24.9.15

Ai Casagrande, o que tu foste dizer!...


“Comida d’avó”… do Casagrande

 

 

O filme foi este:

 

O Benfica dominou a primeira parte e pelo andar da carruagem tudo indicava que a vitória poderia cair para o nosso lado.

 

A morcanzoada assustou-se!

 

E então ao intervalo, cá vai disto!

Entraram a correr que nem galgos e então esse tal andré foi um “ver se te avias”.

 

Na segunda-feira a explicação era da comida da avó.

Eheheheheheheh!

DA COMIDA DA AVÓ ??????

Eheheheheheheheheheh!

 

Sendo assim, tem dias em que come

E outros em que não come.

 

O Casagrande já explicou muita coisa e o Guardiola insinuou muita coisa. Tomou medidas no segundo jogo e foi cabazada!

 

É como as crianças.

Se há chupeta não choram, se não há chupeta berram!

 

Eheheheheheh!

 

Comida da avó…

 

Eheheheheheheheheheheh!

 

PS - Um vizinho daqui pediu à avó comida dessa que faz correr,  ao que a avó respondeu que fosse à farmácia porque a sopinha dela só tinha batatas, feijão e couve.

 

E o povo todo viu que se os ritmos se tivessem mantido provávelmente teria ganho o benfica.

 

Assim foi o que se viu.

 

 

by Colonel Red Devil



7 comentários:

Anónimo disse...

COPIADO DO BLOG
PULPOS CURRUPTUS

""O Porto o mais beneficiado em 2014/15
O FCP foi a equipa mais beneficiada pela arbitragem em 2014/15. Tiveram 22 erros graves a favor e apenas 9 contra o que dá um benefício arbitral de +13 erros. Por outro lado, o Benfica e o Sporting tiveram mais erros contra do que a favor. No caso dos encarnados o saldo é negatvio em -3 (13 erros a favor e 16 contra) e os verdes mostram um saldo negativo de -1 (13 erros a favor e 14 contra).

Na tabela classificativa o Benfica continuaria a ser campeão mas o Sporting trocava de posição com o Porto. No caso do Porto a diferença traduziu-se numa vantagem de 10 pontos. Os leões obtiveram um prejuizo de 5 pontos.

A amostra do estudo é constituida por 26 elementos fazendo parte alguns treinadores da 1ª e 2ª liga, árbitros no ativo e 1 ex-árbitro internacional.
São considerados erros graves: penalites por assinalar e mal marcados, golos mal anulados, golos precedidos ou que surgem de fora de jogo, falta para cartão vermelho ou duplo amarelo ou faltas assinaladas sem amostragem do respectivo cartão.
É considerado um erro grave quando existe consenso em relação a um lance (mais de 50% da amostra tem a mesma opinião).

Comentários de 2 adeptos portistas ao texto que mostram a cumplicidade com a batota e com a vergonha entre adeptos do Porto.

1º Adepto do FCP identificado com nome:
“Como portista também considero que tivemos alguma sorte com a arbitragem. Em relação ao treinador já não tivemos sorte nenhuma. Abraço e não casquem tanto no FCP”.

Resposta do 2º adepto anónimo do FCP:
“Em vez de vires para aqui expor as fraquezas do nosso clube podias estar calado, adeptos como tu não são precisos”.

Anónimo disse...

O Porto o mais beneficiado em 2014/15
O FCP foi a equipa mais beneficiada pela arbitragem em 2014/15. Tiveram 22 erros graves a favor e apenas 9 contra o que dá um benefício arbitral de +13 erros. Por outro lado, o Benfica e o Sporting tiveram mais erros contra do que a favor. No caso dos encarnados o saldo é negatvio em -3 (13 erros a favor e 16 contra) e os verdes mostram um saldo negativo de -1 (13 erros a favor e 14 contra).

Na tabela classificativa o Benfica continuaria a ser campeão mas o Sporting trocava de posição com o Porto. No caso do Porto a diferença traduziu-se numa vantagem de 10 pontos. Os leões obtiveram um prejuizo de 5 pontos.

A amostra do estudo é constituida por 26 elementos fazendo parte alguns treinadores da 1ª e 2ª liga, árbitros no ativo e 1 ex-árbitro internacional.
São considerados erros graves: penalites por assinalar e mal marcados, golos mal anulados, golos precedidos ou que surgem de fora de jogo, falta para cartão vermelho ou duplo amarelo ou faltas assinaladas sem amostragem do respectivo cartão.
É considerado um erro grave quando existe consenso em relação a um lance (mais de 50% da amostra tem a mesma opinião).

Comentários de 2 adeptos portistas ao texto que mostram a cumplicidade com a batota e com a vergonha entre adeptos do Porto.

1º Adepto do FCP identificado com nome:
“Como portista também considero que tivemos alguma sorte com a arbitragem. Em relação ao treinador já não tivemos sorte nenhuma. Abraço e não casquem tanto no FCP”.

Resposta do 2º adepto anónimo do FCP:
“Em vez de vires para aqui expor as fraquezas do nosso clube podias estar calado, adeptos como tu não são precisos”.

Anónimo disse...

COPIADO DA NET

""A Venda de Danilo em 31/3/2015
“O FC Porto recebeu 10M dos 31,5M€, que serviram para pagar salários e despesas correntes, o mês de Abril foi um mês muito complicado em termos de liquifdez, (foi um trimestre muito, muito difícil, como se pode ver pela abertura de um crédito de 3M€, a 2 meses, com o Banco Carregosa, mais 1,5M€ com o Montepio e um financiamento de 5M€ da For Gool Co Ltd, uma empresa off shore, que ficou com Herrera como garantia e mais valias em caso de transferência - será aprofundado mais tarde, pois esta parte sim é a mais preocupante e importante do R&C, e a primeira alternativa em vigor ao fim do TPO. O RM paga mais 9,356M€ até ao fim do ano e 12M€ na próxima temporada. (EM “Trinual do Dragão”)

Mas o FCP tem que pagar, do seu bolso, a mais-valia ao Santos e a comissão aos intermediários. Isto é, em termos de cashflow não ficaram a ganhar grande coisa pelo que a venda foi feita em desespero de causa para não apresentarem um resultado negativo monstruoso no 3ª trimestre.

Este "Chorão Diário" é um mentiroso crónico. É verdade que RM irá pagar 31,5M mas até agora pagou apenas 10M, o resto virá apenas no fim do ano e no ano seguinte.

Além disso o Porto terá de pagar os valores correspondentes aos valores de intermediação, vulgo comissões aos empresários, prémios, custos financeiros e a parte da transferência que cabe ao Santos, como veio registado no R&C do 3º timestre 2014/15 do FCP, uma notícia falsa plantada num jornal em Madrid.

Isto é, dos 31,5M restará apenas cerca de 26M, muito longe do quando diziam que o RM pagava todos os custos de intermediação atingindo a transferência o valor total de 39,5M.

Este valor de 39,5M foi publicado em blogues e na CS mas nessa altura o "Chorão Diário" não se deu ao trabalho de desmentir uma coisa que qualquer pessoa percebia

Anónimo disse...

COPIADO DA NET

""Final com Doping
“Pois eu tenho o testemunho de um grande amigo meu que jogou no Porto (marcou um golo numa final europeia e mais não posso dizer) que me controu tim tim por tim tim como era feito todo o esquema.
Por exemplo: nos treinos eu corria mais, saltava mais alto e cansava-me menos do que os outros todos, mas para meu espanto nos jogos a doer era ver os outros a voar e a correr como motos.
Ao fim de vários jogos interpelei o meu massagista quanto ao que se estava a passar e exigi o mesmo tratamento que era dado aos meus colegas o que me foi concedido… e mais não digo. Tirem as vossas conclusões”. Domingos Vieira.

(Resposta a alguém que duvidou do seu testemunho, acusando-o de inventar).

“Eu não invento nada pois a conversa teve lugar num local público (discoteca) e há testemunhas que ouviram o mesmo que eu. Evidentemente que não vou denunciar a pessoa em questão mas fica aqui bem vincado o que ele disse e que vem ao encontro das declarações de Casagrande que de uma forma muito clara comprova o que eu disse, ou vai também dizer que ele inventou tudo? Domingos Vieira
e era uma mentira descarada!

Anónimo disse...

COPIADO DA NET

""Casagrande e o Doping (1987)
Casagrande jogou no Porto na época do primeiro título europeu, 1986/1987.
No Programa do Jô desta sexta-feira, 19, o apresentador Jô Soares conversou com o ex-jogador Walter Casagrande, que está lançando sua biografia, intitulada “Casagrande e seus demônios”.

O ex-jogador de futebol admitiu ter jogado “dopado” na Europa. “Drogado com drogas sociais não, mas eu tive um problema com doping no Porto”, afirmou.
Quem não se lembra do jogo de Viena? De como na primeira parte pareciam uns coelhinhos e na segunda pareciam hienas? Quem não se lembra disso?
Walter Casagrande, que representou o FC Porto na temporada 1986/87, confessou, em entrevista no "Programa do Jô", da TV Globo, ter sido aconselhado a recorrer a substâncias dopantes aquando da sua chegada ao clube portista.

"Quando cheguei à Europa, no dia em que me estreei no FC Porto, um jogador chegou ao pé de mim e avisou-me, pois ninguém sabia a equipa antes do jogo. Então eu entrei no campo para ver como estava o relvado, ele chegou ao pé de mim e disse-me que ia ser titular, que me ia estrear", começou por recordar, admitindo que se sentiu "empolgado" pela novidade.

"Mas depois ele disse-me 'tens de passar ali atrás, que tem ali um negócio para usar'. Fui lá e usei... Usei umas quatro vezes. É aquilo que mais me envergonha, que menos gosto de lembrar. Atrapalha-me muito mais pensar nisto do que quando penso nas drogas que tomei", lamentou, dizendo depois que a substância era "injetada no músculo", dando uma "disposição acima do normal".

Quanto a um possível controlo antidoping, Casagrande foi claro: "não havia antidoping”...


Dois dias depois…
"Casagrande recebeu vários telefonemas de Portugal a pedirem para se calar e esquecer este assunto do doping", disse ontem ao Correio da Manhã uma fonte próxima do ex-jogador brasileiro, que afirmou no programa de Jô Soares que tinha utilizado substâncias dopantes quando estava ao serviço do FC Porto, em 1987.

A mesma fonte não sabe de quem eram os telefonemas, apenas que tinham como objetivo alertar o ex-futebolista para ficar em silêncio.

Passagem do livro de Casagrande:
Existe um pacto tácito pelo silêncio. O recente caso de Lance Armstrong, lenda do ciclismo mundial, mostra bem a desfaçatez que impera nesse campo minado. Sabia-se já havia algum tempo que o heptacampeão da Volta da França fazia uso de substâncias proibidas, o que ele negava veementemente, com indignação capaz de comover até inimigos. Jurava inocência e ameaçava processar quem lhe imputasse tal desonra. Por ter voltado a vencer a prova mais importante do ciclismo internacional depois de se recuperar de um câncer nos testículos, pousou como herói até ser desmascarado. Somente quando surgiram provas materiais, incontestáveis, ele meteu a bicicleta no saco e se retirou de cena.

Apesar dessa cortina de fumaça, Casagrande não pode se furtar a assumir uma passagem relevante na sua carreira. A intenção não é denunciar ninguém, nem difamar qualquer clube —até porque já se passou muito tempo, e a vida segue em frente. Depois de ter admitido tantos pecados publicamente, não faria sentido esconder a própria experiência com doping. Por precaução, para evitar qualquer viés acusatório, vamos omitir nomes e lugares. Afinal, o que importa são os fatos.

Anónimo disse...

COPIADO DA NET
""

Em todos os anos que atuou na Europa, Casagrande foi dopado para jogar quatro vezes. Nunca quis, foi sempre contra, mas aconteceu. “Em geral, injetavam Pervitin no músculo. De imediato, a pulsação ficava acelerada, o corpo superquente, com alongamento máximo dos músculos. Podia-se levantar totalmente a perna, a gente virava bailarina... Isso realmente melhorava o desempenho, o jogador não desistia em nenhuma bola. Cansaço? Esquece... se fosse preciso, dava para jogar três partidas seguidas.”

Esse procedimento acontecia abertamente no vestiário, sem a menor preocupação de escondê-lo de qualquer integrante da agremiação. “Era uma coisa oficial: do treinador ao presidente do clube, todo mundo sabia.”

Só havia o cuidado de acompanhar o atleta até a eliminação da droga pelo organismo, tanto para prestar socorro, caso alguém se sentisse mal ou tivesse algum efeito colateral, quanto para liquidar as provas, embora exames antidoping fossem raros naqueles tempos. “O clube não deixava a gente ir pra casa depois do jogo. Ficávamos concentrados e dormíamos no hotel. No dia seguinte, fazíamos sauna de manhã e dávamos uma corridinha ao redor do campo. Só depois disso nos dispensavam.”

O uso da substância não era exatamente opcional. Embora não houvesse um aviso formal de obrigatoriedade, isso estava implícito, e quase todo mundo seguia o script.
“Estava sempre à nossa disposição, mas, nos jogos importantes, parecia obrigatório. "

"Tomar ou não tomar poderia definir a escalação, pelo menos essa era a sensação geral.”

Ao contrário do que disse o Dr. Domingos Gomes que seriam vitaminas, o que injectavam nos atletas do Porto, era o Pervitin, que mais não é que uma metaanfetamina proibida desde sempre pela UEFA/FIFA.

(Metaanfitamina)- Remédio altamente estimulante, à base de anfetamina pura. Teve seu ápice na década de 50. Eram indicados inadequadamente para combater a depressão. Qualquer pessoa com 50 anos se lembra do Pervitin, vendido facilmente nas farmácias para quem desejava ou precisava passar noites em claro, dormir pouco ou reduzir o apetite. Foi retirado do mercado por seus graves efeitos colaterais: dependência física, alucinações, irritabilidade, taquicardia, ansiedade, forte diminuição dos reflexos. A venda ainda se faz hoje sob a forma de pílulas ou injectável, sendo considerado doping pela UEFA.
Ele (Casagrande) não se deparou com essa prática em outros clubes europeus nos quais jogou, é bom ressaltar.

Em recente entrevista ao programa «Sport TV», o jornalista Gilvan Ribeiro, co-autor do livro «Casagrande e seus Demónios», revelou que a parte do livro mais complicada para o ex-jogador foi mesmo a questão do doping, mas que o convenceu da importância de abordar a questão para sua história.


«Achei muito importante que entrasse no livro. É um assunto importante, é grave e que marcou a vida dele. Ele se sentiu obrigado a fazer o doping porque era uma coisa institucionalizada desde o presidente até a comissão técnica.

Se você não usasse poderia até interferir na sua não escalação. Ele acabou usando o doping, mas sempre foi algo que o incomodou. Para ele é antidesportivo e não queria dar o exemplo para os filhos», explicou Gilvan.

«Foi uma passagem que não foi espontânea, mas eu achava importante. Tinha receio da interpretação das pessoas. Meu maior receio no livro é sempre focado em como as pessoas iriam interpretar as histórias ligadas ao doping ou ligadas às drogas», comentou Casagrande.

Anónimo disse...

Lá está
contra o Benfica muita força e correria
foi a comidinha da avó

Esta noite não deve ter havido
Comidinha da avó

eheheheh
Deu empate

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