20.7.11

O Benfica e o Quarto Poder


Quando um fedelho arrogante de lábia ribeirinha, cirùrgicamente nomeado paineleiro para um programa desportivo, e representante dos corruptos contumilianos, qual grilo bem falante, afirmou numa estação televisiva, que aceitou o convite para substituir um par da mesma escumalha por causa do “N” que essa mesma estação contém na sua nomenclatura, é caso para constatarmos, que, mesmo indivíduos com alguma formação, não conseguem libertar-se de um complexo de provincianismo atroz que pela sua bacoquice já começa a enfastiar e que com uma verborreia pegajosa e arrogante, sempre apontada ao Glorioso, não deixa de criar enorme apreensão.
É do conhecimento geral que esse “N” é de NOTÍCIAS e não de um falso e corrupto “n” de norte que ele e restantes comparsas querem impor.

A esmagadora maioria dos nortenhos, portugueses de um Portugal uno do Minho ao Algarve, da Madeira aos Açores e das mais diversas comunidades espalhadas pelo Mundo, não se revê, felizmente, neste submundo impune, azul e branco, práticamente circunscrito a uma cidade que desportivamente, e não só, chafurda num cenário promíscuo e pestilento, qual pântano infecto e contagiante. Basta constatarmos os últimos resultados eleitorais nessa “Palermo” portuguesa para chegarmos a essa conclusão. Nem o apelo torpe e oportunista de uma candidata clubística e “elisamente” escolhida pela oposição, evitou a clareza de um resultado indiscutível e categórico, que demonstrou acima de tudo, que os Nortenhos, mesmo aqueles que sendo maioritários e cidadãos impolutos, trabalhadores, nados e criados nessa urbe, conseguem separar o trigo do joio, não dando minimamente o aval a quem, desde há muitos anos é o cabecilha de uma organização local – um cornúpeto peidorreiro que empunhando essa falsa bandeira agitadora de falsos regionalismos, valores e princípios, se quer transformar no beato da Irmandade da Fruta e em ponta-de-lança de um regionalismo pífio e bacoco que só serviria os seus interesses e os do seu actual sócio da Falperra, um pouco mais acima, já que a Pocilga de Palermo é para ele, desde há muito, uma catedral de corrupção e perversões – e apesar dessa mesma urbe ser alvo de um controle insidioso de um bando canino e mafioso que tenta transformá-la na sua bandeira. E isto, com o amén vergonhoso de bispos, intelectuais, políticos e deputados dos mais diversos quadrantes, juízes e outros que tais. Aqui não se trata de defender uma cidade, trata-se sim de encobrir todas as leviandades e ilegalidades de um grémio condenado por corrupção, conhecido já mesmo a nível europeu e mundial pela sua ilimitada capacidade trapaceira e mafiosa, obcecado pela sua menoridade mental em relação ao esplendor e glória dos ditos mouros, a sul - tão ou mais portugueses como os nortenhos, ou os cristão-novos e judeus do interior beirão - e que mesmo por vezes derrotados e insultados, continuam a fazer com que elementos dessa colectividade, nesses momentos de infâmia, em cânticos xénofobos e racistas, bem conhecidos e superiormente avalizados e branqueados, continuem a clamar pelas suas próprias mães, apelidando-as animalêscamente de “excelsas meretrizes”.

Voltando ao tema deste post, o “N” de notícias tem sido alvo de um assalto ensaiado e premeditado ao longo de anos por gentalha dita “nortenha” que afinal não é mais do que um dos ramos do clube condenado por corrupção e que recentemente tem sido bem sucedida, transformando o “N”, não num “n” minúsculo supostamente nortenho, mas sim num “P” maiúsculo, onde a letra inicial da palavra “promiscuidade” se funde com a inicial de “putêdo” “palermo”, “perversão” e “PODER”.

A promiscuidade é de tal forma evidente que o clube da fruta, dos chocolatinhos e do putêdo não teve pejo em ir buscar para seu director de comunicação aquele que conhecia e conhece como ninguém todos os meandros da estação pública de televisão e a catalogação clubística dos seus mais diversos colaboradores, a maioria deles, oriunda desse norte obscuro e nebuloso, tendo deixado lá, òbviamente, muitos dos seus peões-de-brega, que por muito que nos custe, serão sempre, em termos comunicacionais e informativos, a guarda avançada que um director daquele jaez necessita fora do grémio onde agora actua e que são pontos nevrálgicos de “poder”, como é o caso da televisão do estado.
A presença daquele sotaque carregado, por vezes macarrónico, em alguns dos colaboradores é evidente, apesar de uma clara tentativa de disfarçá-lo com outros e outras onde a acentuação é menos pronunciada. Ele também já prolifera em mais estações radiofónicas e televisivas tão igual ao fedor das bufas que o principal mentor do poder corrupto e manipulador deixa por onde passa, e que sustenta esta rede tentacular que se propaga como um veneno letal em todas as direcções.

Quem está mìnimamente atento a este fenómeno perturbador das últimas três décadas, conclui que a verdade irá continuar a andar arredia dos acontecimentos desportivos.

O assalto aos órgãos de informação tem sido imparável. Enquanto uns, têm à custa do seu trabalho e proventos, órgãos de informação próprios e bem identificados para o fim a que se destinam, o facto é que esta camarilha dita nortenha não se tem poupado a esforços e artimanhas, e a estratégia está bem à vista – o Porto Canal, insidiosamente, tem vindo a ser transformado na estação televisiva do clube condenado por corrupção e o jornal “O JOGO” é assumidamente na imprensa, o seu órgão oficial. A nível radiofónico a TSF faz o jogo da Irmandade da Fruta e oficiosamente temos o compadrio vergonhoso e indecente da RTP, RTP N e TVI e TVI 24. Para cúmulo, um site adstrito à TVI, o maisfutebol, assume-se irracionalmente como mais um braço armado do clube da Fruta, Corrupção & Putêdo. Mesmo o “Record” e o “Correio da Manhã” afectos à Cofina, pela cruzada anti-gloriosa que há muito personificam, têm beneficiado e de que maneira esta comandita azul e bronca que se alia estratègicamente ao grupo prevalente nesses jornais – uma corja de escrevinhadores çeportènguistas – que cobardemente e mesmo assim, se tem submetido aos ditames dessa horda de símios primitivos imigrados das colinas do Freixo. A própria “A BOLA”, outrora uma referência de isenção e independência, passou a ser uma reles folha de conveniência e onde o grémio condenado por corrupção dita leis, “obrigando” o seu director a baixar as calças, censurando autores de artigos que escrutinam e escrutinavam as manhas e as manipulações dos ditos e escritos, de prosélitos imunes e impunes da Irmandade da Fruta nesse mesmo jornal. Do JN e do DN nem vale a pena falar – a indecência e a desfaçatez com que lançam a mentira e a especulação, faz deles mais uns daqueles que continuam em queda livre nas vendas. Só por aqui se vê o estado deplorável a que a comunicação social desportiva chegou. O SOL, um desastre!

O Quarto Poder continua na sua marcha implacável, não olhando a meios para atingir os seus fins. Esta é, como sabemos, a melhor forma de qualificar o poder dos media quanto à sua capacidade de manipular a opinião pública, ao ponto de ditar regras de comportamento, influenciando escolhas. Quando se entrevista em pleno estádio o cabecilha dos superdragões, oferecendo-lhe de bandeja determinada visibilidade e audiência, é como que dar-lhe o aval para as suas actividades subterrâneas. Quando se lança um livro relatando a marginalidade e a crimininalidade, com violações e outras aberrações à mistura e o seu autor fica impune, isso é manipular autênticamente as massas. É validar o crime, o ilícito, a ilegalidade. A manipulação é das mais insidiosas forma de domínio e o que é facto é que nós Caros Companheiros Gloriosos não temos conseguido controlá-la e desmascará-la. Há que ter em conta que a televisão, a rádio, os jornais e a net constituem-se como instrumentos poderosos e que hoje estão grandemente controlados pelo inimigo, ao ponto da manipulação conseguir transmitir a ideia para a opinião pública que o Benfica é o eterno derrotado - com muito do Povo Benfiquista e muitos patetas da Gloriosasfera a entrarem numa espiral de paranóia difícil de reverter acusando tudo e todos, desde o presidente ao treinador e jogadores - de tentarem queimar à nascença e à falsa fé, por exemplo, Robertos e Witsels em praça pública, ou de colocarem numa histeria colectiva um sem número de inocentes e loucos fervorosos que não conseguem digerir uma reles cebolada com beiçolas à uruguaia. Esta manipulação tem condicionado e alterado comportamentos, hábitos e atitudes que têm sido muito nefastos para o nosso Clube e seus próprios adeptos, que somos Nós. Há que estarmos atentos e sermos muito mais selectivos, ao esclarecer os analfabetos, ao eliminar a sua boçalidade e ignorância, e ajudar os básicos no sentido de todos, termos inteligência suficiente, sermos capazes de ter uma opinião própria sempre em defesa e protecção daquilo em que acreditamos e dos nossos, e não deformada por toda uma intoxicação diária e sufocante, sem estarmos condicionados a essa comunicação social afecta aos media controlados pelos poderes instalados e que têm transformado tudo num Quarto Poder medonho e assustador perante o qual temos sido impotentes e frequentemente derrotados.
É nossa obrigação desmistificar e combater esse poder medonho e assustador, esse sim, sinónimo da mordaça e de ditadura, tal qual aquelas que sem “mas” nem “meio mas” são impostas pelo senhor da guerra de Palermo, a norte, e que para alguns iluminados da nossa praça, benfiquistas ou não, fazem parte integrante daquilo que apelidam de liderança.
Hitler, Bokassa e Pol Pot também o foram, e não há dúvidas nenhumas que o cabecilha da quadrilha dos assaltos às caixas multibanco também o é. Mas tudo tem um fim, até essas “lideranças” que fazem muitos chicos-espertos, desfazerem-se em louvores e hossanas. Até aquilo que se presume serem aparelhos sólidos, apelidadas agora de organizações – a Ndangretha, a Camorra e a Cosa Nostra também o são. Bem mais depressa do que aquilo que se prevê. Basta os Benfiquistas usarem as suas cabecinhas e acabarem com as feiras de vaidades, que infelizmente ainda se vêem por muitos sítios e não darem tiros nos próprios pés, nem uns aos outros.
Para quando, por exemplo, a Rádio Benfica, com entrevistas e esclarecimentos sobre os factos desportivos e clubísticos que vão acontecendo e que suscitam dúvidas aos adeptos, bem como de um serviço noticioso geral e também específico sobre as actividades do clube?

GRÃO VASCO

7 comentários:

frank disse...

Bravo caro G.V.louvo a sua frontalidade coragem, astucia,verdades ditas sem papas na lingua quem me dera que nos os tais milhoes fosse-mos todos assim remando todos para o mesmo lado sem medos sem receios so assim seria possivel combater toda essa porcaria que descreveu tudo esta nas nossas maos basta querermos se formos suficientemente fortes e para sermos fortes temos que estar unidos abaixo com essa essa vergonha que mais parece um Pais terceiro mundista sinto mesmo vergonha que isso aconteca no meu Pais.

Manuel disse...

Totalmente de acordo, Grão Vasco. Belíssimo post!

Anónimo disse...

É que é isso mesmo!
Querem outro exemplo?
Não sei se alguém reparou mas, dos avençados jornais e outros merdia, não houve um só que falasse no erro clamoroso do Bracalli!!!
Imaginem se fosse o Roberto, o Eduardo ou o Artur Moraes...

Pois, pois... Mas tb não vi nem um blogue Benfiquista a focar esta questão.
É mais fácil bater no Glorioso, não é?...

Pedro G.

Francisco Pinto disse...

http://www.slbenfica.pt/incslb/pdf/verdadesdeturpadas.pdf

Sugiro que todos os benfiquistas leiam com atenção, e divulguem pelas vossas famílias, filhos, netos, pais, amigos, conhecidos.. e até por alguns ignorantes azuis e broncos que falam do que não sabem.

Atenção: O Benfica NUNCA FOI o clube do regime. O Benfica foi prejudicado em larga escala, amputado e empurrado constantemente quando o regime fascista vigorava em Portugal, e mais tarde esse mesmo regime aproveitou-se do poderio do Clube de Todos Nós a nível internacional, para proveito próprio.
São verdades deturpadas da história do Sport Lisboa e Benfica que vêm comprovar que temas como o caso Inocêncio Calabote não passam de meras farsas e verborreias, criadas e alimentadas por essa gente que tem tanta inveja do Enorme Benfica.
"Percam" 15 minutos do vosso tempo a ler isso atentamente, porque é de facto algo que sempre me incomodou na infância, "o clube do regime, "os 29 campeonatos", "a data da fundação", "os 6 milhões (ou 14) de adeptos", entre outras curiosidades.

Para mim isto só me mostra que o Benfica é cada vez maior, e incomoda cada vez mais gente!

Divulguem, denunciem, não compactuem com essa gente!

PS. Um grande bem haja para o Grão Vasco, que tem levado este projecto avante, e que eu tenho acompanhado de perto e diariamente.

Francisco Pinto disse...

Já agora, aproveito para deixar o meu novo blog, estou de volta. E este é para levar avante...

http://semprebenfica11.blogspot.com/

Um grande bem haja,

Francisco Pinto.

Anónimo disse...

esse jornal
por mim fecha

nego-me a comprá-lo
há mais de dez anos

Anónimo disse...

Concordo plenamente Caro Grão Vasco, mas...temos que reclamar da nossa própria área de comunicação. Como já deves ter reparado um tal Pedro Ribeiro..dito diretor ou afins de Radio Comercial e Paineleiro da corrupta e defecante bocadas de uma pivot do Programa da TVI-MaisFutebol-mais feia que uma bota da tropa, este tal Pedro Ribeiro que se diz benfiquista dos sete costados, deixa VEEERRRGGGOOONHOOSAMMEEENTE, assim mesmo,falar mal e gozarem com o Nosso CGlorioso, e ri-se com as bacoradas que Esta Suposta Beleza das cavernas e um Tal Nuno que mais parece um hiberme num nabal. Ora este Pedro Ribeiro é o mesmo que Fez a Gala do Benfica do Aniversário e Fez a apresentação do novos equipamentos este ANO. Será que também não temos alguma culpa no acrtório e deixar ESTA ESCUMALHA CONTINUAR A PAVONEAR-SE NOS CORREDORES DA LUZ?? SERÁ QUE ESTE PSEUDOBENFIQUISTA SIM UM TAL PEDRO RIBEIRO, digo com todas as Letras NÃO SERÁ UM ESCROQUE DOS INFILTRADOS????. è que das duas ou três vezes que fiz zaping e passei por este vergonhoso programa Enojame a atitude des PSEUDOBENFIQUISTA.
E Força Grão Vasco que o Pincel não te doa
Lampiaovis

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