18.8.19

O “assalto” da tríade arbitral



O “assalto” estava bem engendrado. No tempo e no espaço. Com as expectativas defraudadas na 1ª jornada em que os grémios do lagartêdo e do putêdo perderam pontos, deixando o SL Benfica no comando, era previsível que fosse começar a estratégia arbitral para tentar tirar pontos ao Glorioso logo na 2ª jornada e nada melhor do que um Jamor com muitas ratoeiras, a começar pelo próprio relvado.

A nomeação por Fontelas Gomes de Fábio Veríssimo e Carlos Xistra, respectivamente para árbitro e VAR do jogo entre o Benfica e o Belenenses SAD, foi bem perpetrada. Uma acção reincidente, miserável, prepotente, sectária, facciosa e provocatória.

Fontelas, sabendo da escandaleira que estes dois árbitros protagonizaram na meia-final da Taça da Liga da época passada – o SL Benfica foi roubado indecentemente nesse jogo contra os corruptos azuis e broncos das barracas de praia - e já depois de novo abuso, indicando Veríssimo para o jogo de apresentação na Luz com o Anderlecht, em que mais uma vez não marcou um penalty escandaloso por empurrão de um defesa belga sobre Chiquinho aos 71’, voltou a provocar à descarada o SL Benfica, indicando-os para o Jamor.

O “assalto”, com contornos de premeditação e com o consequente ROUBO de pontos ao Benfica, só não se concretizou porque o talento de muitos jogadores Benfiquistas tem sido suficiente para estancar rapinanços sobre rapinanços desta tríade perigosíssima que já mostrou o que pretende - apear o Benfica de todas as maneiras, recorrendo sempre que pode, à trapaça em pleno jogo.
Se em Braga, no jogo contra os corruptos, a canalhice foi o que foi, e na Luz com o Anderlecht, Veríssimo andou a assobiar para o ar enquanto Chiquinho era empurrado, ontem, no Jamor, ele e o seu comparsa do VAR mostraram à saciedade ao que iam.

Dois lances cruciais em prejuízo do Benfica marcaram o jogo e perante isso, só a classe da equipa do Benfica evitou mais uma vez que o roubo de pontos fosse concretizado.

1º. Penalty sobre Rafa aos 49’ 05’’.

- o defesa belenense, dentro da sua grande área, aplica uma charutada nas pernas do Rafa, impedindo este de prosseguir para a baliza. A rasteira é evidente e incontestável!
Veríssimo assobiou mais uma vez para o ar. Mas pior do que isso e tristemente lamentável foi a postura de Xistra no VAR. Num lance tão claro, Xistra nem se dignou a alertar o árbitro. Teria nesses momentos ido cagar? Enfim, uma bandalheira que revela bem a canalhice arbitral de Xistra em relação ao Benfica.

2º. A invalidação do golo de Seferovic que daria no imediato o 2-0 para o Benfica aos 83’ 03’’.

- Como é possível Xistra chamar a atenção de Veríssimo para esta jogada e ignorar por completo a rasteira sobre Rafa?
A favor do Benfica “no passa nada”, mas neste caso, ambos os figurantes arbitrais foram rebuscar a jogada anterior à jogada do golo aos confins da defesa do Benfica para o poder anular!
Uma vergonha absolutamente indecente!
Uma análise rebuscada até ao último pintelho com desfecho escabroso. Um ROUBO!
Mesmo que Seferovic, aquando da jogada inicial, estivesse em fora-de-jogo, este seria meramente posicional, pois não interferiu na jogada, não constituindo assim qualquer infracção sujeita a penalização. Portanto a jogada inicial continuou com outra jogada diferente, que começou em Chiquinho, por um corte deficiente de um defesa belenense, dando origem, depois ao golo de Seferovic.

As tentativas de prejudicar o Benfica não têm fim. E têm sido à descarada e sem escrúpulos.
Fontelas continua a usar e abusar de um poder discricionário e provocatório que tem de acabar. Promover árbitros incompetentes tendenciosos e não isentos, tem de acabar!
Tentar travar o Benfica desta forma é pactuar com a ilegalidade, a canalhice e o facciosismo anti-Benfica.
Os árbitros não podem conter nas suas fileiras indivíduos que já demonstraram dezenas de vezes que o seu objectivo é prejudicar o Benfica de todas e quaisquer maneiras!

Aguardemos o que nos reserva para o próximo jogo, esperando que não venham mais árbitros da AF Porto para “apitar” na Luz.

GRÃO VASCO


Marega novamente na China



O cabeça-de-burro da CMTV sobre a barrigona de Marega:
- “É uma hiperlordose!”

O grémio da fruta e os seus cartilheiros são uma reles comédia!

GRÃO VASCO




14.8.19

A saga do coronel Kostas Pintelhenko


Eh, eh, eh, eh!
Já foste!

GRÃO VASCO




E pum, catrapum, pum, pum! O Krasnodar… atirou-os ao ar!



Maldita a hora para o fruta corrupção & putêdo quando na sexta-feira passada, em Esposende, o Andarilho do Calor da Noite falou nos aleijadinhos – até estou a vê-lo com uma proeminente barriga, equipado à ciclista de capacete azul metalizado e com uma camisola amarela a dar-lhe pelo umbigo e a fazer publicidade a uma casa de putas - dirão os seus idólatras, que momentos antes se babavam eufóricos com as suas chalaças labregas carregadas de ódio e de inveja ao Glorioso de Portugal e seu líder, pensando que o apuramento para as fases seguintes da Champions League já estaria no papo e que no dia seguinte haveria "galo de cebolada" em Barcelos. Afinal, para além do malfadado discurso de sexta à noite, lá tiveram que enfardar uma "cabidela de galo" no sábado à tarde. Até fez sangue, carago! Dois maus, dois péssimos presságios para o que a morcanzoada azul e bronca iria viver nesta noite de terça-feira, dia 13! Uma noite de terror que teve como desfecho o terrível naufrágio do grémio corrupto, tal e qual como um Titanic abalroado por um iceberg russo, entrando a pique num oceano de desilusões. Uma verdadeira hecatombe! Até já estou a imaginar alguns bronco-analfabetos, trafulhas de e-mails e demais safardanas em desespero, a atirarem-se como loucos do tabuleiro superior da ponte de D. Luís ao Douro!

No meu pretérito post “O grande incêndio de Contumil” deixei, no final do mesmo, o meu sincero desejo do Krasnodar conseguir o apuramento para o play-off da Champions League.
Ao contrário do que Xico Trafulha preconizava, os russos não vieram para limpar o pêlo ao hacker Pinto, mas sim para “eliminar” o grémio corrupto da competição tão ambicionada. Que desgraça!

E nem foi preciso recorrer ao grão-mestre da adivinhação. Nhaga, o feiticeiro negro do Benfica, presente num curso intensivo de magia negra nem sequer me atendeu o telefone. Também não consultei o oráculo do Mestre Albes do Celse “O Tonalta”, outrora torcionário e degolador de galináceos em cruzamentos de quatro caminhos e também neutralizador de anões da concorrência. O bruxo de Fafe, de férias nas Caraíbas, enviou um SMS dizendo que estava solidário com a greve dos camionistas e que não dava nem um cêntimo para este peditório na pocilga corrupta. Só a minha cartomante predilecta, benfiquista de nascença, é que me alertou para o facto de que, após ter lançado as cartas do tarot russo que tinha comprado em Krasnodar numa recente viagem turística, iria haver uma tragédia lá para as bandas do Freixo e que os gajos equipados com o tecido azul e branco das barracas das praias do Canidêlo e da Madalena iriam ficar debaixo dos escombros de uma humilhante derrocada.

A arrogância, o permanente conflito, as confrontações, as ironias provincianas, a pulhice, a guerrilha anti-Glorioso de Portugal que alimentam o ego da estrutura e do líder do grémio da fruta, e que ajudam a manter uma massa adepta completamente iludida e cega de ódio, foram esta noite engolidas pela enxurrada russa. O Krasnodar foi à pocilga corrupta e acabou por presentear aquela morcanzoada esgazeada e complexada com uma brilhante lição de humildade e simplicidade.
Um, dois, três, diga lá outra vez!
“Ides sofrer como cães”, dizia uma faixa colocada junto ao relvado no jogo de má memória da época passada para a morcanzoada, aquando da visita do Glorioso de Portugal. Desta vez não sofreram, foram sim literalmente esmagados e torturados nos noventa minutos mais negros do seu palmarés de maningâncias e corrupções.
É que não é nada, não é nada, mas foram mais de quarenta milhões de euros ao ar e com sessenta milhões de investimentos por pagar…

O champanhe já estava há algum tempo no gêlo e foi com enorme prazer que ouvi o estoirar das rolhas das garrafas de espumante como de uma grande sessão de fogo de artifício se tratasse. Até o lagartêdo, ainda azamboado com indigestão da mousse de banana servida na ilha da Madeira, rejubilou!

Foi na realidade, um enorme gozo ter presenciado este monumental vexame cuja responsabilidade principal é de dois autênticos trolhas que em permanente guerrilha, cada vez que abrem a boca incendeiam tudo e todos com uma intragável verborreia e com deploráveis comportamentos. Para alindar o ramalhete só faltaram os flatos fedorentos do Andarilho serem “descidos à corda”, a acompanhar a compasso os cânticos parolos e a música fúnebre dos trompetes e os dos bombos da escumalha!

Nunca a cabeça-de-burro do dinossauro georgius amaralis morconis inchou tanto na CMTV como nesta noite fatídica. Parecia um gigantesco melão acompanhado de caviar russo e ensopado em vodca…
Sempre pronto a alfinetar o Glorioso, pelos seus zero pontos na competição pretérita e apoucando-o pelo mau resultado, numa ocasião em Basileia, desta vez meteu a sanfona na sacola regressando a penates com o rabinho entre as pernas.
É que a partir de agora já não é a performance do Glorioso que está em causa e alvo de achincalho, mas sim a vergonha e a humilhação do seu querido grémio da fruta ser eliminado por uns russos quase desconhecidos que os atiraram borda fora da tal competição de que tanto se gabavam ser os “dignos representantes”, como se fossem o suprassumo da diarreia do futebol indígena.

Ainda bem que esta tragédia aconteceu, pois a partir de agora as fanfarronadas sobre as presenças do grémio das putas na Champions acabaram de vez!

Por este andar, nem sei se passarão a fase de grupos da Europa League. Mas aguardemos, pois o temporal vai continuar com epicentro na zona do Freixo da Palermo portuguesa

Avancemos para o Jamor que isso é o que mais nos interessa.
Carrega Glorioso!

GRÃO VASCO



12.8.19

A pólvora sêca do moribundo



Agora já nem alça o pernil. De pé, sentado, de cócoras ou a trombar, ele “larga-se” sem que ninguém pigarreie e acenda um cigarro. Já não se importa, porque o fedor e a imundície continuam a fazer parte do seu quotidiano e do dos seus prosélitos. Habituou-os aos ambientes promíscuos e aos chafurdos onde sempre viveu. Enfim, esta é a fase poderosamente latrinária da podridão de um moribundo. A fase final! No meio de bufas, torpedos e rasgadores, o “mestre” está próximo!

Em Esposende, o Andarilho do Calor da Noite perante uma vara de idólatras, largou mais umas bojardas de pólvora sêca. Nojentas, como é seu hábito, bolçando as piadolas labregas e provincianas contra o seu ódio de estimação de sempre.

A pulhice agarra-se-lhe ao coiro como uma carraça infecta se finca no pêlo de qualquer canídeo de Contumil. E tal como estes que ladram desalmadamente, ele bem tenta morder as canelas do Glorioso de Portugal, mas este vai passando indiferente às suas canalhices e aos uivos e ganidos da infame matilha.

Desta vez, os visados foram os aleijadinhos. Estaria o Andarilho a referir-se àquele atleta que abalou da pocilga azul corrupta até à China para curar à pressa lesões musculares com infiltrações de um cocktail de baba de caracol e placenta de burra ou ao inscrito inconscientemente pelo seu grémio, após ter sofrido um ataque cardíaco agudo?

Tanta pulhice na véspera da derrocada em Barcelos!
C’a ganda galo!

GRÃO VASCO



6.8.19

Cinco barrotes nas queixadas de Paulo Andrade



Apoucar, provocar e achincalhar o Benfica está-lhes na massa do sangue. Os adeptos do grémio do Fôsso do Lagartêdo, na sua maioria, são assim. Incuráveis. Irrecuperáveis. Perdidos em ilusões e promessas, em fantasias contabilísticas de campeonatos nunca ganhos, frustrados e complexados com os êxitos do seu ódio de estimação de sempre – o SL Benfica - não resistem em mostrar a sua pequenez e as suas cretinices.

Paulo Andrade, um lagartinóide imbecil que carrega desde sempre o complexo anti-Benfica, faz parte dessa escória. A sua frustração mistura-se com o seu ódio visceral ao Glorioso de Portugal. As suas intervenções televisivas, das quais a deste link fazem parte integrante, são prova disso mesmo. Ao espumar de inveja revela também a sua faceta ordinária, sempre pronto a proferir um chorrilho de canalhices, fruto de uma cegueira que faz dele um ser repelente e incoerente, sempre com observações provocatórias a roçar a rosqueirice.

Para ele, barrotes e chivas não são somente vocábulos de rufias ou de bêbedos. São também seus quando fala do Benfica.
Coincidência ou não – lá diz o adágio popular, “pela boca morre o peixe” – poucas horas depois dessas graçolas de mau gosto, os barrotes que grosseira e ordinariamente o dito cujo usou para caricaturar os postes da baliza do Benfica na ICC, lá lhe caíram sobre a cornamenta. Pelo menos cinco, contei eu! Quanto ao “chivas”, um nome que só conhece como marca de whisky, que tenha bom proveito para afogar as mágoas da tragédia dos cinco zero com que ele e o seu grémio foram premiados no Algarve no jogo da supertaça.

Nessa vergonhosa intervenção no programa da SIC N, disse que “jogar” com uma equipa forte como o campeão europeu – como se um treino com os ingleses que ocupou um pouco mais de metade do campo, fosse um jogo de futebol a sério – é que é preparar a época, ao invés de ter como adversários o Chivas mexicano, a Fiorentina ou o AC Milão.
Mais uma vez a bazófia e a imbecilidade deram raia. Bastou ao seu grémio jogar com o campeão português e lá foi a sua teoria da treta!

Enfardar cinco batatas fresquinhas, regadas com molho de whisky Chivas e acompanhadas com esparguete de Florença e Milão, tendo como sobremesa massapão algarvio é obra!

Pelo andar da carruagem, para a próxima ainda comes mais, ó fanfarrão!

GRÃO VASCO


5.8.19

DO VARANDIM DA DESGRAÇA À DANÇA DOS CABEÇUDOS



Ontem, a ceia servida nas diversas estações televisivas após os cinco a zero com que o Benfica brindou o lagartêdo, teve como ementa uma única iguaria – tromba à moda do Algarve.
Que petisco!

Já não me recordo de tanto trombil!
Desde os miseráveis locutores da RTP 1 até dois porcalhões da SIC Notícias foi um corrupio imparável de pulhices anti-Benfica.

A RTP 1 destacou para o desafio o bando habitual, complementado com um alienígena de nome “Malheiro”, de olhos fora das órbitas, tipo grilo falante e oriundo de qualquer toca de Marte; um teórico científico-futeboleiro, tipo professor sabichão que os meus ouvidos não suportam. Cortei-lhe o pio e a tagarelice logo de entrada. A ele e ao Albochechas, o famoso lagarto da beiça leporina. Intragáveis!
Assisti ao jogo sem som. Uma maravilha! Com o Benfica a esmagar daquela forma o lagartêdo, até parecia um filme mudo e cómico de Charlot!

Na TVI apareceram os inefáveis trolarós. Um trio e um pivot que com aquelas lengalengas bem podem limpar o cu à parede pois afugentam imediatamente qualquer tipo de audiência.

Num ápice, já estava sintonizado na CMTV - a TV do correio da merda. Na pantalha, logo surgiram dois decrépitos dinossauros em fuga do Parque Jurássico – giorgius amaralis morconis, um antepassado pelado dos cabeças-de-burro e octavius lagartus horribilis, uma ratazana anã, percursora dos actuais roedores dos esgotos de Palmela, que espumando azedume tanto quiseram dizer mal do Benfica que acabaram por se esparralhar completa e ridiculamente num mar de contradições.
Estas criaturas mereciam ser embalsamadas e colocadas num museu de História Natural…

Ainda de raspão passei pela SIC Notícias. Dois porcalhões esperneavam, desesperados e trombudos. Rudolfo e Manuel Fernandes, mais pareciam dois taberneiros a vender vinho a metro atrás do silvado. Desonestos, besuntados de um anti-Benfiquismo primário e requentado, acabaram por ser bem coçados por Ricardo Rocha que manteve sempre uma postura elevada, insurgindo-se indignado perante tanta canalhice.

Mas o degradante espectáculo proporcionado por toda essa corja ambulante não poderia terminar sem que tivesse surgido na zona de entrevistas rápidas o gágá do Varandas a debitar as parvoíces costumeiras que o definem há muito, muito tempo.
Este chico-esperto, um “cruzado” que vomita ódio ao Benfica, ao invés de reconhecer a “surra” que levou em campo, ainda teve o desplante de lançar mais umas achas para a fogueira ao referenciar uma alegada agressão sofrida pelo seu querido director das modalidades, Miguel Albuquerque, que por sua vez, para além de num passado recente ter sido acusado de violência doméstica e de outros desaguisados noticiados pela CS, foi castigado com um ano de suspensão por agredir o jogador do Benfica Bruno Coelho. Quanto a este assunto e a este indivíduo há um ditado que lhe assenta como uma luva – “quem semeia ventos colhe tempestades”.
A violência é sempre condenável e provoca este tipo de escaladas, mas este fulano é daqueles que nem sequer deveria permanecer no desporto, atendendo a esse rasto de conflitualidade que tem deixado por todo o lado onde tem passado.
Quanto a Varandas, aproveitou a embalagem para branquear uma derrota humilhante, apelidando os presumíveis agressores de cobardes, enganando assim, ainda, os muitos incautos e cabeçudos que abundam pelo lagartêdo fora. A hipocrisia é algo que não descola daquelas paragens, pois nunca o ouvi falar dessa forma sobre aqueles que invadiram o centro de treinos de Alcochete e agrediram os jogadores. Nem os que lançaram os foguetes para a grande-área do Rui Patrício, nem aqueles que lançaram ontem garrafas e cadeiras para o campo na direcção dos jogadores derrotados, insultando-os. Para estes, como eram ou são do seu grémio, cobardes e outros epítetos já foram dispensados. Para ele, um engraçadinho sem piada, é fácil falar dos outros, mas quando lhe toca, “no passa nada”, nunca se passa nada!
No entanto, o melhor da noite foi quando disse que durante os primeiros 60 minutos de jogo, o seu grémio foi a melhor equipa em campo! Quanto mais viverem nestas realidades virtuais, tanto melhor para o Benfica e para os Benfiquistas.
Enfim, uns tristes que não têm emenda.

Hoje, e ainda ontem, a nojenta CS indígena num claro acto de despeito, invoca os 7-1 de há 33 anos, tentando com isso aliviar o sofrimento e a amargura do lagartêdo. A frustração é imensa e vale a pena sorrir perante tanto azedume. Faltou dizer a esta trupe de bastardos e sacanóides, prosélitos da espúria aliança entre lagartos e morcões azuis e broncos, que nesse ano o Benfica venceu o campeonato e a Taça de Portugal. É sempre bom recordar um resultado que pela negativa motivou de tal forma todo o Glorioso que acabou por trazer mais dois títulos para o Museu Cosme Damião.

Em suma, a chapada com os cinco dedos da mão foi de tal ordem que hoje e durante os próximos meses dizer “Adeus” com uma mão é considerado ofensa e insulto ao lagartêdo. Nem os polícias de trânsito poderão fazer “Stop” levantando a mão com os cinco dedos esticados sob pena dos condutores afectos ao Çeportèn se queixarem ao Ministério Público por ofensa à sua honra e dignidade…

Avancemos para a Luz esperando pelos embaixadores da Capital do Móvel…

GRÃO VASCO



27.7.19

O grande incêndio de Contumil



- Há fogo! Há fogo! Acudam! – gritavam desesperadas, “Micas Húmida” do Canidêlo e Elsa “Boquinha de Beludo”, duas presenças assíduas nos calores noctívagos da Taverna do Infante e demais bas-fonds da Palermo portuguesa.

Na verdade, para aquelas bandas está tudo a arder. O fogo, intenso e nunca visto, alastra por todo lado. De Contumil ao Freixo surgem vários focos de incêndio a cada minuto que passa. Os sinos da Sé e da igreja de Santo Ildefonso tocam a rebate. Dos Clérigos à Foz as sirenes não páram de tocar e as carripanas do bombeiral da Madalena, de Valbom e da Ribeira vão e vêm rua acima, rua abaixo, tentando apagar o impossível.

A seca da época passada provocou uma autêntica tragédia. O incêndio está fora de controle, falta dinheiro e os meios são escassos para um combate sem fim à vista.

Bruma sumiu-se num fósforo.
Keylor Navas, Anthony Lopes, José Sá, Kubek e Trapp assistiram ao incêndio de longe.
Brahimi e Herrera fugiram das chamas.
Casillas ficou no quartel dos bombeiros.
Para Hernâni o fogo é outro.
Óliver Torres  recusou o bombeiral e escapou para Sevilha.
Adrián Lopez contornou a fornalha incólume mas ficou afectado pela tragédia.
Cláudinha não consegue endireitar a agulheta da mangueira do comandante dos bombeiros. Sílvia não a agarrou quando o homem malhou pela escadaria abaixo. Nandinha já largou a dita faz tempo. Agora, ela parece uma bicha de rabiar, de jacto fraco a esguichar água para todos os lados menos para o centro do fogo.
Aboubakar quer ver incêndios na China.
Marega tenta vislumbrar uma forte ignição em Inglaterra.
Tiquinho só manda “tomar no cu”.
Coentrão, um fumador inveterado, jogou a beata fora e “ardeu” nos palheiros das claques.
A ignição mais preocupante e mais recente começou a sul no Algarve. Esse vendaval de fogo que Danilo desencadeou com o novo chefe do departamento de comunicação andrade a lançar mais achas para a fogueira, foi de tal ordem, que as chamas que chegaram ao Freixo e ao Olival já começaram a chamuscar os tímbalos do Madaleno e os cagueiros do Xico Trafulha, do Mastim Gonçalbes e do Cabeça de Burro Amaral.

Um grupo de voluntários sem liderança, englobando morcões, incendiários disfarçados, paineleiros, cUmentadeiros, chulos, desdentados, mentecaptos, carteiristas, vadios da Vandoma acorrem à tragédia sem saberem o que fazer. Não há voz de comando, não há nada. O símio alfa, especialista em rachas e outras manigâncias ilícitas, não quer saber de fogos. Os outros deram de frosques. É o caos. Tudo continua a arder…
… E a barraca azul corrupta abana!

A catástrofe revela-se a cada momento que passa. Ninguém se entende. Surgem conflitos, logo desmentidos e depois confirmados. A barafunda confunde-se com as labaredas. As trupes pretorianas, superdragões e colectivos, tomam como refém a direcção do bombeiral, que sem pulso, dividida e infestada de toupeiras caminha para o abismo.

Ah, Krasnodar, Krasnodar!
A glória espera-te na Champions League!

GRÃO VASCO



21.7.19

Apollo 11



Esta noite, o Sport Lisboa e Benfica em digressão pelos Estados Unidos da América venceu o seu primeiro jogo do torneio Internacional Champions Cup contra os mexicanos do Chivas Guadalajara.
Uma vitória bem conseguida por três golos a zero.

Uma vitória num dia especial para a América. Há 50 anos, Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin, astronautas da missão Apollo 11, numa aventura inolvidável, a bordo do módulo lunar Eagle, pousaram na Lua, dando os primeiros passos do Homem no Mar da Tranquilidade, o local escolhido para a alunagem no satélite da Terra.

“Este é um pequeno passo para o Homem, um salto gigantesco para a Humanidade” – Neil Armstrong.

Com os meus catorze anos tive o privilégio de assistir em directo pela TV a um acontecimento único – a chegada do Homem à Lua.
Nessa noite o "Eagle" teve o maior vôo da sua história, ou não fôsse também a Águia o símbolo eterno do Sport Lisboa e Benfica. Uma analogia que nos enche de orgulho!
Aqui deixo a minha homenagem a todos aqueles que contribuíram para essa epopeia extraordinária.

GRÃO VASCO



19.7.19

O burro-do-mar



O mar está sempre a proporcionar-nos descobertas surpreendentes. Curiosamente, esta semana, os especialistas da CMTV, em conjunto com alguns conceituados investigadores do jornal “O correio da manhã” anunciaram a existência de um novo organismo marinho na costa oceânica portuguesa.

Esta invulgar criatura faz parte do ecossistema da zona e está situada na cadeia alimentar, algures ente o topo da pirâmide – o tubarão – e o cachalote.
A Ciência já tinha descrito há muitos anos a estrela-do-mar, o cavalo-marinho, o pés-de-burro. No entanto, os “pescadores”, que já sabiam da existência deste espécime há anos e conheciam-no de ginjeira por marrar à bruta nos cascos dos seus barcos, atribuíram-lhe o nome de burro-do-mar, mas para os biólogos marinhos a nomenclatura científica é amaral morcaniis

O animal tem sido avistado por diversas vezes em programas da CMTV e tem-se destacado pelas suas acções asininas, sempre em busca de plâncton anti-Benfiquista.
As suas características básicas são a sua fraca visão e a dimensão do seu cérebro – efectuada uma ressonância magnética à sua cabeça, constatou-se que o encéfalo do bicho tem o tamanho da cabeça de um alfinete.
A sua insuficiência visual com um único neurónio em funcionamento, não lhe permite conseguir estabelecer correctamente a diferença dimensional entre um tubarão e um cachalote. Uma vez apanhado na “crista da onda” ao confundir essas duas espécies – peixe e mamífero - atribuindo a maior dimensão ao tubarão, acaba normalmente por ser comido por uma medusa, a andreas venturis.

O que eu me ri!

Não percam este post delicioso do Hugo Gil no seu blogue. 

GRÃO VASCO




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