30.10.13

Blatters & Ronaldos, Lda.



 

Por mais Blatters que haja neste mundo e por mais que as virgens ofendidas cocem a passarinha de indignação bacoca e hipocrisia, perguntem ao ministro Marques Guedes, ao Gomes da FPF, aos “jardineiros” da Madeira e a mais uns quantos jornalistas lambe-falos, do lagartêdo e do grémio da fruta & do putêdo, se porventura sabem se até hoje o Cristiano Ronaldo pediu desculpas públicas por este acto reles, de ofensa ordinária a todos aqueles seus compatriotas que se deslocaram ao Estádio da Luz num célebre Benfica-Man. United.


Na altura o rapazinho comeu da UEFA e comeu bem. Será que essa cambada de bastardos que agora fez de uma banalidade um terramoto à escala planetária, inventando petições e uma série de palhaçadas, também se insurgiu com essa excepcional veemência quando o “menino rico, mimado e arrogante” arrancou este reles pirete no Templo Sagrado?

 

Ao contrário desta miserável comunicação social desportiva e não só, de um país sem cotação internacional e completamente descredibilizado, prostituída e canalha, quer fazer crer, e que quer à fina força apear Eusébio da Silva Ferreira - e aqui o papel da corja de jornalistas bastardos afectos à Irmandade da Fruta tem tido um papel relevante que todos os Benfiquistas devem denunciar em todo o lado e sempre - do trono de melhor futebolista português de todos os tempos, há e haverá sempre Ibrahimovichs, Lewandovskis, Ribérys, Iniestas e muitos outros com nível e competência para disputar um troféu que até à data tem tido em Messi o expoente máximo e indiscutível.

 

Mas esta corja é como o OMO ou a lixívia - a sua bastarda missão é BRANQUEAR aquilo que lhe convém!

 


GRÃO VASCO


Os paramilitares do Freixo e os “pixotes” do Fôsso



Nestes últimos dois dias, ao passar os olhos pela blogosfera dita benfiquista, fiquei siderado com a posição de alguns dos seus bloggers relativamente aos tumultos ocorridos à porta da Pocilga do Freixo, na Palermo portuguesa.

 

Alguns indignados, outros solidários com as “vítimas” alvos das investidas simiescas de alguns elementos da força paramilitar recrutada no submundo donde em tempos também emergiram os Teles, os Abéis e mais recentemente os Madureiras e os Pidás, e que transformaram a “Inbicta” numa selva sem lei, e o seu grémio mais representativo numa entidade sinistra que tem corroído e corrompido tudo e todos, com a complacência e cumplicidade de políticos, juízes, advogados e forças policiais.

 

Pelo que se tem visto, e desde a famosa fuga de informação que permitiu ao maior bandido e mafioso deste país, encetar juntamente com a sua calorosa amante noctívaga, a célebre escapadela para Santiago de Compostela, com a conivência do “advogado dos criminosos” – um elo de ligação fundamental entre elementos da polícia e diversos cadastrados e que pelo seu passado “sabe da poda” – impera uma impunidade tal no Freixo e nas suas redondezas, que faculta à sua escumalha mais miserável, manipular e conduzir os acontecimentos mais violentos a seu bel-prazer.

 

Todos sabemos, especialmente os Benfiquistas, como tudo funciona na Palermo portuguesa. Por isso, não percebo o ruído de alguns bloggers alegadamente afectos ao Benfica, manifestando tanta indignação e admiração pelos mais recentes acontecimentos. E nalguns casos, até, alguma solidariedade pífia perante a mesma escória que, ainda há bem pouco tempo profanou o Templo Sagrado, incendiando-o.

 

A travessia do deserto, para alguns destes pirómanos que agora tentaram transmutar-se numa task force maltrapilha e a la minute, e que desde os tempos de Roquette tentaram estrangular o Glorioso, só agora está a começar. O novo Xerife do Lagartêdo sabe isso melhor do que ninguém e também sabe que foi o grémio corrupto azul e bronco, o principal obreiro da hecatombe que se abateu sobre o condado leonino, já lá vão mais de três décadas, outrora simbolizado por um felino de farta juba e que hoje se resume a um holograma circense, cardinallêsco e albino entre grades, num fundo verde desmaiado, às vezes substituído por um bichano assanhado, exímio em comunicados “éticos”, “diferentes”, “nobres”, blá, blá, blá, blá, blá.

 

Ao ver, logo na tarde de domingo, as “aventuras” em que se meteram alguns pixotes suicidas da turma do Lagartêdo, bem salientadas com os comentários de A.J. Leite, um “repórter” da Irmandade da Fruta ao serviço da RTPalermo, fiquei indiferente. Exactamente a mesma indiferença com que soube do resultado final entre corruptos e ex-submissos.

 

Para quem, em alegre fanfarronada e segundo uma tarja de razoável dimensão, ia “invadir a aldeia”, tudo se desmoronou em poucos minutos. Em toda a linha. No campo, fora dele e nas redondezas. Foi o amadorismo ignorante de uns quantos néscios radicais do Fôsso, contra profissionais, autênticos paramilitares à paisana, estratègicamente aliados a muitos polícias, que por sua vez, em surdina e nos bastidores, se assumem mais superdragões do que aquela própria corja de marginais e criminosos, comandada pelos símios da Ribeira.

Não sei se aquele bando ululante de lagartinóides mentecaptos e kamikazes, que à toa, se meteu a tralhão pelo Freixo dentro, avançando pela alameda da Pocilga, se deu alguma vez conta do labirinto, logo transformado em vespeiro, em que se ia perder. Erráticos, sem saberem para onde fugir de uma outra multidão bem organizada, lá estavam à sua espera a cada esquina desse labirinto, um símio ou um pidá arreando castanha da grossa (estamos no tempo dela), malhando sem dó nem piedade, numa humilhação difícil de esquecer. Uma cena patética, com verdadeiros patetas “comidos de cebolada” por gentalha batida e especialista neste tipo de tumultos, pouco interessada na política, embrenhada no submundo do futebol e seus proventos, venerando assim o seu ídolo de sempre, o exemplo mais paradigmático de uma sociedade corrupta e decadente.

Enfim, uma lição para quem se mete nestas lides.

 

Lá em cima é o “ides sofrer como cães”.

E cá em baixo, como será um dia?

 

 

In Record

“…Juntaram-se [os do Lagartêdo] na Avenida Fernão Magalhães e aí iniciaram a sua onda de violência que, contudo, também deixou marcas na maioria dos elementos, pois tanto a Polícia como os Super Dragões reagiram de forma pronta…”

 

Então, mas como é?

Os Super Dragões reagem de forma pronta como a Polícia?

 

O record das pêtas está o máximo!

 


GRÃO VASCO


24.10.13

Cardozo, Mallenco e a pandilha do costume



Mais uma vez Óscar Cardozo estava lá, mas o árbitro Alberto Undiano Mallenco também lá esteve.

 

Mallenco, um navarro de 40 anos, licenciado em sociologia e ciências políticas, é useiro e vezeiro neste tipo de arbitragens. Em jogos do Benfica na Europa tem sido sempre assim. Ontem na Luz, com uma actuação camuflada e habilidosa, sempre com um olho nas faltas contra o Benfica e com o outro em Michel - um espanhol grosseiro, presunçoso e malcriado, seu compatriota, treinador do Olympiacos - prejudicou claramente o Glorioso, bem acolitado pelos seus assistentes.

Provàvelmente, o dilúvio que se abateu sobre o relvado e a consequente e acentuada diminuição da sua visibilidade, permitiu-lhe escamotear dois penaltys favoráveis ao Benfica, bem como marcar um chorrilho de off sides e faltas atacantes a Lima e a Cardozo.

 

Os textos seguintes que não consegui publicar em tempo oportuno, mas que tenho em arquivo, deixam claros indícios de que este juiz todo-poderoso do futebol espanhol tem um especial “carinho” pelo Benfica e pelos seus jogadores.

 

20 de Outubro de 2010,

O. Lyon,2 – Benfica,0

 

Árbitro - Alberto Undiano Mallenco

 

…O Benfica teve de correr atrás do prejuízo, mas foi esbarrando na barreira defensiva do Lyon. Aos 39 minutos, Saviola foi derrubado à entrada da área, contudo, o árbitro espanhol Alberto Undiano Mallenco não assinalou incrivelmente qualquer infracção. Por outro lado, o juiz já foi implacável para uma falta cometida por Gaitán (43’), mostando-lhe o segundo amarelo expulsando-o assim em pouco mais de dez minutos…

 

16 de Agosto de 2011

Twente,2 – Benfica,2

 

Árbitro - Alberto Undiano Mallenco

 

…A partida estava com um ritmo muito alto, e aos 79 minutos surgiu o lance que estragou o espectáculo. John centrou na esquerda e Ruiz cabeceou com sucesso, depois de se apoiar e empurrar Emerson, que ficou fora do lance irregularmente. Nenhum dos seis(!) árbitros viu o que se passou. E assim, o Twente acabou por empatar a partida.

 

Por outro lado, já se tornou um hábito, a pandilha dos benfiqueiros malhar no Benfica e nos seus jogadores, treinador, dirigentes e presidente, quando o resultado não é uma vitória.

Ontem, para além da crítica à exibição foram mais longe e falaram de falta de garra, de atitude ou de desonra do Manto Sagrado.

Os “Bravos do Pelotão”, ao contrário dessa bestialidade, a raiar a demência, que como uma peste, vai proliferando pela blogosfera dita benfiquista, fora, e minando o Benfica por dentro, mostraram, perante condições muito adversas e ingratas, uma grande alma, uma forte mentalidade e arcaboiço físico.

É verdade que este ano, e todos os Benfiquistas sabem disso, o caminho tem sido difícil, não isento de erros e omissões. Mas haja o primeiro que lhes atire a primeira pedra! Haja um, um só!

O facto é que os jogadores lutaram até ao fim, honraram a camisola e viram o seu esforço em parte recompensado.

Quanto à exibição, ofereço-a aos benfiqueiros. Fiquem com ela, a remoê-la, que os Autênticos ficam, de certeza com o resultado, que quer queiram, quer não, não compromete em nada o objectivo de passarmos à fase das eliminatórias, isto é aos 8ºs-de-final.

Antes deste jogo, qualquer Benfiquista atento, sabia que independentemente do resultado na Luz, é mandatório conseguir um empate ou uma vitória no Pireu, muito pelo facto dos gregos terem ganho em Bruxelas, por 3-0 ao Anderlecht.

O jogo de 5 de Novembro, em Atenas, no Pireu, irá ditar muito do futuro do Benfica na Europa e na Champions League.

Aguardemos até lá, com serenidade e pelo menos com o bom senso de estimular a confiança de quem lá dentro do rectângulo de jogo chuta a bola para dentro das balizas adversárias, tentando sempre ganhar todos os jogos pelo Benfica.



GRÃO VASCO


23.10.13

E tudo Tagliavento levou!

Vá lá, vá lá, que desta vez Paolo Tagliavento cumpriu a Lei!

 

Dia de ontem, nove para as vinte. Ligo o televisor e primo o botão quatro do seu comando, sintonizando o Canal da Palhaça. Já se jogava na Pocilga do Freixo a partida entre morcões corruptos e russos, mas ainda não era a vez da entrada em cena dessa avis rara futeboleira. Os protagonistas eram outros…

 

E então, o que vejo na primeira imagem que surge no ecrã?

 

 

Deparo com um hispânico – fez-me lembrar um dos ratos da quadrilha do Speedy Gonzalez, baixo e de cabelo em crista devido aos cíclicos tufões do golfo do México, e com aquelas orelhas de abanico – encafuado numa camiseta azul e bronca com o número 16, a ser literalmente despachado para o olho da rua pelo árbitro que dirigia o desafio.

Oiço de imediato aquela voz arrastada, quase de bagaço, do pastelão de Contumil em tom insurgente. Manuel Queirós, o incorrigível e sectário cumentadeiro para todo o serviço, da Irmandade da Fruta, enche o peito de ar e zás, numa bojarda precipitada e mentecapta, apelida sem apelo nem agravo Paolo Tagliavento, o árbitro italiano, de “fiscal”, indignado por este ter feito justiça e òbviamente cumprido a Lei.

 

O que eu me ri ao ver e ouvir este triste espectáculo. Dois patetas na TBI (e não TVI) esperneando e a carpir mágoas alheias, e mais uns quantos a estrebucharem no lameiro da Pocilga, só porque a Lei, desta vez, tinha sido cumprida.

Caramba! Desta vez que tanto jeito teria dado o Proença, o Arturinho a dias, o Sousa do Lordêlo, o Xistra, o Costa, o Vasco, o Pacheco, o Benquerença e uns outros mais!...

Então e o marisco de Matosinhos, cadê o marisco?

 

Ao contrário de ontem, mais concretamente em 27 de Março de 2012 na Luz, no jogo da 1ª mão entre o Benfica e o Chelsea a contar para os quartos-de-final da Champions League, ao minuto 59, Tagliavento não cumpriu a Lei. Nessa noite e nesse momento, o italiano perdoou a mão escandalosa de John Terry visível da estratosfera e dentro da sua área por interceptar um centro-remate de Maxi Pereira, não marcando penalty a favor do Benfica e não expulsando o inglês. Ironia do destino, na jogada imediatamente a seguir o Chelsea marcou o único golo da partida por Kalou falseando o resultado do jogo, para gáudio dos danilos deste país.

 




 

No entanto, nessa altura, não houve o escabeche da orquestra dos mabecos azuis e broncos das rádios e tv’s ou as carpiduras patéticas dos “Queirozes contumilianos”.

Porquê?

Ora porquê…

Simples!

É que ontem, quem jogava, era a trampa mais corrupta deste triste país!

 

E o Hulk?

Que grande frete ele fez…transformando, entre outras palhaçadas e piruetas, um falhanço incrível na defesa da noite do keeper da Irmandade…

 

Enfim, uma tragicomédia, como habitualmente transformada em vitória moral. Que fiquem com ela que os russos ficaram com os três pontos e aqueles milhares de euros da ordem…

 

 


GRÃO VASCO


21.10.13

Três “bernardinas” em Cinfães…


 
  

De Cinfães, terra do meu distrito mas bem distante da sua capital, guardo uma imagem de há muitos anos - o seu rancho folclórico com os seus trajes, danças e cantares, aquando das suas actuações, em Setembro, na secular Feira de S. Mateus. E se bem me recordo, as suas gentes nunca trouxeram consigo qualquer tarja hostil dedicada a quem quer que fosse, muito menos ao Benfica ou ao seu treinador.

Cinfães é terra de Benfiquistas, como todas as suas terras vizinhas ou qualquer uma de Portugal. O Douro, bem no norte do país, ao contrário do que muito boçal azul e bronco queira fazer crer, é vermelho bem retinto tal como a uva que dá corpo aos fabulosos néctares que transformaram essa região numa das mais conceituadas zonas vitivinícolas do mundo.

 

Este fim-de-semana, o Benfica jogou em Cinfães com o clube local, para mais uma eliminatória da Taça de Portugal. A festa começou bem cedo, logo à chegada da comitiva Gloriosa. Como nos bons velhos tempos, atravessando montes e vales, serpenteando pelos socalcos dessa terra imensa e rica, o comboio chegou ao anoitecer a Arêgos, a célebre estação onde acompanhado por Zé Fernandes, o seu amigo de sempre, também Jacinto desceu, vindo de Paris, e que deslumbrado ficou, ao contemplar a paisagem duriense sublimemente descrita por Eça de Queiroz, no romance que eu mais gostei de ler nos meus tempos de menino e moço – “A Cidade e as Serras”.

O tempo, na sexta-feira passada, estava tristonho e nem a névoa misturada com a chuvinha que se fazia sentir nesse momento, fizeram com que a recepção ao Glorioso fosse menos calorosa. Ouviram-se os cânticos genuínos e palavras de incentivo desse povo anfitrião e bem Benfiquista. A comitiva subiu a Baião e presumo, instalou-se numa excelente unidade hoteleira, esperando ao outro dia pelo Vermelhão para atravessar o Douro para a margem sul com destino a Cinfães.

 

Pouco me importa que fosse o Benfica A, B, C, X ou Y. Estavam ali os representantes, os embaixadores do mais popular, do mais querido, do mais amado clube de Portugal – o Sport Lisboa e Benfica.

Do jogo que nem o relato ouvi, quatro apontamentos – a vitória natural do Benfica, o arreganho dos jogadores adversários liderados curiosamente por um Benfiquista (João Manuel Pinto que também jogou noutros tempos no Glorioso) o entusiasmo dos adeptos Benfiquistas e a presença de algumas “bernardinas” nas bancadas do estádio, uma espécie de primatas, gentalha descendente do mesmo tronco zoológico dos símios da Ribeira da Palermo portuguesa e que, como não podia deixar de ser, acabaram por ser notícia pelo ódio visceral e pela inveja que demonstraram ao emblema Glorioso.

 

Não sei se vieram directamente da Casa dos Segrêdos da TBI ou antes ainda chafurdaram na Pocilga de Palermo até chegarem a Cinfães, mas o certo é que se deram ao desplante, conforme se pode ver na foto, de segurar um lençol impresso com achincalhos sem nexo ao treinador JJ, com a aposição de um emblema distorcido e insultuoso, desrespeitando o Benfica, mesmo ao lado daquele outro que representa o clube anfitrião.

Quanto ao lençol e ao seu conteúdo, não sei se foi o mesmo onde a “bernardina” do lado esquerdo da foto terá perdido os três vinténs aos 11 anos e se durou tempo suficiente para passados três anos aí ainda ter alegadamente feito sexo anal ou se foi tão sòmente para impressionar o Ola John, no secreto desejo de que após o jogo, o rapaz estivesse disponível para ser presenteado com um fellatio à moda de Souselo. Nem sei mesmo se terá alegadamente, sido o mesmo lençol utilizado pelas outras duas “bernardinas” azuis e broncas e anti-Benfiquistas primitivos que restam nesse trio, para se limparem após terem “pegado de marcha à ré”.

A verdade é que a ménage à trois está lá, suja, bem patente, naquela foto para a posteridade, tal como no concurso televisivo está gravado o mesmo desejo expresso juntamente com o cântico com que a outra “bernardina” emporcalhada, digna representante do grémio da fruta corrupção & putêdo, se masturba naquela promiscuidade e javardice que se aloja na sua cabeça oca e libertina.

 

Nota:

Não vejo esse tipo de programas nem esses concursos, mas devido às notícias veiculadas pela blogosfera sobre a dita cuja nada e criada em Paços de Brandão, Vila da Feira, fui “obrigado” a documentar-me sobre esses episódios recentes.

Resta-me concluir que “bernardinas”, hoje em dia, é o que de mais corriqueiro aparece, para mais a mais, deste tipo, às riscas azuis e brancas lá para os lados da Palermo portuguesa e seus arrabaldes.

 

Uma chamada de atenção quando alguns bloggers se referem a este caso, associando o norte. O Norte não se revê em nada disto. Tudo isto se circunscreve a zonas infestadas doentiamente por um anti-Benfiquismo primário associado ao que de mais reles e sujo o grémio da fruta e do putêdo, vulgo fcp, tem, quer no norte, no centro ou no sul e do qual as “bernardinas” deste país são as mais “dignas” representantes. Por isso, e ao contrário de muitos que desejam que haja a respectiva expulsão, é bom que ela lá fique, quanto mais não seja para mostrar a reles imagem que o grémio da fruta dá, dos adeptos e adeptas que dele fazem parte.

 

 


GRÃO VASCO


16.10.13

MEMÓRIAS DO PALEOLÍTICO




Alguma imprensa desportiva on-line de hoje, alude à apresentação e lançamento de um livro no dia 7 do próximo mês, retratando diversos episódios da tribo do Lagartêdo durante um dos períodos mais negros e conturbados da sua história – o Paleolítico de PPC.

Não obstante desde esses tempos, a sua evolução não ter sido muita, pois encontra-se agora nos primórdios do Neolítico e liderada por um primitivo cro-magnon, chamo a especial atenção dos leitores interessados para o primeiro capítulo da obra – “Pirómanos em acção, o incêndio da Luz” – à qual tive acesso prévio e da qual tenho a oportunidade e em primeira mão de apresentar a sua capa.

Entre outros capítulos de relevo estão – “Cardinal e o depósito de 2 mil euros”, “O Big Brother de Patrício”, “As imagens do túnel do lagartêdo” e “500 mil euros para 250 câmaras HD”.

A não perder!

 

 

 


GRÃO VASCO


10.10.13

O circo dos papagaios



Não há memória de um ataque tão vil e tão feroz ao Benfica. Desde que a SAD avançou, através da BENFICA TV com a exclusividade dos jogos de futebol na Luz e adquiriu os direitos televisivos dos jogos da Premier League e mais alguns outros, passando a transmitir em canal pago mas acessível à maioria dos adeptos Benfiquistas com uma resposta imediata de 200.000 subscritores, muitos sectores dos media - especial destaque para o grupo que até então monopolizava e controlava o sector a seu bel-prazer, e para os dois pasquins desportivos e não três, porque o outro, “ o nojo”, a norte, na Palermo portuguesa, é uma folha impregnada de lixo tóxico, encharcada de metano produzido pelo maior bandido deste país, sustento de morcões parasitas que nem escrever as vogais sabem - têm-se atirado que nem cães raivosos ao Benfica, à equipa de futebol, ao presidente, ao treinador e por aí fora.

 

No caso dos pasquins desportivos, com o adestramento de diversos papagaios ao longo dos tempos e sabendo das suas necessidades de manterem o gargalo de fora, a estratégia passou pela visibilidade requerida em troca de bicadas ao Benfica.

Favores com favores se pagam. É assim que funciona esta escumalha. Todos eles se juntam, benfiqueiros de sarjeta, anti-benfiquistas, benfiquistas ressaibiados e benfiquistas “isentos”, mais parecendo um saco de gatos. A pieira é doentia, tudo mia, tudo parla, tudo faz o seu douto diagnóstico.

 

O record das petas ou das patranhas tem sido o porta-estandarte desta campanha suja. A minha perplexidade é ainda maior quando me lembro do seu nóvel director chafurdando naquele lamaçal.

 

Assim, para o papagaio zarolho do Diamantino (in a bol & rec*), no futebol do Benfica não há pessoas sérias, mas sim visionários malucos; para o papagaio depenado do Paulo Madeira (in rec*), os jogadores do Benfica devem correr pela paz no mundo, pelo papa, pelos mais necessitados, pelos doentes, por tudo, menos pelo presidente e sem sofrimento nos instantes finais dessas corridas; para o papagaio do Filipovic (in rec*), o Markovic pela sua estrutura frágil, deve actuar nos intervalos dos jogos em casa, junto das cheerleaders do clube e nunca como segundo ponta-de-lança em apoio ao Óscar Cardozo; para o papagaio do Pacheco (in rec*), surge a dúvida cartesiana da desaprendizagem dos jogadores benfiquistas e da “infeliz dedicatória” de Luisão ao presidente do clube, que lhe paga; para o papagaio?!? do Mozer (in a bol TV*), tudo isto é uma questão de estrutura – estrutura para cima, para baixo e para os lados, em aço inoxidável e em betão armado; para o papagaio do Figueiredo da linha, essa luminária jurássica das caixas de caríssimos charutos cubanos, facturadas ao clube no tempo dos Damásios & Prietas das capelinhas e declarado apoiante de bruno carvalho (in rec*), o problema é que o JJ é uma mentira repetida do LFV; para o papagaio do João Alves, outro catedrático de pacotilha, (in muitos rec’s*) o problema é o que calha e é o mais oportuno consoante o momento em que lhe solicitam o seu “douto parecer”; no caso do papagaio do José Marinho, (in facebook), na investigação solicitada pelo próprio ao FBI e à CIA, concluiu “estùpidamente” que Luisão é um vieirista puro e duro, um autêntico perigo público; para o papagaio do Carlos Daniel (in TV*), “adepto fictício do Paredes ou do Avintes”, o Cardozo é uma banalidade e já foi chão que deu uvas; para o papagaio piramidal do “isento” João Gobern (lá se vai “gobernando”, vai…in TV*) o paraguayo já deveria ter sido deportado desde o início do século, primeiro para as Berlengas e depois para o Tarrafal, no porão de um barco a vapor; para o papagaio do Nuno Farinha (in rec*) fundamentando a sua teoria no manual de instruções das locomotivas da CP (Caminhos-de-ferro Portugueses) atestou que o jogo Estoril-Benfica tinha sido uma mentira, pois queria que ali fosse o “fim-da-linha” para JJ; Daúto Faquirá, em tempos contra-espião ao serviço da intelligentsia da Palermo portuguesa, que enquanto treinador de outros clubes era pago por esta para fazer (e fê-los em larga escala) relatórios secretos para a irmandade do fruta, corrupção & putêdo, diagnosticou, através de uma autotransmutação para a “quarta dimensão”, que há fantasmas no Benfica; Tata Martino (in rec*) deixou de passear e “tomar unas copas” nas ramblas nos seus tempos livres, e agora anda de olho em Cardozo (ôh lálá…); no caso do papagaio Pedro Aldave, melhor dizendo pedro aldraba, hoje uma arara-chula sul-americana faminta de euros apesetados, libras esterlinas ou liras turcas – tanto faz pois o que ele quer é nota para os charutos e mais algumas coisas…, quer lá ele saber do Cardozo para alguma coisa… - (in rec*), comprou um puzzle aldrabado com uma figura do Cardozo para a encaixar no emblema do Barça, publicitando-o no record das petas; para o papagaio Luís Pedro Sousa (in rec*), o problema do Benfica são os seus jogadores sérvios que integram também a selecção do seu país cujos resultados são fracos e nem é apurada sequer para o próximo mundial no Brasil; para o papagaio do António José Saraiva (in rec*) o problema do Benfica é nas alas (vá lá, vá lá…); para o superpapagaio futeboleiro, Luís Freitas Tonto “O Lobo”, esse suprassumo do pontapé na bola, verdadeira matraca falante e agora também escrevinhador bacharelado (in a bol*), o problema do Benfica está na gestão dos egos do balneário – esta foi mesmo de mestre!; ainda faltam aqui as ferroadas de um moscardo azul e bronco, conhecidas por “vareladas” a la Palermo, (in rec*), e os arrotes azedos – foge, que cheiro!... - do pançudo dos croquetes (in a bol*). Por último, a palavra de ordem desta semana, do record das patranhas, com direito a parangonas de capa – “Ivan Cavaleiro, tal como em outros tempos fizeram com O Terrível, ao poder, já!”

 

Para completar o ramalhete, faltam aqui muitas das alarvidades e patacoadas que diàriamente são bolçadas pela blogosfera benfiqueira, a tal que só por si é suficiente para continuar a fazer grandes estragos e causar enormes prejuízos ao Sport Lisboa e Benfica.

 

Enfim, é o circo dos papagaios a bulir numa espiral de paranóia absolutamente surreal que só parará quando os Benfiquistas derem o Grito do Ipiranga!

 

“Às armas, Companheiros, às armas!”

 

 


GRÃO VASCO


8.10.13

Hino à indecência



Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013

Algures na Trypalândia, arrabaldes da Palermo portuguesa.

 

- “Hoje condecoro-te a ti. Amanhã, condecoras-me a mim!”

 

E foi assim, com estas singelas palavras, que o velho ordenança começou a cerimónia mais imunda, alguma vez vista nesse reino corrupto.

 

Uma das maiores vergonhas de um país onde grassa a impunidade, a trapaça, a promiscuidade e a vileza.

Um ordenança despeitado, arrastando-se pelos tortuosos caminhos que ele próprio traçou, num estertor de moribundo, tinha acabado de condecorar o padrinho dos padrinhos com a medalha dourada.

 

Ambos, impunes, dirigiram-se para o palanque dos vilões e valentões. Não sem que antes, uma "birgem gorda e rafeira do bulhôun...eee" equipada e num orgasmo supremo, tenha tirado para a posteridade, uma "chapa" com o homenageado...

Aí, começaram a assistir ao desfile.

Primeiro, “em passo de ganso”, surge a guarda pretoriana dos supermorcões apetrechada a rigor, com o guardabel e os símios à frente. Logo atrás, “As deusas do Araújo”, um grupo de majorettes, expedidas do Brasil, com as suas minifardas côr-de-café com leite, em poses pornográficas abrilhantando o cortejo e gritando pelo Jàcintinho Paixão. A seguir os maltrapilhos dos “Panteras Negras”, uma força paramilitar que tem andado pelas ruas da amargura. E por fim, a ralé das ralés; um numeroso exército de apitos, onde vinha integrada a sua força de elite – os comandos do “Golden Whistle” – chefiada por Pinto Careca.

Tropas perfiladas em frente à tribuna.

Silêncio.

O medalhado, nesse solene momento, não se contendo, alçou o pernil e zás, lá largou mais uma melodiosa bufa pontifícia, pianíssima!

Nem foi preciso mais nada. Estava dado o mote.

A banda filarmónica de Gondomar, expressamente convidada para o efeito, começava a ensaiar os primeiros acordes do “Hino à indecência”…

 

O resto, bem, o resto do filme, podem vê-lo na realização de João Botelho…

 

 


GRÃO VASCO


7.10.13

Bem ganho!



Estoril, 1 – Benfica, 2.

A blogosfera benfiqueira que fique com a exibição. Os Verdadeiros, os Autênticos e o Benfica ficam com os três pontos, com a vitória.

A gerência agradece!

 

Num campo difícil, onde alguma escumalha corrupta já perdeu pontos, com os estorilistas a arriarem forte e feio, tendo como ponto de mira as canelas dos jogadores benfiquistas, num jogo duro e bisonho, o Glorioso desenvencilhou-se bem e quanto a golos, bem podiam ter sido pelo menos mais dois.

 

Ninguém do Benfica se poderá queixar.

 

As habituais virgens blogueiras ofendidas, brunos, rangéis e demais rataria, que na realidade não passam de uma trupe devassa e prostituída completamente manipulada pelos media e que embarcam nas encenações contínuas que se fazem em relação ao balneário do Benfica, esgaçando e rasgando miseràvelmente o clube, terão que, durante as próximas duas semanas fechar as suas conspurcadas e doentias cloacas.

 

Por outro lado, Óscar Cardozo num golaço com “a direita” e Luisão com as declarações no final do desafio, calaram mais uma vez os borrachões dos Montes Hermínios, os columbos de pacotilha, guachos, aguarelas, arrumadores, “economeiros”, navegadores de doca sêca, daniéis, sombras moribundas, “gerações” e “gerações” de mentecaptos, cães raivosos e demais aves de arribação. Enfim, uma matilha de chacais que ia matando o melhor goleador do Benfica das últimas duas décadas.

 

Mas pior do que este séquito medonho, são aqueles que chulam o Benfica na blogosfera. Há parasitas e parasitas. E há-os a “mamarem” à grande, com blogues construídos à custa do nome e das notícias sobre o Benfica que lucram com a publicidade aposta nesses espaços.

É uma classe de oportunistas e parasitas que deve ser denunciada e que se está marimbando para o que escreve sobre o Benfica, tendo ùnicamente como objectivo, a ganância de arrancar “euros de sangue” com as patacoadas, as imbecilidades e o desvario desses conteúdos, aproveitando mais uma vez o obscurantismo, a iliteracia e a lamentável formação de muitos aleijados mentais e bronco-analfabetos de que a nossa população carente é constituída.

A talhe de foice, poderei dizê-lo, que em tempos houve alguém que descaradamente e através do facebook me “convidou” a alinhar nesse esquema baixo e cujo blogue tem uma determinada audiência em função desse mesmo oportunismo miserável.

Nem lhe respondi. São cães que não conhecem o dono. Considero que o que está a acontecer na blogosfera é uma canalhice. E é preciso denunciar os canalhas. Benfiqueiros disfarçados de benfiquistas, autênticas sanguessugas que devem ser exterminadas.

 

O Benfica ganhou o difícil desafio de ontem. E bem ganho!

Mais uma vez digo – eu, os Autênticos e o Benfica ficamos com essa saborosa vitória. Os chacais, os benfiqueiros e os parasitas que orbitam, sangram e chulam o Benfica, que fiquem com a exibição. Assenta-lhes que nem uma luva!

 


GRÃO VASCO


3.10.13

Não há milagres



Todo e qualquer adepto ou simpatizante do Glorioso que faça da derrota de ontem em Paris por 3-0, um drama, está no mínimo, a ser intelectualmente desonesto.

 

Não obstante haver sempre alguns vendedores de utopias e também sempre quem as queira comprar, a realidade não perdôa – actualmente, vinco, actualmente, o PSG é uma equipa de topo no futebol europeu e o Benfica está muito longe, possìvelmente a alguns anos-luz dessa supergaláxia que envolve os colossos Barcelona, Real Madrid, Bayern e aqueles que gravitam muito perto dela – Borussia, Man. United, Chelsea, City, Arsenal e PSG.

 

Não há milagres. Na Champions dos milhões e numa caminhada por eliminatórias, antecedida por esta poule a quatro que é a fase de grupos, poderá haver um imprevisto, um percalço, mas não haverá muito mais do que isso.

 

No actual panorama do futebol europeu, o Benfica e alguns dos seus adeptos poderão sonhar com tudo, até com a Lua, mas no concreto nunca irão passar disso.

 

O jogo do Parc des Princes mostrou as diferenças. O PSG é muito superior. Já a 1ª jornada tinha dado fortes indícios de que o 1º lugar do grupo C seria ocupado pelos franceses.

Por outro lado, o Benfica esteve irreconhecível. Durante a maior parte do desafio a equipa deambulou pela antecâmara do descalabro. Por muito pouco que isso não aconteceu. Artur, Luisão, Siqueira e Cardozo bem tentaram remar contra a maré. Os restantes foram humilhados, banalizados. Não houve, como não tem havido, alegria e confiança, alma e atitude – os jogadores, bem como o seu treinador JJ, parecem gravemente afectados pelo desfecho da época anterior. A identidade anda perdida.

 

Mais a mais, e para tristeza nossa, ontem houve um oito e um oitenta – um super PSG técnico-táctico primoroso e um Benfica amorfo, timorato, sem criatividade nem ambição. Poderá, num futuro, haver um maior equilíbrio – o último jogo do grupo com os franceses na Luz, poderá ser decisivo para a continuidade do Benfica na competição – mas as diferenças estarão lá, sempre!

 

Laurent Blanc, o treinador do PSG está de parabéns. A estratégia que montou para este jogo pulverizou qualquer arremedo táctico, artístico ou floral do seu antagonista.

 

Enfim, um resultado mau e uma péssima exibição do Benfica na Europa, previsíveis e como há muito não se via.

 

Há que seguir e olhar em frente. O caminho é longo e difícl, e há que inteligentemente transpôr os obstáculos e contornar as tempestades que muitos arautos da desgraça apregoam e desejam.

 

No entanto, houve ontem algo já recorrente nalgumas situações - o Benfica e muito particularmente os jogadores e o seu treinador nunca poderão ter MÊDO!

 

 


GRÃO VASCO



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