7.12.20

O jogo em que EnCornado empurrou Coates

 


Antes de esmiuçar o “polémico” lance do pretérito fim-de-semana em que os viscondes de Al Kassêt liderados pelo novo pinta-rodapés, o pisicopata Miguel Praga, choraram baba e ranho a granel, aproveito a oportunidade para contar um dos episódios mais caricatos de George EnCornado durante a sua extensa, aparvalhada e aldrabada carreira como soprador do apito.

 

Vale de La Mula, Maio de 2001.

Último domingo do mês e já o Estádio Municipal de La Mula, também conhecido por Comendador Paco Cambalacheiro, um benemérito local e nos mentideros da bola por “Ou roubas ou dás de frosques”, estava preparado desde o dia anterior para a grande final entre o Athletic Club de Coinaquente e os Unidos do Pissafria. Um anfiteatro engalanado mas com as respectivas caixas de segurança reforçadas, tribuna isolada à prova de bala e gases lacrimogéneos, fosso profundo e arame farpado entre as bancadas e relvado, buracos das toupeiras selados com cimento suave e liso pintado de verde e relva crescida até aos tornozelos.

Quatro horas antes do jogo já o recinto rebentava pelas costuras. Ninguém na cidade e redondezas queria perder o desafio que apurava o vencedor da sexta distrital que dava acesso imediato à 8ª nacional.

Durante semanas a fio a discussão nos órgãos de poder do futebol sobre a nomeação do árbitro para a grande final fez correr rios de tinta na CS, com relevo para uma rubrica especial diária do Correio da Merda TV com o comentador Bítor Minto – que lábia! - a inventar tudo o que ocorria nos bastidores através do seu apurado espírito santo d’orelha. A refrega atingiu o auge poucos dias antes do jogo e Lourenço Pintelho ameaçou demitir-se de chefe dos árbitros, já que as posições entre aqueles que apoiavam o “trio das Calheiradas” de Biáná do Castelo e os que defendiam a nomeação de George EnCornado se extremaram a tal ponto que esteve na iminência de ser contratado um juiz do conselho de arbitragem de futebol do Afeganistão para o efeito. Por fim, lá ganharam os apoiantes do pateta de Carnaxide, pelo que iria ser esta alimária do apito a dirigir tão escaldante jogo.

Expectativas no máximo. Por causa das tosses, o público afecto a uma e a outra equipa foi revistado a pente fino com detector de metais e apalpanços à mistura sendo obrigado a vacinar-se contra toda a espécie de covid’s ainda antes de entrar no recinto. Jogadores, staff’s técnicos, apanha-bolas, bombeiros e elementos da autoridade, idem. George EnCornado e os seus colaboradores também foram inoculados no rabiosque cinco minutos antes de entrarem em campo para os exercícios de aquecimento. Por causa das reacções adversas solicitaram de imediato assistência médica... 

Mas qual não foi o espanto dos espectadores quando viram entrar um fulano agarrado ao traseiro e equipado com um jersey rosa-choque, com uma crista na cabeça tipo galo romanisco, máscara a tapar-lhe o trombil até às orelhas, com pernas de leque protegidas com grossas caneleiras de cautchú reforçado que mais pareciam as velhas galochas do meu avô e que lhe davam um ar acentuadamente mariconço.

Quem seria aquela ridícula figurinha que se apressava a colocar o esférico no centro do terreno olhando fixa e alternadamente para os quatro relógios que trazia em ambos os braços?

Pois, nem de propósito! Aí estava George EnCornado para dirigir o encontro!

Entrada das equipas em campo, assobiadela monumental do público, com os do Athletic com o seu equipamento alternativo, todo verde-cueca e virados de costas para o círculo central e os do Unidos vestidos de amarelo-dos-peidos de cócoras à espera do apito inicial.

Bastaram a EnCornado meia dúzia de baforadas no apito, dois penaltys escamoteados para cada uma das equipas, expulsão simultânea dos dois guarda-redes e um golo anulado para cada lado, para pôr todo o público de cabelos em pé, desesperado. E quando, para cúmulo dos cúmulos, EnCornado resolveu sacar do cartão arco-íris e exibi-lo a dois dos grandes machos de ambas as equipas é que foi o bom e o bonito! Foi mesmo o fim-do-mundo! De imediato os adeptos rebentaram com as gaiolas de segurança, romperam as redes de protecção do campo, saltaram o fosso cortando o arame farpado, invadindo o relvado, começando a correr atrás de EnCornado até aos balneários e depois pelos olivais e matagal adjacentes ao campo, tentando, furiosos, afiambrar no pateta das caneleiras. A força policial destacada para o jogo foi impotente para aplacar a fúria da populaça.

Mas essa perseguição implacável revelou-se infrutífera, pois EnCornado conseguiu escapar por entre os pingos da chuva, e escondido atrás de umas moitas numa toca de coelho, tratou de largar as caneleiras que lhe dificultavam a fuga e cortar a crista de galo que lhe tolhia a visão. Ao passar por um vendedor ambulante trocou as chuteiras que calçava por umas alpercatas de corda, para depois se desfazer de tudo o resto que o identificava como árbitro, entregando por último o seu apito arbitral e as insígnias da FIFA ao chefe da estação dos caminhos-de-ferro mais próxima a troco de um bilhete de comboio de 2ª classe, tendo apanhado para espanto dos passageiros e já só em cuecas, peúgas e alpercatas, o regional do Norte, indo parar à estação da Trindade no Porto. Lá o esperava o morcão azul e bronco, Ribeiro Jornaleiro, director do jornal “O NOJO”, um pasquim miserável ao serviço do grémio da fruta corrupção & putêdo. Já no interior da sede do pasquim e vestido com um fato de treino do Canelas FC – já que as célebres caneleiras tinham ido à vida - enviado gratuitamente pelo velho rei do peido de Palermo do Douro e entregue em mão pelo Macaco Gibão, foi contratado como cUmentadeiro de arbitragens mas com uma cláusula muito importante no documento contratual – “foder o Benfica sempre que puder” – acabando assim, ingloriamente, a sua triste e patética carreira arbitral.

E foi aí, nessa espelunca jornalística que afirmou peremptóriamente que no recente jogo dos Famalicences contra o Lagartêdo foi ele próprio, EnCornado, que empurrou Coates para este bater com o seu braço esquerdo e apoiar-se com o direito, respectivamente no guarda-redes e defesa adversário, no lance que deu origem ao golo invalidado, sendo na sua óptica uma jogada legal que não deveria ter sido anulada pelo árbitro e pelo VAR.

Portanto ficou decifrado o enigma que tanta polémica e tanto ruído provocou - EnCornado entrou em campo irregularmente, interferindo directamente na jogada.

Fontanelas não gostou da brincadeira e enviou-lhe uma jarra de porcelana rasca do seu tamanho com os seguintes dizeres:

- ENCORNADO, SEU TRASTE, PARA A JARRA JÁ!

“O NOJO” por causa do contágio alagartado que poderia provocar na redacção do pasquim, dispensou-o durante 14 dias, sugerindo-lhe quarentena rigorosa e revisão do manual para árbitros. Curiosamente, EnCornado só conseguiu as sebentas muito rasuradas de Vasco Santos e do velho sabidola Carlos Calheiros. A sebenta deste antigo apitadeiro ainda continha agrafada a factura em nome de José Amorim - que eram os outros dois apelidos deste artista do apito - no valor de 761.713$00 escudos (3.808,00 euros), respeitante à sua viagem de férias ao Brasil com a sua família e que a agência Cosmos, empresa de viagens oficial e cúmplice do grémio da fruta corrupção & putêdo, lhe fez o favor de pagar em primeira mão por serviços distintos prestados à naçõun...e azul e bronca de Palermo do Douro.

 

GRÃO VASCO




30.11.20

Um dia destes até um peido é notícia

Os gatos-pingados encapuzados de Palermo do Douro

Inadvertidamente pressiono a tecla oito do comando da tv. Na pantalha aparece numa parangona “investigação cm”. Em letras mais pequenas, vislumbro a um canto, o símbolo do “correio da merda tv”.

- Onde eu fui parar! – exclamo para os meus botões, surpreso pela reportagem em directo.

Numa primeira imagem aparece o letreiro luminoso dizendo “Aeroporto da Madeira”. Em seguida a câmara aponta para a porta da frente de uma aeronave recém-chegada, já com a escada de passageiros acoplada. Abre-se a porta e no escurão da noite surge uma silhueta humana arrastando uma pequena mala de viagem. Nesse preciso momento ouve-se um estrondo medonho semelhante ao rebentamento de uma bomba de grande potência.

Pânico generalizado. No Pico Ruivo os amantes de trekking agarram-se imediatamente às cercas de madeira que delimitam um trilho perigosíssimo, evitando resvalar pelo desfiladeiro abaixo. Em Porto Moniz, com o mar agitado, a população foge para os morros adjacentes, temendo a iminência de um maremoto. Em Santana, os telhados de colmo das pitorescas moradias de outrora, hoje atracções turísticas únicas, voam pelo ar como folhas de papel e o povinho tenta abrigar-se o melhor possível de um potencial tufão destruidor; no Monte, os carrinhos de verga aos solavancos, saltitam pela arriscada descida sem os seus habilidosos condutores e como se um tremor de terra os empurrasse por ali abaixo; o Curral das Freiras desaparece numa névoa esquisita; no Cabo Girão, os adeptos do parapente recuam perante um vendaval ventoso nunca visto. Tudo acontece num minuto que parece uma eternidade.

No aeroporto e refeitos do susto, surgem na pantalha e em primeiro plano, a repórter pivot Mariana “Foda-se!” de microfone em punho em busca da silhueta humana que na altura saía da areronave e o seu inefável colega de jornada, o pequeno Sousa das Neves de seixo na boca, tentando saber as causas de tamanho estrondo.

O camera man do “correio da merda tv” aponta novamente para a escadaria de acesso à aeronave.

- É aquele! É aquele! – guincha o Sousa das Neves, ligando o seu detector portátil oferecido pelo serviços secretos do Burkina Faso, que começou imediatamente a piscar e a fazer ti-nó-ni… ti-nó-ni.

No entanto, a Mariana “Foda-se!”, irritada com o protagonismo do seu compagnon de route, atira-lhe:

- Mas, ó Sousa, como é que sabes que é aquele o causador de toda a confusão? Essa investigação cabe à polícia, pá! “Tás” agora armado em detective ou quê?

- Mariana, cheira-me a papel rasgado! – diz preocupado o Sousa das Neves.

- Papel rasgado é que não! Na melhor das hipóteses parece mais uma mescla de Hugo Broche com Xanel69 – contrapõe irritada a Mariana “Foda-se!”.

- Mas como?!? – riposta o Sousa – se tresanda aqui a ovos podres, tipo enxofre?

- Temos de saber exactamente o que se passou, pois foi um verdadeiro cataclismo! – remata a Mariana “Foda-se!”.

Nesse preciso momento emergindo do meio da multidão passa por eles o presidente Vieira, saído da aeronave e perseguido por três gatos-pingados – dois encapuzados e um outro tapando o focinho com a gola do casaco, lançando impropérios com sotaque à moda de Palermo do Douro. Incrivelmente os perseguidores travam, cambaleiam e desmaiam. A “correio da merda tv”, incansável na reportagem, tenta mostrar todos os pormenores da ocorrência. Mariana “Foda-se!” começa a ficar assustada. Sousa das Neves larga o detector de cheiros. Ambos começam a esgalhar a cem à hora pela estrada que liga o aeroporto ao Funchal. O presidente Vieira olha para todos eles e esboça um sorriso de desdém. O directo da estação televisiva começa a ter muitas interferências. A transmissão é interrompida…

Afinal não foi nenhum tremor de terra, nenhum tufão, nem nenhum tsunami. Todo aquele burburinho que percorreu a ilha da Madeira de lés-a-lés com epicentro no aeroporto, resultou de um formidável peido arriado pelo presidente Vieira à saída pela porta dianteira da aeronave recém-chegada e consequência da descompressão do aparelho.

Reportagem imperfeita, mas dúvida desfeita!

… E ao outro dia (hoje), à noite, dois saborosos ananases no bornal, marca Pizzi & Everton, SA…

 Esta é a "ficção da realidade"!


Obs.

É a realidade da porca CS que temos. Após tanta MERDA CALUNIOSA sobre o Sport Lisboa e Benfica, só faltava mais esta – a notícia de um peido do Vieira ao ser perseguido por três energúmenos, em mais uma noite louca da tv do correio da merda.

Rebentem mas é com aquela MERDA de vez!

GRÃO VASCO



16.11.20

OS “TRUMPANZÉS” DO CONTRA


Já lá vão quinze dias após a eleição de Luís Filipe Vieira e sua equipa para os Órgãos Sociais do Benfica e ainda há um grupelho de lesados dos 62,5% que continua com tachos & panelas numa ridícula chinfrineira. Mesmo derrotados sem apelo nem agravo, continuam a cavalgar uma onda doentia, obsessivamente persecutória.

Esse grupelho que não sabe perder, continua a duvidar de tudo e de todos. Espécimes esfaimados deambulando em redor da Luz. Uma fauna variada de trumpanzés, arautos de uma “democracia de conveniência”, só deles, e que muito pouco tem de Benfiquismo. Neste grupelho sobressaem as viúvas inconsoláveis de Noronha, os órfãos desvalidos do Silva – conhecidos pelos órfãos dos 1,64% - e os amestrados de Benítez.

Mas afinal o que é um trumpanzé?

Um trumpanzé é, como o termo indica, o resultado de um cruzamento de excepção, ocasional, entre duas criaturas que em face das evidências de qualquer eleição e respectivo resultado eleitoral, não o aceita, diz que há fraude e inventa um sem número de falácias para colocar em causa a sua legalidade, transparência, democraticidade e por aí adiante até chegar à tão badalada credibilidade.

Para já, lamento que três sócios do SLB se tenham prestado a um papel tão reles e que o macho-alfa os tenha convencido para dar a cara num requerimento sustentado por uma petição que só por si já é uma palhaçada recessa e mal-amanhada.

Onde é que está a transparência de uma petição onde é pedido o nome, o e-mail e o número de sócio, quando qualquer fulano pode colocar nesses espaços o que bem quiser e lhe apetecer, tal como “Zé das Tintas, tintureiro@gmail.com e 01069”?

Como iriam verificar a veracidade ou autenticidade dos dados?

Eles próprios enfermam do erro que dizem que outros cometeram!

Estas acções, sim! Concebidas e realizadas em cima do joelho e pouco modelares até na elementaridade que encerram!

Tudo isto cheira a ranço, tal como o odor do trumpanzé-alfa das caricaturas nazis. 

Quando ontem me sugeriram que visse a cmtv e o programa onde foi debatido este tema do requerimento/petição, não aceitei, mas depois de alguma insistência acedi, rebobinei e fui ver o triste espectáculo proporcionado por alguns intervenientes nesse debate, com destaque para uma das figurinhas folclóricas do nosso mundo futeboleiro.

Uma pobreza franciscana.

Uma rábula “a la Malheiro” que ofuscou por completo a pífia intervenção de um dos subscritores do requerimento/petição para a contagem dos votos em papel das últimas eleições do SLB.

Malheiro, o epicentro do debate, continua a ser o fala-barato do costume, fazendo recordar o tempo em que como radialista, locutor e comentador de futebol, nas estações de rádio à época, tratava carinhosa e subservientemente o “rei de Palermo do Douro” por jorge nuno e debitava um chorrilho de encómios e baboseiras sobre o dito cujo que até faziam rir as pedras da calçada da Cedofeita e de Contumil. Hoje, nem a profusa livralhada da sua autoria sobre o grande Eusébio e as respectivas “royalties” o safam.

Quanto ao programa em si, de referir que quando vi essa avis rara a pronunciar-se a favor do requerimento/petição com aquela verborreia peçonhenta, só me ocorreu uma palavra – promíscuo. António Figueiredo, como sempre, desde a época dos charutos, cagou e tossiu dando uma no cravo e outra na ferradura. Capristano cingiu-se aos pontos e factos principais, e bem.

Mas que o programa foi uma pequena amostra do que os trumpanzés podem fazer, lá isso foi.

O Sport Lisboa e Benfica não é o Planeta dos Macacos, nem nunca mais poderá sê-lo. Muito menos uma selva de trumpanzés.

Querem agora colocar em causa os resultados eleitorais?

Pois podiam-no ter feito através das competentes acções judiciais, interpondo à data uma providência cautelar ou agora, impugnando as eleições. Avançarem, passados quinze dias, com um requerimento/petição para o presidente da MAG do Sport Lisboa e Benfica e após os cabeças-de-listas oposicionistas terem reconhecido a derrota e felicitarem o vencedor, é mesmo brincarem com a tão propalada democracia.

GRÃO VASCO





2.11.20

Por qué no te callas? As “viúvas”. Tomem lá qu’é democrático!

 

CAPÍTULO II

AS “VIÚVAS” DE GOMES DA SILVA & NORONHA LOPES

 

Baba e ranho a granel!

A mesma corja de javardos que se deleitou durante o quadriénio anterior a lançar diariamente o nome do Benfica e do seu Presidente para a lama - fazendo sistematicamente o jogo do inimigo (lagartêdo & putêdo) e que provocou uma das maiores sujeiras jamais vistas numa campanha eleitoral do Glorioso de Portugal, após serem copiosamente derrotados continuam a teclar a NET e a escrevinhar nos pasquins, ganindo, estrebuchando, contestando com justificações esfarrapadas a maior vitória eleitoral, livre e democrática, da História do Sport Lisboa e Benfica.

A realidade, incontestável, é que Luís Filipe Vieira, na linguagem popular ganhou “sem espinhas”, tendo assim o seu novo mandato mais do que democraticamente legitimado. A ferocidade e a baixeza dos ataques de uma oposição diversificada e sem escrúpulos, não impediu que a maioria silenciosa, na hora de todas as decisões, acompanhasse, consciente e cívicamente o percurso do candidato vencedor.

A corja continua a duvidar de tudo e de todos, porventura pondo em causa a legitimidade dos seus próprios pais. Além de javardos, constituem-se alguns como indivíduos perigosos, mentores de um novo PREC em que ditatorialmente uma minoria governaria sobre uma maioria categórica, e que após as eleições e seus indiscutíveis resultados, ressaibiados, ainda pedem a expulsão de sócios, a demissão de outros, a instauração de processos a mais alguns e por aí adiante.

Ah, democratas de aviário! Ah, carpideiras hipócritas que choram a derrota amarga mas mais do que merecida!

O Povo Anónimo Benfiquista teve a noção clara de que o derrube do Presidente – ou melhor dizendo, a derrota da sua recandidatura – iria trazer consequências gravíssimas para o Clube. Estando perto do Halloween, esse dia, logo a seguir às eleições, transformar-se-ia naquilo a que é costume chamar-se de “caça às bruxas”. Seria a tomada turbulenta do poder, auditorias a torto e a direito, destituições e tantos outros atropelos e por fim, o atear de uma fogueira gigante para queimar indiscriminadamente muita da Gente Anónima Benfiquista que ajudou a reconstruir e a reerguer o Benfica das cinzas.

Mas felizmente, para todos, o Povo Benfiquista é sereno e votou em consciência, rejeitando o aventureirismo, a ambição mórbida, a maledicência, o oportunismo, a ganância e porventura evitando que o poder caísse novamente na rua, numa espiral paranóica e tenebrosa como em tempos aconteceu. A oposição com o decorrer dos acontecimentos revelou-se heterogénea, pouco escrupulosa, atulhada de egos diversos e imprevisível.

“Elas”, as da baba e do ranho, são as “viúvas” do Silva e “as” do Noronha!

 Uma das “viúvas” carpideiras, um fulano azedo pela estrondosa derrota do seu candidato e que estava incluso na sua lista depois de uma série de peripécias - tipo, vou eu ou vais tu? - vem hoje a terreiro descarregar a bílis e de uma forma tosca sacudir a água do capote, chegando ao cúmulo de dizer que Luís Filipe Vieira, Presidente reeleito do Sport Lisboa e Benfica fica com uma margem de erro residual no mandato em curso.

Sorri, com desdém, perante este rasgo de pensamento tão viciado e afectado pelo despeito e a desvergonha, pois “margem de erro residual” são os 1,64% do candidato que apoiou (e integrou) versus os 1,06% de votos em branco. E esta humilhante insignificância também teve o contributo desta romântica carpideira, que já deveria saber pelo menos, desde a sua licenciatura, que a diferença percentual entre 62,5% e 34,7%, equivale a dizer que ± 2/3 são bem superiores a ± 1/3. Foi isso que aconteceu entre os Benfiquistas que votaram favoravelmente em LFV e os outros que votaram noutras listas.

Depois veio com a mais que gasta cantilena da não isenção na BTV. – “Porém o comportamento de Filipe Vieira ficou indelevelmente marcado pela negativa ao ter-se recusado a debater com os dos outros candidatos e ao vedar o acesso destes à BTV onde poderiam explanar as suas ideias. Os interesses do Benfica estão acima dos de qualquer candidato ou Direção, e o seu destino deve ser decidido pelos sócios. Manter a BTV fora da campanha eleitoral com o pretexto de evitar o “ruido”, constituiu uma habilidade maldosa que contraria a cultura aberta e democrática do clube. Saiu beneficiada a lista de Filipe Vieira uma vez que a estação, implicitamente e desonestamente, foi fazendo campanha em seu favor.” – escreve esta carpideira luminária.

Aqui, tive que dar uma boa gargalhada e denunciar este fulano dizendo-lhe que o desonesto e o mentiroso é ele. Ou então não viu a BTV todos os dias, muito antes e já durante o período eleitoral.

E ainda há o descaramento de falar em comportamento negativo de LFV quando aos comportamentos dos outros candidatos depois da constante pouca vergonha que se viu e ouviu, só lhes faltou arrancar os olhos ao LFV?

No caso de a BTV se ter intrometido nas eleições, logo viriam os arautos da teoria da conspiração dizer que LFV estaria a tirar vantagem da sua posição. Preso por ter cão, preso por não ter.

Quanto à recusa de LFV em debater com os outros candidatos, o mesmo faria qualquer pessoa séria e de bem, quando foi sistematicamente ofendido na sua dignidade e honradez pelo candidato que esta “carpideira” apoiou e quando começou a ser alvo de múltiplas suspeições e literalmente insultado dos mais diversos modos pelos cabecilhas das outras listas, mesmo antes da corrida eleitoral começar.

Mas a azia dá sempre nisto e ainda tem a desfaçatez de aludir a “habilidade maldosa” de LFV!

Habilidade maldosa, foi os opositores terem-se sustentado inicialmente nos e-mails roubados ao Benfica, ao Presidente e a todos os seus colaboradores por um criminoso que motivou intervenções judiciais com processos em curso, acusando o Presidente de falta de credibilidade e transparência. Depois, constatando que esse não era o melhor caminho, é que começaram a falar em programas, Champions e demais ladainhas.

Isso sim! Isso é que foi uma maldosa pulhice!

Por fim mais uma patacoada do fulano em modo “Silva”.

- “Resta esperar que não ocorra a dispersão dos opositores, que estes se revelem funcionais no acompanhamento do dia-a-dia do clube, na sua defesa perante inimigos externos”.

Como?!?

Dispersão de opositores?

Defesa perante inimigos externos?

Então, mas perante resultados categóricos ainda há lata suficiente em falar de opositores e em defesa perante inimigos externos?

Esta carpideira lá sabe porque fala em inimigos externos. É que lhe faltou falar nos internos. Mas a língua, essa marota traiçoeira, teve naturalmente que fugir-lhe para a verdade.

A alusão que fez ao Bernardo Silva e à sua atitude por encomenda de outrem, de tão rídicula que é, largueia-a na sanita e puxei o autoclismo duas vezes, porque realmente era porcaria e ingratidão a mais. Mas quanto a ex-jogadores do Benfica, falarei neles num dos próximos capítulos…

O que na realidade o Benfica precisa mais é de união e não de meros divisionistas de ocasião e já está mais do que na hora de acabar com esta triste bandalheira dos ressentimentos e dissabores pós-eleitorais.

Iludido por um asqueroso grupelho de galfarros que há anos pulula no Benfica e se dedicou e continua a dedicar a vilipendiar, apoucar, achincalhar tudo e todos no Benfica, um autêntico bando de incendiários e que nem agora respeita os resultados eleitorais, continuando a berrar aos sete ventos contra o Presidente e seus colaboradores, cavalgou a onda de uma derrocada inapelável.

Sendo assim, por qué no te callas, Barreto?

Essa clique de rafeiros, pronta a devorar as migalhas que caiem de uma mesa farta, continua a não ter emenda, não têm vergonha, mas irão andar a penar, a arengar e a carpir pelo menos por mais quatro anos. Com esta postura eivada de uma canalhice crónica nem têm noção de que estão a insultar os 22.787 sócios que deram a vitória à lista A liderada por L.F.Vieira..

Não poderia deixar de referir a “carpideira” louca, maniqueísta e psicopata que vive nas “sombras” de uma obsessão doentia, mórbida. Esfalfou-se que nem um cão para derrubar o Presidente. Aliou-se precocemente ao Silva, convencido de que o seu espaço blogueiro teria audiência suficiente para lhe garantir algum tacho pós-eleitoral. Afinal, aquilo estava (e está) infestado de comentários de lagartos e morcões. E tudo lhe serviu ao longo dos vários mandatos de LFV para denegrir uma obra extraordinária no Benfica. Um autêntico escarro na Blogosfera dita Benfiquista e como diz o outro, com influência meramente residual nas contas finais. Nos últimos tempos, completamente desesperado pela ascensão de Noronha, adversário directo do seu guru de estimação (o Silva dos posts escabrosos das 2ªs feiras), ficou tão atordoado com o desenrolar dos acontecimentos que nos gatafunhos do seu espaço geracional blogueiro já nem dizia coisa com coisa. Temas em que já nem a bota batia com a perdigota. Mas a maioria dos Benfiquistas não teve dúvidas em lhe espetar com 62,5% pelas queixadas abaixo. A ele e a mais uns bardamerdas que deambulam lá pelo blogue e que por desprezo nem os vou citar aqui. Se tivesse o mínimo de decoro e respeito pelo Benfica e pelos valores democráticos que tanto andou a apregoar, metia o rabinho entre as pernas e recolhia a penates durante os próximos quatro anos. Mas não! Ressaibiado, rancoroso, despeitado por uma merecida e vexatória derrota, continua com uma lengalenga em que nem o mais abespinhado e encartado oposicionista acredita. Agora implicou, por o jornal do Benfica ter trazido a foto do Presidente e depois lá voltou ele às percentagens. Desta feita, a percentagem do intermediário principal que ajudou a vender, por exemplo, João Félix pelo valor que os bandidos do putêdo têm de prejuízo. Se calhar, para seu contentamento, seria melhor trazer um cartoon com o seu guru agarrado a uma vassoura limpando a porcaria que andou a fazer, a olhar para o Noronha do mais baixo para cima e com esta reles carpideira a fazer de cheira-rabos!

Por qué no te callas, “shadows”? 

Da “carpideira mentecapta” vou colocar esta adivinha aos meus leitores. É uma peça de museu da qual restam umas vaidosas fotos facebookianas ao lado de quem tanto bajulou. Só tenho pena que tenha nascido em terras beirãs, mas felizmente já lá não vive. A naturalidade deste jagodes deveria ser o Afeganistão dos talibãs. Um triste cangalho semi-analfabeto, maldizente, trapaceiro e mentiroso, enxertado em corno de cabra e nascido atrás de umas moitas no Campo de Viriato. O abutre do copy/paste. Um miserável benfiqueiro que não tem onde cair morto!

E ainda queria ele ser candidato a 1º secretário da MAG do Benfica…

Porraaaaaa!....

Estávamos bem arranjados se o Benfica caísse nas mãos desta gajada!

Por qué no te callas Bissaya?

Bissaya?!?

Desculpem se me enganei!

 

Mas ainda há as viúvas do Noronha, as ditas carpideiras snob das carteiras recheadas…

A propósito. Quando é que essa candidatura apresenta as contas da sua mediática campanha eleitoral?

No caso do Silva, nem solicito informações desse teor porque aquilo tudo foi mesmo uma tanga de tal ordem que até os elementos componentes da lista foram apanhados na primeira curva de uma estrada de macadame cheia de poças e buracos.

Por isso, há continuação do tema nos próximos capítulos…

GRÃO VASCO



Obrigado, Sr. Mário Dias!

 


Um Benfiquista inesquecível!

Partiu para o 5º anel, mas a certeza é que vai acabar de construí-lo.

Obrigado pela grandiosa obra que deixou e que é um orgulho de todos os Benfiquistas!

Que descanse em paz!

GRÃO VASCO



31.10.20

OUTubro! Como?!? Tomem lá qu’é democrático!

 


CAPÍTULO I

AS TENTATIVAS DE ASSASSÍNIO DE CARÁCTER A LUÍS FILIPE VIEIRA


Desde 10 de Junho deste ano que reduzi drasticamente a minha participação no blogue e consequentemente na Blogosfera Benfiquista – posts em 10 e 22/Junho, 20 de Julho e 12 e 14/Outubro. Publiquei unicamente cinco resumidos artigos para evitar cair num chafurdo pestilento em que se foi transformando esse glorioso espaço. Um lugar de saudável militância Benfiquista acabou por converter-se progressivamente num atoleiro sectário, radical, de maledicência e calúnia, tendo sempre como alvo o Presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira. A oposição começou a dormir junta com o Inimigo.

 

Canalhices, mentiras, insinuações, suspeições, críticas avulsas a tudo e a todos os colaboradores do Sport Lisboa e Benfica. Tudo valeu para que o derrube do Presidente, que entretanto apresentou a sua recandidatura ao cargo, se concretizasse no passado dia 28 de Outubro. Como soe dizer-se, foi um fartar vilanagem, com blogues assustadoramente infestados de comentários de uma quadrilha de bandidos “on line”, afectos ao lagartêdo caloteiro e ao putêdo azul e bronco insolvente, disfarçados de benfiquistas, a posts execráveis com uma linguagem terrorista, canídea e sabotadora, por vezes ameaçadora, visando provocar o medo e o caos e a consequente desmobilização dos Autênticos Benfiquistas do acto eleitoral.

A esta cambada de miseráveis actuando com má-fé e com o beneplácito de muitos responsáveis por muitos desses blogues, ditos afectos ao Benfica, juntou-se uma perigosa fauna de imberbes oposicionistas ao Presidente e à sua Direcção, sedenta de poder, espumando ódio, pronta a tomar de assalto a presidência legítima e democraticamente instituída e ratificada por eleições livres e com resultados categóricos. Esse poder, investido para quatro anos, que iria ter o seu término nestas eleições de Outubro, onde por inerência e de uma forma legítima através de uma recandidatura, poderia novamente dar continuidade a mais um consulado, o que efectivamente veio a acontecer através da votação massiva de mais de 22 mil sócios pertencentes aos mais diversos os escalões etários na excelente lista para os órgãos sociais do Sport Lisboa e Benfica proposta e apresentada por Luís Filipe Vieira. Praticamente 2 de 3 sócios Benfiquistas votantes optaram por Luís Filipe Vieira para Presidente e sua respectiva equipa para o próximo quadriénio. Um resultado mais que concludente, apoiado numa maioria inequívoca.

 

Não me recordo, em muitos anos que levo de militância Benfiquista, de uma campanha eleitoral tão negra, tão suja, tão rasteira como esta, protagonizada pelos oposicionistas a Luís Filipe Vieira, assistindo-se assim a um ataque inaudito e tão vil à sua pessoa bem como ao Benfica. Mas nem as centenas de milhares de euros gastos numa candidatura de um “pára-quedista” largado em corrida de última hora de uma roulotte carregada de bifanas trouxeram elevação a uma campanha cujo rasto já estava inquinado de uma sabujice medonha através de um despeitado que quer(ia) a todo o custo e sem escrúpulos alapar-se na cadeira da presidência, mesmo que para isso tivesse que vender a alma ao diabo.

 

Nem no tempo de Fernando Martins/Ferreira Queimado ou Fernando Martins/João Santos assisti a tamanho despautério de uma oposição desesperada, destrambelhada e trauliteira versus uma recandidatura que nunca invectivou ninguém e que se defendeu ética e urbanamente dos ataques mais sórdidos que se podem imaginar numa contenda eleitoral desta natureza.

 

Durante quatro longos meses assistimos a despudorados ataques a Luís Filipe Vieira, aos seus apoiantes e à maioria das genuínas Gentes Benfiquistas, inclusive com ameaças e difamações gratuitas a muitos daqueles que se propuseram defender e lutar ao lado do Presidente e da Direcção do SLB – vieiristas, tricolores, avençados, chulos, criminosos, ladrões foram os insultos mais suaves que a matilha oposicionista de maldizentes encontrou para tentar desmobilizar quem, sem esmorecer, defendia (e defende) a continuidade do sucesso desportivo e financeiro no Benfica. A CS, a desportiva e muita da generalista contribuiu em larga escala para o aumento exponencial de um clima de verdadeira pré-guerra civil que só não aconteceu porque o Povo Anónimo Benfiquista espalhado por todo o país e pelo mundo conseguiu travar através da tolerância, do bom senso e do civismo, tanto nos longos dias e semanas que antecederam as eleições como no próprio acto eleitoral que através das mesas de voto distribuídas por todas as capitais de distrito atenuou a tensão gerada pelos grupos agitadores de uma oposição canalha e feroz que se concentraram principalmente na capital do país.

Valeu tudo.

Desde a tentativa torpe de envolver precipitadamente os inesquecíveis Campeões Europeus de 60 - é da mais elementar justiça afirmar que foram Luís Filipe Vieira e os seus colaboradores que mais os enalteceram no Clube, trazendo-os novamente para a ribalta em eventos e comemorações clubísticas muito bem conseguidas e que trouxe a todos eles, tirando a habitual pequena ovelha ranhosa, muita felicidade e alegria no ocaso das suas vidas, podendo eles próprios expressarem efusivamente o seu fervoroso Benfiquismo e relembrarem a glória de outros tempos aos mais novos (vide entre outras manifestações o grito do Grande José Augusto de “Viva o Benfica!”) - autênticas glórias vivas do Benfica (à excepção de um pequeno pato-bravo, fala-barato mal-agradecido – dizia ridiculamente este, em tempos, “eu sou o Benfica!” - useiro e vezeiro em chicanices de bastidores e permanentes conflitualidades), passando pela deselegância na divulgação de encontros privados, até ao arrebanho de antigos jogadores apanhados nas bermas das auto-estradas da insatisfação e do oportunismo que ligaram por momentos o Brasil de um profeta falido ao Minho de um mandatário de pacotilha. Até uma infeliz alusão à ideologia nazi plasmada numa reles composição fotográfica que mais parecia um truque tenebroso sacado do baú bolorento de Joseph Goebbels conseguiram maldosamente trazer à liça por um outro candidato que acabou também ele por vender a alma ao diabo. Imperdoável, ignóbil, sacanóide.

 

Curiosamente, aquele que se apresentava, ufano, como o super candidato oposicionista à presidência do SLB de há meses a esta parte - convencido que o seu estatuto de comentador “a la Marcelo” e o seu pretensiosismo de mais benfiquista que os outros benfiquistas, tomando até o Benfica como seu no seu slogan de campanha, lhe conferiria a liderança na corrida eleitoral e ao rodear-se de uma escumalha blogueira da qual depois se tentou descartar quando ainda ia no segundo lugar - foi ultrapassado pela direita, pela esquerda, por cima, por baixo, de todas as formas por um grupo de chicos-espertos, oportunistas, croquetes e betos carregados de milhares de euros (o Benfica nunca foi tão apetecível como agora) com uma campanha super estruturada que espreitou a primeira oportunidade para o deixar a milhas de distância – acabou literalmente trucidado por essa outra oposição, provocando-lhe uma hecatombe nas suas mórbidas ambições com uns míseros residuais de 1,64% na votação alcançada. Ironicamente, a luta mais renhida que se verificou foi entre os votos registados neste candidato e os votos em branco. A vitória à tangente do primeiro sobre o segundo não o livrou de uma humilhação histórica. Um fiasco, uma queda estrondosa que é uma lição de vida para quem se dedicou por despeito e ressaibo a achincalhar e a apoucar constantemente o Presidente da maior Instituição Portuguesa – “um simplório com a 4ª classe, que não fala inglês e que veste o seu fato de treino no Seixal para trabalhar”, palavras do derrotado, sempre num tom impróprio e estupidamente jocoso. Teve o que mereceu! Mas logo ao outro dia, lá veio ele outra vez, num jornal generalista da morcanzoada corrupta azul e bronca, inimigo figadal do SLB que lhe foi aparando todo o jogo, com as habituais citações intelectualóides a cheirar a mofo, cantar o fado do coitadinho.

Miséria!

(continua)

GRÃO VASCO


14.10.20

CHEGOU A HORA! FORÇA, PRESIDENTE!

 


Duas semanas de luta!
Duas semanas para desmascarar os oportunistas, os abutres, os aventureiros, as alcateias!
Dia 30 lá estaremos!
VAMOS VOTAR VIEIRA!

GRÃO VASCO 

12.10.20

ATÉ SEMPRE, ÂNGELO MARTINS

 


BENFIQUISTA ETERNO, BI-CAMPEÃO EUROPEU, MESTRE DESCOBRIDOR E LAPIDADOR DE DIAMANTES

 

Pai, quem é aquele velhinho que na nossa TV fala de uma forma tão vibrante, tão entusiástica do nosso Benfica e que conta aquelas histórias fabulosas do nosso Clube e que tu também contas, do tempo em que tu foste menino? – perguntava-me há uns anos atrás o meu filho A.

Aquele senhor idoso é o Ângelo. Ângelo Martins, um dos célebres Bi-Campeões Europeus do Grande Benfica de 60. Uma glória eterna do nosso Benfica! – disse-lhe, com emoção.

Pai, ele fala de uma forma que parece que ainda joga pelo Benfica, com aquela garra, com aquele espírito, com tanta, tanta força… – observou A.

Sim! É verdade A. O senhor Ângelo é um dos Benfiquistas mais Autênticos que vi jogar pelo Benfica… e só jogou pelo Benfica! – completei.

Mas o senhor Ângelo Martins não foi só um grande jogador e um grande campeão do Benfica; foi também um grande mestre descobridor e lapidador de diamantes. Treinador nas equipas jovens do Clube, trouxe para o Benfica muitos jogadores adolescentes que com o seu trabalho ele desenvolveu e transformou em mais campeões gloriosos – Néné, Shéu, Humberto Coelho, Chalana e muitos outros mais, devem as suas brilhantes carreiras a Mestre (Mister) Ângelo Martins.

A vê-lo e ao ouvi-lo, se o meu Benfiquismo já era absolutamente intocável, transformou-se naquilo que ele encarnou em toda a sua vida – numa mística inexplicável que só se sente, num ideal pautado pelos grandíssimos valores que o Glorioso representa.

Ângelo sim! Podemos dizer que Ângelo é o Benfica na sua plenitude, naquilo que o Clube contém de bom e de glorioso!

Ontem, hoje e amanhã são dias tristes, dias em que, com saudade, também recordo mais uma vez, as tardes e noites fantásticas com que os nossos Bi-Campeões e Campeões Europeus nos brindaram.

Curvo-me respeitosamente perante a sua memória, apresentando as minhas sentidas condolências à família e aos seus amigos, na certeza de que no Glorioso Areópago dos Deuses do futebol lá estará ao lado de Eusébio, Coluna, José Águas, Costa Pereira, Cavém, Germano, Neto e Santana.

ATÉ SEMPRE, SENHOR ÂNGELO MARTINS!


Obs.

Abri excepcionalmente o meu blogue para prestar a minha mais sentida homenagem ao senhor Ângelo Martins, um símbolo eterno do Benfica.

GRÃO VASCO



20.7.20

Chegou a “hora sexual” de Marcus Minimus


(Nota: se esta caricatura interferir com os direitos do seu autor será imediatamente retirada deste espaço)

Nunca imaginaria que se pudesse ir tão longe. Mas é uma verdade factual e indesmentível – CHEGOU A “HORA SEXUAL” DE MARCUS MINIMUS.

Marcus Minimus, mais conhecido por Marques Mendes, também quer “FODER” o Benfica e o seu Presidente. Uma fodança à fartazana, dando vinte e duas seguidinhas sem tirar fora! Arre macho!
Mas ´spera lá!... Para que o acto se consuma terão de lhe atar um peso de cem quilos à sua bolsa testicular…

Diz ele, do alto?!? da sua cátedra televisiva, àquela boazona que o entrevista todas as semanas na SIC - “ (Jesus) é uma boa solução para o Benfica, isso eu acho que é. Agora, é uma situação de desespero, em estado de necessidade. Porquê? Por que é que o Benfica fez este finca-pé todo a Jorge Jesus quase que se pondo de joelhos? Primeiro, para desviar as atenções da época humilhante que o Benfica teve. Foi do pior possível. Segundo, para disfarçar os problemas judiciais que o Benfica tem, que não são poucos e que minam, de que maneira, a imagem de prestígio e de credibilidade do clube. Depois, porque Luís Filipe Vieira tem eleições daqui a uns meses e tem medo de as perder. Precisa de um trunfo eleitoral. É por isso que o Benfica praticamente se deu a tudo aquando dos pedidos de Jorge Jesus”. (in record)

[na última frase, do texto supra aqui transcrito, o "brilhante jornalista" que o escreveu, cometeu um erro crasso - não se escreve "se deu" mas sim, "cedeu"!]
UMA VERGONHA DE PROFISSIONAIS!

Mesmo com o Benfica de joelhos, MM não o conseguiu vislumbrar na sua plenitude. E porquê?
Pois o resto da estória vem a seguir…

Ontem pousou um “passarinho” no beiral do telhado de minha casa que me segredou ao ouvido que “o Trêtas da Silva telefonou ao Marcus Minimus, esfusiante, a agradecer-lhe mais uma encomenda”; e prosseguindo no seu melancólico chilreio finalizou as suas confidências com a última frase de TdS a MM – “não sei se precisas de um avental, mas como reconhecimento dos teus mediáticos favores vou enviar-te o melhor escadote que está à venda no mercado português”.

Na realidade MM tem uma visão do Benfica à sua medida. Ou melhor, à sua altura. Na sua linha do horizonte viu Jesus a aparecer no firmamento e Vieira a voar nele até ao Brasil, duvidando da sua credibilidade e da do SLB. Só não viu, nem falou no empréstimo obrigacionista, cuja procura ultrapassou em larga escala a oferta. Aí a credibilidade do SLBenfica ficou no último degrau do seu escadote!

Deita o escadote fora ó MM!

P.S.
Caros Companheiros,
Prometi a mim mesmo que nos tempos mais próximos daria férias ao blogue. Mas perante tanto dislate, tanta afronta, tanta infâmia, tantos ataques ao Benfica, fui obrigado a escrever e a publicar este post..
Saudações Benfiquistas.
TUDO PELO BENFICA!

GRÃO VASCO




22.6.20

Parabéns, Presidente!


Parabéns, Caro Presidente!

GRÃO VASCO



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