhoso ao lagartêdo, por
um título ganho no colinho de uma cambada de gatunos equipados de negro.
Uma autêntica vergonha.,
à descarada, feita por um dos pasquins mais bastardos do país.
Continuem a comprar esta
lixeira jornalística…
Continuem!
GRÃO VASCO
Após Óscar Cardozo
empurrar inadvertidamente o seu treinador no Jamor, começaram em catadupa, os
empurrões de toda a espécie ao melhor goleador estrangeiro de todos os tempos
ao serviço do Benfica.
Tal como em tempos
bíblicos, logo vieram fariseus, vendilhões e uma corja de hipócritas
apedrejá-lo e atirá-lo à lama, num exercício torpe de mero assassinato
futebolístico. Numa classe decadente, sem princípios e sem ética profissional,
sempre ao serviço de quem lhes dá mais e de quem puxa pelas suas trelas, jornalistas,
fazedores de opinião e demais canzoada, todos num coro de fazer corar os mais
malandros escrevinhadores e palradores, lá vieram num ditame escabroso dizer – “Cardozo não mais poderá ter lugar no
Benfica!” – um refrão que ao longo deste defeso se tem repetido indefinidamente.
Mas porquê este alarido
e esta insistência?
Simples. Porque o clube
em causa é o Benfica. Pois se a “coisa” acontecesse lá para os lados da Palermo portuguesa, o pau-de-marmeleiro
ou os capangas superdraconianos tratariam de redimensionar à sua mínima
expressão, um facto tão igual a tantos outros que acontecem por esses relvados
do futebol fora.
Óscar Cardozo tem
sentido na pele a hipocrisia de uma reles e rara colecção de filhos-da-puta. Benfiquistas,
não-Benfiquistas e anti-Benfiquistas, ei-los, pregadores de uma falsa moral,
berrando e ganindo aos quatro ventos que o grande goleador paraguaio não tem
condições para continuar no Glorioso e terá obrigatòriamente de abandonar o
clube. Seja porque preço fôr.
As falsas virgens,
meretrizes da pasquinada ofenderam-se. Os prostitutos, que chafurdam às resmas,
tal como pragas de piolhos infectos ou de ratazanas de esgoto decrépitas, pelas
redacções das TV’s, rádios, pasquins desportivos e generalistas, inefáveis,
arrogando-se em juízes a la Palermo,
ditam a sentença implacável – “Óscar Cardozo jamais poderá continuar no Benfica”.
Há que abatê-lo de todas as maneiras possíveis.
E é vê-los, aos Octávios
Ribeiros e aos Ribeiros Cristóvãos deste mundo, como grilos e lagartos falantes,
lançando as suas pérfidas cabeças de fora da toca, alinhando pelo mesmo refrão.
Os Autênticos sabem bem
que este “fuzilamento” irá enfraquecer antes do mais o Benfica. Óscar tem e terá
pela frente, pelo menos mais dois anos para desempenhar as suas funções de
atacante e goleador ao mais alto nível. E nenhum clube, mesmo os de top europeu, se daria ao luxo de
dispensar uma mais-valia com o perfil do paraguaio, transformando-o de um dia
para o outro de um excelente profissional para um proscrito eternamente
condenado às galés.
O bando de mabecos que
quase diàriamente no pasquim de um execrável careca bate o record de notícias sobre a saída do paraguaio do Benfica e a
espaços, dando uma no cravo e outra na
ferradura, no diário do pançudo dos croquetes, se banqueteia em malhar,
especulando sobre o futuro do grande goleador, lá vai continuando a influenciar
a opinião pública afecta ao Benfica – ora é o Fernerbahçe, ora é o Besiktas, depois o Nápoles e a seguir
virão outros tantos – não dando descanso nem ao Clube nem ao jogador.
Vamos ver quem ganhará.
Se esta seita de bastardos e hipócritas, se o Benfica.
Por mim, como sempre,
quero que ganhe o Benfica. Mesmo com alguns custos iniciais, nós sabemos bem
quem é que ficará a perder…
Por isso quero que Óscar
Cardozo fique!
Aguardemos pois pelos
inícios de Julho e sem as habituais piruetas de um imbecil de nome Pedro Ald(r)a(b)ve,
que anda há que tempos a tentar encher os bolsos com novas comissões chorudas à
conta do paraguaio.
GRÃO VASCO
Todo o mundo ficou a
saber como respiraste essa malina peçonhenta na última jornada do campeonato em
Paços de Ferreira. A dispensa de Cícero e Hurtado do ataque pacense para dar
mais folga aos caceteiros azuis e broncos, o rastilho do passe de morte de Luís
Carlos para o autotropeção do seu “adversário” colombiano fora da grande área,
as macacadas consentidas do Josué, aquele abraço vergonhoso ao teu colega
Bitótó e as tuas declarações antes e após essa fraude que foi o jogo do Paços
de Ferreira contra o grémio da fruta,
já indiciavam que te ias atulhar na merda
corrupta de Palermo.
Para já começas a
respirar as bufas de um porcalhão que tanto se largou junto da Carolina (que
botava umas fumaças para disfarçar o cheiro), como na tribuna, na Pedreira, junto
ao Salvador (alçando descaradamente o pernil para bazar o gás comprimido), ou
ainda se cagou “em repuxo” para um candidato a camelo das Arábias – o Bitótó da mosca, que, entre duas bufas
mortíferas, foi estrofegado, levando um monumental chuto no traseiro.
E agora, já sentes o
verdadeiro cheiro?
Casa?
Pocilga, Paulo! Pocilga!
Intoxicaste-te
depressa...
GRÃO VASCO
OS ÁRBITROS
Relativamente aos
árbitros, desta vez a coisa fiou muito mais fino. É evidente que uma série de apitadeiros nacionais, neste caso no
hóquei-em-patins estão, desde há muito tempo mancomunados com a seita do
Freixo. Os tentáculos deste polvo, que é imenso, têm-se estendido para o
estrangeiro e como sabemos a prática de o grémio da fruta em aliciar esses
internacionais para festanças e mariscadas prévias aos jogos é comum e
recorrente. Entretanto, em eventos com muito maior exposição mediática, a
prática já de si suspeita, torna-se difícil de concretizar, pelo que ontem, os apitadeiros não foram na conversa e
ainda que com algum caseirismo à mistura, pautaram-se pela isenção
desempenhando um trabalho que deu garantias aos jogadores do Benfica que a
verdade desportiva não iria ser adulterada. Como corolário desta evidência, o
Benfica despachou o bando das barracas de praia, quer no ringue quer nas
bancadas, de uma tal forma categórica que nunca tinha visto na TV tanta
quantidade de mudos e cabeçudos por metro quadrado!
OS POLÍCIAS
Quando o Ministério da
Administração Interna, por manifestas diligências legítimas da parte de Luís
Filipe Vieira, presidente da maior Instituição de Portugal, AVISA os polícias
da cidade do Porto que no desempenho das suas missões não podem ser dragões e
superdragões, os dragões e superdragões deixam de ser polícias e a arruaça, a
desordem, a ameaça, a coacção, a violência, a intimidação regridem, ao ponto da
vergonhosa Comunicação Social deste país, especialmente a norte, ter o desplante
de dizer que de um sábado para um domingo, tudo isso se transformou num “fair
play” inexcedível!
O ministro, que como
todos sabemos é adepto do fcp e até
foi na célebre comitiva do grémio da
fruta ao Vaticano - onde se incluíam entre outros, Guilherme Aguiar, Luís
Filipe Menezes e um padreco promíscuo que com a sua presença “abençoava” uma
união vergonhosa - quando João Paulo II recebeu um trapaceiro, disfarçado de tio
ou padrinho, que vivia com uma descarada alternadeira
da qual foi amante até o papagaio cair no panêlo e os pêlos das suas orelhas
começarem a ser aparados por outra putéfia clandestina importada de Terras de Vera
Cruz - foi obrigado, desta vez, a pôr as autoridades policiais da cidade do
Porto na linha.
Se isto acontecer, isto
é, se a Lei e o Estado de Direito, que andam arredios há muito tempo da Palermo portuguesa e dos seus arredores,
forem defendidos e respeitados, aquilo que parece um estado dentro de outro
estado, o fruta corrupção & putêdo,
vulgo fcp, verá muito menos vitórias
e perderá muito mais vezes.
GRÃO VASCO
SL BENFICA
CAMPEÃO EUROPEU
DE
HÓQUEI-EM-PATINS
Leiam e ajoelhem,
morcões e suínos azuis e broncos, que a gloriosa procissão vermelha vai a
passar, com Séneca, Trindade, Ricardo Silva, Valter Neves, João Rodrigues,
Carlos López, Esteban Abalos, Pedro Henriques, Luís Viana, Marc Coy, Diogo
Rafael, Cacau e demais staff a
levantarem bem alto a Taça dos Campeões Europeus de Hóquei-em-patins no vosso antro
de terror, intimidatório, sujo e corrupto!
Vencemos uma duríssima
batalha, mas estamos longe, muito longe de ganhar a guerra.
A decisão do staff do Benfica de revogar a ausência
da sua equipa de hóquei-em-patins da final do campeonato europeu de clubes foi extraordinàriamente
arriscada, mas ao mesmo tempo de uma audácia louvável e inimaginável. Todos os
trunfos foram bem jogados e todas as fichas bem apostadas, num all in
impensável, no momento certo e no sítio certo. Arriscou-se tudo ou quase tudo. Até
no equipamento utilizado, que mais parecia um camuflado de guerra para confundir
ainda mais a turba das bancadas e a escumalha chefiada por um ventura azul e bronco qualquer. Mas quem
quer ganhar terá sempre de o fazer. O Benfica fê-lo. Com mestria e sagacidade suficientes
para baralhar os arautos da fina ironia e da esperteza saloia. Vi-os borrados
em muitos momentos do jogo, com as cores azuis e broncas do tecido das barracas
de praia desmaiadas e com muito respeitinho pelo Benfica.
“No fio da navalha” é
como defino todo o processo conduzido pelo Benfica que alterou por completo o
rumo dado como certo, de uma história carregada de azul corrupto que ao cair do
pano se transformou maquiavèlicamente num vermelho vivo. Os favoritos eram os
espanhóis e o grupelho do Freixo. Ambos caíram aos pés do Grande Benfica, o
Eterno Glorioso. Os media meteram o
rabinho entre as pernas e engasgados com a mesma espinha cravada nas goelas da morcanzoada terrorista do Freixo, lá
tiveram que reverenciar o nóvel campeão. Tardiamente, mas fizeram-no!
Se não estivéssemos
presentes na final, lá viria o Rei do Peido, ladeado pela netinha, dizer que já
sabia que a nossa derrota seria certa e a não comparência teria sido uma cobarde
fuga a mais uma humilhação. Que ninguém tenha dúvidas que este bastardo
incorrigível veria aí mais uma grande oportunidade para achincalhar e alfinetar
o Benfica. Mesmo assim, e perante uma derrota inapelável, um tó (neves), suíno
de uma pocilga imunda, ainda veio arengar que a “incerteza” da realização do
jogo prejudicou a sua equipa, falando de comunicados à uma da manhã (é caso
para dizer- vai dormir que o teu mal é sono). Parabéns ao Benfica não ouvi, mas
de quem viriam terá sido melhor não os ter endereçado. O nível daquela
escumalha é sempre o mesmo. Um bando de coitados pelo seu complexo de
inferioridade! Nem dormem, só a pensar no Benfica!
Os responsáveis Benfiquistas
jogaram nos limites. A equipa, quando chegou a sua vez, também. O staff deu prioridade ao desejo dos
jogadores de estarem presentes na final após o ministro da Administração
Interna ter sido chamado a intervir, garantindo ao Presidente do SL Benfica o
reforço da segurança para o jogo de hoje, e depois do CERH ter recuado, já
durante a madrugada, na sua posição inicial na questão dos bilhetes. Deste modo
os Bravos do Pelotão do hóquei
Benfiquista, imbuídos de uma vontade férrea, corresponderam, superando todas as
expectativas. O risco foi de uma perigosidade sem precedentes e no caso de
insucesso, as repercussões seriam inimagináveis. A verdade é que o jogo dos
dirigentes Benfiquistas atingiu os limites da razoabilidade e da
imponderabilidade.
Foi um suspense “hitchcockiano”
até ao golo de ouro no prolongamento. Mas todos fizeram por merecer esta
contundente e cristalina vitória que deixou aquela corja de alienados em choque
anafilático, à beira de um suicídio colectivo. Gostei especialmente de ver os
focinhos de alguns suínos com o olhar distante e errático, nomeadamente o do
maior bandido deste país e o de Pedro Gil, um porco azul e bronco que agora
chafurda noutras paragens.
Todos os media, desde a
execrável RTPalermo 2 - com os seus dois comentadores que mais pareciam dois sócios
zarolhos desdentados da agremiação da
fruta do Freixo - até ao record das pêtas,
passando pela A BOLA, afiaram os facalhões para a “matança” final.
Enganaram-se e terão de
o tentar numa outra oportunidade. Esta é uma corja de bastardos que o Benfica
tem imperiosamente de colocar em sentido.
No entanto, sabia-se que
os responsáveis internacionais pela final com a concordância do Comité Internacional
da modalidade tinham avisado a “organização” – leia-se grémio da fruta corrupção & putêdo – que a haver a violência, a
intimidação e o terror verificados no dia anterior, as consequências passariam
por severas sanções, admitindo-se inclusive a exclusão do fcp das provas internacionais.
Assim, o Benfica, ao
tomar uma posição de força e muito firme, com um timing adequado, pôs a corja corrupta no sítio.
Outra situação que fugiu
ao controle dos terroristas do Freixo foi a
arbitragem. Decerto que se esqueceram dos lautos jantares, onde a
santola, o lagostim e o lavagante, dançam ao som da corrupção e da promiscuidade
ou então a Marisqueira de Matosinhos estava encerrada para descanso semanal,
muito embora tenha ainda havido algum caseirismo. O que fica para a história, é
que mesmo com um número superior de penalidades marcadas, não conseguiram
evitar uma derrota estrondosa, vexatória, que destruiu o mito de que os
monstros da Pocilga comeriam sempre e de qualquer modo o primeiro vermelhinho
glorioso e tenrinho que lhes fizesse peito naquele chafurdo nojento.
Glória para os cerca de
cem adeptos, que com uma enorme coragem, calaram aquela horda de alienados em
regime de saídas precárias do Conde de Ferreira, cantando bem alto o SLB, SLB,
SLB, Glorioso SLB, Glorioso SLB.
O Benfica, mais
concretamente os seus jogadores fizeram o que lhes competia – derrotar, no
terreno hostil e armadilhado da Palermo portuguesa, os talibãs do Freixo.
Fizeram-no com classe, categoria, cabeça-fria e como já referi no início do post, com uma audácia e uma sagacidade
dignas dos maiores louvores.
Por fim, uma referência
à corja de morcões azuis corruptos que tiveram o desplante de me vir visitar em
catadupa, e insultar à caixa de comentários deste blogue.
Logo que findou o jogo e
após o Grupo Glorioso ter erguido a Taça perante uma turba que trèmulamente segurava
os queixos e o monco, batendo desalmadamente no seu trombil abarracado que se
estendia do Freixo até à Areosa, aluguei um barco Rabelo nas margens de Gaia, atracado
junto às caves do Vinho do Porto e dirigi-o para perto da ponte de D. Luís,
para assistir ao grande espectáculo de saltos suicidas no vazio, de todos vós,
morcões corruptos e demais alienados, sem retorno e para o leito do rio Douro.
Mas aviso-vos já. Nunca
rezarei pelas vossas almas e espero que levados pela forte corrente, sejam
devorados pelos tubarões logo à saída do Cabedelo.
Viva o Benfica!
PS – O Séneca que
explique ao JJ como é isso de combater a intimidação, o mêdo e o terror no
antro corrupto, sem se borrar pelas cuecas abaixo.
Que lição, minha nossa!
GRÃO VASCO
Hoje, o Porto é um local
único no país. Alberga criminosos, agitadores, desordeiros afectos ao grémio da fruta vulgo fcp, que se passeiam impunes, agem como
se fossem eles próprios a Lei, com as autoridades policiais coniventes e
permissivas, fechando os olhos e assobiando para o lado a um clima de
intimidação e de terror fomentado a partir de um topo, que num país a sério
estaria há muito tempo atrás das grades.
Quando elaborei o post anterior, estava longe de imaginar
que a direcção do Sport Lisboa e Benfica iria tomar a medida drástica que tomou
– a equipa sénior de hóquei-em-patins não comparecerá ao jogo da final de hoje
no quartel-general do crime e do terrorismo do desporto (e não só) deste país.
Medida certa, no momento
certo.
Assim, de uma vez,
denuncia-se o racismo (abençoado negro que despachou um dos terroristas em
pleno centro comercial), um tipo único de xenofobia e de segregacionismo
inimagináveis no desporto, a perseguição e o terrorismo.
O “portismo” de hoje,
significa exactamente isso mesmo – aldrabice, trapaça, selvajaria, violência,
corrupção, intimidação e terror.
Os terroristas actuam
sempre sòzinhos. Por isso também terão de jogar sempre sòzinhos.
* a quadrilha mafiosa
continua na sua senda de malefícios e malfeitorias. Depois, agradecem aos que
trabalham “na sombra” e aos “invisíveis”. Atormentados pelas denúncias na
blogosfera, vêm espiar os Benfiquistas destes espaços. Vem isto a propósito da
quantidade de bandidos corruptos e de morcões azuis e broncos que “caiem” na
caixa de comentários deste espaço. Nem imaginam!
** curiosamente, A BOLA,
numa das suas notícias sobre o tema, traz uma foto semelhante à que se publica,
mas com uma particularidade - conseguem cortar a parte de cima, mostrando sòmente
algum público e os jogadores do Benfica.
Bandalhos!
GRÃO VASCO
No passado fim-de-semana
estive num torneio de basquetebol para jovens entre os oito anos e os doze, na cidade do Porto, e vou contar-vos algumas peripécias,
onde é bem patente uma fobia mórbida, a raiar a demência, ao Benfica e à
capital.
Nem uma agremiação que
nada tem a ver com o clube que tem desvirtuado sistemàticamente a verdade
desportiva, escapa àquilo que de mais doentio o portismo encerra. Uma verdadeira praga que começa a tornar-se
incontrolável.
Durante o torneio tive
oportunidade de falar com vários dos seus responsáveis. Quando o grémio da fruta, vulgo fcp, veio à baila, assisti a uma mudança
radical no espírito dessas pessoas.
Dizia um deles:
- “O Porto tem tudo minado, nós sabemos. Mas é assim que ganhamos e
continuaremos a ganhar”.
Depois, numa pequena
esplanada dessa mesma agremiação, onde presenciei a final da Champions, o tema não eram o Bayern nem
o Borussia. Era o Benfica, com um escárnio tal que até o Heynckes, era citado
por não ter tido êxito no Benfica e tê-lo conseguido no Bayern. Na boca dessa
gentalha até o minuto 92 era alvo de chacota.
À noite houve um karaoke para as equipas forasteiras. Na
apresentação, o speaker começou logo
a cantar os “filhos do dragão” e com
um desplante incrível perguntou à plateia quem é que era do Benfica. Tramou-se.
A miudagem, sem mêdo e na sua inocência, a par de alguns adultos onde me
incluía, levantou bem alto os braços, mostrando orgulho no Glorioso. O sujeito
ainda tentou alguma animação pedindo a “onda”. Os miúdos responderam-lhe que
não faziam isso, porque eram do Benfica, dado que o espécime meteu no palco um catraínho pequenino pendurado num
cachecol azul corrupto, que nem sabia o que aquilo era. Uma vergonha!
Abandonei aquele triste
espectáculo na certeza de que o facto não se repetiria. Mas não. Ao outro dia,
durante o evento de encerramento do torneio, o mesmo speaker interrompeu a cerimónia para anunciar através dos
altifalantes do pavilhão que o Benfica tinha perdido a Taça de Portugal. Exactamente
assim como vos transmito, ignorando o seu vencedor, o Vitória de Guimarães. Nas
bancadas, a turba, louca, explodiu raivosamente como se tratasse de uma vitória
sua. Muitos Benfiquistas que assistiam ao encerramento ficaram perplexos.
Concluí, tristemente,
que muitos dos valores que apregoam, como o desportivismo e a competição leal
são uma farsa. Não voltarei lá.
No Porto desportivo de hoje,
e mesmo noutras áreas, quem manda é o ódio, a coacção, a corrupção, a selvajaria.
Vivi naquela cidade há
três décadas, e na meia dúzia de anos que por lá permaneci, já se sentia no ar
esta agressividade selvagem, instigada por aquele que se tornou no maior
bandido, no maior mafioso mais impune deste país.
O Porto mete nojo e os seus
cidadãos honrados e livres assistem tristes e impotentes à degradação de
valores e princípios que tornaram a urbe conhecida por "antiga, muy nobre, sempre leal e invicta".
Lamento pelos
Benfiquistas e pelos restantes naturais da cidade que não aderem ao despautério
e se mantêm fiéis aos seus princípios.
Uma vergonha!
As autoridades policiais,
coniventes, fecham os olhos aos atropelos de uma quadrilha medonha que coage,
ameaça e molesta tudo o que não se pinta ou veste de azul e branco.
Políticos, soçaite e muito clero, beijam o anel
do padrinho. À italiana. Jornalistas imitam os seus pares do tempo da ditadura,
manipulando, mentindo, apregoando as “virtudes” da bandidagem do Freixo.
O único objectivo desta
corja, transversal à sociedade portista, não portuense, que há três décadas "manda" no Porto,
como Al Capone mandou e controlou Chicago é tirar poder à capital.
E não me venham falar em
descentralização ou regionalização. É uma mentira e uma falsa questão. O Porto,
dominado por esta escumalha está bem a cagar-se para o resto do país.
Eu não sou do Porto.
Felizmente. Quero que este Porto se lixe!
GRÃO VASCO
Desde o jogo com o
Estoril que a sucessão de acontecimentos nefastos para o Sport Lisboa e Benfica
tem-me obrigado, como Benfiquista que sou e por respeito ao Emblema Glorioso, a
manter um silêncio de ouro e a ter absoluta contenção em tudo o que concerne à
evolução da situação, tendo como epicentro o seu futebol.
No timing adequado, o tema em causa será abordado neste espaço, sem a complexidade
que muitos lhe querem atribuir com mil e uma teorias conspirativas, que fazem
com que um imenso rol de blogs
afectos ao Glorioso, mais concretamente os seus autores, sejam candidatos a
sucessores de Agatha Christie ou convidados de um casting para encarnarem a figura do inspector Sherlock Holmes em
filme a estrear na Benfica TV, sobre o futuro de Jorge Jesus.
Ao que realmente devemos
estar atentos, é ao modo como os media
tentam influenciar a opinião pública com o objectivo de criar um clima
tumultuoso no seio do Benfica, na sua SAD e em todo o departamento de futebol,
instigando também os adeptos de todas as maneiras possíveis, tentando lançar novamente
o caos, como em tempos o fizeram e que nos custou uma enorme travessia do
deserto.
E nisto, o record das petas on line e em papel, leva a camisola amarela,
preenchendo a frente de ataque, logo seguido do correio da manhã e de uma a
bola completamente pífia a atirar cartuchadas para o pinhal à espera de
acertar num melro qualquer.
Desconhecia que o pasquim das petas e o correio de todas as manhas, duas das
mais reles e ordinárias publicações instaladas neste pobre país, assentaram
arraiais há já algum tempo, junto ao Estádio da Luz. E mais, são porta com
porta um do outro. Assim, é vê-los a sair do mesmo edifício – local com uma
densidade impressionante de belos
biscatos por metro quadrado - de braço dado. Que o digam o Alexandre Pais e
o Octávio Ribeiro, dois espécimes do piorio nas jogadas subterrâneas contra o
Benfica, bem patentes na falta de qualidade das suas vergonhosas croniquetas, permutadas
promìscuamente nas colunas dos seus pasquins.
É um fartar vilanagem!
O pasquim do careca da quintarola não perde tempo
desde Amesterdão. Numa guerrilha surda que dura há anos, começou com a música
subversiva e perturbadora das transferências, colocando jogadores do Benfica em
tudo o que é clube de futebol, desde o pólo Norte até à Antártida e fazendo aquisições
por conta própria para o Glorioso, só lhes faltando falar no melhor marcador do
Campeonato do Afeganistão e na estrela
que despontou na liga de futebol da Mongólia. A par disto, tem-se constituído
como uma agência publicitária dos jogadores do lagartêdo, colocando-os ridìculamente e a todo o instante nos
píncaros da Lua, num somatório, que segundo as minhas contas fará com que na
próxima época, o ceportèn tenha na
equipa principal qualquer coisa como trinta a quarenta ronaldos e vinte nanis,
para serem exportados para o Real Madrid, Barcelona, Bayern, Chelsea, Arsenal, Manchester,
Zenit e agora também para o Mónaco, aliviando assim as suas contas falidas, pois
segundo o novo chefe da chafarica do fôsso, não haverá mais negócios com o
Benfica?!? e com os corruptos do Freixo. E em relação aos corruptos nem piam!
Só elogios e bem escrutinados antes de serem publicados, com historietas de
meninos – os 31 anos da maior fraude futebolística deste país, é disso um
triste exemplo - para enganar os incautos.
Com a derrocada de JJ,
trataram de chamar a terreiro parasitas, papagaios e aves de arribação do
Benfica.
O nível do pasquim é
conhecido. Assobiaram à fauna e lá vieram os espécimes a correr, arfando, na
ânsia mórbida de ferrar as alfinetadas do costume.
Rangel, por exemplo…, atira
mais umas patacoadas à toa, um efeito secundário resultante da incapacidade de
digerir uma valente “tosa” nas últimas eleições do Benfica.
Veiga, um boçal
originário do antro corrupto, ressaibiado pelo chuto no traseiro que levou de
LFV, continua a lançar o veneno em que se transformou o champanhe emborcado há
anos na barraca de praia azul e bronca do Luxemburgo quando comemorava as
derrotas do Benfica.
Figueiredo, um papagaio carregado
com pilhas Duracell e figura
alegórica da Linha, ainda envolto nas célebres fumaças dos charutos cubanos
saídos de caixas importadas a 15 mil e tal euros dos “saudosos tempos” da novela
pimba e prieta, “Damásio &
Margarida”, pede castigo severo para Cardozo.
Berardo reaparece,
borrando mais um quadro da sua colecção.
José Augusto não se
contém e zás!, toca a malhar no Óscar a troco de algumas bejecas e de uns salgadinhos, enquanto vê finais europeias e outras,
junto do inefável Pedro Gomes e quejandos.
Bruno César caga
lentilhas directamente das Arábias.
Tudo isto e muito mais,
num pasquim, ou melhor, em pasquins que há muito se transformaram em ninhos de
vêspas.
Quanto a estes, as autoridades
sanitárias, para reduzir o perigo que constituem, recorrem a maçaricos, numa
queima rápida e eficaz.
Em relação aos outros é
uma questão de experimentar…
GRÃO VASCO
Deprimente e
obscurantista.
Assim classifiquei um
arremedo de entrevista que foi para o ar na RTP1
e RTP informação, pelas 21 horas de ontem,
mas que só ouvi horas depois na internet,
pois recuso-me a contribuir para audiências de uma estação de TV à mercê de uma
corja do piorio que há muito vem infestando e destruindo este país.
Quem não tivesse visto
as imagens como eu, admitiria estar a ouvir uma conversa de pé-de-orelha entre o
presidente da filarmónica “Os Piçalhudos
da Madalena” e a afamada jornalista Mijardina
da Anunciação Mouquinho da estação televisiva da Merdaleja, tal foi a cumplicidade e a bondade das perguntas,
acompanhadas por uma teatralização ridícula e enfadonha, de conveniência,
protagonizada pela autora de tamanha encenação.
Tal como Mijardina
Mouquinho, Fátima Campos Ferreira (FCF) passou os três quartos de hora que
durou aquele mísero espectáculo, a branquear, a enaltecer a mediocridade, o
primarismo, o malabarismo provinciano de um vendedor de banha-da-cobra de
terceira categoria, tentando transformar uma figura sinistra num anjinho
papudo.
Começou como sempre, com
o Benfica na ponta-da-língua e citou-o uma dúzia de vezes durante a
pseudoentrevista.
Por norma, pois não
aprecio aquele estilo, não vejo os programas desta fulana. Um estilo parolo e
exibicionista de alguém, séria candidata a uma Oprah de pacotilha.
No tempo da “outra
senhora” tivémos muitos programas assim e o OMO ou o TIDE ficar-lhe-iam muito
gratos se FCF tivesse mudado o nome do entrevistado para uma marca de lençol
lavado com um desses produtos, pois a mulher mais parecia uma lavandeira da Ribeira de Palermo do que
uma profissional de informação.
“A branquear desde 1893”,
bem poderia ter sido o título da rubrica.
O labrego esteve também como
sempre. Com uma inocente gravata azul-bébé a debitar piadas canalhas, mentiras,
evasivas, estimulado por uma entrevistadora que se entreteve, em muitos
momentos, a fazer o papel de uma ingénua e debutante investigadora, tal qual
uma qualquer alcoviteira da Cedofeita, perguntando-lhe por exemplo:
- “Ó Jorge Nuno (Jorge Nuno?!? Como?!? Que promiscuidade e intimidade
são essas?!?) como é que gosta de António
Nobre (poeta), se ele é um “vencido da vida”?
- O senhor, apaixonado pelos seus próprios princípios…(quais princípios, mulher? Será que foram as bofetadas na
Filomena, a sova na Carolina, ou a fruta do Calor da Noite, ou ainda a fuga de
um cagarolas para Santiago de Compostela?).
Sob um manto diáfano
fantasioso e ilusório, quase que por encomenda, FCF aludiu cândidamente à mãe
do dito cujo, aos pitos caseiros, à
poesia, à literatura, a António Nobre, rematando com um “graças a Deus que pôde escolher os médicos que o operaram!”
Fátima Campos Ferreira,
como de outras vezes, com o mesmo personagem, prestou-se a um papel indecoroso.
Vestiu a camisola do entrevistado e jogou ao lixo a sua função de profissional
séria de informação.
No bolso do seu casaco
ficaram questões como o penalty
fantasma em Paços de Ferreira que abriu as portas do título à agremiação
corrupta, as agressões a colegas seus de informação, alinhados e não-alinhados,
as amantes e as alternadeiras que têm andado de braço dado com as contas na Suíça,
os criminosos que eram visita de casa do dito cujo, as ligações promíscuas com
empresários de deusas e prostitutas e um relambório de perguntas que não teria
fim…
Enfim, FCF ontem,
limitou-se como boa aluna que é, a limpar mais porcaria, fazendo a triste
figura de uma “limpa-rabos” a prazo e durante 43 minutos.
No entanto, algo foi
dito que importa reflectir:
- “Nada se faz sem dedicação e sem paixão…”
… Mesmo que para isso se
tenha de imitar Al Capone, digo eu.
GRÃO VASCO
Jorge Sousa, malabarista do pífaro, conhecido nos meios da bola pelo superdragão do Lordêlo, foi o escolhido pela sociedade Bitó
& Antonino para a final do Jamor.
Lá vai outra vez o
Benfica ter de jogar contra 14!
Convém lembrar aos mais
esquecidos que Sousa é um dos árbitros de estimação da AF Porto. A Alma Parda
azul e bronca que preside àquela entidade nauseabunda – “oh filha, mas ele ainda ficou a falar…” (referência à sova em Ricardo
Bexiga, ex-vereador da câmara de Gondomar, segundo Carolina Salgado) – já
tratou de tudo há muito tempo com as respectivas homenagens e a mais recente
condecoração (medalha de mérito classe de prata da AF Porto, conjuntamente com
Bertino Miranda, fiscal-de-linha também nomeado para o jogo).
Assim, a probabilidade de o
Benfica vencer a Taça de Portugal desce para metade do valor anterior.
O último jogo entre o Benfica e o V.Guimarães apitado por Sousa, foi na Luz em 14/03/2009 e teve como
desfecho 0-1 para os minhotos…
Dirigentes, treinador e
jogadores que se cuidem, porque por este andar nem o troféu de consolação
trazem para a Luz…
GRÃO VASCO