5.3.19

O Alienígena



A pergunta era óbvia.
Quem é esta criatura?
Quando me mostraram esta sua foto e as declarações que proferiu sobre o acto criminoso de que foi alvo o autocarro do Benfica e a viatura presidencial com toda a sua comitiva – presidente, dirigentes, técnicos e jogadores – ao fazer a aproximação ao estádio onde iria disputar mais um desafio de futebol, após uma breve pausa e olhando para a sua fisionomia simiêsca, muito embora se apresentasse de fato e camisa, trunfa aparada, face depilada e com um ar angelical, não tive dúvidas. Este ser não é deste mundo, veio de outra galáxia, muito provavelmente do Planeta dos Macacos!

Não creio que um humano, na posse plena das suas faculdades mentais, integrado socialmente e com o comportamento baseado nos princípios mais elementares da sã convivência e do respeito pelos direitos e liberdades das pessoas, tenha proferido um discurso inqualificável de instigação ao ódio e à violência, justificando de uma forma demencial e animalêsca as acções criminosas de que foi alvo a comitiva do Benfica na cidade Invicta, muito perto do local onde a sua equipa iria disputar esse jogo de futebol.

Possivelmente, nessa terra longínqua, esta postura, este discurso, este comportamento, farão parte do quotidiano social deste tipo de criaturas. Até mesmo a forma como este alienígena futeboleiro surge em frente às câmaras de televisão é algo de inexplicável.

Entretanto fui alertado que também no nosso planeta há um local povoado por uma raça de macacos e que provavelmente terá uma relação directa com o aparecimento deste alienígena. Na Ribeira da Invicta prolifera uma raça perigosa que tem feito da cidade um burgo inseguro com muitas ligações a um submundo onde vale tudo.

Será que esta criatura é mesmo um alienígena e partilha algo em comum com essa tenebrosa macacaria?
O que há é sempre a possibilidade aquando das suas incursões pelo universo futeboleiro, de lhe cair em cima da cabeça um meteorito proveniente de outra galáxia…

É que do “pôr-se a jeito” até ao “provar do seu próprio veneno”, vai uma distância muito curta.

GRÃO VASCO



4.3.19

Ó sr. António Rola, leia bem isto!



Com a vitória do Benfica no Antro da Corrupção, apareceram as mais mirabolantes teorias sobre o jogo de sábado à noite. Uma delas, da autoria de uma pandilha de alimárias jornalísticas e opinadeiros de pacotilha, foi a de sustentarem e fazer-nos crer que este jogo esteve “ao nível dos melhores jogos que se disputam actualmente na Europa”, blá, blá, blá, blá, blá.
A minha gargalhada de desprezo surgiu no imediato e questionei-me sobre qual terá sido o bando de canalhas que expressou esta grosseira bacorada.
Curiosamente, esta é a música que sempre começa a tocar, quando o grémio das putas, a norte, na Palermo portuguesa, começa a ver fugir-lhe o chão debaixo dos pés. Preferencialmente seria muito melhor ouvir aquele pasodoble que em tempos passou na Luz…e pôr a dançar esse bando de cabeçudos.

Quem quiser rever o desafio, conclui que o que se passou foi mais uma violenta batalha do que propriamente um jogo de futebol.
Por mais que a maioria dos adeptos e responsáveis apelem ao bom-senso, contenção verbal e comportamental, há sempre para aquelas bandas nortenhas, energúmenos, provocadores e labregos que para vencerem a todo o custo recorrem a todos os meios, mesmo os mais canalhas e perigosos.

Durante o jogo, a violência sobre os jogadores Benfiquistas campeou pelo relvado do princípio ao fim, com a vergonhosa complacência de Jorge Sousa.
“Os Bravos do Pelotão” aguentaram tudo o que foi possível aguentar. Os escrevinhadores e paineleiros afectos ao grémio das putas, descoroçoados, ainda tentaram convencer os incautos do contrário, dizendo que os jogadores do Benfica cometeram muitas mais faltas que os adversários.
Com Jorge Sousa a fazer lance a lance a estatística falsa do jogo, o que é que estas alimárias queriam? Foram várias vezes que Jorge Sousa travou o Benfica a meio-campo, com marcação de faltas inexistentes, evitando que os seus jogadores se lançassem ou partissem para ataques e contra-ataques perigosos. Foi, em suma, uma premeditada bandalheira! Canalhice arbitral!

No entanto, as faltas assassinas – marcadas ou intencionalmente não marcadas – estiveram todas a cargo dos carniceiros azuis e broncos. Pepe, Felipe, o próprio Casillas e um miserável minorca de nome Octávio (este reincidente nas agressões e provocações, basta relembrar a porretada sobre Jonas em Guimarães, quando lá jogava, e onde com um árbitro decente tinha ido logo parar aos balneários…), a “actuarem” em grande e também outros elementos com algumas intervenções mais discretas.
Pepe, um autêntico agressor e farsante, sem quaisquer freios nas ventas, liderando essa violência que nada tem a ver com futebol sério e bem jogado, quis por várias vezes aleijar o novo mágico da Luz, tentando atemorizá-lo com entradas violentas e descabeladas, à patada e à cotovelada, auto vitimizando-se posteriormente. Uma filha-da-putice inqualificável de uma lástima de jogador, que mostra à saciedade como o grémio das putas faz da violência e da intimidação as suas principais armas… e Jorge Sousa a assobiar para o lado!
De Felipe nem vale a pena falar, tal é o cadastro ao longo de tantos e tantos jogos onde escandalosamente continuou e continua a viver impune. Um caceteiro da Idade da Pedra que meteria o rabo entre as pernas se o Mozer lá fosse fazer uma perninha de cinco minutos no jogo. É disto que bestas futeboleiras deste calibre estão a precisar. De um Carlos Mozer. Uma vez só… e Jorge Sousa, como sempre, a continuar a assobiar, agora para o ar!

Para Jorge Sousa “no passa nada”! “Tarjetas” para estes facínoras? Não houve. Foi acabando por esgotá-las em tudo o que mexesse de vermelho vestido!
Uma bandalheira!

Casillas arreou uma porretada dentro da sua área em Rúben Dias. Que aconteceu? “No passa nada” nesse momento. Jorge Sousa estava a micar na bancada dos macacos uma “truta” em minissaia da Taverna do Infante!
A coerência e a seriedade arbitral ditaria “penalty”.
Porquê?
Simples. No jogo para a Taça de Portugal, entre corruptos e brácaros, foi assinalada falta para castigo máximo num lance idêntico, protagonizado entre Marafona e Herrera – o guarda-redes brácaro falhou a intercepção e com a sua mão acertou em cheio no trombil recauchutado do Herrera. Ontem aconteceu exactamente o mesmo entre um jogador do Portimonense e Fernandes. Em ambos os lances foi marcado “penalty”.
Quanto a Octávio, duas palavras – um miserável. Mas Gabriel é que ficou com a fama e o odioso. Amarelo por agarrar, mais outro por empurrar e o consequente vermelho. Pelo meio destes dois actos, uma chapada no peito do Benfiquista. Agressão? Não, “no passa nada”. Nessa altura Jorge Sousa estava a mandar de longe, beijocas à gaja. No seguimento da barafunda, zás, uma galheta de Brahimi no Rúben Dias. Brahimi? Esse é muito carinhoso, até gestualmente diz que o árbitro é maluco, como é que isto é uma agressão?
Ei, Jorge Sousa, então? “No passa nada”, carago! É só fumaça! E vocês já sabem que é habitual um vermelho a jogador Benfiquista quando faltam mais ou menos dez minutos para terminarem estes jogos entre ambas as equipas. Isto não é novidade nenhuma! Porquê a admiração?

A batalha durou até ao fim.
Mas desta vez a situação inicial foi invertida – os morcões azuis e broncos assustados, acagaçados, borrados e os jogadores do Benfica sem mêdo e com inteligência e coragem, a enfrentarem a besta.
“Ides sofrer como cães” - anunciava aquela tarja dos energúmenos da Ribeira de Palermo.
Cães?
Pois, pois. Só que no final da batalha o que todo o mundo ouviu foi aquela cambada de labregos azuis e broncos a GANIR como se lhes tivessem capado as matubas. Matubas, sim! E a GANIR como canídeos escanzelados!
Isto é que foi “sofrer como cães” hã?
Ainda hoje, passados dois dias do desastre, chegam a todo o país os ecos dessas ganidelas! E o país ainda por cima exulta!
Ah, carago, GANIR é que está a dar!

Não! Não foi um jogo. Foi sim, mais uma batalha, como sempre são as deslocações do Benfica ao Antro Corrupto.
A diferença foi que a mentalidade mudou. De ir àquela arena para perder por poucos, passou-se a encarar a situação para ganhar sempre e se possível por margem dilatada. Quando todos no Benfica – para os Benfiquistas que lá foram apoiar, um voto de louvor a esses Companheiros de luta e àqueles que espalhados por todo o país sofrem pelo Glorioso e que já há muito tempo sabem disso - se convencerem de que ir à Palermo portuguesa é para combater numa batalha sem ter mêdo nenhum, a vitória de sábado voltará a acontecer com muito mais frequência.

Para finalizar, um sério reparo ao sr. António Rola, comentador de arbitragem na BTV – que nunca mais tenha o atrevimento e descaramento de dizer em pleno programa que o Jorge Sousa é o melhor árbitro português. Uma inconsciente blasfémia à arbitragem e aos árbitros competentes. E deixe-se lá de corporativismos, um vício que lhe tolhe o espírito e a mente. E mais, nunca me apercebi que Artur Soares Dias ou Jorge Sousa alinhassem nessas posturas corporativistas. O corporativismo deles é outro. Nós sabemos qual é e o sr. também sabe. Mude!
Mal vai a arbitragem portuguesa se Jorge Sousa for considerado o melhor árbitro português - o que ele se propôs fazer no sábado passado e fê-lo, foi uma canalhice torpe. Assim sendo, tudo o resto que é apitadeiro, é um verdadeiro desastre. Bem, o facto é que não andarei muito longe da realidade.

Avancemos para Zagreb, não nos desfocando daquilo que é fundamental – ganhar ao Belenenses daqui a uma semana, 11 de Março.



NOTA

No domingo ao fim da tarde, um digno ancião Benfiquista, de 94 anos de idade, pediu-me para lhe comprar o jornal desportivo A BOLA. Naturalmente que àquela hora quase todos os exemplares se tinham esgotado. Desloquei-me com ele a uma gasolineira na periferia da cidade onde lhe adquiri um exemplar mas fui dizendo a esse vetusto Glorioso que iria ter uma grande decepção e gastar dinheiro - € 1,10 euros – desnecessariamente, pois a publicação está uma vergonha e infestada de lagartunços anti-Benfiquistas. Hoje, no café, entregou-me a edição do dia anterior e disse-me:
- C, tinhas razão. Isto não se pode ler, mal empregado o dinheiro que dei pelo jornal. Acabou! Uma vergonha de jornalismo!

No sábado após o jogo ligou-me duas vezes feliz pela vitória do nosso Benfica. Nunca me liga quando o Benfica ganha. No sábado através do telemóvel parecia que o via a vibrar com “Os Bravos do Pelotão” como nos bons velhos tempos do Grande Benfica de 60. Há muito tempo que não o via assim tão feliz com o Benfica. Fiquei contente e comovido.
É o meu Pai. O Homem que me levou a ver na TV, com seis anos, o Benfica Campeão Europeu pela 1ª vez e que me revelou o que é o Benfiquismo e o que é Ser Benfiquista!
Longa vida, meu Pai!

GRÃO VASCO


Provérbio da minha terra – “Nunca estendas a mão…”



Depois da arruaça madrugadora dos foguetes e das pedradas, depois da arrogância de um bruxo de circunstância tentar condicionar a line up adversária e dizer que não perdia mais nenhum jogo, depois da farsa teatral em que o papaputas da Cedofeita prolongou o vínculo ao carroceiro-mór numa cerimónia labrega com pompa e circunstância e dizer que sábado seria para aumentar a vantagem, depois de todas as provocações reles da bandidagem do costume, a realidade foi tão cruel que mostrou mais uma vez do que são feitos aqueles fanfarrões e ressaibiados, morcões broncoanalfabetos concessionários das barracas de praia da Palermo portuguesa.

Portanto, João, atende sempre a este adágio popular de gente “sábia e simples” e de um lugar onde a Águia, altaneira, pousa e faz o ninho - na fraga mais alta e inacessível da montanha – “Nunca estendas a mão à merda, mesmo quando estás distraído”!

GRÃO VASCO



3.3.19

Hoje, Palermo caiu! Jorge Sousa também!



Palermo caiu estrondosamente!
Jorge Sousa, esbandalhado no meio da poeira dos escombros da falta de vergonha e de isenção, ainda deve estar a limpar os ciscos corruptos que lhe atiraram no fim do recente jogo Guimarães-grémio corrupto, dois labregos nojentos da Palermo portuguesa quando foram “cumprimentá-lo” à sua cabine!
Fruta da Palermo portuguesa,1 - Sport Lisboa e Benfica “O Glorioso de Portugal”,2.

A noite para Jorge Sousa foi um tenebroso regresso ao um passado gravado num histórico de parcialidades arbitrais e de favorecimento descarado ao seu querido grémio, e em graves e sistemáticos prejuízos ao Benfica. Hoje, no antro da corrupção, longe dos tempos em que era um superdragão activo, não conseguiu dissipar do seu subconsciente essa sinistra militância.

Jorge Sousa, tal como Martins dos Santos quando foi convidado para arbitrar o jogo inaugural nesta nova arena da morcanzoada, foi igual a si próprio. Lutou com denodo, durante todo o jogo para que o fruta corrupção & putêdo vencesse o Benfica. Fosse de que forma fosse. Empurrou o Benfica para trás, ameaçou com amarelos, mostrou vermelho forçado, fez vista grossa à selvajaria traiçoeira e malévola de Pepe - um reles canídeo raivoso lembrando a série de pontapés dados num adversário quando jogava no Real Madrid e que lhe valeram dez jogos de suspensão - e demais bandidagem, esquecendo-se nesses momentos dos cartões no bolso para os jogadores do grémio da fruta, roubou um penalty flagrante ao Benfica por agarrão a Pizzi dentro da área adversária, validou o único golo marcado pelo seu grémio de coração em flagrante ilegalidade de Pepe e inventou todas as habilidades possíveis para agradar ao mastim gonçalbes e ao pascácio das ironias.
Mas há mais culpas no cartório. Tiago Martins, o VAR, continua a ser uma merda arbitral. Completa.

Jorge Sousa, tal como a maioria dos árbitros da Liga não presta como árbitro. Prestou sempre vassalagem sob as mais variadas formas ao grémio mais asqueroso do espaço futebolístico português. Uma vergonha e um descaramento inenarrável como árbitro. Lixo tóxico.

Nem assim, o fruta corrupção & putêdo conseguiu sequer pontuar.

GRÃO VASCO


2.3.19

Isenção de Jorge Sousa? “Tá bem, tá”… serão 17 contra o Benfica!



Os indicadores eram claros já pelo menos há duas semanas. Desta vez o Arturinho iria descansar e seria Jorge Sousa a avançar.

A “bisitinha” do gonçalbes e do seu chefe após o jogo Vitória de Guimarães-corruptos, à cabine do árbitro Jorge Sousa, deixou no ar a quase certeza de que seria esta sumidade do apito a ser nomeado por fontelas gomes para o clássico de hoje no antro corrupto. Mas para abrilhantar ainda mais o espectáculo arbitral, foi também nomeado o incompetente Tiago Martins para aVARiar ainda mais o cenário.

O Sousa do Lordêlo, ex-superdragão, tem um infindável histórico de prejuízos ao Benfica nos jogos onde interveio. Com a agravante de nos desafios entre a morcanzoada corrupta e os Gloriosos de Portugal, JS ser complacente perante a violência e indisciplina dos muitos brunos alves das barracas de praia dessas épocas.

Melhor árbitro português? Dizem as alimárias cumentadeiras do apito, inclusive alguns dos nossos que sim. Pura ilusão!

Tudo está pintado de azul corrupto e veremos se os Gloriosos de Portugal, ou como eu lhes chamo “Os Bravos do Pelotão” irão aguentar tamanha desigualdade.

LUTAR SEM MÊDO é somente o que eu lhes peço!

GRÃO VASCO


1.3.19

Sebastiana Chulé




Não foi esta sapatilha verde – o espelho fiel do desesperado e depauperado grémio do lagartêdo - a arreganhar a dentuça, mas se tivesse sido, seria em tudo igual à chanca que Sebastiana Chulé, uma patarreca leonina, ergueu ameaçadoramente nas bancadas do seu estádio para um pacífico lampião.

Este episódio hilariante, mas muito pouco comum, ocorreu no decurso do último derby jogado naquele recinto, em que a mulher, conhecida no seu bairro por “A Chulé”, colocou em prática a sua estratégia para afugentar os seus inimigos figadais de longa data, os afamados “gloriosos lampiões”.

A sua vida está repleta de cenas burlescas, muitas delas de cariz passional de varandas para varandas. Quando as zaragatas acontecem nos arraiais lá do bairro é ela que põe ordem na casa – saca da sua chanca e põe tudo a “dar às de vila Diogo”, tal é o intragável e intenso fedor a chulé. Um autêntico gás lacrimogéneo!
Quando “A Chulé” nasceu, já aquele que viria a ser o seu grande amor, o “seu çeportèn”, vivia horas de agonia. O jejum de títulos, os fracassos, as humilhações contínuas, as comédias e as barracadas protagonizadas pelos viscondes falidos do condado de Alvalade, despertaram nela desde muito jovem, um sentimento de ódio e inveja visando injustamente o seu rival glorioso. Como tem sido habitual, já há muitos anos, para ela e para a maioria dos seus companheiros de clube, a culpa é sempre do Benfica.
Seus pais e avós, pressentindo a abstinência de títulos do seu clube, baptizaram-na, dando-lhe o nome de Sebastiana, numa alusão a D. Sebastião que diz a lenda, depois de se ter perdido completamente nas areias escaldantes de Alcácer-Quibir, deveria reaparecer um dia, numa manhã de nevoeiro.
Até hoje, nada!
Nos dias em que a neblina cai sobre o seu bairro, Sebastiana renova as suas esperanças, mas logo que ela se dissipa aos primeiros raios de sol, a cruel realidade provoca-lhe uma desilusão inconsolável e as alucinações surgem em catadupa nas “varandas” da vergonha como um rasto de miséria – imagens de cabeças-de-algodão, de jamesons, de gordinhos, de palitos carecas e barbudos, de cardinais, de bdc’s, de cuspes electrónicos, de invasões, de cashballs, de tumultos, de calotes sem fim são para ela um grande tormento. Sebastiana desespera. Vive constantes depressões e uma angústia enorme.

Desta vez, a ida ao seu estádio para ver o "derby” aumentou o seu indescritível instinto persecutório em relação ao seu ódio de estimação – sempre que avistava uma águia tinha recorrentes fanicos, o vermelho punha-lhe os olhos fora das órbitas, os seus tímpanos rebentavam só de ouvir a sigla SLB. E assim que “A Chulé” já com o desafio a decorrer, vislumbrou um pacato lampião, discretamente de vermelho vestido sentado nuns degraus acima na sua arquibancada, não foi de modas - sacou dos pés uma das suas chancas e vociferando ameaças, exibiu mais uma vez os seus complexos e frustrações, deixando no ar um rasto fedorento. O adepto rival guardou calmamente na sacola o seu manto sagrado. Mas, para mal dos pecados de Sebastiana, nem com a eficácia do seu chulé livrou o seu grémio de mais uma derrota. Desta vez por 4-2. Os “stewards”, à beira de uma intoxicação, mandaram-na para os balneários mais próximos lavar os pés com uma solução de vinagre e água e o rapaz vitorioso num assomo de comiseração ofereceu-lhe para a azia severa quatro pacotes de bicarbonato de sódio. Um por cada golo.
Nessa noite, Sebastiana Chulé, ao contrário da lenda sebastiânica, desapareceu no meio de um denso nevoeiro vermelho.  

GRÃO VASCO



27.2.19

AOS NOSSOS JOGADORES GLORIOSOS







GRÃO VASCO

Mota! Mota! Não faças batota!




Desde que os seus talhos foram vandalizados, Manuel Mota transfigurou-se. O mêdo de mais represálias – só assim compreendo a sua mudança e atitudes exibicionais - obrigaram-no a reconsiderar a sua forma de apitar os jogos, particularmente aqueles onde intervêm o grémio da fruta corrupção & putêdo e a trupe caloteira do lagartêdo. Mas não foi só esta alteração que ocorreu. A forma rigorosa, com recurso a habilidades e manhosices, começou a ditar leis nos jogos em que arbitra o Benfica. Manuel Mota mudou, adaptando-se aos ditames subliminares que muitas das nomeações feitas por Fontelas & sus muchahcos significam. Só não vê quem não quer.

Quando a sua nomeação para o jogo SLBenfica-Desportivo de Chaves foi divulgada, muitas dúvidas sobre a sua isenção se colocaram, agravadas ainda mais com a substituição à última da hora de Malheiro por Bruno Esteves no VAR. Ora aí estava a tempestade arbitral perfeita para que a Luz, ontem à noite, passasse por momentos agitados e alguns calafrios. Só não aconteceu este cenário porque os jogadores benfiquistas com inteligência, paciência, interpretando à risca a estratégia definida pelo seu treinador, tornaram o que inicialmente aparentava ser muito difícil, num espectáculo muito agradável, com uma vitória justíssima, apesar de alguns contra-vapores dos escapes d(a)o Mota e do autocarro de dois andares vindo de terras flavienses.

Mota esteve sempre mal, com muita manhosice à mistura. No entanto, tudo isto é atenuado quando o Benfica consegue com maior ou menor dificuldade ultrapassar os obstáculos que se lhe deparam em cada jogo.
No entanto, aos 64’ Manuel Mota ultrapassou os limites da razoabilidade arbitral, para não dizer honestidade. Alertado pelo VAR Bruno Esteves interrompeu o jogo – na altura tinha acabado de assinalar um livre perigoso contra o Benfica por falta de Gabriel curiosamente, na sequência de uma jogada que começou com um derrube a Pizzi na grande áres adversária – e teve a lata de desenhar com ambas as mãos o rectângulo invisível no espaço, gesto indicador de que iria analisar o lance de Pizzi no vídeo. Esbocei um largo sorriso, pois imaginei e interpretei essa mímica de Mota de uma forma bem diferente e que significaria na minha óptica o envio em directo de uma mensagem inteligente para os supermorcões da Ribeira da Palermo portuguesa e também para o lagartêdo que para mal dos seus pecados tinha pouco tempo antes sofrido mais um espalhanço nas cascas de banana da Madeira:
- “Eh pá! Vejam lá, não me f***m outra vez as montras dos meus talhos, que a cia. de seguros já não está disposta a entrar em mais despesas indemnizatórias!”
Manuel Mota tinha amplas razões para ficar apreensivo com o decurso do jogo e do resultado. O Benfica ganhava tranquilamente por três a zero e o que ele tinha conseguido “por conveniência” até àquele momento para o Desportivo de Chaves, tinham sido uns livres manhosos e duvidosos, descaídos nas laterais entre o meio-campo e a grande área do Benfica praticamente nos primeiros minutos de jogo. Neste jogo o Benfica não lhe deu as abébias que tinha dado em Portimão, onde Mota de uma forma exemplar cumpriu com os desígnios subreptícios dos seus chefes.

Mas na realidade, o equívoco era meu. Mota iria mesmo debruçar-se sobre o vídeo e sobre o lance em que Pizzi, dentro da área adversária levou à vista de todos, duas pantufadas nos pés, mal tendo tempo para respirar. A evidência do lance foi tão flagrante que obrigaria Mota a puxar o filme bem atrás, anulando toda a jogada subsequente que tinha paradoxalmente culminado com o tal livre perigoso contra o Benfica.
Ora aqui é que a porca do talhante torceu o rabo. Com a verdade desportiva a prevalecer, Mota marcaria penalty contra os flavienses e teria anulado toda a jogada consequente a partir desse lance. Mas não. Mota quis mostrar a quem de direito que está aí para as curvas e ignorou por completo o lance faltoso do derrube a Pizzi, livrando-se de sezões e evitando mais uma vez ser conotado com o Benfica, uma imagem de que se foi progressivamente livrando ao fazer arbitragens vergonhosas em benefício do grémio da fruta a norte e do lagartêdo a sul.
O que é certo e sabido é que as montras dos seus talhos nunca mais foram partidas ou vandalizadas.

Mas houve alguém que das bancadas da Luz, alto e bom som lhe gritou:
- Ó Mota, Mota, não faças batota!

Por fim, salientar o facto do Benfica não esquecendo os talhos do árbitro, não o ter feito por menos – trouxe mais três importantes pontos, um bife do lombo (golo do João Félix), duas costeletas do cachaço (golos de Rafa e Seferovic) e um teclado de entrecosto (golo de Jonas). Ossos, fígado e aparas ficaram para o tal de Fernandes, filho de outro Fernandes e que veio à Luz em camionete alugada de dois andares para perder por poucos.

Avancemos!
Entretanto, a mensagem dos dois "agentes secretos" que foram ao balneário do árbitro Jorge Sousa no final do Vitória Guimarães-corruptos, já ditou quem irá ser o apitadeiro para o jogo de sábado...

GRÃO VASCO




23.2.19

A saga de Luís Godinho




Luís Godinho é um árbitro da nova vaga promovido por Fontelas Gomes. Com a idade de trinta e três anos começa a observar-se uma estranha ascensão pelos patamares turtuosos da arbitragem. Com a prática, vai sendo moldado de acordo com os desígnios da trupe que domina impunemente o sector. Mas há mais trunfos na manga para o caso deste nóvel apitadeiro borregar…

Se me perguntarem quem é que eu tenho visto a arbitrar mais vezes o grémio da fruta, não terei dúvidas em responder que Godinho, Nuno Almeida e Soares Dias são aqueles que me ocorrem no imediato.
E quais os apitadeiros que recentemente mais têm prejudicado o Glorioso Benfica? Inequivocamente Luís Godinho e Soares Dias, com Nuno Almeida a usar de demasiado rigor nalguns jogos, especialmente quando o Benfica encontra dificuldades acrescidas.

Godinho tem andado na crista da onda do apito, já não engana ninguém. Pode disfarçar, compor o ramalhete, dourar a pílula, mas já mostrou como é que se faz.

Ontem, em Tondela foi mais do mesmo. Ao princípio, o apitadeiro eborense nem precisou de “actuar em conformidade”, pois alguns jogadores do Tondela já estavam a fazê-lo com um zêlo tal que nem foi preciso muito tempo para que os animais selvagens da Palermo portuguesa acalmassem, tanto no relvado como no banco ou não tivesse Ricardo Costa ex-grémio da fruta “abrilhantado” o espectáculo logo de entrada.

Mas em determinadas fases do desafio a conduta arbitral de Godinho foi crucial, complementada com a de Xistra no VAR. Tomo dois exemplos marcantes, que traduzem à saciedade que Godinho sabe o que faz e que o trabalho de casa é importante para que não se verifiquem cenas como aquela que encima este post. Mas houve mais alguns lances, não foram só este dois que passo a descrever.

O primeiro exemplo é Herrera. Não poderia levar nenhum amarelo no jogo de ontem em Tondela. Pois se tal acontecesse, o mexicano já não jogaria contra o Benfica na próxima semana. Luís Godinho cumpriu. Em duas traulitadas à margem das leis, Herrera foi poupado. Porquê? Godinho saberia disso? Não! Godinho não tem olhos para ler e ver, nem ouvidos para ouvir…
O segundo exemplo é o costume. Filipe enfia uma cartuchada dentro da área a um jogador do Tondela! Penaltys contra o grémio da fruta? Não, não há! Os manuais são claros e precisos nessa matéria. Até o grémio da fruta ser virtualmente campeão é proibido marcar penaltys com resultados titubeantes. Nessa altura a morcanzoada ganhava somente por 1-0! Xistra também cumpriu. Provavelmente tinha ido arrear o calhau à retrete portátil aquando desse lance…

A imagem que encima o post já tem umas largas semanas. No entanto aqui fica a forma como insidiosamente se começa a moldar um árbitro para os jogos futuros onde intervém o grémio da fruta e é nomeado o árbitro em questão. Os métodos são sempre os mesmos. Desde o tempo do Apito Dourado que é assim. Pressão, ameaça, coacção e não sei mesmo se chantagem, resultando em MÊDO, represálias e consequências nefastas no quotidiano dos árbitros e nas suas carreiras.

Godinho é só mais um na longa lista de árbitros que a partir de determinada altura já sabem o que têm a fazer em campo quando está em jogo o futuro do grémio da fruta.

Ontem, como hoje ou amanhã, haverá sempre “Godinhos” na manga de Fontelas & sus muchachos para salvaguardar algo que já se considerava como facto consumado mas que o Glorioso, contra tudo e contra todos tratou de desmistificar – só com as muletas arbitrais é que o fruta corrupção & putêdo conseguirá ser campeão!

GRÃO VASCO



22.2.19

O “record” dos “lagartos turcos”…




Desde ontem à noite, após os jogos da Liga Europa que o “record” do Toninho & Bernardeco mais parece o Muro das Lamentações em Jerusalém. Só lhe faltou mostrar as fotos do Bas Dost, do Fernandes, do Jefferson & Cia. a baterem com as suas cabeçorras nas pedras sagradas. Os calimeros voltaram!

Para esta publicação de merda, neste caso o jornal on line, a eliminação do lagartêdo pelo Vilarreal resume-se ao falhanço final de Bas Dost, à expulsão “injusta” de Jefferson e à reincidência das polémicas com o árbitro do jogo.
Tudo, mas mesmo tudo, serve de desculpa para uma eliminação sem espinhas. O “sporting” não joga uma merda e tem vivido às custas e às costas de um único jogador cujo carburante de demasiadas octanas se reflecte numa agressividade verbal e física que ultrapassa os limites do razoável.

“Fomos prejudicados” – clamam as carpideiras do lagartêdo.

Na realidade, o “record” e o “sporting” são uma verdadeira comédia nacional. Não deixando de ser dois covis de leões moribundos, actualmente parecem-se mais com dois sacos de gatos de serapilheira roskoff.
O ridículo deste jornaleco é bem patente nos títulos on line sobre o seu grémio afilhado. Senão vejamos:
- [ Bruno Fernandes: “Acabámos por ser prejudicados”]
- “Kaizer admite influência decisiva na expulsão de Jefferson”
- “Táctica de Keizer confundiu a… UEFA”
- “Polémica com árbitro já é reincidente”
- “Vermelho a Jefferson contestado”
- “Atlético de Madrid viu Bruno Fernandes”
- [“Roda” no final do encontro]
- “Goleador Bruno atingiu a marca de António Oliveira”
- “Espanha continua a ser terreno maldito”
- “Rudolfo Correia no papel de tradutor”
- “A SAD leonina negoceia crescimento de Alcochete”
- “Dinheiro da NOS vai para a banca (situação similar à do Benfica)”
- “Orçamento do sporting para o futebol baixa para 70 milhões”

E para cúmulo destas palhaçadas são as referências “À POUPANÇA de milhões” com as transferências de Montero e Nani.
Não, não se trata de depauperar o plantel (olha se fosse o Benfica…) já de si insuficiente e de inferior qualidade. Trata-se sim, segundo o que o jornaleco nos quer fazer crer, de um heróico e audacioso acto de gestão!
É uma vergonha, aquilo que os escrevinhadores do “record” querem fazer passar da gestão, dos resultados e da alegre (triste) vida de um grémio que perdeu toda a sua identidade quando se vendeu e se subjugou ao seu comparsa da Palermo portuguesa.
Com esta trêta toda até parece que os representantes do lagartêdo vão estar hoje no sorteio dos 8ºs em Nyon…
Absolutamente miserável!

Já no caso do Benfica e porque a azia é inimiga do discernimento e do bom-senso, o apuramento para os 8ºs-de-final da Liga Europa foi assegurado por “serviços mínimos”, como se o jogo de ontem na Luz tivesse sido um passeio romântico à beira-mar. Uma falácia como que tentando apoucar e minimizar a exibição do Benfica. O que aconteceu foi um jogo duro, competitivo e com alguma incerteza no resultado e no desfecho final da eliminatória. O Galatasaray é uma boa equipa, bateu-se até ao fim, o que só valorizou o apuramento do Benfica.
Mas as notícias do jornaleco foram mais longe e a publicação serviu imediatamente de câmara de eco à choradeira que acometeu os turcos – alguns jogadores e treinador - no final da contenda, não esquecendo as alfinetadas ao Glorioso e aos seus jogadores e treinador:
- [Marcão: “Fomos prejudicados pelo árbitro”]
- “O lance que está a dar que falar na Turquia: Galatasaray incrédulo com golo anulado”
- “Bruno Lage aponta erro de Gedson e explica o que tem de mudar”
- “Benfica-Galatasaray, 0-0: A folga merecida”
- Os jogadores do Benfica um a um: Dínamo sem pólvora”

E no meio desta porcaria toda ainda aparece o Rei do Peido da Palermo portuguesa a falar de uma camisola do Simões.
Da minha parte que a meta pelo cu acima! A essa e à do Casagrande marado!

A canalhice em relação ao Benfica nesta folha de merda não tem fim.

Logo após o final do jogo, vejam lá bem, o “record” do Toninho & Bernardeco já sabia que havia “falatório” na Turquia. O presidente da Turquia, Recep Erdoğan convocou logo uma conferência de imprensa malhando nos infiéis do Benfica e até os trogloditas da Capadócia saltaram das suas “cavernas” insurgindo-se contra o árbitro romeno, excepto e faltou dizê-lo, os adeptos afectos ao Fenerbahçe e ao Besiktas que se refastelaram com a eliminação do seu inimigo figadal.
Mas ó escrevinhadores do “record”:
- E o penalty que muito antes desse lance duvidoso foi cometido pelo Feghouli do Gala sobre o Rúben Dias por grosseiro empurrão dentro da área e ao qual o árbitro, bem perto do lance, fez vista grossa?
Não! Aqui, já sabemos que para a gajada do “record” “no passa nada”!
Então o penalty também não dá que falar, pelo menos em Portugal? E logo aqui, mesmo à mão de semear, no próprio país?

Mas é assim que o jornaleco do Toninho & Bernardeco se comporta perante os sucessos do Benfica.

Curioso, sugestivo e amoroso também um dos títulos sobre a eliminação do lagartêdo:
- “O adeus dos leões à Liga Europa”.

Eu imagino o que apareceria se tivesse sido o Benfica eliminado!
No mínimo seria “Benfica despejado da Liga Europa”, como em tempos, semelhante dito foi vomitado por uma alimária de nome “rita” numa das tv’s indígenas…

O que o jornaleco fez ontem e hoje ao Benfica e que tem sido uma constante há muito tempo, é de uma canalhice inenarrável e de uma desonestidade intelectual inqualificável.

Por mim, o meu desejo, é que aquilo vá tudo por os ares!


GRÃO VASCO


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