3.1.13

Qual a estratégia do Conselho de Arbitragem?


Com o advento do novo ano, começam também a aproximar-se os primeiros dias “D’s” – os dias decisivos – para o Benfica.


 


Nesses dias, e numa primeira fase já neste mês de Janeiro, estão datados alguns jogos que irão clarificar o percurso do Glorioso nas diversas competições nacionais.


 


Por isto, é conveniente fazermos uma retrospectiva do que tem acontecido numa área fundamental e que tem a ver, sem dúvida alguma, com as nomeações do Conselho de Arbitragem, e tentar perceber até que ponto este órgão da federação irá continuar com a mesma “política” que tem adoptado até agora nos jogos onde intervém o Benfica, constatando-se que desde a 3ª jornada do campeonato da Liga – marcado pela escandaleira protagonizada por Xistra em Coimbra, palco de mais uma das suas muitas “pilhagens” ao Glorioso, com a marcação de dois penaltys inexistentes, surripiando-lhe assim dois preciosos pontos – o “peixe graúdo” do apito, isto é, os famigerados árbitros internacionais, que somados a Cosme Machado têm sido aqueles que mais têm prejudicado o Benfica, entraram em regime de “quarentena”, não tendo sido até ontem nomeados para os jogos do Glorioso com excepção feita a Duarte Gomes que esteve em Moreira de Cónegos para a Taça de Portugal.


 


Senão vejamos:


                      



 

Dentro das três caixas salientam-se os jogos do campeonato nacional (Liga).

 

Estranhamente ou não, desde a 3ª jornada, quando Rui Gomes da Silva denunciou o que estava a acontecer – um “esquema” semelhante ao da época transacta, com os “apitadeiros” a retirarem, ou a tentarem retirar pontos ao Benfica, com a diferença que nesta época esta situação começou a ser logo no início da competição – e se estabeleceu entre ele (representando o Benfica) e sete árbitros, quase todos internacionais, um clima de conflitualidade latente, estes não mais foram nomeados para os jogos do Benfica (à excepção de Rui Silva, um não internacional).

 

Não esqueçamos também, que Artur Soares Dias teve uma prestação vergonhosa no Benfica-Braga, logo na 1ª jornada, roubando um golo limpíssimo a Cardozo - numa jogada em que o guarda-redes Beto, do Braga, falhou estrondosamente - evitando assim que o Benfica ganhasse o jogo.

Para além disto, e como é comum, os próprios tocadores de pífaro secundários que têm actuado, têm sido muito mais rigorosos com o Benfica do que com os adversários, mas não têm conseguido influenciar os resultados.

 

Exceptuando o jogo em Moreira de Cónegos para a Taça de Portugal e este último – onde voltámos a ver Hugo Miguel, que mais uma vez teve uma prestação medíocre e deplorável, ao condescender com Rabiola (mais um do antro das barracas de praia…), não o expulsando pela violenta agressão a um jogador do Benfica e escamoteando mais uma vez um penalty sobre Gaitán na 1ª parte do desafio – Benquerença, Proença e quejandos, têm andado arredios dos jogos do Benfica.

 

Irá começar o despautério já neste fim-de-semana no jogo com o Estoril, ou continuarão os “tubarões” de reserva para outros “carnavais”, lá mais para diante quando fôr necessário empurrar o Benfica para baixo na classificação?

 

O que é certo, certinho, é que sem “eles”, até agora, o Benfica vai à frente, e que desde a 3ª jornada, as roubalheiraa ao Benfica têm andado nas ruas da amargura, para desespero dos Aguiares, dos Serrões, dos Guedes, dos Tavares e de toda essa corja imunda azul e bronca, que tem tentado por todos os meios, e sempre, condicionar os “apitadeiros” no sentido de prejudicar o Benfica.

 

Ah! E ainda faltam os “antoninos” dos apitos e os “queirozes” dos microfones!...

 

Aguardemos, pois.

Mas estejamos bem atentos!
 
 
GRÃO VASCO

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