15.2.19

O Benfica, os “turcos” da sport tv e de outras tv’s




Nem quero saber os nomes dos dois “turcos” da sport tv que comentaram e relataram o jogo entre o Benfica e o Galatasaray que decorreu ontem em Istambul. As canalhices e filhas-da-putice verbais foram tantas que mais pareciam dois locutores da Galatasaray TV exportados para a Turquia pelo grémio corrupto da Palermo portuguesa.
Quanto mais esta dupla de sabujos dizia mal da equipa do Benfica e da sua exibição, quanto mais cantava loas ao sarrafeiro Fernando e à sua passagem pelo grémio da fruta da Palermo portuguesa, mais aqueles bravos e virtuosos rapazes de Águia ao peito, desta vez equipados alternativamente de branco, jogavam como gente grande.

Nenhum daqueles dois miseráveis anti-Benfiquistas se preocupou com a manhosice trauliteira e premeditada do brasileiro, ex-grémio da fruta, conforme eles tanto vincaram nos seus comentários, idolatrando-o como se fosse um suprassumo do futebol. Fernando está longe, mas as informações chegam-lhe depressa e os “pisões” preconizados pelo morcão jorge andrade decerto que não lhe passaram despercebidos. A preocupação de intimidar muito cedo João Félix com uma “patada à porto” era tanta, que ocorreu muito cedo e tão à descarada que levou de imediato com o amarelo naquelas beiças morconas e nem sequer joga na 2ª mão em Lisboa. Uma chatice para os “turcos” da sport tv, mas o suficiente para acalmar os ímpetos do brasileiro. E não foi expulso porque o árbitro espanhol condescendeu, mesmo a acabar o desafio com mais uma patada dessa besta que quase ia esterilizando o Félix ao ferrar-lhe uma pisadela na tomatada.

Depois veio o penalty a favor do Benfica e as estórias do costume. Blá, blá blá, blá, blá, pardais ao ninho… e tomem lá nas vossas peidolas a encavadela do Salvio. Aquilo estava mesmo a correr mal… não só para o Galatasaray mas também para os “turcos” da sport tv.

Na pastelaria/café onde assistia à transmissão, o ruído de fundo só permitia a audição dos comentários a espaços, mas a berraria e o entusiasmo com que um dos “turcos” relatou o golo do Galatasaray foram absolutamente vergonhosos. Uma filha-da-putice inenarrável.
Mas foi noite aziaga para esses dois miseráveis. Seferovic resolveu encavá-los de vez e assim terminou o desejo de verem o Benfica derrotado. A “pornografia” anti-Benfica na sport tv está cada vez mais badalhoca.

A azia desta estação de desporto propagou-se como uma praga. Na SIC Notícias, apresentou-se um par de anti-Benfiquistas que se a estação tivesse um pouco de decoro já os tinha despachado de vez de comentadores. Mas não. O pedro candeias e o ribeiro cristóvão continuam a fazer figuras tão tristes que já ninguém, mesmo os seus apaniguados, acreditam no que dizem. Um, o candeias pelo comportamento indecente que tem tido no jornal Expresso em relação ao Benfica – com insinuações, suspeições e mentiras constantes – já nem sequer deveria estar no programa e o cristóvão se tivesse alguma lucidez já teria comprado uma manta do Sabugueiro, sentar-se-ia ao borralho a aquecer as tíbias e enfiaria uma fralda na cabeça porque aquilo é só diarreia mental. Este desgraçado não sabendo o que dizer até chegou ao ponto de falar na potencial “falsa modéstia” de Bruno Lage. Nesse momento imaginei-o com centenas de moscas à sua volta com ele a tentar enxotá-las com o rabo. Ridículo!

A RTP, como de costume quando o Benfica ganha, usa de um certo tipo de artimanhas que só engana o espectador incauto, tentando sempre desvalorizar e esconder os êxitos do Glorioso. Com a agravante desta semana o grémio da fruta ter perdido na terça-feira e ter feito uma exibição medíocre. Hoje, no Jornal da Tarde transmitido dos estúdios da Inbicta salientaram a derrota do lagartêdo, às 13h e 50’, dando-a como notícia desportiva de entrada. Deixaram passar o intervalo e somente por volta das 14 h e 02’ é que apareceu a notícia sobre o jogo de Istambul, e de uma forma canalha e mesquinha juntaram o Benfica ao pacote de jogos da Europa League, não dando o destaque devido à exibição, resultado e evidência dos jovens do Benfica que fizeram uma estreia auspiciosa na Europa do futebol.
Esta noite, já dos estúdios de Lisboa, voltaram a noticiar a derrota do lagartêdo, esquecendo totalmente a vitória do Benfica na Turquia.
Canalhices sobre canalhices de uma corja esverdeada que abunda a sul, no chafurdo desportivo da TV do Estado.

E dizia o morcão do comentador sobre o jogo de Istambul, no Jornal da Tarde logo no início da curta reportagem e curiosamente também, logo em relação ao penalty marcado a favor do Benfica contra o Galatasaray – “Passadeira estendida para seis alterações no onze do Benfica, o árbitro entendeu que Marcão tocou a bola com o braço dentro da área, penalty para o Benfica…”.
O árbitro “entendeu”?
Mas que bandalheira é esta?
Já sei, já sei. Se fosse o grémio da fruta, em vez de “o árbitro entendeu”, o comentador diria “Marcão corta inadvertidamente a bola com o braço e o árbitro marca penalty indiscutível”.

Os Benfiquistas que trabalham nestas empresas e nas respectivas redacções, e não só, têm obrigação moral de denunciar estes constantes atropelos à seriedade e à deontologia jornalística.


GRÃO VASCO



12.2.19

O trauma antiBenfiquista dos dois dígitos.




As putéfias e as falsas virgens jornalísticas, as cUmentadeiras e demais paineleiragem televisiva cá do burgo, afectas ao anti-Benfica, saíram à rua e indignadas rasgaram as suas vestes, rebentaram com os elásticos dos soutiens, esburacaram as cuecas e gritaram por aquilo que escreveram a marcador azul e verde, eles nas nádegas e elas sobre as suas asquerosas mamas:
- Ganhar por dois dígitos é uma ofensa ao futebol! “Je suis “Costinha”, “Nous sommes Nacional”! Nous sommes anti-Benfica!

A escumalha sentiu-se acossada. Berraram “ó da guarda”, “que assim não pode ser”, como se tivessem sofrido uma mutilação genital ou uma sodomia prolongada e dolorosa. Sem bàselina, como soe dizer-se na Palermo portuguesa. Mas se não foi isso que aconteceu, virtualmente andou lá muito próximo. Foi capadura geral neles, com elas a recorrer ao hallibut para se sentarem convenientemente, futebolisticamente falando…

O Benfica, os seus jogadores e o seu treinador fizeram o que têm sempre que fazer. Como profissionais respeitaram o adversário até ao fim do jogo. Jogaram o que lhes competia sem apoucarem ou denegrirem ninguém e ganharam como devem ganhar sempre.
O gesto de apoio e conforto aos jogadores do Nacional definiu a grandeza de todos os Benfiquistas. As declarações pós-jogo de Pizzi e Lage mostraram respeito, elevação e urbanidade por quem perdeu.
A derrota para os nacionalistas foi pesada e destroçou-os emocionalmente, mas nada significa no futuro. Não serão melhores ou piores do que já eram. Amanhã serão os mesmos, a sua dignidade e seriedade é intocável e para todos os efeitos a equipa só terá perdido os três pontos.

Porventura se a derrota tivesse sido por 1-0, lá viriam as ladaínhas jornalísticas do costume, mas de sinal contrário. O Benfica teria ganho “à rasca”, com a ajuda dos famigerados ferraris, o Ferro teria tremido como varas verdes, o Krovinovic ainda estaria muito ferrugento e o Florentino teria andado no meio-campo aos papéis. A Luz ficaria inquieta e a homenagem ao Chalana teria sido um fiasco.
Pois, pois, lá tiveram que engolir em seco, de arengar piedades e misericórdias para o futebol português balbuciando vergonhosamente que cada vez mais é visível um fosso entre o Benfica e os outros.

Agora que a Moirama Vermelha já se encontra entre as ameias das muralhas inimigas, agora que o perigo de derrocada dos morcões azuis e broncos é eminente, agora que a corja corrupta começa a sentir no cachaço o bafo perturbador do Grande Satã Vermelho da Mouraria é que aparecem o habitual bando de marialvas e umas putas de umas carpideiras clamando pela dignificação do futebol e tentando proibir as goleadas e as grandes exibições.
Enquanto o forrobodó de goleadas, jornadas e mais jornadas de invencibilidade, vitórias sucessivas do grémio da fruta a norte e da desejada retoma do lagartêdo da nova era a sul, duraram, ninguém se preocupava com fossos ou com o que quer que fosse. Veio o Benfica dar dez e “aqui d’el rei” que o futebol português está uma lástima!

Perante este alvoroço, ao fundo da rua ainda vislumbrei o Simões da perna fanfa e a Sofia vereadora das gaffes de braço dado a dar uma entrevista ao record do Toninho & Bernardeco. Ambos preparavam-se para discursar no comício que estava prestes a começar cuja tema era, “Como ajudar o Benfica a não dar cabazadas e a ganhar à rasquinha”.
Ai se o ridículo matasse…

NOTA: Costinha, como agente do futebol tem o que merece. Os Benfiquistas, em circunstância alguma, nunca devem ou deverão ter qualquer tipo de contemplações ou tolerância para com ele. Levou dez, deveria ter levado o dobro!

GRÃO VASCO



9.2.19

Da arruaça ao monco caído…

De monco caído…


Da arruaça…


Os labregos azuis e broncos em todo o seu esplendor. O paradigma do país boçal. Primeiro a arruaça, depois o monco caído. Até as pedras da calçada choraram, os cães ladraram e os gatos miaram. A bazófia e as provocações habituais desembocam muitas vezes neste ridículo espectáculo. Pela boca morre o peixe. Contumil vive momentos de pavor com a perigosa aproximação da Moirama Vermelha. O pânico era indisfarçável nas declarações pós-jogo. Para eles, no pretérito domingo, Guimarães versus Alvalade seria com toda a certeza mais uma lufada de ar fresco na mentirosa e destacada vantagem que pressupunham vir a ter. Em tom provocatório e canino, ninguém ficava chateado se o lagartêdo ganhasse, a começar pelo carroceiro do Freixo. A realidade foi outra e já no final do jogo com o Vitória a arruaça instalou-se. Tinham falhado o assalto ao Castelo e os Diabos Vermelhos deram baile em Alvalade. Lançaram-se ao Rui Costa lá do burgo e zumba, catrapumba, apontaram-lhe de dedo em riste, responsabilidades e culpas como é habitual quando perdem pontos, debitaram raios e coriscos e por pouco que não o responsabilizavam pela lesão do maliano Marega – um poço de força que faz mais num jogo do que a sua equipa toda junta.

Ontem partiram para Moreira de Cónegos à espera que alguma missa celebrada pelo papa da Palermo portuguesa pudesse dar aquele empurrão divino. Tudo se conjugava nesse sentido. Fontelas Gomes a nomear, Jorge Sousa a apitar e Luís Ferreira a VAR. Os acólitos, durante a semana e segundo as “más-línguas”, desdobraram-se em contactos diplomáticos. Não era má ideia optar pelas práticas surreais adoptadas na época passada no Estoril. A boataria, com uma boa dose de veracidade à mistura, corria célere e até ao soar do gongo tive mesmo receio de alguma fífia despropositada e que algum cónego de Moreira fosse dizer amén com a padralhada de Contumil.  Não obstante Sousa & Ferreira terem fechado totalmente os seus olhos a um penalty escandaloso de Militão sobre Arsénio aos 73’ e ainda antes do 1-0 dos da casa, a barraca total esteve para acontecer. Por fim e depois de Luís Ferreira num estertor final desesperado ter enviado Jorge Sousa para o vídeo na secreta esperança que ele pudesse marcar penalty contra os Cónegos e assim “oferecer” mais três pontos ao grémio da fruta, só aconteceu meia-barraca e um trombil do tamanho da Torre dos Clérigos. Ivo Vieira suspirou de alívio – felizmente não teve lá nenhum guarda-redes, nem defesa-lateral iguais àqueles que no Estoril-corruptos da época passada (o jogo mais comprido do futebol mundial) – ofereceram três golos à mafia contumiliana e lá conseguiu, ainda que muito a custo e aguentando 100’ inexplicáveis de jogo, um empate que em condições normais seria uma vitória inapelável e bem conseguida.

A SPORT TV continua a presentear-nos com transmissões, reportagens e comentários em que pintam todas as imagens e comentários de um azul e branco asqueroso.
Ontem, para desculparem o penalty sobre Arsénio, cometido por Militão aos 73’, que negaram e omitiram durante e no final da transmissão, foram ouvir as “escarretas” do apitadeiro contratado – um incompetente que foi despachado a toda a velocidade do quadro dos árbitros, de nome sérgio piscarreta?!? – e a preocupação daqueles bandalhos foi o lance, já fora de horas, perto da grande-área dos Cónegos, deixando no ar a insinuação de que poderia ter sido falta para penalty. Uma vergonha, uma desonestidade intelectual que coloca esta estação televisiva ao nível de uma lixeira pestilenta ao serviço da reles rataria contumiliana.
Com o grémio da fruta a perder, só faltou a Luís Freitas Tonto e ao seu comparsa de locução, equiparem-se cada um com a sua camisola azul e branca feita do tecido das barracas de praia do Canidêlo e entrar em campo para empurrar a bola para a baliza dos Cónegos. Foi no mínimo hilariante e ridícula a forma como ambos se expressavam, estando constantemente a dizer “agora o porto tem a derradeira chance, blá, blá, blá ,blá”, pelo menos durante os quase 10’ extra com que Sousa massacrou o Moreirense na esperança que o D. Sebastião da Ribeira de Palermo com o macaco pela mão surgisse de qualquer banco de nevoeiro e viesse ainda dar os três pontos aos de Contumil.
O destino quis que não acontecesse assim.
Hoje é servido nas cantinas do Freixo e nos botecos de Contumil trombil cozido à moda conventual de Moreira de Cónegos.

No próximo jogo do grémio da fruta, Fontelas Gomes vai nomear como árbitro principal chico marques pirrolhas "barba azeda" (porto canal), árbitros-auxiliares, o pastelão de Contumil, manuel queirós (tbi 24) e o malandro de urinol, miguel guedes (sic n), 4º árbitro aníbal pinto (cmtv), VAR manuel serrão (tbi 24) e ajudante de VAR, pedro marques lopes (a bola). Para o policiamento sousa tavares (a bola) e o sargento jorge amaral (cmtv).

Tem a palavra amanhã, o Benfica.

GRÃO VASCO



8.2.19

Mas que boas encomendas para logo em Moreira de Cónegos!


A esta farsa de nomeações sobre nomeações de árbitros da AFPorto, para os jogos do grémio da fruta sempre ou quase sempre com um histórico de benefícios ao dito cujo e que têm sido autênticos escândalos, juntando os disparates do carroceiro do Freixo sobre os árbitros que segundo ele, necessitam de mais protecção para depois lhes chamar tudo e mais alguma coisa durante os jogos, vem confirmar que os donos dos títeres do futebol querem de todas as formas que esse grémio continue na frente da classificação do campeonato e se possível vencê-lo.

- Ó Sousa, para além do apito bondoso leva também no bolso uns pacotes de bicarbonato de sódio para aliviares a azia àquele desbocado, se o dito cujo lançar raios e coriscos para cima de ti!
E não te esqueças. Lá em cima, na Palermo portuguesa, está tudo à espera de “uma boa arbitragem”!

GRÃO VASCO

7.2.19

O alvo a abater



A alcateia uivou de raiva.
Os grunhos roncaram como bestas enfurecidas.

João Félix durante o jogo de ontem foi massacrado por uma pandilha de selvagens. No campo e nas televisões. Uma vergonha!

A RTP e outras estações continuam na sua sanha acanalhada, persecutória, premeditada. Tudo o que soe a Benfica é para bater, para deitar abaixo, para arriar sem misericórdia. Ah! E João Félix não é filho de bananeira, não é madeirense, nem sportinguista, claro!
Os quatro estarolas da RTP, quatro cretinos que bolçam anti-Benfiquismo por todos os poros aguardavam qualquer ocasião propícia para apoucar, criticar e denegrir João Félix.

Para constatar o que aqueles tristes ressaibiados – todos lagartos ferrenhos, estúpidos e presunçosos – iriam debitar, deixei o som fluir.
Primeiro queria ouvir o vulcão da Luz. Rugiu duas vezes. Poderiam ter sido três ou quatro. Queria sentir as emoções de um desafio intenso. E só depois perscrutar as parvoíces em catadupa de Tadeia, Albuquerque, Santos & Mendonça mais conhecido pelo Bando dos Quatro Estarolas da RTP lagarta.

Alexandre Albuquerque, conhecido nos mentideiros futeboleiros por Albochechas, “O Beiça Rachada”, chegou ao ponto de se meter com o catraio por ele se insurgir através de contínuos protestos contra o arraial de porrada que estava a levar com a complacência miserável de Luís Godinho, o principal responsável pela violência que campeou durante o jogo, promovida especialmente pelo banco, defesas e bruno fernandes, tudo do sporting. Para este locutor cretino a cereja no topo do bolo seria Félix ver o cartão vermelho. E as piruetas que ele deu para induzir na audiência esse desejo mórbido. O pascácio chegou ao cúmulo, mesmo no final do desafio, de embirrar com a cabeça do Svilar por ela ter embatido faltosamente nos pitons do diaby lagarto. Quando este levou o amarelo todo o mundo se riu da parcialidade e ridicularia do Albochechas. Um palhaço rafeiro. Tadeia, como habitualmente a cagar e a tossir, naquele tom monocórdico, a ver em que paravam as modas, acagaçado que estava de poder ver o seu clube de coração na eminência de outra goleada. Santos, o tal que em tempos foi mandado à merda por Enzo, lá enviava às vezes em modo repórter uns faxes tímidos do relvado e umas bufas surdas recolhidas no banco lagarto e que ninguém entendia. E o Mendonça, com aquele arzinho que se lhe conhece, só lhe faltou uma pasteleira com campainha e guarda-lamas para sprintar até Al Cacete à procura dos oito pontos que perdeu pelo caminho.
Mas o que mais gostei nestes primatas foi a obrigatoriedade de mandarem os habituais berros nos golos do Benfica. É o que me dá mais gozo. Vê-los a engolir as fanfarronices de circunstância e a digerir mal mais uma derrota!

Por fim referenciar duas bestas ao quadrado. É mandatório que os jorges andrades, manuéis fernandes e quejandos do mundo da bola sejam avisados das suas responsabilidades morais perante as declarações que fazem.
Que estejam desvairados é lá com eles. Extravasarem as suas tendências quando se lhes pede isenção, e os modos como o fizeram com João Félix, raia a canalhice e a maldade.

GRÃO VASCO



O balão de oxigénio do lagartêdo



Mais um apitadeiro treinado para efectuar prestações manhosas em jogos onde o Benfica participa.

Já na 1ª volta do campeonato tinha tido uma actuação escandalosa na Luz prejudicando o Benfica.
Ontem foi mais do mesmo. Habilidade e manhosice não lhe faltam. Deve estar bem treinado pelo Fontelas & sus muchachos
Com um procedimento inicial que me surpreendeu dada a rapidez e autoridade com que exibiu o amarelo ao trauliteiro lagarto que arriou a primeira cacetada sobre o João Félix, presumi que Luís Godinho iria efectuar uma exibição digna de um árbitro!
Afinal fintou todo o mundo ao dar azo a todo o tipo de truques e malhações por parte do lagartêdo, com muita conversa à mistura entre ele e os seus jogadores, demonstrando ao seu chefe e protector que em primeiro lugar está ali para servir os interesses que o alcandoraram muito rápida e estranhamente a árbitro da FIFA.
João Félix levou um arraial de porrada com o seu consentimento como eu já não via há muito tempo num campo de futebol. Luís Godinho disfarça bem, mas como diz o outro, “é como o algodão, não engana”!

A equipa do Benfica jogou novamente para ganhar mostrando querer fazê-lo até por mais golos do que no domingo passado. Godinho travou o mais que pôde esse objectivo. A partir do momento em que o Benfica marcou o 1-0, o que se viu e de uma forma bem evidente, foi este “artista do apito” marcar tudo o que fossem jogadas divididas de corpo a corpo ganhas pelos jogadores Benfiquistas, apontando imediatamente falta. O amarelo a Jardel foi paradigmático.
Durante algum tempo, que quase se prolongou até ao fim da 1ª parte Godinho espraiou-se em penalizações inexplicáveis aos jogadores benfiquistas e em benefícios aos do lagartêdo com uma margem de tolerância atroz em relação à ferocidade e violência com que disputavam os lances. O desvairado acuña foi o melhor exemplo – barafustava, discutia, agredia como queria…

Na segunda parte deu continuidade ao seu deplorável espectáculo. No entanto, para que o arraial tivesse mais toques de sanfona e bombo, o Félix lá teve que levar com o amarelo, condicionando-o ainda mais. Foi vergonhosa e premeditada toda a malvadez arbitrária como Godinho procedeu. Um nojo! Mas mesmo assim lá tiveram que levar com o pequeno génio num certo momento do desafio quando decidiu jogar futebol às três tabelas e “tomem lá o segundo por causa das tosses”. Então aí é que foi fartar vilanagem. Com um certo abrandamento natural da equipa do Benfica, Godinho lançou-se numa autêntica cruzada para fazer funcionar o marcador para os seus amigos do fôsso do lagartêdo, não fossem eles esta noite lançarem-se das “varandas” abaixo. Toca a empurrar o Benfica ainda mais para trás com livres e mais livres. E o golo obtido que salvou o lagartêdo de um adeus precoce à Taça de Portugal, lá veio de mais uma suposta ou alegada como agora é moda dizer-se, falta de Cervi que nem sequer agarrou ou empurrou o farsante do seu adversário.
Mesmo assim Godinho não disfarçou. Marcou e marcou mesmo sob grandes protestos dos Benfiquistas e tanto é que depois, já com o jogo a acabar, aquando do agarrão do defesa do lagartêdo a Grimaldo, dirigiu-se lampeiro e a toda a velocidade para marcar livre fora da área a favor do Benfica, como se alguém acreditasse que ele tivesse tomado a decisão correcta, querendo com esta atitude palhaça dizer, “não, não foi penalty, eu vi muito bem, a autoridade sou eu e isenção acima de tudo”!
Pois, pois, viste tu e os infelizes invisuais deste país!
Vai ludibriar mas é a tua prima, ó Godinho!
O agarrão prolonga-se bem notoriamente para lá da linha limite da grande área e as regras são indiscutíveis -  a falta a marcar é a do fim do lance e não a do princípio!
Só é enganado quem quer sê-lo.
Aquela forma determinante e exibicionista de como se deslocou para o pressuposto local onde a falta foi cometida, uma aldrabice tão visível como a sua ridícula careca, deu a entender a todo o mundo ao que veio – constituir-se como o balão de oxigénio que o lagartêdo precisava para não sair da Luz já eliminado da Taça de Portugal.

O Benfica e os seus jogadores têm de jogar mesmo muito à bola para derrotar toda esta autêntica quadrilha de meliantes arbitrários que chafurda no futebol.

Apoiar os nossos jogadores?
SEMPRE, SEMPRE SEMPRE E EM TODAS E QUAISQUER CIRCUNSTÂNCIAS!

NOTA:
Deixo aqui um alerta para a TV do Benfica, a BTV.
Não consigo entender como é que os responsáveis da estação, conseguem manter um verdadeiro analfabeto, repito a-n-a-l-f-a-b-e-t-o, nos programas de comentários sobre jogos e outras rubricas onde participa como expert do apito e que dá uma péssima imagem do que é um comentador de arbitragens e não só.
António Rola pode entender muito de leis do jogo de futebol, mas não desgruda do seu espírito corporativista que lhe tolda o raciocínio que já por si também deixa muito a desejar.
Desconheço quais as suas habilitações, mas o seu discurso está sempre eivado de incorrecções verbais de toda a ordem. Não sabe pronunciar os tempos dos verbos nem ajustá-los quer ao seu presente, ao seu passado ou ao seu futuro. Socorre-se de muletas tão gastas e tão básicas, como aquela do “muito honestamente, estou aqui para dizer a verdade e só a verdade…” e “como sabem, estou aqui, para na dúvida defender os árbitros”. Mas há muitas mais que eu já deixei de apontar e até me arrepio quando ele começa a debitar aquele chorrilho de calinadas e disparates mais parecendo um boçal de Covões de Baixo.
Uma lástima!
Mas mais do que isso foi o ridículo 4 (q-u-a-t-r-o) que deu de nota a Luís Godinho numa escala até 5!
É preciso ter lata!
Ó Palacín, põe mas é o gajo a cagar para o penico, porque a diarreia mental é tanta que eu tenho que desligar o televisor por causa do fedor!
Porra!
Já levamos com a canalhada do apito, ainda temos que aguentar com esta aberração?
Tirem-nos desse filme, por favor!


GRÃO VASCO



6.2.19

Um apelo expresso à violência



É indecente como a RTP alimenta uma besta deste calibre.
Estas declarações muito embora o animal já tenha vindo dizer o que é habitual nestes casos – que foi mal interpretado, blá, blá, blá, blá – é um claro apelo à violência para arrumar com um génio da bola, como é o caso do João Félix.

Diz esta beldade futeboleira – “Eu disse isto no contexto de que quando jogava fazia me respeitar .... aos que jogavam. Longe de mim estar a dar tácticas aos adversários do Benfica para que agridam qualquer jogador. Daí peço desculpa se ficou essa ideia no ar, sendo João Félix um jogador que admiro”.

Perante este triste espectáculo só quero expelir a minha indignação com este desejo:
“Ó Jorge andrade, vai mas é ludibriar o caralho!”.

Paulinho Santos, Jorge Costa, Pepe, Fernando Couto, Secretário, Octávio, João Pinto, André, Frasco, Filipe, Pepe… até parecem cogumelos.
Isto é que são trauliteiros a granel!
Até os árbitros comiam pela medida grande!

GRÃO VASCO



4.2.19

Fósseis vivos – programa de ontem do 'esgoto da manhã'



Àquela hora de fim de tarde de ontem, muito provavelmente o derby das grandes paixões já tinha terminado. No momento imediato, alguém amigo, teve o cuidado de me enviar um SMS a dar-me a boa nova, ou como já não soubessem os meus companheiros mais chegados afectos ao Glorioso que eu não oiço e raramente vejo estes desafios de emoções tremendas e de grande desgaste, evitando ou tentando evitar assim deslocação de urgência ao hospital mais próximo para consertar o coração.
O Benfica, o meu Benfica de sempre tinha ganho categoricamente, marcando quatro golos, parco pecúlio para a avalanche do seu futebol de ataque e para as inúmeras ocasiões de golo criadas. Pois era assim que a diligente mensagem terminava, complementada com as habituais saudações gloriosas.
Na ânsia de visionar os golos e o resumo do desafio, sintonizei a TV na frequência hertziana daquela triste espelunca mediática do Esgoto da Manhã. Já fazia algumas semanas que não passava por lá. Não consigo tolerar aquele fedor de peixeiradas, escândalos e promiscuidades entre repórteres, jornalistas, advogados, bandidos e polícias, grilos e grilas. Quando me fixei na pantalha nem deu para acreditar no que estava a ver – três fósseis vivos do Jurássico Inferior, qualquer deles com um trombil que dava dez voltas completas ao estádio onde o Benfica tinha somado mais uma importante vitória. O início do programa mais parecia uma mescla de ciência antropológica e Paleontologia, com um professor e uma jovem aluna a completarem o ramalhete. Mas afinal não. Longe de ser um programa de ciência. Os animais estavam lá, mas iriam cagar lentilhas sobre o pontapé na bola, muito especialmente faladrar sobre o jogo que há pouco terminara. O espectáculo foi mais um triste testemunho do rancor e do ódio que aquelas mentes fossilizadas dedicam ao Benfica.
Assim, e começando pelo fóssil da pata côxa“decerto que vocês sabem de quem estou a falar…”, um espécime, segundo rezam várias lendas da Idade Média, descendente de uma meia-foda dada por D. Afonso Henriques numa ninfa mourisca no meio de um pomar de macieiras quando conquistou Palmela aos sarracenos no século XII d.C., mas que confirmado o seu ADN, é na realidade muito mais antigo, do tempo, como já foi mencionado, do Jurássico Inferior – a sua intervenção foi um fartote de insinuações, mau perder, azedume e veneno. As suas ventas rancorosas bolçavam anti-Benfica a rodos – atirava-se ao apitadeiro como gato a bofe tentando colá-lo ao Benfica. Se já coxeava da pata, também mostrava agora sê-lo da mioleira. Um pequeno traste a querer enganar os incautos da audiência ou não soubéssemos todos já há muito tempo que o Arturinho tem no seu rol de arbitragens um histórico medonho de graves prejuízos ao Benfica. A mente fossilizada dessa pequena criatura jurássica, moldada por anos e anos de comportamentos e posturas sacanóides, habituada a viver num meio pródigo em aldrabices, truques rasteiros e mascambilhas diversas, reflexo das suas tristes vivências com os bimbos e marginais da escola do crime da Palermo portuguesa, ainda proporcionou na sua primeira intervenção e a única que vi – desliguei ao fim da primeira ronda para evitar o vómito – algo de bandido traduzido numa reles insinuação de que o “Benfica em Braga, para o campeonato, não tem problemas porque já se sabe o que vai acontecer quando lá for jogar”. O professor, mediante esta atitude rasteira respondeu-lhe bem e só espero que quando o colocar novamente na prateleira dos fósseis jurássicos atenda à teoria Darwiniana da evolução das espécies e lhe coloque uma etiqueta que mencione realmente o que ele foi e continua a ser - “ratazana de esgoto”!
Depois interveio o amaralossáurio frangueirofrangueiro, porque mamava uns frangos horríveis - um fóssil avantajado cuja grande dimensão física é proporcional à boçalidade, grosseria e estupidez que debita sempre que abre aquela bocarra infecta de micróbios azuis corruptos e que os camaramen têm alguma dificuldade em enquadrar nos planos televisivos. Um autêntico estupor ao qual o professor dá pouca importância por ser um vulgar de Lineu.
Por último apareceu um fóssil miserável, sonso e pegajoso, antepassado das morsas e dos dugongos, apelidado carinhosamente nos meios jornalísticos de Bernardette e cujo hobby é branqueador de “varandas”. Durante a semana finda, dada a sua natureza alagartada e tendo uma aversão figadal ao vermelho tratou de armar em incendiário usando como rastilho capas de jornal. Um fóssil perigoso que já deveria ter ido parar ao formol.
Não consegui ver mais dislates. Desliguei o televisor, na certeza de que a noite de ontem foi para eles um autêntico filme de terror.
Avancemos para quarta.


GRÃO VASCO



29.1.19

A morcanzoada cantou antes do tempo…



Taborda Xistra acabava de apitar para o final do encontro. A morcanzoada exultava, insultava e espumava de ódio. Afinal a batota continuava a resultar em pleno – a vermelhidão mourisca já estava expulsa, espoliada e despojada. Sérgio Marceneiro, o condutor da carroça onde se empoleirava a corja corrupta usurpadora da riqueza e vitória alheias, olhava feliz para o clínico da equipa e segredava-lhe:
- Purga, esta já está no papo! Já podes encomendar as faixas ao Proença e mandar gravar as medalhas à Sóninha!
Olha lá ó mister – respondia o clínico – já reparaste que ainda te falta comer os brácaros ou a lagartada, pá? E nem sei se dá para o Tiquinho jogar no sábado. É que eu tenho-lhe carregado no pitrol e não o diabo tecê-las…
- Ó Purga deixa-te dessas merdas, purga mas é discretamente o gajo mas não lhe provoques diarreia, senão lá tem que vir o comunicado a dizer que ele se sentiu indisposto… mas mesmo estando apto não irei metê-lo de início. Só o Marega lá na frente rebenta com eles, vai dar-lhes água pela barba. Não te apoquentes… - rematava Sérgio esfusiante, metendo a mão esquerda ao bolso para coçar o animal e piscando o olho ao Taborda.
E imparável, continuava:
-  E diz lá àquela pintelheira toda - nem de propósito - que limpe a vitrine onde tem as fotos das alternadeiras das arcas e das putas do Araújo, pois garanto-te que esta taça já não escapa, já lá mora, no Freixo! Está tudo por nós, pá! Até parece que vamos ganhar a Taça dos Campeões Europeus! É a CS, é o VAR, os árbitros, a APAF, o sindicato dos jornalistas da espinha dobrada, “O Jogo”, o Fui Moreira, os símios da Ribeira, o Rui Ácaro mais conhecido pela “madre Teresa de Budapeste”, o Chico Pirrolhas da “Barba Azeda”, o Aníbal “buldogue” dos violadores e todo aquele séquito de safardanas ligado ao Apito Dourado. O que tínhamos de fazer está feito – ganhar ao Benfica nem que fosse à marretada! Agora é limpar o cu aos probetanas do Varandas!
O mastim do Gonçalves desviado da algazarra e entre um par de sonoros e comemorativos rasgadores, bem medidos, encostava o seu telemóvel ao ouvido tentando saber por alguma toupeira do Ministério Público quem seria o VAR e o árbitro para a final do próximo sábado. Nem lhe importava saber quem seria o adversário. Depois da deplorável actuação do VAR(d)íssimo e da manhosice saloia do Taborda, fazendo lembrar, para gáudio da entourage corrupta, os Martins dos Santos e os Calheiros de outros tempos, o que interessava era realmente saber quem eram os novos substitutos dos Jacintos Paixões e Augustos Duartes desta vida.
- Umas calheiradas à brasileira para sábado é que binham mesmo a calhar – balbuciava ele com um trocadilho bem humorado por entre aqueles dentes caninos rangedores, acrescentando:
- Bamosber se promobemos nobamente o Isidoro. Pelo menos já anda outra bez no meio do apito como obserbador. O gajo lá por Biseu é mais conhecido que o Camões pelos piores motibos, mas temos de desenterrar mais destas múmias e tirar os esqueletos corruptos do armário do Apito Dourado e colocar estas peças todas a bulir para a máquina ficar bem completa e oleada…

Passado mais um dia, o staff arruaceiro dos morcões azuis e brancos ficou a conhecer o adversário da final. Era a lagartada, um bando de maltrapilhos e pindéricos, mas sequioso de taças, composto por uma manta de retalhos e logo alvo da habitual ironia provinciana daquela gentalha.
- Eles que se cuidem porque ainda caiem das “barandas” abaixo! – arrotava o Sérgio Marceneiro e sus muchachos em cima da carroça, exibindo dois bonecos fantoches, em que um fazia de DasBosta e outro de Jefferson peideiro.
- Ó Sérgio, já sei quem é o árbitro e lá tu, bamos ter dois (V)Bar’s! Isto não estaba no programa e se não nos pomos a pau iremos bêr a taça a boar… é como bir aqui a Braga e bê-la também por um canudo! – alertava já, a ranger novamente a dentuça, o Gonçalves pigmeu.
O Sérgio e o Purga lá ficaram com a pulga atrás da orelha, perguntando um ao outro porque é que era preciso haver dois VAR’s e logo um deles conotado com a lagartada
Hummmm…! Para além do cheiro a papel rasgado do pigmeu, poderia haver algo que não pudesse correr tão bem como no jogo anterior.

Desta vez não seriam necessários atrasos de dez minutos nem esconder o galhardete. A morcanzoada iria mostrar à plateia presente e à audiência televisiva que também há verdadeiros gentlemen, fair-play e desportivismo na Inbicta, e que o que importaria sempre primeiro, seria aviar os infiéis vermelhos da Moirama para depois toda a trupe corrupta ir rezar umas orações ao Sameiro, ao lado do paputas das bufas e das ironias e passearem no Bom Jesus com direito a piquenique em que o prato principal seria “churrasco de lagartos”.

As coisas no sábado até começaram a correr de feição. A dez minutos do término da considerada actualmente “a grande final”, o frango do Renan era mais que suficiente. Tudo certinho, sem calafrios, com um adversário que não passava do seu meio-campo, mais parecendo uma agradável dama de companhia. Mas eis que surge o início do golpe de teatro. Descuidadamente, mesmo ao soar do gongo, o Oliver, pensando que passaria incólume tal qual quando cometeu falta no jogo anterior sobre Gabriel e que deu origem ao primeiro golo ilegal com que venceram o Satã Vermelho da Mouraria, arreou inadvertidamente um pontapé em cheio no lagarto mais próximo, dentro da sua grande área.
Penalty! - gritaram os Jeffersons e os DasBostas – é penalty, é penalty!
Pinheiro, outro árbitro-artista escolhido a dedo para decorar a taça que pressupostamente já estava no papo, a dois metros da ocorrência e a olhar para o lance, como sempre assobiou para o ar não conseguindo ver o que todo o mundo já tinha visto e revisto.
Acudam! – gritavam os lagartos em pêso – vá ao VAR, crlh! Vá ao VAR!
Pinheiro não teve alternativa. Ainda com o apito entupido e a suspirar por não sei bem o quê, pediu a ajuda dos dois VAR’s. A evidência era tal, que irremediavelmente teria de ser penalty contra a morcanzoada, sim senhor, sem sombra de dúvida!
Querem ber, querem ber, que lá foi o “esquema” todo por água abaixo… - arengava o Gonçalves para os seus botões.
E foi mesmo. O grandalhão piscineiro do pijama verde às riscas acabou por enfiar a bola nas redes, evitando a derrota no pintelhésimo segundo da contenda e agora no desempate nos penaltys não haveria ponta por onde pegar ao árbitro Pinheiro.

E assim, ao fim da série de cinco penalidades para cada equipa aquilo que estava no papo, transformou-se num sapo vivo gigante difícil de engolir. A digestão foi tão difícil que o fair-play foi lançado directamente da ponte de D. Luís abaixo, indo parar ao Calor da Noite e à Taverna do Infante! Nem as medalhas se salvaram!
Uma atirada para a bancada, com Sérgio Marceneiro tentando imitar o discóbolo de Miron da Antiguidade Clássica, mas mostrando a todo o mundo que os discóbolos ressaibiados da Inbicta não sabem perder ao contrário da beleza artística da escultura grega. A outra, atirada violenta e desvairadamente, já na bancada, contra um adepto adversário como arma de arremesso, por um subordinado do Maceneiro. Bons exemplos para os filhos de ambos. Foi um fartote de azedume. Depois de todos aqueles salamaleques antes do desafio, assistiu-se ao triste espectáculo de mau perder da escumalha azul e bronca que campeia impunemente de norte a sul, nesta terrinha de brandos costumes. Uma selvajaria verbal e comportamental inacreditável. Absolutamente miserável!
Chico Pirrolhas da Barba Azeda, a eminência comunicacional da corja corrupta, acometido de azia severa e diarreia mental aguda perdeu o pio e mandou às malvas o seu facebook por um dia – faltava-lhe nessa noite o Pinta Roda Pés do Saraiva sem Pescoço como muleta para desancar mais uma vez na Moirama Vermelha.
Por último, ainda conseguimos ouvir a habitual ironia do “rei” do Calor da Noite e afins:
- Desta, já nos livrámos!...Outra vez! Isto está mesmo a tornar-se insuportável!


GRÃO VASCO


26.1.19

Miserável trapaça




É preciso descaramento!

Com um comportamento reprovável desde sempre, com provocações constantes, com bocas agarotadas a colegas de profissão, com desvarios loucos e obsessivos durante diversos jogos da sua equipa em relação aos árbitros, com castigos disciplinares contínuos, este trauliteiro que debita ódio e grosseria a tudo e a todos que não alinhem pelas cores do grémio corrupto, ainda tem a desfaçatez de querer enganar meio-mundo com este tipo de bojardas.

Quem mais do que ninguém e na companhia de um mastim minorca que da mesma forma range os dentes ao seu lado em cada jogo, é um dos maiores incendiários do futebol indígena?

Alguém tem dúvidas do comportamento deste fulano que agora anda de balde e jerricã na língua a apagar um incêndio que ele próprio ateou?

Que arda junto a ele!

GRÃO VASCO



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