8.12.16

Humilhação total em Varsóvia



É no que dá a fobia anti-Benfica.


GRÃO VASCO




“Odeio jogar contra o Kiev”



Depois da algazarra no balneário do Besiktas em relação ao sorteio da fase de grupos da Champions League em que os jogadores liderados por Ricardo Quaresma e Talisca exultaram por lhes ter saído o Benfica, considerada pelos próprios como o cabeça-de-série mais fraquinho e acessível, com os deploráveis rabiscadores da comunicação social desportiva e generalista a entrevistar quase diariamente Quaresma - enchendo os jornais com parangonas das quais se destacou a célebre frase “Eu amo jogar contra o Benfica” - e a endeusá-lo após o recente empate-recuperação de 3-3 com o Benfica em Istambul, sendo visto como uma grande vitória da equipa turca, esquecendo-se de que o Besiktas teria de jogar ainda no gêlo de Kiev, eis que os seis graus abaixo de zero surgiram como a temperatura que congelou toda aquela bazófia otomana.
Quaresma desapareceu literalmente naquela tempestade fria num dia que não mais vai esquecer. É que seis a zero é realmente muito pior do que amar jogar contra o seu ódio de estimação. Perdeu e bem. O estrondo da eliminação em detrimento do Benfica perdurará na memória de Quaresma quase como um castigo divino.

Assim, para amenizar esse azedume, os seus amigos ciganos resolveram dedicar-lhe uma canção que passará a substituir o hino da Champions League no Besiktas Arena quando Quaresma entrar em campo – “Odeio jogar contra o Kiev”.

Lindo!


GRÃO VASCO


5.12.16

Faltam “falcões” no Benfica



Que os Benfiquistas são uma massa crítica, tremendamente exigente já todos o sabíamos.
Que entre os Benfiquistas tivemos sempre uma ala actuante, eficaz, uma “task force” pronta a responder a todas as afrontas e desafios que nunca renunciou, em qualquer circunstância, dar o peito às balas, só alguns, infelizmente, o sabem como ninguém.

O grande apogeu e as grandes conquistas do Sport Lisboa e Benfica foram conseguidos pela inteligência, força, perspicácia, e capacidade de resposta, acção e luta!
Não podemos dar-nos ao luxo de prescindir de nenhuma destas quatro componentes em detrimento de qualquer uma duas ou três. Todas têm a mesma importância, o mesmo valor.

Aquando das mais recentes eleições no Benfica, tivemos a oportunidade de ver e ouvir o presidente Luís Filipe Vieira apelar à contenção verbal, à pacificação, ao consenso, em suma, à via diplomática para enfrentar os tempos futuros. Com esta estratégia, em vez de títulos, ficaremos com uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma! É tempo de redefini-la, caro Presidente!
Muito embora o meu apoio à sua candidatura nunca tenha estado em causa, fui na altura, crítico dessa via e dessa estratégia, e continuarei sempre a sê-lo, pois está visto que os nossos inimigos só travam e recuam nas suas investidas, quando os Benfiquistas empunham o chicote e partem para o confronto directo, sem punhos de renda ou jogos quixotescos.

Rui Gomes da Silva, do qual sou a espaços um crítico, - mas que admiro pela sua coerência e consistência - pela sua conduta por vezes branda em relação a pares seus de outras cores, discordando da sua pouca acutilância em função de uma falta de respeito vergonhosa à sua pessoa e como Benfiquista, o que também não deixa de ser muito negativo, tem tentado orientar o leme na direcção que me parece a mais correcta. Isto é, assumir-se pela via da conflitualidade, do confronto, quando fôr caso disso e quando a corja abominável de anti-benfiquistas, na qual destaco o bando corrupto e o seu cacique do peido, do fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp e os frustrados e alienados do fôsso do lagartêdo mais a cambada de viscondes falidos que por lá deambula e conhecidos vulgarmente por adeptos do scp, vêm aos magotes lançar o odioso sobre o Benfica, insultando, insinuando, especulando, agredindo, inculpando, mentindo, lançando perdigotos infectos a torto e a direito e o anátema onde eles próprios se vão mortificando. Mas Rui Gomes da Silva terá sempre de ter o seu exército, os seus homens. Sozinho será um combatente inglório, com os Benfiquistas a vê-lo soçobrar e ao nosso Benfica no campo de batalha. Não poderá acontecer. Nunca!

Para mim, mais do que o chicote, será bem-vindo o célebre pau-de-marmeleiro que Manel Vintém, “O Machadês”, imortalizou numa das suas rábulas linguísticas numa impagável conferência de imprensa.

Complementarmente a esta visão do que deverá ser o comportamento actual de todo o Benfica perante a igmomínia de um borra-botas que preside ao grémio do lagartêdo e seus acólitos e perante um obstinado anti-Benfiquista, abandalhado e promíscuo que chantageou árbitros com prostitutas e outras armadilhas para vencer campeonatos e que continuam na sua senda de denegrir o Benfica, exultando e relinchando em público com as nossas derrotas, como se fossem vitórias suas, a nossa obrigação, como Benfiquistas, será darmos prioridade à acção dos “falcões” e relegar os “pombos” para tarefas menos musculadas. O tal “pombal” que se tem acomodado.
A realidade é que quer no próprio interior do Benfica, quer na CS quer nas redes sociais e afins, a presença assídua de um bando de néscios que julgando-se uma casta superior, se abespinha contra as acções dos Guerras, dos Gomes das Silvas e de mais alguns que têm lutado incansavelmente, tem tido uma postura de “dar a outra face”, da qual sou extremamente crítico, condenando-os pela estupidez de se autoflagelarem e flagelarem o Benfica, dando trunfos e espaço de manobra aos inimigos que não perdem uma única oportunidade para atacar o Glorioso.

Estamos na altura certa, num momento crucial para, sem mêdo, partir com tudo para cima deles, desbaratando-os, derrotando-os, em toda a linha.
É isso que eu espero de todos os Benfiquistas e que naquilo que me compete fiz, faço e sempre farei. Para além de Águia, tenho esse sangue, o sangue de falcão, que me obriga a qualquer momento, em qualquer lugar, em qualquer circunstância a ir à luta e a derrotá-los sempre, sempre, rápida e eficazmente!

Precisamos urgentemente desse espírito e não de bardamerdas e coitadinhos, como aqueles que vão aparecendo nalgumas TV’s, jornais, rádios, blogues e redes sociais armados em teóricos de pacotilha do “make peace, not war”.

Tenha muita pena Presidente, mas nesta matéria irei sempre à luta e não haverá misericórdia para ninguém. Só assim terão respeito por Nós Benfiquistas e pelo Benfica e só assim os derrotaremos.
Para o silêncio, para fumar o cachimbo-da-paz não contem comigo.
Quem faz a guerra, terá a guerra!
Sempre!


GRÃO VASCO


A galinha preta



O fenómeno está explicado.
A galinha preta era, nem mais nem menos, Carlos Xistra!

A noite era difícil, mas a galinha tinha sete vidas, melhor, oito vidas, equivalentes aos benditos OITO MINUTOS!?! que permitiram ao fruta corrupção & putêdo conseguir o golo precioso que pôs a pocilga da Palermo portuguesa aos pinotes. Uma verdadeira macacada!

Ao longo do desafio, Carlos Xistra usou vários modelos de desbloqueadores – penalty, expulsão - mas estava difícil “apanhar a franga”. Ela fugia, fugia e toda aquela turba rogava por Vasco Santos!

“O Vasco Santos é que era, pá! Era o Vasco que aqui deveria estar!” – desabafava um morcão na bancada.
No entanto, um outro, já desesperado, respondia ao primeiro:
“- Como é que queres aqui o Vasco se ele ontem nos ajudou tanto na Madeira, malhando nos lampiões sem dó nem piedade? É que assim, dava muito nas vistas!”
O diálogo, rico na análise à palhaçada em curso, acabou assim quando a bola entrou na baliza dos brácaros:
“- Afinal a galinha preta era mesmo o Xistra”.


GRÃO VASCO



Da próxima vez entra o macaco!




Desta vez foi a franga. Da próxima soltam o macaco de cacete em punho!

Com os árbitros já no relvado só faltou lançarem das bancadas as “deusas” do araújo todas nuas e a tocar trompete!

Só lá em cima, naquele antro de podridão e corrupção, de bruxos, anões e macumbas, netas, sobrinhas e afilhadas, padrecos, torgais e outros que tais, onde vale tudo, é que se assiste a este triste espectáculo!

Vivó Canelas, carago!


GRÃO VASCO


4.12.16

Nem que seja no formol...




Que o conservem lá por muito mais tempo, nem que seja num frasco de formol!

GRÃO VASCO

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