Há uma semana, uma
corja canalha que chafurda na redacção desportiva da RTP, transformando-a num
coio azul e bronco imundo e sectário, foi rebuscar declarações de Jorge Jesus,
ainda treinador do Sp. Braga, relembrando a sua frase célebre:
- “Braga campeão? Só se for na playstation!”.
Estávamos nas
vésperas do Benfica-Braga desta época, onde os do norte jogavam a sua novel
liderança, e nada melhor e mais oportuno do que confrontar JJ com essas
declarações de antanho e simultaneamente, estimular e acicatar a equipa do
Braga para o jogo da Luz, o que diga-se desde já foi conseguido, ao ponto dos brácaros terem resistido até à exaustão,
caindo aos pés do Benfica na derradeira jogada do desafio. Uma “morte” bem
gorda, mas bem merecida, pelo menos pelas sacanices que têm feito ao Benfica,
aos seus jogadores e aos Benfiquistas quando jogam na Pedreira, ou quando
qualquer “mesquita incendiário” resolve vomitar alarvidades com declarações
provocatórias do género “aqui mando eu e os que cá estão”, desrespeitando e
desconsiderando miseràvelmente a multidão de Benfiquistas, seus concidadãos,
que pintam Braga e todo o Minho de vermelho Glorioso e não arsenalista.
Mas na TV, a
estratégia canalha continuou, bem à moda de “Palermo” e com objectivos bem
definidos, pois qualquer resultado serviria os interesses do grémio da fruta e do putêdo, sabendo-se
que, no caso de o Benfica ficar para trás, mais fácil seria encarar o futuro a
curto prazo.
Não aconteceu, e
dependendo do resultado do Glorioso, segunda-feira no fosso de todos os trambolhões (bem desejo que o Benfica não dê lá
nenhum), a agremiação corrupta continuará a viver em grande tensão, não podendo
falhar qualquer alvo, se quiser manter a liderança.
Como a contabilidade
na Luz saiu furada, ontem na Pedreira, as expectativas e a ansiedade eram
muitas. No entanto, salvo algumas excepções, a equipa bracarense, com Hugo
Viana no papel de actor principal acabou por tranquilizar as hostes aliadas do
Freixo.
A verdade é que só na
playstation o fruta corrupção & putêdo seria arrumado de vez pelos aliados e
fiéis servidores, muito embora lá estivesse Benquerença para o que desse e
viesse. Eles próprios, começando no Leonardo, trataram de escrever o futuro.
E o futuro,
infelizmente para os verdadeiros adeptos bracarenses, continuará a passar por
um acérrimo e agressivo provincianismo parolo de uma minoria de títeres a soldo
de “Palermo”, mais preocupada com o Benfica do que com o Sp. Braga, mancomunada
com a corja mafiosa do Freixo, bem à imagem de um execrável caciquismo que por
esses sítios perdura impune há trinta anos, quer na cidade dos arcebispos como
em “Palermo”, na Trypalândia.
Salvador, sabes
porque é que não ganhas um título?
É porque os teus
pressupostos amigos do Freixo não deixam.
Continua a pintar
quadros vendo o Benfica como inimigo e vais ver onde irás parar!
GRÃO VASCO
