7.2.19

O balão de oxigénio do lagartêdo



Mais um apitadeiro treinado para efectuar prestações manhosas em jogos onde o Benfica participa.

Já na 1ª volta do campeonato tinha tido uma actuação escandalosa na Luz prejudicando o Benfica.
Ontem foi mais do mesmo. Habilidade e manhosice não lhe faltam. Deve estar bem treinado pelo Fontelas & sus muchachos
Com um procedimento inicial que me surpreendeu dada a rapidez e autoridade com que exibiu o amarelo ao trauliteiro lagarto que arriou a primeira cacetada sobre o João Félix, presumi que Luís Godinho iria efectuar uma exibição digna de um árbitro!
Afinal fintou todo o mundo ao dar azo a todo o tipo de truques e malhações por parte do lagartêdo, com muita conversa à mistura entre ele e os seus jogadores, demonstrando ao seu chefe e protector que em primeiro lugar está ali para servir os interesses que o alcandoraram muito rápida e estranhamente a árbitro da FIFA.
João Félix levou um arraial de porrada com o seu consentimento como eu já não via há muito tempo num campo de futebol. Luís Godinho disfarça bem, mas como diz o outro, “é como o algodão, não engana”!

A equipa do Benfica jogou novamente para ganhar mostrando querer fazê-lo até por mais golos do que no domingo passado. Godinho travou o mais que pôde esse objectivo. A partir do momento em que o Benfica marcou o 1-0, o que se viu e de uma forma bem evidente, foi este “artista do apito” marcar tudo o que fossem jogadas divididas de corpo a corpo ganhas pelos jogadores Benfiquistas, apontando imediatamente falta. O amarelo a Jardel foi paradigmático.
Durante algum tempo, que quase se prolongou até ao fim da 1ª parte Godinho espraiou-se em penalizações inexplicáveis aos jogadores benfiquistas e em benefícios aos do lagartêdo com uma margem de tolerância atroz em relação à ferocidade e violência com que disputavam os lances. O desvairado acuña foi o melhor exemplo – barafustava, discutia, agredia como queria…

Na segunda parte deu continuidade ao seu deplorável espectáculo. No entanto, para que o arraial tivesse mais toques de sanfona e bombo, o Félix lá teve que levar com o amarelo, condicionando-o ainda mais. Foi vergonhosa e premeditada toda a malvadez arbitrária como Godinho procedeu. Um nojo! Mas mesmo assim lá tiveram que levar com o pequeno génio num certo momento do desafio quando decidiu jogar futebol às três tabelas e “tomem lá o segundo por causa das tosses”. Então aí é que foi fartar vilanagem. Com um certo abrandamento natural da equipa do Benfica, Godinho lançou-se numa autêntica cruzada para fazer funcionar o marcador para os seus amigos do fôsso do lagartêdo, não fossem eles esta noite lançarem-se das “varandas” abaixo. Toca a empurrar o Benfica ainda mais para trás com livres e mais livres. E o golo obtido que salvou o lagartêdo de um adeus precoce à Taça de Portugal, lá veio de mais uma suposta ou alegada como agora é moda dizer-se, falta de Cervi que nem sequer agarrou ou empurrou o farsante do seu adversário.
Mesmo assim Godinho não disfarçou. Marcou e marcou mesmo sob grandes protestos dos Benfiquistas e tanto é que depois, já com o jogo a acabar, aquando do agarrão do defesa do lagartêdo a Grimaldo, dirigiu-se lampeiro e a toda a velocidade para marcar livre fora da área a favor do Benfica, como se alguém acreditasse que ele tivesse tomado a decisão correcta, querendo com esta atitude palhaça dizer, “não, não foi penalty, eu vi muito bem, a autoridade sou eu e isenção acima de tudo”!
Pois, pois, viste tu e os infelizes invisuais deste país!
Vai ludibriar mas é a tua prima, ó Godinho!
O agarrão prolonga-se bem notoriamente para lá da linha limite da grande área e as regras são indiscutíveis -  a falta a marcar é a do fim do lance e não a do princípio!
Só é enganado quem quer sê-lo.
Aquela forma determinante e exibicionista de como se deslocou para o pressuposto local onde a falta foi cometida, uma aldrabice tão visível como a sua ridícula careca, deu a entender a todo o mundo ao que veio – constituir-se como o balão de oxigénio que o lagartêdo precisava para não sair da Luz já eliminado da Taça de Portugal.

O Benfica e os seus jogadores têm de jogar mesmo muito à bola para derrotar toda esta autêntica quadrilha de meliantes arbitrários que chafurda no futebol.

Apoiar os nossos jogadores?
SEMPRE, SEMPRE SEMPRE E EM TODAS E QUAISQUER CIRCUNSTÂNCIAS!

NOTA:
Deixo aqui um alerta para a TV do Benfica, a BTV.
Não consigo entender como é que os responsáveis da estação, conseguem manter um verdadeiro analfabeto, repito a-n-a-l-f-a-b-e-t-o, nos programas de comentários sobre jogos e outras rubricas onde participa como expert do apito e que dá uma péssima imagem do que é um comentador de arbitragens e não só.
António Rola pode entender muito de leis do jogo de futebol, mas não desgruda do seu espírito corporativista que lhe tolda o raciocínio que já por si também deixa muito a desejar.
Desconheço quais as suas habilitações, mas o seu discurso está sempre eivado de incorrecções verbais de toda a ordem. Não sabe pronunciar os tempos dos verbos nem ajustá-los quer ao seu presente, ao seu passado ou ao seu futuro. Socorre-se de muletas tão gastas e tão básicas, como aquela do “muito honestamente, estou aqui para dizer a verdade e só a verdade…” e “como sabem, estou aqui, para na dúvida defender os árbitros”. Mas há muitas mais que eu já deixei de apontar e até me arrepio quando ele começa a debitar aquele chorrilho de calinadas e disparates mais parecendo um boçal de Covões de Baixo.
Uma lástima!
Mas mais do que isso foi o ridículo 4 (q-u-a-t-r-o) que deu de nota a Luís Godinho numa escala até 5!
É preciso ter lata!
Ó Palacín, põe mas é o gajo a cagar para o penico, porque a diarreia mental é tanta que eu tenho que desligar o televisor por causa do fedor!
Porra!
Já levamos com a canalhada do apito, ainda temos que aguentar com esta aberração?
Tirem-nos desse filme, por favor!


GRÃO VASCO



6.2.19

Um apelo expresso à violência



É indecente como a RTP alimenta uma besta deste calibre.
Estas declarações muito embora o animal já tenha vindo dizer o que é habitual nestes casos – que foi mal interpretado, blá, blá, blá, blá – é um claro apelo à violência para arrumar com um génio da bola, como é o caso do João Félix.

Diz esta beldade futeboleira – “Eu disse isto no contexto de que quando jogava fazia me respeitar .... aos que jogavam. Longe de mim estar a dar tácticas aos adversários do Benfica para que agridam qualquer jogador. Daí peço desculpa se ficou essa ideia no ar, sendo João Félix um jogador que admiro”.

Perante este triste espectáculo só quero expelir a minha indignação com este desejo:
“Ó Jorge andrade, vai mas é ludibriar o caralho!”.

Paulinho Santos, Jorge Costa, Pepe, Fernando Couto, Secretário, Octávio, João Pinto, André, Frasco, Filipe, Pepe… até parecem cogumelos.
Isto é que são trauliteiros a granel!
Até os árbitros comiam pela medida grande!

GRÃO VASCO



4.2.19

Fósseis vivos – programa de ontem do 'esgoto da manhã'



Àquela hora de fim de tarde de ontem, muito provavelmente o derby das grandes paixões já tinha terminado. No momento imediato, alguém amigo, teve o cuidado de me enviar um SMS a dar-me a boa nova, ou como já não soubessem os meus companheiros mais chegados afectos ao Glorioso que eu não oiço e raramente vejo estes desafios de emoções tremendas e de grande desgaste, evitando ou tentando evitar assim deslocação de urgência ao hospital mais próximo para consertar o coração.
O Benfica, o meu Benfica de sempre tinha ganho categoricamente, marcando quatro golos, parco pecúlio para a avalanche do seu futebol de ataque e para as inúmeras ocasiões de golo criadas. Pois era assim que a diligente mensagem terminava, complementada com as habituais saudações gloriosas.
Na ânsia de visionar os golos e o resumo do desafio, sintonizei a TV na frequência hertziana daquela triste espelunca mediática do Esgoto da Manhã. Já fazia algumas semanas que não passava por lá. Não consigo tolerar aquele fedor de peixeiradas, escândalos e promiscuidades entre repórteres, jornalistas, advogados, bandidos e polícias, grilos e grilas. Quando me fixei na pantalha nem deu para acreditar no que estava a ver – três fósseis vivos do Jurássico Inferior, qualquer deles com um trombil que dava dez voltas completas ao estádio onde o Benfica tinha somado mais uma importante vitória. O início do programa mais parecia uma mescla de ciência antropológica e Paleontologia, com um professor e uma jovem aluna a completarem o ramalhete. Mas afinal não. Longe de ser um programa de ciência. Os animais estavam lá, mas iriam cagar lentilhas sobre o pontapé na bola, muito especialmente faladrar sobre o jogo que há pouco terminara. O espectáculo foi mais um triste testemunho do rancor e do ódio que aquelas mentes fossilizadas dedicam ao Benfica.
Assim, e começando pelo fóssil da pata côxa“decerto que vocês sabem de quem estou a falar…”, um espécime, segundo rezam várias lendas da Idade Média, descendente de uma meia-foda dada por D. Afonso Henriques numa ninfa mourisca no meio de um pomar de macieiras quando conquistou Palmela aos sarracenos no século XII d.C., mas que confirmado o seu ADN, é na realidade muito mais antigo, do tempo, como já foi mencionado, do Jurássico Inferior – a sua intervenção foi um fartote de insinuações, mau perder, azedume e veneno. As suas ventas rancorosas bolçavam anti-Benfica a rodos – atirava-se ao apitadeiro como gato a bofe tentando colá-lo ao Benfica. Se já coxeava da pata, também mostrava agora sê-lo da mioleira. Um pequeno traste a querer enganar os incautos da audiência ou não soubéssemos todos já há muito tempo que o Arturinho tem no seu rol de arbitragens um histórico medonho de graves prejuízos ao Benfica. A mente fossilizada dessa pequena criatura jurássica, moldada por anos e anos de comportamentos e posturas sacanóides, habituada a viver num meio pródigo em aldrabices, truques rasteiros e mascambilhas diversas, reflexo das suas tristes vivências com os bimbos e marginais da escola do crime da Palermo portuguesa, ainda proporcionou na sua primeira intervenção e a única que vi – desliguei ao fim da primeira ronda para evitar o vómito – algo de bandido traduzido numa reles insinuação de que o “Benfica em Braga, para o campeonato, não tem problemas porque já se sabe o que vai acontecer quando lá for jogar”. O professor, mediante esta atitude rasteira respondeu-lhe bem e só espero que quando o colocar novamente na prateleira dos fósseis jurássicos atenda à teoria Darwiniana da evolução das espécies e lhe coloque uma etiqueta que mencione realmente o que ele foi e continua a ser - “ratazana de esgoto”!
Depois interveio o amaralossáurio frangueirofrangueiro, porque mamava uns frangos horríveis - um fóssil avantajado cuja grande dimensão física é proporcional à boçalidade, grosseria e estupidez que debita sempre que abre aquela bocarra infecta de micróbios azuis corruptos e que os camaramen têm alguma dificuldade em enquadrar nos planos televisivos. Um autêntico estupor ao qual o professor dá pouca importância por ser um vulgar de Lineu.
Por último apareceu um fóssil miserável, sonso e pegajoso, antepassado das morsas e dos dugongos, apelidado carinhosamente nos meios jornalísticos de Bernardette e cujo hobby é branqueador de “varandas”. Durante a semana finda, dada a sua natureza alagartada e tendo uma aversão figadal ao vermelho tratou de armar em incendiário usando como rastilho capas de jornal. Um fóssil perigoso que já deveria ter ido parar ao formol.
Não consegui ver mais dislates. Desliguei o televisor, na certeza de que a noite de ontem foi para eles um autêntico filme de terror.
Avancemos para quarta.


GRÃO VASCO



29.1.19

A morcanzoada cantou antes do tempo…



Taborda Xistra acabava de apitar para o final do encontro. A morcanzoada exultava, insultava e espumava de ódio. Afinal a batota continuava a resultar em pleno – a vermelhidão mourisca já estava expulsa, espoliada e despojada. Sérgio Marceneiro, o condutor da carroça onde se empoleirava a corja corrupta usurpadora da riqueza e vitória alheias, olhava feliz para o clínico da equipa e segredava-lhe:
- Purga, esta já está no papo! Já podes encomendar as faixas ao Proença e mandar gravar as medalhas à Sóninha!
Olha lá ó mister – respondia o clínico – já reparaste que ainda te falta comer os brácaros ou a lagartada, pá? E nem sei se dá para o Tiquinho jogar no sábado. É que eu tenho-lhe carregado no pitrol e não o diabo tecê-las…
- Ó Purga deixa-te dessas merdas, purga mas é discretamente o gajo mas não lhe provoques diarreia, senão lá tem que vir o comunicado a dizer que ele se sentiu indisposto… mas mesmo estando apto não irei metê-lo de início. Só o Marega lá na frente rebenta com eles, vai dar-lhes água pela barba. Não te apoquentes… - rematava Sérgio esfusiante, metendo a mão esquerda ao bolso para coçar o animal e piscando o olho ao Taborda.
E imparável, continuava:
-  E diz lá àquela pintelheira toda - nem de propósito - que limpe a vitrine onde tem as fotos das alternadeiras das arcas e das putas do Araújo, pois garanto-te que esta taça já não escapa, já lá mora, no Freixo! Está tudo por nós, pá! Até parece que vamos ganhar a Taça dos Campeões Europeus! É a CS, é o VAR, os árbitros, a APAF, o sindicato dos jornalistas da espinha dobrada, “O Jogo”, o Fui Moreira, os símios da Ribeira, o Rui Ácaro mais conhecido pela “madre Teresa de Budapeste”, o Chico Pirrolhas da “Barba Azeda”, o Aníbal “buldogue” dos violadores e todo aquele séquito de safardanas ligado ao Apito Dourado. O que tínhamos de fazer está feito – ganhar ao Benfica nem que fosse à marretada! Agora é limpar o cu aos probetanas do Varandas!
O mastim do Gonçalves desviado da algazarra e entre um par de sonoros e comemorativos rasgadores, bem medidos, encostava o seu telemóvel ao ouvido tentando saber por alguma toupeira do Ministério Público quem seria o VAR e o árbitro para a final do próximo sábado. Nem lhe importava saber quem seria o adversário. Depois da deplorável actuação do VAR(d)íssimo e da manhosice saloia do Taborda, fazendo lembrar, para gáudio da entourage corrupta, os Martins dos Santos e os Calheiros de outros tempos, o que interessava era realmente saber quem eram os novos substitutos dos Jacintos Paixões e Augustos Duartes desta vida.
- Umas calheiradas à brasileira para sábado é que binham mesmo a calhar – balbuciava ele com um trocadilho bem humorado por entre aqueles dentes caninos rangedores, acrescentando:
- Bamosber se promobemos nobamente o Isidoro. Pelo menos já anda outra bez no meio do apito como obserbador. O gajo lá por Biseu é mais conhecido que o Camões pelos piores motibos, mas temos de desenterrar mais destas múmias e tirar os esqueletos corruptos do armário do Apito Dourado e colocar estas peças todas a bulir para a máquina ficar bem completa e oleada…

Passado mais um dia, o staff arruaceiro dos morcões azuis e brancos ficou a conhecer o adversário da final. Era a lagartada, um bando de maltrapilhos e pindéricos, mas sequioso de taças, composto por uma manta de retalhos e logo alvo da habitual ironia provinciana daquela gentalha.
- Eles que se cuidem porque ainda caiem das “barandas” abaixo! – arrotava o Sérgio Marceneiro e sus muchachos em cima da carroça, exibindo dois bonecos fantoches, em que um fazia de DasBosta e outro de Jefferson peideiro.
- Ó Sérgio, já sei quem é o árbitro e lá tu, bamos ter dois (V)Bar’s! Isto não estaba no programa e se não nos pomos a pau iremos bêr a taça a boar… é como bir aqui a Braga e bê-la também por um canudo! – alertava já, a ranger novamente a dentuça, o Gonçalves pigmeu.
O Sérgio e o Purga lá ficaram com a pulga atrás da orelha, perguntando um ao outro porque é que era preciso haver dois VAR’s e logo um deles conotado com a lagartada
Hummmm…! Para além do cheiro a papel rasgado do pigmeu, poderia haver algo que não pudesse correr tão bem como no jogo anterior.

Desta vez não seriam necessários atrasos de dez minutos nem esconder o galhardete. A morcanzoada iria mostrar à plateia presente e à audiência televisiva que também há verdadeiros gentlemen, fair-play e desportivismo na Inbicta, e que o que importaria sempre primeiro, seria aviar os infiéis vermelhos da Moirama para depois toda a trupe corrupta ir rezar umas orações ao Sameiro, ao lado do paputas das bufas e das ironias e passearem no Bom Jesus com direito a piquenique em que o prato principal seria “churrasco de lagartos”.

As coisas no sábado até começaram a correr de feição. A dez minutos do término da considerada actualmente “a grande final”, o frango do Renan era mais que suficiente. Tudo certinho, sem calafrios, com um adversário que não passava do seu meio-campo, mais parecendo uma agradável dama de companhia. Mas eis que surge o início do golpe de teatro. Descuidadamente, mesmo ao soar do gongo, o Oliver, pensando que passaria incólume tal qual quando cometeu falta no jogo anterior sobre Gabriel e que deu origem ao primeiro golo ilegal com que venceram o Satã Vermelho da Mouraria, arreou inadvertidamente um pontapé em cheio no lagarto mais próximo, dentro da sua grande área.
Penalty! - gritaram os Jeffersons e os DasBostas – é penalty, é penalty!
Pinheiro, outro árbitro-artista escolhido a dedo para decorar a taça que pressupostamente já estava no papo, a dois metros da ocorrência e a olhar para o lance, como sempre assobiou para o ar não conseguindo ver o que todo o mundo já tinha visto e revisto.
Acudam! – gritavam os lagartos em pêso – vá ao VAR, crlh! Vá ao VAR!
Pinheiro não teve alternativa. Ainda com o apito entupido e a suspirar por não sei bem o quê, pediu a ajuda dos dois VAR’s. A evidência era tal, que irremediavelmente teria de ser penalty contra a morcanzoada, sim senhor, sem sombra de dúvida!
Querem ber, querem ber, que lá foi o “esquema” todo por água abaixo… - arengava o Gonçalves para os seus botões.
E foi mesmo. O grandalhão piscineiro do pijama verde às riscas acabou por enfiar a bola nas redes, evitando a derrota no pintelhésimo segundo da contenda e agora no desempate nos penaltys não haveria ponta por onde pegar ao árbitro Pinheiro.

E assim, ao fim da série de cinco penalidades para cada equipa aquilo que estava no papo, transformou-se num sapo vivo gigante difícil de engolir. A digestão foi tão difícil que o fair-play foi lançado directamente da ponte de D. Luís abaixo, indo parar ao Calor da Noite e à Taverna do Infante! Nem as medalhas se salvaram!
Uma atirada para a bancada, com Sérgio Marceneiro tentando imitar o discóbolo de Miron da Antiguidade Clássica, mas mostrando a todo o mundo que os discóbolos ressaibiados da Inbicta não sabem perder ao contrário da beleza artística da escultura grega. A outra, atirada violenta e desvairadamente, já na bancada, contra um adepto adversário como arma de arremesso, por um subordinado do Maceneiro. Bons exemplos para os filhos de ambos. Foi um fartote de azedume. Depois de todos aqueles salamaleques antes do desafio, assistiu-se ao triste espectáculo de mau perder da escumalha azul e bronca que campeia impunemente de norte a sul, nesta terrinha de brandos costumes. Uma selvajaria verbal e comportamental inacreditável. Absolutamente miserável!
Chico Pirrolhas da Barba Azeda, a eminência comunicacional da corja corrupta, acometido de azia severa e diarreia mental aguda perdeu o pio e mandou às malvas o seu facebook por um dia – faltava-lhe nessa noite o Pinta Roda Pés do Saraiva sem Pescoço como muleta para desancar mais uma vez na Moirama Vermelha.
Por último, ainda conseguimos ouvir a habitual ironia do “rei” do Calor da Noite e afins:
- Desta, já nos livrámos!...Outra vez! Isto está mesmo a tornar-se insuportável!


GRÃO VASCO


26.1.19

Miserável trapaça




É preciso descaramento!

Com um comportamento reprovável desde sempre, com provocações constantes, com bocas agarotadas a colegas de profissão, com desvarios loucos e obsessivos durante diversos jogos da sua equipa em relação aos árbitros, com castigos disciplinares contínuos, este trauliteiro que debita ódio e grosseria a tudo e a todos que não alinhem pelas cores do grémio corrupto, ainda tem a desfaçatez de querer enganar meio-mundo com este tipo de bojardas.

Quem mais do que ninguém e na companhia de um mastim minorca que da mesma forma range os dentes ao seu lado em cada jogo, é um dos maiores incendiários do futebol indígena?

Alguém tem dúvidas do comportamento deste fulano que agora anda de balde e jerricã na língua a apagar um incêndio que ele próprio ateou?

Que arda junto a ele!

GRÃO VASCO



23.1.19

Os gangsters da Inbicta


Os gangsters da Inbicta tomaram novamente conta do futebol.

Não há ponta por onde se lhe pegue!

Ontem, na Pedreira em Braga, a roubalheira foi tal que deu para tudo – ao grémio corrupto da Inbicta foram validados dois golos precedidos de faltas de dois dos seus jogadores e foi invalidado ao Benfica um magnífico golo em contra-ataque e perfeitamente legal!
Enfim, o gangsterismo azul e bronco de sempre ficou bem espelhado na noite passada na violência, coacção e ilegalidades diversas dos seus jogadores, continuando impune perante uma escandalosa e condicionada actuação arbitral com xistra a aldraVAR e ver(d)íssimo a rouVar!
No primeiro golo do Benfica, a eminência apitadeira covilhanense alertada pelo VAR foi afanosamente ver o “filme” no monitor  – para xistra foram sobretudo momentos de meditação, não de visualização, para ganhar fôlego e “arquitectar” o melhor modo de invalidar o golo de Rafa. A jogada foi de tal modo lícita e clarividente que xistra não teve descaramento para o anular. No golo invalidado, aceitando sub-repticiamente a decisão do VAR ver(d)íssimo, nem sequer se dignou a ver a jogada no monitor. Convinha-lhe, já que no primeiro golo do Benfica, ele tinha sido duramente invectivado e apertado pelos mastins do banco do grémio da fruta. Para bom entendedor…
Os empurrões dos jogadores do grémio corrupto aos seus adversários nos seus golos foram rajadas de vento na Pedreira que os fez cair com xistra mais uma vez a fechar os olhos não querendo ver o óbvio – golos precedidos de ilegalidades que adulteraram o resultado final.
Enfim, um gamanço que complementou na perfeição as declarações prévias e posteriores, sempre incendiárias e arruaceiras do carroceiro conceição e de alguns dos seus cães-de-fila de estimação e era mais do que previsível que viesse a ocorrer.
A classe arbitral demonstrou ser uma pandilha de cobardolas e medrosos coniventes com o que de mais sujo há no futebol indígena – a teia corrupta e mafiosa dos quinhentinhos, das calheiradas, da cosmos, dos silvanos, dos martins dos santos, dos augustos duartes e sobretudo do seu capo - o paputas?!? do papagaio na panela, do ludíbrio à Cúria Papal, do calor da noite, das arcas frigoríficas e das tavernas da Inbicta, o maior criminoso da história contemporânea deste “país à beira mar plantado”.

É a continuidade de vitórias sujas e forjadas de anos e anos, assentes em práticas criminosas de um submundo onde a justiça nunca conseguiu entrar e as polícias assobiam para o ar – o submundo mafioso e estruturado da Palermo portuguesa. É como uma cidade-estado fortemente corrupta e corrompida, impune, com gangsters de todo o tipo, dentro de um estado que paradoxalmente cumpre e faz cumprir as leis em todo o resto do seu território.

O furto protagonizado ontem por carlos xistra e o seu delfim fábio veríssimo é mais um entre muitos ao longo dos seus miseráveis históricos de prejuízos ao Benfica, fazendo-me lembrar o bem planeado assalto ao comboio-correio em Inglaterra, nos princípios da década de 60 do século passado, perpetrada por uma quadrilha de ladrões altamente especializada. Tal como Ronald Biggs, o famigerado “cérebro” dessa façanha criminosa que fugiu sempre à justiça, os dois apitadeiros especialistas, têm-se safo, gozando de uma impunidade absurda pela cobertura cúmplice que lhes é dada pelo corporativismo arbitral, muito mais agora e desde quando foi colocado fontelas gomes na presidência dos árbitros, um pequeno títere que de uma forma descarada, consciente e premeditada, se tem mostrado um zeloso serviçal da pandilha corrupta da fruta e dos chocolatinhos acantonada no Freixo, à Inbicta.
O fantoche e sus muchachos não foram de modas e zás, logo que puderam, foram ao baú do Apito Dourado reabilitar alguma da corja das barracas de praia desse tempo tenebroso e também umas múmias apitadeiras como é o caso de isidoro rodrigues, um fulano a contas com a justiça fiscal, insolvências, falências e flostrias de toda a ordem, agora promovido a observador. O serviçal não o fez por menos e tomem-no lá nos corruptos-SLBenfica de ontem à noite. É a afronta, o gozo, a bandalheira. É a porcaria de outros tempos, numa enxurrada doida e imparável a vir à tona do futebol. Toda a merda arbitral a boiar novamente sob o jugo dos pintos corruptos. Um nojo!

Para este tipo de posturas não vejo outra solução que não aquela que em tempos, em machadês vernáculo se resolveu apelidar de pau-de-marmeleiro.
Só um levantamento geral de ordem diversa dos Benfiquistas é que poderá pôr cobro a tamanho despautério. E como referi, não é o Benfica que poderá mudar o rumo dos acontecimentos. São sim os Benfiquistas. Todos!

MAXIMUS VERMILLUS

NOTA 
Os meus agradecimentos ao MV pela sua disponibilidade em ceder este artigo ao Pinceladas Gloriosas.


GRÃO VASCO


3.1.19

Vassalagem ao terror de ‘Palermo’



Não há desculpas para o mau jogo praticado pela equipa do Benfica, mas também é factual que os nossos jogadores têm que se confrontar em todos os jogos com adversários, autênticos cavalos de corrida por vezes a espumarem pelos cantos da boca dando porrada à fartazana e com árbitros, fiscais-de-linha e VAR’s deploráveis, parciais e com atitudes premeditadas.

Ontem o VAR, António Nobre, mais um dos beneficiados por Fontelas Gomes ao ser promovido a internacional, teve uma miragem e zás, trata de comunicar ao Mota que Jonas fez uma falta monstruosa. Mota, um dos muitos ameaçados pela camorra azul e verde, para safar mais uma vez o canastro, dirige-se ao vídeo e após uns breves momentos volta ao relvado e zumba, puxa do cartão vermelho, mostra-o a um Jonas estupefacto, arrumando de vez o jogo! Uma filha da putice inqualificável, uma vergonha!

A cobardia e a impunidade juntam-se de cada vez que Manuel Mota apita o grémio corrupto da fruta - penalty escandaloso sobre Nakajima no antro corrupto e com o Portimonense a ganhar por 1 a 0 (aqui, neste lance, vídeo zero, não há, esqueçam!) e no passa nada. Ontem, com as costas quentes protegidas por um indivíduo que à frente da arbitragem tem gozado à tripa forra com o Benfica, com nomeações provocadoras, “coragem” não lhe faltou quando foi para “arrumar” de vez com o Benfica no jogo.

Não obstante o Benfica estar a perder por dois golos e a ter uma prestação inenarrável, o que é um facto é que a vinte minutos do final do jogo Manuel Mota matou-o! E com isso, possivelmente “matou” o Benfica esta época na Liga. Faltava muito tempo e por muito improvável que pudesse parecer, muita coisa poderia acontecer, pois o futebol teve, tem e terá sempre muitas surpresas. Tivesse Manuel Mota tido a coragem de ter marcado o competente penalty contra o Portimonense por mão de um seu jogador dentro da sua área, muito antes do lance do Jonas ter acontecido e talvez a história tivesse sido outra.

Há que travar esta bandalheira, estas manigâncias constantes dos árbitros e dos VAR's que já estão a incomodar centenas de milhares de Benfiquistas.

A direcção e o Presidente LFV têm obrigatoriamente de tomar urgentes medidas de grande alcance a todos os níveis.

GRÃO VASCO



30.12.18

A rataria geracional, por Maximus Vermillus



Com a devida autorização e vénia ao autor Maximus Vermillus

Já não bastam os criminosos dos pedregulhos. Já não bastam os árbitros controlados por Fontelas Gomes e pelos superdragões. Já não bastam os hackers dos e-mails truncados. Já não basta a reles aliança tácita entre fcporto e scp. Já não bastam as denúncias anónimas. Já não bastam as buscas constantes e questionáveis da PJ Porto ao Estádio da Luz. Já não bastam as violações contínuas do segredo de justiça, afectando o Benfica. Já não basta a devassa da vida interna do Clube por quem vasculha toda a documentação nos gabinetes da Luz. Já não bastam os cabanelas e os valteres alves desta vida. Já não bastam os terroristas do grémio da fruta, das prostitutas e dos cafézinhos. Já não basta a pandilha nojenta da CS - directores (JN, DN, CM, A BOLA, record e O JOGO), jornalistas e comentadores (RTP, TVI, SIC, SPORT TV, CMTV, A BOLA, record, O JOGO, JN, CM, Expresso, Sábado) a chafurdar no lodaçal anti-Benfica. Já não basta o gang do assobio no Estádio da Luz e ainda temos que levar na blogosfera com uma casta de mentecaptos que se dizem benfiquistas!

Após o jogo de domingo que terminou com uma vitória categórica do Benfica, a quadrilha do bota-abaixo meteu o rabinho entre as pernas regressando a penates muda e quêda. Mas bastou ontem um jogo menos conseguido nas Aves, para nas horas seguintes ao jogo e já hoje, os detractores deitarem o pescoço de fora, malhando à bruta no futebol do Glorioso, mesmo com este apurado para a final four da Taça da Liga!

Como mentores deste processo de subversão total, desgastando e flagelando o clube que dizem ser seu de coração, e por arrasto a equipa de futebol e o seu treinador, os autores do blogue novogeraçãobenfica não páram na sua cruzada anti-Benfica. Tudo está mal, nunca nada está bem. Se a equipa ganha é porque os adversários não jogam nada; se empata ou perde é porque os jogadores e o treinador não prestam. Se a SAD vende algum jogador é um acto de gestão danosa, se não o vendem é porque só cá ficam os pernas-de-pau e a gestão contínua paradoxalmente a ser danosa. Se a direcção ou o departamento de comunicação decidem falar, não o deveriam fazer por não serem os momentos próprios. Se estão calados é porque continuam acomodados e nunca escolhem os timings nem as estratégias certas.
Será que este bando também não desejará sempre as derrotas do Benfica, numa prática maquiavélica do quanto pior, melhor, para concretização do objectivo de assalto ao poder no Sport Lisboa e Benfica?
Muito prezo os Benfiquistas que se contêm e não verberam estes comportamentos, limitando-se a um exagerado respeito por esse bando de irracionais. Mas admiro e louvo muito mais aqueles que defendem o Benfica, evitando as auto-flagelações, insultos, suspeições, indignando-se, denunciando e insurgindo-se contra esse prejuízo que é o Benfica estar sempre a ser bombardeado por suposto fogo “amigo”.

Quando se constatam assobios na Luz, com o Benfica a ganhar por 6-1 ao Sp. Braga, qual o verdadeiro significado dessas vaias?
Quais os intentos dos lançadores de petardos e fumos?
Será que são instigados por aqueles que criticam sistemática e gratuitamente o Benfica?

O comportamento subversivo e sacanóide de alguns autores desse blogue é de tal ordem que chegam a postar comentários forjados ou de fulanos afectos ao fcp e sporting, cortam todos os comentários – e são às centenas, pois já há muitos Benfiquistas a queixarem-se e a protestarem em comentários noutros blogues – daqueles que se opõem às suas práticas imundas sem sequer os publicarem, numa clara atitude manipuladora e parcial. Tudo o que seja contra o Benfica, contra o seu presidente e seus colaboradores lá vem logo escarrapachado tanto nos posts como nos comentários aos mesmos. E são estes os pseudopaladinos dos valores democráticos do Benfica e dos Benfiquistas…
Lérias!...
O que eles têm é uma agenda própria, não tivesse aparecido no blogue há já uns bons tempos atrás o RGS com as suas asquerosas e ressaibiadas crónicas às 2ªs. feiras. Ou não soubéssemos nós quais os reais intentos do Nuno Vultos, vulgo shadows, ao “encostar-se” a RGS como um animal de estimação se chega ao dono lambendo-lhe a mão, tendo em vista um bom tacho no Benfica, talvez o lugar do Tiago Pinto ou mesmo assessor da direcção da SAD…

Como se pode entender que haja tanta estupidez em autores de blogues mancomunados com o novogeraçãobenfica, ao ponto de referirem o Sp. Braga como “Braguinha”, desvalorizando a exibição e o resultado do Benfica no último jogo na Luz, só para justificarem as suas diatribes em relação ao desafio de ontem, quando, antes de arriarem na equipa e em Rui Vitória deveriam analisar o festival de porrada de alguns jogadores do Aves – com destaque para Jorge Filipe e Vítor Gomes – e a deplorável prestação do árbitro Fábio Veríssimo que para além de ser permissivo nos lances violentos, condicionou desde muito cedo o jogo ao Benfica não assinalando um claro penalty sobre André Almeida e depois ainda outro sobre Rúben Dias, já no segundo tempo?
Como se pode compreender que haja dementes que estejam constantemente a pedir a cabeça de Rui Vitória?

Esta gajada, esta quinta coluna cujo único objectivo é derrubar o actual presidente e assaltarem o poder legítimo, só merece ser escorraçada e acusada pelas suas canalhices. Criticam a postura e muitos procedimentos desta direcção mas fazem pior, muitíssimo pior; fazem o jogo dos inimigos, lançam a suspeição e conspiram contra o Clube todos os dias. Há que não ter contemplações com essa seita; e com a mesma vontade que tenho em denunciar os criminosos dos pedregulhos, fá-lo-ei em relação a este miserável séquito de ratos que tem tentado corroer e destruir o Benfica por dentro, não olhando a meios para atingir os seus fins. Fazê-lo a um Benfica grandioso, com enorme pujança, que se reergueu das cinzas, edificado com muitos sacrifícios, muita abnegação e acima de tudo, com muita coragem, é de canalhas sem memória e sem escrúpulos!

Texto de
MAXIMUS VERMILLUS 
https://1comando1904.blogspot.com/2018/12/a-rataria-geracional.html

Publicado por
GRÃO VASCO



28.12.18

Sacrifício de um inocente!



Não pode haver nem perdão nem misericórdia para o criminoso ou criminosos que fizeram isto ao adepto do Benfica!

Bruno Simões é dos nossos!

TODOS POR BRUNO SIMÕES!

GRÃO VASCO





24.12.18

Ó varandas, vê lá se te enxergas!


Mas este gajo anda cego ou quê?

GRÃO VASCO



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