8.6.12

A “cultura” do Chico Viegas



Chico Viegas é um nome igual a tantos outros. Um nome que poderia estar ligado a qualquer colega de Chico Chicão, um jagunço do sertão brasileiro, personagem da telenovela “Gabriela” que em vários episódios dessa produção se fartou de “morder” na Natália do Vale, a célebre Óróra (Aurora), à época uma boazona novinha em folha, a “estrear” e um dos melhores biscatos da TV brasileira.

Mas não.

Este Chico Viegas é uma produção artística rasca cá do burgo, um pirata do lado de cá do Atlântico, e ao que parece, entretém-se nas horas vagas (ou não) a “morder” o “outro” - o outro clube melhor dizendo – seu ódio de estimação que tantas comichões lhe traz.


O país está inundado de péssimos exemplos e piores exemplares. Este é mais um de uma colecção que não tem fim!

Mas o país é isto mesmo. Um país sustentado por um regime em que a democracia é transformada diàriamente numa corruptocracia e bandalheirocracia, em que um governante tem a capacidade mimética de se camuflar conforme o meio com folclóricos coloridos, que vão desde um cultural amarelado-azul-laranja político ao azul e branco, melhor, bronco, riscado das barracas de praia do seu sectarismo inadmissível no campo desportivo. Uma democracia onde se dá voz e espaço mediático àqueles que sabendo da imundície que grassa a norte num grémio onde a fruta, corrupção e putêdo são o prato do dia, a omitem e branqueiam com rabiscadas indecentes em que o “outro” é a origem de todos os seus males e complexos.


Chico Viegas provou que na sociedade portuguesa qualquer sectário ordinário pode ser secretário de estado.

Mas o Chico Viegas é isto. É o verdadeiro representante do clube e do regime que o suporta.


Tal como os Ângelos Césares e os Urgéis Hortas de outros tempos, cá estão os Chicos Viegas de hoje, a lembrarem-nos de que seja na ditadura ou num triste regime como o nosso, há uma agremiação em que os seus prosélitos não conseguem passar da cepa torta, sofrendo de miopia crónica e doentia.


GRÃO VASCO

3 comentários:

artnis disse...

Por esta pobreza de espírito se pode ver a 'merdaiocridade' que tomou conta deste País!

E ainda o dizem figura da cultura ...!

Também deve zurrar o 'Cântico Negro' à moda do frascário da Andradlândia.

E saber que 'Os Lusíadas' têm 10 Cantos, ao contrário do que nasceu no Poço e agora é da Fonte de Boliqueime.

Anónimo disse...

mais umas pinceladas a valer, onde retartam UM XIBO SEM VERGONHA, QUE CORRE Á VOZ DO DONO QUANDO SE SENTE INSTALADO NA CADEIRA DO ESTADO. ESTADO DE GOVERNO QUE, PELO QUE SE VEM OBSERVANDO, ESTÁ INFESTADO DE AGENTES INFILTRADOS DA PROMISCUIDADE, CORRUPÇÃO NEPOTISMO ENFIM UMA DEMOCRACIA À MODA DO D. CORLEONE DAS ANTAS.
O XIBO VESGAS É MAIS UM DOS QUE SALTITAM NA PRADARIRA DE S.BENTO.
UMA ABRAÇO DE LAMPIÃOVIS

Anónimo disse...

Benfica: Número de expulsões na Liga é o maior de sempre
Alerta vermelho para os encarnados
Pelo segundo ano consecutivo, o Benfica teve mais jogadores expulsos do que os adversários nas jornadas da Liga e perdeu jogadores nucleares na fase decisiva da prova. O cartão vermelho a Pablo Aimar em Olhão e o castigo agravado de dois jogos de suspensão, impedindo-o de alinhar em Alvalade, constituiu um dos pontos mais baixos da época encarnada, a par das duas expulsões do goleador Óscar Cardozo e de ter acabado com menos um jogador em três dos quatro clássicos da época.

Por:João Querido Manha

O Benfica não só passou a sofrer mais expulsões após a conquista do título de 2010, como viu a maleita atingir sobretudo as suas figuras principais. Ao todo, só na Liga, foram 17 expulsões em três anos com Jorge Jesus, o maior número de sempre em qualquer ciclo da história encarnada – a justificar um alerta vermelho para correcção futura, sabendo-se que o sucesso no futebol está directamente associado à disciplina.
Na época em que conquistou o último título, o Benfica beneficiou precisamente do efeito inverso. Teve apenas três jogadores expulsos, enquanto os adversários somaram 18 cartões vermelhos para um total de mais de 400 minutos de jogo em superioridade numérica. Também no ano do título com Trapattoni se registara a mesma tendência com 4/12 em cartões vermelhos e 241 minutos a jogar com pelo menos um jogador a mais.
Os jogos do Benfica ao longo do século XXI registam mais 40 por cento de expulsões do que os do FC Porto. Não apenas o Benfica tem muito mais jogadores expulsos do que o crónico campeão, como também os adversários dos encarnados são penalizados de forma bem mais rigorosa. O que retrata uma maior agressividade, em geral, nos jogos do Benfica, relativamente aos do FC Porto, por parte dos adversários, um clima que muitas vezes arrasta os jogadores encarnados para o desequilíbrio emocional.
Este ano, o Benfica acabou com 10 os dois derbis com o Sporting e o jogo do título com o FC Porto, em casa. Só no Dragão conseguiu terminar um dos quatro clássicos sem baixas disciplinares, totalizando 45 minutos em inferioridade numérica frente a dois dos principais adversários (12,5 % do tempo total).
SUPERIORIDADE AJUDA A GANHAR

Nenhum campeão consegue sê-lo sem contar menos expulsões que os adversários e mais tempo de jogo em superioridade numérica. O FC Porto de Vítor Pereira totalizou 181 minutos (3 horas) a jogar com um a mais, um recorde na história do clube que tem dominado o futebol nacional.
ÚLTIMOS DEZ ANOS

Os jogadores do FC Porto viram apenas 36 cartões vermelhos nas últimas dez temporadas, enquanto os adversários habituais (Braga, Sporting e Benfica) registam um total muito semelhante, entre os 52 e os 55. Uma anormalidade que reflecte benefícios e traduz o domínio azul e branco.
17 EXPULSÕES COM JORGE JESUS
Nenhum ciclo da história do Benfica regista tantas expulsões como os três anos de Jorge Jesus. Onze jogadores, incluindo algumas figuras proeminentes, viram 17 cartões vermelhos, contra 11 do FC Porto em idêntico período, 12 do Braga e 15 do Sporting. Apesar de tudo, as cinco expulsões verificadas nesta temporada significam uma melhoria relativamente ao ano passado, baixando de 9 para 5.

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