11.12.10
Bye Bye
SLB4EVER Rumo****
PS: Nao deixem de ler a excelencia do post anterior do GRÃO VASCO.
Rui Moreira a branquear desde 1893
Acabei de chegar a casa vindo directamente do quiosque onde compro sempre o jornal “O Benfica” e onde, como habitualmente, dou uma vista de olhos, atenta, pela pasquinada desportiva.
Em “A Bola” chamou-me a atenção o título de primeira página do artigo de opinião da autoria de Rui Moreira, com uma referência irónica a Moretto, guarda-redes do Olhanense. Na coluna, extensa, diversas abordagens “à la pirata” e um autêntico chorrilho de bacoradas insinuantes, ou não fosse este Moreira um adepto vesgo e incorrigível do grémio da Pocilga.
A sua coluna, um gueto peçonhento anti-Benfica, constitui-se como um dos principais afluentes de um esgoto execrável a céu aberto que hoje é “A Bola” - um amontoado de folhas especulativas e imprecisas de escribas e escrevinhadores fracos, incompetentes e que vagueiam consoante o vento, mais os junta-letras que vieram da horda andrade contumiliana e que ali estão destacados estratègicamente com a única missão de morder o Benfica, enxovalhá-lo, e cantar odes ao clube corrupto, omitindo e camuflando tudo o que perturbe o status quo dimanado de Palermo. E, perigosamente, começam a tomar a forma de uma infestação descontrolada. Uma pandemia que já será difícil de suster, e que transforma “A Bola” a sul, num segundo “O Jogo”– órgão desportivo e oficial diário do clube corrupto - já que os controleiros lagartinóides do “Record”, a começar pelo seu director Alexandre Pais e a acabar nos intragráveis António Magalhães, António Varela(?) e Bernardo Ribeiro, ainda continuam a ser os oficiais-de-campo mandatados para especular sobre o Benfica, levando às cavalitas o Çeportén, barrando assim o caminho naquela publicação, à invasão andrade.
Lembro-me ainda, muito bem, de ler “A Bola” às segundas e quintas-feiras, e considerá-la como uma importante referência de leitura para mim.
Hoje, é uma cloaca máxima onde muita gente verte o seu esterco, os seus ódios, as suas vinganças e as suas vaidades.
Vergonhoso!
Já não bastava a paupérrima coluna de 2ª feira, intitulada “2ª a fundo” e que deveria ler-se, “2ª ao fundo!” - não sei se ainda é publicada - de um editor chefe, que no pasquim é o porta-estandarte do clube condenado por corrupção e cujo nome é Carlos Pereira Santos, conhecido na gíria jornalística e não só, como “A Arrastadeira de Leça”, que para além de ferrar contínuas alfinetadas no Benfica e escarnecê-lo através de uma prosa popularucha muito próxima da de um analfabeto bronco e boçal, ainda vem este gajo, o tal Moreira, tentar branquear o grémio corrupto atacando o Benfica, com uns escritos manhosos e falaciosos, que nalgumas situações, por confundir muitos leitores, têm se ser desmontados e denunciados como habilidades de outro provinciano carregado de complexos e de rancor em relação ao Glorioso e a Lisboa. Para completar este mórbido perfil, teve em tempos um comportamento ziguezagueante para com o chefe da camarilha, mas ambicioso, recuou nesses propósitos de afrontamento, optando pela participação em vigílias promovidas pelos seus companheiros de clube - Pidás & Macacos, elementos da violenta claque dos supermatulões que fizeram parte da guarda pretoriana que em tempos escoltou o “guru das bufas” à PJ, conhecidos especialmente por actos de pilhagem e vandalismo e pelas suas ligações aos submundos do crime e da marginalidade - e por outro lado, colando-se à clique que governa o clube, tem pugnado pelos galardões que um dia possam contribuir para que seja o sucessor natural do declamador de pacotilha e mediúnico de trazer por casa.
Um fulano que, como tantos outros pertencentes à agremiação dos impunes e que depois da atitude reles e baixa, ao abandonar cobardemente um programa televisivo onde corajosamente lhe chaparam na tromba verdades incontestáveis que colocam o seu querido grémio e respectivo mentor num lodaçal nunca visto, factos que ele nunca quis ouvir e que sempre tentou ocultar e branquear vergonhosamente nesses programas, se enxofrou e abespinhou em “A Bola” conjuntamente com outro reles prosélito, com as críticas e com a inteligente argumentação factual de uma voz que também lá escrevia e que foi lastimàvelmente silenciada pela postura censória e de conveniência do director dessa publicação – uma atitude fascizante, acobardada e prepotente que jamais esquecerei. Aí, quem lhe foi ao lombo sem dó nem piedade e o pôs a andar na corda bamba, como foi o caso do RAP, nos reparos que fazia às sua incoerências, habilidades e piruetas que sem dúvida alguma conseguiam mostrar Rui Moreira como ele é na realidade - um verdadeiro artista de circo, nado e criado na Trypalândia - foi afastado da batalha, mas aqui, nos nossos blogues, teremos sempre o dever de denunciar essa corja e continuar a escrutiná-lo.
Posto isto, vou falar da forma habilidosa que com uma ronha típica dos provincianos de Palermo, ele se referiu ao Moretto e ao Benfica.
Assim, diz ele que não quer pôr em causa o profissionalismo dos jogadores, blá, blá, blá, blá, blá.
Então porque é que insinua, de uma forma irónica e a roçar a cretinice, aquilo que aconteceu ao Moretto?
Porque teve de falar nele e no que lhe aconteceu, ligando-o ao Benfica?
O seu nível não lhe permite evitar a insinuação torpe e usa sempre a baixeza para se referir ao facto. Vou lembrar-lhe que Jorge Costa, quando estava no Marítimo, emprestado pelo seu querido grémio da fruta & e dos chocolatinhos, num célebre jogo na Madeira, marcou um golo na própria baliza com uma preciosa cabeçada, tão intencional, que essa sim, não deixou dúvidas nenhumas quanto à sua natureza. Mas muitas outras cenas iguais ou parecidas já aconteceram com o grémio de Rui Moreira, e continuarão anos e anos a fio, o que vem demonstrar à saciedade, quanto não valem as gavetas da cómoda do quarto com a luz acesa, na Madalena, os calores nocturnos e as negras pérolas de Palermo, os cafèzinhos e chàzinhos por fora…mesmo para aqueles que vão jogar noutros clubes onde ficam prèviamente lesionados quando há jogo contra o patrão corrupto, ou metem daqueles golos monumentais, como foi aquele da Madeira, aqui há uns anos atrás.
Isto quanto aos jogadores.
Quanto aos árbitros, já não há nada a fazer enquanto não se limpar a merda que já vem de antanho, do tempo de Lourenço Pinto e quejandos, em que se imolou Francisco Silva para branquear e tapar a desvergonha que já ia de Vila Real com Silvaninhos, até Santarém com Aldéres Dantes & Cª, passando por Coimbra, pelo Guímaro dos Quinhentinhos e que com a chafurdice que ainda hoje dita lei, ainda permite a esta abécola da cretinice rabiscar uns míseros gatafunhos, agora e por enquanto, salvaguardados do escrutínio implacável de RAP.
E por agora nem vou fazer alusão aos regimes políticos, dos quais esse Moreira das Vigílias tanto gosta de falar, e nomear aqui almas pardas do regime fascista, a norte, mais concretamente dirigentes do seu clube de coração, que conseguiram evitar como que por artes mágicas, isto é, pela trapaça, pela vigarice e com a cobertura desse mesmo regime, que o seu clube azul e bronco tivesse justamente baixado à divisão inferior.
Mas voltando ao artigo, dizer-vos que a prosa diarreica continuou, chegando ao cúmulo de referir que o grande El Mano prejudicou o seu querido grémio. Foi a cereja cega e pôdre que faltava no topo daquela rabiscada infecta e doentia.
Rui Moreira, um acérrimo militante anti-Benfiquista das cercanias fétidas de Contumil, confirma com tudo isto uma patologia andróide irrreversível. Então esta última do El Mano, recordou-me a hilariante história daquele psicopata incurável, internado num conhecido hospício da sua cidade, que arrastando uma lata vazia de sardinhas de conserva pelo empedrado do átrio exterior do edifício, puxando-a por um fio de pesca azul, se virava para ela como se virasse para um cão e lhe dizia còmicamente, mas ao mesmo tempo, muito sério:
- Anda Bobby, anda! Já enganámos os da secretaria e os da enfermaria 4 e 6! Vá, vamos passar pela 2ª!
Rui Moreira, por mais que se esfalfe, nunca branqueará o passado, nem o presente do seu clube condenado por corrupção. Isso nunca!
Que fale das vigarices do seu grémio, a começar pela anedótica data da sua fundação. Que explique ao país porque é que a trupe do grémio da fruta & dos chocolatinhos foi condenada por corrupção, porque é que os juízes nos tribunais civis da sua terra e nos seus arrabaldes decidem sempre a favor do mesmo, ilibando-o sempre. Porque é que um juiz diz num tribunal, como testemunha, que dois mil e quinhentos euros para os árbitros é pouco para os subornar e não responde por isso. Porque é que as escutas telefónicas, todas verdadeiras e incontestadas, se constituem como meios de prova noutros processos e deixam de o ser quando entra em cena o clube da fruta e seus mentores, porque é que o Platini os apelidou de batoteiros, etc., etc., etc…
E será sempre dever dos Benfiquistas denunciarem estes atropelos e trapalhadas que habilidosamente muitos Ruis Moreiras e “Arrastadeiras de Leça”, com a conivência de directores pançudos e oportunistas, bolçam semanalmente num jornal que deveria primar por ser um órgão isento e verdadeiramente informativo, evitando uma degradação evidente, que se vem tornando cada vez maior ao longo destes últimos anos.
GRÃO VASCO
8.12.10
Lá quê?
Lacazette, pá!
Foi o Lacazette!
La-ca-ze-tte!
Provàvelmente será um nome que a partir da noite de ontem perdurará na memória dos Benfiquistas durante muitos e muitos anos.
Alexandre Lacazette, de sua graça e da côr do ébano, dezanove aninhos feitos, jogador suplente do Olympique Lyonnais que eu nem sei a que lugar joga, foi ontem abençoado e contemplado com um dom divino – o dom da ubiquidade - pelo menos durante o 88º minuto dos jogos que decorreram nos estádios da Luz, em Lisboa e Gerland, em Lyon. A dois minutos do fim desses encontros, brindou o seu clube com quatrocentos mil euros empatando a partida, ao marcar o segundo golo ao Hapoel de Tel Aviv, chegou a Jaffa, ao Bloomfield Stadium, como mensageiro da desilusão e ofereceu, de bandeja, o apuramento ao Benfica para a fase de eliminatórias da Europe League.
Será que Jesus saberia antecipadamente que Lacazette, o anjo da salvação, seria o herói dessa noite triste, fria e chuvosa, ficando para sempre na História do Benfica?
Parecia que sim, pois quem olhou com atenção para a equipa inicial do Benfica que iria enfrentar o Schalke 04, soube logo que a noite iria ser outra via sacra, tal qual a de Tel Aviv, há duas semanas atrás.
Jesus assim o quis.
Com um estranho semblante de sofrimento, muito diferente do seu fácies da época passada, optou incompreensìvelmente por um meio-campo lastimável, sem jogadores criativos e rápidos. Carlos Martins – louve-se o seu esforço e empenho - leu mal o jogo, esteve desastrado, acertando de quando em vez. Rúben Amorim e César Peixoto, com muito pouca estaleca para estas lides, são jogadores de segunda linha, longe das exigências físicas que estes jogos da Champions determinam.
Gaitán e Salvio podem ser pouco experientes nestas andanças, mas dão versatilidade, velocidade e virtuosismo ao jogo de ataque do Benfica, servindo na maioria das vezes para municiar os goleadores que ontem, para ajudar à missa, não acertaram uma. E Saviola de mal a pior, com Jesus a insistir.
Na segunda-feira, ao ver o treino da equipa no Seixal, pela Benfica TV, fiquei desiludido. Uma porcaria, com uma peladinha esquisita, falha de objectividade, o que não augurava nada de bom para o jogo de ontem, e assim foi.
Crente na sua divina premonição, Jesus ainda viu a equipa dar mais um de vantagem ao Schalke 04. Contas feitas cá e ouvidos lá, em Lyon, com os verdadeiros crentes Gloriosos a sofrerem cada vez mais, com o desgraçado do Luisão a servir de bombeiro, aguadeiro, socorrista e não sei mais o quê, tentando aliviar como podia o sofrimento da pesada cruz que Jesus quis carregar para um calvário desnecessário. Coentrão ia dando uma ajuda, mas também com muitas dificuldades.
Para completar o cenário cada vez mais próximo de uma brutal hecatombe, setenta minutos de jogo em Lyon e o Hapoel na frente. Escuridão total na Luz, com o Benfica às aranhas, a ficar automàticamente de fora da nau europeia, agarrando-se em desespero de causa ao seu bordo e já com a corda ao pescoço.
Dramático!
Desolação e inquietação totais, com amarelos e discussões inúteis com o árbitro.
Já não bastava a infeliz ideia e logo neste jogo, de alguém equipar o Benfica daquela estúpida maneira, e ter deixado o verdadeiro Manto Sagrado – aquela Gloriosa camisola Vermelha – a ser comido pela traça num qualquer vestiário do Estádio da Luz, a equipa a jogar pèssimamente, meia dúzia de gatos-pingados como espectadores e ainda tinha que vir um Hapoel terceiro-mundista da bola, passar-nos a perna!
Um Jesus nos acuda!
Mas Jesus não estava lá. Luisão, inconformado, ainda reduziu o score. Cinco minutos intermináveis para o final do jogo, que todos desejavam mais intermináveis ainda, pois eram precisas mais duas dentro da baliza dum grande Nóia (Neuer) – também há gandas “nóias” na Alemanha, e em Gelsenkirshen, o que eu desconhecia - para que o Benfica se mantivesse na Europa.
Aimar falha, Javi García falha, Saviola falha, Cardozo falha. Salvio, Coentrão, Gaitán, David Luiz e Luisão carregam. Rúben Amorim, tolinho, manda um charuto para a bancada do topo sul! Roberto, do outro lado, assiste, desesperado.
Paradoxalmente, o Benfica a jogar mal e todos nós a pedirmos que o jogo se prolongasse ainda mais, muito mais!
De Lyon, do Stade Gerland, nada!
A angústia de todos aumenta dramàticamente, com o Benfica a suplicar a Jesus pelo milagre da salvação. E Jesus nada. De olhar distante, fixo, quase conformado, tentando vislumbrar no horizonte uma centelha de felicidade.
E nada!
Mas eis que, a dois minutos dos finais dos encontros de Lyon e de Lisboa, Lacazette surge como um anjo redentor, tal como há dois mil e tal anos outros anjos apareceram ao Verdadeiro, em Israel na Palestina. Só que desta vez, este veio a Portugal e iluminou a Luz de luz!
Lacazette foi providencial e lá descansou um Jesus descrente, errático e um Benfica e Benfiquistas aflitos, salvando-nos da pior humilhação destes últimos anos e que já se anunciava pela TV através dos irónicos e intragáveis Tadeia & Alex Albochechas, pelos anti-Benfica, escumalha submissa, corja corrupta e brácaros da falperra.
Mas só por ver o sofrimento desta gajada, posterior ao nosso, e que enviou mais alguns deles para as urgências dos hospitais com ataques de ódio, raiva e desilusão, valeu a pena que os factos assim tivessem acontecido. Garanto-vos, Caros Companheiros, que no fim do jogo, senti uma alegria tal, que foi como se tivesse ganho por 5-0 ao Barcelona!
Finais dos jogos. Um grande susto, uma derrota vergonhosa e um incrível happy end, que nos permite ganhar o devido fôlego para o resto da época e para Europa, que novamente nos espera em Fevereiro do próximo ano!
Quem diria?
Uma coisa tão esquisita e contraditória que até custa a crer!
Agora, já duvidava que Jesus teria as tais razões premonitórias de que o anjo salvador apareceria. Mas o destino tem destas coisas e ele lá apareceu. Foi Lacazette, jogador que nem faz parte dos seus vídeos, catálogos e dossiers de jogadores exaustivamente analisados e estudados, como ele tanto gosta de salientar.
Mas este homem, além de jogador foi sobretudo um anjo. Um anjo salvador!
Para que conste e sirva de exemplo ao profeta de pacotilha da playstation!
Lacazette!
Percebeste bem, ó Jesus? Ou queres que te faça um desenho?
Olha que, milagres como este, só há um de mil em mil anos!
Já estou mais aliviado!
Nem quero ver, ouvir e ler nada sobre bola e sobre o Glorioso nestes próximos dias!
Até domingo!
GRÃO VASCO
7.12.10
Rui Costa da a cara.
Na parte que me toca podes contar comigo Rui.
SLB4EVER Rumo****
Obrigado Lyon
Hoje foi sofrer a bom sofrer.
SLB4EVER Rumo****
PS: Se voltarem a vir aqui sacarem os videos com um programa qualquer ou upar atraves do URL do video do youtube e voltarem a upar atraves do blogue garanto que muita coisa vai acontecer aos autores de tamanha canalhice.
Já foi preso?
Ontem, ao ser largado na Pocilga de Palermo, este gajo conseguiu uma extraordinária façanha - em noventa minutos, reescreveu o célebre livro de George Orwell, “O Triunfo dos Porcos”, transformando-o no “Retrato de um prostituto”.
Saia um dragão corrupto cravejado de diamantes coberto de fruta & chocolatinhos, para a Madeira, já!
GRÃO VASCO

6.12.10
Mais uma vergonha
Se eles estao satisfeitos por serem comidos desta forma quem sou eu para me preocupar ?!?!?
NOJO ABSOLUTO
SLB4EVER Rumo****
4.12.10
O "correio das putas", as jornalistas "maçaricas" e António Pereira


Pela manhã, no café que frequento, é costume aparecer um sujeito de aspecto grosseiro e mal amanhado que antes de pedir o que quer que seja, faz sempre a mesma pergunta:
- Já chegou o “correio das putas”?
Para este e mais alguns e algumas clientes do estabelecimento, a leitura gratuita da dita publicação é rápida. Abrem-na nas páginas centrais, num ápice vêem e lêem o que procuram, por vezes tiram umas breves notas e ala que se faz tarde.
Quando o miserável pasquim me chega às mãos amarrotado, já os cadernos que o compõem vêm devidamente separados, com destaque especial para o catálogo das putas. Este caderno de classificados contém as páginas mais repassadas, lidas e delidas de cada edição, dele constando um sem número de anúncios de putas, transexuais, prostitutos, swing, lesbianismo e tudo o que envolve o negócio do sexo. Um destaque especial, para aquelas, de todas as nacionalidades e espalhadas pelo país, que ali se propõem vender os seus serviços.
Já havia o clube do putedo a norte. Agora, para equilibrar a balança do orçamento, há o jornal do putedo a sul.
Para além das pessoas que anunciam os seus serviços, há também aquelas que, incorrectamente apelidadas de jornalistas, lá vão fazendo as suas rabiscadas. E estas, chafurdando no mijo da hipocrisia, são as que me chocam, pois enquanto as dos anúncios vão fazendo pela vida, as das rabiscadas estão sempre muito preocupadas com a vida alheia, procurando a devassa e o escândalo através da mentira e da especulação. Para o jet-set da fina flor do entulho cá do burgo, são páginas de informação útil, pois assim se vai fazendo a miscigenação entre namorados e amásias, adúlteras e companheiros, em estado civil incógnito. Uma promoção por conveniência, relatando os engates e as desbundas em grupo, nas promíscuas e dengosas festanças que vão por aí, com o pasquim a vender também à custa dessa farta “fodança”!
Que se mordam e que se comam umas às outras e uns aos outros, é lá com eles e com elas. Fazem-me lembrar o “toca a andar” telefónico do Alves da Madeira para o Araújo das brasileiras, pois todos sabemos que aquilo não se gasta, é cada um e cada uma com a sua e até as formigas gostam.
No entanto, para quem é figura pública mas exige privacidade e respeito, é lamentável a forma como este miserável jornal diário dá diversas notícias e como as destaca na capa. Estou a referir-me a muitas situações, que para quem lê sòmente as gordas da capa e para a maioria do povinho quase analfabeto deste país - digo analfabeto, pois a questão não passa só por saber ler, passa também por saber interpretar aquilo que se lê, e estas publicações sabendo-o, aproveitam isso a cem por cento – proporcionam uma distorção clara do que foram ou são realmente os factos, induzindo a maioria desse mesmo povinho em erro.
Vem isto a propósito da forma como o correio da manhã envolve Rui Costa num acontecimento com uma sua amiga de longa data e que constituiu um crime que está a ser investigado - um brutal espancamento que a deixou entre a vida e a morte. Pois enquanto as revistas côr-de-rosa como é a Flash, falam sobre a situação conjugal de Rui Costa de uma forma cuidada e respeitosa, o correio da manhã mistura ostensivamente a sua vivência familiar com o facto ocorrido com a sua amiga, acima descrito, tentando confundir o leitor e continuando na sua sanha imunda contra o Benfica e as suas Gentes, metendo tudo no mesmo saco.
Inclusivamente, especula e insinua sobre a possibilidade de Rui Costa ser testemunha no caso.
E a novela continua hoje, sábado, no suplemento “vidas” através de um artigo??? com enormes parangonas na capa e no interior – “Rui Costa à beira do abismo”, “Rui Costa vive pesadelo” - completamente vazio, escrevinhado ao sabor da futilidade de mais duas “imberbes fofoqueiras” – Rita Montenegro e Vânia Nunes - que vão sobrevivendo neste magazine decadente à custa das vidas privadas de outros. Gostaria que estas duas maçaricas do jornalismo pensassem e parassem um pouco neste vampirismo atroz do qual se alimentam.
Será que já alguma vez equacionaram os custos da devassa pública das suas vidas privadas?
Será que já alguma vez pensaram em ver ou ler nalgum tipo de revista do género, fotografias, actos ou confidências íntimas das suas vivências?
E será que já pensaram naqueles seus vizinhos, colegas de trabalho, chefias e afins, que as olham apetitosamente, comendo-as mentalmente da cabeça aos pés, quando descem os degraus dos seus apartamentos, as encontram no café da esquina ou miram as suas coxas num qualquer recanto das suas mesas de trabalho e as cumprimentam, após lerem essas suas façanhas passionais?
É achincalhante, no mínimo, a forma como esta publicação de merda o faz, caindo no descrédito e no ridículo. Todo e qualquer Benfiquista que se preze não deve comprá-la, quanto mais não seja por respeito ao Clube e às pessoas que o gerem.
Por outro lado, na parte respeitante ao desporto, particularmente futebol e como complemento a estas notícias que envolvem Benfiquistas, para quem está minimamente atento àquilo que se escreve no correio da manhã sobre o Sport Lisboa e Benfica e as suas Gentes, sabe bem quem é António Pereira.
O seu mais recente gatafunho sobre o Benfica, publicado anteontem, dia 2 de Dezembro, no “cm”, é a prova da incompetência e da bandalheira que grassa naquele pasquim. Ao ler a notícia sobre o Benfica, perguntei-me como é possível a um jornalista que já foi estranhamente premiado pelos seus padrinhos, citar informações sectárias, retardadas e anti-Benfica como sempre, de outro jornal, neste caso o pasquim desportivo diário, órgão oficial do clube da fruta e dos chocolatinhos, a norte, e depois dizer que “o cm apurou, blá, blá, blá blá, isto, mais aquilo e aqueloutro”.
O que faz correr este António Pereira?
O que faz especular este pseudoespecialista em assuntos internos do Benfica?
Será que o fulano estará sempre tão bem documentado sobre a vida interna do nosso Clube?
Porque o faz sistemàticamente de uma forma tão negativa e crítica?
Porque quer António Pereira fazer sangue com o Clube?
E quem lhe paga para fazer estes abjectos servicinhos, mais parecendo encomendas oportunistas de certa escumalha submissa em preito de vassalagem à corja corrupta, a norte?
Perante este tipo de perfis que hoje se encontram aos pontapés na comunicação social, deve o Benfica e devem os Benfiquistas, tomar as devidas precauções e atenções, pois agora, o nosso combate terá de passar também pela denúncia dos autores destes constantes atropelos e faltas de respeito que minam constantemente o Clube.
Porque não, constituírem-se brigadas de especialistas Benfiquistas ligados à CS e à investigação, que se empenhem a fundo e dêem início aos escrutínios das vidas profissionais, pessoais e privadas desta escória que especula, insinua e mente constantemente contra Nós e escarrapachá-las nos nossos órgãos de informação – Benfica TV, Jornal “O Benfica”, Revista Mística e site na internet do Sport Lisboa e Benfica denunciando-a e desmascarando-a?
Os jornalistas são cidadãos com os mesmos direitos, deveres e obrigações que todos os outros. Se esses requisitos não são cumpridos porque os responsáveis por isso continuam a assobiar para o lado, permitindo àquela classe o abuso e actuar com total impunidade, temos o mesmo direito como lesados, de recorrer a mecanismos idênticos que travem este despautério total em que vive esta gentalha sem escrúpulos.
Ao mais leve indício de qualquer anomalia, ilegalidade, comportamento incivilizado ou duvidoso, negócios paralelos, vidas duplas, segredos passionais, incumprimentos fiscais, tudo deverá saltar cá para fora no que respeita aos muitos Antónios Pereiras ou Hugos Cadetes – o gajito da TVI, autor do flash interview em Aveiro – e quejandos, que grassam como moscas e varejeiras no pântano medonho que é a nossa comunicação social. E ao que me têm contado, neste sector, a lama, a promiscuidade e a escandaleira é a granel…
Seria utilíssimo ao Benfica que alguns indefectíveis com competências nestas áreas começassem a elaborar um “dossier” minucioso para cada um destes títeres.
Irremediàvelmente queimados profissional e pessoalmente, a ter de suplicar e mendigar para matarem a fome a si próprios e às respectivas famílias, serviriam de exemplo para o futuro, obrigando os maçaricos a pensar duas vezes antes de cometerem abusos.
Aqui fica o repto a quem na capital possa contribuir para que o Benfica não seja achincalhado e desrespeitado como o tem sido ao longo destes últimos anos pela maioria da CS e grupos dos media.
É que Antónios Pereiras pululam às chusmas pelas redacções dos jornais da capital, desportivos ou generalistas, já por si autênticos esgotos a céu aberto, com directores e editores-chefe constituindo-se verdadeiros energúmenos na escrita e nos comportamentos.
GRÃO VASCO


