14.7.19

Os estranhos desacatos no Estádio Cidade de Coimbra



A transmissão televisiva do jogo entre a Académica de Coimbra e Sport Lisboa e Benfica pela SPORT TV 1 não foi um directo de futebol. Antes do mais foi uma canalhice reprovável por omissão de factos e por não ter relatado devidamente o que aconteceu numa bancada, à margem do desafio.

Mas o que mais me chocou foram dois ex-jogadores do Benfica, Carlos Manuel e José Carlos, que lamentavelmente não souberam ou não quiseram discernir, nos momentos imediatamente posteriores ao ocorrido, sobre as possíveis causas que foram preponderantes para o desencadear da violência.
Calados, teriam prestado um serviço inestimável à audiência televisiva. Já nem valerá a pena comentar as suas transcendentes análises ao jogo, que foram também de uma pobreza franciscana.

Objectivamente a “brincadeira” sobre o desafio acabou cedo com os dois primeiros golos do Benfica espaçados por um minuto. Aos 23’ e 24’, Rafa e RDT colocaram um ponto final nas intragáveis canalhices que estavam a ser sistematicamente bolçadas pelo repórter da SPORT TV 1 de serviço no estádio, coadjuvado estupidamente pelas duas alimárias e pelo pivot que se encontravam no estúdio.
Remédio santo! Aqueles minutos 23 e 24 “obrigaram” aquele quarteto de quadrúpedes a meterem bem cedinho a “viola no saco”.

No entanto, o que mais me indignou foi o modo leviano com que o episódio dos desacatos na bancada foi abordado. Desde os relatos dúbios e tendenciosos do repórter no estádio e das poucas imagens havidas da bancada onde ocorriam os incidentes até aos presentes no estúdio da estação foi “esgalhar” subrepticiamente no Benfica e seus adeptos, até mais não. Até onde puderam!

“… E que os “confrontos”?!? se localizavam numa das bancadas afectas aos adeptos do Benfica… Benfica assim, Benfica assado, etc., e tal…”, numa tentativa tosca de dar a entender que o que estava a acontecer não tinha nada a ver com mais ninguém a não ser com adeptos do Benfica que na realidade estavam em maioria esmagadora em todo o recinto, exceptuando o local onde se situava a “Mancha Negra”, claque da Académica.

Carlos Manuel e José Carlos limitaram-se, vagamente a balbuciar uns disparates e umas tantas patacoadas, dizendo que no tempo deles era diferente, blá, blá blá, blá, sem conseguirem discernir qual o alcance daqueles desacatos provocados por alguns energúmenos que foram já referenciados pela polícia, um dos quais terá sido detido.

Ora bem. Tudo aquilo deixou no ar algumas dúvidas, que já hoje foram devidamente esclarecidas através do site do Sport Lisboa e Benfica e de outros órgãos da CS.

Agora, já é do conhecimento público, de uma forma clara e inequívoca, que os desacatos foram desencadeados por adeptos NÃO-BENFIQUISTAS, alguns deles aparentemente identificados com o clube adversário de ontem, mas que serão acima de tudo agitadores mandatados por alguém que quereria conotar os adeptos do Benfica como violentos, no sentido de alcançar intentos obscuros ou não estivesse o jogo Benfica-fcp marcado para a 3ª jornada do campeonato, a realizar dentro em breve.

Uma interdição precoce do Estádio da Luz saber-lhes-ia que nem canja…

Actualmente, e de há alguns anos a esta parte, existem em Coimbra alguns indivíduos afectos ao grémio da fruta corrupção & putêdo infiltrados em vários sectores. O das claques não foge a esta regra.
Sim! Porque aquela escumalha acantonada lá em cima no Freixo, é capaz de tudo, já que os outros, a sul, por enquanto estão açaimados e em prisão preventiva…

Junto três links que esclarecem muito bem o que se passou em Coimbra ao invés do miserável relato da estação que transmitiu o desafio e que não quis ou não soube informar devidamente a sua audiência.



GRÃO VASCO



11.7.19

Irrecuperável



Quando ontem constatei pelo directo televisivo Benfica-Anderlecht que Fábio Veríssimo tinha sido indicado por Fontelas Gomes para árbitro deste desafio de apresentação da equipa do Benfica aos seus sócios e adeptos fiquei estupefacto.

Como pode haver um descaramento e uma falta de vergonha tão grandes por parte de Fontelas Gomes?
Como poderia Fontelas ter semelhante atrevimento, num amigável que antes de tudo era um momento de homenagem a Jonas?
Como pôde Fontelas abusar do seu poder discricionário e indicar uma das suas peças de estimação mais horríveis e incapazes, já para não dizer um instrumento persecutório de “caça” ao Benfica?

Ainda nem sequer começaram as competições a sério e já se ensaiam as artimanhas atentatórias à dignidade do SL Benfica!

Até poderíamos entender esta nomeação, não tivesse sido este jogo um evento muito diferenciado de uma competição a doer. Agora, ter dado uma chance a Veríssimo, num clima amistoso e festivo como o de ontem na Luz, para se redimir dos disparates e descabeladas actuações da época passada em que tentou empurrar sempre o Benfica para a derrota, sendo o mais flagrante como VAR, no escandaloso ROUBO na meia-final da Taça da Liga em Braga em que invalidou um golo limpíssimo a Rafa e que daria o empate a dois a dois com o grémio corrupto ainda na 1ª parte, foi um abuso absolutamente incompreensível!

Ontem, lamentavelmente o que aconteceu, foi a confirmação pura e simples de que VERÍSSIMO É UM CASO IRRECUPERÁVEL e que o seu ADN anti-Benfica sobrevém, sempre que é chamado para dirigir encontros do Glorioso.
Na presença de mais de 56.000 adeptos do Glorioso, sedentos de manifestar o apoio absolutamente imprescindível para o ataque ao “38”, Veríssimo tratou de brindar o Benfica com a primeira derrota da época ao escamotear-lhe um penalty, ao 71’, sobre Chiquinho, visível da estratosfera. A infracção do jogador do Anderlecht foi tão evidente que até um principiante apitaria para a marca dos onze metros sem hesitar. Este facto confirmou mais uma vez o instinto persecutório deste incompetente e tendencioso juiz de campo.

Um evento que envolveu um ambiente tão festivo em que Jonas foi alvo de um reconhecimento que comoveu crianças e até o mais racional dos adeptos, não merecia um descalabro arbitral desta dimensão.

Ontem, Fontelas Gomes tirou-me do sério. Se num amigável, um dos seus preferidos fez o que fez, o que poderá acontecer novamente num jogo a doer?
Fontelas Gomes, por mais que seja salvaguardado o difícil papel dos juízes de campo, optou ontem e mais uma vez por afrontar e desconsiderar o Benfica. Pela amostra, ficou patente o que aí virá proximamente…

É urgente e imperativo AVISAR Fontelas Gomes e sus muchachos que estas atitudes provocatórias e discricionárias acabaram ontem e dizer-lhe de forma clara e inequívoca que os Benfiquistas e o SL Benfica estão atentos às manobras e truques que de ano para ano e sempre no início de cada época visam retirar o Glorioso da liderança do futebol e das diversas competições nacionais em que está envolvido.

GRÃO VASCO


8.7.19

Na esplanada do Café Piolho da Beira



Já passavam das cinco dessa tarde amena e soalheira entrecortada de vez em quando por uma leve brisa oceânica, bem convidativa a dois dedos de conversa e a um brinde ao “dolce far niente”. O rossio da minha santa terrinha fervilhava de animação, não só pela gulosa cobiça dos habituais marialvas que quase por magia dos seus olhares transformavam os passos dengosos de belas donzelas em passagem de modelos de ocasião, mas também pelas calorosas discussões futeboleiras com que aqui e ali, reformados, desempregados, “paraquedistas”, teóricos de bancada, curiosos e pascácios se iam digladiando verbalmente com ironias e invectivas intermináveis e truculentas.

A esplanada do Café Piolho da Beira, um espaço preferencial de lagartos brunistas, morcões azuis broncoanalfabetos e benfiqueiros do bota-abaixo e de meia-tigela, situado num dos extremos da praça, distando alguns metros da Casa do Glorioso, abarrotava. Entre fanfarrões, bisbilhoteiros, invejosos, frustrados, tarados e malandros de urinol, lá estava, numa mesa mais recuada, um trio de presumidos e presunçosos adeptos do Glorioso envolto numa verdadeira cimeira conspirativa.

Gomes da Selva, Biriato Farrapilha e Pig Shadows segredavam estratégias, entremeadas por lamentos e desabafos bem audíveis nas tertúlias vizinhas…

- As coisas estão pretas para o nosso lado, companheiros! – desabafava Gomes da Selva. E acrescentava:
- Já não bastava o 37 para me atazanar a mona, ainda chupei neste defeso com mais 126 M€ no bucho. Estou farto de levar tanta “ravianga” daquele reles orelhudo que me rejeitou para seu número dois. Já nem sei o que hei-de dizer e escrever no teu chafurdo geracional, ó Pig Shadows…

- Ó Gomes, tenha lá calma, porque eu não me vou calar. O que eu quero, como já lhe manifestei, é arranjar um tacho no clube, nem que seja faxineiro de serviço à retrete do orelhudo. Já que o hacker teve acesso a todos aqueles segredos, eu também vou tentar esmiuçar os próximos desígnios do staff do orelhudo. – arengava o Pig Shadows com um esgar de mabeco ressaibiado.

Neste momento, Biriato Farrapilha não resistiu, e bem ao seu estilo calhandreiro de sacristão de igreja, sugeriu:
- Ó dr., se é por causa das audiências fique descansado. Eu e mais uns quantos trogloditas publicaremos os seus posts também. Por mim, que sou especialista em copys/pastes dar-lhe-ei corda suficiente para que a sua candidatura a presidente do Glorioso tenha pernas para andar…

- Ao menos, se um “Jorge Andrade” qualquer tivesse dado um valente pisão no puto no final da época transacta, isso é que teria sido uma bela jogada táctica… seis meses no estaleiro e lá teriam ido os 126 M€ pelo “cano abaixo”! Assim, da forma como o catraio se esquivou às traulitadas dos pepes, dos felipes, dos brunos fernandes e demais arrieiros e rendeu o que rendeu, prevejo que nem consigamos atingir a desastrosa votação daquele pateta que alugou um avião na sua campanha eleitoral para vir a Lisboa… Já estou mesmo a ver que nem de helicóptero lá vou! – estrebuchava talibânicamente Gomes da Selva.

E continuava, furibundo:
- Até o Taraabt recuperaram! Nota-se que é um jogador de nível elevado! Muita técnica, compromisso total com o Lage e o Benfica com aquele orelhudo a rir-se… dizia que por ele o marroquino já não envergava mais o Manto Sagrado, que não jogava mais pelo clube, mas aí está ele reconvertido, recauchutado e resiliente!... O gajo, com aquelas orelhas de abanico tem-nos dado cada nó cego que “faxabôr”! Vende, não vende, diz que sim, diz que não, diz assim, assado, frito e cozido, mas no fim lá vieram os milhões estratosféricos de Madrid, para além das vendas do Jiménez, do Talisca, do Jovic e de mais uns quantos que perfazem quase outros 100 M€! E ainda falta o Carrillo! Mas que “carillo” este em que me meti!

Biriato Farrapilha, de frontispício engelhado e coçando a micose, num assomo de lucidez, balbuciou:
- Lá isso é verdade! É assim que ele nos vai encavando e desacreditando… nós atiramos umas farpas para o pinhal e o gajo crava-nos logo com quatro ou cinco ferros em brasa no lombo…

Pig Shadows observava, calado, o estado de espírito dos seus parceiros e escutava-os atentamente, congeminando ao mesmo tempo mais algumas artimanhas bacocas para desancar no seu ódio de estimação, o “Orelhudo da Luz”:
- Se não conseguirmos por via do orelhudo, avançamos para o CEO Domingos, esse lagarto danado…

Ó pázinho, não vás por aí… com o gajo a apresentar resultados financeiros tão bons, arranja outro bode expiatório, porque esse não colhe junto dos adeptos. – contrapunha Gomes da Selva. E continuava:
- A nossa única salvação é este ano uma má campanha do Glorioso na Europa, seja na Champions League, ou na Europa League. Vamos apostar tudo aí, mesmo sabendo que as nossas pretensões a esse nível são uma utopia… mas pode ser que enganemos mais uns quantos incautos, iguais àqueles que no teu blogue fazem o nosso joguinho contra o orelhudo, ó Pig Shadows!... Mas por este andar, como dizia o “outro”, lá terei de nascer pelo menos dez vezes para ser presidente do Glorioso! – espumava, exaltado Gomes da Selva.

Neste preciso momento, passavam por perto alguns Autênticos que regressavam da Casa do Glorioso. Ao ouvirem aquele discurso exclamaram:
- Tu, Gomes da Selva? Tu, como presidente? Tu, um camaleão desse calibre, que disseste um dia que a este presidente só lhe faltava um título europeu para ficar na História do Benfica? Tu em presidente e com esses dois assessores e o Glorioso acabava!

Saiam três águas gasosas, bicarbonatadas, para aliviar a azia, faxabôr!

GRÃO VASCO



1.7.19

As “pimbalhadas” do Machimbombo da VCI



“Eu não sinto absolutamente desconforto rigorosamente nenhum, e… não… não, por as pessoas que tenho... que tenho falado, hãããã… não… acham que isto é uma situação absolutamente normal.
Esta... esta venda só acontece por estes montantes, todos nós sabemos, penso que só o António* é que não sabe... é que só acontece porque está Jorge Mendes nisto.
Se o Jorge Mendes não estivesse, é lógico, todos nós sabemos... todos nós sabemos, que neste momento, João Félix, por muito que tenha capacidade de daqui a dois, três, quatro anos... até se calhar no fim do próximo ano, quiçá, poder valer este montante... neste momento, claro que não vale.
Vale porque alguém fez uma estratégia financeira para que realmente isso pudesse acontecer”Jorge Amaral dixit.

*António Figueiredo – antigo dirigente do Sport Lisboa e Benfica.


O Machimbombo da VCI (Via de Cintura Interna) lá continua a fazer vrum, vrum, pela estrada fora… levantando uma enorme poeira. Com o radiador furado, embraiagem a plissar e suspensões avariadas, lá vai ele aos saltos, às embigadelas... dando um triste espectáculo televisivo, naquilo que é um dos maiores esgotos mediáticos a céu aberto.
Dependendo da meteorologia, ele prefere um pasto lamacento ou uma enorme poeirada a uma suave “bruma”.

Pretensiosamente, tentou substituir-se ao treinador argentino do Atlético de Madrid entrando em delírios, apontando Bruno Fernandes como substituto de Griezmann. Uma piada assaloiada que fez o salão Wanda Metropolitano rir a bandeiras despregadas!

As suas mais recentes reflexões sobre a transferência de João Félix e transcritas ipsis verbis no início deste texto, demonstram o destrambelho e a comichão que o negócio lhe provocou.

Ora então vamos lá.

Diz o burro que “não sente absolutamente desconforto rigorosamente nenhum”.

Eh, eh, eh!... Logo dois advérbios de modo quase seguidinhos…
O azedume é tão grande que nem o bicarbonato de sódio lhe alivia o sintoma.

Continua dizendo, “por as pessoas que tenho falado…hãããã… não… acham que isto é uma situação absolutamente normal”.

Eh, eh, eh!... Sem opinião própria, recorrendo ao alheio.
O machimbombo repete-se, engasga-se com um discurso tosco e confuso.

Uma “retórica” intelectualmente pobre, semelhante à de qualquer indigente que se atravessa na rua a pedir uma esmola ou um mero cigarro…

“Todos nós sabemos” - repetiu ele, atabalhoadamente, por três vezes a mesma muleta.

Mas afinal quem é que sabe? Quem são esses “nós”?
Será a frota de machimbombos azuis e brancos aziados do Freixo, bolçando ódio e inveja ao Benfica?
Isso é que são os “todos nós”?

A sua cabeçorra não dá para mais.
Aí vai ele, mais uma vez lançado na corrida, desenfreado…
“João Félix, por muito que tenha capacidade de daqui a dois, três, quatro anos, até se calhar no fim do próximo ano, quiçá, poder valer este montante, neste momento, claro que não vale.”

Mas porque é que não é já?
Quantos golos, por exemplo, marcou João Félix nesta época que terminou?
Este tipo de verborreia é nojenta, bem reveladora da inveja que grassa na mente viciada do saloio.
No entanto, o mais ridículo é o “quiçá”!
“Quiçá” mas é o caralho, ó machimbombo!

E o final foi uma verdadeira “delícia”…

“ (João Félix) Vale porque alguém fez uma estratégia financeira para que realmente isso pudesse acontecer”.

Ao chegar aqui, o machimbombo gripou!


GRÃO VASCO



29.6.19

Uma questão (ou não) de daltonismo



GRÃO VASCO



26.6.19

Perdido n(o)a Bruma…



NÃO HÁ MESMO VERGONHA NENHUMA!

GRÃO VASCO

23.6.19

Os 120 M€ e a sanha persecutória de três estarolas



Já vi muitas troikas, triunviratos, trios, tridentes, trigémios, trinómios, triângulos, trilogias, trindades, tríades, mas um terceto deste calibre é um fenómeno raro.

O terceto em causa, composto por um Burro (leia-se Cabeça de), um Rábula e um Cicciolina, constitui um asqueroso buraco negro no universo de tempestades cósmicas que actualmente assolam o grémio das putas, sito ao Freixo, na Palermo portuguesa.

Numa espiral de paranóia anti-Benfica e anti-João Félix, lançam-se numa miserável sanha persecutória debitando um sem fim de alarvidades à velocidade da luz!
É o instinto que os guia a par de uma inveja mórbida. Nuns abrutalhado, noutros azeiteiro. E na minha escola primária o meu professor dizia e bem que a razão é do Homem e o instinto dos animais…

O Burro, uma avantesma com uma massa cinzenta do tamanho da cabeça de um alfinete, também conhecido pelo Machimbombo da VCI (Via de Cintura Interna) - atormentado por padres e missas de outros credos, mas que se esquece do “padre da freguesia das Antas”, também conhecido por “papa” que em tempos ludibriou o verdadeiro e a Cúria Romana e daquele clérigo fanático que substituiu em fotomontagem (depois dos xicos trafulhas do Freixo lá terem aposto entretanto, uma cabra) a alternadeira-sobrinha-afilhada da comitiva azul e bronca na recepção no Vaticano, como também do famigerado D. Trogalho, um bispo azul e bronco e trauliteiro, crítico do Glorioso, mas que deu o seu beneplácito entre muitos ilícitos, à união espúria de conveniência, entre o Avôzinho das Bufas e a sua pseudo netinha - perturbado pelo anúncio dos 120 M€ por João Félix, vindos fresquinhos de Madrid, num rasgo asinino desabafou em plena TV:
- “Se eu fosse o Simeone, colocava o Bruno Fernandes no lugar do Griezmann”.

Pum, catrapum, pum, pum! Aí vai ele por cima de toda a folha, a ultrapassar pela direita, pela esquerda, pelo meio, sem piscas e aos zigues-zagues, em completo descontrolo, com os rateres quase a explodirem só porque o João Félix vai jogar num clube da capital espanhola por um balúrdio em que o avejão nunca acreditou…
E querendo sustentar ainda mais a sua narrativa anti-Félix, lá veio vomitar mais duas patacoadas premonitórias, quase se substituindo ao bruxo de Fafe ou ao Mestre Albes do Celse, já que neste caso qualquer alusão ao Nhaga far-lhe-ia crescer ainda mais as suas orelhas de burro:
- “Não estou a ver os espanhóis a ter paciência para deixar João Félix crescer”
- “Vai ser um pêso muito grande para cima do jovem…”
O martelão está mesmo preocupado com o futuro do rapaz…
Trêtas!

Como é que este labregóide XXXL, que representou ridiculamente as cores do nosso país – o pior guarda-redes que alguma vez passou pela selecção portuguesa – consegue continuamente alvitrar tudo o que pode ser de negativo para o Félix e não só? Logo que sente o cheiro a Benfica é vê-lo transformado em profeta da desgraça, destilando azia que tresanda.
Mas como sempre, “os burros zurram e o Benfica passa”.

O Rábula, um papagaio-morcão que nos mentideros televisivos é tratado por Aníbal Papa-Melões, seriamente afectado por uma azia severa devido à degustação desse fruto no final da época, não o fez por menos e disse textualmente:
- “Só quero ver o cheque dos 120 M€ para acreditar que realmente o Félix foi vendido por esse valor”.
Desbragado e possesso de uma fobia anti-Benfica deplorável, acrescentou:
- “Eu não acredito que João Félix vai ser vendido por 120 M€… e se for vendido, das duas uma, ou o mercado está maluco, que pode ser o caso ou então grandes interesses se levantam de outras entidades…”

A suspeição, a insinuação, estão-lhe no sangue. Houvesse alguém que lhe perguntasse “quais são esses grandes interesses” e “quais essas outras entidades”. Mas não. Naquela lixeira televisiva onde o terceto chafurda, pior ainda - não há ninguém, com seriedade, competência e coragem para confrontar este badameco com as perguntas óbvias.

Por fim o Cicciolina da Encarnação, um morcão presunçoso, tipo malandro de urinol, desportivamente irracional e enviesado, que numa tirada imbecil que o define, disse que “Vieira é a Theresa May do Benfica”. Ora bem, então nada melhor que uma porno star televisiva a vender desta “fruta” para enganar morcões azuis e broncos. Um complexado, que pela ordinarice anti-Benfica que debita, mostra o que de mais rasteiro e ignóbil há no grémio das putas.
O que ele estrebucha, azedo, com a estória do João Félix!...
Disse o farsola, despejando um chorrilho de insinuações estúpidas:
- “Se alguém quisesse comprar João Félix já tinha batido a cláusula de rescisão.”
- “É um enredo desesperado.”
- “Luís Filipe Vieira está mortinho por vendê-lo!”
- “Há uma tentativa desesperada do Benfica em vender João Félix.”
- “Provem-me a mim que o João Félix é vendido por 120 M€ e eu só tenho de dar os parabéns ao Benfica.”

O desvario é tanto que este primata diz-se e desdiz-se. A questão é o seu desejo de não ver o João Félix transferido pela cláusula de rescisão, mas paradoxalmente também diz que ele vai abandonar o Benfica! Mas sempre a mesma verborreia, o achincalho habitual, apoucando sempre o presidente Vieira e o Benfica.
O cúmulo da imbecilidade e da pulhice chegou ao ponto do Cicciolina abordar a exibição do João Félix na selecção, aproveitando a ocasião para o desvalorizar e menorizar:
- “A exibição de João Félix foi miserável.”
- “Houve ali uma quantidade de cheques que se recolheram às carteiras.”
Absolutamente pornográfico!
Como se Félix fosse unicamente avaliado por essa exibição!
Desonestidade intelectual e sacanice. Dois atributos que lhe assentam como uma luva.

Uma canalhice sem limites de mentes rasteirinhas de um grémio cada vez com mais labregos e complexados.
Eles espumam, eles estrebucham de azia, de ódio, de inveja!

Mas o que é que esta corja de três estarolas pretende com esta cartilha manhosa, afinal?
“Se João Félix sai é porque sai, mas só por valores abaixo da cláusula de rescisão; se João Félix fica é porque fica, mas com o Benfica a ter a intenção de despachá-lo.”
Mas então, em que ficamos, labregóides?

No entanto, o objectivo destas ratazanas que emergem quase todas as noites dos esgotos do Freixo, à Palermo portuguesa, para o pior aterro sanitário jornalístico/televisivo actual, é bem perceptível – descredibilizar o Benfica, o seu presidente e o próprio João Félix, recorrendo à baixaria e desonestidade intelectual.
O mais incrível e incompreensível é que até hoje, ainda nem sequer surgiu nenhuma referência sobre a transferência do jogador da parte dos clubes envolvidos, nem do próprio.
Uma filha-da-putice inenarrável.
Sem perdão.  

GRÃO VASCO



17.6.19

Chorai lagartos, chorai…




O quinto e último jogo da final do play-off do campeonato nacional de futsal, disputado ontem no pavilhão da Luz, que culminou com a vitória do Sport Lisboa e Benfica sobre o lagartêdo por 4-3, consagrando-o como o novo Campeão Nacional da modalidade e a que muito bicho-careta jornalístico veio cantar uma série de loas – como por exemplo, “o jogo foi uma homenagem à modalidade e ao fair-play” – não apaga de forma nenhuma a bandalheira em que o lagartêdo tentou transformar este play-off, em especial o 4º jogo, através de declarações incendiárias e aldrabonas do seu director-grunho para as modalidades, coadjuvado sub-repticiamente pelo seu treinador de futsal e quejandos.

Esse 4º jogo, marcado para o pavilhão lagarto, foi assim transformado numa autêntica batalha de cortar à faca, com os respectivos árbitros borrados de mêdo, seriamente coagidos antes e durante todo o desafio e que acabaram por beneficiar escandalosamente a equipa do lagartêdo, num espectáculo degradante e infame em mais um atentado ao desporto e à sua verdade.
Mesmo assim os jogadores do Benfica estiveram na iminência de se sagrarem campeões nesse desafio, apesar de terem sofrido durante todo o jogo uma das maiores humilhações de que há memória, ao serem insultados, cuspidos, ameaçados por um público lagarto delirante, em transe, e também ao sofrerem uma série de penalizações injustas, claramente forçadas pelos apitadeiros de serviço que os empurraram sistematicamente para trás e para baixo, oferecendo sempre e nos momentos-chave ao lagartêdo, a possibilidade de recuperação. Basta constatar que no final do tempo regulamentar a trupe lagarta nas bancadas, chorava pateticamente baba e ranho em louco desespero como se as suas próprias vidas dependessem daquele resultado que a trinta segundos do fim do tempo regulamentar lhes era desfavorável e que conferiria o campeonato ao Benfica.
O prolongamento foi mais do mesmo com os adeptos do lagartêdo vivendo mais no ódio e na inveja ao Benfica do que na sua própria felicidade e glória vencedora. Nada mais exemplar nesta forma doentia e complexada de estar, do que o “tomem filhos da puta” dito e redito por adeptos, jogadores – a imagem do superdragão cardinal choroso e a vociferar essa frase rancorosa é o melhor exemplo dessa exasperação - e treinador no final do encontro, rejubilando mais com a derrota do rival do que com a sua enganadora e trapaceira vitória.

Entretanto todos sabíamos, incluindo esse bando de acéfalos do lagartêdo que o final do campeonato não se esgotava ali. No domingo imediato haveria o 5º jogo na Luz, o derradeiro, onde poderíamos acertar devida e justamente as contas que já deveriam estar fechadas no jogo anterior, não fosse a roubalheira que cirandou durante todo esse desafio e que paradoxal e ironicamente acabou por prolongar a agonia, a dor e o sofrimento dos lagartos, num exercício interessante sobre masoquismo, uma tendência comportamental muito característica daquelas bandas.

E assim, o Benfica teve a excelente oportunidade de provar ontem à tarde que é melhor, que foi sempre melhor durante toda a época e que acaba justamente de se sagrar Campeão Nacional, sem recurso aos métodos rasteiros, ao ódio, à mentira ou à violência verbal ou física.

As práticas vergonhosas e os truques baixos do lagartêdo não produziram nenhum efeito e na realidade assistiu-se a um espectáculo digno do Desporto no Pavilhão da Luz com um apoio incansável à equipa do Benfica sem invectivar o adversário ou os seus adeptos, mas que não apaga esse jogo sujo de alguns grunhos esverdeados movidos pelo ódio que têm ao Benfica e que mesmo denunciados e a contas com a justiça desportiva e não só, já deveriam por esta altura estar a léguas do desporto e do seu dirigismo.

Esta vitória do Benfica foi sobretudo a vitória sobre a humilhação, a infâmia e a arrogância, sobre a soberba e o vale-tudo, sobre a sacanice e a coacção, sobre as artimanhas e a bazófia, sobre o ódio e a inveja.
Foi simplesmente a vitória da coragem, do querer, da resiliência, da humildade, da união, do orgulho, da garra, do crer, da raça, da ambição, em suma, do Ser Benfiquista!

Por tudo isto, chorai lagartos, chorai!

E como estamos em tempo de festas e quadras populares, aí vai:




Duas referências finais a este tema sobre o Campeão Nacional de futsal.

1º A RTP continua a manter na locução dos jogos do Benfica uns autênticos bonifrates de teatro de rua. Enfim, uns fantoches anti-Benfiquistas que para ali andam…

2º A RTP, no seu telejornal de ontem das 20 horas, anunciou durante o mesmo uma reportagem sobre o Benfica campeão de futsal, tendo para isso utilizado vergonhosamente e por duas vezes a palavra “ROUBOU”, para referir a respectiva conquista. Um sinal de que as tendências e a azia lagarta não páram de circular pelos jornalistas desportivos da estação – um coio miserável de anti-Benfiquistas. Uma vergonha, um nojo que revela bem a pulhice de jornalismo desportivo tendencioso e pouco sério que se faz naquela merda de estação pública paga com o dinheiro maioritariamente de Benfiquistas.

GRÃO VASCO





13.6.19

À porta do Tribunal



GRÃO VASCO

10.6.19

SEM PREÇO



Tal como na 5ª feira passada, será que o pasquim do bernardeco terá como capa nesta 2ª feira, algo semelhante?

O problema é que estes dois rapazes vestiram o Manto Sagrado e para aquela pandilha do record das pêtas isso já é muito perturbador.

Taça da Liga das Nações?
A eles os dois a devem.
O resto são georginas, irinas, mayorgas e afins.

GRÃO VASCO

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