12.11.13

A alma parda voltou da tumba

 
  
 
  

1ª iNVESTIDA, 23/09/13

O presidente da Associação de Futebol do Porto comentou a polémica entre o líder da AF Lisboa, e Adelino Caldeira, administrador da SAD do FC Porto. Para Lourenço Pinto, as palavras de Nuno Lobo dizem respeito a um "jovem benfiquista"

"Essas palavras vêm de um jovem presidente, de um jovem benfiquista, que não conseguiu manter a postura que o presidente de uma instituição como a AF Lisboa deve ter. Por outro lado, nunca houve qualquer acordo com a AF Lisboa. Não é elegante", referiu em entrevista à Rádio Renascença, esta segunda-feira.

Lourenço Pinto aproveitou ainda para lançar um aviso para o possível regresso do "calabotismo", exigindo que se lute pela verdade desportiva no campeonato português ao contrário do que se passou nesta jornada, segundo o próprio presidente da AF Porto.

"Já vai longe o tempo de um homem chamado Inocêncio Calabote. E isto com o presidente da AF Lisboa é um 'fait-diver' para ocultar o que se passou neste fim-de-semana, que foi mau de mais. Num só dia houve três situações embaraçosas que nos fazem temer pelo regresso do 'calabotismo'. A lembrança de Calabote ainda está a reinar e pode chegar. E se chegar, isto passa a ser um campeonato - certamente - pouco coincidente com a verdade", concluiu – in record on line.

 

3ª Investida, 12 /11/13

Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto, considera que a histórica rivalidade entre Benfica e Sporting constitui um obstáculo intransponível à formação de uma aliança entre os dois grandes de Lisboa.

 

«Essa dita aliança dos clubes de Lisboa, com o sentido de que estavam criadas as condições para que Lisboa se impusesse ao Porto e ao norte, não passa de um desejo manifestamente inconcretizável», argumentou, em declarações à Antena 1.

 

«A eventual aliança entre o Benfica e o Sporting é um ato contranatura. São dois clubes rivais, adversários, vizinhos intoleráveis e vivem emocionalmente, há décadas, toda essa adversidade quase a gerar, muitas das vezes, animosidade», salientouin a bola on line.

 

Ao longo da última trintena de anos temos assistido às maiores escandaleiras do futebol luso e a AF Porto tem sido a entidade que a par do seu associado, o grémio da fruta & do putêdo, mais tem contribuído para essa completa bandalheira, sendo também um dos principais pilares onde tem assentado toda uma estratégia global de tomada e manutenção do poder no futebol e em todas as suas áreas por parte de uma corja incorrigível, exercendo uma completa ditadura em relação a todas as outras associações de futebol. Com o regime jurídico, a situação alterou-se e a alma parda bem esperneou, fazendo obstrução sistemática até onde pôde. No entanto, a influência ainda é de tal ordem que pouco ou nada se alterou em relação às questões que interessam verdadeiramente, e assim vemos o Conselho de Arbitragem nas mãos da Federação, cujo presidente é um fulano promiscuamente ligado às grandes chicanas e jogadas de bastidores que tanto têm beneficiado o grémio da fruta.

Mas Lourenço Pinto é que é a peça principal de toda esta engrenagem – um caldeirão onde os princípios, os valores e a ética se volatilizam de uma forma vertiginosa, dando lugar ao compadrio, à promiscuidade, à cumplicidade, às jogadas de bastidores e a muitas outras falsidades.

LP, ao falar de Inocêncio Calabote é um descaradão sem vergonha na cara, raiando a fronteira da infâmia e da hipocrisia. Quem homenageia Proenças e Benquerenças, quem de uma ou de outra forma esteve envolvido no caso Francisco Silva, o árbitro algarvio que antes de um célebre jogo em Penafiel foi “comido de cebolada”, vítima de uma tramóia digna de um filme de Hitchcock, e que foi arquitectada para branquear muita coisa de muitos outros envolvidos (por ex. o famigerado árbitro de Vila Real, José Silvano, que depois, na continuação desavergonhada do despautério de então, para não ir a gancho, cavou para Angola) e da célebre frase – “Chico, ó Chico, o que tu foste fazer!” - quem desabafa com uma alternadeira nessa altura de serviço directo ao gerente do caixa, dizendo-lhe “Ó filha, mas ele ainda ficou a falar...” referindo-se ao bexigoso caso no parque de estacionamento da Alfândega do Porto, quem teve na associação a que preside, árbitros de reles quilate como o condenado por crime relacionado com mascambilhas no futebol, Martins dos Santos – o tal do “serei eu próprio”, quando foi “premiado” com a nomeação para o jogo de inauguração do antro da Pocilga, em reconhecimento e apreço pelos seus inestimáveis serviços à “causa do Freixo” – ou Paulo Costa, Paulo Paraty, Artur Soares Dias, Jorge Sousa, Rui Costa, Vasco Santos, só para falar nos mais recentes, não tem autoridade moral, nem crédito nenhum para sequer pronunciar o nome Calabote, de uma história mentirosa mil vezes contada desde o tempo de um sacanóide de alcunha “O Cartola” e que tal como Goebells o ministro da propaganda nazi disse um dia, se transformou numa perversidade aceite como verídica pelos bastardos do futebol. Esquece-se também do filme de José Pratas em Coimbra, em que os selvagens do seu amado grémio o acossararm que nem cães, ameaçando e mostrando ao país inteiro a pouca vergonha, a impunidade e o vale-tudo que vigorava nesses tempos a norte, na Palermo portuguesa. Disto e de muito mais Lourenço Pinto se esquece quando bolça veneno anti-Benfica. Um Alzheimer diagnosticado agora, seria um bom prémio para esta falta de memória, com a particularidade de poder despachá-lo definitivamente mais depressa e sem muitas ondas.

 

Se porventura esta alma parda pisasse um tabuleiro de xadrez, seria eleita a rainha das negras.

 

Muito daquilo que o grémio da fruta & do putêdo tem conseguido, deve-se a este fanático, advogado e ex-guarda prisional, um autêntico feiticeiro em “magia negra” que não olha a meios para atingir os fins. Tem sido ele o mentor que aponta o caminho, ensinando a sua arte sinistra nos bastidores sombrios da Palermo portuguesa, sempre com a conivência de quem num país sério já estaria atrás das grades há muito tempo.

 

Num prazo curto de tempo já veio a terreiro bolçar o seu veneno por três vezes. A última patacoada - após “denunciar” o presidente da AFL, apelidando-o manhosamente de “jovem benfiquista” numa jogada de conveniência em relação aos incidentes ocorridos na tribuna do estádio António Coimbra da Mota, na Amoreira, aquando do jogo entre o Estoril e os azuis corruptos - é referente à incompatibilidade entre o Benfica e a trupe do lagartêdo quando se aventou uma aliança entre estes dois clubes.

 

Ele sabe e sempre soube que o SL Benfica tem uma dimensão incomensurável e uma aceitação popular inquestionável. Esta figura tenebrosa, tudo tem feito para denegrir e apoucar o Glorioso, com uma ladaínha acintosa e soez. Mas que não se esqueça que irá mais tarde ou mais cedo, definitivamente para a tumba e que a peçonha acabará com o finar do bicho e que o Benfica continuará.

E também sabe que só à custa de processos baixos e caminhos tortuosos é que o seu grémio tem ganho títulos. Contam-se pelos dedos de uma mão, aqueles que foram limpos.

 

Poucos são aqueles que na blogosfera benfiquista se têm referido a esta alma parda. Mas não tenham dúvidas, Companheiros, que LP tem sido ao longo destes anos peça fundamental na tão propalada “estrutura” ou “organização” do fcp – estando fora ou dentro do grémio.

É um dos membros mais destacados da Famiglia, talvez até, o mais destacado, mas que vive e viveu quase sempre na sombra, como convém a qualquer “organização” deste tipo.

 

 

PS – Tudo lhes serve para falar no seu ódio de estimação e na razão de ser da sua existência – O Benfica. São estátuas, são inverosímeis alianças, tudo o que possam agarrar.

Obsessão louca, psicose que requer internamento rápido no Conde de Ferreira.

 

 

GRÃO VASCO



2 comentários:

Anónimo disse...

O ódio que os corruptos sentem, pelo nosso AMADO clube, só diz da sua pequenez que eles sentem, e o seu complexo de inferioridade em relação a NÓS. Por isso:
Força, meu AMADO BENFICA!

Frank disse...

Caro Grão Vasco, este é certamente um dos pilares do sistema. Actua de facto na sombra mas sempre de forma muito influente. Com Costa e Sousa, formou durante muito tempo o triunvirato de Pintos. O Sousa, recorda-se, já deixou este mundo.
Faz-se passar por um moderado, um conciliador, um pacificador mas no fundo é um dos mais perigosos.
Também por isto, é fundamental termos uma AFL forte, que contrarie o poder da AFP e restitua algum equilíbrio ao futebol português. Saudações gloriosas.

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