GRÃO VASCO
29.6.19
26.6.19
23.6.19
Os 120 M€ e a sanha persecutória de três estarolas
Já
vi muitas troikas, triunviratos, trios,
tridentes, trigémios, trinómios, triângulos, trilogias, trindades, tríades, mas
um terceto deste calibre é um fenómeno raro.
O
terceto em causa, composto por um Burro
(leia-se Cabeça de), um Rábula e um Cicciolina, constitui um asqueroso buraco negro no universo de
tempestades cósmicas que actualmente assolam o grémio das putas, sito ao Freixo, na Palermo portuguesa.
Numa
espiral de paranóia anti-Benfica e anti-João Félix, lançam-se numa miserável
sanha persecutória debitando um sem fim de alarvidades à velocidade da luz!
É
o instinto que os guia a par de uma inveja mórbida. Nuns abrutalhado, noutros
azeiteiro. E na minha escola primária o meu professor dizia e bem que a razão é
do Homem e o instinto dos animais…
O
Burro, uma avantesma com uma massa
cinzenta do tamanho da cabeça de um alfinete, também conhecido pelo Machimbombo da VCI (Via de Cintura Interna) - atormentado por padres e missas de
outros credos, mas que se esquece do “padre
da freguesia das Antas”, também conhecido por “papa” que em tempos
ludibriou o verdadeiro e a Cúria Romana e daquele clérigo fanático que
substituiu em fotomontagem (depois dos xicos
trafulhas do Freixo lá terem aposto entretanto, uma cabra) a
alternadeira-sobrinha-afilhada da comitiva azul e bronca na recepção no
Vaticano, como também do famigerado D.
Trogalho, um bispo azul e bronco e trauliteiro, crítico do Glorioso, mas
que deu o seu beneplácito entre muitos ilícitos, à união espúria de
conveniência, entre o Avôzinho das Bufas e a sua pseudo netinha - perturbado
pelo anúncio dos 120 M€ por João Félix, vindos fresquinhos de Madrid, num rasgo
asinino desabafou em plena TV:
-
“Se eu fosse o Simeone, colocava o Bruno
Fernandes no lugar do Griezmann”.
Pum, catrapum, pum,
pum!
Aí vai ele por cima de toda a folha, a ultrapassar pela direita, pela esquerda,
pelo meio, sem piscas e aos zigues-zagues, em completo descontrolo, com os rateres quase a explodirem só porque o
João Félix vai jogar num clube da capital espanhola por um balúrdio em que o
avejão nunca acreditou…
E
querendo sustentar ainda mais a sua narrativa anti-Félix, lá veio vomitar mais
duas patacoadas premonitórias, quase se substituindo ao bruxo de Fafe ou ao Mestre
Albes do Celse, já que neste caso qualquer alusão ao Nhaga far-lhe-ia crescer ainda mais as suas orelhas de burro:
-
“Não estou a ver os espanhóis a ter
paciência para deixar João Félix crescer”…
-
“Vai ser um pêso muito grande para cima
do jovem…”
O
martelão está mesmo preocupado com o futuro do rapaz…
Trêtas!
Como
é que este labregóide XXXL, que representou ridiculamente as
cores do nosso país – o pior guarda-redes que alguma vez passou pela selecção
portuguesa – consegue continuamente alvitrar tudo o que pode ser de negativo
para o Félix e não só? Logo que sente o cheiro a Benfica é vê-lo transformado
em profeta da desgraça, destilando azia que tresanda.
Mas
como sempre, “os burros zurram e o
Benfica passa”.
O
Rábula, um papagaio-morcão que nos mentideros televisivos é tratado por Aníbal Papa-Melões, seriamente afectado por
uma azia severa devido à degustação desse fruto no final da época, não o fez
por menos e disse textualmente:
-
“Só quero ver o cheque dos 120 M€ para
acreditar que realmente o Félix foi vendido por esse valor”.
Desbragado
e possesso de uma fobia anti-Benfica deplorável, acrescentou:
- “Eu não acredito que
João Félix vai ser vendido por 120 M€… e se for vendido, das duas uma, ou o
mercado está maluco, que pode ser o caso ou então grandes interesses se
levantam de outras entidades…”
A suspeição, a insinuação, estão-lhe no sangue. Houvesse alguém que lhe perguntasse “quais são esses grandes interesses” e “quais essas outras entidades”. Mas não. Naquela lixeira televisiva onde o terceto chafurda, pior ainda - não há ninguém, com seriedade, competência e coragem para confrontar este badameco com as perguntas óbvias.
Por
fim o Cicciolina da Encarnação, um
morcão presunçoso, tipo malandro de urinol, desportivamente irracional e
enviesado, que numa tirada imbecil que o define, disse que “Vieira é a Theresa May do Benfica”. Ora bem, então nada melhor que
uma porno star televisiva a vender
desta “fruta” para enganar morcões azuis e broncos. Um complexado, que pela
ordinarice anti-Benfica que debita, mostra o que de mais rasteiro e ignóbil há
no grémio das putas.
O
que ele estrebucha, azedo, com a estória
do João Félix!...
Disse
o farsola, despejando um chorrilho de insinuações estúpidas:
-
“Se alguém quisesse comprar João Félix já
tinha batido a cláusula de rescisão.”
- “É um enredo
desesperado.”
- “Luís Filipe Vieira
está mortinho por vendê-lo!”
- “Há uma tentativa
desesperada do Benfica em vender João Félix.”
- “Provem-me a mim que
o João Félix é vendido por 120 M€ e eu só tenho de dar os parabéns ao Benfica.”
O
desvario é tanto que este primata diz-se e desdiz-se. A questão é o seu desejo
de não ver o João Félix transferido pela cláusula de rescisão, mas
paradoxalmente também diz que ele vai abandonar o Benfica! Mas sempre a mesma
verborreia, o achincalho habitual, apoucando sempre o presidente Vieira e o
Benfica.
O
cúmulo da imbecilidade e da pulhice chegou ao ponto do Cicciolina abordar a exibição do João Félix na selecção,
aproveitando a ocasião para o desvalorizar e menorizar:
-
“A exibição de João Félix foi miserável.”
-
“Houve ali uma quantidade de cheques que
se recolheram às carteiras.”
Absolutamente
pornográfico!
Como
se Félix fosse unicamente avaliado por essa exibição!
Desonestidade
intelectual e sacanice. Dois atributos que lhe assentam como uma luva.
Uma
canalhice sem limites de mentes rasteirinhas de um grémio cada vez com mais
labregos e complexados.
Eles
espumam, eles estrebucham de azia, de ódio, de inveja!
Mas
o que é que esta corja de três estarolas pretende com esta cartilha manhosa,
afinal?
“Se
João Félix sai é porque sai, mas só por valores abaixo da cláusula de rescisão;
se João Félix fica é porque fica, mas com o Benfica a ter a intenção de
despachá-lo.”
Mas
então, em que ficamos, labregóides?
No
entanto, o objectivo destas ratazanas que emergem quase todas as noites dos
esgotos do Freixo, à Palermo portuguesa,
para o pior aterro sanitário jornalístico/televisivo actual, é bem perceptível
– descredibilizar o Benfica, o seu presidente e o próprio João Félix,
recorrendo à baixaria e desonestidade intelectual.
O
mais incrível e incompreensível é que até hoje, ainda nem sequer surgiu nenhuma
referência sobre a transferência do jogador da parte dos clubes envolvidos, nem
do próprio.
Uma
filha-da-putice inenarrável.
Sem
perdão.
GRÃO VASCO
17.6.19
Chorai lagartos, chorai…
O
quinto e último jogo da final do play-off
do campeonato nacional de futsal, disputado ontem no pavilhão da Luz, que
culminou com a vitória do Sport Lisboa e Benfica sobre o lagartêdo por 4-3, consagrando-o como o novo Campeão Nacional da
modalidade e a que muito bicho-careta
jornalístico veio cantar uma série de loas – como por exemplo, “o jogo foi uma homenagem à modalidade e ao
fair-play” – não apaga de forma nenhuma a bandalheira em que o lagartêdo tentou transformar este play-off, em especial o 4º jogo, através
de declarações incendiárias e aldrabonas do seu director-grunho para as
modalidades, coadjuvado sub-repticiamente pelo seu treinador de futsal e
quejandos.
Esse
4º jogo, marcado para o pavilhão lagarto,
foi assim transformado numa autêntica batalha de cortar à faca, com os respectivos árbitros borrados de mêdo,
seriamente coagidos antes e durante todo o desafio e que acabaram por
beneficiar escandalosamente a equipa do lagartêdo,
num espectáculo degradante e infame em mais um atentado ao desporto e à sua
verdade.
Mesmo
assim os jogadores do Benfica estiveram na iminência de se sagrarem campeões
nesse desafio, apesar de terem sofrido durante todo o jogo uma das maiores
humilhações de que há memória, ao serem insultados, cuspidos, ameaçados por um
público lagarto delirante, em transe,
e também ao sofrerem uma série de penalizações injustas, claramente forçadas pelos
apitadeiros de serviço que os empurraram
sistematicamente para trás e para baixo, oferecendo sempre e nos momentos-chave
ao lagartêdo, a possibilidade de
recuperação. Basta constatar que no final do tempo regulamentar a trupe lagarta nas bancadas, chorava
pateticamente baba e ranho em louco desespero como se as suas próprias vidas
dependessem daquele resultado que a trinta segundos do fim do tempo
regulamentar lhes era desfavorável e que conferiria o campeonato ao Benfica.
O
prolongamento foi mais do mesmo com os adeptos do lagartêdo vivendo mais no ódio e na inveja ao Benfica do que na sua
própria felicidade e glória vencedora. Nada mais exemplar nesta forma doentia e
complexada de estar, do que o “tomem
filhos da puta” dito e redito por adeptos, jogadores – a imagem do superdragão cardinal choroso e a
vociferar essa frase rancorosa é o melhor exemplo dessa exasperação - e treinador no final do
encontro, rejubilando mais com a derrota do rival do que com a sua enganadora e
trapaceira vitória.
Entretanto
todos sabíamos, incluindo esse bando de acéfalos do lagartêdo que o final do campeonato não se esgotava ali. No domingo
imediato haveria o 5º jogo na Luz, o derradeiro, onde poderíamos acertar devida
e justamente as contas que já deveriam estar fechadas no jogo anterior, não
fosse a roubalheira que cirandou durante todo esse desafio e que paradoxal e
ironicamente acabou por prolongar a agonia, a dor e o sofrimento dos lagartos, num exercício interessante
sobre masoquismo, uma tendência comportamental muito característica daquelas
bandas.
E
assim, o Benfica teve a excelente oportunidade de provar ontem à tarde que é
melhor, que foi sempre melhor durante toda a época e que acaba justamente de se
sagrar Campeão Nacional, sem recurso aos métodos rasteiros, ao ódio, à mentira
ou à violência verbal ou física.
As
práticas vergonhosas e os truques baixos do lagartêdo
não produziram nenhum efeito e na realidade assistiu-se a um espectáculo digno
do Desporto no Pavilhão da Luz com um apoio incansável à equipa do Benfica sem
invectivar o adversário ou os seus adeptos, mas que não apaga esse jogo sujo de
alguns grunhos esverdeados movidos pelo ódio que têm ao Benfica e que mesmo
denunciados e a contas com a justiça desportiva e não só, já deveriam por esta
altura estar a léguas do desporto e do seu dirigismo.
Esta
vitória do Benfica foi sobretudo a vitória sobre a humilhação, a infâmia e a
arrogância, sobre a soberba e o vale-tudo, sobre a sacanice e a coacção, sobre
as artimanhas e a bazófia, sobre o ódio e a inveja.
Foi
simplesmente a vitória da coragem, do querer, da resiliência, da humildade, da
união, do orgulho, da garra, do crer, da raça, da ambição, em suma, do Ser
Benfiquista!
Por
tudo isto, chorai lagartos, chorai!
E
como estamos em tempo de festas e quadras populares, aí vai:
Duas
referências finais a este tema sobre o Campeão Nacional de futsal.
1º
A RTP continua a manter na locução dos jogos do Benfica uns autênticos
bonifrates de teatro de rua. Enfim,
uns fantoches anti-Benfiquistas que para ali andam…
2º
A RTP, no seu telejornal de ontem das 20 horas, anunciou durante o mesmo uma reportagem
sobre o Benfica campeão de futsal, tendo para isso utilizado vergonhosamente e
por duas vezes a palavra “ROUBOU”, para referir a respectiva conquista. Um
sinal de que as tendências e a azia lagarta
não páram de circular pelos jornalistas desportivos da estação – um coio miserável de
anti-Benfiquistas. Uma vergonha, um nojo que revela bem a pulhice de
jornalismo desportivo tendencioso e pouco sério que se faz naquela merda de
estação pública paga com o dinheiro maioritariamente de Benfiquistas.
GRÃO VASCO
13.6.19
10.6.19
SEM PREÇO
Tal como na 5ª feira passada, será que o pasquim do bernardeco terá como capa nesta 2ª feira, algo semelhante?
O problema é que estes dois rapazes vestiram o Manto Sagrado e para aquela pandilha do record das pêtas isso já é muito perturbador.
Taça da Liga das Nações?
A eles os dois a devem.
O resto são georginas, irinas, mayorgas e afins.
GRÃO VASCO
24.5.19
OS CATÕES DO INSOLVENTE
Todos
eles são consumidores de Melão 37 – um produto cultivado na Mouraria e marca
consagrada em todo o país.
Actualmente
fazem parte de um estudo clínico a nível nacional sobre um novo medicamento
antiácido.
Nada
lhes atenua o azedume. Nada lhes faz efeito. Continuam a bolçar bílis que é
obra!
Abençoados
pelo papa da Palermo portuguesa e
seguindo a cartilha do insolvente,
berram, guincham, protestam, esperneiam, estrebucham a toda a hora nas TV’s. Em
vão. O 37 tolda-lhes a visão, afecta-lhes a razão. Incuráveis e incorrigíveis. Já
se admite que o problema não é só gástrico, mas também mental. O Conde de
Ferreira espera por eles.
São
“OS CATÕES DO INSOLVENTE”.
Da
esquerda para a direita:
ANÍBAL PINTAROLAS, “O PAPA-MELÕES”
- “Joguem à bola, carago!” – dizia o Aníbal ao
Ventura quando o seu grémio tinha 7 pontos de vantagem sobre o Benfica. Uma
criatura absolutamente intragável.
ENCARNAÇÃO, “A
CICCIOLINA DA MADALENA”
- “Vieira é a Theresa May do Benfica… - a
inveja pornográfica em todo o seu esplendor na digestão difícil do título de
Campeão pelo Benfica. Só lhe faltou, no seu cinismo habitual, rasgar a camisa e
exibir uma mama.
AMARAL,
“O MACHIMBOMBO DA VCI”
- O maior burro da CMTV. Aí vai ele! Pum,
catrapum, pum, pum! Aguenta-te Zé Calado! A melhor cena da época aconteceu
quando o Seferovic na Luz, num jogo difícil, enfiou a bola de cabeça, na baliza
do Tondela aos 83’… Abriu tanto a boca de espanto que parecia que tinha
engolido um batoque.
GUEDES, “O
CEGUINHO DA CEDOFEITA”
- Até dá dó! É p’rá cascata, é p’rá cascata do
S. João!
SERRÃO,
“O PALHAÇO DO CAMPO ALEGRE”
- Grotêsco.
OLIVEIRA, “O
DR. DA MULA RUÇA”
- “Nos corredores do poder, não querem o Porto
campeão” – dizia Oliveira há duas semanas atrás, do alto da sua pretensiosa cátedra,
depois de ver que o Benfica se mantinha firme e categórico na liderança do
campeonato.
LOPES, “O
REMENDÃO DOS SETE OFÍCIOS”
- Miguel Sousa Tavares em versão ainda mais aparvalhada.
RODOLFO,
“O PAROQUIANO DAS ANTAS”
- “"Por causa destes 3 últimos jogos não
posso dar os parabéns ao Benfica" – mais uma das imensas canalhices do
perna-de-pau Rodolfo Reis, destilando azia severa na TV. Um labrego de gema.
GRÃO VASCO
23.5.19
Foi na Loja do Mestre André… Ah, pois!
Foi
na loja do Mestre André,
Que começou a remontada!
Qu’encontrei
o CAPITÃO!
Brum,
brum, brum, o Capitão,
Mais
um BRAVO DO PELOTÃO.
Um Verdadeiro Campeão!
Ai
olé, ai olé,
Foi
na Loja do Mestre André!
GRÃO VASCO
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