12.2.11

Aliança espúria



Não é novidade para ninguém. Até o adepto menos atento sabe que os jogos em Braga e na Luz no próximo domingo definirão muito do que irá passar-se até ao final da época.

Também não é novidade nenhuma que o miúdo da fruta e dos chocolatinhos está com medo. Com muito medo. As suas conferências de imprensa mais recentes, antes e depois dos jogos têm sido para si um tormento. É vê-lo beber água, compor o nó da gravata, engasgar-se, arfar, patinar, pigarrear com voz titubeante, sem saber bem o que deve dizer. Presumo que a sua sombra, o Goebbels da Pocilga ou director de comunicação do seu grémio esgotou o stock da sua suja e rasteira estratégia. O Benfica, mesmo a onze pontos é um papão assustador para este miúdo que nunca deixou de ser malcriado, inconveniente, imbecil e provocador quando bem quis e bem lhe apeteceu e enquanto as coisas para o seu lado andavam bem melhor do que agora. O facto mais relevante, é que o Glorioso não tem descolado e está a ser algo de perturbador para quem julgava que por esta altura o campeonato já estaria no papo. Para ele, agora, o importante é ganhar, com batota ou sem ela, com golos marcados com a mão ou pelo apito de quem arbitra os jogos do seu clube condenado por corrupção. O que interessa é ganhar, seja por que preço for.
E as vozes do asqueroso séquito que o idolatra, alinham pelo mesmo diapasão. Tal como um polvo tenebroso, ele está disseminado por todo o lado. É uma praga. Até o intragável Júlio Magalhães, um parolão da Trypalândia, em missão de serviço na capital e que pelo cargo que ocupa deveria ter uma postura isenta e ponderada, bolçou mais umas quantas alarvidades em prol da trapaça e da viciação dos resultados para o seu grémio de coração.
Uma vergonha, um nojo, quando vemos à frente de entidades como a TVI, um exemplar deste calibre que mais não é do que o espelho das manigâncias que se instalaram naquele norte distorcido e adulterado.

Há realmente um medo tremendo. Uma derrota ou mesmo um empate em Braga, e em Palermo ficará tudo à toa.

No entanto, não vejo razões para tanta paranóia. Duarte Gomes e João Ferreira encarregar-se-ão de serenar as águas, acalmando as hostes corruptas. Os brácaros não são inimigos, nem adversários sequer. São, como tem sido bem patente na postura de salvadores e mesquitas, uma súcia de amigalhaços e incondicionais aliados. Com paciência ou sem ele, com jogadores emprestados ou com eles pressupostamente no estaleiro, com outros com pêlos encravados na barriga das pernas ou na ponta das orelhas, a passadeira vais ser estendida da Falperra à Pocilga. Mas terá mesmo de ser estendida, pois o jogo da Luz é antes do de Braga, e se o Benfica cumprir a sua obrigação como se espera, Duarte Gomes ajoelhará.
Disto não tenho qualquer dúvida.

No entanto, no caso da teoria das probabilidades da fruta falhar, isto é, se a promiscuidade e o conluio se esfumarem nos noventa minutos na Pedreira, a paranóia será total na Pocilga e em Palermo.

Mas isto é só “se”, o que sinceramente não acredito…

Contudo, o Benfica tem umas sérias contas a ajustar no domingo, quanto mais não seja demonstrar que o ESCANDALOSO ROUBO de que foi alvo em Guimarães na primeira volta e protagonizado por Olegário Benquerença, genro de António Garrido, amiguinho de Michel Vautrot e um dos árbitros mais manhosos e execráveis de que há memória, foi um acto asqueroso e premeditado de nos afastar prematuramente do título.
E disso nunca nenhum Benfiquista se poderá esquecer.

GRÃO VASCO

9.2.11

A voz do GPS


Quando na noite de 2ª feira, num “zapping” fugaz, passava de raspão pela SIC Notícias, ouvi uma voz que em exagerados decibéis quase apagava a própria imagem do vice-presidente do Benfica, Rui Gomes da Silva, que nesse preciso momento passava no ecrã.
Pouco depois lá a identifiquei. Era a da habitual arara corrupta com a sua táctica palradora. Mais concretamente, a voz de um títere azul e bronco, o intragável Guillermo Cagaya, nickname do dito cujo no “bas-fond” ribeirinho de Palermo.
Mas o mais curioso é que tem sido esta a voz adaptada aos GPS’s da marca Giorgio di Bufa, cujos componentes e acessórios à base de fruta e chocolatinhos provindos da “empresa” Araújo & Toca a andar têm tido enorme aceitação e uso por parte dos apitadeiros, aos quais são oferecidos para se “orientarem” devidamente.

PLANTA PRINCIPAL DO GPS

Como é visível na imagem, o modelo é o Fruta, Corrupção & Putêdo 2010-2011 de écrã táctil, com o qual o grémio corrupto presenteou os apitadeiros de “elite” no início desta época, contendo já as mais recentes actualizações, em formato digital (está na moda), do “sempre em frente, sempre em frente, sempre em frente”, do “à direita vai ver uma casa grande”, da “farmácia…sempre em frente”, da “na farmácia, vira à esquerda”, do “vai passar nuns columbófilos” do “à esquerda, outra vez à esquerda, e no fundo vira à esquerda”.

Nota: Como é que é possível que o SL Benfica não indique um elemento capaz de arrasar aquele bandalho da corja corrupta que nas noites de 2ª feira transforma a SIC Notícias numa praça de excrementos?
É que o do palito não conta. Nem que fosse para os apanhar!

GRÃO VASCO





8.2.11

O PEQUENO EDGAR

Há dias estava eu nas aulas, na última fila, com o meu caderno e lapiseira, como sempre a fazer umas linhas de boa escrita para bons leitores, enquanto o professor expunha a sua tese utilitarista da vida humana, que sinceramente não faz parte das minhas principais preocupações mundiais, quando sou informado que as papoilas saltitantes se encontravam alojadas no hotel Meliá de Gaia, a cerca de 1000m da minha escola. De pronto, saltei como uma bala da desconfortável cadeira em que me encontrava, ausentei-me da lição (que já ia longa), passei em casa para ir buscar o meu cachecol e desloquei-me até lá, para ver os nossos temerosos guerreiros. Não me surpreendeu o que vi no local, centenas de benfiquistas a fazer o nome do Maior Clube do Mundo ecoar pelas ruas, em plena cidade dos porcos corruptos, a 300km de Lisboa. Pensei cá para mim: "somos mesmo muito grandes..", enquanto cerca de 20 gatos pingados, claros marginais dissimulados prontos a espalhar a criminalidade, trajados de azul e branco (uns tais de super morcões), viam as suas palavras pouco dignas serem abafadas pelo apoio ensurdecedor do povo encarnado. Depressa bateram em retirada, rendidos à nossa proeminência, como tristes cobardes, que são.

Duas horas de pé, ao frio, e posso dizer que valeu a pena. Não só por ter convivido tão de perto com os mágicos, mas por outras razões, como ver o meu Benfica ser tão fortemente apoiado na minha cidade. No local em que me encontrava, na primeira fila a cerca de quatro metros do autocarro, encontrava-se também o pequeno Edgar, um rapazinho de 8 anos que nunca tinha visto o nosso Enorme tão de perto, porque o pai não tem posses para que tal aconteça (conheci o senhor e o menino no local, e posso dizer que o pai desfez-se em lágrimas quando me contou isto, dizendo-me desesperadamente "nunca pude mostrar ao meu filho o que é o Benfica". Há situações que comovem um homem, e confesso que tive de limpar a lágrima do olho quando, à passagem dos jogadores, o pequeno Edgar não aguentou a felicidade e também ele se desfez em lágrimas quando os viu, como se fosse a criança mais feliz do Mundo. Após a saída da camioneta que transportava a comitiva benfiquista, abracei o pai do Edgar e disse-lhe para ter muita força, porque mais cedo ou mais tarde, a vida vai ser justa com a sua família benfiquista e que a próxima vez que o visse, que fosse no Estádio da Luz, com o Edgar, a celebrar mais uma de tantas vitórias do nosso Benfica. Deixei a zona do hotel já a noite estava escura e gélida, e não pude ficar indiferente, chorei como um menino nessa noite, quando Javi García desferiu aquele remate temeroso para o fundo das redes da fruta, da corrupção e do putedo, sabendo que Edgar e o pai estariam a viver, igualmente e no calor do seu humilde lar, uma noite de alegria, de sonho, de Benfica!

Volto a repetir, chorei como um menino nessa noite...

Um grande bem haja aos meus amigos Grão Vasco e Lucífer e peço desculpa por me encontrar ausente há tanto tempo, mas desta vez tinha mesmo que partilhar convosco esta história de tamanho benfiquismo.

Até lá, Francisco Pinto.


FRANCISCO PINTO

7.2.11

OS BALÁZIOS DA SEMANA (XI)



BENFICA

Mais um jogo, mais uma vitória. Outra vez à Campeão e com muita “cabecinha”. A perseguição à bandidagem continua sem esmorecimentos, demonstrando atitude, inteligência e espírito ganhador. Ontem, não obstante as substituições terem tardado, JJ ainda foi a tempo e colocou em campo dois jogadores mais agressivos – C. Martins e Jara. Aimar, que tem tanto de excepcional executante como às vezes de displicente, passou ao lado do jogo e algumas perdas de bola suas, foram comprometedoras. Jara vai subindo, marcando golos com muito sentido de oportunidade. É importante haver cada vez mais opções e garantias para as duras batalhas que se aproximam.
Luisão, mais uma vez em grande.
Gaitán, eficaz.
Para o próximo fim-de-semana há mais, e espero que não se sinta a falta de Salvio. O Benfica não pode perdoar a farsa e o roubo de que foi vítima na primeira volta e terá obrigatòriamente de pôr na ordem quem tanto prejuízo nos causou com a conivência de Olegário Benquerença.


O “JAVARDOLAS” DA FALPERRA

O carrasco ainda arrebitou as beiçolas nalguns lances, mas o Benfica deu-lhe poucas hipóteses para “brilhar” e dourar o apito.
Mesmo assim, na segunda parte, começou a asnear ao distribuir alguns amarelos aos jogadores do Glorioso e cheguei a temer uma perigosa inclinação do campo, mas o segundo golo do Benfica, tardio, acabou pràticamente com o jogo. No entanto, esta besta ainda teve o “olho clínico” para vislumbrar que a falta mútua do Javi García e de um jogador setubalense que culminou com uma valente cabeçada daquele para dentro da baliza adversária, era “só” empurrão do Benfiquista. Seria, digo bem, seria o terceiro golo do Benfica, mas o que este apitadeiro fez, foi rir-se dentro do campo.
Quem no início da época viu o jogo Benfica-Académica e se lembra de como este gajo ROUBOU cinco penaltys ao Glorioso por empurrões e rasteiras dos jogadores da Académica dentro da sua grande área a Saviola e a Javi García, sabe bem que tipo de javardolas é este amigalhaço de Palermo e de Braga.

À RASCA…

O miúdo não vai lá. Aflição na Pocilga, mesmo com uma arbitragem habilidosa de Vasco Santos, como é da praxe. Foi “segurando” tudo, apitando a tudo. E por causa das dúvidas, “arrumou” a questão aos 81 minutos, mostrando o segundo amarelo e consequente vermelho ao defesa do Rio Ave.
Mas mesmo assim, o rapazola das estatísticas lá continuou numa evidente ansiedade, bebendo água, sem saber bem o que fazer.
No final do jogo declarou que a “resposta” dos seus morcões amestrados “foi fortíssima”. Se o foi, então qual terá sido a intensidade, de sinal contrário, da trancada que levou nas queixadas na quarta-feira?
Vai tombar e bem.
Aguardemos.

A SINA DOS “LAGARTUNÇOS”

O título dava um filme. Mas não. É uma realidade triste de um grémio em cacos. E a expressão mais fiel do destino que os seus próprios adeptos vão traçando, foi o espectáculo de baba e ranho oferecido por alguns deles e algumas delas no seu estádio, na passada sexta-feira. A orfandade começa a ser um fenómeno irreversível e comum naquelas bandas – órfãos de presidente, órfãos de jogadores (uns que saem e outros que não entram), órfãos de vitórias, órfãos de títulos, órfãos de assistências, órfãos de dinheiro, órfãos de identidade.
Para o drama ser ainda maior, o “amigo de Palermo”, sodomizou-os a sangue frio mais uma vez. Djalma, ainda jogador do Marítimo, em quem os “lagartunços” mostraram interesse, já tem um compromisso com o grémio corrupto para as próximas épocas.
Quinhentas mil broas à cabeça e Çeportén de mãos a abanar.
Obcecados com o Glorioso, nem se apercebem das patas do “gangster” de Palermo nas suas costas e em cima dos seus ombros, afundando-os cada vez mais.
Longe vão os tempos em que Sousa Cintra, um analfabeto que durante alguns anos presidiu aos destinos deste desgraçado Çeportén, dizia à boca cheia que “queria pôr o Benfica de joelhos".
As suas contas saíram furadas e o Benfica, mesmo alvo de constantes e soezes ataques destes boçais e de outros que se seguiram, aí está, pleno de prosperidade.
Mas não aprenderam a lição e continuam nessa senda miserável de exultarem com as derrotas alheias, como é o caso flagrante de Rogério Alves e quejandos, cuja satisfação é evidente e declarada quando o Benfica perde.
É esta a sina do Çeportén.

CORREIO DA MANHÃ

Ao ler o início da crónica dum tal Nuno Madureira sobre o jogo do Benfica em Setúbal, na edição de hoje deste jornal, tive logo que enviá-lo mentalmente para o sítio que todos Vós sabeis.
-“Incapaz de repetir a intensidade do arranque na Pocilga…” – escreve esta alimária de entrada, tentando minimizar a superioridade incontestável do Benfica durante todo o jogo.
Se este Madureira (o que este nome me faz lembrar…) tivesse alguma categoria como jornalista, teria tido o cuidado de em primeiro lugar, dizer que o Benfica jogou muito bem contra um Setúbal que jogou o dobro do que quando jogou contra o seu clube de coração, tendo ido mesmo assim à Pocilga, buscar uma vitória transformada em empate trapaceiro pelo inefável El Mano no derradeiro momento desse jogo.
As parangonas de hoje dos dois pasquins desportivos da capital, revelam exactamente o contrário do que este escrevinhador tentou fazer passar nos seus gatafunhos. Nós, Benfiquistas, sabemos que é uma azia do car(v)alho um andrade ter de escrever sobre as vitórias do Benfica. E então quando são como a de ontem, são precisos uns bons pacotes de bicarbonato de sódio para digerir estes dois a zero. E duas vezes dois a zero numa semana, teremos de concordar que o “bucho” fica mesmo abalado.
Bem diz o JJ que se o Vitória de Setúbal jogar como o fez ontem, mais nenhum dos grandes que lá jogar conseguirá o que o Benfica fez.

GRÃO VASCO

5.2.11

"OS BRAVOS DO PELOTÃO" (II)





Aqui presto a minha homenagem aos 1.500 “Bravos do Pelotão” que “cercados” por 46.000 andrades corruptos, apoiaram sempre os outros onze e depois dez, “Bravos do Pelotão” que no relvado, portentosamente, SILENCIARAM Palermo, a corja corrupta e uma turba ululante de incorrigíveis selvagens.

E como homenagem que pretende ser a essa Falange de Apoio Benfiquista, aos nossos Jogadores e restante staff, retirei um texto do meu arquivo datado de Fevereiro de 2009 e publicado na altura em outro blogue, em terça-feira 10, desse mesmo mês, em que os mesmos Bravos do Pelotão, naquele relvado e naquelas bancadas, protagonizaram idêntica façanha.
O resultado desse jogo foi um empate. Depois de estarmos a vencer por 1-0, Pedro Proença tratou do “assunto” à moda de Palermo, ao assinalar um escandaloso “penalty”, a punir uma pressuposta falta de Yebda sobre um avançado malabarista do grémio da fruta.

Na pretérita quarta-feira, como naquele domingo de Fevereiro de 2009, aquela pandilha fanática de cães raivosos acotovelou-se para assistir “à degola dos inocentes”. Mais uma vez a “Força Gloriosa” dominou a selvajaria.

Hoje como no passado, continuam bem patentes e vivazes a Grandeza, a Glória, a Raça, o Querer e a Ambição de todos os Benfiquistas e o asco corrupto e promíscuo da corja corrupta da fruta e dos chocolatinhos com os manhosos do apito.

“E Pluribus Unum” e consequente vitória, sem apelo nem agravo.
Estes Benfiquistas que aqui vêem no relvado e nas bancadas, e no texto seguinte, integram a História Viva do Benfica.
Um BRAVO para todos eles!


OS BRAVOS DO PELOTÃO

“Palermo”, Trypalândia, tarde de domingo, 8 de Fevereiro de 2009.
Agitação, medo e paranóia total nas hostes da corja andrade corrupta!
Uma extraordinária “Força Gloriosa” aproxima-se cada vez mais da arena circense onde quarenta e cinco mil obcecados, doentes anti-benfiquistas, aguardam a sua chegada!

Numa jogada baixa, provocatória e enquadrada dentro da imunda estratégia que os responsáveis pelo clube da Fruta, Corrupção & Putedo utilizam, e utilizaram sempre contra a Civilização, as autoridades “responsáveis” a quem competia zelar pela segurança e controle do evento, retardam a entrada dessa “Força Gloriosa”, através de manobras vergonhosas e “revistas” humilhantes aos seus apoiantes e componentes!

Numa resposta à Benfica, digna daquele Lema e daquela Bandeira que eu ao nascer adoptei e abracei, símbolos únicos, sublimes, no nosso país e no mundo, aquela multidão de Gloriosos deu-lhes uma extraordinária lição.
Uma civilização “Moura” - como aquele traste do Giorgio di Bufa rancorosamente lhe chama, mas incomparavelmente evoluída versus a apalermada, bacoca, provinciana, corrupta e mafiosa civilização que ele através do medo, da coacção e chantagem fez medrar miseravelmente em “Palermo”! – que chegou, viu…esperou e "venceu"!

A corja, que no seu covil está há muito anos bem representada nas forças policiais de “Palermo”, esperando o confronto fácil e a contra-provocação que até seria “legítima”, enfiou um monumental garruço, pois os 2.500 Bravos do Pelotão deram-lhe uma lição exemplar que os seus inefáveis e zelosos andrades, “guardas-abéis” e quejandos, nunca esquecerão.
Aguardaram serenamente e entraram naquele vergonhoso circo já o espectáculo ia a meio. Quais Gladiadores de Roma, em uníssono gritaram, cantaram, incitaram aquela corajosa equipa – os outros onze Bravos do Pelotão que lutavam, lá em baixo na arena - que, ironia do destino, esperou por eles, para juntos exultarem na glória de uma jogada, de um golo que desesperou a turba louca sedenta de sangue!
Lutaram bravamente e lealmente com as suas armas, vibraram com o golo da Equipa que também é a deles, que também é a Nossa, que é de Todos Nós! Apoiaram, puxaram com todas as suas forças, com aquela Alma Enorme, com aquela Alma Gloriosa só digna dos eleitos!
O histérico “speaker andrade corrupto” de serviço, bem se esganiçou, bem difamou, bem provocou, mas só se ouvia SLB! SLB! SLB! BENFICA! BENFICA! BENFICA!
Ocultaram a Nossa Bandeira, minimizaram o Nosso Emblema, não apresentaram os Nossos Jogadores, fizeram toda a trapaça, mas viram bem e desesperadamente, o Benfica e as suas Gentes dar-lhes uma grande lição!
Mas, incorrigíveis crónicos que são, continuarão na sua senda lastimável de uma seita e de um clube cravejados pelo anátema da batota e da corrupção, dos quais o seu idolatrado cacique Giorgio di Bufa é o exemplo máximo!
Foi uma "vitória" que eu não esquecerei!
Cultivem-na!
Que sirva de lição a Todos Nós Benfiquistas!
Saúdo-vos Bravos do Pelotão!


GRÃO VASCO




4.2.11

E a garotice continua...


«Os resultados mais inesperados foram os da Supertaça e na primeira volta do campeonato com o Benfica. Não pode voltar a acontecer na segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal? Além disso, não fomos nós que perdemos na Liga dos Campeões e fomos repescados para a Liga Europa…» - “Piruças da Pocilga” dixit.

As atitudes e observações estúpidas do miúdo continuam. Tal qual aquele bando de selvagens que atira bolas de golfe, isqueiros e tudo o tem nos bolsos, este “aniki bóbó” continua a atirar “bitaites”, simbolizando assim o ódio e a raiva que tem ao Maior, ao Benfica. Uma obsessão que o cega!
Um morcãozito provinciano a precisar de mais correctivos.

Talvez te “phodas”!

GRÃO VASCO



O carrasco da A. F. Braga está de volta!


Depois de uma vitória do Benfica sobre o grémio da fruta, para a Taça de Portugal, na pretérita quarta-feira e que se revestiu de um significado muito especial – a corja corrupta, nem deitando mão dos seus truques sujos que a acompanham há três décadas, conseguiu evitar a humilhação do seu grémio na Pocilga – volta este próximo fim-de-semana o campeonato da Liga. Um campeonato viciado, que desde o seu início sofreu um ataque corrupto e a todo o gás do bando dos Pintos, a ramificação mais perigosa da Irmandade da Fruta.
Mas se a lealdade e a integridade venceram a perfídia, a chantagem e a violência no seu próprio campo, há fortes razões para continuarmos a acreditar que é possível, não obstante as nomeações dos homens do apito começarem a tomar foro de escândalo.

Vítor Pereira está claramente empenhado em empurrar o Benfica para baixo e em desenrolar a passadeira azul corrupta da Irmandade da Fruta, para assim coroar o clube do seu patrão Fernando Gomes, como vencedor desta liga adulterada desde seu início.

Setúbal sempre foi um campo agreste, onde o Benfica nunca teve a vida fácil, não obstante haver muitos Benfiquistas nessa cidade. E nada melhor que dificultar essa tarefa ao máximo, nomeando precisamente Cosme Machado, o primeiro verdugo do Glorioso neste campeonato, para o jogo de domingo.
Um atrevimento sem escrúpulos nenhuns, depois deste apitadeiro com fortes ligações à matilha de Palermo e de Braga, ter ROUBADO o Benfica na primeira jornada frente à Académica (não sei bem o que aquilo é, se académica ou uma porcaria qualquer, subproduto de Palermo), escamoteando-lhe cinco penaltys e dando o contributo principal para a perda dos três pontos em jogo, colocando-o a marcar passo, como convinha desde logo à Irmandade da Fruta.
Foi um ROUBO às claras, em própria casa do Glorioso.
Um escândalo de um descarado!
A seguir, Olegário Benquerença e Pedro Proença fizeram o resto do “trabalhinho”.

Mas o descaramento ainda é maior quando Vítor Pereira nomeia mais uma vez Vasco Santos para a Pocilga, no jogo que o Rio Ave lá vai disputar.

Depois deste despautério, resta-nos lutar com todas as nossas armas, sermos superiores, jogando com inteligência, com garra, corrermos mais e sem medo, ignorando a cambada de invertebrados do apito que há trinta anos está e continuará a estar subjugada ao poder corrupto de Palermo.

E porque havemos de lutar até ao fim?
Simples.
Nós somos os Campeões. Provámo-lo na quarta-feira e poderemos continuar a sê-los!
Disto não tenho qualquer dúvida!

Carrega Benfica!
Todos estaremos contigo em Setúbal!

GRÃO VASCO

3.2.11

Só para "Graúdos"...


Corja corrupta, 0 - Sport Lisboa e Benfica, 2

De A a Z

A - À Campeão! Com carácter, sem medo daquele antro de terror, corrupção e violência e ainda contra Paulo Baptista.

B - Belluschi. Um autêntico cão raivoso de cabeça perdida. O carniceiro de serviço, escolhido por Giorgio. Passou impune enquanto jogou, agrediu quem quis e quem lhe apeteceu, sempre nas “barbas” de Paulo Baptista.

C - César Peixoto. Acompanhou Jesus na subida aos céus. Duas grandes lições de profissionalismo dignas. Não inventaram, aprenderam com os erros do passado e ganharam ainda mais respeito por parte da maioria consciente dos Benfiquistas. Parabéns!

D - Duas. As faltas que Fábio Coentrão cometeu durante o tempo que esteve em jogo. Na 1ª, amarelo, na 2ª, amarelo e consequente vermelho. Inadmissível, tendenciosa, suspeita e vergonhosa, a atitude de Paulo Baptista perante uma falta banal e que a meia-hora do fim do jogo ofereceu mais um trunfo ao grémio da fruta para tentar o empate.

E – “Enrabanço”. Descontando os 1.500 “Bravos do Pelotão” que fizeram a festa na Pocilga, 46.000 morcões corruptos foram literalmente sodomizados pela exibição portentosa e inteligente do Sport Lisboa e Benfica.

F – Fábio Coentrão. Comemorou aquele oportuno golo de uma forma tão exuberante junto da falange de apoio do Glorioso bem demonstrativo da Raça, do Querer e da Ambição de qualquer Benfiquista. Tocou tão vigorosamente no emblema do seu Manto Sagrado que me fez viver uma grande emoção.

GGiorgio. Ao fim dos primeiros quarenta e cinco minutos corria o boato que tinha dado o “mestre”. Não era caso para menos. Embutir dois do Benfica e ainda por cima na sua própria casa dá direito a “enfarte”. Infelizmente não aconteceu.

H – Humilhação. Sempre que for possível como ontem, sem perdão, a começar pelo miúdo e a acabar no senil das bufas.

I – Isqueiros. Com os stocks das bolas de golfe esgotados, aquele bando primitivo de selvagens andrades corruptos resolveu intimidar Júlio César arremessando-os para o relvado. Pena que não tenham pegado fogo às bancadas.

J – Javi García. Que golaço, que ganas!

L – Luisão. O grande Capitão. Um gigante, uma voz de comando e uma exibição grandiosa!

M – Morcões corruptos. Acabrunhados após a derrota e depois do vandalismo provocado na Casa do Benfica de V. N. Gaia e do apedrejamento ao autocarro do Benfica no nó dos Carvalhos, foram encontrados esta manhã a boiar nas fossas sépticas de Contumil.

N – Nico Gaitán. Tocou, cantou e dançou tango!

O – Obsessão. O ódio e a inveja injustificáveis dos vândalos da Pocilga perante o Maior, provocaram-lhes tamanha cegueira que quando deram conta já marchavam duas lá dentro!

P – Paulo Baptista. Uma arbitragem nojenta. Estranhamente comeu fruta e chocolatinhos ao intervalo, tal foi a dualidade de critérios ao longo da segunda parte, sempre em benefício do grémio corrupto e que culminou com a habilidosa expulsão de Fábio Coentrão. Um bandalho do apito que já este ano teve oportunidade de demonstrar no mesmo local, que não se esquece de prestar vassalagem a Palermo e à Irmandade da Fruta.

Q – Querer! A vontade indómita de vencer protagonizada por todos os jogadores do Benfica que com uma grande coragem e inteligência derrotaram a ordinarice, a batota, um árbitro deplorável e uma corja incorrigível.

R – Rui Moreira. Um dos 46.000 morcões sodomizados.

SSport Lisboa e Benfica. Para que conste!

T – Tavares. O “tripa-monga” dos plágios, foi outro dos sodomizados. Neste caso através de ondas hertzianas via TV.

U – União. A força e o êxito do Benfica está na coesão entre todos os Benfiquistas.

V – Villas-Boas. O “Piruças da Pocilga” parecia uma barata tonta no final do jogo. Completamente zonzo na conferência de imprensa, não disse coisa com coisa e parecia um camelo a beber água, tantas foram as vezes que levou a garrafa de plástico à boca. Meio atordoado e com a sua arrogância no charco lado a lado com os seus agarotados e grosseiros mind games, fartou-se de apertar o nó da gravata em sinal de notório incómodo pela derrota.
Levou tamanha trancada nos queixos que era evidente a sua completa atrapalhação.
Coisas de miúdo… e ainda faltam duas idas às Luz!

X – Xarope. A "mistela" do Póvoas desta vez não resultou.

Z – Zero-dois. Em Abril há mais…vermelho!


GRÃO VASCO



2.2.11

"Timing" exacto



Faltavam cinco minutos para a meia-noite de 2ª feira quando o prof. Mamadu Bafatá, conhecido astrólogo, espiritualista e vidente negro radicado em Pintelho do Matagal, sabendo do meu profundo Benfiquismo, me telefonou, alertando-me que o Birkirkaka, clube da segunda distrital de Bishkek, no Quirguistão, tinha oferecido cinquenta e cinco milhões de euros e um jogador checheno por David Luiz, para além de quatro misses para o Benfica pôr a render onde quisesse.

Ainda tentei ligar ao Presidente do Benfica, mas o seu telemóvel dava sinal de ocupado. O tempo escoou-se até às doze badaladas sem que eu tivesse podido evitar a transferência do “menino-de-ouro” para o Chelsea.

E logo o Chelsea, um clube pindérico que “só” deu vinte e cinco milhões de rajada…

Choveram telefonemas sobre telefonemas de protesto por tamanha afronta ao Birkirkaka. Como é que um clube tão amigo, tão generoso, foi completamente ignorado pelo nosso Presidente?
Lá vieram os arautos da desgraça, na Gloriosasfera e nos pasquins habituais dizer que tinha sido um negócio ruinoso para o Benfica e que LFV foi mais uma vez um incompetente.

Neste momento ouvi um barulho ensurdecedor. Um jacto estava a sobrevoar o local onde me encontrava. Acordei. Até aí tinha sonhado com o BirKirkaka e com o Chelsea. Vim a saber depois, que o jacto era o avião que iria buscar o David Luiz a Lisboa para o transportar para Londres.

Curiosamente o meu sonho tinha tido uma boa dose de realidade – David Luiz, afinal, tinha mesmo sido transferido para o Chelsea e a geração dos bota-abaixo e dos antiBenfica já tinham começado a manifestar a sua “indignação” na Gloriosasfera e nos media do costume.

Ora bem, tudo isto para constatar que ontem à noite ouvi uns adivinhos na TSF que me deixaram tão admirado, ao ponto de me questionar como é que essas eminências do fenómeno desportivo conseguiram, telepàticamente, visionar o negócio e o respectivo contrato de compra e venda de David Luiz entre o Benfica e o Chelsea e terem tecido o seguinte comentário:
- “Se um jogador é vendido em cima do fecho das inscrições, é porque na negociação, o clube vendedor se encontra fragilizado em relação ao comprador”.

Foi assim que Luís Freitas “Tonto” do alto da sua cátedra, entre outras bacoradas e acolitado pelo totó do João Rosáceo, comentou o negócio que o Benfica fechou com o Chelsea. Se nessa posição de fragilidade foi o que foi, tomara se o Glorioso se pautasse por um padrão de resistência sugerido por este rato sábio bracarense, bajulador emérito do clube corrupto.

Fico satisfeito por ver a corja antiBenfica e algumas ratazanas vermelhas que andam à tona nas sarjetas da Catedral e fazem uma sistemática guerrilha suja e miserável a LFV, contorcerem-se e roerem-se de inveja dizendo que foi um mau negócio.
A estupidez e a ignorância têm tanto de canhestro que se chegou ao ponto de valorizar para o dobro, a transferência do etíope do clube submisso para o Corinthians, pois assim o Çeportén iria poupar nos vencimentos desse jogador. No entanto, em relação a David Luiz, minimizou-se a importância do negócio, como se vinte e cinco milhões fossem equivalentes a dois milhões. Os pasquins que publicaram este tipo de merdas, e digo outra vez, estas merdas, bateram ontem o “record" da imbecilidade e da parvoíce. Realmente aquele bando de esverdeados que se arrastam por aquelas espeluncas jornalísticas não têm emenda…

Mas frases como “teria sido preferível o Benfica ter negociado David Luiz com o Real Madrid no início da época…”, ou que “o Manchester City já tinha oferecido mais…” blá, blá, blá, blá, blá, que parte da verba da transferência é para o “Stars Found” e outra para o Vitória da Bahía e… outra para a escola de samba do Morro da Nª. Srª. do Caravaggio, havendo ainda uma comissão para o porta-bandeira e para as bailarinas que vão desfilar no carnaval, faltando ainda as chorudas gratificações para o engraxador das primeiras chuteiras do rapaz, para a telefonista-recepcionista, para os apanha-bolas e para a engomadeira do clube, foram ontem o prato do dia.
A demência do costume da cambada do bota-abaixo.

O que é um facto é que a transferência já está. E bem!
A canzoada ladra e a caravana passa.

Ajoelhem perante os milhões, bastardos!

E preparem-se, porque da próxima vez é o Fábio Coentrão. Continuem a treinar o vosso ladrar, porque ladrar faz-vos bem!

Nem me vou alongar em quaisquer tipo de considerandos ou argumentos na defesa do Presidente e Direcção competentes que colocaram novamente o Benfica no topo. Em tudo!

Contra factos não há argumentos.
Ah! E o “timing” foi o exacto, não esqueçamos.

GRÃO VASCO

1.2.11

DAVID LUIZ

Uma vez Salazar, disse: "só devemos chorar os mortos, se os vivos não os merecerem". Tirei-me dos meus cuidados (ai esta coluna) para escrever aqui uma meia dúzia de palavras. Como não podia deixar de ser e, até porque não se fala noutra coisa na Blogosfera, refiro-me à saida do DAVID LUIZ. Ponto prévio: o D. LUIZ para mim é "só" o melhor central do Mundo. E sem a menor dúvida. Na voragem da ignorância, "maledicência", animosidade ao nosso Presidente, ou pura e simplesmente para não estarem calados, uma percentagem significativa da Blogosfera, diz cobras e lagartos deste negócio. Como alguns Benfiquistas têm a memória curtíssima (queriam despedir JJ depois de ser roubado em Guimarães) esquecem-se que um dia se foi buscar um miúdo de 19 anos ao Brasil, a um Clubezeco qualquer, por uma verba astronómica de 400.000 euros. Crime nefando de lesa BENFICA. Sabia-se que tinha caracóis e pouco tempo depois teve uma lesão de difícil cura, e depois voltou a lesionar-se no mesmo metatarso, por imprudência numa "entrada". Quatrocentos mil euros deitados à rua, mas o teimoso do nosso Presidente manteve o rapaz. E o rapaz dos caracóis começou a ascenção. Cresceu como Jogador, pois é o melhor central do Mundo, como Homem, não vêm para aqui acções que ele protagonizou em favor dos mais desfavorecidos, e aliando a tudo isso, cresceu como Benfiquista. Um miúdo que dá lições de Paixão e Amor pelo Clube que aprendeu a amar e a servir com classe pura, arreganho imenso, disponibilidade imensa e rectidão insuperáveis. Entrámos no seu Coração mas a paga é recíproca: também o miúdo dos caracóis entrou nos nossos corações. E nos corações da "mulherada" nem vos digo. Produto duma educação esmerada (segui uma entrevista da mãe) o D. LUIZ foi sempre um modelo de rectidaão profissionalismo e abnegação. Um verdadeiro Jogador à BENFICA. Podia a Direcção do BENFICA, impedi-lo de ir ganhar numa semana o que ganhava no BENFICA num mês? Vá ponham a mão na consciência e respondam com sinceridade. Ainda no mesmo tom, mas virando a agulha, quero referir aqui, o vilão da fita: LUÍS FILIPE VIEIRA. Este senhor que recordo só tem a 4ª classe, foi "requisitado" para ser Presidente do GLORIOSO. Quero só aqui lembrar que a estrela do GLORIOSO empalideceu depois da fantástica Equipa dos anos 60, na qual vergou o Mundo do Futebol, aquelas camisolas infundiam terror quando entravam em campo. E de descalabro em descalabro o BENFICA continuava a "correr" para o aniquilamento. Ajudado pela Mafia do Norte, ascendia em títulos e corrupção o clube dos cafezinhos, descia (e continua a descer) o clube ranhoso, que se deu ao luxo de um criminoso plano para derrubar de vez o BENFICA, e garantir uma subalternidade que lhe permitia colher as migalhas do 2º lugar, só para ir à champions. Estão a pagar pelo acordo pinto/roquette. É muito bem feito.
Não esqueço, não sou ingrato, o meu BENFICA ressurgiu, Monstro Sagrado do Desporto Mundial. E foi LUÍS FILIPE VIEIRA, o artífice de tal mudança. E de tal deslumbramento, que me faz antever de gôzo os jogos TODOS, em todas as Modalidalidades em todas as Categorias que se disputam, (acabou o nervoso miudinho da derrota) pois sei que hoje em dia a minha ÁGUIA pura e simplesmente entra em campo com as Garras e o Bico em riste. Está insuportavelmente intratável. Para os advsersários claro.
O que as pessoas não entendem, é que até aqui vivemos o BENFICA com o Coração. Hoje em dia isso não pode acontecer e, com o actual Presidente vivemos o BENFICA com o Coração e com a Razão. O tempo não pára, o Futebol evoluiu e temos que saber conciliar Amor com Negócios. E o Presidente VIEIRA viu isso a anos-luz de distância.
Vai em boa hora DAVID LUIZ, só te tenho a agradecer todo o suor com que regaste os relvados em defesa do BENFICA, todo o Carinho Amor e Devoção que, tal como eu, dedicas ao Manto Sagrado.
Só devemos chorar a partida de DAVID LUIZ, se não tivermos substitutos à altura. E temos. A seu tempo a nossa Direcção acautelou o reforço da Equipa. O que os outros muito bem administrados clubes não tiveram coletes para fazerem. Nós estávamos falidos e agora? Somos os ÚNICOS que engrossamos a voz nas negociações... e compramos.
E VOLTA SEMPRE MIÚDO. ESTA CASA É TANTO MINHA COMO TUA.
Com ou sem caracóis.

PS-Fernando Torres era para ser transferito do Liverpool para o Chelsea por 80 milhões. Foi por 58. Para que conste.

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