31.3.19

Xistra quase aniquilava o Benfica!



Xistra, em mais uma noite absolutamente miserável e desonesta, quase que aniquilava o Benfica.
Em sentido contrário, Jorge Sousa brilhou a grande altura com mais uma arbitragem obscena em Braga a favor do grémio da fruta corrupção & putêdo, vulgo fêcêpê.

Mas há outro responsável pelo clima vergonhoso e angustiante que se viveu esta noite na Luz. Chama-se Hélder Malheiro, foi VAR e co-responsável numa autêntica tentativa de assalto ao Templo Sagrado – na gíria, “roubo de igreja” - que Seferovic, à última da hora conseguiu evitar com um cabeceamento portentoso, dando a vitória mais que merecida ao Benfica, contra um Tondela que a meio do segundo tempo mais parecia o Manchester City ou o Liverpool em jogo de Champions, tal o gás e o empenho que colocou no seu jogo. Uma façanha admirável comparada com a deplorável exibição da semana passada em casa, contra o último classificado da Liga em que só conseguiu obter o empate ao soar do gongo. Até aos oitenta e três minutos de jogo, e mesmo depois disso, vi uma grande mala repleta de euros sobrevoando o estádio e onze bombas de combustível de cor amarela e verde atestadas com muitas octanas…

Mas Benfiquistas, tenham a perfeita noção de que este cenário é aquele que teremos se o Glorioso continuar líder nas jornadas próximas. E que assim seja até ao fim. Será evidente que nem a mafia associada ao grémio da fruta, acantonada na Palermo portuguesa com tentáculos em Lisboa e por todo o norte, nem Fontelas Gomes e os seus apitadeiros amestrados conseguirão os seus intentos – apear o Benfica e oferecer em bandeja de ouro (já não basta o Apito… dourado) o campeonato à instituição mais mafiosa que existe no futebol indígena - se isso realmente acontecer.

Jogadores, todo o staff técnico, dirigentes, presidente e sobretudo os Adeptos Benfiquistas estão empenhados em levar esta verdadeira odisseia a um final feliz. A explosão de 400 milhões de decibéis que perpassou aos 83’ por todo o Portugal e ilhas, e por toda a Diáspora Benfiquista, foi um autêntico grito do Ipiranga e de revolta, com epicentro em Seferovic. Até as agulhas dos sismógrafos rebentaram as escalas!
Indescritível!
Justo!

E “justo” de justiça, pois a desonestidade e a parcialidade arbitral não mereciam outro desiderato em relação ao jogo disputado. Xistra, com o seu extenso e tenebroso passado de erros crassos e intencionais em relação ao Benfica, e Hélder Malheiro que desponta como mais um ponta-de-lança de Fontelas, sempre com ela em riste para aniquilar o Benfica.

No momento do penalty sobre Samaris, visível da estratosfera, Xistra assobiou para o ar e Hélder Malheiro como VAR nem sequer se dignou a alertá-lo. Infiro da sua inadmissível distracção que estava a fazer tétés ao seu ajudante…
Então o Var não interveio nesta situação porquê, tal foi a evidência?
E o ajudante do VAR, o que estava a fazer?
E porque é que Xistra, tão lesto a anular dois golos ao Benfica, inclusive indo ao monitor para ver o lance do golo de Jonas e anulá-lo, porque não o fez com a escandaleira sobre o Samaris?
Porque prolongou o jogo até aos limites para lá dos 90’ e não deixou marcar o canto a favor do Benfica no fim da primeira parte?
Xistra ia aniquilando o Benfica como fez há bem pouco tempo na meia-final da Taça da Liga, onde também na função de árbitro principal validou dois golos ilegais ao grémio da fruta precedidos de faltas dos seus jogadores e anulou um golo limpo a Rafa, situações que o famigerado Fábio Veríssimo na função de VAR escamoteou por completo.

É realmente INDECENTE um fulano deste calibre andar de apito na boca a passear-se pelos relvados de futebol!

Os nossos jogadores serão gigantescos se conseguirem atingir o título nacional. Oxalá o consigam, porque se isso acontecer serão lembrados como uns autênticos heróis no combate à mafia da Palermo portuguesa.

GRÃO VASCO



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