16.11.12

Um “pato-bravo” em campo aberto

 

As nomeações para os jogos do Benfica começam a ser muito estranhas e preocupantes.

 

Esta sexta-feira, no relvado de Moreira de Cónegos vai aterrar um “pato-bravo” que recentemente assumiu pùblicamente simpatia pelo Benfica, de sua graça Duarte Gomes.

 

Depois de durante anos e anos a abraçar a “excelsa” causa da arbitragem e com extremo zêlo a prejudicar sistemàticamente o Benfica subindo assim na “vida e na hierarquia do pífaro”, é sempre bom recordar o vôo trapaceiro do çeportènguista Jardel na Luz, que DG validou com um penalty contra o Benfica, mais falso do que as manigâncias de Judas.

 

Um “pato-bravo” no meio de patos-mudos – alguma vez viram um malabarista do pífaro assumir-se ou declarar-se como adepto do grémio da fruta, do café com leite e chocolatinhos? - e patos- marrecos de cervizes curvadas a pintos corruptos, com habitats em Lordêlo, Porto, Leiria, Lisboa, Castelo Branco e Braga. 

 

Duarte Gomes não me inspira confiança nenhuma em relação à sua isenção, e pelo seu comportamento de pedante é mais um pato-bravo a voar em campo aberto para umas oportunas chumbadas dos caçadores do Freixo e afins.

 

Que ninguém tenha a mínima dúvida que este passaroco do apito, que em tons exibicionistas e mediáticos se assumiu simpatizante do Glorioso, está desde aí debaixo da mira dos anti-Benfiquistas, morcões azuis corruptos e submissos do lagartêdo.

 

O Benfica perante estas situações não pode dar uma única abébia em Moreira de Cónegos.

 

Carrega Jardel!

 

PS. Para a Madeira, entre os do “toca a andar” e os do “a fruta já foi mandada”, lá estará Paulo Baptista, fiel de armazém em Portalegre. Sempre o mesmo. É sempre a aviar. O engenheiro, ou muito me engano, já foi!

Para os “brácaros” o Vasquinho do costume, pois internacional já ele é!

 

GRÃO VASCO

1 comentário:

Frank disse...

Em relação a essa arbitragem do Duarte Gomes na Luz não foi apenas o penalty do Jardel. O JVP deveria ter sido expulso pelo menos duas vezes. Numa delas até começou a sair do campo, convencido como estava de que o árbitro lhe daria o segundo amarelo ou mesmo vermelho directo por uma falta grosseira, para não dizer um pontapé, por trás creio que ao Argel. Houve também a expulsão do Andrade que no lance em que recebe o primeiro amarelo leva um pontapé nos ditos cujos de um tipo chamado Hugo Viana. E houve ainda inúmeras faltas a nosso favor não assinaladas e faltas inexistentes marcadas contra nós. Foi uma das maiores vergonhas a que assisti.

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