16.3.19

Gozar com o Benfica



A nomeação de João Capela para o desafio de hoje no Antro da Corrupção vem confirmar mais uma vez que os dados estão viciados. Arbitrar o concorrente directo do Benfica logo a seguir a ter causado os prejuízos que causou na Luz significa que está a ser fácil gozar com o Glorioso e os seus adeptos.  

Como entender isto, após uma prestação desastrosa de Capela na 2ª feira na Luz, prejudicando descaradamente o Benfica ao interferir directamente no resultado final por escamoteio de vários penaltys a favor do Glorioso e com a partida já nos descontos por anti-jogo dele próprio - queima de tempo a apontar ocorrências no seu bloco por amostragem tardiamente conveniente de cartões aos jogadores de Belém - em benefício do Belenenses SAD?

Esta época, já não é a primeira vez que os apitadeiros que têm prejudicado o Benfica são logo a seguir brindados com jogos onde podem exibir novamente a sua parcialidade arbitral. Pois nada melhor que mais uma jornada em que são evidentes as garantias e os sinais dados por Fontelas Gomes & sus muchachos.

E para compôr o ramalhete lá vamos levar com uma “pinheirada” em Moreira de Cónegos. Mas se não for este, outros estarão na calha – um “godinho”, um “arturzinho” – todos eles servirão, juntando à nomeação a respectiva recomendação subliminar do deplorável conselho de arbitragem

A percepção geral dos adeptos é a de que todos os órgãos futeboleiros não querem o Benfica no topo – multas, nomeações, inquéritos, acusações, tudo serve para tentarem derrubar o Glorioso.

No caso das nomeações arbitrais, o despautério é de tal ordem que não só se indicam apitadeiros à medida para jogos do fruta corrupção & putêdo como se goza à fartazana com o Benfica.
Continuo a afirmar que o grau de dificuldade do Benfica atingir o final do campeonato como líder é elevadíssimo.
Haja alguém com dimensão mediática e preponderante na propaganda Benfiquista – não poderá ser ninguém de dentro sob pena do Benfica começar a levar com multas pesadíssimas, como foi a mais recente, já contestada por recurso para o TAD - que denuncie esta autêntica bandalheira.

GRÃO VASCO



15.3.19

Zagreb caiu mas o foco é o campeonato



O jogo foi difícil e o seu prolongamento uma consequência disso mesmo. Os jogadores do Benfica foram grandes. Mesmo os minorcas. Bruno Lage ofereceu aos croatas três quartos da eliminatória. O último quarto deu muito, muito trabalho, com direito a uma extensão de mais trinta minutos.
Consequências desse tremendo esforço?
Veremos no domingo em Moreira de Cónegos.

Não se tratava somente de uma questão de prestígio. O apuramento para os quartos-de-final da Liga Europa era importantíssimo. As razões dessa relevância são sobejamente conhecidas e seria fastidioso estar aqui a enumerá-las.
O Dínamo, não obstante ter um jogo muito redutor, tem jogadores com capacidade futebolística acima da média e um treinador matreiro que desde o sorteio que lhe ditou o Benfica no seu caminho, usou e abusou de mind games por vezes a raiar a provocação e o desdém.
O Benfica é superior em tudo. Nenad Bjelica sabia isso desde que começou a “estudar” o Benfica. Já na Croácia, na 1ª mão desta eliminatória, comprou atempadamente um autocarro de dois andares e não esteve com meias medidas – trouxe-o até à Luz e estacionou-o de tal forma que quase obtinha os seus intentos. Muito também pelas exageradas opções que colocaram a equipa do Benfica de pernas para o ar, mesmo reconhecendo-se a competência e o saber de Bruno Lage. A par de tudo isto, usou e abusou das velhas tácticas das equipas secundárias – simulações de lesões, alguma dureza e também algumas provocações para queimar tempo com o intuito de quebrar o ritmo ao Benfica e também despertar ansiedade nos seus jogadores, sempre inimiga do discernimento preciso para desbloquear desafios deste tipo.

No entanto, para felicidade de todos os Benfiquistas, os nossos jogadores mantiveram-se suficientemente lúcidos para encontrar as soluções para tão intrincado problema, não obstante um ou outro calafrio.
Os parabéns à equipa são inteiramente merecidos.

No entanto, todos sabemos também que o jogo de domingo ainda é mais importante que o que decorreu ontem. Moreira de Cónegos é uma paragem em que só a vitória conta. Só a vitória!


NOTA
Os pasquins desportivos da nossa praça continuam a descambar para a chafurdice, diminuindo ostensivamente a relevância da vitória do Benfica. Nem lhes toco. Olho para as suas capas nos escaparates e mais nada. Não merecem a consideração de nenhum Benfiquista.
Para eles seria bem melhor que o hacker detido na Hungria tivesse sido solto e ilibado daquilo que é acusado. Aí sim, a relevância era outra, pois quase se limitaram a dar a notícia em tom de rodapé.
O hacker afinal será extraditado contra a vontade de uma cambada de bandidos que vagabundeiam e se acantonam principalmente a norte. Os que estão a sul, curiosamente também visados na divulgação de documentos têm mais receio que o Benfica venha a ter direito às verdades que têm tentado omitir de todas as formas do que propriamente em relação às trapalhadas e vigarices que esses documentos podem conter.
Terem feito do hacker um mártir do futebol ou terem-no promovido a Madre Teresa de Budapeste revelou que há um bando de bastardos e desonestos em redor do futebol indígena a quem o Benfica e os Benfiquistas nunca poderão perdoar.
Aguardemos serenamente também a evolução deste caso criminal.  

GRÃO VASCO



12.3.19

Capela também sabe fazer anti-jogo



Ontem confirmaram-se os meus receios quanto à prestação de João Capela. Se há apitadeiros manhosolas, este já o é há algumas épocas. Depois de ter sido conotado com o Benfica pela corja da Palermo portuguesa – lembro-me bem, por exemplo, da besta do manel serrão aludir na TV a “capeladas” pró-Benfica sem razão absolutamente nenhuma – tal como há bem pouco tempo aconteceu com Manuel Mota, Capela regressou rapidamente ao seu desígnio de sempre, à sua crença natural. Um desígnio que significa prejudicar o Benfica sob as mais variadas formas que vão de expulsões ridículas até à não marcação de penaltys mais do que evidentes, beneficiando, no que puder corruptos a norte, lagartos a sul. A partir de ontem juntou outra habilidosa característica àquelas duas formas – a de queimar tempo a favor da equipa adversária do Benfica.

Com o jogo a acabar e com o Benfica a carregar, não o fez por menos e começou a exibir diversos cartões amarelos, inclusive um vermelho aos jogadores do Belenenses SAD, esgotando o tempo final e o dos descontos com paragens atrás de paragens que beneficiaram claramente os infractores em prejuízo evidente dos Benfiquistas. Capela estava tão interessado em deixar correr o tempo que ripou do seu cartão/bloco de ocorrências elaborando ostensivamente extensas anotações manuscritas - dariam decerto um romance para uma telenovela pimba ou até mesmo, sabe-se lá, um prémio Saramago da escrita indígena - demorando dessa forma espertalhufa os reinícios do jogo. Exemplar esta forma de anti-jogo. Os indicadores arbitrais logo início do jogo, traduzidos numa condescendência absurda perante as faltas violentas dos jogadores belenenses não penalizando adequadamente estas infracções, deram claramente a entender ao que vinha Capela.
Em Tondela, na época passada, prolongou escandalosamente o jogo até o lagartêdo marcar o golo que lhe deu a vitória por 2-1. Em Coimbra há umas épocas atrás marcou um penalty fantasma sobre Jackson Martínez desperdiçado por Danilo, provocando a derrota do grémio das putas por 1-0 perante a Académica. Ontem, com aquelas práticas vergonhosas tentou abreviar o jogo jogado na Luz o mais depressa possível. E conseguiu-o, segurando o empate ao Belenenses e ajudando assim a corja corrupta a colar-se ao topo.

Alguns, num tom exageradamente crítico, falaram em sobranceria de alguns jogadores Benfiquistas. Discordo em absoluto e é desonesto.
Não haveria melhor título para uma crónica deste jogo como esta – “Belenenses empata por erros do Benfica e Benfica empata por erros de Capela”. Lá virão os imbecis do costume dizer que nas circunstâncias de ontem é despiciendo falar do árbitro, visto que foram erros dos jogadores Benfiquistas que originaram o empate. É uma falácia este tipo de argumento para não criticar a acção do apitadeiro. Capela contribuiu, e de que maneira, para as enormes dificuldades do Benfica em atingir o seu objectivo que era indiscutivelmente a vitória, o que somando todos estes factores não se viria a concretizar, ficando-nos um sabor amargo de um empate imerecido quanto injusto. Quando em relação ao grémio das putas, a norte, e ao do lagartêdo a sul, estas situações acontecem, há sempre um VAR ou um apito milagreiro que indique pelo menos a marca de penalty para ambos os grémios obterem os três pontinhos tão desejados, se bem que numa significativa maioria dos casos não o mereçam. Ontem, Capela & VAR fizeram vista grossa pelo menos a dois a favor do Benfica. Fontelas & sus muchachos têm tido uma grande cota parte de responsabilidades nesta bandalheira das nomeações arbitrais, inclinando sempre o campo para o grémio corrupto da Palermo portuguesa e para os seus aliados a sul.

Já referi e alertei neste blog, em posts anteriores que todas as forças anti-Benfica que incluem corruptos da Palermo portuguesa e os seus aliados a sul, os patetas do lagartêdo e demais à espera da mala do Freixo, tudo farão para apear o Glorioso do topo. Atentem bem se os jogadores do Belenenses tivessem jogado assim no Antro da Corrupção há umas jornadas atrás quando perderam por 2-0…
Está nas nossas mãos e sob as mais variadas formas evitar que este tipo de actuações arbitrais continuem a acontecer. Mas que é uma tarefa gigantesca, lá isso é!


NOTA
Silas, treinador do Belenenses SAD, nas suas declarações finais esteve exactamente como esteve nas antes do jogo – UM NOJO!

GRÃO VASCO


11.3.19

O histórico de Capela é medonho!



O histórico deste apitadeiro é absolutamente medonho!

E logo à noite, no jogo da Luz entre Benfica e o fcportoC (o B é o lagartêdo) de Lisboa, a sua prestação é uma incógnita perturbadora. No VAR vai estar Hélder Malheiro outro que não inspira confiança nenhuma em relação à isenção arbitral.

“No Chaves 2 - Benfica 2, da 6ª jornada da época 2018/19, expulsou o Conti aos 87 minutos e o Chaves aproveita o facto de estar a jogar em superioridade numérica para marcar o golo do empate aos 94 minutos. Depois de 2 épocas sem apitar o Benfica, o João Capela regressou aos jogos do Benfica para concretizar a sua 3ª expulsão ridícula de jogadores do Benfica! Qual das 3 expulsões foi a mais ridícula, esta mais recente do Conti, a do Cardozo que dá uma palmada na relva, ou a única expulsão da carreira do Pablo Aimar, curiosamente também foi num jogo que antecedeu o clássico com o F. C. Porto?
Antes disso, transformou um penalti numa falta assinalada fora da área neste lance.” – in blog Influência Arbitral e com os meus agradecimentos.

Mas se em jogos onde intervém o Benfica, Capela tem sido um descalabro no prejuízo ao nosso clube, em jogos do lagartêdo a “música” é a inversa, com um descarado benefício aos viscondes falidos.
O caso mais flagrante ocorreu no Tondela-lagartêdo da época passada em 19 de Fev. de 2018, onde o prolongou o jogo como quis e o tempo que quis, sem justificação nenhuma para que isso acontecesse. O jogo durou até o lagartêdo marcar o golo que lhe deu a vitória por 2-1. Indecente!
Nos jogos do grémio da fruta é outro arrepio. Recordo-me do penalty fantasma mesmo a acabar o jogo entre Académica e corruptos, em 30 de Nov. de 2013, assinalado por suposta carga (só Capela é que “viu”) a Jackson Martínez. Foi outro momento tenebroso deste indivíduo como árbitro. Um favor que nada trouxe de vantajoso pois Danilo falhou a conversão e o fruta corrupção & putêdo acabou por perder por 1-0.

Portanto, em função deste histórico todos estaremos avisados de como será o jogo de logo à noite. Espero que Bruno Lage, os jogadores e os restantes elementos do staff Benfiquista estejam precavidos contra este handicap. E o público também.

Só um resultado interessa. A vitória. Não quero saber de mais nada!

GRÃO VASCO



10.3.19

Onze do fcp reforçado contra Feirense



A corja da Palermo portuguesa vai fazer tudo, mas mesmo tudo para apear o Glorioso da liderança do campeonato e levar ao colo o grémio da fruta até ao topo.
O futebol indígena está a saque!

GRÃO VASCO



5.3.19

O Alienígena



A pergunta era óbvia.
Quem é esta criatura?
Quando me mostraram esta sua foto e as declarações que proferiu sobre o acto criminoso de que foi alvo o autocarro do Benfica e a viatura presidencial com toda a sua comitiva – presidente, dirigentes, técnicos e jogadores – ao fazer a aproximação ao estádio onde iria disputar mais um desafio de futebol, após uma breve pausa e olhando para a sua fisionomia simiêsca, muito embora se apresentasse de fato e camisa, trunfa aparada, face depilada e com um ar angelical, não tive dúvidas. Este ser não é deste mundo, veio de outra galáxia, muito provavelmente do Planeta dos Macacos!

Não creio que um humano, na posse plena das suas faculdades mentais, integrado socialmente e com o comportamento baseado nos princípios mais elementares da sã convivência e do respeito pelos direitos e liberdades das pessoas, tenha proferido um discurso inqualificável de instigação ao ódio e à violência, justificando de uma forma demencial e animalêsca as acções criminosas de que foi alvo a comitiva do Benfica na cidade Invicta, muito perto do local onde a sua equipa iria disputar esse jogo de futebol.

Possivelmente, nessa terra longínqua, esta postura, este discurso, este comportamento, farão parte do quotidiano social deste tipo de criaturas. Até mesmo a forma como este alienígena futeboleiro surge em frente às câmaras de televisão é algo de inexplicável.

Entretanto fui alertado que também no nosso planeta há um local povoado por uma raça de macacos e que provavelmente terá uma relação directa com o aparecimento deste alienígena. Na Ribeira da Invicta prolifera uma raça perigosa que tem feito da cidade um burgo inseguro com muitas ligações a um submundo onde vale tudo.

Será que esta criatura é mesmo um alienígena e partilha algo em comum com essa tenebrosa macacaria?
O que há é sempre a possibilidade aquando das suas incursões pelo universo futeboleiro, de lhe cair em cima da cabeça um meteorito proveniente de outra galáxia…

É que do “pôr-se a jeito” até ao “provar do seu próprio veneno”, vai uma distância muito curta.

GRÃO VASCO



4.3.19

Ó sr. António Rola, leia bem isto!



Com a vitória do Benfica no Antro da Corrupção, apareceram as mais mirabolantes teorias sobre o jogo de sábado à noite. Uma delas, da autoria de uma pandilha de alimárias jornalísticas e opinadeiros de pacotilha, foi a de sustentarem e fazer-nos crer que este jogo esteve “ao nível dos melhores jogos que se disputam actualmente na Europa”, blá, blá, blá, blá, blá.
A minha gargalhada de desprezo surgiu no imediato e questionei-me sobre qual terá sido o bando de canalhas que expressou esta grosseira bacorada.
Curiosamente, esta é a música que sempre começa a tocar, quando o grémio das putas, a norte, na Palermo portuguesa, começa a ver fugir-lhe o chão debaixo dos pés. Preferencialmente seria muito melhor ouvir aquele pasodoble que em tempos passou na Luz…e pôr a dançar esse bando de cabeçudos.

Quem quiser rever o desafio, conclui que o que se passou foi mais uma violenta batalha do que propriamente um jogo de futebol.
Por mais que a maioria dos adeptos e responsáveis apelem ao bom-senso, contenção verbal e comportamental, há sempre para aquelas bandas nortenhas, energúmenos, provocadores e labregos que para vencerem a todo o custo recorrem a todos os meios, mesmo os mais canalhas e perigosos.

Durante o jogo, a violência sobre os jogadores Benfiquistas campeou pelo relvado do princípio ao fim, com a vergonhosa complacência de Jorge Sousa.
“Os Bravos do Pelotão” aguentaram tudo o que foi possível aguentar. Os escrevinhadores e paineleiros afectos ao grémio das putas, descoroçoados, ainda tentaram convencer os incautos do contrário, dizendo que os jogadores do Benfica cometeram muitas mais faltas que os adversários.
Com Jorge Sousa a fazer lance a lance a estatística falsa do jogo, o que é que estas alimárias queriam? Foram várias vezes que Jorge Sousa travou o Benfica a meio-campo, com marcação de faltas inexistentes, evitando que os seus jogadores se lançassem ou partissem para ataques e contra-ataques perigosos. Foi, em suma, uma premeditada bandalheira! Canalhice arbitral!

No entanto, as faltas assassinas – marcadas ou intencionalmente não marcadas – estiveram todas a cargo dos carniceiros azuis e broncos. Pepe, Felipe, o próprio Casillas e um miserável minorca de nome Octávio (este reincidente nas agressões e provocações, basta relembrar a porretada sobre Jonas em Guimarães, quando lá jogava, e onde com um árbitro decente tinha ido logo parar aos balneários…), a “actuarem” em grande e também outros elementos com algumas intervenções mais discretas.
Pepe, um autêntico agressor e farsante, sem quaisquer freios nas ventas, liderando essa violência que nada tem a ver com futebol sério e bem jogado, quis por várias vezes aleijar o novo mágico da Luz, tentando atemorizá-lo com entradas violentas e descabeladas, à patada e à cotovelada, auto vitimizando-se posteriormente. Uma filha-da-putice inqualificável de uma lástima de jogador, que mostra à saciedade como o grémio das putas faz da violência e da intimidação as suas principais armas… e Jorge Sousa a assobiar para o lado!
De Felipe nem vale a pena falar, tal é o cadastro ao longo de tantos e tantos jogos onde escandalosamente continuou e continua a viver impune. Um caceteiro da Idade da Pedra que meteria o rabo entre as pernas se o Mozer lá fosse fazer uma perninha de cinco minutos no jogo. É disto que bestas futeboleiras deste calibre estão a precisar. De um Carlos Mozer. Uma vez só… e Jorge Sousa, como sempre, a continuar a assobiar, agora para o ar!

Para Jorge Sousa “no passa nada”! “Tarjetas” para estes facínoras? Não houve. Foi acabando por esgotá-las em tudo o que mexesse de vermelho vestido!
Uma bandalheira!

Casillas arreou uma porretada dentro da sua área em Rúben Dias. Que aconteceu? “No passa nada” nesse momento. Jorge Sousa estava a micar na bancada dos macacos uma “truta” em minissaia da Taverna do Infante!
A coerência e a seriedade arbitral ditaria “penalty”.
Porquê?
Simples. No jogo para a Taça de Portugal, entre corruptos e brácaros, foi assinalada falta para castigo máximo num lance idêntico, protagonizado entre Marafona e Herrera – o guarda-redes brácaro falhou a intercepção e com a sua mão acertou em cheio no trombil recauchutado do Herrera. Ontem aconteceu exactamente o mesmo entre um jogador do Portimonense e Fernandes. Em ambos os lances foi marcado “penalty”.
Quanto a Octávio, duas palavras – um miserável. Mas Gabriel é que ficou com a fama e o odioso. Amarelo por agarrar, mais outro por empurrar e o consequente vermelho. Pelo meio destes dois actos, uma chapada no peito do Benfiquista. Agressão? Não, “no passa nada”. Nessa altura Jorge Sousa estava a mandar de longe, beijocas à gaja. No seguimento da barafunda, zás, uma galheta de Brahimi no Rúben Dias. Brahimi? Esse é muito carinhoso, até gestualmente diz que o árbitro é maluco, como é que isto é uma agressão?
Ei, Jorge Sousa, então? “No passa nada”, carago! É só fumaça! E vocês já sabem que é habitual um vermelho a jogador Benfiquista quando faltam mais ou menos dez minutos para terminarem estes jogos entre ambas as equipas. Isto não é novidade nenhuma! Porquê a admiração?

A batalha durou até ao fim.
Mas desta vez a situação inicial foi invertida – os morcões azuis e broncos assustados, acagaçados, borrados e os jogadores do Benfica sem mêdo e com inteligência e coragem, a enfrentarem a besta.
“Ides sofrer como cães” - anunciava aquela tarja dos energúmenos da Ribeira de Palermo.
Cães?
Pois, pois. Só que no final da batalha o que todo o mundo ouviu foi aquela cambada de labregos azuis e broncos a GANIR como se lhes tivessem capado as matubas. Matubas, sim! E a GANIR como canídeos escanzelados!
Isto é que foi “sofrer como cães” hã?
Ainda hoje, passados dois dias do desastre, chegam a todo o país os ecos dessas ganidelas! E o país ainda por cima exulta!
Ah, carago, GANIR é que está a dar!

Não! Não foi um jogo. Foi sim, mais uma batalha, como sempre são as deslocações do Benfica ao Antro Corrupto.
A diferença foi que a mentalidade mudou. De ir àquela arena para perder por poucos, passou-se a encarar a situação para ganhar sempre e se possível por margem dilatada. Quando todos no Benfica – para os Benfiquistas que lá foram apoiar, um voto de louvor a esses Companheiros de luta e àqueles que espalhados por todo o país sofrem pelo Glorioso e que já há muito tempo sabem disso - se convencerem de que ir à Palermo portuguesa é para combater numa batalha sem ter mêdo nenhum, a vitória de sábado voltará a acontecer com muito mais frequência.

Para finalizar, um sério reparo ao sr. António Rola, comentador de arbitragem na BTV – que nunca mais tenha o atrevimento e descaramento de dizer em pleno programa que o Jorge Sousa é o melhor árbitro português. Uma inconsciente blasfémia à arbitragem e aos árbitros competentes. E deixe-se lá de corporativismos, um vício que lhe tolhe o espírito e a mente. E mais, nunca me apercebi que Artur Soares Dias ou Jorge Sousa alinhassem nessas posturas corporativistas. O corporativismo deles é outro. Nós sabemos qual é e o sr. também sabe. Mude!
Mal vai a arbitragem portuguesa se Jorge Sousa for considerado o melhor árbitro português - o que ele se propôs fazer no sábado passado e fê-lo, foi uma canalhice torpe. Assim sendo, tudo o resto que é apitadeiro, é um verdadeiro desastre. Bem, o facto é que não andarei muito longe da realidade.

Avancemos para Zagreb, não nos desfocando daquilo que é fundamental – ganhar ao Belenenses daqui a uma semana, 11 de Março.



NOTA

No domingo ao fim da tarde, um digno ancião Benfiquista, de 94 anos de idade, pediu-me para lhe comprar o jornal desportivo A BOLA. Naturalmente que àquela hora quase todos os exemplares se tinham esgotado. Desloquei-me com ele a uma gasolineira na periferia da cidade onde lhe adquiri um exemplar mas fui dizendo a esse vetusto Glorioso que iria ter uma grande decepção e gastar dinheiro - € 1,10 euros – desnecessariamente, pois a publicação está uma vergonha e infestada de lagartunços anti-Benfiquistas. Hoje, no café, entregou-me a edição do dia anterior e disse-me:
- C, tinhas razão. Isto não se pode ler, mal empregado o dinheiro que dei pelo jornal. Acabou! Uma vergonha de jornalismo!

No sábado após o jogo ligou-me duas vezes feliz pela vitória do nosso Benfica. Nunca me liga quando o Benfica ganha. No sábado através do telemóvel parecia que o via a vibrar com “Os Bravos do Pelotão” como nos bons velhos tempos do Grande Benfica de 60. Há muito tempo que não o via assim tão feliz com o Benfica. Fiquei contente e comovido.
É o meu Pai. O Homem que me levou a ver na TV, com seis anos, o Benfica Campeão Europeu pela 1ª vez e que me revelou o que é o Benfiquismo e o que é Ser Benfiquista!
Longa vida, meu Pai!

GRÃO VASCO


Provérbio da minha terra – “Nunca estendas a mão…”



Depois da arruaça madrugadora dos foguetes e das pedradas, depois da arrogância de um bruxo de circunstância tentar condicionar a line up adversária e dizer que não perdia mais nenhum jogo, depois da farsa teatral em que o papaputas da Cedofeita prolongou o vínculo ao carroceiro-mór numa cerimónia labrega com pompa e circunstância e dizer que sábado seria para aumentar a vantagem, depois de todas as provocações reles da bandidagem do costume, a realidade foi tão cruel que mostrou mais uma vez do que são feitos aqueles fanfarrões e ressaibiados, morcões broncoanalfabetos concessionários das barracas de praia da Palermo portuguesa.

Portanto, João, atende sempre a este adágio popular de gente “sábia e simples” e de um lugar onde a Águia, altaneira, pousa e faz o ninho - na fraga mais alta e inacessível da montanha – “Nunca estendas a mão à merda, mesmo quando estás distraído”!

GRÃO VASCO



3.3.19

Hoje, Palermo caiu! Jorge Sousa também!



Palermo caiu estrondosamente!
Jorge Sousa, esbandalhado no meio da poeira dos escombros da falta de vergonha e de isenção, ainda deve estar a limpar os ciscos corruptos que lhe atiraram no fim do recente jogo Guimarães-grémio corrupto, dois labregos nojentos da Palermo portuguesa quando foram “cumprimentá-lo” à sua cabine!
Fruta da Palermo portuguesa,1 - Sport Lisboa e Benfica “O Glorioso de Portugal”,2.

A noite para Jorge Sousa foi um tenebroso regresso ao um passado gravado num histórico de parcialidades arbitrais e de favorecimento descarado ao seu querido grémio, e em graves e sistemáticos prejuízos ao Benfica. Hoje, no antro da corrupção, longe dos tempos em que era um superdragão activo, não conseguiu dissipar do seu subconsciente essa sinistra militância.

Jorge Sousa, tal como Martins dos Santos quando foi convidado para arbitrar o jogo inaugural nesta nova arena da morcanzoada, foi igual a si próprio. Lutou com denodo, durante todo o jogo para que o fruta corrupção & putêdo vencesse o Benfica. Fosse de que forma fosse. Empurrou o Benfica para trás, ameaçou com amarelos, mostrou vermelho forçado, fez vista grossa à selvajaria traiçoeira e malévola de Pepe - um reles canídeo raivoso lembrando a série de pontapés dados num adversário quando jogava no Real Madrid e que lhe valeram dez jogos de suspensão - e demais bandidagem, esquecendo-se nesses momentos dos cartões no bolso para os jogadores do grémio da fruta, roubou um penalty flagrante ao Benfica por agarrão a Pizzi dentro da área adversária, validou o único golo marcado pelo seu grémio de coração em flagrante ilegalidade de Pepe e inventou todas as habilidades possíveis para agradar ao mastim gonçalbes e ao pascácio das ironias.
Mas há mais culpas no cartório. Tiago Martins, o VAR, continua a ser uma merda arbitral. Completa.

Jorge Sousa, tal como a maioria dos árbitros da Liga não presta como árbitro. Prestou sempre vassalagem sob as mais variadas formas ao grémio mais asqueroso do espaço futebolístico português. Uma vergonha e um descaramento inenarrável como árbitro. Lixo tóxico.

Nem assim, o fruta corrupção & putêdo conseguiu sequer pontuar.

GRÃO VASCO


2.3.19

Isenção de Jorge Sousa? “Tá bem, tá”… serão 17 contra o Benfica!



Os indicadores eram claros já pelo menos há duas semanas. Desta vez o Arturinho iria descansar e seria Jorge Sousa a avançar.

A “bisitinha” do gonçalbes e do seu chefe após o jogo Vitória de Guimarães-corruptos, à cabine do árbitro Jorge Sousa, deixou no ar a quase certeza de que seria esta sumidade do apito a ser nomeado por fontelas gomes para o clássico de hoje no antro corrupto. Mas para abrilhantar ainda mais o espectáculo arbitral, foi também nomeado o incompetente Tiago Martins para aVARiar ainda mais o cenário.

O Sousa do Lordêlo, ex-superdragão, tem um infindável histórico de prejuízos ao Benfica nos jogos onde interveio. Com a agravante de nos desafios entre a morcanzoada corrupta e os Gloriosos de Portugal, JS ser complacente perante a violência e indisciplina dos muitos brunos alves das barracas de praia dessas épocas.

Melhor árbitro português? Dizem as alimárias cumentadeiras do apito, inclusive alguns dos nossos que sim. Pura ilusão!

Tudo está pintado de azul corrupto e veremos se os Gloriosos de Portugal, ou como eu lhes chamo “Os Bravos do Pelotão” irão aguentar tamanha desigualdade.

LUTAR SEM MÊDO é somente o que eu lhes peço!

GRÃO VASCO


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