15.9.19

O treinador de segunda e as teorias da trêta





[TRIBUNA EXPRESSO

10.08.2019

Vítor Oliveira:
“Jogar para não perder é um tormento e põe as pessoas velhas. E não quero ficar velho tão depressa”


Ana Gomes tem razão?
Tem coragem e razão na defesa pública de Rui Pinto. Se calhar, ele cometeu um crime grave, mas confirme-se o que denunciou e investigue-se quem cometeu ilegalidades. Quem duvida da veracidade dos e-mails do Benfica? Precisamos de uma classe política diferente, que pusesse ordem no futebol.

Qual é o seu palpite para o pódio da Liga esta época?
À partida o campeonato será decidido entre o Benfica e o FC Porto, talvez com uma aproximação do Sporting. O Sporting perdeu agora com o Benfica, mas na minha opinião foi melhor durante 60 minutos.
Acabou goleado por culpa do treinador que decidiu improvisar?
Não acredito que tenha improvisado. Quem viu os treinos para afirmar isso? Teve oportunidade de sair a ganhar, mas o Benfica fez o segundo golo no falhanço inadmissível de um jogador fantástico, o Mathieu. A partir daí a equipa desorganizou-se completamente, o que permitiu o massacre do Benfica, uma equipa mortífera, motivadíssima e difícil de parar quando o jogo corre de feição.


Os jogadores cansam-se dos treinadores?
É provável. E há épocas menos felizes. O Bruno Lage pegou bem na equipa, dissipou o cansaço na relação jogadores/treinador, soube criar empatia, levando os jogadores a superarem-se. E teve a "sorte" da lesão do Jonas. Agora toda a gente elogia a aposta no João Félix, mas essa aposta no tempo do Rui Vitória não era possível. Para ele entrar tinha de sair o Jonas. E nenhum treinador iria fazê-lo. O futebol tem muito de sorte. Mas não tiro mérito ao Lage.]


Ontem, na Luz, VO jogou para não perder.

Na maior parte do tempo de jogo da 1ª parte, da equipa do Gil Vicente havia sempre nove jogadores de campo mais o seu guarda-redes atrás da linha da bola, com essa defensiva toda juntinha a jogar em menos de um terço do campo.

Se isto não é jogar para não perder, então o que é?

Durante a 1ª parte do jogo, os jogadores do Gil Vicente fartaram-se de fazer simulações de lesões e pseudo agressões.
Caíam ao sabor do vento e espolinhavam-se na relva.
Uma vergonha.

Se isto não é jogar para não perder, então o que é?

Nas jogadas de contra-ataque do Benfica, as faltas com pisadelas à mistura para travar Pizzi e os seus restantes companheiros foram a fórmula encontrada por VO para ir adiando o inevitável. João Pinheiro em alguns lances condescendeu, deixando o cartão amarelo no bolso.

O falhanço de Pizzi no penalty, complicou muito o jogo, tornando-o muito trabalhoso e difícil para o Benfica.

Na 2ª parte, o golo redentor de Pizzi logo a abrir, desmantelou toda aquela táctica de segunda, mas mesmo assim o receio foi tanto que os gilistas pouco se aventuraram no ataque, esperando sempre por algum deslize do adversário, situação que por diversas vezes aconteceu, muito por descuido e desatenção dos elementos da defensiva benfiquista.
Estas tácticas “aferrolhadas” por vezes resultam e tivémos a confirmação disso mesmo ao longo do desafio, com Vlachodimos a fazer duas boas defesas e com o gilistas a desperdiçarem duas boas oportunidades. Entretanto, contabilizando as nossas ocasiões, o resultado não merece qualquer tipo de discussão.


[RECORD (DAS PÊTAS)

15/09/2019

Técnico do Gil Vicente contra proibição de fazer alinhar jogadores emprestados

Vítor Oliveira e a ausência de Alex Pinto:
«Uma determinação estúpida que não faz sentido nenhum»]


Curiosamente só agora é que VO se lembrou deste e de outros assuntos.

Onde estava VO no tempo do Apito Dourado?

Porque é que na entrevista ao “expresso” e nestas últimas declarações ao “record das petas”, as referências e as comparações são sempre feitas tendo em conta o Benfica?

O que sabe ele sobre os e-mails do Benfica?

Alguém alguma vez lhe perguntou quantas vezes a ADOP controlou os seus jogadores, especialmente das onze vezes que as suas equipas subiram à 1ª divisão?

Então o Benfica é uma equipa mortífera e motivadíssima só quando o jogo lhe corre de feição?
E o que é isso de “correr de feição”?

“Se calhar ele (Rui Pinto) cometeu um crime grave…”
Se calhar?
Se calhar a desonestidade intelectual anda por muito lado, inclusivamente por Barcelos e pela praia da Agudela…

Um “berdadeiro” artista!

GRÃO VASCO


13.9.19

Blogue "O TEMPLO SAGRADO"



https://otemplosagrado.blogspot.com/

https://otemplosagrado.blogspot.com/2019/09/eusebio-sempre.html

Um novo espaço surge hoje na Blogosfera Benfiquista.
O TEMPLO SAGRADO é uma manifestação do mais puro Benfiquismo e cujo Autor é um BENFIQUISTA DE CORAÇÃO há décadas.
Parabéns para ele e para o seu texto inaugural!
BENFICA SEMPRE!


GRÃO VASCO

27.8.19

Nada poderá ser como dantes!



Quando Bruno Lage assumiu a gestão da equipa do Benfica numa fase muito delicada e algo turbulenta, não terá havido ninguém, nem mesmo o presidente do Benfica que lhe tivesse exigido o que quer que fosse em matéria de títulos nas competições onde o Clube ainda estava envolvido. Nessa altura, em quarto lugar no Campeonato, as expectativas Benfiquistas, perante o distanciamento pontual ao então líder - o grémio corrupto - eram muito reduzidas e já se equacionava de uma forma realista o projecto para a época seguinte mas com incógnitas muito preocupantes.

No entanto, o destino tem mistérios insondáveis e surpresas desconcertantes. De um momento para o outro ocorreu uma inversão que nem Einstein, se fosse vivo, conseguiria explicar – o grémio corrupto, em tombos sucessivos, foi desbaratando atabalhoadamente uma gorda vantagem que parecia inalcançável, enquanto o Benfica muito rejuvenescido, com conceitos e processos diferentes, começou a ameaçar seriamente uma liderança arrogante, prenhe de bazófias labregas – o canalha de Contumil até se deu ao desplante de renovar o contrato com o trolha, na véspera do jogo entre o seu grémio corrupto e o Glorioso, numa clara atitude provocatória e de achincalho.
Ironia das ironias, o vexame e a estupefacção chegaram logo, ao outro dia, com uma vitória estrondosa dos miúdos de Lage na pocilga corrupta.
Atónitos, o trolha, o canalha das bufas e o chico trafulha começaram a ter de esticar o pescoço e a olhar para cima, para o novo líder, inventando desculpas e atirando-se desvairadamente aos seus maiores aliados de sempre – os árbitros. Foi um fartar vilanagem!

Bruno Lage teve esse mérito e que ninguém tenha o atrevimento de colocá-lo em causa. O discurso do técnico passou a ser diferente, como uma lufada de ar fresco interessante e desanuviadora, a equipa começou a soltar-se com exibições e vitórias convincentes e gerou-se um movimento imparável com a Massa Adepta Gloriosa a carregar impiedosamente num apoio total à equipa em todos os locais onde o Benfica ia realizar os seus jogos, quer na Luz, quer em todo o Norte de Portugal. Os momentos foram fantásticos e tiveram o seu clímax na deslocação a Vila do Conde onde defrontámos o Rio Ave. O espectáculo da passagem do Vermelhão pelos Arcos do aqueduto foi absolutamente arrasador e bem demonstrativo da força do Glorioso.
A consequência de todo este movimento foi uma das vitórias mais históricas e retumbantes que o Campeonato Nacional já conheceu ao longo de todas as suas edições. Arrancada a ferros mas de mérito absoluto!
Direcção, staff técnico e jogadores foram os cabouqueiros de um sucesso que teve a sua génese nesse pilar único e essencial - os inconfundíveis e extraordinários Adeptos Benfiquistas que levaram Bruno Lage e seus pupilos nas palminhas das mãos, até ao final da competição.
Por isto, também ninguém, por maior mérito que tenha tido no passado, poderá defraudar em circunstância alguma este movimento ímpar de indefectíveis, que não obstante haja intempéries, adversidades e carências de toda a espécie, segue o Emblema da Águia até aos confins do Universo. Ninguém pode ou poderá desiludir uma audiência de mais de 60.000 pessoas presentes num estádio e mais aqueles milhões que à distância e em directo pelas TV’s vão seguindo religiosamente os passos da sua equipa de coração. E o significado “defraudar” não abrange unicamente a desilusão da derrota, mas sim aquilo que se demonstra que se é (ou não) capaz de fazer, de construir.

Os Benfiquistas querem, acima de tudo, que o BENFICA GANHE! O divertimento virá depois. Portanto, Bruno Lage terá sempre de ter presente, simplesmente isto – GANHAR!
Divertimento é para depois, sr. Lage!
A sua estratégia comunicacional e o seu discurso para um jogo que é e sempre será, antes de tudo o mais uma dura e violenta batalha, como foi o deste passado sábado, na Luz, contra o grémio mafioso da corrupção, foram um autêntico fiasco, um desastre. Tão iguais à prestação dos seus jogadores e ao péssimo resultado que se verificou.
Bruno Lage tem de meter na sua cabeça, de uma vez por todas, que OS JOGOS CONTRA A ESCUMALHA DA PALERMO PORTUGUESA SÃO E SERÃO SEMPRE PARA GANHAR. Use os métodos que tenha de usar, são e serão sempre para ganhar. Não seja tanso. É que “eles” são inimigos e não adversários. Eles demonstram-no em todo o lado onde se deslocam, através de cânticos, entrevistas e outros comportamentos, seja no campo ou fora dele, desejando “morte ao Benfica” ou que “o seu avião caia como o da Chapecoense”. Mas neste capítulo, e BL começou por perder o desafio por aí, foi o facto de na crucial conferência de imprensa antes do jogo não ter dado nenhuma importância ao possível resultado, desvalorizando-o para as contas finais. Uma displicência que associada à tentativa gorada de tirar a pressão aos seus pupilos decidindo não haver estágio para este jogo, criou um clima de desconcentração e desresponsabilização que lhe foram fatais. Os seus mais recentes discursos têm revelado alguma ingenuidade a roçar a beatitude. As reincidentes referências à sua família lembram-me outros tempos, recentes, que deram em passagens para a Arábia Saudita. Isto para trolhas, canalhas, símios e trafulhas da estirpe da morcanzoada azul e bronca do coio criminoso da Palermo portuguesa é como comer passarinhos de churrasco. É canja! Para eles vale tudo, nem que para isso tenha de haver mais superaditivos, jorges sousas e demais manigâncias para validar tudo em cavalões de corrida e a disputa tenha de ser rasteira.

A atitude perante tantas evidências terá obrigatoriamente de mudar sob pena de entrarmos num novo círculo vicioso. Também não consigo entender determinada terminologia da qual o exemplo mais flagrante é o uso e abuso de “nesta casa”!
Sr. Bruno Lage, não é “esta ou nesta casa”. É O BENFICA OU NO BENFICA!
Tudo isto não é “somente um jogo de futebol para as pessoas se divertirem…”. Para isso agarra na equipa e vão todos para um parque infantil dar uns toques na bola, mandar uns chutos à baliza, fazer uns meiinhos e umas peladinhas, com algum publicozinho a assistir e para no final aparecerem uma garotas bem jeitosas vestidas com o Manto Sagrado a pedir autógrafos, selfies e bejinhos aos mais queridos e fotogénicos... 
É que o futebol, hoje, envolve enormes responsabilidades, muito dinheiro em jogo. Muitos dos seus intervenientes, desde os administrativos, roupeiros, simples porteiros até aos jogadores têm famílias como a do treinador para sustentar e com orçamentos mensais incomparavelmente menores do que os intervenientes directos no jogo. E mais. O futebol não é só correr nos treinos ou no próprio jogo. O futebol tem de ter talento, intuição, versatilidade e inteligência. Sem isso, os jogadores poderão andar a fazer os 10.000 metros em noventa minutos e não ir a lado algum. Portanto usar e abusar da palavra CORRER, já chateia. Os jogadores do Benfica, pagos a peso de ouro sabem muito bem disso e dispensam por certo este tipo de avisos. Como chateiam as referências constantes à família e “canais pandas”, e o tom apaziguador com que Bruno Lage aborda determinados temas que atingem o Benfica de uma forma, no mínimo, soez. E, por favor, acabe com os elogios a quem nos quer mal. Acabe com a bajulação aos nossos inimigos! E o BL tem de começar a olhar menos para a sua imagem de profissional e muito mais para um Benfiquismo que deverá e terá de assumir de uma forma mais efectiva e declarada nem que para isso tenha de mencionar que “dando tudo ao Benfica, também lhe podem levar a cabeça”
Ah! Já me esquecia – e que se deixe de "gratidões" e de dar aulas de tática e estratégia nas suas conferências de imprensa. Tem muito tempo para o fazer quando for convidado a dar uma aula em qualquer curso para treinadores de meia-tigela…

É tempo de reverter estas situações e de arrepiar caminho!

É que Braga, ninguém duvide, é uma dificílima empreitada!

GRÃO VASCO

25.8.19

Os mansos, a “madre Teresa… do Seixal e “quem tem Jorge Sousa, tem tudo”!



O futebol, seja qual fôr o seu tempo, não se compadece com os discursos do tipo “anjinho”, iguais ou semelhantes aos de Bruno Lage. E não me venham com a trêta que este tipo de discurso é inteligente e constitui um novo paradigma no futebol! Isso é que era bom, mas infelizmente não é nem nunca o será!

Nada do que aconteceu esta noite na Luz foi surpresa ou imprevisível. Pelo andar da carruagem, em constantes solavancos e engasganços, era mais do que certo que estaríamos na iminência de sofrer a primeira desilusão a sério da era Bruno Lage. O que é verdadeiramente lamentável é que não se tenha feito a prevenção adequada para que essa situação não acontecesse na Luz perante o mais feroz inimigo que o Benfica alguma vez teve e que continuará a ter indefinidamente.

A bitola exibicional do Benfica já há algum tempo que estava a descambar, com uma reincidência de erros de palmatória, em muito provocados por uma gestão físico-tecnico-táctica bastante questionável do plantel. E hoje foi o triste culminar de uma sequência de exibições medíocres – mesmo a nível físico - que deverão merecer no imediato uma grande reflexão e uma profunda análise às reais capacidades de alguns executantes que têm vindo a exibir insuficiências, em grande parte disfarçadas por alguns outros, mas que não chegam para fazer face a jogos altamente competitivos como estes, em que intervêm adversários que jogam autenticamente de faca na liga ou com ela nos dentes.

Esta noite, a exibição completamente desastrada da equipa do Benfica só pode ser comparada à humilhante derrota sofrida pelo grémio da fruta corrupção & putêdo perante o Krasnodar na própria casa e que ditou o estoiro europeu dos fanfarrões das barracas de praia.

O Benfica foi uma equipa de “mansos” que não se compadece com o arreganho, a ambição, a raça de tantas equipas e tantos jogadores que já passaram pelo Benfica ao longo de épocas e épocas a fio.
Perante um clima de constante guerrilha, de achincalho e gozo por parte de dirigentes e técnicos do grémio corrupto, não posso tolerar que os nossos optem pela mansidão e sejam complacentes com uma corja de canalhas, a norte, que mesmo estando na merda e fora da Champions League conseguem vir à Luz envergonhar todos os Benfiquistas. Com particular destaque para um trolha, que se arma continuamente num carroceiro da pior estirpe, que não tem respeito nenhum pelo Benfica, sempre com um discurso belicista de permanente conflito com tudo e com todos, que aludiu a Rafa, a Rui Costa, a Mantorras, numa atitude arrogante, apoucando-os, sem que houvesse de Bruno Lage uma resposta dura e firme que marcasse notoriamente o nossos território.
Não quero “madres Teresas no Benfica e no Seixal”!
Em circunstância alguma posso aceitar que um profissional do Benfica, qualquer que ele seja, dê a outra face para receber nova bofetada! Não quero “mansos” no Benfica!
É e foi essa, intencional ou involuntariamente, a imagem que Bruno Lage tem passado, e passou vincadamente esta semana aos seus jogadores.
Quando nas suas declarações prévias ao jogo, refere que o resultado do jogo não vai definir nada por estarmos no início do campeonato, fiquei incomodado. Jogos com o grémio corrupto são todos para ganhar. Mais nada! Ao tentar tirar pressão aos seus pupilos quase que lhes tirou o gás todo. Gás que eles bem precisavam para um jogo de tal intensidade e que os jogadores adversários trouxeram em quantidades industriais…
Quando li que os nossos jogadores não ficavam em estágio no Seixal, fiquei siderado!
Então num jogo de máxima responsabilidade, como são todos estes contra o grémio corrupto e que são sempre autênticas batalhas, manda os jogadores para casa?
De uma coisa pode BL estar certo – estamos em pleno Verão, as cálidas noites convidam aos jogos de amor, os jogadores, a maioria deles vivem na flor da idade e na plenitude de todas as suas potencialidades e as namoradas e companheiras estão pouco preocupadas com as suas prestações no relvado. Na cama e na bolsa é que eles têm que mostrar as suas performances, isso sim! E manda-os para casa? Será que vão estar juntinhos com as suas mais-que-tudo, por sinal, a maioria delas uns biscatos de alto coturno e de trocar os olhos a qualquer maganão, e estarão três horas a ver bonecos animados ou o filme da Bela Adormecida?
Bruno Lage que se deixe de lérias e de visionamentos do “Canal Panda”! Talvez uma crua projecção de um “hard core” de escacha pessegueiro lhe faça bem às teorias e convicções beatas que tem e que me fazem lembrar uma pomba branca a esvoaçar com um ramo de oliveira no bico a ser encavada com duas valentes fogachadas em vez de uma Águia, altaneira, de garras afiadas, sem mêdo, agarrando pelo bico e pelas garras os fundilhos de um andrade corrupto, mantendo-o de cabeça para baixo e largando-o do alto de um íngreme desfiladeiro.

O discurso de Bruno Lage já satura – já tive oportunidade de dizê-lo num post anterior, mesmo algum tempo antes do pretérito campeonato acabar – e assemelha-se na forma, ao discurso redondo e cansativo de Rui Vitória na sua fase final da sua passagem pelo Benfica. O conteúdo é um convite à beatitude. O futebol não se compadece disto! Os nossos jogadores mostraram uma faceta que eu pensava que já estava arredia dos seus espíritos – o MÊDO da pandilha corrupta.

Bruno Lage que se ponha fino, porque por este andar a quadrilha do costume irá propô-lo a breve prazo como candidato a Prémio Nobel da Paz, mas já com a barriga, nem que seja a do Marega, empaturrada de títulos…

Por último, referir que “quem tem Jorge Sousa tem tudo”!
Jorge Sousa soube gerir com grande habilidade o resultado que o seu grémio de coração começou a construir ainda na primeira fase do desafio. Sem ele, duvido que o grémio corrupto, mesmo com o Benfica a fazer uma exibição medíocre, tivesse aguentado o resultado tangencial que durante tanto tempo permaneceu inalterável. Foi conivente com um anti-jogo deplorável e com uma filha-da-putice cujo expoente máximo foi Pepe, um fascínora que fez o que quis e lhe apeteceu perante a complacência do árbitro. Jorge Sousa é um habilidoso e só lamento que haja benfiquistas dizendo que ele é um grande árbitro. Sem dúvida alguma que é, mas só para o grémio corrupto ou já se esqueceram da “bisitinha de cortesia ” que Mastim Gonçalbes e Giorgio di Bufa fizeram na época passada ao seu balneário para apresentar cumprimentos e respectibas “credenciais”? Ou da canalhice no jogo da Pocilga em que Gabriel é expulso e Brahimi depois de agredir Rúben Dias continua em campo na esperança de que assim o grémio corrupto conseguiria empatar a partida, que acabou por perder?
Jorge Sousa, sozinho, consegue meter o Benfica no bolso. Neste caso, com os nossos jogadores a darem baldas sobre baldas e com os seus adversários a carburar com combustível de centenas de octanas, o que se poderia esperar?
Eu digo. Um descalabro!
Bruno Lage baqueou estrondosamente perante a força de verdadeiros “panzers”, que ganharam quase todas as bolas de cabeça.
Tenho algumas dificuldades em compreender a estratégia e a táctica de BL para este jogo. E também confirmei algumas preocupações que já foram visíveis noutros desafios…
Grimaldo, Ferro, Pizzi e Seferovic terão obrigatoriamente de render muito mais e transmitir à equipa a segurança e a eficácia precisas para sermos novamente Campeões Nacionais, porque na Europa, a jogarmos com pequenos perfis físicos e os pernas-curtas que temos, as probabilidades de êxitos começam logo à partida por ter uma redução de mais de 50%.

Atenção a Braga!

GRÃO VASCO



18.8.19

O “assalto” da tríade arbitral



O “assalto” estava bem engendrado. No tempo e no espaço. Com as expectativas defraudadas na 1ª jornada em que os grémios do lagartêdo e do putêdo perderam pontos, deixando o SL Benfica no comando, era previsível que fosse começar a estratégia arbitral para tentar tirar pontos ao Glorioso logo na 2ª jornada e nada melhor do que um Jamor com muitas ratoeiras, a começar pelo próprio relvado.

A nomeação por Fontelas Gomes de Fábio Veríssimo e Carlos Xistra, respectivamente para árbitro e VAR do jogo entre o Benfica e o Belenenses SAD, foi bem perpetrada. Uma acção reincidente, miserável, prepotente, sectária, facciosa e provocatória.

Fontelas, sabendo da escandaleira que estes dois árbitros protagonizaram na meia-final da Taça da Liga da época passada – o SL Benfica foi roubado indecentemente nesse jogo contra os corruptos azuis e broncos das barracas de praia - e já depois de novo abuso, indicando Veríssimo para o jogo de apresentação na Luz com o Anderlecht, em que mais uma vez não marcou um penalty escandaloso por empurrão de um defesa belga sobre Chiquinho aos 71’, voltou a provocar à descarada o SL Benfica, indicando-os para o Jamor.

O “assalto”, com contornos de premeditação e com o consequente ROUBO de pontos ao Benfica, só não se concretizou porque o talento de muitos jogadores Benfiquistas tem sido suficiente para estancar rapinanços sobre rapinanços desta tríade perigosíssima que já mostrou o que pretende - apear o Benfica de todas as maneiras, recorrendo sempre que pode, à trapaça em pleno jogo.
Se em Braga, no jogo contra os corruptos, a canalhice foi o que foi, e na Luz com o Anderlecht, Veríssimo andou a assobiar para o ar enquanto Chiquinho era empurrado, ontem, no Jamor, ele e o seu comparsa do VAR mostraram à saciedade ao que iam.

Dois lances cruciais em prejuízo do Benfica marcaram o jogo e perante isso, só a classe da equipa do Benfica evitou mais uma vez que o roubo de pontos fosse concretizado.

1º. Penalty sobre Rafa aos 49’ 05’’.

- o defesa belenense, dentro da sua grande área, aplica uma charutada nas pernas do Rafa, impedindo este de prosseguir para a baliza. A rasteira é evidente e incontestável!
Veríssimo assobiou mais uma vez para o ar. Mas pior do que isso e tristemente lamentável foi a postura de Xistra no VAR. Num lance tão claro, Xistra nem se dignou a alertar o árbitro. Teria nesses momentos ido cagar? Enfim, uma bandalheira que revela bem a canalhice arbitral de Xistra em relação ao Benfica.

2º. A invalidação do golo de Seferovic que daria no imediato o 2-0 para o Benfica aos 83’ 03’’.

- Como é possível Xistra chamar a atenção de Veríssimo para esta jogada e ignorar por completo a rasteira sobre Rafa?
A favor do Benfica “no passa nada”, mas neste caso, ambos os figurantes arbitrais foram rebuscar a jogada anterior à jogada do golo aos confins da defesa do Benfica para o poder anular!
Uma vergonha absolutamente indecente!
Uma análise rebuscada até ao último pintelho com desfecho escabroso. Um ROUBO!
Mesmo que Seferovic, aquando da jogada inicial, estivesse em fora-de-jogo, este seria meramente posicional, pois não interferiu na jogada, não constituindo assim qualquer infracção sujeita a penalização. Portanto a jogada inicial continuou com outra jogada diferente, que começou em Chiquinho, por um corte deficiente de um defesa belenense, dando origem, depois ao golo de Seferovic.

As tentativas de prejudicar o Benfica não têm fim. E têm sido à descarada e sem escrúpulos.
Fontelas continua a usar e abusar de um poder discricionário e provocatório que tem de acabar. Promover árbitros incompetentes tendenciosos e não isentos, tem de acabar!
Tentar travar o Benfica desta forma é pactuar com a ilegalidade, a canalhice e o facciosismo anti-Benfica.
Os árbitros não podem conter nas suas fileiras indivíduos que já demonstraram dezenas de vezes que o seu objectivo é prejudicar o Benfica de todas e quaisquer maneiras!

Aguardemos o que nos reserva para o próximo jogo, esperando que não venham mais árbitros da AF Porto para “apitar” na Luz.

GRÃO VASCO


Marega novamente na China



O cabeça-de-burro da CMTV sobre a barrigona de Marega:
- “É uma hiperlordose!”

O grémio da fruta e os seus cartilheiros são uma reles comédia!

GRÃO VASCO




14.8.19

A saga do coronel Kostas Pintelhenko


Eh, eh, eh, eh!
Já foste!

GRÃO VASCO




E pum, catrapum, pum, pum! O Krasnodar… atirou-os ao ar!



Maldita a hora para o fruta corrupção & putêdo quando na sexta-feira passada, em Esposende, o Andarilho do Calor da Noite falou nos aleijadinhos – até estou a vê-lo com uma proeminente barriga, equipado à ciclista de capacete azul metalizado e com uma camisola amarela a dar-lhe pelo umbigo e a fazer publicidade a uma casa de putas - dirão os seus idólatras, que momentos antes se babavam eufóricos com as suas chalaças labregas carregadas de ódio e de inveja ao Glorioso de Portugal e seu líder, pensando que o apuramento para as fases seguintes da Champions League já estaria no papo e que no dia seguinte haveria "galo de cebolada" em Barcelos. Afinal, para além do malfadado discurso de sexta à noite, lá tiveram que enfardar uma "cabidela de galo" no sábado à tarde. Até fez sangue, carago! Dois maus, dois péssimos presságios para o que a morcanzoada azul e bronca iria viver nesta noite de terça-feira, dia 13! Uma noite de terror que teve como desfecho o terrível naufrágio do grémio corrupto, tal e qual como um Titanic abalroado por um iceberg russo, entrando a pique num oceano de desilusões. Uma verdadeira hecatombe! Até já estou a imaginar alguns bronco-analfabetos, trafulhas de e-mails e demais safardanas em desespero, a atirarem-se como loucos do tabuleiro superior da ponte de D. Luís ao Douro!

No meu pretérito post “O grande incêndio de Contumil” deixei, no final do mesmo, o meu sincero desejo do Krasnodar conseguir o apuramento para o play-off da Champions League.
Ao contrário do que Xico Trafulha preconizava, os russos não vieram para limpar o pêlo ao hacker Pinto, mas sim para “eliminar” o grémio corrupto da competição tão ambicionada. Que desgraça!

E nem foi preciso recorrer ao grão-mestre da adivinhação. Nhaga, o feiticeiro negro do Benfica, presente num curso intensivo de magia negra nem sequer me atendeu o telefone. Também não consultei o oráculo do Mestre Albes do Celse “O Tonalta”, outrora torcionário e degolador de galináceos em cruzamentos de quatro caminhos e também neutralizador de anões da concorrência. O bruxo de Fafe, de férias nas Caraíbas, enviou um SMS dizendo que estava solidário com a greve dos camionistas e que não dava nem um cêntimo para este peditório na pocilga corrupta. Só a minha cartomante predilecta, benfiquista de nascença, é que me alertou para o facto de que, após ter lançado as cartas do tarot russo que tinha comprado em Krasnodar numa recente viagem turística, iria haver uma tragédia lá para as bandas do Freixo e que os gajos equipados com o tecido azul e branco das barracas das praias do Canidêlo e da Madalena iriam ficar debaixo dos escombros de uma humilhante derrocada.

A arrogância, o permanente conflito, as confrontações, as ironias provincianas, a pulhice, a guerrilha anti-Glorioso de Portugal que alimentam o ego da estrutura e do líder do grémio da fruta, e que ajudam a manter uma massa adepta completamente iludida e cega de ódio, foram esta noite engolidas pela enxurrada russa. O Krasnodar foi à pocilga corrupta e acabou por presentear aquela morcanzoada esgazeada e complexada com uma brilhante lição de humildade e simplicidade.
Um, dois, três, diga lá outra vez!
“Ides sofrer como cães”, dizia uma faixa colocada junto ao relvado no jogo de má memória da época passada para a morcanzoada, aquando da visita do Glorioso de Portugal. Desta vez não sofreram, foram sim literalmente esmagados e torturados nos noventa minutos mais negros do seu palmarés de maningâncias e corrupções.
É que não é nada, não é nada, mas foram mais de quarenta milhões de euros ao ar e com sessenta milhões de investimentos por pagar…

O champanhe já estava há algum tempo no gêlo e foi com enorme prazer que ouvi o estoirar das rolhas das garrafas de espumante como de uma grande sessão de fogo de artifício se tratasse. Até o lagartêdo, ainda azamboado com indigestão da mousse de banana servida na ilha da Madeira, rejubilou!

Foi na realidade, um enorme gozo ter presenciado este monumental vexame cuja responsabilidade principal é de dois autênticos trolhas que em permanente guerrilha, cada vez que abrem a boca incendeiam tudo e todos com uma intragável verborreia e com deploráveis comportamentos. Para alindar o ramalhete só faltaram os flatos fedorentos do Andarilho serem “descidos à corda”, a acompanhar a compasso os cânticos parolos e a música fúnebre dos trompetes e os dos bombos da escumalha!

Nunca a cabeça-de-burro do dinossauro georgius amaralis morconis inchou tanto na CMTV como nesta noite fatídica. Parecia um gigantesco melão acompanhado de caviar russo e ensopado em vodca…
Sempre pronto a alfinetar o Glorioso, pelos seus zero pontos na competição pretérita e apoucando-o pelo mau resultado, numa ocasião em Basileia, desta vez meteu a sanfona na sacola regressando a penates com o rabinho entre as pernas.
É que a partir de agora já não é a performance do Glorioso que está em causa e alvo de achincalho, mas sim a vergonha e a humilhação do seu querido grémio da fruta ser eliminado por uns russos quase desconhecidos que os atiraram borda fora da tal competição de que tanto se gabavam ser os “dignos representantes”, como se fossem o suprassumo da diarreia do futebol indígena.

Ainda bem que esta tragédia aconteceu, pois a partir de agora as fanfarronadas sobre as presenças do grémio das putas na Champions acabaram de vez!

Por este andar, nem sei se passarão a fase de grupos da Europa League. Mas aguardemos, pois o temporal vai continuar com epicentro na zona do Freixo da Palermo portuguesa

Avancemos para o Jamor que isso é o que mais nos interessa.
Carrega Glorioso!

GRÃO VASCO



12.8.19

A pólvora sêca do moribundo



Agora já nem alça o pernil. De pé, sentado, de cócoras ou a trombar, ele “larga-se” sem que ninguém pigarreie e acenda um cigarro. Já não se importa, porque o fedor e a imundície continuam a fazer parte do seu quotidiano e do dos seus prosélitos. Habituou-os aos ambientes promíscuos e aos chafurdos onde sempre viveu. Enfim, esta é a fase poderosamente latrinária da podridão de um moribundo. A fase final! No meio de bufas, torpedos e rasgadores, o “mestre” está próximo!

Em Esposende, o Andarilho do Calor da Noite perante uma vara de idólatras, largou mais umas bojardas de pólvora sêca. Nojentas, como é seu hábito, bolçando as piadolas labregas e provincianas contra o seu ódio de estimação de sempre.

A pulhice agarra-se-lhe ao coiro como uma carraça infecta se finca no pêlo de qualquer canídeo de Contumil. E tal como estes que ladram desalmadamente, ele bem tenta morder as canelas do Glorioso de Portugal, mas este vai passando indiferente às suas canalhices e aos uivos e ganidos da infame matilha.

Desta vez, os visados foram os aleijadinhos. Estaria o Andarilho a referir-se àquele atleta que abalou da pocilga azul corrupta até à China para curar à pressa lesões musculares com infiltrações de um cocktail de baba de caracol e placenta de burra ou ao inscrito inconscientemente pelo seu grémio, após ter sofrido um ataque cardíaco agudo?

Tanta pulhice na véspera da derrocada em Barcelos!
C’a ganda galo!

GRÃO VASCO



6.8.19

Cinco barrotes nas queixadas de Paulo Andrade



Apoucar, provocar e achincalhar o Benfica está-lhes na massa do sangue. Os adeptos do grémio do Fôsso do Lagartêdo, na sua maioria, são assim. Incuráveis. Irrecuperáveis. Perdidos em ilusões e promessas, em fantasias contabilísticas de campeonatos nunca ganhos, frustrados e complexados com os êxitos do seu ódio de estimação de sempre – o SL Benfica - não resistem em mostrar a sua pequenez e as suas cretinices.

Paulo Andrade, um lagartinóide imbecil que carrega desde sempre o complexo anti-Benfica, faz parte dessa escória. A sua frustração mistura-se com o seu ódio visceral ao Glorioso de Portugal. As suas intervenções televisivas, das quais a deste link fazem parte integrante, são prova disso mesmo. Ao espumar de inveja revela também a sua faceta ordinária, sempre pronto a proferir um chorrilho de canalhices, fruto de uma cegueira que faz dele um ser repelente e incoerente, sempre com observações provocatórias a roçar a rosqueirice.

Para ele, barrotes e chivas não são somente vocábulos de rufias ou de bêbedos. São também seus quando fala do Benfica.
Coincidência ou não – lá diz o adágio popular, “pela boca morre o peixe” – poucas horas depois dessas graçolas de mau gosto, os barrotes que grosseira e ordinariamente o dito cujo usou para caricaturar os postes da baliza do Benfica na ICC, lá lhe caíram sobre a cornamenta. Pelo menos cinco, contei eu! Quanto ao “chivas”, um nome que só conhece como marca de whisky, que tenha bom proveito para afogar as mágoas da tragédia dos cinco zero com que ele e o seu grémio foram premiados no Algarve no jogo da supertaça.

Nessa vergonhosa intervenção no programa da SIC N, disse que “jogar” com uma equipa forte como o campeão europeu – como se um treino com os ingleses que ocupou um pouco mais de metade do campo, fosse um jogo de futebol a sério – é que é preparar a época, ao invés de ter como adversários o Chivas mexicano, a Fiorentina ou o AC Milão.
Mais uma vez a bazófia e a imbecilidade deram raia. Bastou ao seu grémio jogar com o campeão português e lá foi a sua teoria da treta!

Enfardar cinco batatas fresquinhas, regadas com molho de whisky Chivas e acompanhadas com esparguete de Florença e Milão, tendo como sobremesa massapão algarvio é obra!

Pelo andar da carruagem, para a próxima ainda comes mais, ó fanfarrão!

GRÃO VASCO


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