30.9.16

Avé César!




Os Benfiquistas continuam a deixar-se ludibriar pela comunicação social anti-Benfica, afecta ao lagartêdo do fôsso e aos morcões do putêdo do Calor da Noite.

Quando passei de relance por um grande número de blogues benfiqueiros, confirmei mais uma vez que a estupidez, a boçalidade e a garotice campeiam por esses espaços como ervas daninhas.
A estupidez é tanta que esta gajada dos blogues que se diz benfiquista não enxergou a armadilha que estava a ser construída no record das pêtas, no pasquim do serpa e no nojo do freixo. Três publicações que não têm feito outra coisa senão tentar desestabilizar o Sport Lisboa e Benfica e a sua equipa de futebol.
Nestes momentos ninguém se lembra do que esta corja de canalhas fez, por exemplo, a Roberto Jiménez, ou a novela inventada sobre a situação de Luisão. Mas há muitas destas e para todos os gostos.

Depois, lá vem um bando de filhos-da-puta de uma “nova geração canalha” de umas “papoilas murchas”, de uns “ontem viste-los”, etc., etc., etc., alinhar neste diapasão que é especular e malhar no Benfica e nalguns dos seus jogadores.

Por mais resistentes que sejam, este tipo de acções subversivas de uma CS e uma blogosfera de merda, traz sempre consequências mesmo que se consiga atenuar o impacto que elas possam ter.

Júlio César é um mortal como qualquer outro. Por mais traquejo ou experiência que tenha, todo este ruído, toda esta especulação, todas estas dúvidas que se colocam de jogar ou não jogar – o mesmo se coloca para Ederson – causam mossa e podem perturbar, mesmo aquele que possa ter nervos de aço. Nunca tinha visto Júlio César tão incomodado e isso viu-se no próprio desafio em Nápoles e após o mesmo.

Qualquer um de nós pode ter um dia menos bom ou até um dia mau. Ninguém, mesmo ninguém, pode tirar mérito ou capacidades a um Homem que tem defendido muitíssimo bem a baliza do Benfica.

É hora de apoiar o “Imperador”.

Avé César!

Estamos Contigo!


GRÃO VASCO




28.9.16

Lagartêdo seguro em Guimarães…




Bem diz o “minorca” da SIC Notícias – com este conselho de arbitragem, a "música" é outra!

À cautela já lá está o Artur. Não vá acontecer o que aconteceu em Vila do Conde!


GRÃO VASCO


24.9.16

Carrega, Fontelas!



Não tenho o dom da adivinhação nem nenhum oráculo no bolso, mas momentos antes de ter acontecido a falta sobre Nélson Semedo, disse a um amigo Benfiquista:
- Os jogadores do Benfica podem não estar a fazer uma exibição conseguida, mas têm equipa mais que suficiente para meter um golo aos flavienses.

A realidade é que não obstante termos assistido a um jogo muito difícil, que me fez recordar o xarope e a mala da época anterior em concomitância com um concerto de pífaro manhoso, “a la moda del Tiago del lagartêdo”, o Benfica acabou por conseguir um triunfo que Mitroglou já tinha desenhado no seu golo mal anulado, ocorrido ainda na 1ª parte e que poderia ter definido o jogo bastante cedo.

Critérios diferentes para jogadas idênticas foi o prato do dia do apitadeiro de serviço. Mas a verdade é que essa diferença não chegou para apear o Glorioso da liderança.

As “Fonteladas” continuarão a aparecer. Em catadupa!
Prevejo em breve, a entrada em cena de Carlos Xistra e Hugo Miguel.
A comissão de arbitragem verdazul avançou até agora com toda a sua artilharia pesada – Manuel Oliveira, Artur Soares Dias, Fábio Veríssimo, Jorge Sousa e Tiago Martins – tentando impedir qualquer avanço do Benfica. Só o conseguiu na Luz, na escandalosa “pifarada” de Manuel Oliveira.
Tem sido assim, contra tudo e contra todos.

Após seis jornadas, o Benfica mantém-se líder e já começa a tornar-se um grande incómodo para a troika LPF – Luciano, Proença, Fontelas.

Aceitam-se palpites para as próximas nomeações dos jogos do Benfica…


GRÃO VASCO



20.9.16

O lagartêdo não dorme!




A carneirada “joga” tudo neste campeonato!


GRÃO VASCO


Desparecido em combate




Mas como é que querem que esta criatura apareça se ainda consegue ser mais feio que o Sylvester Stallone?

Agora mais a sério…

Desde o minutcho otchentcha & otcho de Madrid, foi visto uma única vez nas Caxinas, em Vila do Conde, engasgado com as espinhas dos 3 besugos que mamou, encravadas nas goelas.

Segundo “fontes” fidedignas, encontra-se algures numa clínica nas montanhas do Afeganistão a esticar o pescoço para conseguir olhar para cima!



GRÃO VASCO


16.9.16

A reinvenção do “Portunhol”




O “Portunhol”, um idioma peninsular de outrora e que estava relegado há muitos anos para o baú das nossas mais cómicas recordações, foi na inesquecível noite da pretérita quarta-feira, brilhantemente rejuvenescido e reavivado no flash interview e na sala de imprensa do estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, após o desafio que opôs o Real ao grémio do fôsso, pelo mestre poliglota da Universidade da Amadora. Quem sabe se, após este pitoresco episódio, num futuro próximo, o Ministério da Educação não o incluirá já como disciplina obrigatória no programa do ensino básico e secundário do nosso país.
Até os “nuestros hermanos” ficaram rendidos a tamanha versatilidade e fluência linguística!

Sem dúvida alguma que após aquele momento de grandeloquência quando se referiu categoricamente ao “minuto 88” – minutcho otchentcha e otcho, em PortunholRorgue Resús, “el maestro políglota”, como é já conhecido no país vizinho, arrebatou por completo as audiências. Todo o mundo intelectual e literário ibérico rejubilou com a façanha. Finalmente tinha aparecido um “cérebro” a reinventar o Portunhol!

O Portunhol é, no domínio da linguística, uma mescla do português boçal com o espanhol carroceiro, que não o castelhano genuíno, o principal idioma de Espanha. No entanto, foi adoptado ao longo dos tempos, especialmente como último recurso dos analfabetos, quando há que dar respostas a questões que estão muito acima do que são as suas próprias e reais capacidades e limites.

A valorização deste idioma ficou bem patente na forma como o mestre poliglota introduziu novas palavras no léxico portunholês. Vocábulos como “Jamiz” ou “afécion” (Jamez e afición em castelhano), ou ainda expressões como “me cambia de banquilho”, “nem com o réfri (inglesismo derivado de referee), nem com o árbitro” demonstraram que não foi em vão que o maralhal intelectual do fôsso do lagartêdo, foi a Madrid - futebolísticamente podem ter conhecido o sabor acre de uma derrota ao soar do gongo, mas no que diz respeito a línguas, os espanhóis, muito particularmente os jornalistas, levaram uma cabazada das antigas com este recurso do mestre poliglota ao Portunhol, um idioma esquecido mas que naquela noite fez inveja a muito erudito e as delícias de muita gente na Ibéria.

O lipoaspirado do fôsso é que tem razão. Rorgue Resús, esse catedrático do Portunhol, é um artista. Um verdadeiro artista que até nem se coibiu de, já na conferência de imprensa pós-jogo, soltar o melhor desabafo da noite:
“- Até já estou a falar espanhol e tudo!...”

Hasta la vista! Olééééééé! – digo eu.

P.S. - a obra completa vai ser lançada dentro em breve. Para já poderão conhecer a capa do livro, bem como o DVD que o acompanha e que reproduz na íntegra a lição de Portunhol, dada pelo autor à CS espanhola e portuguesa presentes no auditório do Santiago Bernabéu. O prefácio, como sempre, nestas coisas, é do inenarrável Nuno Lagartixa das saraivadas.



GRÃO VASCO


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