Por mais Blatters que haja neste mundo e por mais que as virgens ofendidas cocem a passarinha de indignação bacoca e hipocrisia, perguntem ao ministro Marques Guedes, ao Gomes da FPF, aos “jardineiros” da Madeira e a mais uns quantos jornalistas lambe-falos, do lagartêdo e do grémio da fruta & do putêdo, se porventura sabem se até hoje o Cristiano Ronaldo pediu desculpas públicas por este acto reles, de ofensa ordinária a todos aqueles seus compatriotas que se deslocaram ao Estádio da Luz num célebre Benfica-Man. United.
Na altura o rapazinho comeu da UEFA e comeu bem. Será que essa cambada de
bastardos que agora fez de uma banalidade um terramoto à escala planetária,
inventando petições e uma série de palhaçadas, também se insurgiu com essa
excepcional veemência quando o “menino rico, mimado e arrogante” arrancou este
reles pirete no Templo Sagrado?
Ao contrário desta miserável comunicação social desportiva e não só, de um
país sem cotação internacional e completamente descredibilizado, prostituída e
canalha, quer fazer crer, e que quer à fina força apear Eusébio da Silva
Ferreira - e aqui o papel da corja de jornalistas bastardos afectos à Irmandade da Fruta tem tido um papel
relevante que todos os Benfiquistas devem denunciar em todo o lado e
sempre - do trono de melhor futebolista português de todos os tempos, há e
haverá sempre Ibrahimovichs, Lewandovskis, Ribérys, Iniestas e muitos outros
com nível e competência para disputar um troféu que até à data tem tido em
Messi o expoente máximo e indiscutível.
Mas esta corja é como o OMO ou a lixívia - a sua bastarda missão é
BRANQUEAR aquilo que lhe convém!
GRÃO VASCO
Nestes últimos dois dias, ao passar os olhos pela blogosfera dita benfiquista, fiquei siderado com a posição de
alguns dos seus bloggers
relativamente aos tumultos ocorridos à porta da Pocilga do Freixo, na Palermo
portuguesa.
Alguns indignados, outros solidários com as “vítimas” alvos das investidas
simiescas de alguns elementos da força paramilitar recrutada no submundo donde
em tempos também emergiram os Teles,
os Abéis e mais recentemente os Madureiras e os Pidás, e que transformaram a “Inbicta”
numa selva sem lei, e o seu grémio mais representativo numa entidade sinistra
que tem corroído e corrompido tudo e todos, com a complacência e cumplicidade
de políticos, juízes, advogados e forças policiais.
Pelo que se tem visto, e desde a famosa fuga de informação que permitiu ao
maior bandido e mafioso deste país, encetar juntamente com a sua calorosa amante
noctívaga, a célebre escapadela para Santiago de Compostela, com a conivência
do “advogado dos criminosos” – um elo de ligação fundamental entre elementos da
polícia e diversos cadastrados e que pelo seu passado “sabe da poda” – impera
uma impunidade tal no Freixo e nas suas redondezas, que faculta à sua escumalha
mais miserável, manipular e conduzir os acontecimentos mais violentos a seu
bel-prazer.
Todos sabemos, especialmente os Benfiquistas, como tudo funciona na Palermo portuguesa. Por isso, não
percebo o ruído de alguns bloggers alegadamente
afectos ao Benfica, manifestando tanta indignação e admiração pelos mais
recentes acontecimentos. E nalguns casos, até, alguma solidariedade pífia
perante a mesma escória que, ainda há bem pouco tempo profanou o Templo
Sagrado, incendiando-o.
A travessia do deserto, para alguns destes pirómanos que agora tentaram
transmutar-se numa task force maltrapilha
e a la minute, e que desde os
tempos de Roquette tentaram estrangular o Glorioso, só agora está a começar. O
novo Xerife do Lagartêdo sabe isso
melhor do que ninguém e também sabe que foi o grémio corrupto azul e bronco, o principal obreiro da hecatombe que
se abateu sobre o condado leonino, já lá vão mais de três décadas, outrora
simbolizado por um felino de farta juba e que hoje se resume a um holograma
circense, cardinallêsco e albino entre grades, num fundo verde desmaiado, às
vezes substituído por um bichano assanhado, exímio em comunicados “éticos”,
“diferentes”, “nobres”, blá, blá, blá, blá, blá.
Ao ver, logo na tarde de domingo, as “aventuras” em que se meteram alguns pixotes suicidas da turma do Lagartêdo, bem salientadas com os
comentários de A.J. Leite, um “repórter” da Irmandade
da Fruta ao serviço da RTPalermo,
fiquei indiferente. Exactamente a mesma indiferença com que soube do resultado
final entre corruptos e ex-submissos.
Para quem, em alegre fanfarronada e segundo uma tarja de razoável dimensão,
ia “invadir a aldeia”, tudo se
desmoronou em poucos minutos. Em toda a linha. No campo, fora dele e nas
redondezas. Foi o amadorismo ignorante de uns quantos néscios radicais do Fôsso, contra profissionais, autênticos paramilitares à paisana, estratègicamente
aliados a muitos polícias, que por sua vez, em surdina e nos bastidores, se
assumem mais superdragões do que aquela
própria corja de marginais e criminosos, comandada pelos símios da Ribeira.
Não sei se aquele bando ululante de lagartinóides
mentecaptos e kamikazes, que à toa, se
meteu a tralhão pelo Freixo dentro, avançando pela alameda da Pocilga, se deu alguma vez conta do labirinto, logo
transformado em vespeiro, em que se ia perder. Erráticos, sem saberem para onde
fugir de uma outra multidão bem organizada, lá estavam à sua espera a cada
esquina desse labirinto, um símio ou
um pidá arreando castanha da grossa (estamos no tempo dela), malhando sem dó nem
piedade, numa humilhação difícil de esquecer. Uma cena patética, com
verdadeiros patetas “comidos de cebolada” por gentalha batida e especialista
neste tipo de tumultos, pouco interessada na política, embrenhada no submundo
do futebol e seus proventos, venerando assim o seu ídolo de sempre, o exemplo
mais paradigmático de uma sociedade corrupta e decadente.
Enfim, uma lição para quem se mete nestas lides.
Lá em cima é o “ides sofrer como cães”.
E cá em baixo, como será um dia?
In
Record
“…Juntaram-se [os do Lagartêdo] na
Avenida Fernão Magalhães e aí iniciaram a sua onda de violência que, contudo,
também deixou marcas na maioria dos elementos, pois tanto a Polícia como os
Super Dragões reagiram de forma pronta…”
Então, mas como é?
Os Super Dragões reagem de forma
pronta como a Polícia?
O record das pêtas está o máximo!
GRÃO VASCO
Mais uma vez Óscar Cardozo estava lá, mas o árbitro Alberto Undiano
Mallenco também lá esteve.
Mallenco, um navarro de 40 anos, licenciado em sociologia e ciências
políticas, é useiro e vezeiro neste tipo de arbitragens. Em jogos do Benfica na
Europa tem sido sempre assim. Ontem na Luz, com uma actuação camuflada e
habilidosa, sempre com um olho nas faltas contra o Benfica e com o outro em
Michel - um espanhol grosseiro, presunçoso e malcriado, seu compatriota,
treinador do Olympiacos - prejudicou claramente o Glorioso, bem acolitado pelos
seus assistentes.
Provàvelmente, o dilúvio que se abateu sobre o relvado e a consequente e acentuada
diminuição da sua visibilidade, permitiu-lhe escamotear dois penaltys favoráveis ao Benfica, bem como
marcar um chorrilho de off sides e
faltas atacantes a Lima e a Cardozo.
Os textos seguintes que não consegui publicar em tempo oportuno, mas que
tenho em arquivo, deixam claros indícios de que este juiz todo-poderoso do
futebol espanhol tem um especial “carinho” pelo Benfica e pelos seus jogadores.
20 de
Outubro de 2010,
O. Lyon,2
– Benfica,0
Árbitro
- Alberto Undiano Mallenco
…O
Benfica teve de correr atrás do prejuízo, mas foi esbarrando na barreira
defensiva do Lyon. Aos 39 minutos, Saviola foi derrubado à entrada da área,
contudo, o árbitro espanhol Alberto Undiano Mallenco não assinalou
incrivelmente qualquer infracção. Por outro lado, o juiz já foi implacável para
uma falta cometida por Gaitán (43’), mostando-lhe o segundo amarelo expulsando-o
assim em pouco mais de dez minutos…
16 de
Agosto de 2011
Twente,2
– Benfica,2
Árbitro
- Alberto Undiano Mallenco
…A
partida estava com um ritmo muito alto, e aos 79 minutos surgiu o lance que
estragou o espectáculo. John centrou na esquerda e Ruiz cabeceou com sucesso,
depois de se apoiar e empurrar Emerson, que ficou fora do lance irregularmente.
Nenhum dos seis(!) árbitros viu o que se passou. E assim, o Twente acabou por
empatar a partida.
Por outro lado, já se tornou um hábito, a pandilha dos benfiqueiros malhar no Benfica e nos seus jogadores, treinador,
dirigentes e presidente, quando o resultado não é uma vitória.
Ontem, para além da crítica à exibição foram mais longe e falaram de falta
de garra, de atitude ou de desonra do Manto Sagrado.
Os “Bravos do Pelotão”, ao contrário dessa bestialidade, a raiar a demência,
que como uma peste, vai proliferando pela blogosfera
dita benfiquista, fora, e minando o Benfica por dentro, mostraram, perante
condições muito adversas e ingratas, uma grande alma, uma forte mentalidade e
arcaboiço físico.
É verdade que este ano, e todos os Benfiquistas sabem disso, o caminho tem
sido difícil, não isento de erros e omissões. Mas haja o primeiro que lhes atire
a primeira pedra! Haja um, um só!
O facto é que os jogadores lutaram até ao fim, honraram a camisola e viram
o seu esforço em parte recompensado.
Quanto à exibição, ofereço-a aos benfiqueiros.
Fiquem com ela, a remoê-la, que os Autênticos ficam, de certeza com o
resultado, que quer queiram, quer não, não compromete em nada o objectivo de
passarmos à fase das eliminatórias, isto é aos 8ºs-de-final.
Antes deste jogo, qualquer Benfiquista atento, sabia que independentemente
do resultado na Luz, é mandatório conseguir um empate ou uma vitória no Pireu,
muito pelo facto dos gregos terem ganho em Bruxelas, por 3-0 ao Anderlecht.
O jogo de 5 de Novembro, em Atenas, no Pireu, irá ditar muito do futuro do
Benfica na Europa e na Champions League.
Aguardemos até lá, com serenidade e pelo menos com o bom senso de estimular
a confiança de quem lá dentro do rectângulo de jogo chuta a bola para dentro
das balizas adversárias, tentando sempre ganhar todos os jogos pelo Benfica.
GRÃO VASCO
Vá lá, vá lá, que desta vez Paolo Tagliavento cumpriu a Lei!
Dia de ontem, nove para as vinte. Ligo o televisor e primo o botão quatro do
seu comando, sintonizando o Canal da
Palhaça. Já se jogava na Pocilga do
Freixo a partida entre morcões corruptos e russos, mas ainda não era a vez
da entrada em cena dessa avis rara
futeboleira. Os protagonistas eram outros…
E então, o que vejo na primeira imagem que surge no ecrã?
Deparo com um hispânico – fez-me lembrar um dos ratos da quadrilha do Speedy Gonzalez, baixo e de cabelo em
crista devido aos cíclicos tufões do golfo do México, e com aquelas orelhas de
abanico – encafuado numa camiseta azul e bronca com o número 16, a ser
literalmente despachado para o olho da
rua pelo árbitro que dirigia o desafio.
Oiço de imediato aquela voz arrastada, quase de bagaço, do pastelão de
Contumil em tom insurgente. Manuel Queirós, o incorrigível e sectário cumentadeiro para todo o serviço, da Irmandade da Fruta, enche o peito de ar
e zás, numa bojarda precipitada e mentecapta, apelida sem apelo nem agravo
Paolo Tagliavento, o árbitro italiano, de “fiscal”, indignado por este ter
feito justiça e òbviamente cumprido a Lei.
O que eu me ri ao ver e ouvir este triste espectáculo. Dois patetas na TBI (e não TVI) esperneando e a carpir
mágoas alheias, e mais uns quantos a estrebucharem no lameiro da Pocilga, só
porque a Lei, desta vez, tinha sido cumprida.
Caramba! Desta vez que tanto jeito teria dado o Proença, o Arturinho a
dias, o Sousa do Lordêlo, o Xistra, o Costa, o Vasco, o Pacheco, o Benquerença
e uns outros mais!...
Então e o marisco de Matosinhos, cadê
o marisco?
Ao contrário de ontem, mais concretamente em 27 de Março de 2012 na Luz, no
jogo da 1ª mão entre o Benfica e o Chelsea a contar para os quartos-de-final da
Champions League, ao minuto 59,
Tagliavento não cumpriu a Lei. Nessa noite e nesse momento, o italiano perdoou
a mão escandalosa de John Terry visível da estratosfera e dentro da sua área
por interceptar um centro-remate de Maxi Pereira, não marcando penalty a favor do Benfica e não
expulsando o inglês. Ironia do destino, na jogada imediatamente a seguir o
Chelsea marcou o único golo da partida por Kalou falseando o resultado do jogo,
para gáudio dos danilos deste país.
No entanto, nessa altura, não houve o escabeche da orquestra dos mabecos azuis
e broncos das rádios e tv’s ou as carpiduras patéticas dos “Queirozes contumilianos”.
Porquê?
Ora porquê…
Simples!
É que ontem, quem jogava, era a trampa mais corrupta deste triste país!
E o Hulk?
Que grande frete ele fez…transformando, entre outras palhaçadas e piruetas,
um falhanço incrível na defesa da noite do keeper
da Irmandade…
Enfim, uma tragicomédia, como habitualmente transformada em vitória moral.
Que fiquem com ela que os russos ficaram com os três pontos e aqueles milhares de
euros da ordem…
GRÃO VASCO
De Cinfães, terra do meu distrito mas bem distante da sua capital, guardo uma
imagem de há muitos anos - o seu rancho folclórico com os seus trajes, danças e
cantares, aquando das suas actuações, em Setembro, na secular Feira de S.
Mateus. E se bem me recordo, as suas gentes nunca trouxeram consigo qualquer
tarja hostil dedicada a quem quer que fosse, muito menos ao Benfica ou ao seu
treinador.
Cinfães é terra de Benfiquistas, como todas as suas terras vizinhas ou
qualquer uma de Portugal. O Douro, bem no norte do país, ao contrário do que
muito boçal azul e bronco queira fazer crer, é vermelho bem retinto tal como a
uva que dá corpo aos fabulosos néctares que transformaram essa região numa das
mais conceituadas zonas vitivinícolas do mundo.
Este fim-de-semana, o Benfica jogou em Cinfães com o clube local, para mais
uma eliminatória da Taça de Portugal. A festa começou bem cedo, logo à chegada
da comitiva Gloriosa. Como nos bons velhos tempos, atravessando montes e vales,
serpenteando pelos socalcos dessa terra imensa e rica, o comboio chegou ao
anoitecer a Arêgos, a célebre estação onde acompanhado por Zé Fernandes, o seu amigo de sempre, também Jacinto desceu, vindo de Paris,
e que deslumbrado ficou, ao contemplar a paisagem duriense sublimemente
descrita por Eça de Queiroz, no
romance que eu mais gostei de ler nos meus tempos de menino e moço – “A Cidade e as Serras”.
O tempo, na sexta-feira passada, estava tristonho e nem a névoa misturada
com a chuvinha que se fazia sentir nesse momento, fizeram com que a recepção ao
Glorioso fosse menos calorosa. Ouviram-se os cânticos genuínos e palavras de
incentivo desse povo anfitrião e bem Benfiquista. A comitiva subiu a Baião e
presumo, instalou-se numa excelente unidade hoteleira, esperando ao outro dia pelo
Vermelhão para atravessar o Douro para a margem sul com destino a Cinfães.
Pouco me importa que fosse o Benfica A, B, C, X ou Y. Estavam ali os
representantes, os embaixadores do mais popular, do mais querido, do mais amado
clube de Portugal – o Sport Lisboa e Benfica.
Do jogo que nem o relato ouvi, quatro apontamentos – a vitória natural do
Benfica, o arreganho dos jogadores adversários liderados curiosamente por um
Benfiquista (João Manuel Pinto que também jogou noutros tempos no Glorioso) o
entusiasmo dos adeptos Benfiquistas e a presença de algumas “bernardinas” nas bancadas do estádio,
uma espécie de primatas, gentalha descendente do mesmo tronco zoológico dos símios da
Ribeira da Palermo portuguesa e que,
como não podia deixar de ser, acabaram por ser notícia pelo ódio visceral e
pela inveja que demonstraram ao emblema Glorioso.
Não sei se vieram directamente da Casa dos Segrêdos da TBI ou antes ainda chafurdaram na Pocilga de Palermo até chegarem a Cinfães, mas o certo é que se
deram ao desplante, conforme se pode ver na foto, de segurar um lençol impresso
com achincalhos sem nexo ao treinador JJ, com a aposição de um emblema
distorcido e insultuoso, desrespeitando o Benfica, mesmo ao lado daquele outro que
representa o clube anfitrião.
Quanto ao lençol e ao seu conteúdo, não sei se foi o mesmo onde a “bernardina” do lado esquerdo da foto terá perdido os três vinténs aos 11 anos
e se durou tempo suficiente para passados três anos aí ainda ter alegadamente feito
sexo anal ou se foi tão sòmente para impressionar o Ola John, no secreto desejo
de que após o jogo, o rapaz estivesse disponível para ser presenteado com um fellatio à moda de Souselo. Nem sei
mesmo se terá alegadamente, sido o mesmo lençol utilizado pelas outras duas “bernardinas” azuis e broncas e
anti-Benfiquistas primitivos que restam nesse trio, para se limparem após terem
“pegado de marcha à ré”.
A verdade é que a ménage à trois
está lá, suja, bem patente, naquela foto para a posteridade, tal como no
concurso televisivo está gravado o mesmo desejo expresso juntamente com o cântico
com que a outra “bernardina” emporcalhada,
digna representante do grémio da fruta
corrupção & putêdo, se masturba naquela promiscuidade e javardice que
se aloja na sua cabeça oca e libertina.
Nota:
Não vejo esse tipo de programas nem esses concursos, mas devido às notícias
veiculadas pela blogosfera sobre a dita cuja nada e criada em Paços de Brandão,
Vila da Feira, fui “obrigado” a documentar-me sobre esses episódios recentes.
Resta-me concluir que “bernardinas”, hoje em dia, é o que de mais corriqueiro
aparece, para mais a mais, deste tipo, às riscas azuis e brancas lá para os
lados da Palermo portuguesa e seus arrabaldes.
Uma chamada de atenção quando alguns bloggers
se referem a este caso, associando o norte. O Norte não se revê em nada disto.
Tudo isto se circunscreve a zonas infestadas doentiamente por um anti-Benfiquismo
primário associado ao que de mais reles e sujo o grémio da fruta e do putêdo, vulgo fcp,
tem, quer no norte, no centro ou no sul e do qual as “bernardinas” deste país são as mais “dignas” representantes. Por
isso, e ao contrário de muitos que desejam que haja a respectiva expulsão, é
bom que ela lá fique, quanto mais não seja para mostrar a reles imagem que o grémio da fruta dá, dos adeptos e
adeptas que dele fazem parte.
GRÃO VASCO
Alguma imprensa desportiva on-line
de hoje, alude à apresentação e lançamento de um livro no dia 7 do próximo mês,
retratando diversos episódios da tribo do
Lagartêdo durante um dos períodos mais negros e conturbados da sua história
– o Paleolítico de PPC.
Não obstante desde esses tempos, a sua evolução não ter sido muita, pois encontra-se
agora nos primórdios do Neolítico e liderada por um primitivo cro-magnon, chamo a especial atenção dos leitores
interessados para o primeiro capítulo da obra – “Pirómanos em acção, o incêndio da Luz” – à qual tive acesso prévio
e da qual tenho a oportunidade e em primeira mão de apresentar a sua capa.
Entre outros capítulos de relevo estão – “Cardinal e o depósito de 2 mil euros”, “O Big Brother de Patrício”, “As
imagens do túnel do lagartêdo” e “500
mil euros para 250 câmaras HD”.
A não perder!
GRÃO VASCO
Não há memória de um ataque tão vil e tão feroz ao Benfica. Desde que a SAD
avançou, através da BENFICA TV com a exclusividade dos jogos de futebol na Luz
e adquiriu os direitos televisivos dos jogos da Premier League e mais alguns
outros, passando a transmitir em canal pago mas acessível à maioria dos adeptos
Benfiquistas com uma resposta imediata de 200.000 subscritores, muitos sectores
dos media - especial destaque para o
grupo que até então monopolizava e controlava o sector a seu bel-prazer, e para
os dois pasquins desportivos e não três, porque o outro, “ o nojo”, a norte, na
Palermo portuguesa, é uma folha
impregnada de lixo tóxico, encharcada de metano produzido pelo maior bandido
deste país, sustento de morcões parasitas que nem escrever as vogais sabem -
têm-se atirado que nem cães raivosos ao Benfica, à equipa de futebol, ao
presidente, ao treinador e por aí fora.
No caso dos pasquins desportivos, com o adestramento de diversos papagaios
ao longo dos tempos e sabendo das suas necessidades de manterem o gargalo de
fora, a estratégia passou pela visibilidade requerida em troca de bicadas ao
Benfica.
Favores com favores se pagam. É assim que funciona esta escumalha. Todos
eles se juntam, benfiqueiros de sarjeta,
anti-benfiquistas, benfiquistas ressaibiados e benfiquistas “isentos”, mais parecendo
um saco de gatos. A pieira é doentia, tudo mia, tudo parla, tudo faz o seu
douto diagnóstico.
O record das petas ou das patranhas tem sido o
porta-estandarte desta campanha suja. A minha perplexidade é ainda maior quando
me lembro do seu nóvel director chafurdando naquele lamaçal.
Assim, para o papagaio zarolho do Diamantino (in a bol & rec*), no futebol do Benfica não há pessoas sérias,
mas sim visionários malucos; para o papagaio depenado do Paulo Madeira (in rec*), os jogadores do Benfica devem
correr pela paz no mundo, pelo papa, pelos mais necessitados, pelos doentes,
por tudo, menos pelo presidente e sem sofrimento nos instantes finais dessas
corridas; para o papagaio do Filipovic (in
rec*), o Markovic pela sua estrutura frágil, deve actuar nos intervalos dos
jogos em casa, junto das cheerleaders
do clube e nunca como segundo ponta-de-lança em apoio ao Óscar Cardozo; para o
papagaio do Pacheco (in rec*), surge
a dúvida cartesiana da
desaprendizagem dos jogadores benfiquistas e da “infeliz dedicatória” de Luisão
ao presidente do clube, que lhe paga; para o papagaio?!? do Mozer (in a bol TV*), tudo isto é uma questão
de estrutura – estrutura para cima, para baixo e para os lados, em aço
inoxidável e em betão armado; para o papagaio do Figueiredo da linha, essa luminária jurássica das caixas
de caríssimos charutos cubanos, facturadas ao clube no tempo dos Damásios & Prietas das capelinhas e
declarado apoiante de bruno carvalho (in rec*), o problema é que o JJ é uma
mentira repetida do LFV; para o papagaio do João Alves, outro catedrático de
pacotilha, (in muitos rec’s*) o
problema é o que calha e é o mais oportuno consoante o momento em que lhe solicitam
o seu “douto parecer”; no caso do papagaio do José Marinho, (in facebook), na investigação solicitada
pelo próprio ao FBI e à CIA, concluiu “estùpidamente” que Luisão é um vieirista puro e duro, um autêntico
perigo público; para o papagaio do Carlos Daniel (in TV*), “adepto fictício do Paredes ou do Avintes”, o Cardozo é
uma banalidade e já foi chão que deu uvas; para o papagaio piramidal do “isento”
João Gobern (lá se vai “gobernando”, vai…in
TV*) o paraguayo já deveria ter sido deportado desde o início do século, primeiro
para as Berlengas e depois para o Tarrafal, no porão de um barco a vapor; para
o papagaio do Nuno Farinha (in rec*) fundamentando
a sua teoria no manual de instruções das locomotivas da CP (Caminhos-de-ferro
Portugueses) atestou que o jogo Estoril-Benfica tinha sido uma mentira, pois
queria que ali fosse o “fim-da-linha” para JJ; Daúto Faquirá, em tempos contra-espião
ao serviço da intelligentsia da Palermo portuguesa, que enquanto
treinador de outros clubes era pago por esta para fazer (e fê-los em larga
escala) relatórios secretos para a irmandade
do fruta, corrupção & putêdo, diagnosticou, através de uma autotransmutação
para a “quarta dimensão”, que há fantasmas no Benfica; Tata Martino (in rec*) deixou de passear e “tomar unas copas” nas ramblas nos seus tempos livres, e agora
anda de olho em Cardozo (ôh lálá…); no caso do papagaio Pedro Aldave, melhor
dizendo pedro aldraba, hoje uma arara-chula sul-americana faminta de euros apesetados, libras esterlinas ou liras turcas – tanto faz pois o que ele
quer é nota para os charutos e mais algumas coisas…, quer lá ele saber do
Cardozo para alguma coisa… - (in rec*), comprou
um puzzle aldrabado com uma figura do
Cardozo para a encaixar no emblema do Barça, publicitando-o no record das petas; para o papagaio Luís
Pedro Sousa (in rec*), o problema do
Benfica são os seus jogadores sérvios que integram também a selecção do seu país
cujos resultados são fracos e nem é apurada sequer para o próximo mundial no
Brasil; para o papagaio do António José Saraiva (in rec*) o problema do Benfica é nas alas (vá lá, vá lá…); para o
superpapagaio futeboleiro, Luís Freitas Tonto “O Lobo”, esse suprassumo do
pontapé na bola, verdadeira matraca falante e agora também escrevinhador
bacharelado (in a bol*), o problema
do Benfica está na gestão dos egos do balneário – esta foi mesmo de mestre!;
ainda faltam aqui as ferroadas de um moscardo azul e bronco, conhecidas por “vareladas” a la Palermo, (in rec*), e
os arrotes azedos – foge, que cheiro!...
- do pançudo dos croquetes (in a bol*). Por último, a palavra de ordem desta
semana, do record das patranhas, com
direito a parangonas de capa – “Ivan Cavaleiro, tal como em outros tempos
fizeram com O Terrível, ao poder, já!”
Para completar o ramalhete, faltam aqui muitas das alarvidades e patacoadas
que diàriamente são bolçadas pela blogosfera
benfiqueira, a tal que só por si é suficiente para continuar a fazer grandes
estragos e causar enormes prejuízos ao Sport Lisboa e Benfica.
Enfim, é o circo dos papagaios a bulir numa espiral de paranóia absolutamente
surreal que só parará quando os Benfiquistas derem o Grito do Ipiranga!
“Às armas, Companheiros, às armas!”
GRÃO VASCO
Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013
Algures na Trypalândia, arrabaldes da Palermo portuguesa.
- “Hoje condecoro-te a ti. Amanhã,
condecoras-me a mim!”
E foi assim, com estas singelas palavras, que o velho ordenança começou a
cerimónia mais imunda, alguma vez vista nesse reino corrupto.
Uma das maiores vergonhas de um país onde grassa a impunidade, a trapaça, a
promiscuidade e a vileza.
Um ordenança despeitado, arrastando-se pelos tortuosos caminhos que ele
próprio traçou, num estertor de moribundo, tinha acabado de condecorar o
padrinho dos padrinhos com a medalha dourada.
Ambos, impunes, dirigiram-se para o palanque dos vilões e valentões. Não sem que antes, uma "birgem gorda e rafeira do bulhôun...eee" equipada e num orgasmo supremo, tenha tirado para a posteridade, uma "chapa" com o homenageado...
Aí, começaram a assistir ao desfile.
Primeiro, “em passo de ganso”, surge a guarda pretoriana dos supermorcões apetrechada a rigor, com o guardabel e os símios à frente. Logo
atrás, “As deusas do Araújo”, um grupo
de majorettes, expedidas do Brasil, com as suas minifardas côr-de-café com
leite, em poses pornográficas abrilhantando o cortejo e gritando pelo Jàcintinho Paixão. A seguir os
maltrapilhos dos “Panteras Negras”,
uma força paramilitar que tem andado pelas ruas da amargura. E por fim, a ralé
das ralés; um numeroso exército de apitos, onde vinha integrada a sua força de
elite – os comandos do “Golden Whistle”
– chefiada por Pinto Careca.
Tropas perfiladas em frente à tribuna.
Silêncio.
O medalhado, nesse solene momento, não se contendo, alçou o pernil e zás,
lá largou mais uma melodiosa bufa pontifícia, pianíssima!
Nem foi preciso mais nada. Estava dado o mote.
A banda filarmónica de Gondomar, expressamente convidada para o efeito,
começava a ensaiar os primeiros acordes do “Hino à indecência”…
O resto, bem, o resto do filme, podem vê-lo na realização de João Botelho…
GRÃO VASCO
Estoril, 1 – Benfica, 2.
A blogosfera benfiqueira que
fique com a exibição. Os Verdadeiros, os Autênticos e o Benfica ficam com os
três pontos, com a vitória.
A gerência agradece!
Num campo difícil, onde alguma escumalha corrupta já perdeu pontos, com os estorilistas a arriarem forte e feio,
tendo como ponto de mira as canelas dos jogadores benfiquistas, num jogo duro e
bisonho, o Glorioso desenvencilhou-se bem e quanto a golos, bem podiam ter
sido pelo menos mais dois.
Ninguém do Benfica se poderá queixar.
As habituais virgens blogueiras ofendidas,
brunos, rangéis e demais rataria,
que na realidade não passam de uma trupe devassa e prostituída completamente
manipulada pelos media e que embarcam
nas encenações contínuas que se fazem em relação ao balneário do Benfica,
esgaçando e rasgando miseràvelmente o clube, terão que, durante as
próximas duas semanas fechar as suas conspurcadas e doentias cloacas.
Por outro lado, Óscar Cardozo num golaço com “a direita” e Luisão com as declarações no final do desafio, calaram
mais uma vez os borrachões dos Montes
Hermínios, os columbos de
pacotilha, guachos, aguarelas, arrumadores, “economeiros”,
navegadores de doca sêca, daniéis, sombras moribundas, “gerações”
e “gerações” de mentecaptos, cães
raivosos e demais aves de arribação. Enfim, uma matilha de chacais que ia
matando o melhor goleador do Benfica das últimas duas décadas.
Mas pior do que este séquito medonho, são aqueles que chulam o Benfica na blogosfera. Há parasitas e parasitas. E há-os a
“mamarem” à grande, com blogues construídos à custa do nome e das notícias
sobre o Benfica que lucram com a publicidade aposta nesses espaços.
É uma classe de oportunistas e parasitas que deve ser denunciada e que se
está marimbando para o que escreve sobre o Benfica, tendo ùnicamente como objectivo,
a ganância de arrancar “euros de sangue” com as patacoadas, as imbecilidades e
o desvario desses conteúdos, aproveitando mais uma vez o obscurantismo, a iliteracia
e a lamentável formação de muitos aleijados mentais e bronco-analfabetos de que
a nossa população carente é constituída.
A talhe de foice, poderei dizê-lo, que em tempos houve alguém que
descaradamente e através do facebook
me “convidou” a alinhar nesse esquema baixo e cujo blogue tem uma determinada
audiência em função desse mesmo oportunismo miserável.
Nem lhe respondi. São cães que não conhecem o dono. Considero que o que
está a acontecer na blogosfera é uma canalhice. E é preciso denunciar os
canalhas. Benfiqueiros disfarçados de
benfiquistas, autênticas sanguessugas que devem ser exterminadas.
O Benfica ganhou o difícil desafio de ontem. E bem ganho!
Mais uma vez digo – eu, os Autênticos e o Benfica ficamos com essa saborosa
vitória. Os chacais, os benfiqueiros
e os parasitas que orbitam, sangram e chulam
o Benfica, que fiquem com a exibição. Assenta-lhes que nem uma luva!
GRÃO VASCO
Todo e qualquer adepto ou simpatizante do Glorioso que faça da derrota de
ontem em Paris por 3-0, um drama, está no mínimo, a ser intelectualmente
desonesto.
Não obstante haver sempre alguns vendedores de utopias e também sempre quem
as queira comprar, a realidade não perdôa – actualmente, vinco, actualmente, o
PSG é uma equipa de topo no futebol europeu e o Benfica está muito longe, possìvelmente
a alguns anos-luz dessa supergaláxia que envolve os colossos Barcelona, Real
Madrid, Bayern e aqueles que gravitam muito perto dela – Borussia, Man. United,
Chelsea, City, Arsenal e PSG.
Não há milagres. Na Champions dos milhões e numa caminhada por
eliminatórias, antecedida por esta poule
a quatro que é a fase de grupos, poderá haver um imprevisto, um percalço, mas não
haverá muito mais do que isso.
No actual panorama do futebol europeu, o Benfica e alguns dos seus adeptos
poderão sonhar com tudo, até com a Lua, mas no concreto nunca irão passar
disso.
O jogo do Parc des Princes mostrou as diferenças. O PSG é muito superior. Já
a 1ª jornada tinha dado fortes indícios de que o 1º lugar do grupo C seria
ocupado pelos franceses.
Por outro lado, o Benfica esteve irreconhecível. Durante a maior parte do
desafio a equipa deambulou pela antecâmara do descalabro. Por muito pouco que
isso não aconteceu. Artur, Luisão, Siqueira e Cardozo bem tentaram remar contra
a maré. Os restantes foram humilhados, banalizados. Não houve, como não tem
havido, alegria e confiança, alma e atitude – os jogadores, bem como o seu treinador
JJ, parecem gravemente afectados pelo desfecho da época anterior. A identidade
anda perdida.
Mais a mais, e para tristeza nossa, ontem houve um oito e um oitenta – um super
PSG técnico-táctico primoroso e um Benfica amorfo, timorato, sem criatividade
nem ambição. Poderá, num futuro, haver um maior equilíbrio – o último jogo do
grupo com os franceses na Luz, poderá ser decisivo para a continuidade do
Benfica na competição – mas as diferenças estarão lá, sempre!
Laurent Blanc, o treinador do PSG está de parabéns. A estratégia que montou
para este jogo pulverizou qualquer arremedo táctico, artístico ou floral do seu
antagonista.
Enfim, um resultado mau e uma péssima exibição do Benfica na Europa, previsíveis
e como há muito não se via.
Há que seguir e olhar em frente. O caminho é longo e difícl, e há que inteligentemente
transpôr os obstáculos e contornar as tempestades que muitos arautos da
desgraça apregoam e desejam.
No entanto, houve ontem algo já recorrente nalgumas situações - o Benfica e
muito particularmente os jogadores e o seu treinador nunca poderão ter MÊDO!
GRÃO VASCO