14.2.11

OS BALÁZIOS DA SEMANA (XII)

O MEU DESTAQUE


PABLO AIMAR

Um golo inesquecível, de antologia!
Não retirando o mérito e a excelente qualidade do terceiro, da autoria de Carlos Martins, Aimar foi mais longe, fazendo aquilo que sempre soube fazer – executar primorosamente!


AMIGOS, COMO SEMPRE

Tudo simples.
Conforme as previsões de quem conhece bem esta gentalha há mais de trinta anos, a passadeira lá foi estendida da Falperra até à Pocilga.
Uns amigalhaços, este “brácaros”, bem ao estilo salvadorenho.
Um amigalhaço, ganda “paciência”.
Um jogo em que durante muitos períodos deu a nítida sensação de que os vinte e dois jogadores que nele participavam, com a excepção de dois ou três dos da casa, envergavam a farda corrupta do grémio da fruta e dos chocolates.
Mais um cozinhado à moda de Palermo, feito na panelinha brácara.


A DOENÇA INCURÁVEL DO MIÚDO

O garoto da Pocilga está mesmo doente, tantos foram os vómitos após um grande sofrimento. Desta vez, com o peito inchado, vomitou o fel que voltará a engolir e que o fará definhar. A sua linguagem é a do ódio e de uma raiva espúria que irá cegá-lo. O Benfica causa-lhe um pavor atroz e será o Benfica que lhe enfiará a estocada fatal. A história desta época ainda vai a meio. Há muita água para correr debaixo das pontes – liga, liga Europa, Taça de Portugal e Taça da Liga. Nada está decidido. A incógnita continua e a guerrilha suja de Palermo, personificada neste catraio imbecil, com acções subterrâneas e uma linguagem terrorista de incitamento a um clima de confrontação permanente, é a imagem de marca daquela triste e frustrada gente. É assim a forma de vida de um doente infantil e de seus prosélitos que vivem obcecados pelo Glorioso. Todos eles sabem que se chegarem à Luz com vantagem insuficiente é o descalabro. Eles sabem bem isso.
Até o apuramento in extremis do Benfica para a Europa Cup lhe causa azedume, tendo sido um dos temas de uma intervenção grosseira, quando imitando bem um qualquer ordinário do submundo de Palermo, se referiu, ressaibiado, à manifestação de regozijo por parte dos nossos jogadores no final do último jogo da fase de grupos. Entende-se que o garotelho não desejasse a continuidade do Benfica na Europa e que seria mais conveniente um Hapoel, tal qual um U. Leiria, uma Académica, um Braga ou um Nacional subservientes para lhe abrirem bem as perninhas, já que é difícil aliciar e comprar árbitros, tal qual o seu grémio da fruta e o seu amigo Giorgio têm feito cá, no supermercado da Madalena e em outros, ao longo de trinta anos. Seria mais um “fácil”, na lista de seus potenciais adversários e com apitadeiros bem trabalhados. Assim, vai continuar, pelo menos nesta eliminatória, a ter a sombra que o atormenta, o seu papão – o Benfica!
E o Benfica e os Benfiquistas, nunca se poderão esquecer de que deverão sempre tratá-lo como um perigoso rafeiro de rua, com indiferença ou ao pontapé. E pontapé, neste caso, é ferrar-lhe sempre que possam com a tranca da vitória nos queixos, de preferência na casa dele.


A GENUFLEXÃO DE DUARTE GOMES

Duarte Gomes ajoelhou. Livrou o grémio da fruta de um penalty mais que evidente sobre Mossoró e logo ali definiu o destino da partida.
Então agora, os jogadores do grémio corrupto já voltaram aos “bons velhos tempos” das peitadas sobre os árbitros?
E Duarte Gomes? O que fez?
- AJOELHOU!
Um cobardolas sem tomates, para fazer o que obrigatòriamente lhe competia – expulsar aquele sul-americano que mais uma vez pareceu um selvagem importado das pampas, à solta na selva da Pedreira.


BENFICA

Exibição à Campeão. Vitória concludente e intocável.
Chega?
Não, não chega!
O Benfica deveria ter ganho pelo menos por 5-0. João Ferreira, tal como Duarte Gomes, na linha do que escrevi no post anterior, trataram de acalmar as águas e deram o sinal claro que os apitadeiros estão firmemente decididos em preservar a fruta fresca e manter os chocolatinhos no topo das preferências, e se possível, com uns cafèzinhos depois da sobremesa.
A arbitragem de João Ferreira foi de uma incompetência confrangedora. Dois golos, sublinho, dois golos, um de Cardozo e outro de Saviola, que nos foram espoliados com uma desfaçatez inadmissível e que Roberto, com uma defesa extraordinária a dez minutos do fim do jogo, conseguiu de certa forma fazer esquecer, pois com 2-1 e alguns minutos para jogar, o imprevisível poderia muito bem ter acontecido após uma exibição arrasadora. Foi mau de mais e continua a prejudicar o Benfica.

Tendo ainda em consideração cinquenta por cento de probabilidades de êxito na liga, não se pode olvidar que no início desta época, JJ hipotecou este campeonato. Andou às apalpadelas e teve uma atitude passiva inexplicável que òbviamente se transmitiu à equipa. Como complemento exógeno, a montagem prévia dos habituais esquemas obscuros urdidos pelos pintos corruptos no terreno pantanoso da arbitragem, surtiu resultados imediatos e esta dupla conjugação de factos, obrigou-nos a correr atrás de um prejuízo de três derrotas - três requintados roubos, nos jogos com a Académica, Nacional e Guimarães – que me parece irrecuperável, mas que terá de servir de lição de uma vez por todas aos dirigentes, jogadores e sobretudo ao treinador do Benfica. E também a alguns Benfiquistas distraídos que no final do verão ainda andavam a comemorar o campeonato que tinha terminado em Maio.
Pelo cenário actual, é possível constatar do grau de dificuldade com que se depara uma possível recuperação. E não é admiração nenhuma se a solução para resolver essa equação, for a vitória em todos os jogos até ao fim do campeonato.
É possível?
É. Mas é dificílimo.

Venha a Europa na quinta-feira e com ela, a certeza de que temos um Benfica Europeu para responder às provocações indecentes e sujas do miúdo da Pocilga.
Do Çeportén trataremos depois, mas que já se livraram do manhoso Olegário, isso já. No entanto, nós também. E espero bem, que nos não saia na rifa, o superdragão do Lordêlo. Também só faltava mais esta do inefável Bitó dos Apitos.
“Yo no creo em brujas, mas que las hay, las hay!”


BASQUETEBOL

Parabéns ao 1º de Agosto pela vitória na Supertaça.

GRÃO VASCO

1 comentário:

GuachosVermelhos disse...

Praticamente de acordo em tudo...
Faltou dizer que os benfiquistas muito contribuiram com os seus assobios e criticas a Roberto que se não jogou à altura do que sabe fazer, mais não fez do que o resto da equipa!
Ao alinharem pelos merdias, ajudaram a criar o cenário ideal para os roubos a que fomos sujeitos!

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