27.2.17

Uma pergunta pertinente



A macacada dos falsos coitadinhos da fruta, café com leite e chocolatinhos embrulhados no Apito Dourado & suas putas, continua.


GRÃO VASCO




25.2.17

Cenário na redacção dos “dragões diário” ontem à noite, após o jogo Benfica-Chaves



…E a macacada às voltas com um Ferrari…
Peões e mais peões com as chicanas habituais, tentando enganar toda aquela morcanzoada de incautos azuis e broncos que desde o jogo com a Juventus anda de monco caído.
Mas já admitiram o engano. O árbitro de quem eles queriam falar, não era o Nuno Almeida, mas sim o Luís Ferrari da semana passada no jogo fcp-Tondela…


GRÃO VASCO

20.2.17

A deplorável arbitragem de Tiago Martins em Braga, no Sp. Braga,0 – SL Benfica,1…



… SEMPRE EM CLARO PREJUÍZO DO BENFICA!

Tiago Martins e o seu coro de fiscais-de-linha sabiam ao que iam. Todos são seres humanos como nós e sabiam que se o Benfica não ganhasse, deixaria de ser líder.

A sua internacionalização e outras “provas de vida”, dentre as quais destaco as miseráveis atitudes e exibições em prejuízo notório do Benfica – esta época, Chaves para o campeonato, Moreirense para a Taça da Liga, e outras “habilidades” - confere-lhe como os demais, uma aura de inimputabilidade. Isto é, poderá sempre fazer o que quiser e o que bem lhe apetecer em jogos onde intervém o Benfica, que os deuses da arbitragem, incluindo as divindades terrenas do conselho da dita, nomeadamente Fontelas & sus muchachos, lhes continuarão a dar o aval necessário no seu percurso arbitral.

No jogo de ontem, na Pedreira, teve uma prestação absolutamente miserável. Tiago Martins bem tentou puxar, e de que maneira, o Benfica para baixo, em sucessivas tentativas torpes de apear o Benfica do primeiro lugar do campeonato.

Como não há vergonha e a impunidade campeia, foi mesmo à descarada!

O início foi como o habitual. Os jogadores do Braga a travarem os do Benfica com trancada da grossa e o inefável Tiago Martins na hipócrita linguagem gestual, a habitual sempre que é o Benfica, alertando os infractores de que “acabou aqui e para a próxima és castigado” – por curiosidade, e somente por curiosidade, o outro de 6ª feira na pocilga dos morcões, ao Freixo, o bracarense Luís Ferreira de sua (des)graça, o tal advogado no Apito Dourado que há poucas semanas em conivência com o seu auxiliar “portista”, “subtraiu” dois pontos ao Benfica no jogo na Luz com o Boavista, onde validou três golos ilegais aos nortenhos, por muito menos, mostrou um amarelo ao defesa-central do Tondela no 1º minuto desse desafio surreal…

Em Braga, o despautério continuou com abordagens manhosas de Tiago Martins, como foi o caso de dois contra-ataques muito perigosos do Benfica que foram ostensivamente parados pelo dito cujo, em claro benefício do infractor. Isto é, os jogadores do Benfica, mesmo sofrendo falta, aguentaram essas cargas à margem das leis, conseguindo isolar-se com muitíssimo perigo, mas viram a jogada interrompida para a marcação de faltas e exibição de cartões amarelos aos faltosos. Foi assim que Tiago Martins conseguiu travar pelo menos na 1ª parte, por duas vezes, dois perigosos contra-ataques do Benfica. Os jogadores bracarenses, sentindo-se impunes, lá continuaram ao longo do jogo a arriar forte e feio, com o dito árbitro a assobiar para o ar e para o lado. As regras são bem claras e a continuidade das jogadas de ataque do Benfica seria sempre prioritária e logo que o jogo tivesse uma pausa, os jogadores bracarenses deveriam ser admoestados com os respectivos cartões. Nunca aconteceu essa situação.

Salvio é rasteirado dentro da área do Sp. Braga. Uma falta subtil do defesa bracarense com o fiscal-de-linha a assobiar para o ar. O que aconteceu? Pontapé-de-baliza a favor dos bracarenses! Um luxo!
Rafa, como Salvio, é um jogador leal. Numa jogada em que desarma um defesa adversário junto à extrema-esquerda do seu ataque, é alvo de duas faltas. Uma ainda no início da jogada e já depois, quando se escapa pela linha final, dentro da grande área leva um ligeiro empurrão que o desequilibra e que o obriga a endossar a bola deficientemente. Noutras circunstâncias, uma queda forçada pelo próprio daria penalty indiscutível, mas Rafa não o fez por clara lealdade ao jogo. Esta foi uma falta fácil de vislumbrar pelo apitadeiro.
O que é que ele fez? Siga o jogo, “no pasa nada”.

Mitroglou marca um golo legalíssimo. Mais uma vez, o fiscal-de-linha erra, ao assinalar fora-de-jogo com Tiago Martins, também mais uma vez a prejudicar o Benfica.

Em bolas divididas e jogadas repartidas, as faltas foram quase sempre contra o Benfica. O que valeu, foi que os jogadores do Benfica, emocionalmente inteligentes não protestaram, nem contestaram essas injustiças, fazendo sempre orelhas moucas a essas provocações, demonstrando união e espírito de sacrifício num claro movimento de revolta contra estes constantes atropelos, jogando sempre com uma vontade e uma garra que lhes valeu o merecido prémio de uma vitória com um golo imaculado em que o árbitro nem que quisesse bufar no apito para anulá-lo não poderia dada a transparência e limpidez dessa jogada individual e primorosa de Mitroglou. Aí sim. Aí é que “Mitra” o “fodeu”. Olhem só para a foto e digam-me lá se o apitadeiro está feliz…
Tiago Martins, nessa jogada iria apitar o quê? Que o grego teria dado um peido? Que teria trocado os pés pelas mãos? Que teria largado uns perdigotos electrónicos deixando encandeados os defesas bracarenses? Que teria chocalhado demais a piroca? Que teria lançado um feitiço sobre Marafona? Não! Nada! Pois o Benfiquista grego não lhe deu a mínima hipótese para que alguma coisa acontecesse no sentido da jogada poder ser anulada.

Já noutros lances, pelo menos por duas vezes, Mitroglou foi agarrado dentro da área. Tiago Martins fez de conta. O habitual, em noventa minutos deploráveis, tendenciosos e visivelmente parciais, sempre em desfavor do Benfica. Nelson Semedo também é desequilibrado dentro da área adversária e… nada!

Dizem-me que o apitadeiro marcou 25 faltas contra o Benfica. Eu nem quero pensar nessa exorbitância. É que quase vomito se constatar esse despautério arbitral!

Ontem valeu tudo! Tudo! Mas ainda não foi desta. E possivelmente, com esta força, com este espírito, com este querer, com esta garra que todo o Mundo Benfiquista - jogadores, técnicos, dirigentes, médicos e massagistas, e todos os trabalhadores ligados ao futebol do Benfica, mais os sócios, adeptos e simpatizantes - tem em alcançar o 4º campeonato consecutivo, será muito difícil aos gangsters, macacos, morcões diários e padres nunos da Palermo portuguesa com a conivência despudorada dos desgraçados do lagartêdo, conseguirem pela batota e pela chicana apearem-nos, derrotarem-nos ou afastarem-nos desse objectivo.

E depois, ainda vem aquele minorca escabroso, na SIC Notícias, dizer que foi uma grande prestação de Tiago Martins, esticando-se na sua velhacaria insuportável, dizendo que “temos árbitro”. Pudera! Foi sempre contra o Benfica, pois claro! Para esse fecaloma anão da CS desportiva, sendo assim, já está tudo sempre bem. Só que lá ficou com outra espinha, mais uma vez encravada na sua garganta de rato de esgoto, com a vitória do Benfica. É mesmo um azar para estoutro inimputável, para os anti-benfiquistas do fôsso do lagartêdo e para a escumalha bandida do fruta corrupção & putêdo.

Carrega Benfica!

GRÃO VASCO

SEMPRE CONVOSCO, CAMPEÕES!



É assim!
Com garra, com alma, à Benfica!


GRÃO VASCO


18.2.17

O grémio do Al Capone português “vai de vento em popa…”



Tal como na Chicago dos anos 30, a criminalidade organizada actua impune na Palermo portuguesa e seus arredores sob a complacência e a inércia, intencionais ou não, das autoridades desportivas, judiciais e policiais.
As ameaças de morte aos árbitros e às suas famílias, com divulgação de informações sobre as suas vidas particulares, surtiu um efeito impressionante!
Tudo borrado. Desde o Fontelas em Lisboa – possìvelmente com tamanhos telhados de vidro relembrados e exibidos, por catálogo, pelo Al Capone português, numa visita como aviso para situações futuras que decerto não terá sido de mera cortesia – até aos “coniventes” e “colaboradores”. A norte, uma omertá amacacada faz lei para criminosos e marginais que amedrontam, subornam e chantageiam o vulgar cidadão e mesmo as pessoas de bem. Uns com cadastro deplorável, repleto de crimes, descritos ao pormenor em livros publicados, outros com um cadastro duvidoso de participação em defesas jurídicas no processo Apito Dourado, outros mais, saudosos desses tempos e outros ainda, nos facebooks com manifestações públicas de amor ao grémio da corrupção, das putas, da fruta, dos cafés com leite e chocolatinhos e demais guloseimas brasileiras.
Não há memória, desde os famigerados tempos do Apito Dourado I de tamanha campanha de coacção e chantagem da bandidagem dos símios ribeirinhos, acantonada no Freixo, à Palermo portuguesa, sob o beneplácito da corja corrupta azul e bronca que continua bem viva na sua sede, adjacente às Antas, mais conhecida pelo “Covil do dragão”.
Tudo isto para tentarem ganhar fora do campo o que têm perdido, e bem, nos relvados por onde passam, porque o execrável comportamento dessa reles comandita alicerçado no crime e na trapaça continua e continuará, apesar de alguns ingénuos terem começado a ficar com a memória curta. Só quem presenciou esses tempos tenebrosos sabe bem do que estes energúmenos são capazes.

“Para o fcp ganhar, há que aos adversários e ao Benfica roubar”, ou “Com o fcp o crime vai compensando”, são dois dos muitos lemas dessa maldita pandilha que transformou o futebol indígena e não só, numa mentira que ainda hoje prevalece apesar do esforço gigantesco do Benfica para se ter redimensionado com o objectivo de combater essa praga que perdurará por mais algumas décadas.

GRÃO VASCO



12.2.17

O regresso do Apito Dourado



Em 30 de Dezembro do pretérito ano, publiquei neste espaço um post com duas fotos bem expressivas e com o título “Regresso ao passado”, que alertava para a iminência de um conjunto de acções terroristas, por parte da quadrilha de criminosos do Freixo, que continua impunemente a actuar a norte, sem que a Justiça em Portugal tenha tomado as devidas providências no sentido de evitar que a situação se agravasse ainda mais.

Vou repetir. Acções terroristas!

O país assistiu a um triste espectáculo de terror, oferecido por muitos repórteres e respectivos órgãos da CS, especialmente das cadeias de televisão, ávidos de escandaleiras e que sem escrúpulos, deram voz e tempo de antena a fulanos que a esta hora deveriam estar, sim, numa cadeia. Basta lermos alguns “livros” publicados recentemente para constatarmos dos crimes e atropelos à justiça e aos cidadãos por parte de energúmenos devidamente identificados que continuam a passear-se na Palermo portuguesa proferindo ameaças públicas a tudo e a todos, neste último caso a árbitros de futebol, sem que sejam condenados.
É a rebaldaria que grassa num país sem rei nem roque. Uma porca miseria, que envergonharia os responsáveis e governantes em qualquer país dito civilizado. A civilização parece que ainda não chegou a Portugal, muito particularmente a uma zona problemática como é a cidade do Porto e seus arredores, em que a bandidagem ribeirinha, e não só, continua impune e a fazer o que quer, ao serviço e em nome de um clube que em tempos foi condenado por corrupção, o grémio batoteiro já bem conhecido na europa do futebol pelas falcatruas e escândalos em série e que segundo Ferguson comprava títulos nos supermercados e de quem Santiago Segurola disse um dia num dos artigos que escreveu, ter uma imagem vergonhosa em tudo semelhante à corrupta Juventus de Turim.

Tudo isto, porquê?
Porque o Sport Lisboa e Benfica tem ganho quase tudo no futebol e mesmo no desporto em geral!

Desde que recentemente, o terror se instalou no futebol, tendo como alvo os árbitros – inclusive foi dada em determinada altura, protecção policial a alguns da categoria de élite, bem como às suas famílias e casas – o fcporto começou a ser claramente beneficiado e protegido, com o Benfica a ser escandalosamente prejudicado.

Eu pergunto:
- Como pode Manuel Mota arbitrar um jogo do Benfica em condições normais, se o estabelecimento de restauração - taberna da Esquiça, Fafe - do pai de um colega seu, Jorge Ferreira, foi num passado bem recente, alvo de uma visita “surpresa” por parte dos famigerados superdragões e os talhos do próprio, vandalizados, com ameaças à sua integridade física, quando o fcporto e o sporting perdiam para o campeonato, sem que dessas acções coercivas se procurassem e punissem os seus responsáveis?

A evidência de uma estratégia espúria com os mesmos requintes do célebre Apito Dourado aí está, com os responsáveis do nosso futebol, mudos e quedos ou assobiando para o ar.
O fcporto começa a ganhar com a batota habitual e já está tudo bem no “reino da Dinamarca”, com a quadrilha mediática composta por um punhado de safardanas, a pensar que enerva o Benfica e os Benfiquistas.
Como estão tão enganados. A experiência diz-nos que este tipo de jogo rasteiro que em tempos deu os seus frutos e também muita “fruta”, especialmente a de dormir, vinda expressamente do Brasil para saciar paixões, duartes e outros figurões pelo mandante da Madalena“a fruta? Ah sim, a fruta… já foi mandada…” - só vingará novamente se o Benfica e os Benfiquistas adormecerem e ficarem impávidos a olhar inertes para este despautério. Não creio que isso possa vir a acontecer.

O Sport Lisboa e Benfica e todos nós, Benfiquistas, devemos isso a nós próprios. E sendo assim há que denunciar alto e bom som, apelando a todas as entidades para que façam o que tem de ser feito – punir os infractores, tais como aqueles senhores de bandeira na mão que à descarada têm prejudicado o Glorioso – os jogos do Boavista e Setúbal especialmente, mas também outros em que foi por demais evidente a desigualdade nos critérios de análise de lances, com especial realce para a não marcação de faltas graves e agressões violentas - e também os seus superiores pela reincidência nas suas nomeações.

O que é que leva o Fontelas e sus muchachos (oh, Paulo Costa… sim, Paulo Costa, estás aí?) a nomearem o tal de árbitro assistente de nome José Gomes (de Braga) para um segundo jogo no Estádio da Luz, quando no primeiro, o do Benfica-Boavista, conseguiu validar três jogadas ilegais que deram nos três golos dos forasteiros?
Como pode ser nomeado um árbitro assistente para o jogo do Benfica, em Setúbal, que no seu facebook demonstra todo o seu fanatismo clubístico em prol do fcporto e que no fim do jogo, com o Benfica a perder, acaba por ignorar o penalty do defesa do Vitória de Setúbal sobre o benfiquista Carrillo que daria certamente o empate?
Mas para lá desta bandalheira toda, ainda há que referir todos aqueles apitadeiros e seus assistentes que nos jogos em que o Benfica ganha, tentam atrasar a todo o custo a vantagem do Benfica, adiando o golo inaugural e os seguintes, com complacência perante queimas de tempo, simulação de lesões, jogo violento não punido adequadamente, recorrências sistemáticas a um anti-jogo, etc., etc., etc. Se os árbitros estão condicionados perante esta pouca vergonha das ameaças e do terror que elas contêm, que os responsáveis assumam a suas responsabilidades entregando as nomeações à Justiça portuguesa! Porque não?

O Apito Dourado regressou numa segunda versão tão igual à primeira. As putas andam arredias, não vá o diabo do You Tube tecê-las outra vez, mas as técnicas da coacção e do terror, da chantagem, da mentira, da suspeição, continuam.
A nossa missão, como era previsível, não será fácil. Teremos de continuar a dar o nosso apoio e o nosso melhor, e sempre que nos prejudiquem denunciar, denunciar, denunciar e utilizar todos os meios disponíveis para anular toda esta pouca vergonha. É que eles, os morcões azuis e broncos do Freixo e os superdragões da Ribeira com a conivência dos gangsters e mafiosos de topo da Palermo portuguesa não descansarão nas tentativas de apearem o Benfica da liderança do futebol e do desporto em geral.

Por último, dizer-vos que também alguns ex-apitadeiros, agora com funções de cumentadeiros, como são os casos de Duarte Gomes e Marco Ferreira, para já não falar do triunvirato arbitral do pasquim desportivo nojento, que se publica a norte, enveredarem por um tipo de comportamento que só vem confirmar que viveram a época do Apito Dourado em todo o seu esplendor. É deprimente e miserável como é que este dois “canhangulos de carregar pela boca” são tão incoerentes na análise de lances semelhantes e muito especialmente quando essas análises envolvem jogadas do Benfica.
Para esses, o meu “vão bardamerda”, bem à portuguesa, pelo menos para eles verem a porcaria que escrevem e vomitam nos jornais desportivos.


GRÃO VASCO


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