3.12.17

A apologia do ódio e os protagonistas do terror



O jogo de sexta-feira entre o fruta corrupção & putêdo e o Glorioso de Portugal demonstrou mais uma vez que os mesmos de sempre, acantonados a norte (e não no Norte), não se esqueceram dos seus “bons velhos tempos”, apelando a um ódio animalesco e transformando um jogo de futebol num espectáculo de terror. Um Halloween real e fora de prazo.

Nessa noite, poucos minutos antes do jogo, Lourenço, o ex-guarda prisional mais conhecido da Palermo portuguesa, um autêntico fóssil vivo do Jurássico inferior, numa onda revivalista mas desesperada - em conivência com o Totò Riina do Freixo, o chefe máximo das alternadeiras calorentas, senhor todo-poderoso das bufas assassinas e bexiguentas, engenheiro-do-caixa, padre e papa - deslocando-se à necrópole das Antas, franqueou as portas dos sarcófagos dos seus parentes mortos soltando as múmias de pedroto, adriano, pôncio, rôxo, sardoeira e de mais uns quantos morcões azuis e broncos, e disse-lhes:
- amigos e companheiros de sempre, tendes aqui os salbos-condutos para entrardes no relbado da nossa arena e encarnardes naquele bando de bisontes negros, felipes, topo gigios, argelinos, sanconos e barbas ruibas orientados por um maluquinho birrento que substituiu um basco lopatêgo e que nós contratámos aldrabadamente aos franciús para arrumar de uma bez por todas, esta época, os sulistas e elitistas bermelhos dos e-mails e dos bouchers comandados pelo Grande Satã das Orelhas de Abanico. E “arrumar”, é malhar sem dó nem piedade nas pernas e nos lombos daqueles “pistolas”, “girafas” e “almeidinhas” todos da moirama bermelha, pois garanto-bos que o “soisa do lordêlo” bai fechar os olhos a tudo e deixar-bos “trabalhar” à bontade!

Totó Riina do Freixo, já a desfazer-se com as “peles” ao pendurão e largando mais uma farpa enlameada, pedindo à sua mais recente amásia que acendesse uma cigarrette king size para disfarçar a malina fétida e nauseabunda, num estilo acentuadamente pavloviano também começou a acicatar os seus cães-de-fila, bobbys, tarecos e a escumalha de supersímios doutores, ensalivado-os de mais inveja e ódio aos “moiros bermelhos”, para uma noite de “berdadeiro terror”.

Miseráveis esbirros jornalísticos insolventes, xicos e sabáticos, ratazanas, serrões, guedelhas, amarais e aguiares, desdentados e tavares, putéfias e restantes muares, emergindo dos esgotos submundanos do Freixo, lá se foram juntando, acotovelando-se e marrando num destrambelho completo e desvairado contra as portas dos fundos bafientos da arena azul corrupta, para se prestarem, caso fosse preciso (e foi!), aos trabalhos mais imundos, representando assim, sublimemente, o grémio que de uma forma descarada e comprovada pagou viagens e putas a árbitros.

Emissários das imobiliárias da Cedofeita foram enviados ao bruxo de Fafe para mais umas maroscas macumbeiras; mestre Albes do Celse, “O Tonalta”, em preces mediúnicas encomendou a meias mais uns servicinhos a Delane Vieira, aproveitando para enrabar mais uma galinha preta em cada cruzamento de quatro caminhos e algemar às pernas das cadeiras do seu consultório os anões calistos encarnados que lhe apareciam pela frente; as bruxas das Fontaínhas, da Ribeira e do Canidêlo mais as alternadeiras do Pérola Negra, Calor da Noite e da Taverna do Infante, todas nuas, depiladas e pôdres de bêbedas de moscato marado, à luz de gambiarras de black lights surripiadas nas lojas dos chineses, reuniam-se nas matas promíscuas de Contumil e, à volta do caldeirão, lançando para a sopa peçonhenta bolas de golfe, paus de bandeiras, sarrafos, bombos, trompetes, galinhas pretas e apitos doirados, rogavam pragas, raios e coriscos ao Glorioso de Portugal.

O grémio do peidorreiro que cavou para Compostela à socapa mas bem avisado pela Judite, e que quis mandar o papagaio da carolina - a passarinha já ele a tinha papado - para a panela de água a ferver, tinha de ganhar custasse o que custasse!
Sempre foi, é e será assim! A corja corrupta, a norte, que através de uma lendária, mas real declaração televisiva do seu chefe máximo assumiu a sua criminosa natureza, não sabe viver de outro modo.

Segundo o pasquim das pêtas de hoje, até foram ao cúmulo de mandar vir um energúmeno de Lisboa para invadir o recinto e agredir um cidadão inocente! Agora para que a farsa fique completa, só faltam o Jota “Canelas”, os seus palhaços amestrados e os cruzes desta vida, arrotarem a polvo azedo e ladrarem as habituais mentiras criminosas no Merda Canal (ou melhor, no canal de merda) insinuando que este era um infiltrado vermelho do Glorioso de Portugal!
Ao que isto chegou!

Queriam ganhar, sem qualquer tipo de escrúpulos!
Numa farsa genuinamente provinciana, rasgaram as suas vestes feitas de tecido bolorento azul e branco das barracas de praia, arrepelaram os cabelos e estrebucharam como loucos. O meia-leca, de escalpe ao léu e em bicos-de-pés, mais uma vez arreganhou a dentuça para o dono do apito. Outros, desesperados, atiraram-se ao Douro da ponte de D. Luiz batendo com as corruptas e mafiosas cornaduras no cabedelo da foz.
Queriam ganhar, valendo tudo, recorrendo ao terror e à intimidação que são um dos ex-libris, imagem de marca do grémio corrupto da Palermo portuguesa.
Mas não conseguiram!
Os “Bravos do Pelotão” souberam honrar e dignificar mais uma vez o Manto Sagrado e o Emblema Glorioso de que tanto se orgulham!
Obrigado TetraCampeões!


GRÃO VASCO


2.12.17

Um coio de selvagens
















GRÃO VASCO

26.11.17

Lança-te Danilo! Lança-te, que ele marca ‘penalty’!



“Lança-te Danilo! Lança-te, que ele marca ‘penalty’!” – gritavam aos noventa Sérgio Conceição, Puga, o massagista e o resto da pandilha. Luís Gonçalves, o meia-leca, alinhava no coro em bicos-de-pés, arreganhando a dentuça, esticando o pescoço e iniciando as ameaças de descida de divisão para os elementos do banco do Aves.
Ou será que estarei a sonhar?
Vamos lá rever o filme…
Mas que o sonho esteve quase transformado em realidade, lá isso esteve!

A farsa de Danilo aos 90’ do jogo entre o Aves e o grémio corrupto foi no mínimo hilariante.

Como é que um mastodonte com aquele caparro, berra e vôa para o relvado com aquele aparato todo simulando uma falta inexistente, na tentativa desesperada de ver o apitadeiro Rui Costa marcar um penalty que desse a vitória ao seu grémio?

Mas a orquestra não tardou a tocar e o coro de indigentes e canalhas azuis e broncos logo apareceu por detrás do palco, clamando “aqui d’el rei” que é penalty, é penalty, é penalty”.

A sport tv, então, foi um nojo! Uma vergonha na falta de isenção e numa constante e doentia parcialidade. Cumentadeiro e relatadeiro presentes, atacados por uma clubite incorrigível, num acto inenarrável e desde que o Aves empatou, não mais pararam de debitar barbaridades sobre barbaridades, na ânsia de exultarem com o 2º golo do grémio da fruta. Que aquele despautério televisivo foi algo de patético, lá isso foi - o fruta, corrupção & putêdo não saía do empate, a sua exibição frouxa perspectivava um mau resultado, mas para aquelas duas bestas televisivas tudo aquilo era uma injustiça de lesa-pátria!
Uns profissionais de sarjeta.

E a cantoria desta parelha aos 90’?
Já há muito que não assistia a cenas deste calibre.
Como não vejo a sport tv (ou sendo “obrigado” a vê-la aquando dos jogos do Benfica, desligo o som de imediato), constatei desta vez e porque a transmissão era audível, um azedume indescritível – “que há penalty sim senhor, blá, blá, blá, blá, blá!”.
Para adornar este ramalhete surgiu a seguir, no rescaldo do jogo, um apitdeiro/cumentadeiro a inventar e a tentar induzir nos espectadores um erro do árbitro da partida que a maioria deles não conseguiu vislumbrar porque não existiu. Pedro Henriques, uma aberração do apito e que foi despachado da arte pela sua gritante incompetência e habilidades saloias, falando tendenciosamente do alto da sua cátedra arbitral de merda, arengou e juntando-se à canalha ditou: - “o lance de Danilo, era penalty sim senhor”!

Descarado por descarado, vamos lá ver quem vence na desfaçatez de criar ilusões aos mais incautos espectadores!
“Ai e tal… que o jogador do Aves, assim e assado, frito e cozido, não bate na bola, mas sim no joelho do Danilo”…
Ora porra para esta gajada!
Até a merda do “desporto do SAPO” vem com a mesma cantilena, com o VAR para cima e o VAR para baixo!
Ora bardamerda para suas excelências!
Então o Danilo farsante vem de trás do jogador do Aves, lança-se à toa para o relvado numa cena teatral digna de um acrobata de circo, na ânsia de cavar um falso penalty milagreiro que safasse a sua equipa da humilhação aos pés de um grupo que luta pela permanência na divisão principal e este bando de canalhas queria que se marcasse penalty?
Por alma de quem? Do pedroto? Do pôncio? Do adriano? Dos chitos? Das putas do Araújo? Do Duarte do GPS e da casa iluminada da Madalena? Do Paixão, do Quadrado e do Chilrito?
Inclusivé, é o joelho do mastodonte azul e bronco que vai de encontro ao pé do jogador do Aves que por sua vez afasta a bola.

Ai Carlos Calheiros... tu que com os teus irmãos gémeos barbudos têm feito tanta falta nestes momentos!
Ai, Martins dos Santos para que é que te reformaste?
Ai, Silvano, ai Guímaro, ai Paulo Costa, ai tantos e tantos que nos douraram tantas vitórias forjadas e que agora são tão precisos!
Ai Zé Marinho de uma figa, para que é que tu voltaste a desenterrar o velho Apito Dourado transformando-o em “novo”?
Volta guarda-abel, voltem capangas e catões, macacos e macacões, carolinas e demais putas finas! Volte a fruta e a habilidade de cada puta! Voltem o café com leite, os chocolatinhos e os rebuçados!
Porque esperam?

António Araújo: “Ligaram para mim, a pedir-me fruta para logo à noite. Posso… posso levar a fruta à vontade?
PC: “Não é preciso que já aí está… já foi mandada.”
AA: “ não, não é isso! É para… é para dormir!!”
PC: “mas quem pediu?”
AA: “o homem que vai ter consigo, de tarde.”
PC: “ahhhhh! Mas sabe… o JP?”
AA: “sim caralho! Ele ligou para mim a pedir-me rebuçado, para logo à noite.”
PC: “ahhhhh! Sim, sim! Diga que sim senhor!”
AA: “ e… mas eu já… já estou… já lhe disse a ele se ele queria… se ele queria café com leite, muito escuro ou claro e ele disse… que… eu disse-lhe a ele: “e qual é o teu número de habitação social?...”


Não se esqueçam de recordar e ouvir o restante desta chamada telefónica que ficará para a posteridade como o melhor exemplo do que o Ferguson e o Santiago Segurola disseram dos títulos da agremiação mais corrupta que existe na Europa e no mundo e sediada na Palermo portuguesa, ao Freixo!
Está lá, no YouTube. Não podem apagá-la!

GRÃO VASCO



20.11.17

Ó chico, ‘tás’ cá c’um’amnésia…



Ó chico, o efeito boomerang é mesmo tramado!
Vais ter muito que te explicar…

Foram ratas, ó amnésico, foram ratas!

Recordo-te os nomes - Hannah Danielle, Cláudia Cristiano, Celina Fonseca, hoje, em parte incerta, algures no Brasil…
Queres assim ou com mais molho?


GRÃO VASCO


19.11.17

Capela e a fronteira da coacção e do mêdo




A “coisa” estava bem encomendada e continua encomendada para o próximo fim-de-semana. Agora ainda mais delicada, pois é para o campeonato.
A nomeação de João Capela para o jogo de ontem na Luz, entre o Benfica e os setubalenses do Vitória, já trazia água no bico. Não foi ingénua mas sim curiosamente cirúrgica.
Para terem uma visão ampla dos jogos e competições para os quais João Capela foi nomeado esta época, poderão observar ao pormenor o quadro seguinte:


Já há muitos meses que Capela é um dos proscritos de Fontelas Gomes e sus muchachos. O “patrão” dos árbitros que, não esqueçamos, tem um filho a jogar nas camadas jovens do grémio do fôsso do lagartêdo, tem vindo a oferecer-lhe um desterro dourado. Vá lá saber-se porquê. Com 43 anos, Capela já não tem muito mais para percorrer na sua carreira. Cortaram-lhe as vasas, ao contrário do que disse um dia o Totò Riina do Freixo alvitrando numa das suas bufas mafiosas que “Capela teria muito futuro”, quando nessa altura terá alegadamente beneficiado o Benfica num jogo qualquer. Está à vista que a comandita da arbitragem e não só, lhe fizeram bem a folha - arbitra poucos jogos da Liga NOS, mas em contrapartida viaja muito. Assim, vai visitando o Portugal desconhecido que espera por si, e faz quilómetros, muitos quilómetros…com a sua bolsa a inchar ao quilómetro…
Em 13 de Julho deste ano viaja até Tallin, na Estónia, depois visita a cidade dos Arcebispos, vai aos Açores, segue para o Bessa e descansa no Estoril e em Queluz, para seguidamente seguir de novo para o norte visitando Coimbrões e Paços de Ferreira, intervala com uma escapadinha a Moura no Alentejo, repete o norte com Porto e Arouca, e finaliza o seu percurso, até agora, desembocando cirurgicamente na Luz.
Sempre a fazer quilómetros, este apitadeiro internacional…!
E sendo um internacional, como é que é nomeado sòmente para 3 jogos da Liga NOS, enquanto já vai em 4 da II Liga, e despachado também para uns jogos mexerucas da Taça de Portugal e da Taça CTT?

Repetidamente conotado pela CS anti-Benfica e por uma pandilha de paineleiros -  tendo à cabeça a avantesma do Serrão, coadjuvado ao domingo à noite pelo garoto das Guedelhas na RTP3 e um político falhado na SIC Notícias à 2ª – como benfeitor do Glorioso (o que pelo seu histórico é uma infame mentira, bastando lembrarmo-nos do penalty fantasma aos 83’ marcado à Académica de Coimbra, em Coimbra, na 11ª jornada da Liga de 2013/14, por mergulho teatral “para a piscina” de Jackson Martinez, quando o grémio da fruta corrupção & putêdo perdia por 1-0, o que veio mesmo a acontecer no final, pois o penalty não foi convertido em golo, ou do cartão vermelho a Óscar Cardozo por palmada na relva do estádio da Luz, ou mesmo de um célebre jogo de juniores entre Benfica e Sporting em que conseguiu oferecer um título de bandeja ao lagartêdo, com Rui Vitória a treinador dos jovens do Glorioso), Capela, completamente ostracizado, relegado e escorraçado pelos responsáveis da arbitragem, reapareceu ontem na Luz.
Continua a ser cozido em lume brando. Ontem sofreu mais uma esturricadela! Mais teria valido marcar aquilo que deveria ter marcado!

João Capela, por omissão e de uma forma bem sinalizada, provou o sabor de uma coacção miserável transformada ontem num mêdo visível em todas as situações de jogo em que interveio.
Mêdo. Sim, mêdo. É a palavra ajustada para o que se passa na arbitragem actualmente e bem patente na sua prestação de ontem na Luz e nas de muitos outros árbitros que tem apitado alguns dos jogos onde o Benfica intervém, tirando aqueles onde os superdragões apitadeiros da associação de futebol do porto tem participado e que incrivelmente são a maioria deles até agora. O receio de em qualquer lance do jogo, julgar em benefício do Benfica foi evidentíssimo. Capela borrou-se. Todo! E os seus auxiliares contribuíram e de que maneira para o total descalabro arbitral.
Só em faltas o Benfica ganhou por 26-16 aos setubalenses!
Como é que é possível esta discrepância em infracções e para outras ainda mais graves que poderiam ter ditado outro destino ao desafio não fosse a determinação e a cabeça fria dos jogadores do Benfica?
A resposta é simples.
O seu critério, que antes disto tudo era bem largo, “à inglesa” como sói dizer-se, passou para rédea curta, evitando errar a favor do Benfica e segurando assim o jogo, transformando-o num espectáculo pobre e de acordo com as intenções dos forasteiros do Sado.
E depois, quem viu o jogo, sabe que o Benfica teve quatro situações para penaltys a seu favor. Não foram uma, nem duas, conforme tìmidamente o Benfica no seu twitter e muito a custo, por serem demasiado evidentes, a escumalha da CS, referem. Foram quatro! – na 1ª parte, mão na área, empurrão sobre Jonas, outro sobre Krovinovic e na 2ª parte, mão, outra vez na área, de um defesa setubalense em jogada de Rafa. João Capela, claramente afectado pela coacção vigente, nesses momentos engoliu o apito!

Por aqui ficamos quanto a João Capela, um apitadeiro que não passa disso mesmo. Um apitadeiro a quem recomendo umas cuecas de plástico, com elásticos fortes nas pernas, para que as descargas de merda não escorram e não deixem a relva do Templo Sagrado mal cheirosa e com rastos e rastos de cagadelas, tal a diarreia de mêdo que o acometeu.

Quanto aos factos acessórios deste triste episódio, uns breves apontamentos sobre Couceiro e sus muchachos.
Em circunstâncias normais, Couceiro – no diccionário de Língua Portuguesa, [couceiro ou coiceiro] é aquele que dá coices e desportivamente um lagartunço anti-Benfica de ginjeira, que no final do desafio esboçou umas parelhas equídeas, esperneando e vomitando irracionalmente uma série de alarvidades, resultantes de uma azia incurável quando defronta e perde com o Benfica - teria encaixado três ou quatro sem espinhas. De uma forma desonesta e manhosa, berrou, “aqui d’el Rei”, que o Varela cometeu penalty sobre o seu avançado, antes do 2º golo do Benfica.
Pois é, mas feitas bem as contas e pressupondo que todos os penaltys seriam convertidos, tinha levado na peida com seis batatas a uma. Assim foram 2-0 que, como todos sabemos, lhe causou uma indigestão, o que contra o Benfica é a sua patologia recorrente. Mas a imbecilidade sadina não se ficou por Couceiro. Um morcão azul e bronco, pateta [gonçalo paciência], debitou aquilo que lhe ensinaram há muito no Covil da Corrupção ao Freixo, na Palermo portuguesa“neste estádio passam-se sempre coisas estranhas…” escarrou o alarve no flash interview. O rapazola mostrou que tem a cartilha do seu pai bem decorada. Só lhe faltou dizer que “estava a olhar para o chão” e que não viu qualquer penalty a favor do Benfica. Um imbecil, que mesmo jogando por um outro clube que não aquele onde foi moldado para bufar impropérios e diatribes contra aquilo que aquela escumalha a norte apregoa de Grande Satã do Sul - o Benfica - não se coibiu de demonstrar o ódio e a raiva ao Vermelho Glorioso. A este, será sempre mandá-lo para a “pqp” e esperar que na próxima semana o Samaris (perdido por cem, perdido por mil) o arrume para seis meses ou mais. Era bem merecido!

Por fim, lamentar o triste espectáculo dado pelas TV’s e pela Antena 1.
Após o jogo, ainda fui a tempo de ouvir uma alimária na Antena 1, de seu nome vítor martins, a letra minúscula, isso mesmo! Parece-me que é uma aquisição recente da estação de rádio, em jogos do Benfica. A sua intervenção, nos comentários finais, foram uma completa parvalheira, para não chamá-la já intelectualmente desonesta. Pisou e repisou o lance do penalty alegadamente cometido por Varela, repetindo a descrição do lance até à exaustão e só muito depois disso é que lá se lembrou, que tinham ficado no 1º tempo, dois penaltys por marcar a favor do Benfica. Para cúmulo dos cúmulos, este gajinho ainda disse que depois da cena do Varela, o Benfica, por sorte, repito, “por sorte”, marcou por Krovinovic. Está lá, gravado. Se quiserem peçam as gravações destas autênticas imbecilidades. Só me admira que o Nuno Matos tenha de aguentar este tipo de espécimes enquanto relata os jogos do Glorioso. Uma vergonha, um autêntico festival de descarados na CS! E para fechar este miserável capítulo, também lamento que o César Pixota e o José Nunes embarquem na conversa do Alexandre Santos (a quem Enzo, um dia mandou à merda) e do Tadeia, essas verdadeiras luminárias futeboleiras de pacotilha, anti-benfiquistas básicos e malandrotes que grassam na RTP, neste caso no programa da RTP3 ao fim da noite, como ervas daninhas e cogumelos venenosos que nascem no monte.

O que me parece é que isto só lá vai com o uso do célebre pau-de-marmeleiro, caricaturado pelo pioneiro do dialecto machadês


GRÃO VASCO

12.11.17

O ressurgimento dos Catões



Desde a ameaçadora investida dos gangsters ribeirinhos ao centro de estágios dos árbitros de futebol na Maia, que a onda de intimidação, coacção e violência nunca mais parou.

O terror e o mêdo espalham-se novamente a partir do submundo da Palermo portuguesa. A corja - chefiada por um execrável símio impune e à solta, que perante as autoridades policiais e judiciais continua a fazer o que bem quer e lhe apetece - bem orquestrada e em sintonia com a sua central de operações, a associação mafiosa da fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp, sita ao Freixo, em local semelhante onde foi encontrado um tal de mosquita, nu e com uma pistola no bolso, tem actuado em pleno, à luz do dia, de cara destapada, com fotos dos protagonistas nos locais do crime publicados no facebook e pasme-se, nas publicações on line de alguns diários desportivos e com resultados evidentes.
É o braço armado de um polvo grotesco que afinal não morreu nas labaredas do Apito Dourado e ficou bem plasmado nos espaços daquele museu que mais parece o Prostíbulo de D. Trogalho, o bispo que tanto abençoa as fernandas e as putas do Calor da Noite, como os beatos falsos da Torre dos Clérigos ou as alcoviteiras de Massarelos e das Fontaínhas e que continua a estender-se especialmente por todos os cantos do Norte e do Algarve.

As ocorrências sinistras sucedem-se em catadupa.
O episódio no centro de treinos e o aparecimento súbito e mediático no mesmo local do esbirro simiesco da ribeira ladeado por capangas da mesma estirpe, a proferir ameaças sobre ameaças a tudo e a todos, falando inclusive na iminência de uma tragédia sobre os árbitros e suas famílias, aos microfones e perante as câmaras de uma CS vendida e cobarde, mancomunada com toda essa escumalha bandida e marginal, mostrou à saciedade a bandalheira que grassa no futebol indígena e na sua área de influência.

Seguiram-se muitos outros. Visitas intimidatórias a restaurantes de familiares de árbitros, montras partidas, ameaças a “ferraris”, divulgação das moradas, nºs telemóveis e locais de trabalho dos árbitros, seus cônjuges e filhos, visitas secretas ao patrão dos árbitros, agressões e mais agressões em Canelas City, cânticos incentivando à morte de outros, entrevistas encomendadas e feitas por uma pandilha de súcios azuis e broncos que nas pantalhas televisivas têm acabado por abandalhar irremediavelmente os programas desportivos das TV’s e por consequência o futebol e mesmo outras modalidades.

Há na realidade um espectro tenebroso que paira no futebol. É o espectro dos pôncios, dos guarda-abéis, dos pintos (adrianos, ilídios, lourenços e sousas), dos pidás, dos gonçalves “mugabes” pereiras, das carolinas, dos araújos das putas, reflectidos numa nova ninhada de ratazanas famélicas, obedecendo fielmente ao Gangster dos Gangsters, rei da Palermo portuguesa, das alternadeiras e das bufas corruptasCatões, Símios e Xicos conforme as ocasiões.

Na Palermo portuguesa continua tudo como dantes. Tal como na América, na Chicago dos anos 30 do século passado, onde Al Capone, o dono da cidade aterrorizava juízes, polícias, jornalistas, dominando a seu bel-prazer a Justiça, os meios de informação, tudo continua a ser comandado por Al Bufas e a suas sociedades de gangsters.
Catões, símios e quejandos agem em rede, melhorando os métodos criminosos que permitiram vitórias compradas em supermercados segundo Ferguson, e outras corruptas, denunciadas por Santiago Segurola.
E amanhã, aparecerão outros, nos mesmos sítios, com a conivência dos mesmos de sempre.

E, meus Caros, se estão à espera de uma Alcatraz nas Berlengas, onde esta escória acabe os seus dias a fazer companhia às gaivotas, bem poderão esperar sentados.
A Justiça e as autoridades policiais a norte do Mondego esfumam-se na promiscuidade e no temor, tal como os barcos rabelos nas névoas densas do Douro.
Só Nós, que elevamos sempre bem alto o nome do Glorioso de Portugal, poderemos travar este ataque sórdido e miserável que foi sempre a forma de viver e de estar dessa corja repugnante e criminosa que condiciona e subjuga tudo e todos a norte.

Para quando o surgimento de um “Eliott Ness” na Palermo portuguesa que com coragem consiga meter esta corja abominável na cadeia?
Para quando?

GRÃO VASCO



7.11.17

Os palhaços dorminhocos



Basta o Benfica espirrar uma tweetada para que esta conhecida parelha de palhaços - Fontelas & Luciano - por conveniência acorde estremunhada de uma longa letargia de meses.

Só agora, e fazendo o jogo do dono do circo, o famigerado Belfodil d’Ornelas, vieram a terreiro rasgar as suas indumentárias circenses dizendo indignados e angustiados que “os clubes atingiram o ponto máximo de agressividade”, e “não admito que os clubes acusem os árbitros de errar de forma premeditada”, no caso do Fontelas, e “o querer ganhar a qualquer custo continua” da autoria do Luciano.

Porquê agora?
Pois desta vez aconteceu que Benfica e Sp. de Braga arrearam forte e feio nas arbitragens e nas nomeações. O despautério, o regabofe já estavam a ultrapassar as marcas. Durante meses e meses têm sido ataques constantes, decorrentes inclusivamente desde a época passada, com os grémios do Cuspe e da Fruta lançando suspeições e insinuações sobre os árbitros, falando em Liga Salazar, e com Fontelas & Luciano num silêncio cúmplice, num sono profundo e prolongado, evitando insurgirem-se contra as descabeladas diatribes do Belfodil d’Ornelas e do seu chegamiço, de Xico Canelas a norte e generalizando situações que na realidade estiveram sempre bem identificadas.

Ainda gostaria de saber se aqueles oito árbitros proscritos por esta escumalha já foram deportados para as cavernas do Afeganistão ou se por cobardia não serão mais nenhuma vez nomeados para os jogos do Benfica.

Fontelas & Luciano andaram a dormir por conveniência, não beliscando os grémios que mais têm feito por lançar a confusão, o ódio e a suspeição no futebol e particularmente sobre os árbitros. Num deles jogam os seus filhos.
Conflitos de interesses?
“Tá bem tá” que estas matérias não se aplicam ao futebol…

Vêm agora falar em ponto máximo de agressividade?
A cobardia é tal que se escusam em identificar os autores ou mentores dessa agressividade que anda há meses a inundar diariamente o futebol.
Ou por acaso estes dois palhaços desconhecem os castigos disciplinares, os abusos, os insultos, as difamações e as constantes transgressões e infracções que esta escumalha cuspideira e fruteira comete semana após semana?
E este momento foi escolhido para fazerem estas declarações, porquê?
O que parece evidente é que só quando o Benfica protesta e faz severos reparos a esta trapalhada arbitral e a quem a dirige é que os palhaços entram em cena para fazer o seu número de circo.

Por fim, quero dizer-vos que quando vi a imagem que ilustra este post, imaginei este dois mânfios fazendo o seu último número de circo perante a risota total da plateia. Com o dono do circo na pista, e aproveitando aquelas suas vénias tontas à sua claque de fãs, colocaram um apito dourado no seu traseiro, esperando que as ventosidades do bardamerda dessem o silvo necessário para validar mais um golo em off-side do Dasbosta ou marcar um penalty fantasma sobre dito cujo.

“Invictos” lá esperneou o folclórios. “Inbictos” arrotou o desdentado azul e bronco do canal corrupto!

A palhaçada continua daqui a quinze dias… o que eu duvido é que eles, Fontelas & Luciano ainda estejam acordados.


GRÃO VASCO


6.11.17

Viram-na por um “canudo”!



"Ver Braga por um canudo" é uma expressão que significa não alcançar o que se deseja, querer algo e não o conseguir, ver frustradas as expectativas, ficar logrado, enganado, ludibriado.

Ora, ontem à noite no fôsso do lagartêdo foram os próprios brácaros que viram a sua cidade por um canudo, ao verem a vitória no desafio sonegada também por um "monóculo grosseiro". Mas que canudo! E esse dito cujo tem um nome lendário pelas piores razões. Chama-se Xistra e dança conforme a música que lhe tocam aos ouvidos. E não podemos esquecer-nos de quando, ainda catraio, envergava orgulhosamente a camisola do sporting da Covilhã fazendo parte de uma equipa juvenil do clube serrano e que segundo a própria irmã, chorava baba e ranho quando o de Lisboa perdia os seus encontros…

Por outro lado, dos dois ou três sportings, venha o diabo e escolha!

Salvador, essa peça menor da engrenagem trauliteira afecta ao clube da fruta da Palermo portuguesa e que tem aguentado estoicamente, no camarote da Pedreira, as terríveis bufas corruptas do avôzinho da brasileira, veio clamar na suas declarações pós-jogo, em conferência de imprensa, aqui d’el Rei que só há Xistra para os seus jogos importantes, metendo logo o Benfica ao barulho.
Pois é!
Esquece-se este finório de, quando em Braga, Xistra os beneficiava à bruta, especialmente quando o adversário era o Benfica. Lembro-me da escabrosa expulsão de Javí García e do jogo onde a roubalheira ao Glorioso foi à descarada, com benefício indirecto à quadrilha do fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp, o seu aliado de sempre, mesmo quando lhe enterra a unha à tripa forra, na Pocilga ou na Pedreira. E ontem, mais uma vez lá veio com a lengalenga do Benfica atrás de si, não circunscrevendo as suas declarações ao jogo no fôsso do lagartêdo, onde foi efectivamente bem roubadinho.
Salvador, ontem, foi indecente. Como já é seu hábito. Não por ter ficado indignado com a arbitragem de Xistra e sus muchachos e com Rui Costa, o VAR de serviço, que efectivamente trataram de fazer a folha à sua equipa de futebol durante os 90+5 que o jogo durou, mas sim pela nojenta e desonesta referência ao jogo que recentemente fez contra o Benfica na Luz, onde não teve razões absolutamente nenhumas de queixa.

Quanto ao trombil do mestre dos peaners & folclórios e ao seu destrambelho intelectual e verbal na pobre e hilariante conferência para a CS no pós-jogo, o que já é um hábito – então quando perde ou empata é um desatino completo - onde, tal como os seus jogadores, andou completamente à nora, uma nota para a sua referência de que “continuamos invictos” e “Xistra é um bom árbitro”.
É verdade. Continuam invictos e a perder pontos. Não perderam mais até agora, porque tem havido muitos Xistras a ajudarem com penaltys fantasmas, com descontos de dez, quinze minutos e outras manigâncias. Em suma, até agora, com os apitadeiros a ajudarem a meter a bola na baliza do adversário sejam quais forem as circunstâncias, tem sido um autêntico regabofe.
A pérola de que “Xistra é um bom árbitro” foi a cereja no topo de um bolo azedo que teve de emalar ontem à noite. Pudera! Sem ele tinha perdido o jogo!
Ele, o pigmeu intelectual sem pescoço, um sacana de grosso calibre, e mais uns quantos mabecos, já começaram a ficar em pânico com a sombra vermelha que paira sobre as suas cabeças e a um ponto de distância. A sorte, inclusivamente, tem-lhes sorrido, pois esta nova interrupção no campeonato irá ajudar a recuperar os inevitáveis rasgões dos seus jogadores, nomeadamente dos seus avançados – depois venham para a blogosfera vermelha, os estúpidos benfiqueiros do costume falar das lesões no Benfica…

Ontem “O Canudo” foi Xistra, como o foram Bruno Paixão contra o Setúbal, o Godinho contra o Estoril ou mesmo o cagarolas do Mota contra o Marítimo no fôsso do lagartêdo, o Soares Dias em Vila da Feira e o Sousa em Vila do Conde sempre acolitados por uns VAR's ceguinhos, ceguinhos, ceguinhos, assim, por aí em diante.

Ontem, para mim, a derrota de ambos seria o melhor desfecho.
Mas o canudo, o verdadeiro canudo é o Fontelas e os seus compagnons de route. Esse, sim! Esse é que é o “canudo principal”!



GRÃO VASCO

3.11.17

Há muita gente a puxar o Benfica para baixo



Estas nomeações já metem nojo!

Soares Dias, Hugo Miguel, Xistra, Sousa. Hugo Miguel, Sousa, Xistra, Soares Dias. Sousa, Xistra, Soares Dias, Hugo Miguel. Xistra, Soares Dias, Sousa, Hugo Miguel e assim sucessivamente “por todos os séculos dos séculos amén!”


GRÃO VASCO


2.11.17

Ratazanas da blogosfera vermelha



Elas chafurdam pelos esgotos e caixotes de lixo à volta da Luz, mas ainda há mais umas quantas...
Com ratazanas deste calibre, a esburacar e a roer o Benfica por dentro, nem há necessidade das do cuspe e da fruta actuarem…
Raticida para cima delas!


GRÃO VASCO


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