29.9.19

Indecente!



Já não bastavam os fedelhos, alucinados e terroristas verbais na Assembleia Geral do Sport Lisboa e Benfica na noite de 6ª feira, ainda apareceu uma parelha inaudita para controlar e atrapalhar a vitória do Benfica sobre o Vitória de Setúbal ao fim da tarde de ontem, e que por pouco não retirou os três pontos mais do que merecidos que o Glorioso conseguiu ao fim de 90’ carregados de parcialidade e falta de isenção do apitadeiro de serviço Tiago Martins e do seu comparsa de VAR Bruno Esteves.

Logo que as nomeações se souberam, a minha apreensão para este jogo aumentou exponencialmente. O histórico de Tiago Martins é medonho e só relembro aqui a vitória em Braga em 19 de Fevereiro de 2017, pelo mesmo resultado de ontem, quando, depois deste árbitro ter controlado todo esse jogo, Mitroglou num rasgo muito semelhante ao de ontem de Carlos Vinicius, enfiou a redondinha dentro da baliza para grande decepção do apitadeiro.
Mas tanto faz. Fora ou em casa, a desfaçatez com que se prejudica o Glorioso é caso para os Benfiquistas estarem sempre de atalaia.

Ontem, com o jogo a correr de feição - 0-0 já seria um resultado que faria descolar o Benfica da frente - nada melhor do que complicar a vida ao Glorioso, enervando os jogadores, o mesmo se passando com os árbitros auxiliares e o VAR, que em momentos importantes erraram clamorosamente com a particularidade do VAR, Bruno Esteves ter estado péssimo por omissão.

Os critérios foram díspares nas acções disciplinares e se Mansilla tivesse sido punido com expulsão mais do que merecida, o jogo teria sido outro. Rafa sofreu uma agressão muito mais visível do que a alegada entrada negligente de Taarabt. Dez minutos para o fim e aí está Tiago Martins na crista da onda, empurrando indecorosamente os restantes dez jogadores do Benfica para a sua grande-área, na iminência de a todo o momento uma bola fortuita poder dar o empate ao Vitória.
Dez minutos de algum suspense, que bem vistas as coisas não passaram de um pífio arremedo, mas que não deixaram de provocar alguma perturbação nas hostes gloriosas, tanto no relvado como nas bancadas.

O que é incompreensível é como os jogadores sadinos e o seu treinador encaixaram quatro contra o grémio da fruta e na Luz jogaram duríssimo, sempre em esforço, com uma vontade indómita do princípio ao fim do jogo – gostaria que nestes momentos aparecessem os famigerados “vampiros” para fazerem as devidas colheitas… - como se não houvesse amanhã e que na conferência de imprensa após o jogo se tenha visto um treinador de semblante carregado, algo azedo pela derrota, quando lá em cima na Palermo portuguesa, no final, foi como se não passasse nada…

Mas esperemos que Bruno Lage, apesar das críticas internas - deploráveis e incompreensíveis de alguns artistas nas redes socias e não só – e externas, nas tv’s asquerosas que temos, com cUmentadeiros ainda mais asquerosos, consiga levar a água ao seu moinho e dar-nos a alegria de conseguirmos o 38 já esta época.
Mas que vais ser difícil, lá isso vai. E então com os apitadeiros a actuarem desta forma…

Avancemos novamente para a Europa.

GRÃO VASCO





27.9.19

Cobardes & canalhas sem rosto



A colocação de tarjas no Estádio da Luz e no Benfica Futebol Campus, no Seixal, pela calada da noite e na madrugada de hoje, mostra à saciedade um bando de cobardes sem rosto, tentando, sem escrúpulos, criar instabilidade e descrédito no Sport Lisboa e Benfica.

Os Benfiquistas, os Autênticos, terão de estar cada vez mais vigilantes e atentos a estas manobras sujas.

A colocação das referidas tarjas e o seu “timing” não são inocentes.

A canalhice campeia impune. Ela dispara traiçoeiramente na noite escura. De um pardieiro, de uma trincheira, de uma lura, de um silvado, de uma sarjeta, de um esgoto. Ela é um bando de cobardes e oportunistas num vale-tudo, manipulados por gentalha sedenta de poder, glória efémera e sangue, despudoradamente hipócrita – rataria benfiqueira no seu melhor – ou mesmo subsidiada pelos inimigos da aliança espúria entre perigosos morcões azuis e broncos e lagartos acéfalos carcomidos pelo ódio e pela inveja da grandeza e da riqueza do Glorioso Sport Lisboa e Benfica.

Todos os Benfiquistas têm o dever e a obrigação de denunciar esta corja de agitadores com ligações a alguns blogues, que com os seus ataques soezes fomentam esta subversão e atentam contra a unidade e estabilidade do Benfica e dos Benfiquistas.

Cobardes e canalhas, ratos de esgoto e traidores na selva onde se prostituem, que fazem da insinuação e da especulação as suas armas de arremesso a quem gere os destinos do Sport Lisboa e Benfica.

Alguns detratores, com rosto, alinham numa agenda há muito identificada e enegrecida por “sombras”, canídeos críticos e fósseis jurássicos que lambendo os escrotos uns dos outros só ladram à passagem imparável da Caravana Gloriosa.

Os disparos desta outra escumalha visível têm sido em todas as direcções. A mais recente pulhice é o ataque pérfido ao treinador da equipa principal Bruno Lage.

Mas, Caros Companheiros Benfiquistas,
Nada há a temer!
É dar-lhes naqueles cornos até eles racharem!


PS –
Junto alguns excertos de um comentário que fiz num blogue que debita periodicamente um chorrilho de disparates e que encaixam nesta abordagem que fiz sobre uma escumalha que gravita em redor do Benfica.

A alcateia, famélica de poder, a marabunta, os "lórenços" desta vida e demais defuntos, juntam-se para ladrar contra quem governa legitimamente.
A obsessão e a cegueira é tanta que caiem sempre no logro habitual.
Os temas podem ser as diatribes de JJ, a invasão a Al Cacete ou os peidos do Corrupto-Mór da Palermo portuguesa mas a abordagem demencial que fazem é sobre "vieiristas".

Não tentem dividir o Sport Lisboa e Benfica conforme um bando de acéfalo(a)s e vaidoso(a)s fez ao vizinho do lado.
Não há "vieiristas", como não há "istas" de outra espécie. O que há é Benfiquistas, dôa a quem doer!

O Benfica é dos Benfiquistas e não de uns quantos bastardos que querem, sem escrúpulos, abocanhar o clube e delapidar um património desportivo de primeira grandeza. Estes não são Benfiquistas!

E se calhar haverá um bando de canalhas que quer mesmo "encerrar" o Benfica, venha ele do pó das Arábias, das selvas da Malásia ou da Palermo portuguesa.

Mas os Autênticos não dormem e na hora certa lá dirão a esses miseráveis detractores que o lugar deles são as sarjetas adjacentes ao Estádio da Luz.


GRÃO VASCO


26.9.19

O canto da cigarra



O nosso imaginário de infância está recheado de belas estórias. E as fábulas, esses contos em que os protagonistas eram animais que nós todos conhecíamos, acrescentavam algo de muito especial à nossa criatividade e alertavam-nos para o porvir e suas consequências de uma forma cativante e expressiva.

Quem não se lembra, na sua escola primária de “A cigarra e a formiga”, de “A lebre e a tartaruga” ou de “A cegonha e a raposa”, fábulas de Jean de La Fontaine, célebre poeta e fabulista francês do século XVII?

Curiosamente, de todas essas estórias “do tempo em que os animais falavam”, aquela que melhor recordo pelo seu significado, é a de “A cigarra e a formiga”.

Perante a intensa canícula de um Verão incomum, a formiga temendo uma invernia rigorosa, procurava afanosamente amealhar mantimentos suficientes que a época de veraneio lhe proporcionava. Era vê-la diariamente, de sol a sol, a arrastar enormes grãos-de-milho e folhas protectoras, num esforço titânico que muitas das vezes a deixava completamente extenuada.
Por sua vez, a cigarra, perante um clima tão bom e tanta abundância de alimento, esbanjava o seu tempo cantando de árvore em árvore, recostando-se na sua cadeira de balancé, optando pela vida boémia que tanto adorava.
O final da estória, todos o sabemos. A formiga à lareira, bem aconchegada no conforto do lar e com a sua despensa bem recheada, enquanto lá fora, com a neve a cair intensamente, a cigarra tiritava de frio e de fome, encostada a um taipal, aguardando assustada por uma broncopneumonia que a levasse desta para melhor. Desesperada, foi bater à porta da casa da formiga, implorando protecção, pão e agasalho. A formiga, num acto de elevada solidariedade e grande compaixão, abriu-lhe a porta de sua casa e disse-lhe:
- “Entra, minha cara amiga. Estás agora a ver por que é que eu não aderi aos teus “grandiosos espectáculos” de cantoria e boémia?
Moral da estória:
- “Todas as acções têm sempre as suas consequências”.

Na realidade, já se passaram décadas e décadas, desde que li este conto infantil. No entanto, por mais esquisito que pareça, ainda hoje, pelas manhãs de 2ª feira, oiço esse intenso canto da cigarra, neste caso com uma triste nuance – a cigarra não se contém de inveja e apouca e escarnece o soberbo e denodado trabalho da formiga.

Se quiserem rever esta versão da fábula “A cigarra e a formiga” e ouvir o som estridente desse insecto cantante e voador, é só passarem pelo blogue “novogeraçãobenfica” todas as 2ªs feiras e constatarem como Rui Gomes da Silva desdenha do trabalho árduo da formiga.

Mas, meus Caros Companheiros, por mais que ele cante, o fim da história será sempre diferente – RGS, a cigarra despeitada e vaidosa, nunca irá abocanhar nem delapidar uma enorme riqueza e uma obra que demorou tanto tempo a construir, com tanto sacrifício e em que a formiga demonstrando talento, capacidade de trabalho, visão e arte transformou uma casa em frangalhos num potentado próspero e único!
Portanto, nesta versão, a cigarra vai mesmo ficar sentada na soleira da porta da formiga, à espera de melhores dias, pois desta vez a formiga que tem sido tantas vezes magnânima, não irá mais estender-lhe a mão.
Não sei se quando chegar o próximo Verão a cigarra ainda dure para cantar outra vez. 

GRÃO VASCO



22.9.19

Batata frita “à Seferovic”



Artur Soares Dias, tal como outrora Martins dos Santos e outros tantos, continua igual a si próprio. Quase todos os Benfiquistas sabem, excepto os mais desatentos – que só se preocupam em malhar na equipa e escolher ódios de estimação entre os seus jogadores – que com este “berdadeiro” artista da Palermo portuguesa, o nosso Glorioso vê-se sempre em palpos de aranha, mesmo que em alguns casos até possa fazer exibições contundentes. Na ausência delas, as complicações para vencer jogos são a dobrar ou a triplicar…

Soares Dias, há duas épocas na Luz, ajudou o seu querido grémio a ganhar o título, ao assobiar para o lado, mesmo a findar o desafio, quando Zivckovic foi escandalosamente empurrado na grande área adversária, evitando marcar o penalty que muito provavelmente daria um empate que favoreceria o Benfica em termos pontuais. O cadastro deste bufador do apito em relação ao Benfica tem sido sinistro, tal como o de Jorge Sousa e afins…
Habilidoso, conduz o jogo da forma que mais lhe convém, apitando ao sabor das suas conveniências. O único senão é que não controla o tempo de fritura das batatas que o Seferovic tanto se esmera em cozinhar, tema que Bruno Lage faz questão de mencionar nas suas conferências de imprensa…
Desta vez “as coisas” para ASD começaram a “desandar” aos tardios 85’ com Rafa a cabecear com êxito para o 1 a 1, mas sempre dava para o desafio fechar com esse empatezinho que quer queiramos quer não, até dava um jeitaço ao seu grémio de coração. Mas pelo sim, pelo não e “não fosse o diabo tecê-las” Arturinho da Confeitaria não foi de modas e “tomem lá só 3 minutos de tempo adicional”, porque o “cozinhado” está mesmo no ponto de ser servido…
Azar dos azares, nem mesmo um tempo adicional tão curto bastou para estragar a “ementa gloriosa”. Logo no primeiro minuto da fritura, as batatas “à Seferovic” ficaram tão saborosas, quanto o amargo de boca de ASD e sus muchachos. Sim, sus muchachos, pois o 4º bufador de serviço, de sua graça Gustavo Correia, também da associação da Palermo portuguesa tem que explicar porque é que, com o Benfica a empatar, levantou a placa – foi quase nesse preciso momento que Seferovic fritou a batata – “dando só” 3 minutos de descontos…
Só na semana passada, em Portimão, Rui Costa, também da Palermo portuguesa, “empurrou” o grémio da putas para a vitória durante uns injustificáveis 8 minutos de tempo extra. Foi mesmo até a morcanzoada conseguir marcar – falta inexistente, canto e golo! Um fartote!
Desta vez, em Moreira de Cónegos, a fritadeira do Seferovic foi tão eficiente que se porventura ASD e GC tivessem adivinhado teriam dado também mais uns minutinhos do que os exíguos 3, quanto mais não fosse para o Moreirense tentar empatar outra vez a contenda. Mesmo assim e para “disfarçar”, ASD ainda prolongou por mais um minutinho o desafio, enganando pateticamente o Lage que entrou em campo como se o jogo já tivesse terminado. ASD ainda viu o esférico ser bombeado duas vezes para a intermediária benfiquista mas aí os nossos jogadores rechaçaram-no da mesma forma como foi para lá enviado…
Rafa levou mais uma “palhetada” das grossas. Para ASD “no passa nada”. Jogo duro e cinzento, com especial destaque para os da casa que até jogaram de verde e branco ao xadrez e tal e qual como aquele horrível equipamento de cor de burro quando foge que veste a nossa equipa. Azia, também da grossa, especialmente nas bancadas…e depois nas TV’s.
Mas o que mais gostei de ver, quando cheguei a casa e fiz um zapping pelas estações televisivas, foi o Amaral na tv do correio da merda com aquele trombil de burro embarretado. Foi o máximo! Lembrou-me o Tondela na Luz no ano passado e o Krasnodar de há dias…
Siga a Caravana com os canídeos todos a ladrarem!

GRÃO VASCO



21.9.19

Mais um para atrapalhar…



SLB, 5 – Paços Ferreira, 0
Árbitro – Manuel Oliveira (PORTO)

Belenenses, 0 – SLB, 2
Árbitro – Fábio Veríssimo (LEIRIA)

SLB, 0 – fruta, corrupção & putêdo, 2
Árbitro – Jorge Sousa (PORTO)

Sp. Braga, 0 – SLB, 4
Árbitro – Nuno Almeida (ALGARVE)

SLB, 2 – Gil Vicente, 0
Árbitro – João Pinheiro (BRAGA)

Moreirense, ? – SLB, ?
Árbitro - Artur Soares Dias (PORTO)


Em seis jogos efectuados para o campeonato, o Sport Lisboa e Benfica foi até agora contemplado com 3 árbitros da AFPORTO.
Simplesmente metade dos jogos!

Duas das nomeações foram cirúrgicas. Jorge Sousa e Artur S. Dias são bufadores no apito muito hábeis, já com muitos anos a “virar frangos” (leia-se “virar resultados”, influenciando-os notoriamente). O grémio das putas agradece todos estes procedimentos de Fontelas Gomes e sus muchachos. E a pouca vergonha não acaba, nem acabará tão depressa. A nomeação de Fábio Veríssimo e os malabarismos no Jamor, mais as decisões polémicas dos Var’s e os Xistras desta vida investindo constantemente contra o Benfica, estão para ficar e durar.

O Benfica terá sempre de jogar muitíssimo mais do que qualquer adversário se quiser vencer este campeonato.

GRÃO VASCO




15.9.19

PINCELADAS IMPERDÍVEIS





Hoje, são mesmo “pinceladas”!
Telas, tintas, pincéis, muita arte, muito talento!

Desde 7 de Setembro até 6 de Outubro, decorre na Pestana Pousada de Viseu, em Viseu, a mais recente exposição de obras da artista plástica viseense Maria Barros de Abreu.

Com o título “ANVERSO”, a artista mostra de uma forma talentosa e exuberante, aquilo que ela própria designou de “POÉTICA DOS CONTRÁRIOS”.

Imperdível!

Aqui apresento algumas das suas obras de arte, para os estimados leitores contemplarem, admirarem e reverem, não só da sua actual exposição, mas também da sua anterior, no Museu Nacional Grão Vasco, também em Viseu, e que sua Exa. o Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República de Portugal muito honrou e dignificou com a sua presença pessoal e institucional.





























 GRÃO VASCO


O treinador de segunda e as teorias da trêta





[TRIBUNA EXPRESSO

10.08.2019

Vítor Oliveira:
“Jogar para não perder é um tormento e põe as pessoas velhas. E não quero ficar velho tão depressa”


Ana Gomes tem razão?
Tem coragem e razão na defesa pública de Rui Pinto. Se calhar, ele cometeu um crime grave, mas confirme-se o que denunciou e investigue-se quem cometeu ilegalidades. Quem duvida da veracidade dos e-mails do Benfica? Precisamos de uma classe política diferente, que pusesse ordem no futebol.

Qual é o seu palpite para o pódio da Liga esta época?
À partida o campeonato será decidido entre o Benfica e o FC Porto, talvez com uma aproximação do Sporting. O Sporting perdeu agora com o Benfica, mas na minha opinião foi melhor durante 60 minutos.
Acabou goleado por culpa do treinador que decidiu improvisar?
Não acredito que tenha improvisado. Quem viu os treinos para afirmar isso? Teve oportunidade de sair a ganhar, mas o Benfica fez o segundo golo no falhanço inadmissível de um jogador fantástico, o Mathieu. A partir daí a equipa desorganizou-se completamente, o que permitiu o massacre do Benfica, uma equipa mortífera, motivadíssima e difícil de parar quando o jogo corre de feição.


Os jogadores cansam-se dos treinadores?
É provável. E há épocas menos felizes. O Bruno Lage pegou bem na equipa, dissipou o cansaço na relação jogadores/treinador, soube criar empatia, levando os jogadores a superarem-se. E teve a "sorte" da lesão do Jonas. Agora toda a gente elogia a aposta no João Félix, mas essa aposta no tempo do Rui Vitória não era possível. Para ele entrar tinha de sair o Jonas. E nenhum treinador iria fazê-lo. O futebol tem muito de sorte. Mas não tiro mérito ao Lage.]


Ontem, na Luz, VO jogou para não perder.

Na maior parte do tempo de jogo da 1ª parte, da equipa do Gil Vicente havia sempre nove jogadores de campo mais o seu guarda-redes atrás da linha da bola, com essa defensiva toda juntinha a jogar em menos de um terço do campo.

Se isto não é jogar para não perder, então o que é?

Durante a 1ª parte do jogo, os jogadores do Gil Vicente fartaram-se de fazer simulações de lesões e pseudo agressões.
Caíam ao sabor do vento e espolinhavam-se na relva.
Uma vergonha.

Se isto não é jogar para não perder, então o que é?

Nas jogadas de contra-ataque do Benfica, as faltas com pisadelas à mistura para travar Pizzi e os seus restantes companheiros foram a fórmula encontrada por VO para ir adiando o inevitável. João Pinheiro em alguns lances condescendeu, deixando o cartão amarelo no bolso.

O falhanço de Pizzi no penalty, complicou muito o jogo, tornando-o muito trabalhoso e difícil para o Benfica.

Na 2ª parte, o golo redentor de Pizzi logo a abrir, desmantelou toda aquela táctica de segunda, mas mesmo assim o receio foi tanto que os gilistas pouco se aventuraram no ataque, esperando sempre por algum deslize do adversário, situação que por diversas vezes aconteceu, muito por descuido e desatenção dos elementos da defensiva benfiquista.
Estas tácticas “aferrolhadas” por vezes resultam e tivémos a confirmação disso mesmo ao longo do desafio, com Vlachodimos a fazer duas boas defesas e com o gilistas a desperdiçarem duas boas oportunidades. Entretanto, contabilizando as nossas ocasiões, o resultado não merece qualquer tipo de discussão.


[RECORD (DAS PÊTAS)

15/09/2019

Técnico do Gil Vicente contra proibição de fazer alinhar jogadores emprestados

Vítor Oliveira e a ausência de Alex Pinto:
«Uma determinação estúpida que não faz sentido nenhum»]


Curiosamente só agora é que VO se lembrou deste e de outros assuntos.

Onde estava VO no tempo do Apito Dourado?

Porque é que na entrevista ao “expresso” e nestas últimas declarações ao “record das petas”, as referências e as comparações são sempre feitas tendo em conta o Benfica?

O que sabe ele sobre os e-mails do Benfica?

Alguém alguma vez lhe perguntou quantas vezes a ADOP controlou os seus jogadores, especialmente das onze vezes que as suas equipas subiram à 1ª divisão?

Então o Benfica é uma equipa mortífera e motivadíssima só quando o jogo lhe corre de feição?
E o que é isso de “correr de feição”?

“Se calhar ele (Rui Pinto) cometeu um crime grave…”
Se calhar?
Se calhar a desonestidade intelectual anda por muito lado, inclusivamente por Barcelos e pela praia da Agudela…

Um “berdadeiro” artista!

GRÃO VASCO


13.9.19

Blogue "O TEMPLO SAGRADO"



https://otemplosagrado.blogspot.com/

https://otemplosagrado.blogspot.com/2019/09/eusebio-sempre.html

Um novo espaço surge hoje na Blogosfera Benfiquista.
O TEMPLO SAGRADO é uma manifestação do mais puro Benfiquismo e cujo Autor é um BENFIQUISTA DE CORAÇÃO há décadas.
Parabéns para ele e para o seu texto inaugural!
BENFICA SEMPRE!


GRÃO VASCO

27.8.19

Nada poderá ser como dantes!



Quando Bruno Lage assumiu a gestão da equipa do Benfica numa fase muito delicada e algo turbulenta, não terá havido ninguém, nem mesmo o presidente do Benfica que lhe tivesse exigido o que quer que fosse em matéria de títulos nas competições onde o Clube ainda estava envolvido. Nessa altura, em quarto lugar no Campeonato, as expectativas Benfiquistas, perante o distanciamento pontual ao então líder - o grémio corrupto - eram muito reduzidas e já se equacionava de uma forma realista o projecto para a época seguinte mas com incógnitas muito preocupantes.

No entanto, o destino tem mistérios insondáveis e surpresas desconcertantes. De um momento para o outro ocorreu uma inversão que nem Einstein, se fosse vivo, conseguiria explicar – o grémio corrupto, em tombos sucessivos, foi desbaratando atabalhoadamente uma gorda vantagem que parecia inalcançável, enquanto o Benfica muito rejuvenescido, com conceitos e processos diferentes, começou a ameaçar seriamente uma liderança arrogante, prenhe de bazófias labregas – o canalha de Contumil até se deu ao desplante de renovar o contrato com o trolha, na véspera do jogo entre o seu grémio corrupto e o Glorioso, numa clara atitude provocatória e de achincalho.
Ironia das ironias, o vexame e a estupefacção chegaram logo, ao outro dia, com uma vitória estrondosa dos miúdos de Lage na pocilga corrupta.
Atónitos, o trolha, o canalha das bufas e o chico trafulha começaram a ter de esticar o pescoço e a olhar para cima, para o novo líder, inventando desculpas e atirando-se desvairadamente aos seus maiores aliados de sempre – os árbitros. Foi um fartar vilanagem!

Bruno Lage teve esse mérito e que ninguém tenha o atrevimento de colocá-lo em causa. O discurso do técnico passou a ser diferente, como uma lufada de ar fresco interessante e desanuviadora, a equipa começou a soltar-se com exibições e vitórias convincentes e gerou-se um movimento imparável com a Massa Adepta Gloriosa a carregar impiedosamente num apoio total à equipa em todos os locais onde o Benfica ia realizar os seus jogos, quer na Luz, quer em todo o Norte de Portugal. Os momentos foram fantásticos e tiveram o seu clímax na deslocação a Vila do Conde onde defrontámos o Rio Ave. O espectáculo da passagem do Vermelhão pelos Arcos do aqueduto foi absolutamente arrasador e bem demonstrativo da força do Glorioso.
A consequência de todo este movimento foi uma das vitórias mais históricas e retumbantes que o Campeonato Nacional já conheceu ao longo de todas as suas edições. Arrancada a ferros mas de mérito absoluto!
Direcção, staff técnico e jogadores foram os cabouqueiros de um sucesso que teve a sua génese nesse pilar único e essencial - os inconfundíveis e extraordinários Adeptos Benfiquistas que levaram Bruno Lage e seus pupilos nas palminhas das mãos, até ao final da competição.
Por isto, também ninguém, por maior mérito que tenha tido no passado, poderá defraudar em circunstância alguma este movimento ímpar de indefectíveis, que não obstante haja intempéries, adversidades e carências de toda a espécie, segue o Emblema da Águia até aos confins do Universo. Ninguém pode ou poderá desiludir uma audiência de mais de 60.000 pessoas presentes num estádio e mais aqueles milhões que à distância e em directo pelas TV’s vão seguindo religiosamente os passos da sua equipa de coração. E o significado “defraudar” não abrange unicamente a desilusão da derrota, mas sim aquilo que se demonstra que se é (ou não) capaz de fazer, de construir.

Os Benfiquistas querem, acima de tudo, que o BENFICA GANHE! O divertimento virá depois. Portanto, Bruno Lage terá sempre de ter presente, simplesmente isto – GANHAR!
Divertimento é para depois, sr. Lage!
A sua estratégia comunicacional e o seu discurso para um jogo que é e sempre será, antes de tudo o mais uma dura e violenta batalha, como foi o deste passado sábado, na Luz, contra o grémio mafioso da corrupção, foram um autêntico fiasco, um desastre. Tão iguais à prestação dos seus jogadores e ao péssimo resultado que se verificou.
Bruno Lage tem de meter na sua cabeça, de uma vez por todas, que OS JOGOS CONTRA A ESCUMALHA DA PALERMO PORTUGUESA SÃO E SERÃO SEMPRE PARA GANHAR. Use os métodos que tenha de usar, são e serão sempre para ganhar. Não seja tanso. É que “eles” são inimigos e não adversários. Eles demonstram-no em todo o lado onde se deslocam, através de cânticos, entrevistas e outros comportamentos, seja no campo ou fora dele, desejando “morte ao Benfica” ou que “o seu avião caia como o da Chapecoense”. Mas neste capítulo, e BL começou por perder o desafio por aí, foi o facto de na crucial conferência de imprensa antes do jogo não ter dado nenhuma importância ao possível resultado, desvalorizando-o para as contas finais. Uma displicência que associada à tentativa gorada de tirar a pressão aos seus pupilos decidindo não haver estágio para este jogo, criou um clima de desconcentração e desresponsabilização que lhe foram fatais. Os seus mais recentes discursos têm revelado alguma ingenuidade a roçar a beatitude. As reincidentes referências à sua família lembram-me outros tempos, recentes, que deram em passagens para a Arábia Saudita. Isto para trolhas, canalhas, símios e trafulhas da estirpe da morcanzoada azul e bronca do coio criminoso da Palermo portuguesa é como comer passarinhos de churrasco. É canja! Para eles vale tudo, nem que para isso tenha de haver mais superaditivos, jorges sousas e demais manigâncias para validar tudo em cavalões de corrida e a disputa tenha de ser rasteira.

A atitude perante tantas evidências terá obrigatoriamente de mudar sob pena de entrarmos num novo círculo vicioso. Também não consigo entender determinada terminologia da qual o exemplo mais flagrante é o uso e abuso de “nesta casa”!
Sr. Bruno Lage, não é “esta ou nesta casa”. É O BENFICA OU NO BENFICA!
Tudo isto não é “somente um jogo de futebol para as pessoas se divertirem…”. Para isso agarra na equipa e vão todos para um parque infantil dar uns toques na bola, mandar uns chutos à baliza, fazer uns meiinhos e umas peladinhas, com algum publicozinho a assistir e para no final aparecerem uma garotas bem jeitosas vestidas com o Manto Sagrado a pedir autógrafos, selfies e bejinhos aos mais queridos e fotogénicos... 
É que o futebol, hoje, envolve enormes responsabilidades, muito dinheiro em jogo. Muitos dos seus intervenientes, desde os administrativos, roupeiros, simples porteiros até aos jogadores têm famílias como a do treinador para sustentar e com orçamentos mensais incomparavelmente menores do que os intervenientes directos no jogo. E mais. O futebol não é só correr nos treinos ou no próprio jogo. O futebol tem de ter talento, intuição, versatilidade e inteligência. Sem isso, os jogadores poderão andar a fazer os 10.000 metros em noventa minutos e não ir a lado algum. Portanto usar e abusar da palavra CORRER, já chateia. Os jogadores do Benfica, pagos a peso de ouro sabem muito bem disso e dispensam por certo este tipo de avisos. Como chateiam as referências constantes à família e “canais pandas”, e o tom apaziguador com que Bruno Lage aborda determinados temas que atingem o Benfica de uma forma, no mínimo, soez. E, por favor, acabe com os elogios a quem nos quer mal. Acabe com a bajulação aos nossos inimigos! E o BL tem de começar a olhar menos para a sua imagem de profissional e muito mais para um Benfiquismo que deverá e terá de assumir de uma forma mais efectiva e declarada nem que para isso tenha de mencionar que “dando tudo ao Benfica, também lhe podem levar a cabeça”
Ah! Já me esquecia – e que se deixe de "gratidões" e de dar aulas de tática e estratégia nas suas conferências de imprensa. Tem muito tempo para o fazer quando for convidado a dar uma aula em qualquer curso para treinadores de meia-tigela…

É tempo de reverter estas situações e de arrepiar caminho!

É que Braga, ninguém duvide, é uma dificílima empreitada!

GRÃO VASCO

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