28.8.16

Cada jogo é uma final



As declarações de Rui Vitória após o jogo Nacional-Benfica e a consequente vitória do Glorioso trouxeram a nu, mais uma vez, uma evidência para a qual todos os Benfiquistas devem ter a máxima atenção e estar devidamente preparados.

Cada jogo é uma final. Essa é uma realidade que em circunstância alguma deverá ser escamoteada se quisermos continuar a ter pretensões a ganhar esta época, pela 36ª vez, o campeonato nacional.

Ontem foi como na Luz com os setubalenses ou como em Tondela com os beirões locais. Os nossos adversários jogam como se não houvesse amanhã, os seus treinadores proferem autênticas declarações de guerra por vezes numa atitude provocatória e desrespeitosa para com o Benfica, antes e após os desafios, percam, ganhem ou empatem. Assim sucedeu com Petit, Coiceiro, e agora com o master chef da Choupana, o impagável Manel Vintém.

Não nos esqueçamos que dos Arturinhos a Dias e Manéis Oliveiras do apito poderemos esperar o inimaginável e que as declarações das bestas do lagartêdo vão de encontro àquilo que eles têm pretendido – se não ganham no campo, há que pôr os árbitros a “trabalhar” depois de os próprios serem “bem trabalhados” pela corja que dimana do fôsso pestilento do pistoleiro lipoaspirado.

Ontem, na Choupana, mala & xarope andaram num virote. Para quem não sabe, Palmela, a par dos pomares estéreis de agricultores falhados e de apurados néctares de vinhateiras de sucesso, sempre foi um potentado neste tipo de “indústrias” do fabrico de malas e elaboração de xaropes. Nada melhor, até para nos precavermos de sezões, como sabermos a proveniência de tão milagrosos estímulos que tão bem fazem a quem joga contra o Benfica…
Quem se assume Benfiquista e viu tobias & agra correrem e comemorarem como uns loucos o empate, espumando raiva e ódio pelas fuças e os restantes jogadores do Nacional a galgarem quilómetros com uma frescura física e um à vontade inexplicáveis, disputando cada lance como se fosse o último das suas vidas, sabe que cada jornada deste campeonato será sempre uma final para a nossa equipa.

Rui Vitória fez bem em ter utilizado esta terminologia para explicar sumariamente o que aconteceu na Madeira. Não obstante o Benfica possa jogar mal ou bem, o que me importa é que a cada jornada o Glorioso vá somando mais três pontos à sua classificação. O resto é lixo para a Comunicação Social alimentar os papalvos da SIC, os morcões corruptos que infestam a RTP, os estarolas alagartados da TVI, os barrosos, os pinas, os roc’s, os profs. rogérios ludovicos e os paulos andrades  desta vida.

Cada jogo tem de ser encarado por todos os Benfiquistas, desde os dirigentes aos jogadores, como uma final.
Isso é que interessa!



GRÃO VASCO


25.8.16

Pulhices & chafurdices






Este é o espaço em A BOLA, oferecido pelo serpa dos croquetes a um crápula futeboleiro que não faz outra coisa no pasquim senão dizer mal, especular, criar suspeições sobre o seu ódio de estimação. O achincalho ao Sport Lisboa e Benfica está-lhe no sangue e esta sua fobia merece a devida resposta de todos os Benfiquistas – “tratá-lo abaixo de cão”.

Ao passar a maior parte desta chafurdice opinativa a garatujar sobre o Benfica, este carneiro ordinário do lagartêdo revela bem sua natureza e a sua índole.

Quanto a teor deste “artigo” nem sequer me vou dar ao trabalho de rebatê-lo ponto por ponto no que concerne às referências ao Benfica, aos seus jogadores e ao último jogo na Luz. Não vale a pena, barroso por si só conspurca-se em tamanha sujeira.


GRÃO VASCO


19.8.16

Barroso com soltura descontrolada




O Verão é a estação do ano mais propícia a todo o tipo de disenterias e é frequente, na praia, no campo ou mesmo na cidade vermos distintos cidadãos em passo apressado e agarrados à barriga, alguns já com as calças na mão, à procura de um arbusto estratégico ou de umas moitas cerradas para com alguma tranquilidade arriar a giga e desanuviar a tripa.

Este é um caso diferente. O barroso-dos-fígados tem à sua disposição um espaço especial reservado para estas suas questões latrinárias – a sua página no pasquim A BOLA, uma cloaca pútrida onde semanalmente, às quartas-feiras, despeja os seus dejectos mentais acumulados e recalcados ao longo de anos, chova, faça frio ou calor, caiam as folhas de Outono ou cantem os passarinhos na Primavera. Como sói dizer-se, está sempre de esguicho e sempre contra o Benfica.

E, inexplicavelmente (ou não), só falta o serpa dos croquetes ripar dos toalhetes da dodot e limpar-lhe suavemente o seu presunçoso e aristocrático cagueiro.

Tal como um rafeiro que não larga o osso, esta alimária futeboleira não larga o Benfica nem os seus dirigentes e jogadores. É um paciente incurável que lança no pasquim, muitas sementes de violência, perigosas, que distorcem aquilo que deveria ser uma rivalidade desportiva exemplar.

Esta semana, no tema “Soltas para o verão”, começa bem. Assim…
“Qual o problema de Carrilho e Luisão se terem eventualmente pegado algures no Seixal? Porque se tem de desmentir o que afinal não aconteceu? Ou terá acontecido? Quero lá saber!”

Então se não que saber, porque escreve e se refere a isto?

Insinua, especula, e na sua habitual ordinarice fala em desmentido. Não tem decência nenhuma e fala à toa. A diarreia mental tolda-lhe o raciocínio, viciando-o, para depois garatujar um artigo de opinião rasteiro, torpe. O que é um facto e não foi desmentido nem contestado foi como esta pseudonotícia surgiu e se barroso tivesse um pingo de vergonha nem tinha tocado no assunto. Quem viu a estação de televisão do lagartêdo sabe o que aconteceu (AQUIAQUIAQUI) e como tudo começou. O seu grémio está infestado de garotada e imbecilóides que inconscientemente têm recorrido à boataria para tentar atingir e desestabilizar o Benfica. Ninguém n’A BOLA, no record ou n’O JOGO plantou a notícia. Ela apareceu no Correio da Manhã já numa fase tardia, após sucessivas saraivadas de um troglodita que deita mão a tudo para justificar o seu ordenado de director de comunicação no grémio do fôsso.

E o escrevinhador continua a lançar o seu ódio figadal ao Glorioso:
“Não vi as mesmas virgens ficarem ofendidas, bem pelo contrário, com os presentes do Benfica aos árbitros para jantaradas no Museu da Cerveja. Presentes aparentemente mixurucos, baratinhos, mas não há almoços grátis, por isso é tão criticável quem os fez (os convites), como quem os aceitou ou pelo menos quem os denunciou. É a tal coisa da mulher de César.”

Quem está atento a toda a esta diarreia mental, sabe que este gajo, não sei se pela sua idade ou pelos seus complexos anti-Benfica se repete continuamente, repisando o que já foi clarificado por todas as partes envolvidas e tentando dessa forma manter a suspeita sobre o Benfica e os árbitros. Fala em virgens ofendidas e na mulher de César outra vez. Talvez todas elas, putas do fôsso. Mas tocar na tentativa de suborno provada e protagonizada por um dos vice-presidentes do seu grémio, aí a cobardia e a desfaçatez são totais. Neste caso as virgens ofendidas foram todas para o alterne e a mulher de César foi outra vez de férias malhar com o Marco António…

O arrazoado segue com referência à detenção de jogadores na 2ª divisão de futebol e às escutas que levaram a polícia a esse procedimento. E ainda tem a lata de falar em malas…

Este pedaço da sua rabiscada está intercalado entre a alusão aos árbitros e as alusões de Jonas, Gaitán e Cª. sobre o agora seu ídolo e amigo íntimo, o analfabeto dos peaners, na tentativa de colar essa ocorrência ao Glorioso. Um nojo, uma vergonha, esta tentativa, mais uma vez miserável de especular e lançar suspeições. Por fim lá vêm mais estórias sobre o Talisca, Luisão e Carrilho. Isto não é elaborado ao acaso, mas sim premeditada e intencionalmente. Este ascoroso escrevinhador merece ser tratado pelo Benfica e pelos Benfiquistas como são tratadas as ratazanas de sarjeta. Não pode haver contemplações para este tipo de escrita rasteira.

Por fim, ainda ressaibiado pela vitória do Benfica na supertaça, vem novamente escrever sobre o falhanço do Rafa. O circo montado no fôsso segue na sua saga desenfreada e o palhaço dos fígados lá aparece na hora certa para fazer mais uma vez o seu triste número – a amebíase.
O Benfica mortifica-o e barroso, doente e complexado, não consegue conter as fezes tal é a putência nacional do seu grémio e do seu ódio. O esguicho é contínuo e cheira mal.
Creolina para cima dele!


GRÃO VASCO


15.8.16

Medalha de cócó




Quando no pretérito sábado, à uma e meia da tarde, era dada a partida às atletas da maratona feminina nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, estava longe de imaginar que ao longo das duas horas e vinte e tal minutos em que a prova decorreu, iria, a espaços, ouvir tanto disparate debitado pelo “cumentadeiro-enciclopédico” do atletismo galáctico, de serviço na RTP, o sempre impagável Luís Lopes.

O que nos vale é que a televisão tem uma enorme vantagem em relação a qualquer tipo de comentários ou relatos. Qualquer um pode observar o que se está a passar e analisar, segundo uma perspectiva pessoal, no mesmo momento em que parlam os mui sábios comentadores televisivos, a prestação, o empenho, o esforço, as reacções, as emoções e mais um sem número de pormenores dos protagonistas do evento.

Ora bem, confesso-vos que já há muito tempo os comentários deste personagem nas transmissões televisivas de atletismo na RTP são mais do mesmo – monocórdicos, penosos, insuportáveis, intercalados de apartes estúpidos e descabidos, cheios de expressões abrejeiradas e com muito calão à mistura. Luís Lopes parece um cruzamento de uma picareta falante com uma “base de dados ambulante” – dando-se ao luxo de usar muitas vezes uma terminologia estapafúrdia, recorrendo a um tipo de jargão em que as palavras estão desadequadas em relação àquilo que o espectador vai vendo.

Por outro lado, nunca me pareceu isento quando se trata de falar dos clubes portugueses mais importantes, ligados ao atletismo. Se já tinha poucas dúvidas, acabei por confirmá-lo nessa transmissão da maratona feminina e mesmo hoje, quando Nelson Évora entrou em acção no triplo salto, sensivelmente à mesma hora a que se iniciou a longa corrida das mulheres no Rio de Janeiro.
A pulga ficou-me novamente atrás da orelha e já ao fim do dia, constatei esse facto, quando através do inestimável serviço que o blogue “Hugo Gil e o Benfica” presta à Comunidade Benfiquista, li e vi o conteúdo sobre este tema na sua página principal.

Já tinha questionado no meu círculo de Benfiquistas quem é que era Luís Lopes e o porquê dos disparates ouvidos no sábado e proferidos por este fulano em relação à Dulce Félix e ao Benfica (AQUI).

Uma dúvida que sempre ficará e só o dito cujo poderá esclarecer, é sabermos se almoçou antes ou depois dos eventos em que participaram a Dulce e o Nélson. De qualquer das maneiras é sempre de equacionar alguma turbulência no período pós-prandial e os consequentes efeitos indesejáveis que isso provoca ou algum síndrome de abstinência em função de um forçado jejum que potencialmente puderam vir a provocar tamanho destrambelho nos seus comentários.

Também procurei algo no seu curriculum vitae (AQUI), que pudesse trazer alguma luz sobre tão “atlético” assunto – muita parra e pouca uva. No entanto e atendendo à sua idade e experiência, seria sensato ter mais tento na língua e maior equilíbrio nos comentários. Já para não ter de admitir que o dito cujo, bastas vezes, quando se trata do Benfica e dos seus atletas, enferma de uma parcialidade encapotada nesses mesmos comentários.

Hoje, por exemplo, fiquei durante algum tempo sem saber o que teria acontecido ao Nélson Évora. Se tinha levantado vôo rumo ao apuramento ou se tinha tomado um avião para Lisboa, já que esta eminência do Lopes esteve largos minutos sem adiantar o que quer que fosse. Depois, os repórteres de imagem, in loco, lá deram o Campeão Olímpico em atitude vencedora e aí sim, constatei que o grande Nélson tinha saltado 17 metros menos um centímetro e tinha ficado candidato às medalhas no triplo-salto.

Candidato à medalha cócó ficou o Lopes quando confundiu a Dulce Félix com uma outra atleta que também corria a maratona.
Mais uma destas e o inenarrável Luís Lopes receberá do Comité Olímpico do Telespectador a respectiva medalha supracitada. O pior será o fedor, pois assim não poderei assistir em directo a mais nenhuma prova de atletismo dos Jogos Olímpicos…

E uma pergunta aqui fica:
- Ó Lopes, se a Dulce Félix tivesse assinado pelo lagartêdo do fôsso, já não se passava nada, pois não?
Metes-me nojo, pá! Tu e aquela carneirada que não se enxerga nem um bocadinho que seja!



GRÃO VASCO


11.8.16

O barroso continua às marradas…





O barroso cheira mal. Cheira cada vez pior. Mais uma crónica, mais fedor a bedum. A carneirada continua activa na sua cruzada anti-Benfica. Barroso não foge à regra e aí está ele outra vez na plenitude da sua estupidez e arrogância de opinador-futeboleiro a malhar no Benfica e em Rui Vitória.

Urge denunciá-lo. E denunciá-lo é denunciar as suas constantes baboseiras sempre eivadas de um anti-Benfiquismo ordinário, do mais rasteiro que há lá para as bandas do lagartêdo. Continua a utilizar a sua pulhice intelectual para disfarçar uma inveja e um ódio ao Glorioso só comparável à do suprassumo da hipocrisia que com uma pandilha nunca vista, transformou um grémio credível e respeitado, na maior potência de Portugal em mentiras, aldrabices, insinuações, suspeições, especulações e infâmias nos ataques feitos ao Benfica.

No seu arrazoado de ontem, em A BOLA, este reles escriba do lagartêdo, enxofrado pelos três sêcos com que o Benfica brindou o grémio bracarense, lá veio com a lengalenga do costume – injustiça, mais injustiça, só injustiça, e por isso o Peseiro é que devia levar a supertaça, tal como o analfabeto dos peaners na época passada deveria ter ganho o campeonato. A conversa da trêta já se arrasta e já cheira mal. Cheira a trampa ressequida e ressaibiada. Mas este barroso não consegue digerir a “sodomização” que Mitroglou lhe provocou com aquele golo solitário e que silenciou aquela turba de alienados do fôsso que em tudo se confunde com ele.

Depois, lá vieram mais ridicularias e insinuações encapotadas. Aproveitou para enviar um abraço solidário ao Peseiro e zás, toca a falar sub-reptìciamente no falhanço do Rafa. Para isso, socorreu-se da “mulher de César” e do lugar mais que comum do “sê-lo e parecê-lo”, mas curiosamente, esqueceu-se de Pompeia nos seus escritos, quando o União da Madeira veio jogar ao fôsso do lagartêdo com as sub-reservas e o Vitória de Setúbal optou por uma farsa semelhante, habilidades saloias que entre outras, beneficiaram o seu grémio mas que não chegaram para que a trapaça se sobrepusessse à verdade. E a verdade é que o Benfica não mais cedeu, apesar de todas as manigâncias e malas que giraram a uma velocidade louca por todos os relvados do país, sempre na esperança que o Benfica claudicasse, nem que fosse só num empatezinho. Em todas estas situações, nunca descritas nas suas “aberrações cirúrgicas” no pasquim do serpa, ao que parece, a “mulher de César”, Pompeia, deveria estar de férias, banhando-se em leite de burra!

Pois sim!

Lembro-me bem de um artigo de opinião sobre Renato Sanches, cheio de insinuações e suspeições e assinado por esta besta. Desta vez, escreve que “manda os leitores à fava” se os mesmos considerarem que são insinuações suas os seus considerandos sobre o assunto “Rafa”. Eu aproveito já o ensejo, e em vez de mandá-lo à fava, mando-o textualmente “à merda”. Sem apelo nem agravo, pois a chafurdice deste escriba nos seus artigos de opinião em A BOLA são uma constante. Após mais estas tristes deambulações, eis que o atrevimento e o despudor vão ainda mais além. Agora é a vez de Rui Vitória ser alfinetado com uma estúpida e descabida observação – barroso queria que o treinador do Benfica se solidarizasse com Peseiro e considerasse, nas suas declarações pós-jogo, o resultado da partida como excessivo, acabando com um trocadilho mal amanhado sobre arrogância e humildade no que se refere à postura de Vitória que diga-se, foi absolutamente normal e equilibrada. Porque será que esta alimária escrevinhadora não se referiu sequer ao facto de Peseiro nem sequer ter dado os parabéns ao Benfica e ao seu treinador?

Este gajo não tem mesmo vergonha nas trombas. Porque será que quando Peseiro, com a sua equipa anterior foi à Luz ganhar, este triste barroso não escreveu sobre a solidariedade que era devida a Vitória por parte de Peseiro que venceu o desafio com enorme dose de sorte? Porque será que nunca falou, nem fala em arrogância, quando se refere ao seu agora “grande amigo”, o analfabeto dos peaners?

Ó barroso, larga a caneta e vai mas é para o caralho!


GRÃO VASCO

10.8.16

Sarjetas jornalísticas...







No mesmo dia!
É obra!


GRÃO VASCO


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