26.7.13

O recado do Rei


 
 Palavras de um AUTÊNTICO!
 
GRÃO VASCO


19.7.13

A aula, a penitência e 30 p'ró galheiro


Quando ontem à tarde encontrei no hall de entrada do prédio onde vivo a Cacilda Pentelhuda – uma felina de outrora, hoje balzaquiana sessentona de rabo e peitos já descaídos pela rodagem do tempo e de farto buço a pedir meças ao Godofredo Bigodaças, o melhor marcador de penaltys na tasca do Brasileiro, fiquei admirado.

O que andaria ela por ali a fazer?

A mulher, numa azáfama, tocava a todas as campaínhas. De repente, e com um olhar faminto, estendeu-me um papelinho impresso, semelhante àqueles que são apostos por mestres e curandeiros africanos de pacotilha entre o vidro e os limpa-pára-brisas dos automóveis estacionados na rua, anunciando que sua neta, Zéza Matapilas iria este sábado fazer uma pequena demonstração de um produto concorrente da bimby no salão da sociedade filarmónica lá do bairro. Um convite dizia ela, extensivo à intelectualidade indígena que por certo não daria por mal empregue essa tão instrutiva sessão de culinária moderna.

Sorri, agradeci o convite, lembrando-me daquela célebre aula na Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, em que Zéza foi substituída pelo lendário JJ, o Mestre da Táctica, e Cacilda viu as suas funções publicitárias ocupadas pela luminária mais filosófica deste país, uma eminência decrépita e ultrapassada pela voragem dos tempos, bajulada pelos pançudos dos croquetes, carecas da quinta e afins, Manuel Sérgio de sua graça.

 

Saí e dirigi-me à praceta do quarteirão. Pois aí, foi o bom e o bonito. Tobias Diabinho, “A Niagára”, uma velha rameira depravada e infecta – a sua alcunha derivava da sua incontinência na presença de transeuntes e em qualquer local, mijando sempre de pé e de pernas firmes e bem abertas debaixo da sua imunda saia negra para as pedras da calçada, num praguedo contínuo, mais parecendo uma queda de água tal a forte torrente e a sonora marulhada – na presença de uma pequena multidão, rodopiava de joelhos, arrastando-os pelo chão em volta do fontanário.

A dúvida persistia nos curiosos e nas alcoviteiras. Seria o pagamento de uma promessa ou a penitência pelo perdão de algumas antigas malfeitorias?

Logo surgiu Josefa, a beata-mór, de língua afiada, viperina como sempre, dizendo que coisas destas e com quem, só no Bom Jesus do Monte ou no Sameiro, pois aquilo, feito ali, era uma escandaleira intolerável.

Pois nesse momento não me contive e para espanto geral soltei uma valente gargalhada – é que me pareceu ver o Rúben Amorim a fazer o mesmo, dando voltas ao Estádio da Luz em repetidas genuflexões e de mãos bem juntinhas elevadas ao céu, sempre com o olhar virado para a janela do gabinete de “Jorge”, o seu Jesus, num acto de inolvidável e infinita contrição, com Vieira mirando, de olhos esbugalhados e como um papalvo, um contrato de quatro anos e ainda outro entre o Glorioso e o Fenerbahçe, enquanto dava mais um gole num cálice de licor de amêndoa amarga à moda de Braga.

 

Por fim, de sirenes ligadas e por entre apitadelas para todos os gostos apareceu a polícia acompanhada de um séquito de respeito – os reportéres e os cães-de-fila do record das pêtas e do correio da manha. Começaram a indagar, a rebuscar, a procurar por entre aquela pequena multidão, até que deram com um pacato paraguaio, chorando e com o coração despedaçado, ainda atordoado e revoltado pelas dolorosas tormentas que no passado mês de Maio em Amesterdão e no Jamor alguém lhe fez passar. Era o Óscar, um rapaz simples, nascido pobre em Doctor Juan Eulogio Estigarribia. Era mesmo aquele que eles procuravam. Pendia sobre ele um mandato de extradição para a Turquia.

A turba presente, cega e furibunda, liderada por mentecaptos envergando camisolas de um vermelho desmaiado, onde vagabundeavam “generais pimba”, iletrados, boçais, ignorantes, analfabetos e outros badamecos de cullotes cor-de-rosa, contagiada por aquele contingente “paramilitar” que acompanhava a autoridade, instigando-a ao ódio e à perseguição, empurrava estùpidamente o rapaz, e escarnecendo dele, gritava a plenos pulmões:

“- Salta fora do chão sagrado, filho-da-puta de calaça! Molengão de merda que só marcaste golos de penalty e mandaste-nos calar por uma vez!”

Afastei-me, tal qual um Cireneu bíblico, impotente e revoltado com tão ignóbil infâmia, na absoluta certeza de que esta época, 30 golos e uma referência europeia de gabarito já foram para o galheiro.

Não quis assistir a um sacrifício tão cruel e desumano.

 

E lá longe, na Terra Santa, Jesus, o autêntico, pregado na cruz, mas omnipresente, vendo esta injustiça e sem direito aos quatro milhões de euros que o seu homónimo terráqueo da Amadora irá receber dentro em breve a título indemnizatório, gritou de dor:

“- Pai, perdoai-lhes pois eles não sabem o que fazem!”

 

 

GRÃO VASCO


12.7.13

No comments...




Os jogadores abaixo (por ordem alfabética) foram nomeados para o Prémio Melhor Jogador da UEFA na Europa 2012/13 por um júri formado por jornalistas representantes de cada uma das federações-membro da UEFA.

Gareth Bale (WAL) – Tottenham Hotspur FC
Edinson Cavani (URU) – SSC Napoli
Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid CF
Dante (BRA) – FC Bayern München
Edin Džeko (BIH) – Manchester City FC
Radamel Falcao (COL) – Club Atlético de Madrid (agora no AS Monaco FC)
Mario Götze (GER) – Borussia Dortmund (agora no FC Bayern München)
İlkay Gündoğan (GER) – Borussia Dortmund
Zlatan Ibrahimović (SWE) – Paris Saint-Germain FC
Andrés Iniesta (ESP) – FC Barcelona
Branislav Ivanović (SRB) – Chelsea FC
Javi Martínez (ESP) – FC Bayern München
Philipp Lahm (GER) – FC Bayern München
Robert Lewandowski (POL) – Borussia Dortmund
Mario Mandžukić (CRO) – FC Bayern München
Lionel Messi (ARG) – FC Barcelona
Thomas Müller (GER) – FC Bayern München
Manuel Neuer (GER) – FC Bayern München
Óscar Cardozo (PAR) – SL Benfica
Andrea Pirlo (ITA) – Juventus
Franck Ribéry (FRA) – FC Bayern München
Arjen Robben (NED) – FC Bayern München
Bastian Schweinsteiger (GER) – FC Bayern München
Robin van Persie (NED) – Manchester United FC
Arturo Vidal (CHI) – Juventus
Xavi Hernández (ESP) – FC Barcelona




GRÃO VASCO



24.6.13

As canalhices habituais do ‘record das pêtas’

 

Duas edições de duas 2ªs feiras, 03 e 24 de Junho de 2013 respectivamente.

 

Na véspera de 3 de Junho, domingo, dia 2, o Sport Lisboa e Benfica sagra-se Campeão Europeu de hóquei-em-patins num ambiente agressivo e hostil, o já célebre antro do terror da Palermo portuguesa, o famigerado ‘dragôum…eeee caixa’, conhecido também pela pocilga corrupta.

Uma vitória formidável, fantástica, depois da quadrilha do Freixo ter feito tudo o que de mais ignóbil existe à face da Terra para condicionar tudo e todos, inclusive a dupla de arbitragem que dirigiu a partida.

RETUMBANTE O ÊXITO DO BENFICA, para mais a mais nas barbas do maior bandido deste país.

 

O que é que o pasquim canalha do ‘record’ fez na edição do dia seguinte?

Na capa desse dia, uma pequena notícia, minúscula.

 


Ontem, a reles seita de futsal do fôsso do lagartêdo, com uma ajuda escandalosa da arbitragem – em todos jogos do play-off assim foi, mesmo com o Benfica batendo-se de igual para igual e já descontando a impunidade da entrada assassina de um fulano, guarda-redes, que acabou por partir a perna ao jogador Benfiquista, Vítor Hugo, e que já tinha provocado uma lesão grave ao Arnaldo, ex-jogador e capitão da nossa equipa de futsal, com uma entrada semelhante - lá ganharam um título nacional igual a tantos outros, mas, não esqueçamos, marcado por uma roubalheira infame por parte de uma corja escabrosa que mesmo na Luz tem actuado sempre com um incrível descaramento, sem que ninguém ponha cobro a este despautério.

 

Pois o que é que observamos hoje na capa do ‘record das petas’?

Simplesmente isto! Um destaque vergonhoso ao lagartêdo, por um título ganho no colinho de uma cambada de gatunos equipados de negro.



Uma autêntica vergonha., à descarada, feita por um dos pasquins mais bastardos do país.

 

Continuem a comprar esta lixeira jornalística…

Continuem!

 

 


GRÃO VASCO


22.6.13

Os empurrões a Óscar Cardozo


Após Óscar Cardozo empurrar inadvertidamente o seu treinador no Jamor, começaram em catadupa, os empurrões de toda a espécie ao melhor goleador estrangeiro de todos os tempos ao serviço do Benfica.

 

Tal como em tempos bíblicos, logo vieram fariseus, vendilhões e uma corja de hipócritas apedrejá-lo e atirá-lo à lama, num exercício torpe de mero assassinato futebolístico. Numa classe decadente, sem princípios e sem ética profissional, sempre ao serviço de quem lhes dá mais e de quem puxa pelas suas trelas, jornalistas, fazedores de opinião e demais canzoada, todos num coro de fazer corar os mais malandros escrevinhadores e palradores, lá vieram num ditame escabroso dizer – “Cardozo não mais poderá ter lugar no Benfica!” – um refrão que ao longo deste defeso se tem repetido indefinidamente.

 

Mas porquê este alarido e esta insistência?

Simples. Porque o clube em causa é o Benfica. Pois se a “coisa” acontecesse lá para os lados da Palermo portuguesa, o pau-de-marmeleiro ou os capangas superdraconianos tratariam de redimensionar à sua mínima expressão, um facto tão igual a tantos outros que acontecem por esses relvados do futebol fora.

 

Óscar Cardozo tem sentido na pele a hipocrisia de uma reles e rara colecção de filhos-da-puta. Benfiquistas, não-Benfiquistas e anti-Benfiquistas, ei-los, pregadores de uma falsa moral, berrando e ganindo aos quatro ventos que o grande goleador paraguaio não tem condições para continuar no Glorioso e terá obrigatòriamente de abandonar o clube. Seja porque preço fôr.

 

As falsas virgens, meretrizes da pasquinada ofenderam-se. Os prostitutos, que chafurdam às resmas, tal como pragas de piolhos infectos ou de ratazanas de esgoto decrépitas, pelas redacções das TV’s, rádios, pasquins desportivos e generalistas, inefáveis, arrogando-se em juízes a la Palermo, ditam a sentença implacável – “Óscar Cardozo jamais poderá continuar no Benfica”. Há que abatê-lo de todas as maneiras possíveis.

E é vê-los, aos Octávios Ribeiros e aos Ribeiros Cristóvãos deste mundo, como grilos e lagartos falantes, lançando as suas pérfidas cabeças de fora da toca, alinhando pelo mesmo refrão.

 

Os Autênticos sabem bem que este “fuzilamento” irá enfraquecer antes do mais o Benfica. Óscar tem e terá pela frente, pelo menos mais dois anos para desempenhar as suas funções de atacante e goleador ao mais alto nível. E nenhum clube, mesmo os de top europeu, se daria ao luxo de dispensar uma mais-valia com o perfil do paraguaio, transformando-o de um dia para o outro de um excelente profissional para um proscrito eternamente condenado às galés.

 

O bando de mabecos que quase diàriamente no pasquim de um execrável careca bate o record de notícias sobre a saída do paraguaio do Benfica e a espaços, dando uma no cravo e outra na ferradura, no diário do pançudo dos croquetes, se banqueteia em malhar, especulando sobre o futuro do grande goleador, lá vai continuando a influenciar a opinião pública afecta ao Benfica – ora é o Fernerbahçe, ora  é o Besiktas, depois o Nápoles e a seguir virão outros tantos – não dando descanso nem ao Clube nem ao jogador.

 

Vamos ver quem ganhará. Se esta seita de bastardos e hipócritas, se o Benfica.

Por mim, como sempre, quero que ganhe o Benfica. Mesmo com alguns custos iniciais, nós sabemos bem quem é que ficará a perder…

Por isso quero que Óscar Cardozo fique!

 

Aguardemos pois pelos inícios de Julho e sem as habituais piruetas de um imbecil de nome Pedro Ald(r)a(b)ve, que anda há que tempos a tentar encher os bolsos com novas comissões chorudas à conta do paraguaio.

 

 

GRÃO VASCO


10.6.13

Ó Paulo, respira-se o quê?


Todo o mundo ficou a saber como respiraste essa malina peçonhenta na última jornada do campeonato em Paços de Ferreira. A dispensa de Cícero e Hurtado do ataque pacense para dar mais folga aos caceteiros azuis e broncos, o rastilho do passe de morte de Luís Carlos para o autotropeção do seu “adversário” colombiano fora da grande área, as macacadas consentidas do Josué, aquele abraço vergonhoso ao teu colega Bitótó e as tuas declarações antes e após essa fraude que foi o jogo do Paços de Ferreira contra o grémio da fruta, já indiciavam que te ias atulhar na merda corrupta de Palermo.

 

Para já começas a respirar as bufas de um porcalhão que tanto se largou junto da Carolina (que botava umas fumaças para disfarçar o cheiro), como na tribuna, na Pedreira, junto ao Salvador (alçando descaradamente o pernil para bazar o gás comprimido), ou ainda se cagou “em repuxo” para um candidato a camelo das Arábias – o Bitótó da mosca, que, entre duas bufas mortíferas, foi estrofegado, levando um monumental chuto no traseiro.

 

E agora, já sentes o verdadeiro cheiro?

Casa?

Pocilga, Paulo! Pocilga!

Intoxicaste-te depressa...

 

 


GRÃO VASCO

3.6.13

Os árbitros e os polícias

 

OS ÁRBITROS


 

Relativamente aos árbitros, desta vez a coisa fiou muito mais fino. É evidente que uma série de apitadeiros nacionais, neste caso no hóquei-em-patins estão, desde há muito tempo mancomunados com a seita do Freixo. Os tentáculos deste polvo, que é imenso, têm-se estendido para o estrangeiro e como sabemos a prática de o grémio da fruta em aliciar esses internacionais para festanças e mariscadas prévias aos jogos é comum e recorrente. Entretanto, em eventos com muito maior exposição mediática, a prática já de si suspeita, torna-se difícil de concretizar, pelo que ontem, os apitadeiros não foram na conversa e ainda que com algum caseirismo à mistura, pautaram-se pela isenção desempenhando um trabalho que deu garantias aos jogadores do Benfica que a verdade desportiva não iria ser adulterada. Como corolário desta evidência, o Benfica despachou o bando das barracas de praia, quer no ringue quer nas bancadas, de uma tal forma categórica que nunca tinha visto na TV tanta quantidade de mudos e cabeçudos por metro quadrado!

 

 

OS POLÍCIAS

 

Quando o Ministério da Administração Interna, por manifestas diligências legítimas da parte de Luís Filipe Vieira, presidente da maior Instituição de Portugal, AVISA os polícias da cidade do Porto que no desempenho das suas missões não podem ser dragões e superdragões, os dragões e superdragões deixam de ser polícias e a arruaça, a desordem, a ameaça, a coacção, a violência, a intimidação regridem, ao ponto da vergonhosa Comunicação Social deste país, especialmente a norte, ter o desplante de dizer que de um sábado para um domingo, tudo isso se transformou num “fair play” inexcedível!

 

O ministro, que como todos sabemos é adepto do fcp e até foi na célebre comitiva do grémio da fruta ao Vaticano - onde se incluíam entre outros, Guilherme Aguiar, Luís Filipe Menezes e um padreco promíscuo que com a sua presença “abençoava” uma união vergonhosa - quando João Paulo II recebeu um trapaceiro, disfarçado de tio ou padrinho, que vivia com uma descarada alternadeira da qual foi amante até o papagaio cair no panêlo e os pêlos das suas orelhas começarem a ser aparados por outra putéfia clandestina importada de Terras de Vera Cruz - foi obrigado, desta vez, a pôr as autoridades policiais da cidade do Porto na linha.

 

Se isto acontecer, isto é, se a Lei e o Estado de Direito, que andam arredios há muito tempo da Palermo portuguesa e dos seus arredores, forem defendidos e respeitados, aquilo que parece um estado dentro de outro estado, o fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp, verá muito menos vitórias e perderá muito mais vezes.

 

 


GRÃO VASCO


Uma espinha cravada na garganta azul corrupta


SL BENFICA

CAMPEÃO EUROPEU

DE

HÓQUEI-EM-PATINS

 

Leiam e ajoelhem, morcões e suínos azuis e broncos, que a gloriosa procissão vermelha vai a passar, com Séneca, Trindade, Ricardo Silva, Valter Neves, João Rodrigues, Carlos López, Esteban Abalos, Pedro Henriques, Luís Viana, Marc Coy, Diogo Rafael, Cacau e demais staff a levantarem bem alto a Taça dos Campeões Europeus de Hóquei-em-patins no vosso antro de terror, intimidatório, sujo e corrupto!

 

 

Vencemos uma duríssima batalha, mas estamos longe, muito longe de ganhar a guerra.

 

A decisão do staff do Benfica de revogar a ausência da sua equipa de hóquei-em-patins da final do campeonato europeu de clubes foi extraordinàriamente arriscada, mas ao mesmo tempo de uma audácia louvável e inimaginável. Todos os trunfos foram bem jogados e todas as fichas bem apostadas, num all in impensável, no momento certo e no sítio certo. Arriscou-se tudo ou quase tudo. Até no equipamento utilizado, que mais parecia um camuflado de guerra para confundir ainda mais a turba das bancadas e a escumalha chefiada por um ventura azul e bronco qualquer. Mas quem quer ganhar terá sempre de o fazer. O Benfica fê-lo. Com mestria e sagacidade suficientes para baralhar os arautos da fina ironia e da esperteza saloia. Vi-os borrados em muitos momentos do jogo, com as cores azuis e broncas do tecido das barracas de praia desmaiadas e com muito respeitinho pelo Benfica.

 

“No fio da navalha” é como defino todo o processo conduzido pelo Benfica que alterou por completo o rumo dado como certo, de uma história carregada de azul corrupto que ao cair do pano se transformou maquiavèlicamente num vermelho vivo. Os favoritos eram os espanhóis e o grupelho do Freixo. Ambos caíram aos pés do Grande Benfica, o Eterno Glorioso. Os media meteram o rabinho entre as pernas e engasgados com a mesma espinha cravada nas goelas da morcanzoada terrorista do Freixo, lá tiveram que reverenciar o nóvel campeão. Tardiamente, mas fizeram-no!

 

Se não estivéssemos presentes na final, lá viria o Rei do Peido, ladeado pela netinha, dizer que já sabia que a nossa derrota seria certa e a não comparência teria sido uma cobarde fuga a mais uma humilhação. Que ninguém tenha dúvidas que este bastardo incorrigível veria aí mais uma grande oportunidade para achincalhar e alfinetar o Benfica. Mesmo assim, e perante uma derrota inapelável, um tó (neves), suíno de uma pocilga imunda, ainda veio arengar que a “incerteza” da realização do jogo prejudicou a sua equipa, falando de comunicados à uma da manhã (é caso para dizer- vai dormir que o teu mal é sono). Parabéns ao Benfica não ouvi, mas de quem viriam terá sido melhor não os ter endereçado. O nível daquela escumalha é sempre o mesmo. Um bando de coitados pelo seu complexo de inferioridade! Nem dormem, só a pensar no Benfica!

 

Os responsáveis Benfiquistas jogaram nos limites. A equipa, quando chegou a sua vez, também. O staff deu prioridade ao desejo dos jogadores de estarem presentes na final após o ministro da Administração Interna ter sido chamado a intervir, garantindo ao Presidente do SL Benfica o reforço da segurança para o jogo de hoje, e depois do CERH ter recuado, já durante a madrugada, na sua posição inicial na questão dos bilhetes. Deste modo os Bravos do Pelotão do hóquei Benfiquista, imbuídos de uma vontade férrea, corresponderam, superando todas as expectativas. O risco foi de uma perigosidade sem precedentes e no caso de insucesso, as repercussões seriam inimagináveis. A verdade é que o jogo dos dirigentes Benfiquistas atingiu os limites da razoabilidade e da imponderabilidade.

Foi um suspense “hitchcockiano” até ao golo de ouro no prolongamento. Mas todos fizeram por merecer esta contundente e cristalina vitória que deixou aquela corja de alienados em choque anafilático, à beira de um suicídio colectivo. Gostei especialmente de ver os focinhos de alguns suínos com o olhar distante e errático, nomeadamente o do maior bandido deste país e o de Pedro Gil, um porco azul e bronco que agora chafurda noutras paragens.

 

Todos os media, desde a execrável RTPalermo 2 - com os seus dois comentadores que mais pareciam dois sócios zarolhos desdentados da agremiação da fruta do Freixo - até ao record das pêtas, passando pela A BOLA, afiaram os facalhões para a “matança” final.

Enganaram-se e terão de o tentar numa outra oportunidade. Esta é uma corja de bastardos que o Benfica tem imperiosamente de colocar em sentido.

 

No entanto, sabia-se que os responsáveis internacionais pela final com a concordância do Comité Internacional da modalidade tinham avisado a “organização” – leia-se grémio da fruta corrupção & putêdo – que a haver a violência, a intimidação e o terror verificados no dia anterior, as consequências passariam por severas sanções, admitindo-se inclusive a exclusão do fcp das provas internacionais.

Assim, o Benfica, ao tomar uma posição de força e muito firme, com um timing adequado, pôs a corja corrupta no sítio.

 

Outra situação que fugiu ao controle dos terroristas do Freixo foi a  arbitragem. Decerto que se esqueceram dos lautos jantares, onde a santola, o lagostim e o lavagante, dançam ao som da corrupção e da promiscuidade ou então a Marisqueira de Matosinhos estava encerrada para descanso semanal, muito embora tenha ainda havido algum caseirismo. O que fica para a história, é que mesmo com um número superior de penalidades marcadas, não conseguiram evitar uma derrota estrondosa, vexatória, que destruiu o mito de que os monstros da Pocilga comeriam sempre e de qualquer modo o primeiro vermelhinho glorioso e tenrinho que lhes fizesse peito naquele chafurdo nojento.

 

Glória para os cerca de cem adeptos, que com uma enorme coragem, calaram aquela horda de alienados em regime de saídas precárias do Conde de Ferreira, cantando bem alto o SLB, SLB, SLB, Glorioso SLB, Glorioso SLB.

 

O Benfica, mais concretamente os seus jogadores fizeram o que lhes competia – derrotar, no terreno hostil e armadilhado da Palermo portuguesa, os talibãs do Freixo. Fizeram-no com classe, categoria, cabeça-fria e como já referi no início do post, com uma audácia e uma sagacidade dignas dos maiores louvores.

 

Por fim, uma referência à corja de morcões azuis corruptos que tiveram o desplante de me vir visitar em catadupa, e insultar à caixa de comentários deste blogue.

Logo que findou o jogo e após o Grupo Glorioso ter erguido a Taça perante uma turba que trèmulamente segurava os queixos e o monco, batendo desalmadamente no seu trombil abarracado que se estendia do Freixo até à Areosa, aluguei um barco Rabelo nas margens de Gaia, atracado junto às caves do Vinho do Porto e dirigi-o para perto da ponte de D. Luís, para assistir ao grande espectáculo de saltos suicidas no vazio, de todos vós, morcões corruptos e demais alienados, sem retorno e para o leito do rio Douro.

Mas aviso-vos já. Nunca rezarei pelas vossas almas e espero que levados pela forte corrente, sejam devorados pelos tubarões logo à saída do Cabedelo.

 

Viva o Benfica!

 

PS – O Séneca que explique ao JJ como é isso de combater a intimidação, o mêdo e o terror no antro corrupto, sem se borrar pelas cuecas abaixo.

Que lição, minha nossa!

 

 


GRÃO VASCO


2.6.13

Os terroristas jogam sòzinhos



Hoje, o Porto é um local único no país. Alberga criminosos, agitadores, desordeiros afectos ao grémio da fruta vulgo fcp, que se passeiam impunes, agem como se fossem eles próprios a Lei, com as autoridades policiais coniventes e permissivas, fechando os olhos e assobiando para o lado a um clima de intimidação e de terror fomentado a partir de um topo, que num país a sério estaria há muito tempo atrás das grades.

 

Quando elaborei o post anterior, estava longe de imaginar que a direcção do Sport Lisboa e Benfica iria tomar a medida drástica que tomou – a equipa sénior de hóquei-em-patins não comparecerá ao jogo da final de hoje no quartel-general do crime e do terrorismo do desporto (e não só) deste país.

 

Medida certa, no momento certo.

 

Assim, de uma vez, denuncia-se o racismo (abençoado negro que despachou um dos terroristas em pleno centro comercial), um tipo único de xenofobia e de segregacionismo inimagináveis no desporto, a perseguição e o terrorismo.

 

O “portismo” de hoje, significa exactamente isso mesmo – aldrabice, trapaça, selvajaria, violência, corrupção, intimidação e terror.

 

Os terroristas actuam sempre sòzinhos. Por isso também terão de jogar sempre sòzinhos.

 

 

* a quadrilha mafiosa continua na sua senda de malefícios e malfeitorias. Depois, agradecem aos que trabalham “na sombra” e aos “invisíveis”. Atormentados pelas denúncias na blogosfera, vêm espiar os Benfiquistas destes espaços. Vem isto a propósito da quantidade de bandidos corruptos e de morcões azuis e broncos que “caiem” na caixa de comentários deste espaço. Nem imaginam!

 

** curiosamente, A BOLA, numa das suas notícias sobre o tema, traz uma foto semelhante à que se publica, mas com uma particularidade - conseguem cortar a parte de cima, mostrando sòmente algum público e os jogadores do Benfica.

Bandalhos!

 


GRÃO VASCO


O Porto "portista" mete nojo


No passado fim-de-semana estive num torneio de basquetebol para jovens entre os oito anos e os doze, na cidade do Porto, e vou contar-vos algumas peripécias, onde é bem patente uma fobia mórbida, a raiar a demência, ao Benfica e à capital.

 

Nem uma agremiação que nada tem a ver com o clube que tem desvirtuado sistemàticamente a verdade desportiva, escapa àquilo que de mais doentio o portismo encerra. Uma verdadeira praga que começa a tornar-se incontrolável.

 

Durante o torneio tive oportunidade de falar com vários dos seus responsáveis. Quando o grémio da fruta, vulgo fcp, veio à baila, assisti a uma mudança radical no espírito dessas pessoas.

Dizia um deles:

- “O Porto tem tudo minado, nós sabemos. Mas é assim que ganhamos e continuaremos a ganhar”.

Depois, numa pequena esplanada dessa mesma agremiação, onde presenciei a final da Champions, o tema não eram o Bayern nem o Borussia. Era o Benfica, com um escárnio tal que até o Heynckes, era citado por não ter tido êxito no Benfica e tê-lo conseguido no Bayern. Na boca dessa gentalha até o minuto 92 era alvo de chacota.

À noite houve um karaoke para as equipas forasteiras. Na apresentação, o speaker começou logo a cantar os “filhos do dragão” e com um desplante incrível perguntou à plateia quem é que era do Benfica. Tramou-se. A miudagem, sem mêdo e na sua inocência, a par de alguns adultos onde me incluía, levantou bem alto os braços, mostrando orgulho no Glorioso. O sujeito ainda tentou alguma animação pedindo a “onda”. Os miúdos responderam-lhe que não faziam isso, porque eram do Benfica, dado que o espécime meteu no palco um catraínho pequenino pendurado num cachecol azul corrupto, que nem sabia o que aquilo era. Uma vergonha!

Abandonei aquele triste espectáculo na certeza de que o facto não se repetiria. Mas não. Ao outro dia, durante o evento de encerramento do torneio, o mesmo speaker interrompeu a cerimónia para anunciar através dos altifalantes do pavilhão que o Benfica tinha perdido a Taça de Portugal. Exactamente assim como vos transmito, ignorando o seu vencedor, o Vitória de Guimarães. Nas bancadas, a turba, louca, explodiu raivosamente como se tratasse de uma vitória sua. Muitos Benfiquistas que assistiam ao encerramento ficaram perplexos.

Concluí, tristemente, que muitos dos valores que apregoam, como o desportivismo e a competição leal são uma farsa. Não voltarei lá.

 

No Porto desportivo de hoje, e mesmo noutras áreas, quem manda é o ódio, a coacção, a corrupção, a selvajaria.

 

Vivi naquela cidade há três décadas, e na meia dúzia de anos que por lá permaneci, já se sentia no ar esta agressividade selvagem, instigada por aquele que se tornou no maior bandido, no maior mafioso mais impune deste país.

 

O Porto mete nojo e os seus cidadãos honrados e livres assistem tristes e impotentes à degradação de valores e princípios que tornaram a urbe conhecida por "antiga,  muy nobre, sempre leal e invicta".

Lamento pelos Benfiquistas e pelos restantes naturais da cidade que não aderem ao despautério e se mantêm fiéis aos seus princípios.

 

Uma vergonha!

 

As autoridades policiais, coniventes, fecham os olhos aos atropelos de uma quadrilha medonha que coage, ameaça e molesta tudo o que não se pinta ou veste de azul e branco.

 

Políticos, soçaite e muito clero, beijam o anel do padrinho. À italiana. Jornalistas imitam os seus pares do tempo da ditadura, manipulando, mentindo, apregoando as “virtudes” da bandidagem do Freixo.

O único objectivo desta corja, transversal à sociedade portista, não portuense, que há três décadas "manda" no Porto, como Al Capone mandou e controlou Chicago é tirar poder à capital.

 

E não me venham falar em descentralização ou regionalização. É uma mentira e uma falsa questão. O Porto, dominado por esta escumalha está bem a cagar-se para o resto do país.

 

Eu não sou do Porto. Felizmente. Quero que este Porto se lixe!

 

 

 

GRÃO VASCO



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