31.12.10

O "BILLAS"

Bobby & Billas

“Billas”, busca, busca, ataca, ataca!

Estas serão as palavras de ordem que mais se ouvirão em Palermo a partir do primeiro segundo do ano que está a chegar.

A fauna que pulula em redor de Giorgio di Bufa está a mudar.

“Bobby” está destroçado. O seu contrato não foi renovado e o destino a curto prazo será o canil da Madalena. Só a RTPalermo o poderá salvar de tão cruel sorte dando continuidade ao programa contra-informativo e assim livrá-lo da fatal injecção atrás da orelha.

Já nem o “Tareco” lhe liga. O bichano só quer o colinho quente da brasileira e cheirar as bufas fedorentas do patrão.

Um novo cão-de-fila está na linha da frente – “Billas” – um novíssimo dogue de ascendência anglo-saxónica, que pela desvairada agressividade e contínuas ejaculações precoces, até tem causado a estupefacção dos brontossáurios mais cépticos de Palermo. Bem mandado, tem-se atirado às canelas do inimigo como gato a bofe, demonstrando que aprendeu depressa todas as técnicas sabujas e rasteiras da cartilha do mestre-conselheiro.

Recentemente, Di Bufa reiterou-lhe a sua confiança, mas não se esqueceu de lhe frisar em acto público que é ele o seu dono, através da referência expressa de uma vitória antecipada.

Treinado no canil aristocrático de Guilhomil, pode ser que “Billas” e o seu mentor morram gordos e de raiva a meio do próximo ano.

Que as profecias do mestre da táctica se cumpram e que regressemos ao Marquês no próximo mês de Maio.

São estes os meus votos para 2011.

Aguardemos!

GRÃO VASCO



29.12.10

LIXÍVIA AZUL CORRUPTA

Ontem bem cedo, pela manhã, quando cheguei ao quiosque habitual para ler as gordas no escaparate, dei com o habitual e famoso papagaio cinzento de fraque vermelho, recolhido a penates. Estava ainda muito frio para esticar o gargalo ao ar livre, e por isso, o dono, à cautela, não fosse o bicharoco apanhar algum resfriado, resolveu e bem, colocá-lo no interior do quiosque, junto à vitrina, sobre a pilha de jornais desportivos do dia. Pelo menos, atrairia a clientela mais distraída.
O papagaio, que todo encolhido se defendia dos zero graus de temperatura exterior, apercebendo-se da minha entrada e dos respectivos bons-dias, não hesitou, e em tons de gozo começou a trautear aquela célebre canção "Ôi cara, conheci um velho rico e careca…", esticando-se todo para chegar à capa do jornal mais próximo e que por mera coincidência ou não, era "O Nojo".

Na realidade quem lhe ensinou a cantilena esqueceu-se de dizer-lhe que ainda tenho uma trunfa respeitável e a bolsa cheia…de remendos. Portanto, havia aqui marosca.
Foi quando me apercebi que na capa do órgão oficial diário do Fruta Corrupção & Putêdo, vulgo "O Nojo", se anunciava em grandes parangonas e com foto, uma entrevista ao Senhor das Bufas. Era a homenagem deste amontoado de folhas inquinadas e respectivos escrevinhadores, ao impagável Giorgio pelo seu septuagésimo terceiro aniversário e uma evocação branqueadora de diversas facetas da sua vida.

Solicitei umas luvas descartáveis ao dono do estabelecimento, pois não queria estar a sujar as minhas mãos ao desfolhar as páginas deste pasquim miserável onde se versava o tema.
Ao percorrer a entrevista, melhor, a reles encomenda com perguntas dirigidas para respostas branqueadoras, mais uma vez concluí que as lavadeiras de Giorgio continuam numa azáfama constante, não perdendo uma única oportunidade na vã tentativa de reabilitarem um canalha que com a conivência de um bando de trafulhas sem escrúpulos se tornou numa das figuras mais sinistras do futebol indígena e mesmo da decadente sociedade de Palermo.
Mais uma lavagem grosseira em que os esbirros andrades da caneta, um bando de morcões cobardes, enfeudados e completamente manietados pelo grémio da fruta, resolveram imprimir com lixívia azul corrupta e falsificada, umas míseras folhas que se constituem como um dos piores montes de esterco que aquela pocilga jornalística alguma vez fermentou e editou desde que emergiu do lamaçal de Palermo.
Àquele arrazoado só faltou mais um título - "Vamos contar mentiras, anedotas e abastardar ainda mais o chafurdo", pois é inacreditável como alguém pode ter a coragem de publicar uma farsa tão à descarada - e um encarte, contendo directivas da pastoral do bispado de Palermo para clementinamente se proceder em vida à beatificação deste incorrigível prevaricador e à continuação do combate injustificável aos infiéis da mouraria da capital, pois cristandade e fé é com ele…e hipocrisia e impunidade também.
A indecência é uma palavra à solta naquelas bandas.

Sem dúvida que Giorgio se deleitou ao divagar sobre sexo, amor, dinheiro, amizade, trabalho, justiça e fé, mas esqueceu-se das respectivas promiscuidades nos calores da noite, das surras e das bofetadas bexiguentas na esposa e na amante, dos aveiros connections, das comissões em transferências, das contas nas suíças e nos off-shores, das conversas hipócritas com um morto que ainda em vida tentou apagar da memória colectiva dos seus prosélitos, dos seus tempos de sócio-gerente calaceiro, dos juízes mancomunados com a sua camarilha e da blasfémia que é a sua vergonhosa vida. Um péssimo exemplo para desejar estar sentado à mesa com os filhos.

Só faltou saudar os pseudojornalistas de "O Nojo" com um "tás bom, ó filha da puta?!", e uma referência às telecomunicações, mas como as escutas não valeram, nem valia a pena puxar o tema…

O almoxarife da Confraria da Fruta não esteve com meias medidas e quanto a sexo, mantém o do seu tempo – esqueceu-se dos sagrados bicos e das santas trombadas estreados com a alternadeira em San Milagro de Comportela - que é normal (mas o que é isso de "normal"?) e que só tem significado quando ambas as pessoas se entregam totalmente e com amor!
Ao ler essa passagem idílica, tão pura e prenhe de um pseudoromantismo labregóide e contumiliano, soltei uma grande gargalhada. O papagaio assustou-se e pensando que eu lhe iria fazer a barba logo ali, ou o que Giorgio quis fazer ao da amásia – ida directa para o panêlo para substituir o perú – empertigou-se, espanejou-se todo e lá começou com o seu número de circo, cantando:
- Sim Carolina, ó i, ó ai, sim Carolina, ó ai, meu bem...terminando com um agudo e estridente assobio - uuuuuuuuiiiiiiiiiiiiii, uuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuuu!
Já não consegui ler mais e o papagaio salvou-se de boa.

Nisto, entrou um andrade morcão que comprou um exemplar dos três que o dono da loja manda vir diàriamente.
Só ouvi o papagaio:
- É fruuuuuuta, óóó chocolate!

E o quiosque encerrou para balanço.

GRÃO VASCO

24.12.10

Requiem por uma ratazana


Na minha adolescência conheci um nobilíssimo ancião que pela sua sabedoria e vivência passei a admirar, sendo durante muitos e muitos anos, um dos meus principais conselheiros.
Um dia, num momento de grande serenidade e reflexão, agarrado à sua bengala e ao seu inseparável charuto, virou-se para mim e perguntou-me:
- Ouve lá, ó catraio…sabes o que é um canalha?
Apanhado um pouco de surpresa e na minha ingenuidade de novato, respondi simplesmente:
- É um indivíduo capaz de fazer mal aos outros.
O velho olhou para mim e com um ar muito sério, franzindo o sobrolho, disse-me:
- É muito, mas mesmo muito mais do que isso. É um animal selvagem que pode estragar a tua vida, a dos teus, aquilo em que acreditas, aquilo porque lutas, aquilo que defendes, aquilo que é teu, em segundos, espezinhando-te, aldrabando-te, usando a mentira, a traição, a difamação, a suspeita, a insinuação e a chantagem.
Ao longo da tua vida vais encontrar alguns destes espécimes que poderão dar cabo de ti em três tempos!
São as piores ratazanas que existem à face da Terra!


Nunca me esqueci deste e de mais alguns outros episódios, que para mim foram lições para a vida.

Conheci e conheço realmente alguns canalhas. Entre eles, um grosso punhado de alto calibre que verdadeiramente causaram e causam estragos que jamais puderam ser reparados.
Para essa corja vai o meu manifesto desejo que arda eternamente nas labaredas do inferno. Mas mesmo aí tenho dúvidas que o diabo os lá queira.

Vem isto a propósito das biqueiradas, do achincalho, do vilipêndio, dos ataques sórdidos que uma dessas ratazanas recentemente desaparecidas brindou o Glorioso anos e anos a fio.
Pouco me interessam que os episódios da sua vida privada tenham sido bons ou maus; pouco me interessa que tenha sido um bom chefe de família – Al Capone, Dom Vito e Michael Corleone também o foram; pouco me interessa se viveu uma vida à sombra do nome de seu pai, ou se fez alguma coisa pela cidade que o acolheu ou se tratou mal algum colega do grémio a que pertencia, ou se não soube reconhecer as dádivas que em determinado momento lhe salvaram a vida. Não foi por isto que se deu a conhecer.
O que sei, o que li, o que vi e o que ouvi, foram factos mais do que suficientes para o identificar, não como um adepto pugnando pela luta leal e urbana, mas sim pelo seu radical anti-Benfiquismo - uma postura sectária e trauliteira, sempre expressa num ódio infinito levado ao extremo, usando o truque sujo da insinuação, da provocação, da mentira e principalmente do encobrimento de factos, tentando sempre escondê-los na lama onde sempre chafurdou, não esquecendo o recente episódio de apelo à violência que foi abafado pelos media afectos à quadrilha corrupta.
Este bicho começou a emergir, quando apareceu em fotografias de grupo com os seus primeiros compagnons de route – giorgios, abéis, lourenços, ílidios, sousas, adrianos e quejandos – depois em programas de televisão e intervenções públicas onde acabava sempre por exibir o seu ódio e rancor ao Benfica.
Confrade emérito da Irmandade da Fruta foi ao longo desta trintena de anos conivente com toda a chafurdice e sabujice que ainda continua a imperar no reino da bola no pé.

Como pessoa de bem, questiono-me como é que é possível despontar um sentimento tão cruel e de tanto desprezo pelo passamento de tal ratazana?

Realmente aquele nobilíssimo ancião tinha razão. Ao definir um canalha, estava a querer dizer-me que os há devidamente credenciados e especializados em determinadas áreas. Este é um flagrante exemplo de quem, usando determinados métodos na principal faceta da sua vida, se tornou numa das maiores e mais refinadas ratazanas de Palermo.

O requiem aconteceu. A Irmandade da Fruta não falhou. Nem o seu fiel e laureado representante no governo, nem a corte bracarense. À parte desta quadrilha, lá estavam meia dúzia de papalvos, mas nesta matéria não quero meter a foice em seara alheia, nem aludir aos maus-fígados de outra gente.

Palermo está de luto!
Que continue a estar. Tem fortes razões para isso.



GRÃO VASCO


22.12.10

Feliz Natal e Prospero Ano Novo

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Caros Benfiquistas,
Vou entrar de ferias e a todos quantos nos visitam desejo umas Boas Festas e que o Ano Novo nos traga de volta o Benfica Campeão e a consequente renovação do titulo.
Tudo farei para manter atualizada a barra de Menus do blogue mas se algo falhar ja sabem :).
Abraço e muita Saude.

PS:Esta musiquinha e inspirada no meu menino :)

21.12.10

OS BALÁZIOS DA SEMANA (VIII)







ARTUR & HUGO

Sem perdão…


GIORGIO DI BUFA

Emerge, submerge, emerge, submerge, emerge, submerge…na merda!

E lá vai chafurdando no Fruta, Corrupção & Putêdo, arriando umas bufas e fazendo o habitual picotage na brasileira.

Um ser abjecto, imundo.

A imagem de marca de um grémio podre e corrupto.


GLORIOSO

SOMOS DE UM CLUBE LUTADOR!

UM FELIZ NATAL!

GRÃO VASCO

19.12.10

Tinha de ser dasssssss...mais uma trafulhice.

Dizer o que ?!?!?! Isto nao e roubar ?!?!?!Semana apos semana ?!?!?!






SLB4EVER Rumo****

Mais uma vez prejudicados.video.

Não e pelo facto de termos ganho por 5-2 que tudo correu bem.Os palhaços do costume voltaram a atacar...

SLB4EVER Rumo****

14.12.10

OS BALÁZIOS DA SEMANA (VII)


O Chorão da Falperra

Tal como em Donetsk, dois a zero sem espinhas.
Ontem, desfalcados dos habituais insurrectos, muitos deles famosos após a selvajaria do campeonato passado protagonizada à entrada do túnel da Pedreira contra os jogadores do Benfica e com a complacência escandalosa do superdragão do Lordelo, Jorge de Sousa, os brácaros ainda tentaram criar esse ambiente. No entanto, fizeram outra vez mal as contas e o Benfica que aprendeu bem essa lição, preocupando-se sòmente com o jogo, com classe e cabeça fria atirou-os pela borda fora, sem apelo nem agravo, nesta eliminatória da Taça.

No fim do jogo, as habituais queixinhas que já metem nojo. Contra o Benfica, o fulaninho, sendo fiel ao seu lema de que “quem não chora, não mama”, pensando ainda que isto é o fórróbódó da época transacta, tratou de lançar o seu rancor e azedume, aludindo a que Maxi fez falta para um hipotético segundo amarelo, omitindo indecentemente a paulada do Paulão no Cardozo e as agressões de Hugo Viana e Sílvio respectivamente a Coentrão e Gaitán, esta última já na segunda parte. Com um árbitro sério tinham sido imediatamente expulsos. E com isto, Coentrão, que só se tinha limitado a apanhar, ainda apanhou com um cartão amarelo.
Para culminar o seu show nas declarações pós-jogo, o incurável chorão acabou por executar dois números que deixaram corados de vergonha os verdadeiros palhaços do circo Cardinalli. Duas frases lapidares causaram o desdém dos espectadores:
- “As decisões não estão a ser tomadas a nosso favor” e “Talvez a jogar contra dez conseguíssemos ganhar”.
Parvoíces de um mau perdedor.

É que agora, quem vai à frente não é o Benfica, mas sim o grémio daquele que esta época já lhe fechou a torneira do pipeline de jogadores e apitadeiros - no campeonato estão bem longe e à taça disseram adeus. Tudo simples. E convenhamos que isto não é coisa que o lastimoso não conheça. Por isso, nestas alturas, deveria ter juízo e decoro, evitando descarregar injustamente baba e ranho com fartura após uma derrota sem espinhas.
Mas contra o Benfica é sempre assim. Atento e anti demais. Contra o seu querido grémio da fruta & chocolatinhos, olha para o chão ou assobia para o lado, como foi o caso daquele escandaloso penalty na Pocilga, em cima dos noventa minutos que esta época daria aos “seus brácaros” o empate na partida. Mas neste caso, “moita-carrasco”, nem um pio sobre essa matéria. O patrão corrupto manda e a arraia-miúda obedece com juízo.
É por isso que esta gajada deveria ser literalmente enxotada como reles rafeiros de rua, assim que acabassem os jogos no Estádio da Luz. Esta gentalha não merece nenhuma consideração e respeito.

O
Caricato

Para completar o ramalhete ainda veio um analfabeto cheio de azia, falar de caricatura. Sabe lá o beócio o que é uma caricatura. Talvez as suas tranças sejam uma caricatura dele próprio. Ressabiado pela derrota que lhe custou a engolir, como um bom ruminante retirou o mérito à construção do primeiro golo do adversário, neste caso ao Benfica e aos seus jogadores – Javi e Saviola - salientando indirectamente a incompetência dos seus companheiros na defesa.
Não há nada como o chafurdo de Palermo, onde se aprende a não saber ganhar, nem a saber perder.


A feijoada de chocos do dia anterior

No sábado à noite, quando sintonizei o rádio portátil para saber os resultados da Taça de Portugal, durante uns longos momentos ouvi uns comentários muito amenos ao jogo que tinha terminado em Setúbal, entre o Vitória local e o Çeportén e uns contínuos elogios a um golo marcado pelo falso etíope. Presumi que o Çeportén tivesse ficado apurado com a vitória de 1-0. Puro engano. Qual não é o meu espanto, quando mesmo a finalizar a transmissão são referenciados os golos do jogo e o respectivo resultado.
Pois bem, não há nada como passar uma esponja pela eliminação da lagartagem, amparando-os na queda. E os “relatadeiros” e “cumentadeiros” fizeram-no tão bem, que por eles, o Çeportén tinha passado a eliminatória, pois pelo que ouvi, só o golo do lagarto é que foi relevante no jogo.
Não, não foi. O que contou e isso é que lhes doeu, é que o seu Çeportén naufragou, Sado abaixo.
Mas “no pasa nada”, foi só uma feijoada de chocos que provocou uma leve indigestão ao jantar…
Olhem se tivesse sido o Benfica, teria sido como “malhar” forte e feio no ceguinho.

No domingo estive no café habitual a ver o Glorioso.
Como sempre, lá estava a Trupe Lagarta com um assinalável número de presenças, empenhada numa compensação que lhe restituísse o orgulho ferido e a alegria desbaratados no dia anterior, a puxar por outro Çeportén, o de Braga, que para eles fazia também de anti-Benfica, e para assistir à desgraça final do seu ódio de estimação.
Lotação esgotada.
Uma hora e meia intensa, com trocas constantes de mimos na plateia entre os apoiantes do Glorioso e os contras. Quentinho.
Mesmo a finalizar o jogo e após aqueles dois momentos emocionantes, primeiro na baliza do Glorioso, com a defesa in extremis do nosso guarda-redes e depois na outra, com o golo do Aimar, entre insultos ao Júlio César e mesmo ao Roberto, do tipo, “o Jesus tirou um frangueiro, para lá meter um mijado” e assim sucessivamente, vi aquela horda leonina desolada, quase desfeita, à beira de um ataque de nervos, dizer:
- “O Júlio César defendeu a bola dentro da baliza e o Aimar estava fora-de-jogo”.
A indigestão causada pela feijoada de chocos do dia anterior tinha-lhes toldado a visão. Tirei do bolso uma dúzia de carteiras de sais de frutos, e ofereci uma a cada um deles, com votos de rápidas melhoras. Despedi-me com um “viva ao Benfica” e voltei para casa.
O que eu me ri!


E o jogo (do) porco continua…

Fisionòmicamente não se assemelha a um porco, é verdade. Ele é ainda um “bacorinho-cenoura”. Mas cheira mal à mesma. Ou melhor, cheirou sempre mal, desde o tempo em que se bufava e mijava às cavalitas do tio nas idas para o “tribunal”.

Com JeSuíno Pepsodent foi assim, com este bacorinho a história repete-se. A postura ordinária e reles continua a ser a imagem de marca de quem chega e se estatela no chafurdo da Pocilga de Palermo – encharcam-se de merda corrupta giorgiana e provinciana até ao cruto da cabeça, poluindo as suas pobres massas cinzentas, ao ponto de usarem uma linguagem semelhante a grunhidelas provocatórias quando abrem aquelas promíscuas bocarras, com a ajuda de uma gentalha infecta de microfone ou esferográfica e bloco na mão, que a cada “conferência de imprensa” faz perguntas por encomenda, para óbvias e premeditadas respostas.
Uma estratégia velha e relha, sempre orientada no mesmo sentido, que define uma fauna selvagem e impune, a norte, constituindo-se como uma autêntica praga de chulos e de gonococos que infestam ainda mais as salas de imprensa já conspurcadas de Palermo e paragens limítrofes.

Não há uma intervenção pública, a cada semana que passe, que este bácoro azul e bronco não grunha contra o Glorioso.
Desta vez ficou visìvelmente incomodado pela passagem lacazéttica do Benfica para o torneio europeu que o seu grémio pocilguento também integra. Até inventou uma frustração do grémio colchonero e criticou o modelo dos torneios. Só por isto imagine-se aquela cambada de andrades corruptos a arrepelar-se, toda retorcida, no mais célebre “88º minute de cette saison européene”.
Mêdo?
Sim, muito!
Faz parte de uma estratégia de conflito permanente – arquitectada com a concordância de qualquer monte de esterco arvorado em director de comunicação, da pandilha que pulula em seu redor, e com o beneplácito do maior bandido deste país - para manter todos os morcões corruptos em pé de guerra?
Faz!
É doença?
Não. É uma deformação congénita que se agrava com a idade e que o torna cada vez mais deficiente.
Mas como todos os bácoros, grandes ou pequenos, brancos, pretos ou ruivos, aristocratas ou plebeus, ou mesmo deficientes, irá acabar no espêto.
É só uma questão de tempo, mesmo com os gajos do apito a bufarem para o seu lado e os chibos dos media a idolatrá-lo.
E aí, que guinche, que esperneie e gesticule como ele tão bem soube fazer aquando do prélio contra a escumalha submissa, que grunha, uma coisa é certa, será sempre sem perdão!
Aguardemos pelas suas frustrações…


Glorioso

Sobre brasas, mas bem ganho!
Jorge Jesus reconheceu as suas responsabilidades e assumiu erros. Nem de longe, nem de perto, sou seu fã ou admirador. Mas é ele o treinador do Benfica e sensibilizou-me a sua atitude. Tem o meu aval e o meu apoio, como o tem Rui Costa, a equipa e o Presidente. É tempo de união, de coesão e de arregaçar as mangas para as duras batalhas que se aproximam. Só assim poderemos ganhá-las.
Espero que após estas semanas agitadas em que quase toda a CS atacou de uma forma soez e violenta, Jesus, Rui Costa, jogadores, o Benfica e os Benfiquistas, o nosso treinador tenha a consciência clara das suas capacidades e das da equipa, que as saiba transformar na eficácia que todos nós pretendemos e que consiga supermotivar todo o grupo. As fracas assistências na Luz foram o primeiro barómetro para ele. A parte mais importante da sua avaliação será feita a partir de agora. É agora que Jesus terá oportunidade de demonstrar que também ele tem dimensão europeia e que pode sonhar com vitórias só ao alcance de alguns eleitos. Todas as provas continuam em aberto e a possibilidade de as ganhar não é nenhuma ilusão, mesmo o campeonato da nossa liga. Na Liga Europa poderá redimir-se e muito bem, dos estrondosos equívocos que já vêm da época anterior, principalmente de Liverpool, e mostrar que temos estofo europeu mesmo na competição menor.
Duas pequenas referências. Luisão continua a exibir capacidades de liderança e forte estrutura mental para conduzir a equipa dentro e fora do campo, e Salvio, que no pouco que joga, demonstra que pode dar um precioso contributo à equipa.

As modalidades continuam a dar uma boa resposta, excepto o Andebol, que depois de um começo promissor tem desiludido. Entendo pouco da modalidade, mas quando vejo os jogos parece-me que falta ali algo para a equipa dar o salto que se pretende. Também sei que há jogadores-chave lesionados e isso é sem dúvida uma atenuante e um sério contratempo. Ao contrário dos escabrosos comentários que já li na Gloriosasfera sobre o treinador – prof. José António Silva - creio que alguns jogadores padecem do mesmo mal do que alguns no futebol. Há que incutir neles frieza e estrutura mental forte nos momentos cruciais. Só isso, pois bons executantes são eles.

Dos Juniores não vou, nem quero falar. Vejo-os na Benfica TV e tenho dado o meu tempo por mal empregue. Jogos e exibições incompreensíveis. Começo a ver muito paleio e pouca obra. E obra no desporto é ganhar. O Benfica, ao contrário do que tenho ouvido, não pode só primeiro formar homens e depois jogadores. O Benfica tem que simultâneamente criar Campeões e formar Homens. Isso sim!


Bidão de merda

O meu total desprezo para dois escarros que esta terça-feira vieram a terreiro despejar veneno e porcaria para os diários desportivos – o plagiador-escritor, um pária miserável, chulo de Lisboa e do Sul e JeSuíno Pepsodent, rancoroso e velhaco, que a partir de determinada altura nunca mais deixou de lavar a boca nos esgotos de Contumil.

Para eles o bidão de merda desta semana

GRÃO VASCO




ADENDA POR JJD




SLB4EVER Rumo****

13.12.10

Incompetente

SLB4EVER Rumo****

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